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O projeto propõe a montagem e a circulação do teatro de bonecos em tamanho humano, "CHICA DA SILVA PARA CRIANÇAS", com dramaturgia adaptada do livro de mesmo nome e pelo próprio autor, para realizar um total de oito apresentações teatrais, seis oficinas artísticas musicais, seis oficinas de desenhos e pinturas, para o público infantil e seis rodas de conversa para professores e alunos, em dois espaços culturais e seis Escolas Públicas das cidades de Itaguaí e Mangaratiba, no Rio de Janeiro, com filmagem do espetáculo e veiculação nas mídias sociais.
O Teatro de bonecos gigantes “CHICA DA SILVA PARA CRIANÇAS” é um drama épico infanto-juvenil que conta a estória de um pequeno herói que irá se espelhar na luta vitoriosa de Chica da Silva contada por sua avó para vencer os desafios de sua infância. O conto o escritor, jornalista, ator e dramaturgo João Pedro Roriz, é adaptado de seu livro de mesmo título, inspirado na sua convivência em trabalho voluntário com crianças de comunidades carentes. Posteriormente a apresentação nas escolas públicas serão realizadas simultaneamente as seguintes atividades lúdicas e socio educativas: - RODA DE CONVERSA com a participação do autor, dos artistas, e dos professores e alunos das escolas; - OFICINA DE INSTRUMENTOS MUSICAIS que irá explorar os instrumento e os variados ritmos brasileiros de raiz afro descendente; - OFICINA DE DESENHO E PINTURA que será orientada para que as crianças expressem as impressões do espetáculo e dos assuntos da roda de conversa. A classificação etária livre.
O OBJETIVO GERAL do teatro de bonecos "CHICA DA SILVA PARA CRIANÇAS" é valorizar e produzir um bem material e simbólico que destaque a identidade afro-brasileira, fazendo uso de saberes tradicionais transmitidos entre gerações, presentes no teatro de bonecos. As ações educativas culturais a serem realizadas após cada apresentação, nas escolas públicas, pretendem promover uma reflexão social, política, histórica e cultural sobre a construção de identidade das crianças e da juventude negra, dentro e fora do ambiente escolar. As oficinas visam desconstruir estereótipos vinculados aos negros e as classes mais pobres na sociedade, contribuindo para a superação de situações de preconceito e discriminação racial e de classes, desmistificando a imagem negativa que foi construída sobre a figura histórica de Chica da Silva, e fortalecer as linguagens artísticas afrobrasileiras inseridas no setor criativo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: A) realizar OITO apresentações gratuitas, ara até 3000 alunos e educadores de escolas públicas e para 270 espectadores em espaços culturais: uma estreia inédita no espaço cultural de Itaguaí - RJ e mais três apresentações em escolas públicas da cidade; uma apresentação em espaço cultural de Mangaratiba - RJ e quatro apresentações em escolas públicas da cidade. B) realizar após cada apresentação teatral nas escolas públicas, para até 3000 educadores e alunos, em um total de SEIS RODAS DE CONVERSA, SEIS OFICINAS para os alunos, de instrumentos musicais e de desenho e pintura.
A cultura e identidade negra ao longo da história foi perseguida, vista com preconceito e até mesmo negada. Até hoje na educação formal não possui o mesmo espaço de exposição que as demais culturas. Ainda é rara a valorização de referências históricas de pessoas negras do Brasil no no ensino médio e fundamental e fora dele, na maioria dos casos, estão reduzidas e conformadas no contexto da escravização. Mesmo com o advento da lei 10.639, de 09 de janeiro de 2003, que estabelece obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira, a maioria das escolas ainda não conseguiu implementá-lo, como também há falta de suporte e formação dos professores para trabalhar com as temáticas exigidas na lei, este fato sinaliza e existência do racismo estrutural ainda presente no sistema de ensino. A busca para adentrar na realidade das crianças e adolescentes que vivem em dilemas conflitantes em seu dia a dia por causa da questão racial, é crucial. Em muitos casos, sequer se identificam como negros(as), já que a beleza e cultura negra ainda são estereotipadas e inferiorizadas pelas demais, pela maneira como a sua história é retratada no ambiente escolar, e como o corpo e a estética são tratados e julgados. A ideologia racista é algo que foi aprendido pela sociedade, não se autodeclarar é um reflexo disso. Crianças e Adolescentes negros e negras ainda são vítimas de racismo, agravado pela falta de explicação, compreensão e entendimento acerca de diversidades étnicas e culturais, pois isso a importância de abordá-los enquanto estes ainda estão em formação, a fim de preparar crianças e jovens para uma sociedade consciente, multicultural e mais justa.conseguimos A apresentação do teatro de bonecos CHICA DA SILVA PARA CRIANÇAS com rodas de conversa e oficinas artísticas após o espetáculo contribue para o cumprimento dos objetivos da lei citada. O uso da lei de incentivo permitirá a democratização e descentralização desse saber, uma vez que o projeto não se realiza na capital do estado e se realiza gratuitamente em escolas públicas. Através de pesquisas o grupo verificou que a utilização de bonecos como principal elemento cênico torna-se uma potente ferramenta de arte-educação capaz de transmitir conhecimento de maneira lúdica, contribuindo no processo de compreensão de temas socioculturais. Segundo alguns estudos, a criança parece ter uma melhor percepção e armazena com maior facilidade as imagens, quando são apresentadas através de algo que as encante emocionalmente como é o caso do teatro de bonecos.
Nas 8 apresetações em escolas públicas será deixado a critério da direção das escolas quais turmas assitirão o espetáculo e participaram das rodas de conversa e das oficinas.
TEATRO DE BONECOS: - duração de 50 minutos, - 3 atores vestindo bonecos de tamanho humano - fundo musical - projeção - narrador RODA DE CONVERSA para educadores: - duração de 40 minutos - participam autor, atores e educadores OFICINA DE INSTRUMENTOS MUSICAIS - duração de 40 minutos - instrumentos de percusão - instrutor musical OFICINA DE DESENHO E PINTURA - duração de 40 minutos - arte educador - material de arte: lápis de cor e tinta guache, pincéis, papel canson para desenho e com maior gramatura para pintura, além de materiais de suporte como plasticos para forrar o chão e as mesas, copos para lavar os pincéis, bandejas, esponjas, toalhas e o que mais for necessário para dar suporte. Faixa etária livre.
Os espaços culturais onde serão apresentados o ESPETÁCULO TEATRAL possuem: banheiro feminino, masculino e para pessoas com necessidades especiais, rampa e corrimão. As escolas públicas onde serão apresentados o ESPETÁCULO TEATRAL, OFICINAS E RODAS DE CONVERSA espetáculos possuem: banheiro feminino e masculino, rampa e corrimão. As escolas possuem educadores para auxiliar eventuais alunos com deficiência intelectual em todas as atividades do projeto. Duas apresentações do espetáculo e o vídeo a ser veiculado nas mídias sociais terá tradutor de libras.
Serão realizados, gratuitamente em 2 centros culturais e 6 escolas públicas, o teatro de bonecos com rodas de conversa e oficinas de arte, após cada apresentação, em duas cidades do estado do Rio de Janeiro, Itaguai e Mangaratiba, cumprindo também com a meta de descentralização da cultura que se realiza em maior parte nos grandes centros urbanos. O espetáculo será filmado e veiculado nas mídias sociais.
O proponente, Horlan Gentil, irá dirigir toda a equipe de pré-produção, produção e pós-produção, com intermediação nas reuniões para definição e acompanhamento de prazos e checklist de atividades, sendo responsável por alinhar as atividades do autor da obra, com as atividades dos membros da equipe responsáveis pelas atividades de criação e produção cenográfica, de bonecos, com as atividades de divulgação e produção executiva do espetáculo e das oficinas e rodas de conversa e por fim as atividades do gestor responsável pela intermediação com Minc. Os figurinos serão criados por ele. Concepção e Direção de Produção: Horlan Gentil Direção Artística e Cenografia: Tarso Gentil Produção Executiva: Camila Zampier Texto: João Pedro Roriz Programação Visual: Lucas Moratelli Figurino: Horlan Gentil e Tarso Gentil Assessoria de Imprensa: Top na Mídia Gestão Administrativa: Claire Santanna Freeman Realização: HG Produções Culturais Curriculos resumidos: João Pedro Roriz é escritor, ator e jornalista brasileiro, considerado pela crítica uma das maiores revelações do mercado literário juvenil da atualidade; autor de 20 obras, incluindo de peças de teatro e colaborador de importantes veículos jornalísticos; Trabalhou como ator profissional em teatro e tv. Aos 17 anos começa a escrever as histórias do Gorrinho, seu personagem favorito, hoje protagonista de três livros e inúmeras tirinhas; Aos 19 anos inicia seus estudos em Jornalismo; Em 2007 publica os livros “Poesia Teatral” (Ibis Libris) e Liras Dramáticas (Via Napole) em 2006. Aos 25 anos é convidado a assumir o cargo de assessor de cultura da Universidade Castelo Branco. Paralelamente à carreira de escritor, também atuou como coordenador de projetos literários no Centro Cultural Oduvaldo Viana Filho e como produtor e apresentador do programa Rio Cultural. Horlan Gentil é Designer e Produtor Cultural. Estudou Design de Moda, especializando-se em tecnologia têxtil. Com 15 anos de experiencia como Laundry Designer , atuou desenvolvendo produtos em denim para marcas como Cantão, Animale, Osklen, Farm entre outras. Como Gestor de projetos, coordenou pesquisas sobre métodos e processos eco sustentáveis no ciclo de produção da indústria do denim, junto ao Bureau Coletivo Jeans Brasil em parceria com Secretaria de Estado de Cultura do RJ, produzindo e ministrando simpósios, palestras, cursos livres, extensão e oficinas de moda. Nas artes e cultura desenvolveu para o cinema o projeto de figurino do filme “Nise: O Coração da Loucura” (direção de Roberto Berliner), parceria TVZERO e LAUNDRY JEANS . Atuou na GRCESM Pimpolhos da Grande Rio como professor de figurino de moda e carnaval no projeto “Escola de Carnaval”, parceria Secretaria de Cultura de Duque de Caxias, FUNDEC e G.R.E.S Acadêmicos do Grande Rio. Na gestão pública foi Superintendente de Cultura e Sociedade pela Secretaria de Cultura de Itaguaí ,região da Costa Verde, onde impulsionou e gerenciou projetos socioculturais com artistas do município, tendo como principais frentes o “1º Seminário de Cultura Afro-Brasileira de Itaguaí” com ações para implementar a lei 10.639/03 na rede pública de ensino, a “Feira Cultural de Itaguaí”, que potencializou o desenvolvimento socioecômico e cultural, além do “Plano Municipal de Cultura”. Paralelamente produziu e assinou o figurino e cenário para a Cia de teatro Casa Verde, com o espetáculo “Torturas de um Coração” (direção Alexandre Damascena| Prêmio Shell Projeto Inovação 2017 | Prêmio Melhor Figurino XVIII FACE 2018). Concluindo seu trabalho na gestão pública, coordenou e desenvolveu em parceria com grupos produtivos locais de mulheres duas coleções cápsula de acessórios eco sustentáveis e moda praia artesanal, apresentadas e comercializadas em Barcelona. É co-fundador da ONG Instituto Mazomba em Itaguaí, instituição sem fins lucrativos voltada para o desenvolvimento social, ambiental e cultural da região rural do município desde 2018. Foi Produtor Executivo no projeto de arte-educação do Instituto Tear em parceria com Fulô Cultural “Rotas e Redes Literárias”, projeto de livro e leitura, onde reformulou e conceituou o design de 40 salas de leitura da rede pública de ensino do Município de Mangaratiba-RJ. Hoje, coordena e faz a direção artística do projeto multicultural “Ativação Cultural Itaguaí 200 Anos” que atua de forma itinerante pelas praças e escolas públicas do município há 6 anos. O projeto foi indicado ao prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2019,promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) além de assinar a direção artística e figurino do projeto circense “Circolar”, realização do grupo Turma em Cena em Itaguaí.Tarso Gentil é formado em atuação Cênica pela Escola Técnica de Teatro Martins Penna. Multiartista autodidata desenvolve projetos nas áreas de Cenografia, Direção de arte e Artes Visuais. É residente no Espaço Cultural Quilombo Urbano Terreiro Contemporâneo, (vencedor do prêmio Shell de teatro 2020 na categoria Inovação). No período de 2006 / 2015 atuou como Arte educador no Projeto Trupe Quin de Arte educação “A História do Teatro como objeto lúdico” - Realizado em escolas da rede pública da baixada fluminense. De 2011 a 2019 atuou como bonequeiro e instrutor de teatro de animação na Cia Mariza Basso Formas Animadas de Bauru/SP. Na área de Direção de palco realizou os Espetáculos: “O Homem Elefante”da Cia Aberta de Belo Horizonte- MG (2015/2017); “O Acidente” no sesc Tijuca-RJ (2016); “ A Chuva” no Teatro Cândido Mendes - RJ (2016); “Beija-me como nos livros” no Galpão Gamboa-RJ(2016); “Buscado” Oi Futuro Flamengo- RJ (2016); “Os Insones” no Teatro Leblon- Sala Fernanda Montenegro (2016). Em Cenografia seus trabalhos mais recente foram os espetáculos: “Esperança na Revolta” do Coletivo Confraria do Impossível, que foi laureado com o Prêmio Shell de teatro 2019 na categoria Direção Teatral (2018); O Infantojuvenil “A Saga de Dandara e Bizum à caminho de Wakanda, também da Confraria do Impossível (2019); O infantojuvenil “ A cigarra Lampião e a Formiga Maria Bonita” que compôs a pauta do edital de ocupação do Teatro Municipal Armando Gonzaga e Arthur Azevedo(2016). Desde 2016 segue com o Projeto em artes Visuais assinando como Tarso Tabu, onde tem feito diversas mostras e exposições na cidade do Rio de Janeiro e adjacências. Camila Zampier é integrante da Multifoco Cia de Teatro, formada em atuação cênica pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna (2012), cursa atuação Cênica na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Realizou a produção executiva do projeto de Multilinguagem e espetáculo Desertos de Laíde, com temporada no CCBB/RJ, indicado ao premio Shell de Música 2019; Durante o ano de 2018 realizou a produção executiva do espetáculo “Crônicas para uma cidade ou um amanhecer abortado” da Multifoco cia de Teatro cumprindo temporada nos Teatros Municipais Sergio Porto, Ziembinski e Gonzaguinha; durante o ano de 2016 assinou a direção de produção do Espetáculo “Um bonde Chamado Bocejo” – Prática de Montagem da Unirio; Em paralelo durante o período de 2014 à 2017 integrou a Gerência de Cultura do Sesc RJ na função de assistente e realizou as contratações artísticas dos projetos: Festival de Inverno(2014|2015|2016); Palavra Líquida; Nova Música Convida; Leminski-se Tenta; Base S; Caio F. Epifanias entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.