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PRONAC 2316380ArquivadoMecenato

O GUIA PRÁTICO DE UMA MÃE SOFREDORA

48.213.777 JOSE LEON ZYLBERSZTAJN
Solicitado
R$ 263,4 mil
Aprovado
R$ 263,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Resende
Início
2024-01-30
Término
2024-05-15
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Temporada do espetáculo O GUIA PRÁTICO DE UMA MÃE SOFREDORA com 12 apresentações na cidade de São Paulo, além de 4 oficinas de dramaturgia ministradas pelo proponente, José Leon Zylbersztajn. A íntegra da peça será publicada em canal do YouTube, com acesso gratuito. A íntegra do espetáculo será disponibilizada em plataforma online com livre acesso.

Sinopse

O guia prático de uma mãe sofredora (texto original de José Leon Zylbersztajn) A peça se passa em 1984, na sala de um apartamento de classe média no Catete, onde dona Fayga Goldstein prepara um jantar para receber seu único filho, Davi, que nesse dia estaria completando 50 anos de idade. Enquanto aguarda, ansiosa, a chegada do filho querido, ela divide com a plateia as dificuldades de ser uma mãe judia. Como ela mesma fala no início da peça: ‘Não é qualquer mãe judia que é uma mãe judia. Existem técnicas de preparação. Técnicas de sofrimento básico’. Dona Fayga conduz o público por um mergulho divertido, mas também crítico, que expõe o lado pitoresco que todas as mães têm, enquanto reflete sobre temas sérios como o drama da imigração, a violência da ditadura militar, a solidão e o envelhecimento. Intercalando o humor com momentos de melancolia, a peça traz um final surpreendente que leva a plateia à pensar sobre as relações humanas e familiares.

Objetivos

Objetivos gerais: - promover a reflexão do público a respeito de temas como família, imigração, solidão e envelhecimento, por meio de uma experiência teatral leve e divertida; - incentivar a produção dramatúrgica nacional, através de oficinas voltadas a estudantes e professores; - promover intercâmbio e diálogos entre o público e os artistas; - valorizar a produção teatral brasileira; - colaborar na construção de uma sociedade justa e plural; - promover o gosto pelo teatro e colaborar com a formação de plateia. Objetivos específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 12 apresentações (4 semanas, de 6af a domingo) da comédia dramática O Guia Prático de Uma Mãe Sofredora, de José Leon Zylbersztajn, em teatro da cidade de São Paulo, em 2024. B) CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINA (IN 001/2023, Art.30): realizar 4 oficinas gratuitas de dramaturgia, online, com 3 horas de duração (aos sábados, pela manhã), para 240 estudantes e professores de instituições públicas de ensino da cidade de São Paulo (60 alunos por oficina). Os interessados serão previamente cadastrados pela nossa equipe de produção e poderão receber ingressos para assistir ao espetáculo no mesmo dia, à noite. C) AMPLIAÇÃO DE ACESSO (IN 001/2023, Art.28): disponibilizar de forma gratuita a gravação do espetáculo na íntegra, em canal do YouTube, ampliando o acesso ao grande público.

Justificativa

O Guia Prático de Uma Mãe Sofredora acompanha a personagem Fayga Goldstein, que divide com o público as dores e alegrias de ser uma mãe judia. O texto levanta questões sobre solidão e envelhecimento, independente de religião, levando a plateia à reflexão a respeito das relações humanas e familiares. O GUIA estreou em março de 2023 no Rio de Janeiro com o nome O Guia Prático de uma Mãe Judia, onde cumpriu temporada de 30 dias, sempre com casa cheia. O presente projeto visa à temporada do espetáculo na cidade de São Paulo. O monólogo é escrito e interpretado por José Leon Zylbersztajn, judeu, produtor cultural, jornalista e ator, que foi um dos criadores do grupo Casseta e Planeta. A direção é de Márciah Luna Cabral e supervisão do texto de Marcelo Madureira. Após as apresentações, o público presente poderá conversar com a equipe, e trocar ideias sobre os temas levantados, sobre a experiência, sobre o que marcou cada um ao longo do espetáculo que vivenciaram, ampliando a interlocução com o público e permitindo que a experiência deixe marcas positivas nas pessoas que acompanharem a peça. Essas conversas também irão contribuir para a avaliação dos resultados do projeto. O projeto ainda prevê 4 oficinas de dramaturgia, online e gratuitas, para alunos e professores da rede pública de ensino, promovendo conhecimento básico (teórico e prático) no universo da escrita de textos teatrais por meio de pesquisa de referências, debates de temas, exercícios de escrita, demonstrando que qualquer pessoa interessada pode iniciar-se na linguagem dramatúrgica, estimulando o surgimento de potenciais novos autores nacionais. A comunidade Judaica no Brasil é a segunda mais importante da América Latina, onde vivem 120 mil judeus. No estado de São Paulo sua presença iniciou-se na primeira metade do século XIX e no início do século XX já constituíam comunidades organizadas. Estima-se que atualmente a cidade de São Paulo concentre 80% da população judaica no país. Em 2010 instituiu-se o Dia Nacional da Imigração Judaica (18 de março), que celebra a contribuição dos judeus ao Brasil. Nada mais justo, pois sua relação com o país é das mais antigas e à medida que se integravam, fundaram jornais, bibliotecas, escolas, associações de ajuda mútua e de apoio a recém-chegados; entraram na atividade política; participaram da articulação do movimento sionista, e fundaram sociedades para a preservação da cultura judaica. Durante o regime militar, muitos judeus se juntaram à resistência na luta contra o fascismo, como Vladimir Herzog. Apesar disso, o antissemitismo voltou a crescer de forma "dramática" no mundo nos últimos anos, segundo relatório mundial publicado pela Universidade de Tel Aviv em 2021. Acreditamos que o teatro possui as ferramentas certas para colaborar no desenvolvimento da consciência internacional e do respeito aos valores culturais de outros povos, por meio da experiência coletiva, que toca o público pela via da emoção. Na mesma medida, a evolução demográfica, o sentimento de exclusão e vulnerabilidade, a perda de rotinas e lugares que perpassam sentimento de pertencimento, o rompimento de laços sociais e o recente isolamento provocado pela pandemia são alguns dos diversos perfis da solidão e seus impactos na velhice. Nesse contexto chegamos ao Guia Prático de Uma Mãe Sofredora, uma comédia dramática para mães de todas as religiões. A peça se passa em 1984, na casa de dona Fayga Goldstein, uma típica mãe judia que prepara o jantar de aniversário para o filho Davi. A personagem conduz a plateia pelas alegrias e dores de uma mãe superprotetora, que, independentemente de religião ou nacionalidade, sofre com a solidão e com o envelhecimento. A peça ainda aborda questões sensíveis como o drama dos imigrantes e a violência do período da ditadura militar no Brasil. Para além da dimensão artística, o teatro contribui para repensar as relações entre texto, cena e realidade social, buscando também conectar a potência de transformação do mundo atual e a herança da tradição cultural. Ao fim do espetáculo, o público acaba por se irmanar, ao descobrir que todas as mães têm um pouco de "mães judias". A proposta se embasa no desejo de valorizar e difundir as expressões, a memória e os valores da cultura judaica, através de temas que são comuns a todo ser humano − independente de credo − ajudando a promover a construção de uma sociedade mais justa e plural, apostando na diversidade para furar as bolhas. Como forma de democratizar e ampliar ainda mais o acesso da população ao espetáculo, em todas as apresentações haverá reserva de lugares para estudantes, professores e idosos, além de campanha de descontos para quem trouxer agasalhos que serão doados a Campanha do Agasalho da cidade de São Paulo em 2024. Ainda, todas as apresentações contarão com profissional intérprete de libras e a gravação do espetáculo na íntegra será disponibilizada gratuitamente em canal no YouTube. O povo judeu e a população idosa nem sempre são contemplados por políticas identitárias. Nesse sentido a Lei de Incentivo à Cultura tem papel fundamental para o alcance dos objetivos deste projeto, pois cria oportunidade de reduzir as desigualdades sociais e culturais, fortalecendo os laços entre as pessoas, ajudando a proteger as expressões culturais dos grupos formadores da nossa sociedade, responsáveis pelo multiculturalismo do nosso país. Ainda, as políticas públicas de valorização e difusão cultural, além de direitos garantidos pela Constituição Federal de 1988, são centrais para o desenvolvimento do segmento de artes cênicas.

Estratégia de execução

DETALHAMENTO DO PRODUTO OFICINAS (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS): OFICINA introdução à DRAMATURGIA Serão 4 oficinas com 3 horas cada, aos sábados pela manhã (horário a definir), online e gratuitas, para alunos e professores da rede pública de ensino da cidade de São Paulo. Seleção dos alunos: Serão selecionados até 60 alunos por oficina, por meio de formulário a ser preenchido pelos interessados, explicando por que desejam participar. Serão reservadas no mínimo 10% das vagas das oficinas de dramaturgia para pessoas negras, LGBTQIA+ e indígenas. Conteúdo: A proposta da oficina é transmitir um conhecimento básico (teórico e prático) sobre o universo da escrita de textos teatrais. Serão abordados os fundamentos da dramaturgia, passando pelas noções clássicas e contemporâneas de criação textual para o teatro e suas variações de narrativa cênica, abrindo possibilidades para o surgimento de potenciais novos dramaturgos brasileiros. Metodologia: Serão abordados conceitos e esquemas especificamente direcionados para escrever para teatro, esmiuçando os elementos que compõem um texto dramático. Serão feitos exercícios e dinâmicas com intuito disparar os processos criativos e organizar os pensamentos, com o intuito de melhor desenvolver um texto e conseguir passar adiante as ideias. Através da análise de trechos de obras de autores nacionais, debates sobre temas da atualidade e exercícios de escrita, os alunos verão que qualquer pessoa interessada pode iniciar-se na linguagem dramatúrgica.

Especificação técnica

O espetáculo tem duração de 50 minutos e ao término das apresentações a equipe conversa com o público presente sobre a experiência do espetáculo e sobre os temas centrais tratados, aproximando o público dos artistas e provocando uma vivência positiva e duradoura nas mentes e corações da plateia. Com cenário enxuto, a realização do espetáculo se adapta a diversos espaços sem dificuldade. DESCRITIVO TÉCNICO Essas são medidas ideais, mas o espetáculo se adapta com facilidade em qualquer tipo de espaço. Medidas ideais: Boca de cena - 5m Profundidade - 7m Altura - 3,5 m Cenário: Poltrona 3kg Estante 7 kg Mesa 4 Kg Cadeiras 1,5 kg cada Cesto: 500 gr Cavalete: 2 kg Tela de pintura: 300 gr Televisão pequena de tubo: 1kg Rider de luz básico: - 10 Pcs de 1000w - 10 fresnéis de 1000w ou par 64 foco 5 - 08 Elips - 10 par led rgbw Rider básico de som: Mesa de som 6 canais Monitores frontais 2 - um de cada lado PA Microfones por conta da produção do espetáculo. Na mesa de som será plugado um computador (por conta da produção). As Oficinas gratuitas de dramaturgia acontecerão aos sábados pela manhã (horário a definir), de forma totalmente online, através da plataforma Zoom. Serão 4 oficinas, uma por sábado, com até 60 alunos por oficina.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O teatro a ser escolhido para receber a temporada do GUIA PRÁTICO DE UMA MÃE SOFREDORA deverá obrigatoriamente dispor de equipamentos de acessibilidade para deficientes, como banheiros adaptados, rampas, sinalização tátil etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as sessões terão o acompanhamento de intérprete de LIBRAS, com profissionais habituados a projetos culturais. Ainda, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência e seus acompanhantes, de acordo com a capacidade de lotação. Tais acentos serão dispostos em locais de boa visibilidade, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, em conformidade com as normas de acessibilidade. PRODUTO: OFICINAS (Contrapartida social) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as aulas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as aulas.

Democratização do acesso

IN nº 01/2023, art. 27, inciso: I - Serão reservados até 10% (dez por cento) dos ingressos do espetáculo para distribuição gratuita promocional por patrocinadores; II - Serão reservados 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita entre estudantes e professores de instituições públicas de ensino da cidade de São Paulo; III - Serão reservados até 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; IV - Serão reservados no mínimo 20% dos ingressos a R$30,00 para pessoas que trouxerem um agasalho. O material arrecadado será doado à Campanha do Agasalho da cidade de São Paulo; Asseguraremos a meia entrada a estudantes e idosos, conforme previsto nas Leis 12.933/2013 e 10.741/2003, respectivamente. IN nº 01/2023, art. 28, inciso: IV) A gravação do espetáculo na íntegra será disponibilizada gratuitamente em canal do YouTube, ampliando significativamente o acesso ao público em geral. IN nº 01/2023, art. 30, § 2º, inciso II: Realizaremos 4 oficinas gratuitas de dramaturgia, online, com 3 horas de duração (aos sábados, pela manhã), para 240 estudantes e professores de instituições públicas de ensino da cidade de São Paulo (60 alunos por oficina). Serão reservadas no mínimo 10% das vagas das oficinas de dramaturgia para pessoas negras, LGBTQIA+ e indígenas.

Ficha técnica

José Leon Zylbersztajn – Proponente, autor, intérprete (protagonista) e ministrante da oficina José Leon é advogado, produtor cultural, jornalista e diretor de teatro. É produtor cultural, jornalista, ator e foi um dos criadores do grupo Casseta e Planeta. Foi assessor especial do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro; pesquisador de histórias do Rio para geração de conteúdos nas redes sociais; superintende de Economia Criativa e Educação Empreendedora da Prefeitura Municipal de Itatiaia; consultor do Sebrae/RJ nas áreas de cultura, turismo e economia criativa; secretário Municipal de Cultura de Porto Real; diretor do Programa Câmara Cultural da Câmara Municipal de Resende; fundador e primeiro presidente da Fundação Casa da Cultura Macedo Miranda, órgão responsável pelas políticas públicas de cultura do município de Resende; subsecretário de Estado de Cultura de 1999 a 2001, secretário Municipal de Cultura nos governos dos prefeitos Noel de Carvalho (1989/1991), Augusto Leivas (1995/1996) e de Sílvio de Carvalho (2006/208); presidente do Fórum Estadual de Secretários Municipais de Cultura do Rio de Janeiro; curador do Festival de Teatro de Resende de 1990/1991/1996/1998/2006, 2007 e 2008; diretor de Cultura da ONG Crescente Fértil de 1996 a 1998; e um dos fundadores do grupo de teatro Boca de Cena que, na década de 1980 e início dos anos 1990, foi um dos grupos de teatro mais importantes do estado do Rio de Janeiro. Márciah Luna (Márcia Julieta Moreira Cabral) – Direção Artística Márciah é atriz, estudou em Praga na Tchecoslováquia, onde viveu parte da sua infância. No Brasil, estudou na Escola de Danças Clássicas do Teatro Guaíra. Começou a fazer teatro e participou dos espetáculos Zumbi (Guarnieri e Edu Lobo) com Luis Melo, direção de Oraci Gemba, Pinóquio e Vestido de Noiva (Nelson Rodrigues) ambas as montagens no Teatro Guaíra. Participou dos espetáculos Theatro Musical Brasileiro I, de 1860 a 1910 de Luis Antônio Martinez Correa ao lado de Vera Hotz, Luiz Armando Queirós e Tuca Andrada, em seguida fez Theatro Musical Brazileiro II - de 1919 a 1945, do mesmo diretor, no Teatro Rival, Rio de Janeiro e no Teatro Itália em São Paulo. Os dois espetáculos foram considerados, pela crítica especializada, um marco do teatro musical brasileiro pelo resgate da pesquisa realizada. Inaugurou o Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, com o espetáculo Theatro Musical Brazileiro I – de 1860 a 1910, de Luis Antônio Martinez Correa e, em seguida o Teatro Lamartine Babo do Centro Cultural da Light, Rio de Janeiro, com o show Lamartine como Nunca, roteiro e texto do jornalista e escritor João Máximo e direção musical do pianista e arranjador Helvius Vilela. Trabalhou com o ator e diretor Sérgio Brito no espetáculo autobiográfico “Meninos, eu vivi”. Participou do espetáculo “Quem tem medo de Kurt Weill”, como atriz/cantora cantando as músicas de Brecht e Weill , direção musical de Helvius Vilella. Nique Barnasque (Munique Barnasque Ferreira) – Atriz coadjuvante / participação especial Atriz e produtora, Nique estudou no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, seguindo pela linha de pesquisa do teatro físico e da palhaçaria. Atuou como produtora do Coletivo Cultural Vira. Atuações e produções: Nós e o Barro (2018); Aleive em dois atos (2019); O berço do herói (2019); Nau Catarineta (2019); A moça que beijou um jumento pensando que era Roberto Carlos (2020 – online); A psicóloga (2021 – online); A Cartomante (2023). Marcelo Madureira - Supervisão de texto (voluntário) Fez parte da equipe que produziu e apresentou entre 1992 e 2010 o programa humorístico "Casseta & Planeta Urgente" pela Rede Globo, tendo também integrado a Banda Casseta & Planeta e apresentado um quadro no Armazém 41, do canal por assinatura GNT. Juntamente com outro integrante do grupo, Hubert de Carvalho Aranha, escreve a Coluna do Agamenon no jornal "O Globo". Atualmente é diretor do quadro Cassetadas do programa Faustão na Band. Zezinho da Luz (José Cosmo Pereira de Lima) – Iluminador Com uma longa carreira em iluminação teatral e cinematográfica, Zezinho fez parte de produções como: Emilinha e Marlene – teatro musical; Show Sergio Ricardo – Tijolo por tijolo; Boca de Ouro – teatro; O auto da Compadecida – teatro; Quem matou Zumbi? – teatro e filme; entre muitos outros trabalhos.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.