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Realização da montagem e temporada do espetáculo de teatro de dança MEDEIA. O projeto prevê ações de acessibilidade e democratização do acesso.
SINOPSE : ESPETÁCULO DE ARTES CENICAS Medeia é a história de uma personagem hostilizada ainda hoje, uma peça desafiadora que atua no imaginário do público como um ato insano, sem justificativa, algo abominável de ser imaginado ou aceito pela sociedade.Por trás desta história hedionda, podemos nos deparar também com uma das personagens mais intrigantes da dramaturgia, que questiona entre outros assuntos, questões importantes como a justiça num mundo machista, na qual a mulher está quase sempre subordinada a valores pré definidos e determinados pelos homens, trata igualmente de amor e do ódio, de paixão obsessiva a vingança e sofrimento, de cumplicidade e do orgulho ferido, sentimentos disparos que muitas vezes são separados por uma linha muito tênue. Medeia é uma peça icônica, para ser representada por artistas no apogeu de sua entrega e maturidade, uma personagem que jamais será esquecida depois de a termos conhecido, uma vingança impossível de ser admitida tanto para quem condena, quanto para quem absolve, a ética sendo levada ao extremo da compreensão do que é humano. SINOPSE CONTRAPARTIDA SOCIAL: Será realizada uma oficina tendo como tema as obras apresentadas no espetáculo e a tragetória artística dos bailarinos Marcelo Misailidis e Ana Botafogo.
Objetivo Gerral: O principal resultado do projeto é a realização da montagem e temporada do espetáculo de dança MEDEIA, com coreografia e direção de Marcelo Missailidis e Ana Botafogo. Objetivos específicos: Realizar 8 apresentações na cidade do Rio de Janeiro Realizar ações de acessibilidade e contrapartida social
Tratar de um assunto tão estarrecedor como a história da personagem Medeia, não é assunto fácil para ser trabalhado tanto no campo racional como emocional.A dança entra num espaço entre estes dois aspectos que diluem por vezes o protagonismo da razão tanto quanto sublimam aspectos da emoção, oferecendo ao público uma experiencia sobre o aspecto sensorial e da estética, a dramaticidade conduzida pela musicalidade, e a razão justificada no desequilíbrio e organização dos movimentos trançados pelos corpos que narram suas verdades no espaço, tudo aquilo que não pode ser dito pode ser admitido na dança.Evidentemente, que imaginar a linguagem da dança, aparentemente tão sublime seja igualmente frágil ao abordar um tema tão denso quanto este, no entanto é por ser um acesso tão delicado que pode abrir camadas para que o público possa desvendar melhor cada personagem, suas motivações e seu real valor moral e ético, e tudo aquilo que nos leva a atribuir uma sentença a respeito de condenar ou absolver as ações de cada um deles.A dança nos oferece a oportunidade de experimentar através do corpo do outro, algo que só pode ser percebido numa experiência sensorial de vibração física e movimento.É essa proposta realizada por uma equipe técnica e artísticas de grande experiência , que pretendemos levar para o público fluminense, carente de espetáculos de dança de qualidade. O apoio do Ministério da cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, será muito importante para que esta iniciativa possa ser realizada da forma pretendida, promovendo verdadeiramente a democratização do acesso ao produto cultural dele resultante. O projeto se enquadra principalmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E nos seguintes objetivos do Art. 3° da referida norma. I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Não se aplica.
O espetáculo terá duração de aproximadamente 60 minutos.
PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não foi previsto (os locais escolhidos para realização terão prioritariamente a acessibilidade necessária. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Serviço de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de profissionais qualificados e habilitados para a comunicação. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Mediador PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não foi previsto (os locais escolhidos para realização terão prioritariamente a acessibilidade necessária. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Serviço de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: contratação de profissionais qualificados e habilitados para a comunicação. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Mediador
Adotaremos os seguintes incisos/medidas do art. 24 da IN nº 01/2022 : III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
O dirigente da empresa proponente, Rômulo Rodrigues, terá a função de coordenação administrativa e finaceira do projeto. Idealização e direção:Marcelo Misailidis Coreógrafos: Ana Botafogo e Marcelo Misailidis Coordenação administrativa e finaceira do projeto: Rômulo Rodrigues Obs.: Os demais membros da equipe técnica e artística ainda serão convidados. CURRICULOS Marcelo Misailidis ( idealização e direção) Formação e Histórico em Dança Clássica Nasceu em Montevidéu/Uruguai, e iniciou seus estudos no Rio de Janeiro em 1986, No ano seguinte, ingressou na ABRJ, companhia dirigida pela coreógrafa Dalal Achcar, passou a trabalhar com o Sr. Desmond Doyle (artista de histórica importância no Royal Opera House). Nesse período, firmou grande conhecimento nos principais papeis do repertorio clássico. Entre outros trabalhos vale citar sua participação como solista no Bolero de Ravel de Maurice Bejart em 1998, dançando ao lado de Jorge Donn além de criações inéditas do coreografo Henrique Martins. No inicio da década de 1990, estagiou em Cuba, e ganhou notoriedade nacional no Concurso de Joinville do ano seguinte, ao se apresentar junto das principais bailarinas brasileiras, no mesmo festival. Tornou-se rapidamente um dos bailarinos de maior evidencia no cenário da dança brasileira, o que lhe valeu o convite para integrar o Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, como primeiro bailarino e atuar nos papeis principais. Os ballets que fazem parte do seu repertorio no TMRJ destacam-se: Giselle, Don Quixote, Lago dos Cisnes, La Fille Mal Gardee, O Quebra Nozes, Coppelia, Floresta Amazonica, Romeu e Julieta, Megera Domada, Eugene Oneguin, entre outros e ainda obras de estilo contemporâneo. Marcelo Misailidis trabalhou com grandes personalidades da dança como o coreografo Peter Wright, Vladmir Vassyliev, Nathalia Makarova, Marcia Haydee, Richard Cragun, o remontador oficial do Bolshoi Pribilov. Em 1997 decidiu iniciar sua carreira solo e potencializar o seu trabalho de versatilidade artística e interprete de forte estilo dramático em espetáculos como: Homenagem a Maiza, Orfeu e Euridice em versão opera-dança e Nijinsky (que foi seu maior desafio). Em Julho de 2000, foi homenageado e premiado em reconhecimento ao seu trabalho com a Medalha de Mérito Artístico pelo Conselho Brasileiro da Dança, representante do Conseil Internacional de La danse (UNESCO). De 2006 a 2008 assumiu a Direção Artística do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atualmente exerce a função de professor e ensaiador do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Formou-se em 2009 pela UniverCidade, graduado professor com licenciatura plena em Dança. Coreografou diversos espetáculos, além de pas-de-deuxs para a bailarina Ana Botafogo entre outros grandes nomes. Participa frequentemente como jurado dos principais festivais de dança do pais. Carnaval No carnaval ingressou a partir de 1998 como coreografo da Comissão de Frente na Escola de samba Unidos da Tijuca, onde ficou ate 2002. Defendendo esta Escola, recebeu em 1999 o premio samba Net, em 2001 o premio de melhor comissão de frente pela Radio Mania e em 2002 o premio de melhor comissão de frente do ano- Estandarte de Ouro premio concedido pelo Jornal O Globo. No ano de 2003 foi convidado a estar a frente da Comissão de Frente do Salgueiro e permaneceu ate o ano de 2007. E foi novamente premiado pelo estandarte de Ouro do Jornal O Globo nos anos de 2003 e 2005. No ano de 2006 foi escolhido como o melhor coreografo do Grupo Especial- Seleção Nota 10 do Samba - enquete realizada pelo Jornal Extra com os presidentes das Escolas de Samba do Grupo Especial. Em 2008 assumiu o cargo de coreografo de Comissão de Frente na Escola de Samba Unidos de Vila Isabel e permaneceu nesta ate 2013. No ano de 2009 recebeu todos os prêmios como melhor comissão de frente: Estandarte de Ouro do Jornal O Globo, Tamborim de Ouro, Plumas e Paetes, etc. Em 2012 recebeu: Tamborim de ouro e Tupi Carnaval Total. Em 2014 passou a integrar o grupo de artistas da Beija Flor de Nilópolis, na direção da Comissão de Frente. Em 2017 assume a direção de toda a criação artística da Beija Flor, notabilizado por aliar elementos lúdicos a desafios de alto nível tecnológico, em criações inéditas e originais. Sagrou-se Campeão do Carnaval de 2018, onde desenvolveu a concepção cênica da Escola de Samba Beija Flor de Nilópolis, que consistiu na autoria do Enredo, Conjunto de Alegorias e Comissão de Frente. Ana Botafogo ( bailarina) Ana Botafogo tem uma carreira incrível no mundo da dança. Conhecida por sua competência e comprometimento, a bailarina contagiou todos com seu amor pela dança e inspira jovens bailarinos e bailarinas do Brasil inteiro. Ana Maria Botafogo Gonçalves Fonseca (Rio de Janeiro, 9 de julho de 1957) iniciou seus estudos de ballet clássico ainda pequena, em sua cidade natal, mas complementou sua formação na Europa. Sem pensar em seguir profissionalmente na dança, prestou vestibular para letras e foi aprovada. Foi graças a um tio diplomata que issou mudou quando foi convidada por ele a passar um tempo estudando na França. Após 3 meses estudando na Sorbonne, Ana resolveu prestar audição para o novo ballet do famoso coreógrafo Roland Petit, já que tinha levado as sapatilhas… Ana foi aprovada e tornou-se bailarina profissional do Ballet de Marseille. Fazia parte do corpo de baile, mas teve oportunidades de substituir algumas solistas quando estas se machucavam. De volta ao Brasil no final da década de 70, Ana, ainda muito jovem, foi nomeada primeira bailarina do Teatro Guaíra (Curitiba-PR),onde ficou por 2 anos. Quando voltou à sua terra natal fez parte da Associação de Ballet do Rio de Janeiro, dirigida por Dalal Achcar e, em 1981 prestou audição para o balé do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde ganhou o papel de Primeira Bailarina. Ao longo de sua carreira, Ana Botafogo interpretou os papéis principais das mais importantes obras do repertório da dança clássica, como Coppélia, O Quebra Nozes, Giselle, Romeu e Julieta, Don Quixote, O Lago dos Cisnes, Zorba o Grego, A Megera Domada e muitos outros. Ana recebeu inúmeros títulos pelo reconhecimento ao conjunto do trabalho e divulgação da dança em todo o território nacional. Além disso, esteve no palco com outros grandes nomes da dança; alguns de seus principais partners foram Fernando Bujones, Jean Yves Lormeau, Julio Bocca, Stephen Jefferies, Lazaro Carreño, Alexander Godunov e Richard Cragun. Também dançou como artista convidada de importantes companhias de ballet, tais como: Saddler’s Wells Royal Ballet (Inglaterra), Ballet Nacional de Cuba (Cuba), Ballet del Opera di Roma (Itália), entre outras. Rômulo Rodrigues (Coordenação administrativa e finaceira do projeto) Autor, ator e produtor. Formou-se em produção teatral pela Escola de Artes Técnicas Luiz Carlos Ripper e, como ator, pela Escola de Teatro Martins Pena. Como dramaturgo e produtor, seus mais recentes trabalhos foram os espetáculos musicais "FAVELA 2 - A GENTE NÃO DESISTE" (2018 e 2020); "ANDANÇA – BETH CARVALHO, O MUSICAL" (2015 a 2019) em homenagem à cantora Beth Carvalho e a comédia musical FAVELA 2- A GENTE NÃO DESISTE; (2013 a 2017). Participou da produção e pesquisa do “CATÁLOGO BRASILEIRO DE DRAMATURGIA” de Maria Helena Kuhner, ganhador do Prêmio Shell 2007 na categoria especial. Foi fundador do CEPETIN - Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil, no qual atuou, de 2006 a 2012, como um dos coordenadores, sendo responsável pela produção de projetos como o Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, patrocinado pela OI e Governo do Estado do Rio de Janeiro, do qual participou como jurado nos anos de 2010 e 2011.Foi diretor de produção da Mostra de cinema O Realismo Social no Cinema de Mike Leigh; com patrocínio e realização do Centro Cultural Banco do Brasil - RJ. É diretor da empresa de produções artísticas PRAMA COMUNICAÇÃO.
PROJETO ARQUIVADO.