| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02682287000102 | Panamericano Arrendamento Mercantil S/A | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 03134910000155 | AROSUCO AROMAS E SUCOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 170,0 mil |
| 56228356000131 | CRBS S.A | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
O festival tem como missão promover acesso a direitos econômicos e culturais ao maior número possível de iniciativas de mulheres negras, viabilizando independência financeira, cultural e emocional. No Festival Agbara da Mulher Negra haverá diversas ações culturais e ações formativas.
O festival é proposto pelo Fundo Agbara - o primeiro fundo para mulheres negras do Brasil - que tem como missão promover acesso a direitos econômicos ao maior número possível de iniciativas de mulheres negras, viabilizando independência financeira e emocional. No Festival Agbara da Mulher Negra haverá: simpósio sobre justiça econômica, exposição, apresentações de música; intervenções artísticas; DJ; VJ; feira de economia criativa para expositoras negras apresentarem seus projetos. E uma jornada pré-festival com oficina presencial de educação financeira para o setor cultural, em 3 capitais: Manaus, Salvador e São Paulo. E 2 workshops online de inclusão produtiva, um sobre empregabilidade e outro sobre empreendedorismo. Festival - montagem e estrutura - produto principal Montagem de um festival de música. Apresentações - produto secundário dentro do festival 4 bandas de reconhecimento local/regional 1 banda de reconhecimento nacional de musica regional 5 grupos musicais (performance) - apresentação de grupos diversos – instrumental e regional / cultura afro-brasileira – 1 Vídeo Jockey (VJ) 2 DJs Contrapartidas - Seminário/ Encontro - dentro do festival SIMPÓSIO SOBRE JUSTIÇA ECONÔMICA E DIREITOS ECONÔMICOS - com 12 palestrantes em 3 rodadas. Workshop / treinamento - várias cidades OFICINA DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA O SETOR CULTURAL Acontecerá em pré-festival, nas cidades de Manaus, Salvador e São Paulo
OBJETIVO GERAL: Como principal impacto cultural e social, a visibilidade com o festival e pelas ações culturais irá contribuir para a luta antirracista e feminista negra por relações étnico-raciais e de gênero, equânimes em nossa sociedade, inclusão produtiva, cultural e geração de renda. Toda a experiência do fundo AGBARA, que tem como missão potencializar o maior número possível de mulheres negras e indígenas, viabilizando independência financeira, emocional e cultural será aplicada para o festival. A presente proposta contribui para as seguintes metas do Plano Nacional de Cultura: 3, 4, 5, 8, 9, 10, 11, 18, 22, 24, 26, 29, 46, 47 e 53 de 2021. Além das ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) promulgados pela ONU nºs 1, 3, 5, 8 e 10, no qual o Brasil é signatário. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Atender um público de aproximadamente 3000 pessoas, considerando todas a ações do projeto (pré-festival e festival), composto em sua maioria por jovens e adultos, mas considerando também a presença de crianças e membros da melhor idade. Ações Pré-festival- Realizar de forma gratuita, 3 oficinas presenciais de educação financeira para o setor cultural, para a formação de mulheres negras e indígenas, em 3 capitais (Manaus, Salvador e São Paulo). - Realizar de forma gratuita, 1 workshop online sobre Inclusão Produtiva e Empregabilidade na Indústria Criativa - Realziar de forma gratuita, 1 workshop online sobre Empreendedorismo Cultural e Sustentabilidade de NegóciosCriativos Ações no dia do Festival- Promover 1 simpósio presencial com 12 palestrante em 3 rodadas: 1. Mesa 1: Economia Criativa para Mulheres Negras _ Novos Caminhos deAutonomia; 2. Mesa 2: Transformações no Trabalho e Renda no Pós-Pandemia:Potencialidades da Economia Criativa; 3. Mesa 3: Afrofuturismo e Inovação Tecnológica _ Tecendo Futuros para aPopulação Negra - Fomentar a arte local através de 12 apresentações com artistas negras locais/regional; sendo 2 DJ’s, 1 VJ, 5 grupo musical regional/banda e 4 banda/grupo local - Proporcionar 1 show gratuito com artista de amplitude nacional - Incentivar o empreendedorismo das mulheres negras através da feira de economia criativa com 20 expositoras. - Incentivar as ações culturais das artistas negras, gerando representatividade, contribuindo na construção da autoestima da mulher, sobretudo a negra.
Mulheres negras brasileiras ocupam a base da pirâmide social. Menos da metade das mulheres negras são remuneradas pelo seu trabalho, as que são remuneradas, segundo Pesquisa IBGE 2018, ganham 44% do salário de um homem branco. Empreendedoras negras empreendem, na maioria das vezes, por necessidade e não por oportunidade. A maioria das mulheres negras têm o acesso ao crédito negado, mesmo sendo as melhores pagadoras. Ao refletirmos sobre as desigualdades de nosso país é possível destacar as mulheres negras como grupo mais oprimido pela interseccionalidade das violências estruturais. Por isso não é de se espantar que uma das primeiras pessoas a morrer diagnosticada com coronavírus no Brasil tenha sido uma mulher preta, empregada doméstica, no RJ, contaminada por sua patroa que tinha acabado de chegar de viagem da Itália trazendo o vírus. Segundo também afirmou a médica feminista e ativista do movimento de mulheres negras brasileiro, Jurema Werneck, na 26ª audiência da CPI da Pandemia, nosso Estado foi omisso na condução da crise epidemiológica e segundo os dados que a mesma trouxe os que mais morreram foram pessoas negras, pardas e indígenas, um exemplo, da necropolítica vigente. Também o segmento de empregadas domésticas, que é majoritariamente composto por mulheres negras, foi um dos mais afetados pela pandemia. As mulheres negras inauguraram o empreendedorismo no Brasil, negras forras, quituteiras, quitandeiras, com seus balaios, tablados e muita ginga começaram a luta por sobrevivência do povo preto pós abolição. Agbara significa potência em iorubá. Potência da resiliência de mulheres que não aceitaram as impossibilidades impostas pelas desigualdades sociais, falta de relações justas de trabalho e oportunidade. O Festival Agbara da Mulher Negra é um resgate da subjetividade feminina preta, que muitas vezes é negada pela intersecção das violências em nosso país. É um enfrentamento à necropolítica, ao feminicídio e ao epistemicidio de saberes afroreferênciados, saberes detidos por mulheres pretas. Promoveremos geração de renda e fortalecimento do negócio de mulheres negras, mulheres que possuem historicamente as piores remunerações, piores condições de trabalho, e ocupam cargos de menor prestígio social. Mulheres negras e artistas serão prestigiadas por suas artes, empreendedoras negras divulgarão seus produtos para venda. Dedicar um festival para esse fim é um caminho para ressignificar o lugar que a mulher negra ocupa em nossa sociedade. Da Necessidade da renúncia fiscal: A necessidade de haver apoio por meio de renúncia fiscal se justifica na medida em que o Instituto necessita de visibilidade à suas ações e há um alto custo para mantê-las, o que nos traz a pleitear aprovação desse projeto pela lei de Incentivo em âmbito federal, podendo buscar empresas privadas, através da renúncia fiscal em patrocinar o projeto. A possibilidade de o festival ganhar notoriedade e que possa aprimorar suas ações, facilitando o acesso, diminuindo os custos e permitindo ao público o acesso à uma programação com mais profissionalismo que anteriormente. Art. 1º da Lei 8313/91 O projeto se enquadra nos incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3 da Lei 8313/91 O projeto se enquadra nos incisos: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e publica de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Ações Pré-festival OFICINA DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA O SETOR CULTURAL Público Alvo: mulheres negras, periféricas, trans e indígenas do setor cultural. Classificação indicativa etária: a paritir dos 18 anos - 30 VAGAS Cidades: Manaus, Salvador e São Paulo Local, data e horário: a definir Carga Horária: 6 horas Projeto Pedagógico Dia 1: Entendendo Fundamentos Financeiros (3 horas) 1. Introdução (30 minutos)- Boas-vindas e apresentação dos facilitadores.- Contextualização da importância da educação financeira para artistas e pessoas na área cultural.- Breve introdução sobre a relevância da diversidade e inclusão na indústria cultural. 2. Mapeamento Financeiro Pessoal (60 minutos)- Identificação de metas financeiras pessoais.- Análise de despesas e receitas.- Exercício prático: criação de um orçamento pessoal. 3. Conhecendo Ferramentas Financeiras (30 minutos)- Apresentação de aplicativos e ferramentas online para gerenciamento financeiro.- Demonstração prática de como utilizar essas ferramentas. 4. Intervalo (15 minutos) 5. Planejamento para Emergências e Objetivos de Longo Prazo (45 minutos)- Discussão sobre a importância de criar uma reserva de emergência.- Estratégias para economizar e investir para objetivos de longo prazo. 6. Networking Financeiro na Comunidade (30 minutos) | Black Money- Discussão sobre a importância de se apoiar mutuamente financeiramente na comunidade.- Compartilhamento de histórias de sucesso e desafios financeiros.- Reflexão sobre como a participação diversificada na cultura contribui para o fortalecimento da comunidade artística. Aula Adicional: Importância da Participação de Pessoas Negras na Cultura (45 minutos)- Análise da relevância histórica e contemporânea da participação de pessoas negras na cultura.- Discussão sobre desafios e oportunidades específicos enfrentados por artistas negros.- Exploração de casos de sucesso e impacto cultural positivo. Dia 2: Estratégias Financeiras para Artistas (3 horas) 1. Recapitulação do Dia Anterior (30 minutos)- Revisão dos conceitos e atividades do primeiro dia. 2. Fontes de Renda e Diversificação (60 minutos)- Exploração de diferentes fontes de renda para artistas.- Estratégias para diversificar a renda. 3. Direitos Autorais e Contratos (45 minutos)- Informações sobre direitos autorais e contratos na indústria cultural.- Dicas para negociação de contratos financeiros justos. 4. Intervalo (15 minutos) 5. Impostos para Artistas (45 minutos)- Orientação sobre obrigações fiscais para artistas.- Discussão sobre deduções fiscais e benefícios disponíveis. 6. Construindo um Plano Financeiro Sustentável (45 minutos)- Desenvolvimento de um plano financeiro a longo prazo.- Estratégias para superar desafios financeiros específicos da indústria cultural. 7. Encerramento e Feedback (30 minutos)- Discussão aberta para perguntas e respostas.- Coleta de feedback dos participantes para melhorias futuras Workshops - inclusão dos temas:1. Workshop Online: Inclusão Produtiva e Empregabilidade na Indústria Criativa○ Descrição: Este workshop abordará como diferentes setores da economiacriativa — incluindo arte, design e tecnologia — podem gerar oportunidadesde emprego para comunidades marginalizadas, especialmente mulheresnegras e pessoas LGBTQIAPN+. Focaremos em identificar nichosemergentes e em como essas populações podem desenvolver competênciasespecíficas para acessar novos mercados e redes de trabalho,conectando-se com empresas e iniciativas culturais que promovemdiversidade e inclusão. Público Alvo: mulheres negras, periféricas, trans e indígenas Classificação indicativa etária: a paritir dos 16 anos - 40 VAGAS Local: online Data e horário: a definir Carga Horária: 3 horas Descrição: Este workshop foi cuidadosamente desenvolvido para oferecer uma experiência única de aprendizado e crescimento, centrado nas mulheres negras. Reconhecemos a importância de criar um espaço seguro e acolhedor, onde as participantes podem explorar e desenvolver suas habilidades para impulsionar a inclusão produtiva e a empregabilidade. Plano Pedagógico: Durante o workshop, abordaremos temas específicos relacionados às desafios e oportunidades enfrentadas por mulheres negras no mercado de trabalho. Os módulos incluirão discussões sobre habilidades profissionais e emocionais, além de construção de redes de trabalho e apoio. Além disso, exploraremos as nuances da cultura corporativa, promovendo a autoconfiança e a assertividade. 2. Workshop Online: Empreendedorismo Cultural e Sustentabilidade de NegóciosCriativos○ Descrição: Destinado a pessoas interessadas em iniciar ou fortalecerempreendimentos culturais, este workshop explorará as melhores práticaspara criar negócios viáveis e sustentáveis na área da economia criativa. Comfoco em inovação, impacto social e uso estratégico de tecnologias digitais, oconteúdo abordará desde a concepção de ideias de negócio até aimplementação de modelos que ampliem o acesso ao mercado, promovendoa autonomia econômica de artistas e empreendedores culturais. Público Alvo: mulheres negras, periféricas, trans e indígenas Classificação indicativa etária: a paritir dos 16 anos - 40 VAGAS Local: online Data e horário: a definir Carga Horária: 2 horas Descrição: Este workshop excepcional foi elaborado para capacitar e inspirar mulheres negras que desejam trilhar o caminho do empreendedorismo. Nosso objetivo é oferecer não apenas conhecimentos práticos, mas também um ambiente de apoio e encorajamento para que cada participante floresça em sua jornada. Plano Pedagógico: Ao longo do workshop, abordaremos temas como planejamento de negócios, captação de recursos, estratégias de marketing e construção de uma marca única. Além disso, dedicaremos atenção especial ao desenvolvimento de habilidades de liderança e habilidades emocionais. Ações no dia do Festival SIMPÓSIO SOBRE JUSTIÇA ECONÔMICA E DIREITOS ECONÔMICOS - com 12 palestrantes em 3 rodadas. O 2º Simpósio de Justiça Econômica para Mulheres Negras, programado para 2024, promete ser um evento impactante, dando continuidade ao sucesso do ano anterior. Com um formato baseado em mesas de discussões temáticas, o simpósio proporcionará um ambiente colaborativo para pesquisadoras negras compartilharem suas produções sobre Direitos Econômicos para Mulheres Negras. Os temas centrais discutidos em 2023 — Justiça Econômica para Mulheres Negras, Trabalho e Renda no Pós-Pandemia, e Afrofuturos para Populações Negras — continuarão a ser explorados, bem como a discussão sobre Reparação Econômica, enriquecendo o diálogo e aprofundando as reflexões. O evento de 2024 busca não apenas disseminar conhecimento, mas também fortalecer as conexões entre as participantes, consolidando-se como um espaço essencial na promoção da equidade e trocas. Simpósio - alteração dos temas:1. Mesa 1: Economia Criativa para Mulheres Negras – Novos Caminhos de Autonomia○ Descrição: Esta mesa examinará as trajetórias e desafios enfrentados pormulheres negras na economia criativa. Focando em iniciativas quepromovem autonomia financeira e justiça econômica, discutiremos comonegócios culturais podem ser ferramentas para a superação dedesigualdades de gênero e raça, e como políticas públicas podempotencializar o papel dessas mulheres na criação de novos mercados emodelos econômicos.2. Mesa 2: Transformações no Trabalho e Renda no Pós-Pandemia:Potencialidades da Economia Criativa○ Descrição: A pandemia de COVID-19 acelerou mudanças no mercado detrabalho e mostrou a resiliência do setor cultural. Esta mesa trará reflexõessobre as transformações no trabalho e as oportunidades emergentes naeconomia criativa como fonte de geração de renda. Especialistas eempreendedores vão compartilhar experiências sobre como reinventarformas de trabalho e fortalecer redes de apoio econômico, com foco empráticas colaborativas e coletivas.3. Mesa 3: Afrofuturismo e Inovação Tecnológica – Tecendo Futuros para aPopulação Negra○ Descrição: Esta mesa propõe um mergulho nas interseções entreafrofuturismo e tecnologia, explorando como ferramentas digitais, inteligênciaartificial e tecnologias emergentes podem ser utilizadas para criar futurosmais inclusivos e prósperos para a população negra. A discussão abordarácomo a inovação tecnológica pode ser uma força de transformação social,impulsionando soluções que promovam autonomia e inclusão digital. APRESENTAÇÕES 12 apresentações com artistas negras locais/regional: 5 grupo musical / banda; 4 banda/grupo local; 2 DJ; 1 VJ 1 shows gratuito com artista de amplitude nacional Feira de economia criativa com 20 expositoras - venda de produtos, estandes fornecidos pelo festival.
*FESTIVAL* APRESENTAÇÕES ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por realizar o festival em espaço que já esteja adequado ao atendimento de portadores de deficiência e mobilidade reduzida - rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE AO CONTEÚDO DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Haverá no espaço monitores que são treinados para a melhor forma de abordagem e direcionamento às ações culturais, assim como orientação e utilização da linguagem simples. * Será usado a rubrica Monitores ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES AUDITIVOS: Em termos de acessibilidade de conteúdo, as apresentações contarão com tradução em LIBRAS, atingindo 100% das apresentações. * Será usado a rubrica INTÉRPRETE DE LIBRAS ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS Será disponibilizado um profissional de audiodescrição que acompanhará cada atividade. * Será usado a rubrica AÚDIO DESCRIÇÃO *FESTIVAL* SIMPÓSIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por realizar o festival em espaço que já esteja adequado ao atendimento de portadores de deficiência e mobilidade reduzida - rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE AO CONTEÚDO DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Haverá no espaço consultora técnica que é treinada para a melhor forma de abordagem e direcionamento, assim como orientação e utilização da linguagem simples. Como terá inscrições, a identificação da necessidade se fará pela profissional que poderá executar a função ou contratar o especialista. * Será usado a rubrica Consultora Técnica ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES AUDITIVOS: Em termos de acessibilidade de conteúdo, as apresentações contarão com tradução em LIBRAS, atingindo 100% das apresentações. * Será usado a rubrica INTÉRPRETE DE LIBRAS ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS Será disponibilizado um profissional de audiodescrição que acompanhará cada atividade. * Será usado a rubrica AÚDIO DESCRIÇÃO *EXPOSITORES – ECONOMIA CRIATIVA* - FAZ PARTE DA ESTRUTURA DO FESTIVAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por realizar o festival em espaço que já esteja adequado ao atendimento de portadores de deficiência e mobilidade reduzida - rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE AO CONTEÚDO DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Haverá no espaço monitores que são treinados para a melhor forma de abordagem e direcionamento às ações culturais, assim como orientação e utilização da linguagem simples. * Será usado a rubrica Monitores - mesmo do Festival (acontece no mesmo dia e espaço) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS Não se aplica *CONTRAPARTIDA SOCIAL* ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por realizar o festival em espaço que já esteja adequado ao atendimento de portadores de deficiência e mobilidade reduzida - rampas de acesso e banheiros adaptados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE AO CONTEÚDO DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Haverá no espaço consultora técnica que é treinada para a melhor forma de abordagem e direcionamento, assim como orientação e utilização da linguagem simples. Como terá inscrições, a identificação da necessidade se fará pela profissional que poderá executar a função ou contratar o especialista. * Será usado a rubrica Consultora Técnica - mesma que está no produto SIMPÓSIO ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES AUDITIVOS: Em termos de acessibilidade de conteúdo, as apresentações contarão com tradução em LIBRAS, atingindo 100% das apresentações. * Será usado a rubrica INTÉRPRETE DE LIBRAS ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO DEFICIENTES VISUAIS Será disponibilizado um profissional de audiodescrição que acompanhará cada atividade. * Será usado a rubrica AÚDIO DESCRIÇÃO
Em atendimento, a proposta irá adotar o inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Pré-festival- 3 oficinas de educação financeira para o setor cultural, para a formação de mulheres negras e indígenas, em 3 capitais (Manaus, Salvador e São Paulo) - 30 vagas cada, totalizando 90 participantes. As atividades serão presenciais e ofertadas de forma gratuita. - 1 workshop online sobre inclusão produtiva: empregabilidade - 30 vagas. Atividade online e ofertada de forma gratuita. - 1 workshop online sobre inclusão produtiva: emprendedorismo - 30 vagas. Atividade online e ofertada de forma gratuita. Festival- 1 simpósio presencial sobre Justiça Econômica e Direitos Econômicos com 12 palestrantes em 3 rodadas - 40 vagas - gratuito - 11 apresentações com artistas negras locais; sendo DJ’s, 1 VJ E demais atrações musicais - atividades gratuitas - circulação de 2 mil pessoas ao longo do dia. - 1 show gratuito com artistas de amplitude nacional - 1mil pessoas
Jéssica Rodrigues Gonçalves - Coordenação GeralCPF: 397.038.488-50Jessica Rodrigues Gonçalves é Gerente Institucional e de Programas no Fundo Agbara e possui mais de oito anos de experiência no setor de impacto social, atuando nas áreas de comunicação e gestão de projetos. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu habilidades sólidas em coordenação de projetos complexos, liderança de equipes, comunicação estratégica e relacionamento interpessoal. Sua atuação é marcada pelo compromisso com organizações e iniciativas que promovem transformação social, especialmente nas agendas de raça e gênero. Tainá Santos Lima - Produtora Executiva CPF: 095.065.394-21Tainá Lima é Coordenadora de Cultura e Negritudes do Fundo Agbara e designer, atuando na concepção, planejamento e execução de projetos culturais voltados para a valorização das trajetórias e expressões artísticas de mulheres negras. Com ampla experiência em produção cultural, design e gestão de projetos de impacto social, Tainá desenvolve um trabalho focado na descentralização do acesso à cultura e no fortalecimento das redes de mulheres negras. Possui diversos projetos aprovados em leis de incentivo à cultura, atuando de forma estratégica desde a elaboração até a execução de iniciativas culturais em Pernambuco e em âmbito nacional. Cecilia Pereira Silva - Produtora LocalCPF: 107.723.436-83Ciça Pereira é ativista, gestora cultural e ceo da comunidade negra Afrotrampos e do guarda chuva cultural Zeferina Produções. Especialista em cultura cursou Políticas Publicas onde teve acesso aos seus conhecimentos na Universidade de São Paulo. Atua com gestão de projetos de impacto sociocultural e ações afirmativas, já geriu carreiras de sucesso como As Bahias, Luedji Luna, CorujaBc1, Bia Ferreira, Marina Peralta e projetos em parceria com Masego, Rincon Sapiência, Erykah Badu e outros. Além disso é curadora e avaliadora de prêmios relevantes nas áreas da cultura como Prêmio Multishow, Women Music Event, Potências Negras, editais públicos e outros, e como parte de seu propósito também é formadora, mentora em projetos de coletivos culturais periféricos, e já foi consultora de instituições de renome trabalhando com Itaú Cultural, Instituto Pólis, Ação Educativa e outros. Pesquisa, escreve e estuda sobre cultura negra, comportamento humano, antirracismo e sociedade, e possui como propósito construir um mundo mais equânime através da troca de conhecimento e da cultura.Tainá Ramos Correia da Silva - Produtora LocalCPF: 331.297.588-36Tainá Ramos? é empresária, produtora cultural, curadora e empreendedora criativa, com trajetória voltada para projetos que conectam arte, ancestralidade e transformação social.? ?Atualmente sócia de 4 empresas, todas com propósito que se conectam e somam entre si nos ramos culturais e de impacto social. Sendo: Zeferina Produções, Afrotrampos, Favela Made ? e ?Melody? Garden?. Acredita na arte como veículo de emancipação social e financeira, gesto de cura e reconstrução de narrativas. Onde construir espaços onde nossa memória coletiva floresce e impulsiona futuros mais equânimes
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.