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O projeto se refere a realização de uma mostra internacional de dança com a realização apresentações, aulas de dança, rodadas de negácios, programa educativo, oficinas, residências, encontros informais e mesas de debates.
Objetivo Geral Realizar uma mostra de diversos estilos de dança com grupos do Distrito Federal, companhias nacionais e internacionais de relevância artística selecionadas por meio meio de curadoria com notório conhecimento. Objetivos específicos: Destaca-se a questão da descentralização com apresentações em Planaltina e no Gama. O MID será realizado no Complexo Cultural de Planaltina, SESC Gama, Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), no Eixo Ibero-Americano e no Centro de Dança. ESPETÁCULOS E APRESENTAÇÕES: 4 espetáculos internacionais, 4 atrações nacionais e 6 locais em 24 apresentações. PALCO ABERTO: 15 coreografias de até 7 minutos ENCONTROS ENTRE GRUPOS: Serão realizados 10 encontros RESIDÊNCIA ARTÍSTICA: 01 residência artística com carga horária de 40 h/aula, distribuídas em 10 dias, 4 horas por dia. OFICINAS DE QUALIFICAÇÃO: Serão 14 oficinas, com 3 horas de atividade cada BATE-PAPOS: 12 bate-papos entre os profissionais e o público interessado. BAILA COMIGO: 6 aulas de dança ao ar livre, com duração de 1h BATALHA FREESTYLE: 01 batalha com 15 participantes para a final. As 4 melhores performances serão premiadas. MESAS DEBATEDORAS: Serão 2 mesas com os profissionais da área e convidados RODADA DE NEGÓCIOS: 8 programadores de festivais _ 4 brasileiros e 4 do exterior PROGRAMA EDUCATIVO: Programa Educativo Especial para 300 alunos da rede pública de ensino com deficiência e s e 300 alunos sem deficiência (neurotípicos) da rede pública de ensino. Total de 600 estudantes atendidos
O Movimento Internacional de Dança, amplo em seu conceito e programação, vem promovendo a aproximação das diversas vertentes da Dança e seus públicos. O Festival contribui para a popularização da Dança com sua prática e apreciação, devolvendo à linguagem seu lugar de expressão individual e coletiva de uma determinada cultura e para o fortalecimento do relacionamento entre os profissionais do setor, estimulando a economia criativa. O MID vem construindo um território promissor de convivência e articulação desta linguagem artística. A cada ano, o Festival amplia o espaço de discussão, interação, expressão, apreciação e comercialização das infinitas possibilidades criativas que a Dança proporciona. O investimento na formação de público com ações educativas para alunos da rede pública de ensino com deficiência intelectual; a programação infantil de olho no futuro; a transmutação das apresentações das diferentes RAs para o Plano e vice-versa. Um dos motes é a articulação de redes de intercâmbio entre os festivais e programadores de nacionais e internacionais e a produção da Dança do DF. Nas três últimas edições treze representantes de dez países acompanharam a programação local e participaram das rodadas de negócios. Participaram ainda curadores de dez estados brasileiros. As ações a seguir demonstram a contribuição do MID para promoção dos valores não discriminatórios. Debates no IFB e na UNB: Diversidade na Dança no DF; Corpo, Nudez e Política; as influências do Corpo Político na Perspectiva Estética. Palestras sobre "Dança e Pessoas com Deficiência" para alunos de ensino médio da rede pública. Curadoria que destacou os criadores e corpos negros de grupo de integrantes da Bahia, Camarões, Burkina Faso e Moçambique. Em todas as edições houve a preocupação de convidar espetáculos que incluíram dançarinos com algum tipo de deficiência, a exemplo do Cia Pés/DF e do Giramundo/RN. Aula de Vogue Femme (técnica de dança LGBTQIA+) para toda a família. O MID tem, como tradição, a valorização da cultura negra. Já se apresentaram seis espetáculos de forte vínculo com a cultura negra advindos de Camarões, Burkina Faso, Moçambique, Congo, Angola e Cuba. Além de espetáculos da Bahia. Uma outra comprovação da atenção dada pelo MID às questões da negritude foram as 4 batalhas de Breaking já realizadas e que premiaram jovens da periferia em sua maioria negros. O protagonismo feminino também é uma marca do MID em espetáculos internacionais como nos dois solos Espanhóis - And That’s Why I’m Here Today e I Leave The Lights On com a dançarina Vitória Miranda, no solo francês de Emmanuelle Huynh, no solo e no trio argentinos Isadora Sur e Acto Blanco de Barbara Alonso, Liza Rule Larrea, Marisa Villar, Teli Ortiz. O Palco Aberto, que vem se destacando como uma das atividades de maior mobilização de público, converge profissionais e amadores e seus públicos. Uma ação onde se estabelece um diálogo enriquecedor entre os diferentes segmentos da dança. As companhias trazem seus públicos que normalmente assistem a somente um estilo de Dança. Durante a apresentação esse público passa a ver outros estilos. As oficinas e residência artística são formas potentes de troca de conhecimento e técnicas. A experiência trazida por criadores de fora corrobora para o processo de criação dos jovens profissionais da dança do DF. Observa-se que os cursos de graduação em Dança no DF são para Licenciatura. Muitos desses alunos são bailarinos e os cursos continuarão a forma-los. Por outro lado, o número de profissionais que se dedica à criação não cresce na mesma intensidade. A vinda de programadores de Festivais do Brasil, da América Latina para acompanharem os espetáculos locais e dialogarem com outras companhias do DF é uma forma de estimular a geração de novos negócios para os espetáculos locais nacional e internacionalmente. Como resultado dessa atividade os espetáculos De Carne e Concreto, da ASQ Companhia Dança, e Fio a Fio, de Giselle Rodrigues e Edi Oliveira conquistaram os programadores nacionais e internacionais. O espetáculo da ASQ foi convidado para abrir as programações do Festival Vivadança, em Salvador, e do Festival do Teatro Brasileiro - Cena Distrito Federal, etapa Minas Gerais. As mesas de debate contribuem para a reflexão e discussão sobre diferentes questões pertinentes relacionadas ao desenvolvimento e amadurecimento do setor. Dar continuidade aos debates, acrescentando, a cada ano, novos temas, aprofunda questões de reflexão sobre a Dança e seus diversos desdobramentos. A ação educativa, inclusiva na sua essência, a exemplo do que aconteceu nas três edições anteriores, se mostra transformadora para todos os envolvidos. Os arte-educadores e professores, depois das atividades, passam a ser detentores dessa tecnologia. Os alunos passam a ter seus horizontes de compreensão de uma vivência artística ampliados e isso eles levam para o resto de suas vidas. A ação permite que os professores, coordenadores e diretores das escolas incorporem novas ferramentas para o desenvolvimento de suas metodologias de ensino. Diante dessas ações, o MID por seu caráter de fomentador da produção da Dança do DF para o Brasil e exterior, com a promoção dos grupos nacionais e da articulação internacional; por realizar atividades de apresentação, qualificação e formação de novos públicos, abrange todos os incisos do art 1o. e, também, os incisos I e II do art. 3 da Lei 8.313/91. Os recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura por meio da Lei 8.313 de 1991 irão viabilizar a realização do MID em toda a sua abrangência e alcance no Distrito Federal. No DF, embora o MID tenha tido o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF) na realização das últimas edições, os recentes editais tem reduzido as linhas de fomento aos festivais de grande porte. Assim, o MID recorre ao mecenato federal para viabilizar sua edição de 2024. Como fica demonstrado pelo conjunto de ações descritas acima, o MID tem um importante papel na promoção da cultura brasileira expressa pela dança em todas as suas vertentes além do intercâmbio internacional.
CONCEITOS CURATORIAISEstratégias e plano curatorial para a seleção dos espetáculos locais e as coreografias de curta duração que comporão a programação do palco aberto. Durante um período de 15 dias, um agente cultural, desenvolve o trabalho de divulgação da abertura das inscrições. O profissional estabelece contatos com os representantes dos núcleos relacionados a Dança do DF (universidades, faculdades, escolas de dança, academias, grupos nas redes sociais, centros de formação técnica, editorias de cultura), bem como um contato direto com os grupos e representantes de espetáculos profissionais e amadores. Os grupos e espetáculos, interessados em submeter seus trabalhos para a avaliação dos curadores, encaminham, dentre outros, link com imagens na íntegra dos espetáculos, críticas e histórico do grupo e informações que possam contribuir para o conhecimento da proposta e da pesquisa. Dois curadores recebem as informações levantadas pela produção durante o trabalho de campo, bem como as propostas inscritas. Eles avaliam as propostas separadamente, pontuam os espetáculos pela excelência (peso 2) e currículo (peso 1) e registram seus comentários em uma ficha de avaliação. Após a avaliação individual, os curadores se reúnem, para em conjunto escolherem os espetáculos selecionados para compor tanto a programação de no mínimo 3 espetáculos profissionais locais, bem como até 10 coreografias curtas de amadores ou profissionais. A seleção dos grupos e espetáculos deve contemplar diferentes segmentos da Dança. Os segmentos a serem contemplados estarão em sintonia com o histórico da produção da Dança dos últimos anos no DF. Para uma melhor compreensão do histórico dos estilos desenvolvidos no DF, os curadores receberão as informações dos processos de curadoria das edições anteriores do MID. Sublinha-se que o perfil dos espetáculos selecionados é essencialmente diverso. Não se terá como resultado da curadoria um conjunto de espetáculos do mesmo gênero. A escolha dos curadores é pautada pela diversidade em consonância com as linhas de criação desenvolvidas no DF. Devem compor a programação, no mínimo, um espetáculo que aborde as questões LGBTQIAP+; um espetáculo com criadores e/ou dançarinos PCDs; um grupo composto por dançarinos e/ou dançarinas idosas; e a exemplo da programação internacional, um espetáculo dançado por artistas negros. CURADORIA DOS ESPETÁCULOS NACIONAIS E INTERNACIONAISO foco da curadoria internacional desta nova edição MID tem como objetivo dar continuidade a atenção para com o público infantil e infanto-juvenil selecionando um espetáculo criado para esse público podendo ser para espaços convencionais como salas de espetáculos ou espaços alternativos ou mesmo para acontecer ao ar livre. O outro espetáculo, coreografado e dançado por artistias negros, deve ser de uma companhia reconhecida pelo público e crítica cuja coreografia traga, em sua composição, técnicas para além da Dança Contemporânea de Experimentação. Esses parâmetros para a composição da curadoria internacional têm como objetivo principal a formação artística. A primeira com foco na criação de oportunidades para que jovens e crianças possam ter experiências para sua sensibilização através da dança e a segunda que a sociedade possa ter acesso democrático, a espetáculos que circulam pelo mundo e despontam pela sua qualidade, criatividade e prestigio mundial feitos por negros. Fazer chegar esse programa ao DF e aos parceiros do MID, que estão em outros estados do Brasil, projeta o Distrito Federal na rota mundial de eventos culturais e promove a circulação da dança no nosso país. Além de atender a perfis distintos de público: o infant e o adulto. A curadoria dos espetáculos nacionais, terá como foco espetáculo que estabeleçam uma ponte entre a Dança Urbana e a Dança Contemporânea. E com isso apontar possibilidades de fusão de estilos e chamar a atenção do grande número de jovens dançarinos da Dança Urbana do DF para este tipo de possibilidade de criação. Considerando que os agentes que proporcionam o amadurecimento e incremento do cenário cultural do DF são, na sua maioria, compostos por profissionais da cadeia produtiva das artes do DF, oportunizar, para tais profissionais, intercâmbio de técnicas e criações, formação de elos pessoais e profissionais, geração de novos negócios, contato com tecnologias e ferramentas de produção e circulação, são, a curto, médio e longo prazo, formas de contribuição estruturantes para o cenário cultural do DF. A contribuição para o cenário cultural do DF envolve também o público. Atividades continuadas em diferentes RAs, batalha “freestyle”, atividades lúdicas como as aulas de Dança ao ar livre, apresentações locais, nacionais e internacionais; e o palco aberto contribuem para ampliar o envolvimento e qualificar um público diverso. A curadoria internacional será feita por Sergio Bacelar, idealizador e diretor do MID. Em 2018, Sergio Bacelar foi selecionado pelo Edital Conexão Cultura Negócios, como programador, para acompanhar o Mercado de Artes Performativas do Atlântico Sul, em Tenerife, Espanha. Em setembro daquele ano, o diretor acompanhou a programação da Bienal de Lyon, na França, bem como a programação do Focus Europa, como parte da programação da Bienal. A convite da Secretaria de Cultura do Governo do México, Bacelar acompanhou, durante outubro de 2018, a programação do ENARTES (Encontro Nacional de Artes Cênicas) que aconteceu na Cidade do México. Em 2019, acompanhou em Lille, na França, a programação deste que foi o precursor de festivais de Dança para crianças, chamado Les Petits Pats. Em maio de 2022 foi jurado do renomado festival na Alemanha denominado Solos de Stuttgart. Em Junho foi selecionado pelo Ministério da Cultura para compor comitiva brasileira que participou do Mercado da Industria Cultural da Argentina (MICA). As curadorias dos espetáculos nacionais, locais e Palco Aberto serão feitas por: Giselle Rodrigues, Diretora do Instituto de Artes da UNB, criadora e coreógrafa do bAsiRaH, uma das mais relevantes companhias de dança contemporânea da capital nos anos 2000, bailarina do Endança, grande expoente da dança feita em Brasília; e Guilherme Filho, jornalista formado pela UFBA, especializado em crítica de Arte, curador das 21 edições do Festival do Teatro Brasileiro e da programação local e nacional do MID em 2021 e 2022. As curadorias se reservam o direito de convidar espetáculos que considerem relevante para compor a programação.
Equipe técnica: - Contratação de 1 coordenador PCD habilitado em ações de acessibilidade; - Contratação de 1 assistente de produção também PCD; - Contratação de 3 agentes culturais específico para a mobilização das PCD Acessbilidade para pessoas cegas: Impressão de 30 folhas da programação em braile; Contratação de 2 guias intérpretes para surdos cegos. Acessibilidade de aspecto arquitetônico: Espaços destinado a realização das apresentações contará com banheiros especiais, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, rampas, corrimões, pisos táteis e sinalização. Acessibilidade para pessoas surdas: Contratação de intérprete de libras para apresentações
Serão oferecidas as seguintes medidas/incisos: - Oferecer transporte gratuito para 600 estudantes de escolas da rede pública do DF e transpote especial para portadores de deficiência. (inciso III) - Oferecer gratuitamente 40h/aula para 20 (vinte) bailarinos e/ou estudantes de dança com profissional com atuação relevante na Dança feita no Brasil ou no mundo para realização de uma residência artística (inciso VI) - Oferecer 10 (dez) apresentações gratuitas (das 24 apresentações previstas) sendo que 02 serão exclusivas para o Programa Educativo. - Oferecer gratuitamente 14 oficinas, com 3 horas de atividade cada, ministradas por dançarinos e coreógrafos, nacionais e estrangeiros; (inciso VI) - Oferecer - no mínimo - 02 espetáculos para o público infantil; (inciso VII) - Oferecer gratuitamente duas mesas com os profissionais da área convidados para o encontro a fim de discutir questões pertinentes ao desenvolvimento do setor. (inciso VI) - Oferecer - gratuitamente - programa educativo especial para 300 alunos da rede pública de ensino com deficiência e seus 40 professores. - Oferecer - gratuitamente - para a população seis aulas de dança ao ar livre, com duração de 1 hora, ministradas por dançarinos de prestígio e de diversos estilos (frevo, zouk, samba, tango, passinho e etc), para o público adulto, jovem, infanto-juvenil e infantil; (inciso VI) - Oferecer - gratuitamente - ao final de 12 apresentações, considerando uma para os alunos com deficiência, haverá um bate-papo entre os profissionais e o público interessado; (inciso VI)
A instituição proponente (IBC) será responsável pela Direção Geral e Produção Executiva. Direção Geral: Sérgio Bacelar (membro da instituição proponente) Sergio Bacelar, graduado em Direito pela Universidade de Brasília, é o criador de dois festivais. O primeiro, Festival do Teatro Brasileiro - FTB (http://festivaldoteatrobrasileiro.com.br) , é um projeto de destaque da circulação das artes cênicas no Brasil. As vinte e uma edições do FTB promoveram a circulação nacional da produção de dança, teatro e circo de 10 unidades federativas brasileiras ao público de 14 estados. Além de idealizador, Sergio é o Diretor e Coordenador de Curadoria. O segundo festival é o Movimento Internacional de Dança – MID (https://movimentoid.com.br) realizado no Distrito Federal. O MID é um projeto abrangente, de forte apelo para a população, com grande potencial de mídia e sensibilização de novos públicos. O Festival reúne os mais diversos segmentos da Dança e da sociedade em atividades de qualificação artística, intercâmbio nacional e internacional, socioculturais, educativas, formativas e de qualificação de público. Sergio Bacelar, além de idealizador é também o diretor geral, coordenador da curadoria local, nacional e internacional do festival.Bacelar compôs as comissões de seleção do programa Petrobras Distribuidora de Cultura que promoveu a circulação de espetáculos de artes cênicas brasileiros, por todo o Brasil, nos anos de 2011, 2013, 2015 e 2017. Em 2012, Sergio Bacelar foi um dos sócios fundadores do Instituto Bem Cultural (http://institutobemcultural.org.br). O IBC tem como finalidade a promoção, difusão e a preservação do patrimônio cultural brasileiro e de sua diversidade, pela atuação nas áreas de artes cênicas, música, artes populares, artes visuais, literatura, gastronomia, na preservação do patrimônio histórico e cultural brasileiros, material e imaterial e do meio ambiente. As atividades do IBC se consubstanciam mediante a execução direta de pesquisa, projetos, programas e planos de ação, pela prestação de serviços técnicos e intermediários a outras organizações com ou sem fins lucrativos e a órgãos do setor público que atuam em áreas afins. Curadoria Internacional: Guilherme Silva Filho (membro da instituição proponente) Bacharel em Comunicação com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), concluído em 1984. Curso de Especialização em Crítica de Arte, pela Ufba, turma de 1986. JORNALISMO: Chefe de Reportagem da TV Record - Brasília, de 1997 até abril de 2020; Pauteiro, produtor e coordenador de produção da TV Globo - Brasília, de 1995 até 1997; Pauteiro, produtor e chefe de produção da TV Manchete - Brasília, de 1991 até 1995; Produtor da TV Apoio - Brasília, entre 1990 e 1991; Repórter, do Jornal A Tarde - Salvador/Ba, entre 1988 e 1990; Repórter e crítico de arte do Jornal Correio da Bahia, entre 1987 e 1988; Repórter e crítico de arte do Jornal da Bahia, entre 1986 e 1987; Produtor da TV Bahia, fi liada da TV Globo, em 1985; Produtor da TV Bandeirantes - Salvador/Ba, entre 1983 e 1984. TEATRO: Co-diretor do espetáculo "Atravancando a Cena Em Concerto”, de Aninha Franco, em 1986; Diretor-assistente dos espetáculos: "O Balcão”; de Jean Genet, direção Fernando Guerreiro, em 1982; "Equus”, de Peter Shaffer,direção de Fernando Guerreiro, em 1983; e "Álbum de Família”, de Nelson Rodrigues, direção Fernando Guerreiro, em 1986; Diretor-assistente de Oficinasde Teatro, ministradas, pelo diretor Fernando Guerreiro, nos anos de 1983, 1984 e 1985; Ator nos espetáculos "Cleópatra”, de Shakespeare, diretor Ricardo Ottoni e "O Burro e o Boi a Caminho de Belém”, de Maria Clara Machado, direção Manoel Lopes Pontes, montagens de 1981; Curso de Teatro ministrado pelo diretor Márcio Meirelles, em 1982. CURADORIA: Mostra de Teatro da Bahia, 1999, Teatro Nacional e Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Mostra de Teatro da Bahia, 2000, Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Festival do Teatro Brasileiro - Cena Baiana, 2002, Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Festival do Teatro Brasileiro - Cena Pernambucana, 2003, SESI - Taguatinga e Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Festival do Teatro Brasileiro - Cena Mineira, 2005, Funarte e Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Festival do Teatro Brasileiro - Cena Mineira, 2007, Funarte RJ e apresentações de rua, no Rio de Janeiro. Festival do Teatro Brasileiro – Cena Pernambucana, na Bahia e no Sergipe, 2008; Cena Baiana, em Pernambuco, 2008; Cena Baiana, no Ceará e Maranhão, 2009; Cena Cearense, em Minas Gerais e Espírito Santo, 2010; Cena Mineira, em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, em 2011; Cena Gaúcha, no Goiás e Distrito Federal, em 2012; Cena Distrito Federal, no Mato Grosso do Sul, em 2012; Cena Paranaense, em São Paulo e no Rio Grande do Sul, em 2013; Cena Baiana, no Acre, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e São Paulo, em 2014; Cena Paraibana, no Pará, Ceará, Alagoas e Espírito Santo, em 2015; Cena DF, etapa Minas Gerais, em 2017. Cena DF, etapa Pernambuco, 2019. MUSICA: Direção Artística do projeto Identidade Brasileira, no CCBB Brasília, em 2005; Idealizador e coordenador do projeto Tabuleiro BA, a Bahia de Todos os Sons, no CCBB RJ, em 2011. Sócio-fundador do Instituto Bem Cultural, criado em fevereiro de 2012. Sócio da Alecrim Produções Artísticas, desde maio de 2007. Curadoria local e nacional: Gisele Rodrigues Doutora em Artes pela UnB, Chefe do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, especialização em coreografia pela London Contemporary Dance School. Coreógrafa desde 1986 responsável pela montagem e direção de movimento de mais de 20 espetáculos entre teatro e dança com apresentações no Brasil e exterior. Tem experiência na área de Artes Cênicas, com ênfase em movimento, atuando em criação coreográfica, formação de ator/atriz, bailarina e bailarino, direção de espetáculo. Foi integrante do Grupo Endança (1982/1997). Dirigiu a companhia Basirah - Núcleo de Dança Contemporânea entre 1997 e 2012. Coordena o N.E.M - Núcleo Experimental do Movimento, projeto de pesquisa e extensão - UnB, integra o projeto de pesquisa Poéticas do Corpo com o grupo Teatro do Instante (DF), atua na curadoria nacional e local do festival Movimento Internacional de Dança de Brasília. Produtor Executivo: Leonardo Hernandes (membro da instituição proponente) Leonardo Hernandes é formado em Gestão de Políticas Públicas e Mestre em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional pela Universidade de Brasília tendo os estudos culturais como seu objeto central de pesquisa acadêmica. Integra o Observatório de Políticas Culturais do CEAM-UnB. Foi Subsecretário de Fomento da Secretaria de Cultura do DF entre 2011 e 2014 responsável pelo Fundo de Apoio à Cultura - FAC tendo realizado 34 editais que somaram 174 milhões em fomento. Assumiu, em 2015, a Diretora de Gestão de Mecanismos de Fomento do MinC sendo responsável pelo Fundo Nacional de Cultura e o Vale-Cultura. Atualmente é Diretor do Instituto Bem Cultural – IBC, entidade por onde atuou como Secretário Executivo do Programa Território Criativo, iniciativa voltada para a capacitação e consultorias em economia criativa e foi Coordenador Geral da gestão e programação compartilhada do Espaço Renato Russo 508 Sul no período de 2018 a 2020. É o atual Gerente de Projetos do Programa Museu Educativo - www.museueducativo.com.br. Uma plataforma virtual para mediação em artes visuais que atende ao Museu Nacional da República e a Fundação Marcos Amaro em SP. Também é Produtor Executivo da Bebe Lume Produções Audiovisuais. Uma produtora que cria conteúdos multiplataforma para a primeira infância.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.