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PRONAC 2316321Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Homo Ludens - homem que joga

Guillermo Lechner
Solicitado
R$ 660,6 mil
Aprovado
R$ 660,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SC
Município
Rancho Queimado
Início
2024-05-13
Término
2026-12-13
Locais de realização (2)
Curitiba ParanáFlorianópolis Santa Catarina

Resumo

Fazer 6 apresentações do show Homo Ludens nas cidades de Florianópolis e Curitiba em 2024. 04 noites em Florianopolis no Teatro Ademir Rosa e 02 noites em Curitiba no teatro Guaira. Em uma das apresentações em Florianópolis, o espetáculo sera gravado para divulgação futura. As apresentações são compostas de banda com 9 músicos, uma orquestra com 7 participantes e um corpo de 15 dançarinos, sendo que 05 são atpres/mimicos. No palco, músicas de rock progressivo entrelaçam estilos, enquanto dançarinos e mímicos dramatizam bonecos mecânicos, proporcionando um espetáculo visual deslumbrante.

Sinopse

Roteiro e Projeto Ópera Rock Homo Ludens A música "Abertura das Cordas" começa, é refletida no telão imagens da silhueta de um artesão montando alguns bonecos de trapos e madeira até chegar à sua totalidade. Em seguida a banda começa com a música "Homo Ludens" nos últimos segundos da musica, do lado do palco, uma iluminação é visualizada formando um cone de luz, no centro e abaixo da luz, uma mesa quadrada com quatro cadeiras, e espalhada dentro do cone de luz, quatro mímicos representando bonecos imóveis. A descrição a seguir de bonecos implica algumas das partes que podem compor uma sociedade. O REI: manto de puro vermelho e arminho, cetro e coroa, brilham como seu gesto de poder e riqueza. O ASTRONAUTA: a viseira escura de seu traje reflete nela a escuridão profunda dos céus ou o orgulho vazio de seu conhecimento maior. O MENDIGO: o peso de seu despojo dobra a figura, simples, comum, os trapos pendurados flácidos em seu corpo sujo. O PALHAÇO: este é um pouco afastado do grupo cenográfico central, traje florido, sapatos e botões enormes, fios de cabelo cobrem apenas os lados de sua cabeça. Sua boca ri, seus olhos choram. A iluminação dos músicos desaparece e eles começam a interpretar a música "O Banqueiro" em que em determinado momento ele faz a entrada da escuridão, o aparecimento de um quinto boneco de mímico com movimentos mecânicos. O BANQUEIRO: calça preta, camisa branca e colete preto com a viseira na cabeça. No decorrer da música e do lado do cone de luz, outro setor é iluminado, começando entre dois a quatro bailarinos com expressão corporal. Finalizada a música escurece novamente com o cone de luz. O banqueiro vai até a mesa onde está uma manivela e sempre em movimento mecânico. Olhando para os bonecos, ele escolhe acordar o rei e opera a manivela em suas costas para lhe dar movimento. Começa a música "O que o Rei diga". A cantora é iluminada em primeiro plano e, em seguida, os dançarinos voltam a representar até o final da canção. Sempre e simultaneamente na tela acima é intercalada imagens e a reprodução ao vivo sobre o que acontece. O banqueiro propõe um jogo de cartas e instruindo-o a acordar o astronauta primeiro com a música "Madeiras e Trapos", os dançarinos e músicos em iluminação reentram em cena. No final da canção as luzes se apagam e a canção "O Mendigo" começa. As luzes se concentram apenas nos dançarinos representando a música do mendigo corporalmente e com imagens na tela. No final começa "Nem tudo tem um fim" as luzes do cone são localizadas novamente e os bonecos sentam-se em torno da mesa. O banqueiro começa a dar as cartas, fervoroso pela aceitação. Durante a execução da canção aparecem dançarinos e músicos. O jogo continua e em poucos instantes a mobilidade do banqueiro começa a diminuir. Interpreta-se a música "E Qual é?" é colocada toda a iluminação na mesa de jogo. Quando o mendigo o percebe, ele vai com cansaço operar sua manivela, o banqueiro novamente em movimento, ele pede desculpas por um fato tão constrangedor. Segue o jogo por alguns instantes até que o rei perca sua capacidade de se mover. Vendo essas situações de impossibilidade e turbulências para o seu fim, o banqueiro se propõe a despertar o palhaço para que, com sua energia armazenada pelas baterias, ele mantenha os jogadores em movimento. O rei e o homem do espaço se dirigem ao palhaço acionando um interruptor em suas costas, o que o diferencia da origem de sua mobilidade. A canção "Ao Nascer Dê" começa, ele acorda alegre, inquieto, acrobático, com seu movimento mecânico, entre sua graça ele deixa sua imaginação voar, deixando o palhaço dançando sozinho. Após sua fuga dançarina no final da canção é interrompido pelo banqueiro, quem lhe relata movimentos suaves, qual será sua tarefa aceitando de bom grado. Entre piadas, sapateados, risadas poderosas e acrobáticas, ele mantém os jogadores em movimento. Começa a música "Jogos", os bailarinos voltam a entrar no centro do palco e as imagens na tela. O tempo passa inesgotável, o jogo se torna mais interessante, obsessivo, cativante. Isso não permite que os jogadores vejam que os movimentos do palhaço são mais desajeitados, inseguros, sua energia se esgota. O palhaço tenta mostrar-lhes a sua exaustão, mas eles ficam cegos pelas apostas e pelo jogo, não percebem o seu triste fim. A música "Suas Almas em Jogo" começa a indignação do palhaço permite que ele dê uma última volta em torno da mesa e saia com passos desajeitados na borda do cone de luz em direção ao centro do palco. A indiferença e a cegueira dos jogadores o deixam imóvel. Acaba a música. Em posições que demonstram a excitação a que foram submetidos, permanecem imóveis, primeiro o mendigo, depois o astronauta, o rei percebe e tenta ativá-los, mas não consegue completar seu destino. O banqueiro olha em volta e a situação do palhaço, e se detém com um gesto de busca. Em total quietude começa a música "Mutação", destaca-se um movimento imperceptível da cabeça do palhaço, seus olhos voltados para a cena e em seu último esforço ele se insere na escuridão total e simultaneamente o cone de luz é desligado e o palhaço é iluminado no centro do palco. "A Dança do Palhaço" começa no decorrer da música ele dança de uma forma completamente humana. Ao final da dança e da música do palhaço começa a música "Parem de Fazer Isso", imagens são projetados na tela, os músicos são iluminados e os dançarinos retornam ao centro do palco dançando até o final da ópera rock. A duração no tempo da ópera é de cerca de uma hora e meia. Imediatamente o show termina com a interpretação de uma música de minha autoria correspondente a um single já editado. Também tem representação da música na dança e expressão corporal. Sendo: • “A Way to Pray” – Uma Maneira de Orar, uma ópera poética, com uma mensagem de consolo e esperança. Um canto que nos guia e nos carrega nos seus refrãos como um hino a energizar nossas almas. Fazendo o telespectador mergulhar em profundas emoções. Imagens que nos fazem refletir sobre o mundo de hoje intercalam no telão com a banda ao vivo.

Objetivos

Geral : Celebrar de forma vibrante a música e arte contemporânea para um público diversificado, desde os mais jovens até os mais experientes. Encapsular a audácia das atitudes da sociedade moderna numa brilhante representação do jogo cultural que evoluiu a partir da segunda metade do século 20. Criar uma experiência única, fundindo elementos de rock progressivo com influências de música clássica, jazz e contemporânea. Intensificar a performance com a participação de dançarinos e mímicos que dão vida a uma coreografia exuberante, dramatizando bonecos mecânicos. Convidar a reflexão sobre a natureza do jogo que permeia nossas vidas. Revelar que muitas vezes, nossas ações são uma forma de competição, seja por popularidade, riqueza ou poder. Reconhecer as máscaras que usamos e as mentiras que contamos a nós mesmos em busca da vitória. Mergulhar profundamente na representação da sociedade e do indivíduo Desafiar a questionar nossas motivações e nos lembrar que, em última análise, somos todos jogadores nesse grande cassino da vida. Mostrar que cantar, dançar e se sacrificar são parte integrante do caminho para a consagração e para enfrentar os desafios que surgem ao longo do percurso. Especifico: Fazer 6 apresentações do espetaculo show Homo Ludens 04 apresentações na cidade de Florianópolis para um publico de aproximadamente 4 mil pessoas 02 apresentações em Curitiba para um publico de aproximadamente 4 mil pessoas

Justificativa

Para fazer um projeto dessa grandeza, precisamos de recursos altos, e estes só podem ser possíveis, oriundos de Leis de incentivo e Editais culturais. Para tanto, solicitamos a aprovação de captação deste projeto, por ele se enquadrar nos incisos do Art 1 da Lei 8313/91. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Ao mergulhar profundamente na representação da sociedade e do indivíduo, este projeto nos desafia a questionar nossas motivações e nos lembra que, em última análise, somos todos jogadores nesse grande cassino da vida. Portanto, cantar, dançar e se sacrificar são parte integrante do caminho para a consagração e para enfrentar os desafios que surgem ao longo do percurso. VIII -estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Este espetáculo audacioso é uma representação vibrante do jogo cultural que vivemos até hoje. No palco, músicas de rock progressivo entrelaçam estilos, enquanto dançarinos e mímicos dramatizam bonecos mecânicos, proporcionando um espetáculo visual deslumbrante. III -apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; o Projeto: Homo Ludens (Homem que Joga) é um reflexo pulsante da nossa sociedade dinâmica, imersa em mudanças profundas que se desdobram com uma energia incrível. Nos fervilhantes anos 70, numa jornada de uma banda de rock progressivo na efervescência cultural resultou em uma ópera rock, agora surpreendentemente contemporânea, testemunhando sua atemporalidade.

Estratégia de execução

segue aqui links com materiais da banda e do músico Guillermo Lechner https://instagram.com/guillermo.lechner?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA== https://open.spotify.com/intl-es/artist/4SOBlWNhE2kVS40JbLEjzb?si=sqExUXaLR4-Bqv_e8K6UjA https://drive.google.com/drive/folders/18uYLnE9J44r9jmWvewxIXFGg92GBf44r https://www.youtube.com/channel/UC0VkIdYJW7WKmo3QTdE181Q

Especificação técnica

6 espetáculos /shows, intitulados HOMO LUDENS, de aproximadamente 120 minutos de duração Banda com 9 músicos Orquestra com 6 cordas e 01 vento (tuba) Coreografia com 10 dançarinos e 05 mímicos Figurino e maquiagem especifica para o projeto projeção de imagens

Acessibilidade

Acessibilidades físicas: 1 -Apresentações em Florianópolis acontecerão no teatro Ademir Rosa (CIC) Este teatro conta com acessibilidade para cadeirantes, poltronas especiais para obesos e espaços adequados para cadeirantes . 2 -Apresentações de Curitiba acontecerão no teatro Guaira O Teatro Guaíra possui elevador, banheiros adaptados, reserva de poltronas para pessoas com deficiência e entrada para desembarque de passageiros. Fornecem cadeiras de roda para auxiliar pessoas com deficiência. Acessibilidade de CONTEUDO: Todas as apresentações terão interprete de LIBRAS

Democratização do acesso

As apresentações serão gratuitas , abertas ao publico em geral, com distribuição de ingressos antecipadas.

Ficha técnica

Proponente e músico : Curriculo Guillermo LechnerNasci no dia 16 de fevereiro de 1956, no bairro de Quilmes na Argentina. No inicio da década de 70, estudei na escola de música de Buenos Aires, onde aprendi teoría musical e como instrumento principal o saxofone.Nesse mesmo período, ingressei a banda progresiva "FUGAZ", composto por saxofone, guitarra, baixo, bateria, piano e violino. A banda se apresentou en rádios, estádios de futebol e canais de TV, tocando com grandes músicos como "Spinetta" e "Vox Dei". Em meus anos na banda, gravei um albúm como convidado do grupo Vox Dei em 1982.Já em carreira solo, em 2012 lançei seu primeiro CD "UTOPIA", não para até hoje, lançando outros CD's como "CONTRAPUNTO", onde se destacou o single "Uma Dança Sufi", com equivalente aprovação do público. Meu outro CD com apenas 3 obras belíssimas chamado “Y Seran Inmortales” se destacou na música clássica.Logo em seguida lançei o álbum “Minutos a Un Abismo”. Em 2018 também lançei o single “Nacimiento (fugaz)” uma obra destinada ao meu amigo y companheiro na banda Fugaz, que faleceu a pouco tempo.O projeto que trás minha história e culturas por onde passei já lançado, Aires Buenos, um CD que trás a mistura da música latino-americana, instrumentos como bombo legüero, são interpretados nas músicas "Estoy Aquí" e "Chacaextraña". Com a participação de Hernan Ovejero e Edith Gondin. No mesmo momento gravei o saxo para a banda Carne de Onça. Meu último single e áudio visual mais recente, lançado em 2023 foi "A Way to Pray" com a participação de Dudu Pimentel na guitarra, Gabriel Vieira no Violino e Edith Gondin na voz. Uma música envolvente que trás fortes emoções e reflexões. Agora já trabalhando no projeto futuro Homo Ludens, com a banda IA - Inspiração Absoluta, grandes feras da música catarinense! Músico : Gabriel Pereira PortoTempo de atuação: 25 anosExperiência profissional: Gabriel Porto é músico autodidata e iniciou seus estudos em bateria aos 11 anos de idade em sua cidade natal, Pelotas-RS, com Luke Faro.Posteriormente fez aulas com Kiko Freitas em Porto Alegre e participou de workshops de nomes importantes como Dennis Chambers, Dave Weckl, dentre outros.Como baterista, ainda no RS, destacou-se com a banda M-26 (Pelotas/RS) gravando asdemos/Eps "Outubro" (1997), "Sentimentos Sombrios" (2001) e "Solidão" (2005) e em 2014 lançou o Full-Lenght "Misantropia". Em 2007 mudou-se para Florianópolis, e desde então atuou com as bandas: “Misdeed”,com a qual lançou o EP “Devil’s Mouth” (2008); "Enarmonika", com a qual lançou o EP"Duality" (2014) e que apresentou-se no espetáculo Rock'n Camerata; "Exception", com aqual lançou o EP "Unvorsum" (2015) e fez diversos shows pelo estado; "Matriarca", que chamou atenção por sua mistura de rock clássico e metal extremo, e que lançou o EP "Leather Heart" em 2019.Mais recentemente, com a "Amuro" lançou o EP autointitulado (2019) e o single "Praga"(2020), o qual fez a produção de áudio e a produção do vídeo colaborativo. Com a "No One Spoke" lançou o CD Full-Lenght ‘Nine Mirrors’ (2021), que vem recebendo ótimas críticas e que contou com a participação do lendário baixista Rudy Sarzo (Ozzy Osbourne, Quiet Riot, …). Em 2022 com um novo projeto nomeado “Anomalia” lançou o single ‘Hunger’ e atualmente está em fase de finalização do seu primeiro vídeo clipe. Músico : Gabriel Vieira Formação: Escola de Música Villa Lobos - Casa da Cultura de Joinville - Curso Técnico em Teoria Musical e Violino. (1997-2004) - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) - Curso Superior em Música: Opção Bacharel em Violino (2007-2012) Área de atuação: Violinista com formação erudita e performance em Jazz e Música Brasileira, produtor musical e engenheiro de som. Tempo de atuação: 22 anos.Experiência Profissional: - atuou de 2001 - 2004 como violinista na Orquestra da Escola de Música Villa-Lobos - 1999 - 2003 participou como integrante do grupo Anagajanfá em Joinville- atuou de 2004 - 2009 na Orquetra Filarmônica SCAR de Jaraguá do Sul - trabalhou de 2009 - 2011 como engenheiro de som e produtor musical do estúdio Oficina Art de Alegre Corrêa em Florianópolis SC- desde 2012 até agora, trabalha em seu Home Estúdio como músico de estúdio, produtor musical e engenheiro de gravação e mixagem. - 2007 - 2010 participou como violinista da Orquestra Acadêmica UDESC.- 2014 Lecionou oficinas de música brasileira em Madrid - Espanha. - 2018 Participou do Barcelona Fiddle Congress em Barcelona - Espanha Trabalhos: Como produtor musical, atua no cenário da música catarinense há mais de 21 anos produzindo álbuns, vídeos e arranjos para grupos, orquestras, dentre outras formações musicais. Músico : Marcio Millani -Contrabaixo OMB 26200 (CRESP)Natural de São Paulo, capital, é autodidata no contrabaixo elétrico. Nos anos 80 estudou teoria musical na Escola Municipal de Música de São Paulo, bem como contrabaixo acústico em âmbito de orquestra no SESC/SP. Atuou na cena paulistana de Blues e Rock desde a década de 80. Integrou a banda Centúrias (Heavy Metal autoral), participando das gravações das músicas do grupo constantes na coletânea SPMetal, considerado um marco do gênero, lançado pelo selo independente Baratos Afins, tendo excursionado em inúmeras cidades do interior e litoral de São Paulo como grupo de apoio das bandas Made in Brazil e Patrulha do Espaço. Integrou a banda Mixto Quente, formada por ex integrantes da banda Made in Brazil, com disco lançado pelo selo independente Baratos Afins. Integrou a banda Coda, tocando covers de JazzRock/Fusion, com apresentações em importantes casa do gênero, como Saint German (pos teriormente Sanja), e Jazz and Blues (em Santo André, na Grande São Paulo)A partir do final da década de 80, bem como durante as décadas de 90 e 2000, integrou inúmeras bandas de Blues e Rock, tanto de 90 e 2000, integrou inúmeras bandas de Blues e Rock, tanto de músicas autorais como covers, se músicas autorais como covers, se destacando:destacando: Força Aérea, Luiz Otávio e os 4 Olho, Rolleta Russa, Sinal dos Força Aérea, Luiz Otávio e os 4 Olho, Rolleta Russa, Sinal dos Tempos, Classic Cover Band, Blues Power, Blue Trip, JAM, Dr. Tempos, Classic Cover Band, Blues Power, Blue Trip, JAM, Dr. Feelgood Blues Combo, Os Coronel Parker, 3 em Blues, etc., com Feelgood Blues Combo, Os Coronel Parker, 3 em Blues, etc., com apresentações nas melhores casas de show paulistanas, comapresentações nas melhores casas de show paulistanas, como o Radar Tantã, Tífon, Victoria Pub, Blue Night (posteriormente Mr. Radar Tantã, Tífon, Victoria Pub, Blue Night (posteriormente Mr. Blues), Sanja, Bourbon Street, Charles Edward, Café PiuBlues), Sanja, Bourbon Street, Charles Edward, Café Piu--Piu, etc.Piu, etc. Músico :Dudu Pimentel (2018)guitarrista, guitarrista fretless, violonista e cavaquinista.Participou de 9 turnês estaduais, tem participado festivais de jazz e rock como: Rock in Rio,Wine and Jazz Festival, Joinville jazz festival, Floripa jazz festival entre outros.É solista da Camerata Florianópolis (Rock’n Camerata, Clássicos com Energia, Tributo à MPB eMúsica para Cinema).Acompanhou: Alessandro Kramer Quinteto (BRA), Alberto Heller (BRA), Steve Vai (USA), WillyGonzales (Argentina), Osvaldinho do Acordeon e Renato Borghetti (Fazendo parte da OSSCA)entre outros.Em 1997 foi destaque do mês na revista GUITAR PLAYER e também em uma reportagem damesma revista em março de 2007.Estudou guitarra com os nomes mais expressivos da guitarra no Brasil e em 2006 fez um cursointensivo de violão flamenco na ESPANHA.Foi Solista e coordenador da parte popular da OSSCA (orquestra sinfônica de Santa Catarina)durante 8 anos.Graduado em Engenharia Elétrica pela UFSC.Graduando de música (UDESC). Aluno especial do mestrado em música UDESC (professor SérgioFreitas).Participou da gravação de mais de 35 CDs e diversas trilhas para cinema.Contem em sua discografia própria 3 cds e 1 DVD.www.dudupimentel.com

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.