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Trata-se de um projeto da Associação Cultural Casulo que prevê cursos de capacitação nas áreas de artes cênicas e música.Os cursos de capacitação serão gratuitas para alunos de escolas públicas, indígenas, imigrantes e população LGBT. Tais ações são previstas com o intuito de viabilizar a participação e empoderar os artistas e agentes que compõe a diversidade cultural douradense, tirando-os da invisibilidade e promovendo-os como diversidade cultural local. A finalização do projeto culminará em uma Mostra Cênica com os resultados dos grupos ou dos trabalhos formados/criados durante a realização do projeto. Além disso é previsto a criação de um portfolio do trabalho da associação e vídeos de divulgação da instituição e do projeto em questão, com o intúito de dar visibilidade e ampliar o trabalho desenvolvido pela proponente.
Nao contempla
Objetivos gerais: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; O projeto tem como objetivo dar continuidade nas atividades de formação que o espaço desenvolve com a comunidade local, promovendo um espaço de ensino informal e de pesquisa na área das artes, para o fortalecimento e aproximação do seu público/comunidade, contribuindo dessa maneira no "cultivo" da identificação, difusão e consumo de manifestações e linguagens artísticas com vínculo à cultura local e diversa. Objetivos específicos: A) PRODUTO PRINCIPAL_ OFICINAS/CURSOS - Realizar 02 cursos de artes cênicas, durante 10 meses, sendo 12h mensais (3h/semana), totalizando 240h, na sede do Casulo para 25 alunos cada turma, com entrega de certificados na conclusão. - Realizar 02 cursos de música, durante 10 meses, sendo 12h mensais (3h/semana), totalizando 240h, na sede do Casulo para 25 alunos cada turma, com entrega de certificados na conclusão. - Realizar 01 curso de artes cênicas, durante 10 meses, sendo 12h mensais (3h/semana), totalizando 120h, na comunidade indígena, para 25 alunos, com entrega de certificados na conclusão. - Realizar 01 curso de música, durante 10 meses, sendo 12h mensais (3h/semana), totalizando 120h, na comunidade indígena, para 25 alunos, com entrega de certificados na conclusão. - Realizar 01 Mostra Cênica com o resultado dos trabalhos criados durante o curso, na comunidade indígena. Atingindo um público de 1300 pessoas. PRODUTOS SECUNDÁRIOS: - Criar um portfólio artístico do espaço/instituição; - Criar um portfólio artístico do projeto; - Criar 03 vídeos de divulgação do espaço/instituição/projeto (sendo 1 de divulgação dos cursos no casulo, 1 sobre o que é o espaço, e 1 institucional de divulgação e finalização do projeto).
Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; As ações propostas neste projeto visam dar continuidade no desenvolvimento das atividades que a Associação Cultural Casulo desenvolve desde 2015, que é oferecer a comunidade em geral atividades e experiências culturais acessiveis através de oficinas, apresentações, seminários, intercâmbios interculturais, entre outras atividades. Com a realização deste projeto, será possível manter a equipe operacional do espaço bem como fomentar a formação de público consumidor de atividades artísticas, sejam eles através dos cursos de formação em artes cênicas e música que serão ofertados a pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. É importante destacar a relevância artística e social do presente projeto, com a realização de cursos de formação diretamente na comunidade indígena, que tem como objetivo oferecer a essa parte da sociedade invisibilizada, a experiência na arte teatral e musical e assim animá-las a usar estas linguagens como instrumento de ação cultural e comunicação social. Por meio do diálogo estético das artes da cena e da música, pretende-se avançar na inclusão social e ampliação da cidadania, no sentido de dar respostas à situação de invisibilidade e estigmatização a que grupos sociais vulneráveis muitas vezes estão expostos, como é o caso das comunidades em vista. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; A Associação Cultural Casulo é uma organização da sociedade civil que acredita que todos os processos emancipatórios e de desenvolvimento social necessita de linguagens que expressem os ideais, a ética e a beleza de suas buscas e esperanças. Para tal, ele mobilizará recursos humanos e materiais locais para impulsionar os seus projetos. Os profissionais que atuarão no gerenciamento do espaço e do projeto, bem como os que ministrarão os cursos na sede do Casulo, serão agentes da cultura do município com ampla experiência nas suas áreas, além disso destaca-se que a escolha dos profissionais que ministrarão os cursos na comunidade indígena, serão agentes indígenas em formação, atuantes em sua comunidade, e que serão acompanhados por um tutor/coordenador pedagógico. V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; A realização dos produtos deste projeto visa estimular a participação ativa e protagônica de uma parte da camada invisibilizada da sociedade, ao diálogo e à expressão teatral e musical, buscando a representação e significação das idiossincrasias da sua cultura e realidade. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; A implementação do Programa Cultivar é destinado a formação de público, no "cultivo" da identificação, circulação e consumo de manifestações e linguagens artísticas com vínculo à cultura local e diversa. A formação proposta pelo Casulo quer "empoderar" os artistas e agentes que compõe a diversidade cultural douradense, em especial indígenas, mulheres, entre outros, tirando esses segmentos da invisibilidade e promovendo-os como diversidade cultural local. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; A realização do projeto visa a sustentabilidade da organização cultural de modo que parte do recurso é previsto para a manutenção da equipe de trabalho do espaço e que também atuará no projeto, dessa maneira viabilizará que a organização continue desenvolvendo suas atividades além do projeto, dando continuidade ao que a associação já desenvolve, tanto no âmbito da formação como no da difusão cultural, preservação do patrimônio artístico, cultural e histórico. Vide currículo da instituição. Em relação aos materiais de divulgação da instituição/projeto previsto como produtos secundários, pretende-se ampliar a visibilidade do histório e do trabalho desenvolvido pela Associação Cultural Casulo, almejando assim fortalecer o profissionalismo da instituição e alcançar futuros investidores/parceiros para a sobrevivência da organização. Pelo papel cultural que a Associação desenvolve no seu munícipio e pelo cunho artístico-pedagógico voltado para a defesa dos direitos humanos e inclusão social proposto por uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos, o projeto precisa de recurso público para poder ser implementado. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A realização de uma Mostra Cênica gratuita, ao final dos cursos, com a apresentação dos trabalhos dos grupos formados, se dará com o intuito da experiência da concretização do que foi desenvolvido, da possibilidade de fruição e troca entre os envolvidos no projeto e com a comunidade.
A sede da Associação Cultural Casulo é própria não havendo despesas relacionadas a aluguel de espaço.
A) PRODUTO PRINCIPAL_ OFICINAS/CURSOS Curso de teatro (infanto-juvenil e adulto) no Casulo - coordenação pedagógica e professora Karla Neves Os cursos de teatro tem como objetivo ofertar a comunidade essa linguagem de expressão artística como curso livre, com o intuito de fomentar a formação de novos artistas e grupos artísticos. Os dois cursos de teatro terá capacidade para 25 pessoas cada turma, destinados gratuitamente a pessoas em vulnerabilidade social, em especial indígenas, imigrantes, comunidade LGBTQIA+ e/ou estudantes da rede pública. Haverá um período de inscrições e seleção dos participantes para as vagas. O processo de seleção será por meio de análise sóciocultural do formulário de inscrição dos candidatos. Os cursos serão divulgados nas redes sociais do Casulo bem como nas escolas pública do entorno, além de parques e instituições públicas. Cada curso terá uma carga horária de 12 horas mensais, sendo os encontros duas vezes na semana de 1h30 cada. Ao todo cada curso terá uma carga horária de 108h. Os professores participarão dos 2 meses de planejamento com uma carga horária de 12h mensais, junto a coordenação pedagógica, e após a conclusão do curso, terão 1 mês, com uma carga horária de 12h também, para avaliação e finalização de relatórios. Para a coordenação pedagógica é prevista 32h mensais para planejamento, avaliação acompanhamento e supervisão das aulas. Público algo: crianças a partir de 8 anos para a turma infanto-juvenil e a partir de 17 anos para a turma adulta. Descrição: As oficinas de teatro, infanto-juvenil e adulto, oferecerão práticas teatrais através de: jogos dramáticos, jogos teatrais, improvisação, expressão corporal e vocal, leitura dramatizada e História do teatro. Metodologia: O desenvolvimento do processo artístico tem como foco trabalhar coletividade, criatividade, concentração, espontaneidade e sensibilização para expressão cênica. Uma introdução aos diversos elementos que compõem a encenação teatral como: dramaturgia, figurino, cenografia, iluminação, sonoplastia, além de outros recursos estéticos surgidos durante o processo criativo e apresentações públicas. Será realizado registros fotográficos e lista de presença durante todo o curso e ofertado certificado de conclusão de curso livre. O espaço conta com uma estrutura ampla, tatames, som, objetos cênicos e acessebilidade física para cadeirantes e banheiro acessível. Curso de música (infanto-juvenil e adulto) no Casulo - professor Mailon Salina Os cursos de música tem como objetivo ofertar a comunidade essa linguagem de expressão artística como curso livre, com o intuito de fomentar a formação de novos artistas e grupos artísticos. Os dois cursos de música terá capacidade para 25 pessoas cada turma, destinados gratuitamente a pessoas em vulnerabilidade social, em especial indígenas, imigrantes, comunidade LGBTQIA+ e/ou estudantes da rede pública. Haverá um período de inscrições e seleção dos participantes para as vagas. O processo de seleção será por meio de análise sóciocultural do formulário de inscrição dos candidatos. Os cursos serão divulgados nas redes sociais do Casulo bem como nas escolas pública do entorno, além de parques e instituições públicas. Cada curso terá uma carga horária de 12 horas mensais, sendo os encontros duas vezes na semana de 1h30 cada. Ao todo cada curso terá uma carga horária de 108h. Os professores participarão dos 2 meses de planejamento com uma carga horária de 12h mensais, junto a coordenação pedagógica, e após a conclusão do curso, terão 1 mês, com uma carga horária de 12h também, para avaliação e finalização de relatórios. Para a coordenação pedagógica é prevista 32h mensais para planejamento, avaliação acompanhamento e supervisão das aulas. Público algo: crianças a partir de 8 anos para a turma infanto-juvenil e a partir de 17 anos para a turma adulta. Descrição: O que é o som? Vibrações, Ondas sonoras, Ondas mecânicas, Se formam após alguma perturbação. Ex: batidas no tambor, palmas, contato das pregas vocais. Parâmetros dos sons: Altura (Grave, médio grave, médio, médio agudo, agudo); Duração (Curto, Longa); Intensidade (Forte, médio, fraco); Timbre (Característica da fonte sonora, qualidade, colorido) ex: digital sonoro. Elementos da música: Harmonia; Melodia; Ritmo. Metodologia: Estudo de repertório; Prática de grupo para todos os instrumentos. Será realizado registros fotográficos e lista de presença durante todo o curso e ofertado certificado de conclusão de curso livre. O espaço conta com uma estrutura ampla, tatames, som, objetos cênicos e acessebilidade física para cadeirantes e banheiro acessível. Curso de Teatro na comunidade indígena - Jadi Ribeiro O curso de teatro na comunidade indígena tem como objetivo promover a expressão criativa sobre a identidade, a história de vida e a relação territorial de crianças, jovens e adultos indígenas, tendo como arcabouço teórico e prático as referências artísticas do Teatro do Oprimido (https://ctorio.org.br/home/). O curso de teatro será gratuito e terá capacidade para 25 pessoas, será realizado na própria comunidade, em alguma escola ou espaço público local. A ministrante será Jadi Ribeiro, estudante indígena do curso de artes cênicas da Universidade da Grande Dourados e será coordenada e supervisionada por Igor Schiavo. Descrição: A oficina de teatro, oferecerá práticas teatrais através de: jogos dramáticos, jogos teatrais, improvisação, expressão corporal e vocal, leitura dramatizada e História do teatro. Metodologia: O desenvolvimento do processo artístico tem como foco trabalhar coletividade, criatividade, concentração, espontaneidade e sensibilização para expressão cênica. Uma introdução aos diversos elementos que compõem a encenação teatral como: dramaturgia, figurino, cenografia, iluminação, sonoplastia, além de outros recursos estéticos surgidos durante o processo criativo e apresentações públicas. Curso de música na comunidade indígena - professor Mailon Salina O curso de música tem como objetivo ofertar a comunidade essa linguagem de expressão artística como curso livre, com o intuito de fomentar a formação de grupo artístico na comunidade indígena. O curso de música terá capacidade para 25 pessoas, será realizado na própria comunidade, em alguma escola ou espaço público local. Descrição: O que é o som? Vibrações, Ondas sonoras, Ondas mecânicas, Se formam após alguma perturbação. Ex: batidas no tambor, palmas, contato das pregas vocais. Parâmetros dos sons: Altura (Grave, médio grave, médio, médio agudo, agudo); Duração (Curto, Longa); Intensidade (Forte, médio, fraco); Timbre (Característica da fonte sonora, qualidade, colorido) ex: digital sonoro. Elementos da música: Harmonia; Melodia; Ritmo. Metodologia: Estudo de repertório; Prática de grupo para todos os instrumentos. Para os dois cursos serão realizados registros fotográficos e lista de presença durante todo o curso e ofertado certificado de conclusão de curso livre. Será necessário a locação de caixa de som. É previsto a oferta de lanches para os alunos todos os dias das aulas. Será necessário locar um carro para as visitas técnicas e de acompanhamento dos cursos. Haverá um período de inscrições e seleção dos participantes. O processo de seleção será por meio de análise sóciocultural do formulário de inscrição dos candidatos. O curso será divulgado nas redes sociais do Casulo bem como nas escolas pública da comunidade. O curso terá uma carga horária de 12 horas mensais, sendo os encontros duas vezes na semana de 1h30 cada. Ao todo cada curso terá uma carga horária de 108h. A professora participará dos 2 meses de planejamento com uma carga horária de 12h mensais, junto a coordenação pedagógica, e após a conclusão do curso, terá 1 mês, com uma carga horária de 12h também, para avaliação e finalização de relatórios. Para a coordenação pedagógica é prevista 32h mensais para planejamento, avaliação acompanhamento e supervisão das aulas. Público algo: crianças a partir de 8 anos.
1) PRODUTO CURSOS/OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA Na sede do Casulo, onde acontecerão os cursos de artes cênicas e músicas, o espaço conta com acessibilidade física quanto a rampas de acesso e banheiro PNE. Na comunidade indígena, será escolhido espaço físico que conte com acessibilidade física quanto a rampas de acesso e banheiro PNE. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Com a intenção de aproximar esse perfil de público, considerando que o espaço recebe em suas atividades esse perfil de público e de seus familiares, será realizado o convite e a divulgação do projeto em intituições que atuam com pessoas com síndrome de down e espectros, para participação nos cursos que serão oferecidos na sede do Casulo. A comunidade indígena pretendida desconhece as linguagens que serão abordadas nos cursos e dessa maneira o próprio produto contempla essa forma de acessibilidade. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Durante a realização da Mostra Cênica haverá um intérprete de libras. RUBRICA: iNTÉRPRETE DE LIBRAS_2h
Democratização de Acesso 100% das vagas dos cursos = 150 alunos Mostra cênica gratuita. Ampliação de Acesso II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Os vídeos que serão criados serão disponibilizados na internet publicamente para divulgação do projeto. Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): b) cursos, masterclasses ou Q&A educacionais de 40horas/aula com certificado de curso livre; Em todos os cursos, será ofertado certificado de curso livre ao final da execução.
Coordenação geral, responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira: Associação Cultural Casulo (proponente) O Casulo – Espaço de Cultura e Arte, sede da Associação Cultural Casulo, funciona como casa de cultura desde 2015, promovendo e fomentando eventos culturais, oficinas e apresentações artísticas, especialmente voltadas às linguagens da música e das artes cênicas. O espaço Casulo originou-se a partir de uma iniciativa familiar, cujo objetivo era abrir as portas da própria casa para acolher e produzir coletivos, ensaios e projetos que usufruíssem da casa, transformando-a em um espaço onde o processo criativo estivesse em constante germinar. Desde 2016 o projeto do Casulo cresceu e agrega artistas e agentes culturais por meio da Associação Cultural Casulo responsável pela formulação de projetos, ações culturais e programações artísticas no Casulo e em outros locais externos ao espaço, como por exemplo aldeias indígenas Kaiowá e Guarani da região. Hoje o Casulo comporta além da casa, um Teatro: uma caixa cênica chamada carinhosamente de “Caixa de Barro” com estrutura para acomodar um público de 100 pessoas, apresentações, iluminação e sonorização de teatro e música. Com esta construção o Casulo passa a ampliar os projetos de intercâmbio artístico, promovendo e produzindo apresentações artísticas locais, nacionais e internacionais, contribuindo para a cidade com uma programação cultural regular. Em 2020 em razão da pandemia causada pelo Covid 19 o espaço físico se manteve fechado ao público, porém sua equipe continuou produzindo cultura e atendendo a demandas sociais por meio dos editais. Em 2022 retoma suas atividades presenciais com a realização de diversos projetos. Coordenação de produção: Júlia Aissa Vasconcelos Oliveira Graduada em Dança pela Unicamp, foi bailarina da Ginga Cia de Dança e integrante do Coletivo Corpomancia. Atua na produção de projetos culturais como produtora independente, coordenou o núcleo de dança da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul de 2011 a 2017. Foi curadora e coordenadora das atrações de dança nos Festivais de Inverno de Bonito, no Festival América do Sul Pantanal e Campão Cultural de 2010 a 2022. É co-fundadora da Associação Arado Cultural a qual promove cursos em gestão e elaboração, bem como a realização do Festival Dança Três e Cerrado Abierto. Fez a gestão cultural do espaço/produtora Jatotá Café e Lazer em Dourados de 2019 a 2020 e que atualmente se chama Jatobá Cultura continuando com as realizações culturais. É vice secretária executiva do Fórum Permanente de Cultura de Dourados, e atua como Gestora e produtora do Casulo – espaço de cultura e arte na cidade de Dourados. Coordenadora pedagógico e Professora de teatro no Casulo: Karla Neves Atriz, Performer, Diretora teatral e Professora. Mestra em Letras pela FACALE/UFGD, Especialista em Interdisciplinaridade em Artes e Ensino das Artes, Licenciada em Teatro pela FAP/UNESPAR. Pesquisadora de Teatro e interação, feminismos, Teatro do Oprimido, Teatro Dialético, Teatro de Rua e Performance. Fundadora e pesquisadora do Coletivo CLanDesTino, com atuação, direção, performer. Ao longo dos anos criou e realizou oficinas e vivências, a partir da sistematização do método de trabalho que realiza no Coletivo CLanDestino, e, outros processos criativos. Lattes: http://lattes.cnpq.br/0199295778203552 Coordenador pedagógico na comunidade indígena: IGOR EMANUEL DE ALMEIDA SCHIAVO Ator, Dramaturgo e Professor. Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Especialista em História da Arte Moderna e Contemporânea pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP/UNESPAr), Licenciado em Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP/UNESPAR). Pesquisador de Teatro de Rua, Teatro Dialético, Teatro do Oprimido, Teatro na Educação e Dramaturgia. Professor do curso de Artes Cênicas da UFGD, pesquisador do grupo de pesquisa NUEnCENA da UFGD, fundador do Coletivo CLanDesTino, dramaturgo com diversas peças montadas, ator em diversos espetáculos de teatro no Paraná, contemplado no prêmio Artes Cênicas na Rua Funarte (2012). Em Dourados, dramaturgo e diretor do espetáculo “Cantigas dum Fazedô” parceriaentre o coletivo e o Tri-ato núcleo cênico, dramaturgo e ator do espetáculo “A coragem que conserva os dentes” do Coletivo CLanDesTino, dramaturgo da cena curta “Quando me enchi de folhas as árvores começaram a perder os seus cabelos”. Orientador artístico dos espetáculos: Provisório, Limiar, Vendê Graça, As faces do medo, Amorfo. Lattes: http://lattes.cnpq.br/2953175141815602 Professor de música no Casulo e na comunidade indígena: Mailon Martins Salina Professor de violão popular adulto/infantil, é professor de harmonia funcional, de musicalização e canto. Foi coordenador do festival internacional de música prelúdio em 2014/2015. Foi professor no curso de extensão da Universidade da Grande Dourados e é fundador do grupo musical Pingo de Melodia em Dourados. Professor de teatro na comunidade indígena: Jadi Reginaldo Ribeiro Jadi Ribeiro é atriz, fotógrafa e trabalha com audiovisual na aldeia Jaguapiru, onde reside. É estudante de Artes Cênicas na UFGD desde o ano de 2017, e participou como atriz do processo artístico do projeto de montagem da disciplina Atuação IV também chamado de “Projetão” onde apresentou como atriz o espetáculo cênico Galileu Galilei de Bertolt Brecht (2019). Jadi Ribeiro desenvolve um projeto comunitário em sua aldeia através da fotografia e vídeo, registrando a vida e o cotidiano da sua reserva. Já participou do elenco do vídeo-clipe Tekoa Pyau do primeiro grupo de rap indígena Bro Ì?Mc, e participou do seriado “Guateka” como elenco de apoio. Atualmente Jadi Ribeiro tem um canal no Youtube chamado “Koa Kuera” onde publica vídeos sobre o cotidiano em sua aldeia, as dificuldades e a vida na comunidade de Jaguapiru. Jadi também faz parte do grupo de pesquisa extensão e arte “Mandi Ì?o” e do grupo de teatro universitário “Cabaré”. Assistente de produção: Adriano Paes dos Santos Nascido em Boa Esperança do Sul – SP, reside em Dourados/MS e é acadêmico de Artes Cênicas na UFGD. Atualmente integra o Coletivo Clandestino, a Cia Doidivanas, a Rococoth e atua na produção técnica no Casulo Espaço de Cultura e Arte em Dourados/MS. É artista de teatro, artista visual e do audiovisual, tendo como principais trabalhos artísticos:2019 – Ator e dramaturgo em “Assim como as raízes são rasas e profundas” da Cia Doidivanas,2021 – Pintor em Panorama Decadente, realizado no Sucata Cultural e Mídias Digitais,2022 – Ator e pesquisador em “Todas Serão Joanas – Histórias e Bruxarias Sobre (Para) Tempos Remotos” do Coletivo Clandestino,2022 – Diretor em “Síncope” da Xaraés, Rococoth e Estúdio 438.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.