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Realização de formação cultural e artística gratuita para crianças e adolescentes, com foco em música erudita tendo ações complementares de dança, teatro e capoeira.
Não se aplica
Objetivo Geral Promover o acesso à arte e cultura tendo em vista o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes atendidos pela instituição. Objetivos Específicos: · OBJETIVO 1: Oferecer o direito ao desenvolvimento da musicalidade. O primeiro objetivo é trabalhar a exploração sonora diversa (de instrumentos musicais e de fontes sonoras), a escuta (do outro, dos sons, do ambiente, de músicas) e aspectos das propriedades do som: altura, ritmo, intensidade e timbre, para o desenvolvimento da musicalidade das crianças de 4 a 17 anos. · OBJETIVO 2: Estimular o desenvolvimento musical (técnico, criativo, interpretativo, auditivo etc) e a criatividade. Este objetivo fomenta o desenvolvimento da musicalidade através do ensino de instrumentos musicais ofertados na instituição e, onde os jovens podem escolher um deles para o aprofundamento. · OBJETIVO 3: Estimular o desenvolvimento pessoal e expressão corporal através de atividades de dança, capoeira e teatro, fomentando a saúde, a expressão corporal e pessoal, e o desenvolvimento artístico. · OBJETIVO 4: Ampliar o repertório cultural por meio do estudo de diferentes áreas culturais e contato com apresentações artísticas profissionais, onde os jovens participarão de passeios e atividades culturais fora da instituição.
O projeto tem como ponto de partida o alinhamento com a missão da instituição na promoção da cidadania e enfrentamento das desigualdades, planejando estrategicamente o desenvolvimento de crianças e adolescentes. Os investimentos públicos na cultura, em especial na música e expressões corpoarais, demonstram-se precários e colocam as pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social numa posição desprivilegiada. Em 2016, a Lei Federal nº 13.278/16 instituiu como componente curricular as linguagens de artes visuais, teatro, dança e música na educação básica. No entanto, a lei não é clara em relação à formação do profissional capacitado para o ensino de tais linguagens, nem dos conteúdos, dando margem a qualquer interpretação por parte das escolas, sem qualquer pressuposto de investimento para o ensino. Desta forma, o ensino de artes de maneira eficiente fica a cargo de iniciativas pontuais de algumas escolas que reconhecem essa importância formativa no desenvolvimento do cidadão. Assim, trabalhar linguagens artísticas em um projeto socioeducacional é não só preencher uma lacuna com poucos investimentos públicos efetivos, mas de fornecer o direito ao acesso e ao conhecimento artístico, ampliando o repertório cultural das crianças e jovens atendidos e diminuindo a desvantagem de conhecimento em relação às crianças de classes sociais mais favorecidas. É sabido que a infância, principalmente a fase que vai até os sete anos, representa uma etapa fundamental no desenvolvimento humano. Aproveitar este momento oferecendo uma formação musical significativa, traz benefícios sólidos. Já na adolescência, é de suma importância que o indivíduo se identifique e se dedique a atividades de lazer e cultura, pois nesta fase a vulnerabilidade social e baixa autoestima abrem caminhos para o envolvimento, uso e abuso de substâncias psicoativas. É preciso que pensemos qual a importância das artes, prioritariamente da música, na formação do cidadão para além das habilidades técnicas. Em práticas musicais coletivas são trabalhados saberes sociais que estão mais adiante de tocar notas, escalas, acordes e ritmos precisos, como: saber a hora em que se é protagonista ou coadjuvante, reconhecendo a individualidade X a coletividade; perceber quando está servindo de um suporte fundamental para que outra pessoa possa ser solista da situação; ouvir o grupo e ouvir a si mesmo; identificar e conseguir se comunicar de uma forma não verbal; entre outros aspectos cruciais para o desenvolvimento social do ser humano. Citando a educadora Teca Alencar de Brito (2003), em Música na educação infantil - propostas para a formação integral da criança: "Um trabalho pedagógico musical deve se realizar em contextos educativos que entendam a música como processo contínuo de construção, que envolve perceber, sentir, experimentar, imitar, criar e refletir [...] A educação musical não deve visar à formação de possíveis músicos do amanhã, mas sim à formação integral das crianças hoje" (BRITO, 2003, p. 46) Para um projeto social que visa a enfrentar as desigualdades, trabalhar a arte é também um meio para conquistar a promoção da cidadania, como uma potencial ferramenta de formação que possa romper com ciclos de pobreza, violência, vulnerabilidade e desigualdade nos quais crianças e adolescentes estão inseridos. Por meio do ensino de artes de forma estruturada com ambiente adequado, profissionais qualificados e instrumentos específicos, prepara-se a criança e adolescente de forma integral para o conhecimento e usufruto de direitos, ampliação de repertório e construção de agentes culturais multiplicadores no próprio território. Este projeto apresenta, portanto, uma proposta sólida para enfrentar a problemática social aqui apresentada, tendo como público-alvo a população do entorno da Instituição, residentes nas comunidades próximas ou do extremo leste paulistano (Itaquera, São Miguel Paulista, São Mateus, Ermelino Matarazzo e dos bairros de Cidade A. E. Carvalho, Artur Alvim, Cidade Patriarca e Cidade Tiradentes) a maioria dessas famílias é monoparental feminina, tendo a mulher como arrimo de família, que trabalha em situação informal cumprindo mais de 8 horas diárias nas imediações da Instituição sem perspectivas de crescimento profissional. Como mais uma consequência, não possuem disponibilidade de tempo para acompanhar efetivamente o desenvolvimento cognitivo, comportamental e socioemocional de seus filhos para educá-los de maneira integral, comprometendo os vínculos familiares e a formação ampla destas crianças e jovens. É neste contexto que se inserem as ações do Lar Sírio, instituição localizada em uma área de 25 mil metros quadrados no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo. Realizando, atualmente, uma ressignificação dos seus ambientes de aprendizagem junto às crianças e adolescentes, promovendo o protagonismo infanto-juvenil. Os trabalhos com os usuários são desenvolvidos com educadores sociais, professores especialistas, e as intervenções são pautadas com a participação efetiva dos atendidos, objetivando o respeito às diferenças e às potencialidades individuais e coletivas. A partir da integração do tripé Família, Poder Público e Sociedade Civil, o Lar Sírio atua com projetos socio educacionais baseados em valores humanos universais, tendo sua atuação reconhecida ao longo de seus 100 anos de existência, impactando a vida de inúmeras crianças, jovens e suas famílias. Diante desta realidade e da proposta de ação aqui apresentada, este projeto se enquadra nos objetivos previstos no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), atendendo aos seguintes incisos dos Art. 1º e 3º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Vídeo sobre o projeto e a instituição: https://youtu.be/VTg1urnsTQ4?si=7lkd9aWvmFsAMfii
FORMAÇÃO CULTURAL E ARTÍSTICA - Conteúdo Este curso multidisciplinar parte de uma proposta construtiva para formação intercultural capaz de sugerir resposta às necessidades específicas das crianças e adolescentes que possuem a sua própria história a ser valorizada. O autoconhecimento, a autonomia, a capacidade de tomar decisões e fazer propostas são outros pontos relevantes da metodologia aplicada. Uma metodologia que visa a desenvolver o senso de responsabilidade a partir do significado e da coerência entre a teoria e a prática, de forma que os aprendizes possam levar tais relações para sua vida cotidiana. As educadoras sociais desenvolverão seu planejamento anual alinhado ao projeto principal da instituição, com atividades propostas para um ambiente de aprendizagem destinado às práticas de musicalidade e expressões corporais e artísticas. MÚSICA ERUDITA A sala de musicalização infantil terá prateleiras abertas e na altura apropriada das crianças, para livre manuseio dos objetos sonoros e experimentações. A decoração como cortinas, tapetes, quadros e outros acessórios será construída com as crianças e adolescentes utilizando-se de material reciclado e sonoro. Desta forma, todo o ambiente criará uma atmosfera musical, tendo em vista: Ø o conhecimento do novo; Ø relação da criança com o objeto sonoro; Ø transformação de objetos em instrumentos; Ø a interação, a atuação e a imaginação infantil a partir da exploração sonora, rítmica e melódica; Ø provocação da curiosidade; Ø estimulo da autonomia. A metodologia do Projeto ocorrerá em 3 módulos, como segue: Módulo 1: Musicalização – 4 A 6 Anos Na primeira etapa trabalha-se a exploração sonora diversa (de instrumentos musicais e de fontes sonoras), a escuta (do outro, dos sons, do ambiente, de músicas) e aspectos das propriedades do som: altura, ritmo, intensidade e timbre, para o desenvolvimento da musicalidade da criança. Módulo 2: Iniciação - De 7 Anos Em Diante Essa etapa é introdutória às seguintes, sobretudo para quem não teve a oportunidade de ingressar na etapa 1 por ter sido inserido no Lar Sírio após os 6 anos. Aqui também há a intenção do desenvolvimento da musicalidade, porém, diante do ensino coletivo de instrumentos de música erudita ofertados na instituição. Cada aula tem uma turma de iniciação para que a criança e o adolescente possam ter contato com os instrumentos diversos e, no próximo ciclo, escolher um deles para o aprofundamento, assim, pode-se passar pela etapa 2 em mais de um instrumento. Módulo 3 – Básico, Intermediário, Avançado - de 7 anos em diante, para os atendidos que passaram pelas etapas 1 e/ou 2. Após ter concluído a etapa de musicalização e/ou iniciação, aqui a criança e adolescente escolhem o instrumento para o qual pretendem se dedicar, se essa for a opção delas/es. Com aulas coletivas, de acordo com a demanda, as turmas de intermediário e avançado são viabilizadas conforme as turmas mantenham a continuidade. Como em qualquer ambiente de ensino de música, é natural que haja uma diminuição na procura conforme o estudo progride. Caso a procura seja pequena para a formação de turma avançada, pode-se considerar a possibilidade de aulas particulares e/ou em duplas do determinado instrumento. OBS: Muitas vezes, a continuidade para um trabalho musical mais longo é prejudicada pela instabilidade na permanência da criança e adolescente no projeto. ATIVIDADES COMPLENTARES: DANÇA A linguagem da dança, considerada de extrema importância para o trabalho corporal, proporciona também a aprendizagem de diversas manifestações culturais e folclóricas, que resgatam a história em diferentes épocas. Entre as danças folclóricas trabalhadas estão a brasileira e a árabe. Além desses aspectos, a dança trabalha com ritmos, o equilíbrio e a coordenação, condições que contribuem inclusive para a qualidade da leitura. O trabalho em grupo, o respeito à dificuldade do outro, o reconhecimento de seus limites e possibilidades, a diversão e as formas de expressão também estão contempladas nessas aulas. PERCUSSÃO As aulas de percussão caracterizam-se pelo trabalho com variados ritmos brasileiros (Moçambique, Congada, Maracatu, Samba-reggae, samba, entre outros), o que valoriza e fortalece a nossa cultura, tendo como foco a música instrumental. Esses momentos aliviam o estresse, melhoram a concentração e a coordenação motora e favorecem a interação social e a convivência entre as crianças. Conhecer os sons, desenvolver a atenção auditiva e a percepção e conhecer diferentes instrumentos musicais também são objetivos desta atividade. O grupo de percussão do LAR chama-se Percurtindo, e participa de apresentações internas e externas. CORAL Esta atividade proporciona a musicalização através do canto-coral, da socialização, do contato com músicas folclóricas brasileiras e com repertório para coral infantojuvenil; estão presentes nessas aulas outros elementos da música, como a rítmica através da percussão corporal. A música é uma grande aliada educacional, pois aprimora habilidades importantes para a aprendizagem. O grupo de coral do LAR participa de apresentações internas e externas com o nome de “Canto que Encanta”. CAPOEIRA O curso propõe uma imersão na cultura da capoeira e da identidade brasileira, nos seguimentos: arte, cultura e educação para transformação. Com adaptações para cada grupo etário atendidos. Serão trabalhados vários aspectos: • O aspecto luta, está inserido na história de resistência que perpetua como movimento sócio educativo enquanto pratica cultura; • Cultura de paz - o termo jogar capoeira é conceito certo de se expressar, pois dentro deste jogo se constrói, as regras das quais não pode se burladas, tais como: respeito ao próximo e não fazer o que não gostaria que fosse feito consigo; • Noção espacial – nós não trabalhamos o seguimento artes marciais da luta com golpes de contatos, ou seja, condicionamos os alunos, a um limite espacial seguro que não haja contato corporal de golpes e auto controle dos movimentos para que não acerte o seu companheiro; • Multifuncional- os aspectos da musicalidade, historicidade, artístico, corporal e memoria ancestral; • Construir conhecimento sobre a cultura corporal de forma colaborativa com vivencias corporais reflete a identidade cultural de um grupo, compreendendo sua história, social e política. TEATRO A prática teatral fornece potentes exercícios de integração social, desenvolvimento expressivo, criação de consciência individual e coletiva. Quando ensinados sob a orientação de profissionais que prezam pela ética e coerência, podem resultar em benefícios transformadores para os alunos-artistas participantes. Os conteúdos a serem trabalhados neste projeto, através da linguagem teatral, envolvem: - a criação de consciência corporal; - o hábito de expressar emoções em contextos ficcionais e reais; - a flexibilização de bloqueios criativos e/ou pessoais; - o aumento da comunicabilidade; - o despertar da sensibilidade; - a melhora da autoimagem; - a descoberta de personalidade e autenticidade pessoal; - a tomada de protagonismo em sua própria trajetória, aceitando suas histórias de vida; - o treinamento em fazer escolhas e na tomada de decisões eficazes; - controle emocional para lidar com imprevisibilidades; - o exercício ao respeito às diferenças; - o aprendizado em fazer e receber críticas construtivas; - o exercício da coletividade; - o entendimento das contradições presentes nas pessoas e na sociedade; - a busca por soluções criativas diante das problemáticas existentes;
Acessibilidade Física – A instituição conta com rampas de acesso e corrimãos nos locais em que serão realizadas as atividades. Além disso as atividades de Dança, Capoeira e Teatro têm em sua proposta pedagógica atividades adaptadas que contemplam as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo – Caso tenham, entre o público inscrito no projeto, pessoas com deficiência auditiva contrataremos Intérprete de Libras que farão a mediação para esse público. Além disso, em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, realizaremos uma formação em educação inclusiva e acessibilidade para capacitar e reciclar os educadores da instituição no contato com pessoas com deficiência intelectual e visual.
O projeto tem duração de 12 meses, em cada semestre atenderá a 584 crianças e adolescentes de 04 a 14 anos atendidos diariamente pela instituição, oferecendo formação cultural e oportunidades de desenvolvimento socio educacional de forma totalmente gratuita. Totalizando ao final do projeto 1168 atendidos. A prioridade é dada para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social, devidamente selecionados por critérios de análise socioeconômica da família em que está inserido e que passam a participar do Programa de Apoio Socioeducacional (PASE) do Lar Sírio, assim como para jovens a partir de 15 anos com o mesmo perfil social e que participa das atividades do Programa de Apoio Profissionalizante (PAP). Os principais critérios para os atendimentos destes adolescentes e jovens estudantes são possuir número de NIS (CADÚNICO), com abrangência territorial. A entrevista e os instrumentais do serviço social são considerados para o estudo técnico no ingresso para os Programas da instituição, tendo em vista um trabalho de promoção e equidade social, inclusão e enfrentamento das desigualdades. Também são atendidos jovens encaminhados pelo CRAS e CREAS, além das escolas públicas do território e SAICAS parceiros. As vulnerabilidades atendidas no Lar Sírio envolvem precariedade de renda, além de necessidades insatisfeitas em múltiplos âmbitos (escolaridade, alimentação, saúde, moradia, trabalho, transporte, etc.), relações sociais fragilizadas, baixa capacidade de mobilização de ativos e aspectos psicossociais negativos para crianças e adolescentes: Ø em situação de vulnerabilidade e risco social e econômico; Ø oriundas de famílias beneficiárias de programas de transferência de renda; CAD único; Ø encaminhadas pelo CRAS; Ø que possuam irmãos ou famílias participantes de outros programas sociais da Instituição; Ø em dupla dimensão da pobreza: privações materiais e privações de ordem subjetiva: Adolescentes reconduzidas ao convívio familiar, após medida protetiva de acolhimento; Ø com deficiência, beneficiárias ou não do BPC; Ø cuja guarda esteja em poder de avós ou parentes em dificuldades e em outras organizações familiares. Tais vulnerabilidades implicam em um pensar coletivo sobre políticas de prevenção, mitigação e enfrentamento das desigualdades. Desta forma, os incisos do art. 28 da IN nº 01/2023 contemplados por esse projeto são os seguintes: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
A instituição proponente, através de sua equipe técnica, será responsável pelo planejamento, execução, gestão e prestação de contas do projeto. As atividades serão realizadas por quatro núcleos: Núcleo Socio Educacional, Núcleo de Desenvolvimento Institucional, Núcleo de Comunicação e Núcleo de Assistência Social, contando os profissionais relacionados abaixo. Elaine Bueno Silva – Superintendente – Bacharel em Comunicação Social e Pedagogia. Especialista em: Tecnologias Educacionais e EaD; Gestão escolar; Gestão do 3º setor; Yoga. Autora de livros didáticos e paradidáticos. Palestrante e consultora educacional. Foi professora na rede pública de ensino e em Pós-graduação de Pedagogia, além de diretora pedagógica de escola na rede particular. Atualmente está como Superintendente na Organização da Sociedade Civil Lar Sírio Pró-Infância. Atribuições: Coordenação geral do projeto; articulação e supervisão das equipes. Marina Hannun – Coordenadora do Socioeducativo - Fonoaudióloga, Especialista em transtornos de aprendizagem. Trabalha no terceiro setor há mais de vinte anos, como Coordenadora Socioeducacional. É pós-graduanda em Serviço Social e Gestão de Projetos Sociais. Eliana Pereira Gomes – Coordenadora do Socioeducativo – Pedagoga com MBA em Gestão de Projetos em Terceiro Setor. Tem dezesseis anos de atuação no terceiro setor, sendo 10 anos no desenvolvimento de projetos voltados à preservação do meio Ambiente, com inclusão do Bairro em ações sócio educacionais; tem experiência com relacionamento empresarial e ampliação de parcerias na comunidade. Conselheira Suplente do Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Subprefeitura da Mooca. Atribuições: Coordenação pedagógica do projeto; elaboração de planos pedagógicos, conteúdos e estratégias de abordagens; articulação e supervisão dos educadores e educandos. Rogério Rodrigues dos Santos – Coordenador de Avaliação - Graduado em Pedagogia e Gestão em Recursos Humanos, formado em Artes Dramáticas e Pós-Graduado em Serviço Social e Gestão em Projetos Sociais. Atua há 20 anos no Terceiro Setor com foco em crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, como professor, educador social e neste momento faz parte da equipe de Coordenação Socio educacional. Atribuições: Elaboração de ferramentas para avaliação das ações realizadas no projeto e seus impactos na sociedade; aferição do cumprimento de metas e organização de indicadores. Cláudia Fernandes – Coordenadora do Serviço Social – Bacharel em Serviço Social. Especialista em Serviço Social de Empresa. Tem extensão em Trabalho Social com Famílias, Curso Intensivos sobre LOAS, Estatuto da Criança e Adolescente, Direitos da Família, Inteligência Emocional, Supervisão em Grupo com foco na Análise Transacional entre outros. Responsável pela Implantação do Serviço Social no Lar Sírio Pró Infância, Introdução do Programa de Apoio Socio Educacional, Encerramento do SAICA e início do Programa Família Berço da Vida e Projeto SoLar. Atribuições: Organiza o acolhimento e atendimento de crianças, adolescentes e suas famílias, em vulnerabilidade e/ou risco social, acompanhando para que se integrem às ações do projeto. Anderson Bueno – Coordenador de Comunicação - Graduado em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela FAPCOM e pós-graduado em Gestão de Negócios pela Esalq-USP, possui 15 anos de experiência em Comunicação para o Terceiro Setor, com foco em planejamento e gestão estratégica da comunicação integrada. Atribuições: Elaborar a estratégia de comunicação do projeto, planejar as ações de divulgação e Ricardo Chiarella Souza – Especialista em Editais e Capitação de Recursos (Núcleo de Desenvolvimento Institucional) - Bacharel em Ciências Sociais, produtor cultural, arte-educador. Tem experiência profissional em salvaguarda do patrimônio cultural; produção de projetos culturais e educativos; arte-educação, pesquisas e formações em história e cultura popular, cultura africana e afro brasileira. Em 2017 fundou a produtora “Candeia – Cultura e Educação”, atuando com consultoria e desenvolvimento de projetos culturais e educacionais; produção de artistas, shows e editais; articulação de serviços e produtos em arte e cultura brasileira Atribuições: Realiza o acompanhamento do projeto; gestão das ações e atividades; planejamento de relatórios e prestação de contas.
SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC