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Realização da Exposição de Artes Visuais, denominada Aldeias de Ideias, com obras da artista Carmen Thompson, para uma temporada de 1 mês de exibição no Rio de Janeiro, em local ainda em definição. Do legado de valor Ético e Estético recebido dos Povos Originários, emergirão 32 obras. Um conjunto de imagens impressas sobre vinil, em dimensões variadas, cuja técnica utilizada é a Fotografia Expandida. Além dessas obras, haverá material multimídia: textos, áudios e vídeo. Da exposição, derivar-se-á uma Mesa Redonda, cujo título será "Povos Originários: Aldeias de Ideias - A Territorialidade da Cultura Originária do Brasil e sua Inspiração para a Arte Brasileira". A Mesa reunirá representantes dos Povos Originários e mediada pela artista, Carmen Thompson, e o Curador da Exposição, Carlos Dimuro. A Roda de Conversa se realizará durante 1 (um) dia.O acesso ao projeto será gratuito.
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES (principal): realização da Exposição de Artes Visuais, denominada Aldeias de Ideias, com obras da artista Carmen Thompson, para uma temporada de 1 (um) mês de exibição no Rio de Janeiro. Um estimulante material para uma reflexão sobre a importância da Cultura, dos Saberes e dos Costumes destes povos para a afirmação de nossa IDENTIDADE BRASILEIRA. A exposição pretende tornar visível O CUIDADO e o alto grau de respeito que estes povos sempre tiveram com a MÃE-TERRA. A exposição será composta por 32 obras, impressas sobre vinil, em dimensões variadas que vão de 80 x 60cm a 200 x 80cm, cuja técnica utilizada é a Fotografia Expandida, na qual a imagem é criada a partir de fotografia. Além dessas obras, a exposição contará com material multimídia, sendo: textos, áudios e vídeo. A exposição de artes terá acesso de público gratuito e para todas as idades. O local de realização será definido durante a execução do projeto. A previsão de público é de 4500 visitantes. PRODUTO SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA: esclareço que na inexistência de opção própria para a elaboração do produto cultural Mesa Redonda, lancei mão do produto denominado “Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra” que entendo atender ao formato. Assim sendo, será realizada 1 (uma) Mesa Redonda, cujo título será “Povos Originários: Aldeias de Ideias - A Territorialidade da Cultura Originária do Brasil e sua Inspiração para a Arte Brasileira”, reunindo 2 (dois) representantes dos Povos Originários e mediada pela artista, Carmen Thompson e o Curador da Exposição, Carlos Dimuro. Realizar-se-á durante 1 (um) dia e oferecida gratuitamente à escola públicas, para pessoas a partir de os 12 anos de idade. Serão beneficiadas 100 pessoas. O local será definido durante a execução do projeto, cujo acesso será gratuito.
Geral Conscientização para as questões as quais envolvem a cultura indígena, territorialidade indígena, preservação dos Povos Originários por meio de cultura e arte e a proteção à natureza por intermédio de ações culturais. Específico Realização da Exposição de Artes Visuais, denominada Aldeias de Ideias, com obras da proponente, a artista Carmen Thompson, para uma temporada de 1 (um) mês de exibição no Rio de Janeiro, em local ainda em definição. Trata-se de uma exposição que prestará homenagem aos Povos Originários do Brasil, fomentando a reflexão acerca de o valor da Cultura Indígena para o brasileiro, em contraste com a busca por sua autoestima Multicultural, Multiétnica e a Riqueza Multifacetada da Natureza do Povo Brasileiro. Oferecerá um estimulante material para uma reflexão sobre a importância da Cultura, dos Saberes e dos Costumes destes povos para a afirmação de nossa IDENTIDADE BRASILEIRA. Contrastando seu viés Histórico Atemporal NA CULTURA DO CUIDAR, deflagrando-o com as graves turbulências, no acarretamento de desentendimentos entre nações, guerras, ameaças de destruição em massa, insegurança alimentar, doenças e os constantes ataques à Natureza. A exposição pretende tornar visível O CUIDADO e o alto grau de respeito que estes povos sempre tiveram com a MÃE-TERRA. Do legado de valor Ético e Estético recebido dos Povos Originários, circunstanciado na proteção do nosso extenso território e na preservação da VIDA, da BELEZA e da SAÚDE, emergirão 32 obras da artista Carmen Thompson. Um conjunto de imagens impressas sobre vinil, em dimensões variadas que vão de 80 x 60cm a 200 x 80cm, cuja técnica utilizada é a Fotografia Expandida, na qual a imagem é criada a partir de fotografia. Além dessas obras, a exposição contará com material multimídia, sendo: textos, áudios e vídeo. Serão expostos textos da própria artista; gravação em áudio, a partir de texto de seu curador -Carlos Dimuro, na voz de atriz Nathália Timberg; e um vídeo de Antônio Carlos Secchin, da Academia Brasileira de Letras. O acesso à exposição será sem comercialização e para todas as idades. O local de realização será definido durante a execução do projeto. O projeto realizará também, uma Mesa Redonda, cujo título será "Povos Originários: Aldeias de Ideias - A Territorialidade da Cultura Originária do Brasil e sua Inspiração para a Arte Brasileira". A Mesa reunirá 2 (dois) representantes dos Povos Originários, e será mediada pela artista, Carmen Thompson e o Curador da Exposição, Carlos Dimuro, para o lançamento da exposição, Aldeias de Ideias. Será 1 (um) dia de Mesa Redonda, cujo acesso será gratuito, e destinado a pessoas a partir de os 12 anos de idade. O local será definido durante a execução do projeto.
O Brasil é este país multicultural, multiétnico, riquíssimo de Natureza e de todo tipo de bens vitais. O projeto Aldeias de Ideias descende de o conjunto dos primeiros habitantes de nosso território. Portanto, enaltecê-lo, é (re)afirmar nossa própria identidade: BRASILEIRA. Eu, a artista Carmen Thompson, era ainda uma criança, quando comecei a me interessar e a me informar sobre o modo de vida, a história, os valores, as crenças e os rituais dos indígenas. Esta aproximação foi marcando a construção de minha própria identidade. Fui encontrando diamantes e outras riquezas sem precisar garimpar os rios ou escavar as montanhas. Saltavam aos meus olhos, principalmente, duas características de nossos Povos Originários: 1ª - O respeito e o cuidado que eles têm com o lugar onde habitam, ou seja, o respeito para com a Natureza. Até hoje, tudo o que perdura dos rios, das florestas, das espécies animais e vegetais, das riquezas minerais, enfim, desta exuberante Natureza de nosso território, nós brasileiros, devemos aos Povos Indígenas. 2ª _ E a importância que eles sempre deram à convivência. Para eles a convivência é um aprendizado e por isso a estrutura da aldeia indígena, em sua arquitetura, configura e facilita a convivência entre seus habitantes. Fui descobrindo aos poucos que esta forma de viver se deve a uma sabedoria ancestralmente transmitida onde a Natureza é o modelo. Os povos indígenas sabem que a possibilidade que temos para saber quem somos e de discernir as características do mundo que nos circunda é dada a nós pela NATUREZA. Eles percebem que a Terra oferece condições ambientais essenciais de acolhimento para a sobrevivência. São condições de luz, de água, de temperatura, de atmosfera, etc. que levaram milhões de anos para se configurarem. Além disso, a Terra oferece uma convivência com inumeráveis seres de diferentes espécies e com vários fenômenos naturais tais como as chuvas, os ventos, as estações do ano, etc. Aqui somos gerados e alimentados. Os povos indígenas mantêm com a Terra uma relação simples e ao mesmo tempo altamente sofisticada. Por isso os indígenas falam "Mãe Terra". É a mãe, a mulher, quem gera a vida dentro de seu corpo. É ela quem acolhe e alimenta sua cria em seu corpo, garantindo-lhe a sobrevivência. É ela quem lhe oferece todos os recursos para seu desenvolvimento. É essa relação que garante uma Sensação de Pertencimento. O objetivo cósmico é o equilíbrio. O mundo, entretanto, é múltiplo, interdependente, dinâmico, como nos diz GERSEM BANIWA. A relação é estabelecida entre todos os seres e todas as substâncias. Para que o mundo subsista é necessária a harmonia entre todos os agentes. Tudo segue o fluxo da Natureza, isto é, o fluxo cósmico. O ser humano não está fora nem é superior a este sistema. Destruir a Mãe Terra é destruir a si mesmo. Os povos indígenas convivem com todos os seres, com todos os movimentos da Natureza, com toda a diversidade que os rodeia. Seu modo de vida é coletivo e compartilhado. Desde que nasce a criança indígena convive também com todo o grupo de pessoas da aldeia e isso exclui o individualismo, exclui o propósito de oprimir ou dominar o outro, exclui a necessidade de propriedade privada, de um Estado opressor e exclui a necessidade de acumular bens. Temos no Brasil mais de 300 povos indígenas e cada um fala a sua língua materna. Os Tupis, por exemplo, chamam a mãe de todos os seres viventes de GUARACY. Ela é a força vital que anima todas as criaturas. A vida e a luz solar viriam dela. A força da Natureza se manifestaria na Lua, na Água e nas Mulheres. GUARACY seria a origem de tudo e sem ela não haveria vida. Esta é a Matriz Tupi. Mas em 1500 os povos europeus chegaram neste território indígena, que posteriormente veio a se chamar BRASIL. Eram povos bem diferentes em interesses, em valores e em modos de vida. Era outra cultura, também construída milenarmente. Queriam ocupar a terra e extrair dela o que consideravam riquezas por motivos comerciais. Por isso invadiram o território e o transformaram em sua propriedade. Eles não se consideravam como parte da Natureza, mas superiores a ela. Achavam até que a Terra existia para seu uso. Por isso se tornavam seus donos. Consideravam-se como um povo superior, civilizado e, por isso, podiam dominar o território, a Natureza, os Povos Indígenas. Acreditavam que podiam escravizá-los e catequizá-los, ou seja, transformar sua maneira de pensar e de viver. Começaram a extrair as riquezas do território garimpando, poluindo e mudando o curso dos rios. Extraíam minérios das terras, das montanhas, dos rios, desfigurando o território. Esta cultura extrativista dos colonizadores perdura até hoje no Brasil, apesar de o país já ter deixado de ser uma colônia europeia há mais de 200 anos. Os invasores envenenam as águas dos rios e derrubam as florestas, desorganizando o clima. Mas, esta cultura, europeia ou não, operou em muitos outros territórios, de diferentes povos. Não foi só aqui no Brasil. As invasões armadas para extrair riquezas foram recorrentes. As guerras, com o passar do tempo, foram se tornando cada vez mais sangrentas e são realizadas com armas cada vez mais destruidoras: são armas nucleares, bombas atômicas para que se alcance o extermínio de populações inteiras. Nessas guerras o genocídio e a destruição da Natureza são permitidos e até estimulados. Não há interesse em se aperfeiçoar a convivência entre os povos nem em proteger a Natureza. É evidente que esta sociedade, a chamada sociedade civilizada, encontra-se gravemente doente. Não há a SENSAÇÂO DE PERTENCIMENTO, de cuidado com a Mãe Terra, com os outros seres. Não há interesse em desenvolver a convivência. O interesse continua sendo o de dominar, de controlar e para isso consideram ser necessário se armar e acumular bens. Mas, ao contrário do planejado, estes povos estão agora ameaçados de extermínio total, como podemos presenciar. Continua, entretanto, existindo neles uma ilusão de poder, um delírio de controle sobre vida e sobre a morte já que possuem armas e dinheiro. Há um delírio de domínio da Natureza e dos outros povos. Mas são os próprios civilizados que se encontram em franca decadência e caminham a passos largos para a própria destruição. Goethe previu este declínio há mais de dois séculos quando escreveu "Fausto". Nietzsche chegou a formular um projeto positivo para a humanidade sair da enfermidade, que seria: abandonar a ilusão de poder e voltar a se sintonizar com a VIDA, com a TERRA e com o próprio CORPO. Só assim a humanidade poderia se expandir e florescer novamente. O Brasil é um país em construção da própria identidade e tem passado por transformações, nas quais fica cada vez mais clara a importância da cultura dos nossos Povos Originários. Cultura esta, que nos ensina que somos um coletivo plural e que devemos aprender a viver de acordo com a Natureza, a partir de uma convivência profícua com todos os povos que habitam nosso país e com todos os seres que habitam a Terra, visando o BEM COMUM, para chegarmos à PROSPERIDADE. A exposição de artes Aldeias de Ideias é o que há de mais genuíno para saudar os nossos Povos Originários que continuam mantendo a fidelidade à MÃE TERRA, à VIDA e aos seus CORPOS há mais de 500 anos. Para que possamos exaltar essa Cultura -nossa Cultura-, a Lei Rouanet, por intermédio de o Incentivo Fiscal, torna-se a principal agente empreendedora da autoestima do povo brasileiro e a defesa dos Povos Originários. Agrega-se também, ao projeto, o fato de que, por meio de a Lei Rouanet, uma série de profissionais de Cultura e Arte -diretos e indiretos- poderá garantir sua territorialidade em prol de sua permanência e no seu desenvolvimento no mercado cultural das Artes Visuais. Enquadrando-se, portanto, nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/1991. Já no que se refere aos objetivos alcançados pelo Art. 3º, esclarecemos: Art. 3º, inciso II _ alínea(s) "c" e inciso V - alínea "c".
OBSERVAÇÃO 1: conforme informado ao longo do projeto, ainda não é possível confirmar o espaço de realização da exposição. Todavia, esclareço que estou em negociação com o Consulado da Argentina/RJ, a Casa do Barão de Mauá/RJ e o Palácio de Cristal/RJ. Tais espaços somente poderão nos confirmar a pauta, após a captação de recursos, já que com o patrocínio, poder-se-á reservar uma data com um desses e, posteriormente, confirmado ao MinC. OBSERVAÇÃO 2: esclareço que concentrei no produto Exposição de Artes, as etapas de pré-produção e pós-produção do projeto como um todo, englobando todos os produtos do projeto, o que justifica, inclusive, os valores solicitados para o(a)s profissionais de produção envolvido(a)s. OBSERVAÇÃO 3: a participação da atriz Nathália Timberg, por intermédio de texto gravado em áudio, será confirmada durante a execução do projeto, em razão da idade da atriz. Tão logo se confirme, encaminho ao MinC, a anuência da atriz. OBSERVAÇÃO 4: esclareço que conforme reza o § 6º do Art. 4º da IN MINC Nº 1/2023 “§ 6º O proponente que apresentar o seu primeiro projeto junto ao Pronac será dispensado da comprovação de atuação na área cultural, caso o valor do Custo Total do Projeto seja de até R$ 200.000,00 (duzentos mil reais).”, em razão de o valor do projeto proposto ao MinC, a Proponente apresenta seu Portfolio de atuação na área cultural, indexado na aba Documentos Anexados, cuja denominação do arquivo é “Projeto.......... Carmen Thompson (1).pdf”, bem como seu C.V. em arte, na aba Ficha Técnica, superando e atendendo ao disposto no supracitado normativo.
OBSERVAÇÃO: o Relatório Fotográfico (parcial) das Obras que serão expostas, encontra-se na aba Documentos Anexados, no arquivo denominado “LISTA parcial DE OBRAS e currículo do Curador e do Produtor - Projeto Aldeia de Ideias – Sem título-2”.
O projeto cumpre as medidas de acessibilidade determinadas pelo Art. 25 da Instrução Normativa MinC nº 1 de 2023, assim compatíveis com o projeto: A acessibilidade física fica assegurada em seu amplo atendimento, tendo em vista que o projeto se compromete a selecionar espaço/local para a exposição, já dotado para o cumprimento de todas essas exigências. No que tange à fruição de conteúdo, contrataremos especialista em acessibilidade (conforme planilha orçamentária) para todas as tratativas necessárias ao cumprimento de medidas, assim definidas: piso tátil, legenda impressa em braile, audiodescrição e a disponibilização de monitoria especializada para o atendimento de pessoas com deficiência auditiva, visual e cognitiva, tanto para a exposição, quanto para a Mesa Redonda. Esclarecemos ainda que o projeto irá cumprir o inciso II, no que se refere ao aspecto comunicacional, bem como o § 2º, no que tange ao material de divulgação, exigido pelo Art. 25. Esclarecemos, por fim, que a(s) despesa(s) para esse cumprimento não discriminada(s) em item(ns) próprio(s) da planilha orçamentária, será(ão) coberta(s) com parte do percentual destinado ao custo vinculado à divulgação do projeto, assim regido pelo normativo.
O projeto cumpre as medidas de democratização (e ampliação) de acesso, preconizadas pelos artigos 27 e 28 da Instrução Normativa MinC nº 1 de 2023, assim definidas no projeto: Todos os produtos, bens, serviços e ações culturais resultantes do projeto “Aldeias de Ideias”, são inteiramente GRATUITOS e todo o meio de divulgação receberá o tratamento de publicização do acesso ao mesmo, garantindo equidade no direito de acesso à informação e ao projeto como um todo.
Artista: Carmen Thompson. Curador: Carlos Dimuro Produtor: Moacyr Andrade Montagem: Valdemar Maranhão Iluminação: Jadson Produção Artista: Carmen Thompson (C.V.) LOCAL DE NASCIMENTO: MINAS GERAIS FORMAÇÃO: autodidata na maior parte do percurso. Aulas de modelo vivo com Gianguido Bonfanti - Parque Lage/RJ. Aulas com Orlando Mollica - Parque Lage/RJ. Curso de gravura sobre metal com José Higino - Museu do Ingá/RJ. TIPO DE ARTE EM QUE TRABALHA: desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia expandida. ATELIER E RESIDÊNCIA: em Santa Teresa 1987-2002. ATELIER E RESIDÊNCIA: atualmente no Cosme Velho. COLETIVAS E INDIVIDUAIS EM SANTA TERESA: 3º Arte de Portas Abertas em Santa Teresa: maio de 1997. | 4º Arte de Portas Abertas em Santa Teresa: novembro de 1997. | 5ª Arte de Portas Abertas em Santa Teresa: maio de 1998. | 6º Arte de Portas Abertas em Santa Teresa: novembro de 1998. | 7º Arte de Portas Abertas em Santa Teresa: maio de 1999. | 8º Arte de Portas Abertas em Santa Teresa: novembro de 1999. | Studio 264: setembro de 1998 - Individual. | Centro Cultural Laurinda Santos Lobo: em 1998 - Coletiva. | Escola Suiço-Brasileira: maio de 1999 - Coletiva. | Centro Cultural Parque das Ruínas: “Mostra dos Artistas de Santa Teresa”, maio de 1999 - Coletiva. | Centro Cultural Laurinda Santos Lobo: “Máscaras”, novembro de 2001 - Individual. OUTRAS EXPOSIÇÕES: Agosto de 1998 – “Universidarte VI” – Universidade Estácio - Barra e Campus Rebouças – Rio | Março de 1999 – “Universidarte VII” – Universidade Estácio - Barra e Campus Rebouças - Rio. | Maio de 1999 – “1º Salão Afro-Brasileiro” – Centro Cultural da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário – Rio. | Abril de 2000 – “Brasil no Muba” - Feira de Produtos e Serviços da Basilea Suiça. | Junho de 2000 – “Impressões Momenâneas” – Espaço Cultural do Crea – Rio | Individual. | Maio de 2001 – “Universidarte VIII” – Universidade Estácio - Barra e Campus Rebouças – Rio. | Março de 2005 – “D. Maria I, Louca ou Piedosa” – Grande Galeria da Universidade Cândido Mendes – Centro – Rio. | Setembro de 2011 – “Corpo e Alma” – Galeria do Centro Cultural Correios – Rio | Individual. | Março de 2012 – “Bela Biennial”- Palácio de Cristal – Galeria do Palácio – Cidade Do Porto – Portugal. | Outubro de 2012 – “Salon D´Art” – Caroussel du Louvre – Paris. | Novembro de 2012 – “60º Salão de Artes Plásticas do Clube Militar do Rio de Janeiro” – Rio. | Março de 2013 – “Exposição Brasil Arte e Movimento” – Casa da Guia – Portugal. | Março de 2013 – “Art Fair Brazil and Finland” – Pier 92 – New York – USA. | Julho de 2013 – “Artigo Rio” – Centro de Convenções Sul América – Rio. | Setembro de 2013 – “Bela Print Biennial” – Enokoginia Center for Creative Arts – Osaka – Japão. | Novembro de 2013 – “61º Salão de Artes Plásticas do Clube Militar do Rio de Janeiro” – Rio. | Novembro de 2013 – “Papel ao Cubo” – Museu D. Diogo de Souza – Braga – Portugal. | Fevereiro de 2014 – “Brasil Arte e Movimento II “Embaixada do Brasil – Berlim – Alemanha. | Março de 2014 – “Brasil Arte e Movimento II” – Galeria Berlin am Meer – Berlim - Alemanha. | Abril de 2014 – “New York Art Expo” - Pier 94 – New York – USA. | Maio de 2014 – “Intervenções Contemporâneas” – Galeria Helio Rocha - Cassino Atlântico – Rio. | Setembro de 2014 – “Creative Interaction of Nordic and Brazilian Art” – Ava Art Office - New York – USA. | Novembro de 2014 – “Papel ao Cubo” – Museu de Arqueologia D. Diogo de Souza – Braga - Portugal. | Dezembro de 2014 – “Bela Biennial” – Galeria Scenarium – Rio. | Janeiro de 2015 – “Bela Biennial” – Museu Histórico Nacional – Rio. | Maio de 2015 – “Brazilian and International Contemporary Art” – Consulado Geral do Brasil – New York – USA. | Julho de 2015 – “Brazilian Contemporary Art” – Galeria Nunes – Helsinki Finlândia. | Novembro de 2015 – “Colours in the Polar Night” – Ava Galleria – Helsinki – Finlândia. | Novembro de 2015 – Saphira & Ventura Gallery – New York – USA. | Maio de 2016 – “Café com Arte” – Exposição na ONU – New York – USA. | Junho de 2016 – “The Earth of Art from Brazil and Finland” – Ava Galleria – Helsink – Finland. | Julho de 2016 – “Rio Antigo. Memórias da Cidade” – Clube Militar – Rio. | Outubro de 2016 – “Salon D’Art” – Carrousel du Louvre – Paris – France. | Dezembro de 2016 – “My Way” – Corinthian Collection – New York – USA. | Janeiro de 2017 – “Art Without Borders” – Ava Galleria – Helsinki. | Fevereiro de 2017 – “Creative Dialogue of Art” – The Corinthian Unit – New York – USA. | Maio de 2017 – “A Força da Arte Brasileira” – Ars Longa Galleria – Helsinki – Finland. | Maio de 2017 – “Interferences of Light” – Gallery Kitai – Kitai – Japão. | Agosto de 2017 – “Diversidade do Olhar” – Centro Cultural Light – Rio. | Novembro de 2017 – “A Arte de Paris em Helsinki” – Ars Longa Galleria – Helsink – Finland. | Janeiro de 2018 – “Ava Art Festival” -- Mblois Galeria – Ipanema – Rio. | Março de 2018 – Architectural Digest Design Show – Artifactnyc – Nova York - USA. | Março de 2018 – “Ava Art Festival SP” – Saphira & Ventura Gallery – São Paulo. | Maio de 2018 – “Meu Brasil, Meu Japão” – Embaixada do Brasil – Tokio. | Julho de 2018 – “Bela Biennial” Centro Cultural Kaapelitehas – Helsinki. | Setembro de 2018 – “Um Registro do Nosso Brasil” – Ava Galleria – Helsinki – Finlândia. | Outubro de 2018 – “Outubro Rosa” – W43 Space Art – ONU – New York - USA. | Fevereiro de 2019 – “Los Angeles, Art Show” – Artupclose – Los Angeles – USA. | Março De 2019 – “Bela Biennial”-- Casa França Brasil – Rio. | Março de 2019 – “Bela Biennial” – Centro Cultural Correios - Rio. | Maio de 2019 – “Ava Art Festival” – Enokojima Gallery – Osaka – Japão. | Julho de 2019 – “Ava Art Festival” – Ava Galleria – Helsink – Finlândia. | Julho de 2019 – “Arte Vida Arte” – Mblois Galeria de Arte – Ipanema – Rio. | Outubro de 2019 – “Medito Logo Crio” – Consulado Geral da República da Argentina – Rio. | Abril de 2020 – “Artafter Pandemic” – Artifactnyc – Manhattan -- Nova York - USA. | Novembro de 2022 – “5 Anos De Arte” – Mblois Galeria – Ipanema – Rio. | Dezembro de 2022 – “Arte É Presente” – Mblois Galeria – Ipanema – Rio. | Março de 2023 – “Artexpo Ny “ – Artifact Gallery – Manhattan – NYC - USA. | Agosto de 2023 – “Aldeias de Ideias: Gonçalves Dias e os Povos Originários”. – Convento Das Mercês - São Luis - Maranhão. Em Documentos Anexados, consta o Portfolio da artista e Proponente, cuja denominação do arquivo é “Portfolio da Proponente - Carmen Thompson”. WWW.CARMENTHOMPSON.COM | E-MAIL: ctcarmenthompson@gmail.com Curador: Carlos Dimuro - seu Portfolio se encontra na aba Documentos Anexados, cuja identificação do arquivo é “LISTA parcial DE OBRAS e currículo do Curador e do Produtor - Projeto Aldeia de Ideias – Sem título-2”, na parte final do arquivo. Produtor: Moacyr Andrade – seu C.V. se encontra na aba Documentos Anexados, cuja identificação do arquivo é “LISTA parcial DE OBRAS e currículo do Curador e do Produtor - Projeto Aldeia de Ideias – Sem título-2”, também na parte final do arquivo.
PROJETO ARQUIVADO.