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PRONAC 2316431Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Abalou Bangu 3 - O Filho

MARINHO D'OLIVEIRA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 737,0 mil
Aprovado
R$ 737,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-04-01
Término
2024-10-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O objetivo da terceira edição da franquia "Abalou Bangu" é a retomada de uma tradição na cena brasileira: a comedia popular de costumes. No caso deste "3", a tolerância e a convivência com as diferenças _ tema tão caro aos dias que correm _ são o tema central, coadjuvado pela instituição familiar e pela vida contemporânea na cidade grande. Tudo regado a muito humor e fortes contornos de crítica social. Naturalmente, como acontece com qualquer gênero teatral, a comédia de costumes também precisa ser reinventada e adaptada aos tempos atuais.

Sinopse

Sinopse da Obra: Abalou Bangu 3 - O Filho, é uma comédia teatral. Maria Elvira (Cristina Pereira) e Maurício Otávio (Ary Fontoura) se mudaram de Bangu para Copacabana. Estranham tudo: as pessoas, o comportamento, o comércio. Mesmo assim, decidem comemorar seus 40 anos de casados com uma festa. Que não aparece ninguém. Na realidade, eles só organizaram a tal festa como uma isca para reencontrar o filho querido – Felipe (Renato Rabelo) – que nunca mais viram desde que este foi morar na Barra. Quando Maria Elvira e Maurício Otávio estão dando a noite por encerrada, eis que surge Felipe acompanhado por sua mulher, Monique (Carla Diaz.). E o que se vê em cena é um hilariante choque cultural. A mais bem-sucedida franquia de comédia popular teatral do século XXI chega à sua terceira edição, aprofundando, ainda mais, seus contornos que pregam a tolerância na sociedade. Afinal, nossas quatro personagens não podem ser mais diferentes entre si: um casal de meia-idade suburbano e conservador, e dois jovens: um filho pragmático que trabalha no mercado financeiro e uma nora que se revela uma emergente fútil da Barra. Conviver com as diferenças é uma arte e nossas quatro personagens têm muita dificuldade em chegar a um acordo. Principalmente quando se descobre que uma das quatro não votou nas últimas eleições no mesmo presidente que as demais votaram. O discurso do ódio passa a ser questionado da mesma forma como a vida contemporânea na cidade grande foi o foco nas outras edições de “Abalou Bangu”. Todos os pontos de vista são levados em consideração sem perder de vista, é claro, o humor. A Classificação indicativa é 14 anos.

Objetivos

Objetivo Geral: Queremos fazer a montagem deste espetáculo, para dar continuidade a este grande sucesso que foram as edições anteriores ao público e promover as artes cênicas voltada para o Teatro, na formação de plateias. Objetivo Específico: O projeto "Abalou Bangu 3 _ O Filho" propõe os seguintes objetivos específicos: - Realizar 2 meses de ensaios que antecedem a temporada. - Realizar 24 apresentações da peça teatral "Abalou Bangu 3 _ O Filho", com vendas de ingresso, de sexta a domingo, durante 2 meses, no Rio de Janeiro. - Como ação de acessibilidade, facilitar o livre acesso, por meio da realização do espetáculo em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Como ação de acessibilidade, realizar 1 apresentação do espetáculo com tradução em Libras por semana, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva. - Como ação de democratização, disponibilizar uma cota de 10% dos ingressos, durante todas as apresentações do espetáculo, para alunos e professores da rede pública de ensino de cada Cidade. - Como complemento à ação de democratização, realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto para alunos e professores da Rede Pública de Ensino como (Sessão Extra).

Justificativa

A busca por um patrocínio tornou-se imperativa, hoje em dia, para qualquer tipo de espetáculo. Seja ele monólogo, seja uma superprodução musical, seja um espetáculo-cabeça, seja uma comedia de costumes, atualmente, é impossível montar um espetáculo sem um patrocínio. Os ingressos mais baratos que um ticket de cinema, o reduzido número de sessões (apenas três por semana), a retração do público (por causa de um binômio cruel _ violência urbana & lazer doméstico), tudo conspira contra uma produção teatral. Na realidade, o teatro deixou de ser uma atividade econômica, as contas simplesmente não fecham e ninguém mais consegue sobrevive deste ofício secular. Por tudo isso, mesmo um espetáculo com enorme apelo popular e com uma história de êxito de bilheteria como a franquia de "Abalou Bangu" precisa _ e muito _ de um patrocínio para montagem e manutenção. Por maior que seja a repercussão da montagem, o que entra na bilheteria não cobre os gastos da produção, como o aluguel caríssimo dos teatros, um cenário requintado nos mínimos detalhes (uma cozinha onde tudo funciona) ou um elenco de quatro feras que merecem ser bem remuneradas. Isso só para citar três itens importantes numa ficha técnica classe "A"; da iluminação aos figurinos e cenário, passando pela programação visual _ todos profissionais premiadíssimos cuja folha de serviços prestada ao teatro está acima de qualquer suspeita. Tudo numa produção que se quer caprichada em todos os quesitos, em reverência ao nosso respeitável público. O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

não há

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: Espetáculo Teatral - Total de apresentações: 24 apresentações - Duração: aproximadamente 60 minutos - Tradução em libras 1 vez na semana - Ensaio aberto com palestra ao final da apresentação - A Classificação indicativa é 14 anos.

Acessibilidade

O projeto "Abalou Bangu 3 – O Filho", compromete-se a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, de acordo com as seguintes ações: - Facilitação do livre acesso, por meio da realização do espetáculo em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Realização em todas as sessões do espetáculo com tradução em Libras, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva O material de divulgação do projeto em tela contemplará informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: no Teatro haverá rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (Palestra) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: no Teatro, haverá corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição na sessão. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.

Democratização do acesso

O projeto "Abalou Bangu 3 – O Filho", pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão comercializados com valores de R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) - 20% dos ingressos serão comercializados com valores de R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia) - 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente com caráter social e educativo. - até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional para os patrocinadores do projeto, de maneira proporcional ao investimento efetuado. - até 10% dos ingressos serão distribuídos de forma gratuita promocional em ações de divulgação do projeto. Os ingressos destinados às ações sociais e educativas (10%), serão oferecidos a alunos e professores da rede pública de ensino de Vitória. Em complemento, de acordo com o Art. 28 da IN nº 01 de abril de 2023, o proponente se compromete com a adoção da seguinte medida de acesso: - Realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto no Rio de Janeiro. E como contrapartida social, atendendo ao Art. 30 da IN nº 01 de abril de 2023, será realizada a seguinte ação formativa cultural para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino): - Realizar, gratuitamente, 1 palestra no Rio de Janeiro, com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça. A disponibilização dos ingressos para alunos e professores da rede pública de ensino será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. O ensaio aberto gratuito será comprovado através de material de divulgação. E os bate-papos gratuitos serão comprovados através de registro fotográfico e de vídeo das ações.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA AUTOR/DIRETOR/ COORDENADOR DO PROJETO: FLAVIO MARINHO ELENCO: ARY FONTOURA, CRISTINA PEREIRA, RENATO RABELLO E CARLA DIAZ ILUMINAÇÃO: PAULO CÉSAR MEDEIROS VISAGISMO: BETO CARRAMANHOS FOTOGRAFIA: BETI NIEMEYER PROGRAMADOR VISUAL: GAMBA JUNIOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: FÁBIO OLIVEIRA REALIZAÇÃO: MARINHOD’OLIVEIRA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS Currículo resumido: Flávio Marinho (autor / diretor/ coordenador do projeto) Principais trabalhos para o teatro: Escreveu "Se Eu Fosse Você - O Musical", "Academia do Coração", "A Vingança do Espelho: A História de Zezé Macedo", "Abalou Bangu 2: A Festa", "Além do Arco Íris", "Sessão da Tarde", "Cauby! Cauby!", "Um Caminho Para Dois", "Nosso Amor a Gente Inventa", "Abalou Bangu", "Um Dia das Mães", "Coração Brasileiro", "Salve Amizade", "Juveníssimo", "Karamba: Confissões de Um Ator Maduro", "Quatro Carreirinhas", "Noite Feliz", "Os 7 Brotinhos", "Perfume de Madonna", "Splish, Splash" e a infantil "O Rouxinol do Imperador". Seu novo musical, "Estúpido Cupido" estréia em agosto de 2015. E em outubro do mesmo ano, estreia uma nova comédia, "O Amor É Azul". E em novembro de 2015, "Irmãozinho Querido", escrita, dirigida e produzida por ele. Ary Fontoura (ator) Tem cerca de 40 novelas no currículo. Um dos seus papéis mais marcantes foi em Saramandaia de 1974, onde deu vida a um professor que virava lobisomem. Principais trabalhos para o Teatro: Teve atuações em comédias clássicas, teatro de revista e passagens pelo Teatro Nacional de Comédia (TNC) e pelo Grupo Opinião. Em 1978, integrou o elenco de A Ópera do Malandro, de Chico Buarque, dirigida por Luis Antônio Martinez Corrêa. Em 1979, destacou-se na peça Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha. Na década de 1980, fez trabalhos memoráveis no elenco fixo do Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro, como as peças Rei Lear, de Shakespeare, com direção de Celso Nunes, e Sábado, Domingo e Segunda, de Eduardo De Filippo. Por suas atuações nestas duas últimas peças, recebeu duas vezes o Troféu Mambembe de melhor ator, em 1983 e 1986. Em 2005, comemorou 55 anos de carreira com a peça Marido de Mulher Feia Tem Raiva de Feriado, escrita e dirigida pelo ator, que também atuou, ao lado de Luciana Coutinho. 2001 - A Diabólica Moll Flanders - de Daniel Defoe, com adaptação e direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho 2005 - Marido de Mulher Feia Tem Raiva de Feriado - de Paulo Afonso de Lima e Ary Fontoura, com direção de Ary Fontoura 2014 - O Comediante - de Joseph Meyer, com direção de José Wilker e Anderson Cunha 2017 - Num Lago Dourado - de Mark Rydell, com direção de Elias Andreato Cristina Pereira (atriz) Seu primeiro trabalho foi no espetáculo Chico-Rei, de Walmir Ayala, com direção de Roberto Lage. Em seguida participou de vários outros espetáculos, entre os quais estão: Missa Leiga, O Cais do Sodré, Equus, Jogos na Hora da Sesta, A Aurora da Minha Vida, O Amigo da Onça, Tantã, Dona Rosita, a solteira e Closet Show e Sábado, Domingo e Segunda, pelo qual ganhou o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz Coadjuvante de 1986. Principais trabalhos no Teatro: Durante 2004 e 2006, fica em cartaz com a peça Abalou Bangu, ao lado de André Valli. Em 2008, atua em Alzira Power de Antônio Bivar, e, em 2009, volta à cena em A Tartaruga de Darwin, comemorando 40 anos de carreira. Além de atriz, Cristina também dirigiu e produziu diversos espetáculos para teatro, como Morte e Vida Severina, História de Cronópios e de Famas, Amigas, Querida Mamãe e, em 2002, Entre o Céu e o Inferno, com texto de sua autoria e Teresa Montero, baseado na obra de Gil Vicente. Renato Rabello (ator) Em 2014, já havia atuado em mais de trinta de 30 espetáculos, com destaque para os musicais (segmento em que trabalha há mais de 15 anos), como Somos Irmãs, Ópera do Malandro em Concerto - interpretando a prostituta Geni - Vítor ou Vitória, Marília Pêra Canta Carmem Miranda; protagonizou Carlos Machado - O Rei da Noite, Garota Glamour e o musical da Braodway Avenida Q da dupla Charles Moeller e Claudio Botelho (2009). Principais trabalhos no Teatro: Menina e o Vento (Cininha de Paula), Ao Meu Rio - Declarações de Amor (Antonio De Bonis), Aqui se Faz, Aqui se Paga (Jorge Fernando), As Primícias, de Dias Gomes, Band Age (Cininha de Paula), Carlos Machado- O Rei da Noite ( Paulo Afonso de Lima - Carlos Machado), Cristal Bacharach (Charles Möeller e Cláudio Botelho), Deu Broadway Na Cabeça (Wolf Maya.), Marília Pêra Canta Carmen Miranda (Maurício Shermann), O Baile (José Possi Neto), Ópera do Malandro em Concerto – Geni, Ópera do Malandro Portugal e Canecão, Quatro Carreirinhas (Wolf Maya), Rocky Horror Show (Jorge Fernando - Riff Raff), Somos Irmãs (Ney Matogrosso e Cininha de Paula). Carla Diaz (atriz) Iniciou sua carreira em 1992 com apenas dois anos de idade, fazendo comerciais para a televisão. Em 1994 estreou na telenovela Éramos Seis onde interpretou Eliana, sendo que em 1996 ganhou destaque como a meiga Tininha de Colégio Brasil, ambas do SBT. Em 1997, ficou conhecida ao atuar na segunda fase da primeira temporada da novela Chiquititas, como a pequena Maria, onde ficou por três temporadas, saindo no final de 1999. Em 2000, mudou-se para a Rede Globo, onde entrou para a novela Laços de Família como a doce Raquel, mas foi mesmo em 2001 que teve grande destaque em O Clone onde encarnou Khadija Rachid, filha da protagonista Jade (Giovanna Antonelli). Em 2007, Carla encarou um de seus trabalhos mais difíceis em Sete Pecados, onde interpretou a órfã Gina, vítima de bullying no colégio por ser portadora da AIDS, sofrendo agressões e humilhações. Em fevereiro de 2009 assina contrato com a Rede Record, entrando para a trilogia Os Mutantes, na terceira fase Promessas de Amor, onde fez a co-protagonista Juno. Em 2011 entra para o elenco de Rebelde, como a misteriosa Márcia. Em 2014, interpreta a jornalista black bloc, Lucrécia, na minissérie política Plano Alto. Em junho de 2011, Carla fez um ensaio sensual para a revista masculina VIP. Em 2016, estreou como cantora participando do single "Voa" de Bernardo Falcone. Em agosto de 2017, retornou à Rede Globo para viver Carine, amante de Rubinho, na novela A Força do Querer. Último trabalho no Teatro foi em 2018 no espetáculo teatral "Estúpido Cupido". Fábio Oliveira (Diretor de Produção) Trabalhou nas peças abaixo como diretor de produção: Além do Arco Iris (2009), Abalou Bangu 2: A Festa (2011), Academia do Coração (2013), Irmãozinho Querido (2018- 2019), Judy- O Arco Íris É Aqui (2023), todas com autoria de Flávio Marinho.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.