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PRONAC 2316332Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Sergio Sade: Artistas Paranaenses na década de 1970

SERGIO LUIZ SADE
Solicitado
R$ 173,2 mil
Aprovado
R$ 173,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-01-08
Término
2026-12-13
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Apresentamos o projeto Sergio Sade: Artistas Paranaenses na década de 1970. que tem como objetivo realizar de uma exposição em Curitiba, de retratos dos principais artistas do modernismo paranaense, que estavam em alta produção em 1970, realizados pelo fotógrafo Sérgio Sade, ainda inédita ao público. Os retratos serão exibidos com uma seleção de obras dos respectivos artistas, com curadoria historiador e crítico de arte Fernando Bini.

Sinopse

Apresentamos a exposição Sergio Sade: Artistas Paranaenses na década de 1970 que tem como objetivo realizar uma exposição em Curitiba, de retratos dos principais artistas do modernismo paranaense, que estavam em alta produção em 1970, realizados pelo fotógrafo Sérgio Sade, ainda inédita ao público. Os retratos serão exibidos com uma seleção de obras dos respectivos artistas, com curadoria historiador e crítico de arte Fernando Bini. Os artistas retratados são: Álvaro Borges, Antônio Arney, Arthur Nísio, Domício Pedroso, Érico da Silva, Fernando Calderari, Fernando Velloso, Guido Viaro, Ida Hannemann de Campos, Jair Mendes, Jefferson César, João Osório Brzezinski, Juarez Machado, Luiz Carlos de Andrade Lima, Nilo Previdi, Paul Garfunkel, Peter Potocky, Poty Lazzarotto, Sofia Dyminski, Suzana Lobo, Theodoro De Bona, Vera Sabino, Victorina Sagboni Teixeira e Waldemar Roza. Neste conjunto de artistas temos parte importante da história da arte moderna e o início da arte contemporânea no Paraná representados. A exposição será composta por Aproximandamente 80 fotografias e terá classificação indicativa livre.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a mostra Sergio Sade: Artistas Paranaenses na década de 1970, com obras de 24 artistas e os ensaios fotográficos dos artistas feito por Sergio Sade com ações educativas e acessibilidade. Objetivos específicos:Realizar uma exposição do fotógrafo Sergio Sade, no Museu Oscar Niemeyer.Realizar 3 oficinas de criação, sendo duas para crianças e uma de formação para professores.Realizar vídeo de divulgação da oficina com acessibilidade (LIBRAS) para a divulgação da exposição;Realizar 1 visita guiada com acessibilidade (LIBRAS).Realizar Transporte gratuito para 4 escolas, totalizando 4 ônibus gratuitos para parceria com as secretarias de educação municipal.Contribuir no alcance dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 no projeto através dos impactos econômicos e culturais da proposta: Erradicação da Pobreza, Educação de Qualidade, Igualdade de Gênero, Trabalho Decente, Crescimento Econômico e Redução de Desigualdades.

Justificativa

Sergio Sade (Curitiba, 1944) ajudou a escrever a história do fotojornalismo brasileiro. Autor de fotos icônicas, como a de Diego Maradona beijando a Taça da Copa do Mundo FIFA de 1986 (capa da revista Placar), ou a de Ayrton Senna comemorando sua vitória em Mônaco com uma garrafa de champagne (capa da Grid, Edição Especial da revista Placar). Durante a Copa do Mundo de 1974, foi o único fotógrafo a registrar o surgimento carrocel holandês pela primeira vez, foto reproduzida em dezenas de jornais pelo mundo. Formado em jornalismo de 1967, pela UFPR. Começou a fotografar em 1967, na Tribuna do Paraná, onde permanece até 1973. Foi responsável pela criação da editoria de fotografia da revista Veja, 1976, onde atua até 1981. Como fotógrafo, atuou para as revistas Placar, Quatro Rodas, Exame, Playboy sediado em Curitiba. Junto com Helio Teixeira, criou a Veja Curitiba, 1980. Ganhou o Premio Nikon de Fotografia de 1996. A partir dos anos 90 passa a dedicar-se à publicidade e a ensaios para relatórios de empresas em estúdio próprio. Em 1970, no início de sua carreira, Sergio Sade foi convidado por Enio Marques Ferreira, à época diretor do departamento de cultura do Paraná, para retratar importantes artistas residentes em Curitiba, em seus ateliês. As fotografias que tinham o intuito de compor um livro sobre a arte do Paraná ficaram guardadas com o fotógrafo e são inéditas ao público. As fotografias que serão apresentadas na exposição foram feitas num período em que o registro fotográfico não era de uso comum e cotidiano, como é no século XXI. Resgatá-las contribui para a preservação da memória da produção artística no Paraná. Trata-se também de reconhecer a vida dos homens e das mulheres por trás de nomes hoje consagrados pela história e de aproximar o espectador da rotina de intenso trabalho desses artistas. E é a oportunidade de promover a conexão de jovens visitantes da exposição com a história da arte no Paraná, de forma a contribuir para a identificação do público e contribuir para o pertencimento à história de seu país.

Estratégia de execução

n/a

Especificação técnica

A exposição será composta por aproximadamente 60 fotografias, ampliadas em tamanhos variados, que serão expostas junto às obras dos artistas retratados, que fazem parte de acervos de museus do estado do Paraná. Faz parte do trabalho da curadoria selecionar as obras dos artistas presentes nos acervos do paraná para comporem a exposição.A exposição ainda irá conter pequenos textos sobre os artistas que serão produzidos pelo curador da mostra. Este material também será disponibilizado na internet como forma de democratizar o acesso à exposição, mas também a história da arte do Paraná.

Acessibilidade

PRODUTO: Exposição ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 2 visitas guiadas PRODUTO: Vídeo sobre a exposição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Inserção de libras para o vídeo convite da exposição;

Democratização do acesso

De acordo com art. 28 da IN nº 01/2023 o projeto adota as seguintes medidas de acessibilidade: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realização de ações educativas de mediação cultural durante todo o período expositivo; Realização de 2 (duas) visita guiada com acessibilidade; Produção de um vídeo de divulgação com acessibilidade (LIBRAS) para distribuição na internet; Agendamento de transporte gratuito para 4 escolas, totalizando 4 ônibus gratuito para parcerias com escolas vinculadas a secretaria municipal de educação;

Ficha técnica

Artista/ Proponente/ Coordenação Geral Sergio Sade Sergio Sade (Curitiba, 1944) ajudou a escrever a história do fotojornalismo brasileiro. Autor de fotos icônicas, como a de Diego Maradona beijando a Taça da Copa do Mundo FIFA de 1986 (capa da revista Placar), ou a de Ayrton Senna comemorando sua vitória em Mônaco com uma garrafa de champagne (capa da Grid, Edição Especial da revista Placar) e a icônica e primeira foto do carrossel Holandês, registrado na copa do mundo em 1974.Formado em jornalismo de 1967, pela UFPR. Começou a fotografar em 1967, na Tribuna do Paraná, onde permanece até 1973. Foi responsável pela criação da editoria de fotografia da revista Veja, 1976, onde atua até 1981. Como fotógrafo, atuou para as revistas Placar, Quatro Rodas, Exame, Playboy sediado em Curitiba. Junto com Helio Teixeira, criou a Veja Curitiba, 1980. Ganhou o Premio Nikon de Fotografia de 1996. A partir dos anos 90 passa a dedicar-se à publicidade e a ensaios para relatórios de empresas em estúdio próprio. Foi professor de Fotografia Publicitária, na Unicemp, por três anos, curso de publicidade. Coordenação de ProduçãoAna Rocha Ana Rocha (Curitiba, 1987) desde 2009, como curadora e produtora, organizou e coordenou exposições, contribuiu para catálogos, e coordenou programas de formação/ residência para artistas e curadores. Foi diretora do Museu de Arte Contemporânea do Paraná de 2019 a 2022. Entre as suas curadorias destacam-se: As exposições re revisão do acervo do MAC Paraná: Estamos aqui (2019) e Enquanto tudo queima (2021). A coordenação de três edições do Núcleo de Artes visuais SESI Curitiba (2017-2019), a exposição Cada vez mais perto (2018) e Extensões 16xA4 (2014). Participou da Bienal de Curitiba 2015 como curadora, ao lado de Daniel Rangel, quando recebeu o Premio Jovens Curadores. Em 2013, coordenou a equipe de produção da Bienal de Curitiba. Entre outros projetos, em 2011 e 2012, foi curadora do espaço Finnacena, onde realizou exposições, feiras de livros e exibições de videoarte. Antes disso foi editora do #LAB - laboratório de crítica de arte, ao lado da artista Lailana Krisnki. Ana formou-se em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná (2009), especializou-se em gestão de projetos pela ISAE/FGV (2011) e é mestranda em História da Arte pela UNIFESP. Coordenação AdministrativaIsadora Flores Isadora Flores é graduada em Licenciatura em Música pela Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR (2017) e Mestranda em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia - UFBA (2021). Integrante dos Grupos de Pesquisa 'Observatório de Políticas e Gestão Cultural' do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT) da UFBA e Observatório de Economia Criativa da Bahia - OBEC BA. Trabalha como produtora cultural, curadora, parecerista e coordenadora administrativa de projetos de leis de incentivo. Entre 2008 e 2019 trabalhou com uma variedade de festivais, shows, concertos, exposições, mostras e espetáculos em diversas áreas da cultura. Entre os trabalhos de maior relevância, destaca-se a experiência com a produção de shows dos artistas Elza Soares, dona Onete, Pepeu Gomes, Tom Zé, Erasmo, Ney Matogrosso, Hermeto Pascoal, Cátia de França e Zé Ramalho entre outros. Na área do teatro, a produção da companhia brasileira de teatro no Brasil e Alemanha e da montagem do espetáculo KRUM, com a atriz Renata Sorrah, além dos trabalhos com as companhias Grupo 3 de Teatro, Mundana Companhia, Cia Hiato e Grupo Espanca!CuradoriaFernando BiniPesquisador, crítico de arte, professor universitário, instalacionista e pintor. Na infância muda-se com a família para Curitiba/PR. Gradua-se no Curso Superior de Pintura pela Embap em 1969 e licencia-se em Desenho pela PUCPR, em 1970. Faz Curso Livre de Gravura, no MAM do Rio de Janeiro/RJ em 1967 e no biênio 1968/1969 freqüenta o Atelier de Gravura Poty Lazzarotto. Em 1969 faz o Curso de Conservação e Restauração do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional promovido pelo IPHAN, UFPR e SEEC. Entre 1970 e 1971 estagia na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DPHAN) para o Paraná e Santa Catarina. É mestre em Lingüística (Semiologia) pela PUCPR, com a dissertaçãoSemiótica da Arte; a propósito de uma semiótica da Pintura. Em 1991, inicia Doutorado em Estética e Tecnologia das Artes na Universidade de Paris/França, onde também aprofunda seus conhecimentos em Estética, Ciência e Tecnologia das Artes. De 1994 a 1995, ainda em Paris, cursa Metodologia das Artes Plásticas. Extremamente versátil, freqüenta cursos nas áreas de fotografia, cinema, áudio-visual, educação, artes plásticas e desenho industrial. É fundador do Curso de Desenho Industrial no Cefet-PR, onde atua como chefe de Departamento, e também é um dos fundadores do Curso de Desenho Industrial – Projeto de Produto – da PUCPR. Ex-professor no Curso de Desenho Industrial e Design Gráfico do Departamento de Design da UFPR, responde pelas disciplinas de: História da Arte, História da Arte Contemporânea, História da Arte Brasileira e Paranaense no Departamento de Artes da UFPR. Integra o Corpo Docente da Universidade Tuiuti. Personalidade carismática, é considerado por seus alunos como uma das figuras mais proeminentes da docência universitária de Curitiba. Ao lado disso, destaca-se como um dos principais nomes da Geração Setenta e um dos pioneiros das linguagens contemporâneas – como instalações – no Paraná. Além de responder pela direção do MIS-PR, exerce as seguintes funções: membro do Conselho Estadual de Cultura, do Conselho Diretor do Cefet-PR; presidente da Associação Brasileira de Semiótica – Regional do Paraná e membro do Conselho Consultivo do MAC-PR. Filia-se a ABCA e ALCA, colaborando com regularidade do Jornal da ABCA. Dedicando-se à pesquisa e crítica de arte desde meados dos anos 1970, é presença constante em comissões julgadoras dos principais Salões de Arte e Mostras de Cinema. Também merece menção o excelente trabalho de curadoria que vem fazendo para mostras retrospectivas, a exemplo de Fernando Velloso e Violeta Franco, ambas em 2001. De 1996 a 1998, é membro do Conselho Estadual da Cultura. Como artista plástico, Fernando Bini é, em início dos anos 1970, um dos primeiros no Paraná a utilizar – no dizer de Roberto Pontual – uma linguagem pós-moderna, já que se serve, em suas pesquisas bidimensionais, de um releitura da pop-art. Suas personagens – nus femininos –pin-up girls têm certo ar de nostalgia da pop britânica, especificamente de Peter Blake, inclusive no tratamento da fatura – mais pictórica do que linear – sugerindo o uso de aerógrafo. Na utilização de silhuetas que se contrapõem às estruturas recriadas de histórias em quadrinhos, aproxima-se do pop-artist norte-americano Kitaj. Serve-se de outros recursos damassmedia como cores vibrantes e palavras originárias de anúncios publicitários, dos luminosos, dos balões de bandas desenhadas e cartazes. Já os signos que utiliza revelam sua cultura semântica remetendo à cabala judaica e hieróglifos do Antigo Egito, entre outros. As composições são, por assim dizer, verbo-geradas, criando uma série de indagações e leituras. Porém, Fernando Bini não se limita a pesquisas bidimensionais. Pertencente ao grupo que sai dos Encontros de Arte Moderna, está entre os pioneiros da arte conceitual no Estado.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.