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O projeto se refere à publicação e distribuição do livro comemorativo "1924-2024 A VIAGEM DE DESCOBERTA DO BRASIL 100 ANOS DEPOIS" que marca o centenário da emblemática viagem dos modernistas paulistas, como Mário de Andrade e Tarsila do Amaral, a Minas Gerais em 1924. Como contrapartida social será realizado um curso de ação formativa com professores e alunos da rede pública de ensino, sobre a temática da publicação.
A publicação 1924-2024 A VIAGEM DE DESCOBERTA DO BRASIL 100 ANOS DEPOIS, elaborada pela pesquisadora e professora de História da Arte, Profa. Angela Brandão, comemora o centenário da marcante viagem dos modernistas paulistas a Minas Gerais em 1924. Nessa jornada histórica, figuras ilustres como Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral, juntamente com o poeta franco-suíço Blaise Cendrars, empreenderam uma exploração artística que impactou profundamente a cultura brasileira. A obra desvenda os motivos e o contexto que levaram esses intelectuais a redescobrir o Brasil, revelando como, à primeira vista, pareciam excursionar por uma região provinciana que havia conhecido seu auge quase dois séculos antes. No entanto, por meio de análises detalhadas e pesquisa multidisciplinar, a autora demonstra que os modernistas paulistas encontraram em Minas Gerais uma cultura cosmopolita. Eles se viram imersos em um cenário onde a vanguarda artística europeia se encontrou com a rica tradição das cidades barrocas mineiras. A publicação explora as experiências pessoais e estéticas desses artistas durante a viagem, seu impacto em suas obras e como a interação com artistas locais resultou em colaborações enriquecedoras. Além disso, analisa a recepção crítica do evento e seu legado duradouro na história da cultura brasileira. Este livro não apenas resgata e preserva a memória desse momento cultural único, mas também fornece uma narrativa acessível e envolvente que permite ao público em geral apreciar e compreender a importância dessa jornada histórica na história cultural do Brasil. É uma celebração da interseção entre vanguarda e tradição que moldou a identidade artística do país e continua a inspirar gerações.
PRODUTO CULTURAL: LIVRO OBJETIVOS GERAL E ESPECIFICO: OBJETIVO GERAL: Produzir, publicar e distribuir 5000 exemplares do livro "A VIAGEM DE DESCOBERTA DO BRASIL 100 ANOS DEPOIS" que objetiva celebrar o centenário da viagem dos modernistas paulistas a Minas Gerais em 1924, explorando de modo aprofundado a documentação a ela relacionada e seu impacto na cultura brasileira. O objetivo geral é lançar luz sobre como essa jornada influenciou o pensamento artístico e cultural no Brasil, destacando a interação entre vanguarda e tradição. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Analisar os motivos e contexto que levaram os modernistas a empreender essa viagem histórica a Minas Gerais. 2. Investigar as experiências pessoais dos protagonistas, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral, durante a viagem e seu impacto em suas obras. 3. Mapear as interações e colaborações entre os modernistas e artistas e intelectuais locais, contribuindo para a compreensão da fusão de influências culturais. 4. Explorar como a descoberta das cidades barrocas mineiras influenciou o desenvolvimento da identidade artística e cultural do Brasil. 5. Analisar a recepção crítica e o legado duradouro dessa viagem na história da cultura brasileira. 6. Oferecer uma abordagem multidisciplinar, combinando elementos de história da arte, literatura, antropologia cultural e história, para enriquecer a compreensão desse momento cultural único. 7. Colaborar com especialistas e instituições culturais para reunir materiais inéditos, como cartas, diários, desenhos e fotografias, relacionados à viagem de 1924. 8. Apresentar uma narrativa acessível e envolvente que permita ao público em geral apreciar e compreender a importância desse evento cultural na história do Brasil. Construiu-se, na história da arte brasileira, a convenção de que o neoclassicismo e, mais tarde, a Academia e a arte do século XIX enfim, tinham rompido ou simplesmente ignorado a tradição barroca no Brasil. Aos modernistas caberia, de acordo com esta construção historiográfica, a recuperação ou a redescoberta da tradição perdida. A missão de descobridores de um Brasil artisticamente verdadeiro caberia, portanto, aos viajantes modernistas. Teriam arcado com o papel de algo como os redentores do barroco mineiro. Haveria assim, pode-se dizer, uma interpretação cíclica da história da arte brasileira, onde o modernismo seria o movimento responsável por estabelecer um elo de reconciliação com o passado barroco. No entanto, esta recuperação assumiu um caráter de ficção, de criação plástica e literária, muito mais do que historiográfica (BRANDÃO, 1999). Nosso objetivo é revisitar esta problemática. A rápida viagem a Minas não constituía uma expedição científica de estudiosos propriamente dita, mas de artistas interessados em recolher materiais para suas criações. Não se pode, a rigor, repetir a convenção de que os modernistas paulistas descobriram o barroco mineiro. Não apenas porque Dom Pedro II, Olavo Bilac, Émile Rouède ou Diogo de Vasconcelos os antecederam no interesse e na valorização daquelas obras, mas também porque seu gesto de descoberta foi, sobremodo, uma apropriação do barroco mineiro como motivo a ser adequado a criação poética e pictórica. O passado serviria como um rico material para ser reelaborado na poesia e na arte (BRANDÃO, 1999). O objetivo deste projeto é discutir e rever tal hipótese. O intuito desta proposta o é verificar se a atitude moderna em direção ao passado foi gerada, precisamente, por motivos históricos, ou sobretudo estéticos. As citações do passado não vêm à tona com um sentido revivalista ou historicista. O que viram, nas cidades históricas mineiras, foi radicalmente transformado, como se o passado mesmo fosse, de alguma forma, irrecuperável. Resulta daí, talvez, um novo aspecto das ruínas que, nos desenhos de Tarsila (e na poesia de Drummond), são cidades que se desmaterializam, num desenho vazio. Os monumentos são capturados pela passagem fugaz dos passageiros do trem (BRANDÃO, 1999). O elogio à modernidade e às transformações urbanas de uma cidade como São Paulo dos anos 1920 (SEVCENKO, 1992) e a valorização das tendências da vanguarda internacional talvez coubessem com mais coerência na constituição de personagens chaves dos modernismo. Mas o que houve foi (e a viagem de 1924 é, porisso, um episódio especial) o estabelecimento de um duplo paradoxo: os olhares modernos arremessaram-se, nostalgicamente, também em busca de um passado e de um universo brasileiro. Até mesmo uma modesta revisão bibliográfica acerca do barroco de Minas Gerais indica, quase sempre, que o ponto de partida da reflexão sobre o assunto é a década de 1920, justamente com os modernistas. A produção modernista sobre o barroco mineiro (que hoje incluiria também o conceito de rococó), encantadora, mostra-se como algo muito diferente do que se poderia esperar de um estudo sistemático daquela arte. O fato de não se tratar de estudos formalistas, teóricos ou de que não se possam comparar à disciplina da história da arte não quer dizer que não tenham sido fundamentais. Mas, cabe idagar se fizeram desaparecer a historicidade da arte mineira do XVIII ou se uma nova camada de historicidade foi desenvolvida. O tema da obra de Antônio Francisco Lisboa é o ponto culminante desta construção cíclica da história da arte brasileira. Em torno dele estabeleceu-se a principal ponte de interpretação entre o barroco de Minas Gerais e a recepção do modernismo paulista. O escultor, pelo olhar de Mário de Andrade, por exemplo, corporifica a decadência do mundo da mineração, através de sua doença e morte. O corpo do artista será recriado como metáfora da decadência da mineração. O desejo de encontrar um herói mulato e genial, num esforço inédito de interpretação da arte pela lente étnico-racial e consciente da violência da escravidão por parte de Mário de Andrade, coincide com um projeto poético de recuperação do passado artístico nacional, muito mais que racional ou historiográfico (BRANDÃO, 1999). Esta proposta visa percorrer o ciclo histórico que une barroco mineiro e modernismo _ tempos e lugares em que se "descobriu" ou se inventou o Brasil. PRODUTO CULTURAL: CURSO FORMATIVO CONTRAPARTIDA SOCIAL Curso "Viagem Cultural: 100 Anos da Expedição Modernista a Minas". Objetivo Geral: Realizar o curso formativo para professores e alunos da rede pública, sobre o centenário da emblemática Expedição Modernista a Minas Gerais em 1924, explorando a influência dessa viagem na cultura brasileira e promovendo a compreensão da interação entre vanguarda e tradição artística no contexto do Brasil. Objetivos Específicos: 1. Contextualizar a Expedição Modernista de 1924: Apresentar o contexto histórico, social e cultural que levou à realização da viagem dos modernistas a Minas Gerais em 1924, destacando os motivos e as personalidades envolvidas. 2. Explorar as Experiências dos Modernistas: Analisar as experiências pessoais dos protagonistas da viagem, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Blaise Cendrars, durante a expedição, destacando como essas experiências influenciaram suas obras e visões artísticas. 3. Mapear as Interações e Colaborações: Investigar as interações e colaborações entre os modernistas e artistas e intelectuais locais de Minas Gerais durante a viagem, a fim de compreender a fusão de influências culturais que ocorreu nesse encontro. 4. Examinar a Influência na Identidade Cultural Brasileira: Explorar como a descoberta das cidades barrocas mineiras influenciou o desenvolvimento da identidade artística e cultural do Brasil, destacando os elementos que foram incorporados à cultura nacional. 5. Analisar a Recepção Crítica e o Legado: Analisar a recepção crítica da viagem de 1924 e seu legado duradouro na história da cultura brasileira, destacando como esse evento cultural foi percebido ao longo do tempo. 6. Oferecer uma Abordagem Multidisciplinar: Adotar uma abordagem multidisciplinar, combinando elementos de história da arte, literatura, antropologia cultural e história, a fim de proporcionar uma compreensão abrangente desse momento cultural único. 7. Promover o Acesso a Fontes Inéditas: Colaborar com especialistas e instituições culturais para reunir materiais inéditos, como cartas, diários, desenhos e fotografias relacionados à viagem de 1924, oferecendo aos participantes acesso a documentos históricos relevantes. 8. Estimular o Debate e a Reflexão: Fomentar discussões e reflexões entre os alunos e professores participantes sobre a importância da viagem modernista de 1924 na construção da identidade cultural do Brasil. 9. Incentivar a Apreciação da Cultura Brasileira: Inspirar o público a apreciar e valorizar a riqueza da cultura brasileira, promovendo o turismo interno cultural e responsável. 10. Promover a Compreensão da Arte e da História Brasileira: Fornecer aos participantes ferramentas para compreender a arte e a história brasileira, destacando como esses elementos são fundamentais para a identidade nacional.
PRODUTO CULTURAL: Livro JUSTIFICATIVA GERAL Este projeto se enquadra na LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, de acordo com os seguintes objetivos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; A realização deste projeto de publicação se justifica pela importância histórica e cultural da viagem dos modernistas paulistas a Minas Gerais em 1924. Esse evento representou um marco na história cultural do Brasil, pois marcou a interação entre vanguarda e tradição, revelando como os intelectuais consagrados pela Semana de Arte Moderna de 22 encontraram em Minas Gerais uma cultura ao mesmo tempo própria do Brasil, porém distante das transformações vividas em São Paulo na década de 1920. Ao celebrar o centenário desta jornada, o projeto visa resgatar e preservar a memória desse momento significativo, além de analisar o impacto duradouro dessa experiência na produção artística e na identidade cultural brasileira. Através de pesquisa aprofundada e abordagem multidisciplinar, o projeto busca enriquecer a compreensão desse período crucial da história cultural do Brasil e torná-lo acessível ao público em geral. JUSTIFICATIVAS ESPECÍFICAS 1. Preservação da Memória Cultural: A viagem dos modernistas paulistas a Minas Gerais em 1924 é um marco cultural na história do Brasil. Preservar e documentar essa memória é essencial para garantir que as futuras gerações compreendam o legado cultural e artístico desse período. 2. Impacto na Identidade Cultural Brasileira: A viagem representou um momento de redescoberta do Brasil, no qual os modernistas encontraram novas perspectivas sobre a cultura e a identidade nacionais. Explorar esse impacto é fundamental para entender como a cultura brasileira se desenvolveu. 3. Interseção entre Vanguarda e Tradição: O evento ofereceu uma oportunidade única para a interação entre as vanguardas artísticas europeias e a rica tradição cultural das cidades barrocas mineiras. Isso é essencial para entender como a cultura brasileira se modernizou sem perder suas raízes históricas. 4. Contribuição para a História da Arte Brasileira: O projeto enriquecerá a pesquisa em história da arte brasileira, proporcionando uma análise aprofundada das obras e influências dos modernistas que participaram da viagem, bem como de artistas locais que colaboraram com eles. 5. Contextualização Histórica e Cultural: Ao analisar o contexto histórico em que a viagem ocorreu, o projeto contribuirá para uma compreensão mais ampla das transformações culturais e sociais que ocorreram no Brasil na década de 1920. 6. Enriquecimento da Bibliografia Acadêmica: A publicação, em diálogo com a historiografia já produzida sobre o tema, preencherá lacunas na literatura acadêmica, ao abordar essa viagem em profundidade e com novos olhares, fornecendo material valioso para futuras pesquisas e estudos acadêmicos. 7. Acesso a Fontes Inéditas: O projeto pode envolver a colaboração com instituições culturais e familiares dos modernistas, permitindo o acesso a fontes inéditas, como cartas, diários e fotografias, desenhos, enriquecendo o conhecimento sobre o evento. 8. Difusão Cultural e Educativa: Ao tornar a história da viagem mais acessível ao público em geral, o projeto contribuirá para uma maior apreciação da cultura brasileira e estimulará o interesse por eventos culturais significativos, assim como para viagens, fortalecendo o turismo iterno cultural e responsável. 9. Comemoração do Centenário: O projeto é uma forma apropriada de celebrar o centenário dessa jornada, destacando sua relevância contínua na cultura brasileira. 10. Divulgação das pesquisas realizadas pela pesquisadora Angela Brandão: O projeto também oferece a oportunidade de reconhecer e destacar o trabalho da Profa. Angela Brandão, cuja tese de doutorado defendida na Espanha não teve uma edição em língua portuguesa e portanto manteve seu caráter inédito, como valorização do esforço da pesquisadora e de sua contribuição para a história da arte no Brasil. 11. O projeto de publicação justifica-se por sua importância na preservação da memória cultural, compreensão da identidade cultural brasileira, enriquecimento da pesquisa acadêmica e promoção da história da arte brasileira. Além disso, celebra um marco significativo na história cultural do Brasil e estimula o interesse público pela riqueza cultural do país. PRODUTO CULTURAL: Curso Formativo Contrapartida Social A realização do curso "Viagem Cultural: 100 Anos da Expedição Modernista a Minas" se justifica por várias razões gerais e específicas. Justificativas Gerais: 1. Celebração do Centenário Significativo: O curso marca o centenário de um evento cultural notável na história brasileira, a Expedição Modernista a Minas Gerais em 1924, oferecendo uma oportunidade única para celebrar essa data importante. 2. Promoção da Cultura Brasileira: Contribui para a promoção da cultura brasileira, destacando a importância da Expedição Modernista na formação da identidade artística e cultural do país. 3. Educação e Formação: Oferece uma oportunidade valiosa de educação e formação para alunos e professores da rede pública, fornecendo conhecimento sobre a história, arte e literatura do Brasil. 4. Conexão entre Vanguarda e Tradição: Explora a relação entre vanguarda e tradição artística, demonstrando como a viagem de 1924 influenciou a fusão desses elementos na cultura brasileira. 5. Preservação do Patrimônio Cultural: Contribui para a preservação do patrimônio cultural brasileiro, destacando a importância de cidades históricas, como Ouro Preto e Mariana. 6. Turismo Cultural Responsável: Promove o turismo cultural responsável, incentivando os participantes a explorar as riquezas culturais do Brasil. Justificativas Específicas: 1. Compreensão do Contexto Modernista: Proporciona uma compreensão aprofundada do contexto modernista no Brasil, destacando o impacto da Expedição Modernista de 1924. 2. Influência nas Obras de Arte e Literatura: Analisa como as experiências durante a viagem influenciaram as obras de artistas modernistas como Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. 3. Interactions entre Modernistas e Locais: Examina as interações e colaborações entre os modernistas e artistas e intelectuais locais de Minas Gerais, destacando a riqueza dessas trocas culturais. 4. Desenvolvimento da Identidade Nacional: Mostra como a viagem de 1924 contribuiu para o desenvolvimento da identidade cultural e artística do Brasil, incorporando elementos da cultura barroca mineira. 5. Recepção Crítica e Legado: Analisa a recepção crítica da viagem ao longo do tempo e como seu legado continua a influenciar a cultura brasileira. 6. Abordagem Multidisciplinar: Adota uma abordagem multidisciplinar que combina elementos de história da arte, literatura, antropologia cultural e história para fornecer uma compreensão completa do tema. 7. Acesso a Fontes Inéditas: Oferece aos participantes a oportunidade de acessar fontes inéditas relacionadas à Expedição Modernista de 1924, tornando o curso ainda mais valioso. 8. Desenvolvimento de Habilidades Críticas: Ajuda os alunos e professores a desenvolver habilidades críticas de análise, interpretação e apreciação da cultura brasileira. 9. Incentivo ao Turismo Cultural: Incentiva o turismo cultural no Brasil, promovendo o interesse em visitar locais históricos e culturais. 10. Construção de Conhecimento e Identidade Nacional: Contribui para a construção de conhecimento e identidade nacional, destacando a importância da história e da cultura do Brasil.
Nas páginas de “1924-2024 A Viagem De Descoberta Do Brasil 100 Anos Depois”, optou-se por um formato de livro de 21 cm x 28 cm, proporcionando um equilíbrio perfeito entre praticidade e impacto visual. Com um total de 150 páginas, este livro é uma jornada repleta de imagens deslumbrantes e informações ricas sobre a viagem modernista. O papel escolhido para a impressão foi um papel couché de alta qualidade, ideal para destacar a beleza das fotografias históricas. Cada imagem é reproduzida com uma resolução de 300 DPI, garantindo uma qualidade de impressão nítida e vibrante. A capa deste livro é feita de um material resistente, com uma capa dura que confere durabilidade e um toque de elegância. A capa dura é laminada com um acabamento fosco, proporcionando uma sensação suave e um visual sofisticado. A encadernação escolhida foi a costura, assegurando que o livro seja durável e mantenha-se em boas condições ao longo do tempo. As margens e sangrias foram definidas cuidadosamente para garantir que as imagens e o texto se encaixem perfeitamente nas páginas, sem cortes indesejados. Todas as imagens coloridas foram preparadas no modo CMYK para impressão, assegurando uma reprodução fiel das cores. Além disso, o autor optou por uma edição bilíngue, com textos em português e inglês, tornando o livro acessível a um público internacional, o que se alinha com a expectativa de receber visitantes de diferentes partes do mundo, especialmente durante o G20 que ocorrerá no Rio de Janeiro em 2024. Com uma tiragem de 8.000 exemplares, este livro não apenas celebra a rica herança cultural da viagem, mas também contribui para a preservação e disseminação do conhecimento sobre essa cidade histórica e suas tradições. É um tributo à beleza arquitetônica, à história cultural e às tradições vibrantes que esta jornada forneceu aos modernistas, destinado a inspirar, educar e encantar todos aqueles que o exploram.
PRODUTO: PUBLICAÇÃO/LIVRO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Espaço de Eventos Acessível: Garantiremos que os eventos relacionados ao projeto sejam realizados em locais com acessibilidade física adequada. Isso incluirá a presença de rampas, elevadores, e banheiros acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida.Guias Táteis: Nos eventos e exposições, providenciaremos guias táteis para permitir que pessoas com deficiência visual explorem as obras de arte de forma tátil, compreendendo suas características físicas e contextos culturais. Acessibilidade de Conteúdo: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOSLibras (Língua Brasileira de Sinais): Garantiremos que haja intérpretes de Libras disponíveis em eventos, palestras e seminários relacionados ao livro para atender ao público surdo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:Audiodescrição: Através de QRCode em alto-relevo no verso da publicação todo o seu conteúdo estará disponível em audiodescrição, permitindo que pessoas com deficiência visual entendam as características e contextos das obras de arte. Qualquer conteúdo de vídeo relacionado ao projeto, será legendado de forma descritiva e em libras para que pessoas com deficiência auditiva possam compreender o conteúdo sem depender exclusivamente do áudio. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:Materiais de Leitura Simples: Disponibilizar materiais de leitura simples que expliquem o conteúdo da coleção de forma clara e acessível. Comunicação Visual Clara: Utilizar uma comunicação visual clara e concisa nas embalagens e materiais de marketing, facilitando a compreensão. Assistência Personalizada: Oferecer assistência pessoal para visitantes com deficiência cognitiva que possam precisar de orientação ou apoio adicional. Essas ações de acessibilidade, tanto físicas quanto de conteúdo, garantirão que o livro seja inclusiva e acessível a pessoas com diferentes tipos de deficiência, promovendo uma experiência igualitária e enriquecedora para todos. Contrapartida Social Produto: Curso Formativo As medidas de acessibilidade serão adotadas para 100% das sessões/aulas. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: 1. Acessibilidade Física do Espaço: Que o local físico onde as aulas serão transmitidas e gravadas seja acessível, com rampas, elevadores e banheiros adaptados para pessoas com deficiência física. 2. Guia Tátil: Uso de guias táteis no chão para orientar as pessoas com deficiência visual nas instalações do curso. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1. Audiodescrição: Fornecer audiodescrição de imagens e gráficos usados nas aulas e materiais de apoio, permitindo que pessoas com deficiência visual entendam o conteúdo visual. 2. Documentos Digitais Acessíveis: Garantir que todos os documentos digitais (PDFs, apresentações, etc.) sejam acessíveis, com texto alternativo para imagens e formatação apropriada. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 1. Legendas Descritivas: Incluir legendas descritivas em vídeos, permitindo que pessoas com deficiência auditiva compreendam o conteúdo falado. 2. Tradução em Libras: Disponibilizar os vídeos com tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para aqueles que utilizam essa língua como principal forma de comunicação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: 1. Materiais de Leitura Simples: Oferecer materiais de leitura simples, resumos claros e acessíveis, para tornar o conteúdo mais compreensível para pessoas com deficiência cognitiva. 2. Apoio Individual: Disponibilizar apoio individual para alunos que possam necessitar de orientação adicional ou modificações no currículo de acordo com suas necessidades. 3. Métodos de Ensino Variados: Utilizar diferentes métodos de ensino, como recursos visuais, exemplos práticos e discussões em grupo, para acomodar diferentes estilos de aprendizagem. 4. Pausas e Flexibilidade de Tempo: Permitir pausas e flexibilidade de tempo para acomodar as necessidades individuais de aprendizado.
PRODUTO: PUBLICAÇÃO/LIVRO Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (ESPECIFICAR AS AÇÕES PARALELAS) AÇÕES: 1. Publicação Acessível e Difusão: Publicar os volumes a preços acessíveis, garantindo que um público amplo e diversificado possa adquirir e desfrutar da publicação. Estabelecer parcerias com livrarias, bibliotecas e instituições culturais em todo o Brasil para ampliar a disponibilidade dos volumes. 2. Bibliotecas e Instituições de Ensino: Doar 20% dos exemplares da publicação para bibliotecas de escolas e instituições culturais em todo o país, garantindo que as obras estejam disponíveis para fins educacionais e de pesquisa. 3. Eventos Culturais e Palestras: Organizar eventos culturais, como lançamentos de livros, palestras e seminários, nos quais especialistas possam discutir as ideias de publicação e a sua relevância. Disponibilizar esses eventos online para alcançar um público mais amplo. 4. Edições Digitais e Acesso Online: Criar edições digitais da publicação para disponibilização online, permitindo que as obras sejam acessadas em formato digital. Garantir que as edições digitais estejam disponíveis gratuitamente ou a preços acessíveis. 5. Programas de Educação e Formação: Desenvolver programas de formação e educação relacionados a publicação, incluindo cursos, workshops e recursos didáticos. Oferecer acesso gratuito ou com desconto a esses programas para estudantes, professores e pesquisadores. 6. Parcerias com Instituições Educacionais: Estabelecer parcerias com escolas e instituições educacionais para integrar a publicação em currículos acadêmicos. Fornecer cópias dos volumes para uso em sala de aula e como recursos de pesquisa. 7. Divulgação em Mídias Sociais e Materiais Promocionais: Utilizar plataformas de mídias sociais para divulgar a publicação e compartilhar conteúdo relacionado, envolvendo o público e promovendo discussões. Criar materiais promocionais, como vídeos, infográficos e artigos, para destacar a importância da coleção e suas contribuições para a cultura e a educação. CONTRAPARTIDA SOCIAL PRODUTO: CURSO FORMATIVO Para promover a democratização de acesso ao curso é importante considerar uma variedade de estratégias para distribuir e comercializar os produtos da proposta, bem como medidas adicionais para ampliar o acesso: 1. Distribuição de Materiais Impressos: Os materiais do curso, como apostilas, livros ou folhetos, serão distribuídos gratuitamente em escolas, bibliotecas, instituições culturais e centros comunitários onde o curso será realziado. Isso permite que o conhecimento sobre a temática seja facilmente acessível para todos. 2. Acesso Online Gratuito: Será disponibilizado o conteúdo do curso online, por meio de uma plataforma de ensino virtual, de forma gratuita. Os alunos e professores podem acessar o material a qualquer momento, ampliando o acesso a pessoas que não podem participar presencialmente. 3. Transmissão ao Vivo (Live Streaming): As sessões do curso serão realizadas presencialmente, mas também transmitidas ao vivo pela internet. Isso permite que pessoas acompanhem as aulas em tempo real, tornando o curso acessível a um público mais amplo. 4. Parcerias com Escolas e Instituições: Parcerias com escolas públicas, instituições de ensino superior e instituições culturais locais para promover o curso entre os alunos e professores. Isso incluí a integração do curso ao currículo escolar. 5. Redes Sociais e Mídia: Uso das redes sociais e a mídia local para promover o curso, compartilhando informações, vídeos e imagens relacionados ao conteúdo. Isso pode atrair a atenção de um público mais amplo. 6. Feedback e Avaliação Contínua: Coleta de feedback dos participantes ao longo do curso para fazer ajustes e melhorias. Isso garante que o curso seja adaptado às necessidades da comunidade.
Lucas Olles | Proponente - responsável pela gestão do processo decisório | Editor e Coordenador do Projeto | Historiador, Museólogo e Consultor Cultural formado em História pela PUC-SP, Mestrando em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo e Técnico em Museologia pela ETEC, MBA em Gestão de Economia Criativa pela Universidade Belas Arte, profissional com ampla experiência em múltiplas áreas (corporativa, museológica, cultural, teatral e acadêmica); extenso histórico e experiência nas áreas de pesquisa histórica e museológica; captação de recursos e leis de incentivo; gestão e produção cultural e teatral; roteiros e atividades pedagógicas; experiência em coordenação de equipes em simultâneos projetos com prazos e orçamentos variados; consultoria de implantação e gestão museológica e cultural; gestão de políticas públicas culturais. Há mais de 10 anos atua na área de gestão cultural de forma ampla e em múltiplos segmentos como: teatro, exposições, publicações, circo, cinema, shows, mídias e projetos sociais e esportivos. Realiza projetos em conjunto com órgãos públicos e privados de diversos portes. Também tem histórico de atuação em instituições museológicas e de salvaguarda de patrimônio como Itaú Cultural, Caixa Cultural, CCBB, Farol Santander, SESC e FIESP. Tem em seu currículo acadêmico mais de 50 visitas técnicas em museus na América Latina, EUA e Europa. Participou de projetos como "Bibi Histórias e Canções"; "Bibi, Canta e Conta Piaf"; "Bibi, Canta e Conta Sinatra"; "Letras em Cena"; "Adão, Eva e mais uns Caras"; além de dezenas de musicais. Angela Brandão | Autora | Editora responsável | Pesquisadora | Possui graduação em Licenciatura e Bacharelado em História pela Universidade Federal do Paraná (1993), especialização em Arte e Cultura Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto (1998), mestrado em História da Arte e da Cultura pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e doutorado em História da Arte - Historiografia, Metodologia e Conservação de Patrimônio pela Universidad de Granada, Espanha (2002). Realizou estudos de pós-doutorado junto à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP entre 2008 e 2010. Foi professora no Departamento de Desenho Industrial da Universidade Tecnológica Federal do Paraná entre 1999 e 2009 e no Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora - MG entre 2009 e 2010. Foi professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em História do Departamento de História do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Juiz de Fora até 2012. Atualmente é professora Associada III no Curso de Bacharelado em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo e professora permanente do Programa de Pós-Graduação em História da Arte na UNIFESP, do qual foi coordenadora entre 2013 e 2017. Atualmente é coordenadora do Polo Guarulhos do Instituto de Estudos Avançados e Convergentes (IEAC).Tem experiência na área de História da Arte, com ênfase em História da Arte Brasileira, atuando principalmente nos seguintes temas: história do mobiliário e do mobiliário brasileiro, arte barroca e rococó, barroco e rococó mineiro. É membro do Comitê Brasileiro de História da Arte desde 2012 e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq (Pq2) a partir de 2018. Cássio da Silva Fernandes | Editor | Possui Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (1992), Especialização em Teoria Literária pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1993), Mestrado em História Social pela Universidade Estadual de Campinas (1998) e Doutorado em História Social pela Universidade Estadual de Campinas (2003), com estágio de 18 meses (Bolsa Doutorado Sanduíche) na Universitá degli Studi di Pisa - Itália (2001 e 2002). Foi Professor Adjunto do Departamento de História da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), entre 2005 e 2011. Atualmente é Professor Associado III do Departamento de História da Arte da Universidade Federal de São Paulo, onde atua na área de História e Historiografia da Arte e da Cultura no Renascimento. É ainda Professor do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo, onde atua como orientador de mestrado, Doutorado e supervisor de Pós-Doutorado. Professor Convidado no Mestrado (Master) em História da Arte, no Kunsthistorisches Institut (Instituto de História da Arte) da Universidade de Zurique (Suíça), em 2012. É autor da organização, tradução para o português, apresentação e notas dos livros de Jacob Burckhardt, "O Retrato na Pintura Italiana do Renascimento" (2012), e de Aby Warburg, "A Presença do Antigo. Escritos Inéditos", vol. 1 (2018). É editor de "Imagem: Revista de História da Arte", periódico científico do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.