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Cores na Escuridão é um projeto de livro de arte com acessibilidade sensorial nas versões visão plena, braile e vídeo documentário em média-metragem (com até 40’) que traz a descrição feitas por crianças com deficiência visual congênita ou adquirida em diferentes graus de gravidade, sobre como elas imaginam as cores existentes no mundo. As imagens serão representadas por ilustrações e fotografias por meio da parceria entre crianças e artistas, as percepções, sensações e especialmente a imaginação aguçada dessas crianças. Os artistas acompanharão a conversa com as dez crianças de forma a captarem em grandes detalhes as descrições e percepções dessas crianças.
"Cores na Escuridão" é um projeto de arte concebido para atender às necessidades de crianças com deficiência visual. Focado em inclusão, é uma proposta que pretende unir dois universos: o das crianças cegas e das crianças dotadas de visão plena em uma única obra. A ideia é destruir a distância entre os universos dessas crianças e criar uma obra que atende e possa ser compartilhada pelos dois grupos, de forma a criar uma única experiência em leitura e acolhemento únicos. A obra será feira a partir de entrevistas realizadas e gravadas entre ilustradores e crianças. Aos ilustradores caberá a tarefa de criar representações gráficas, de cunho artístico, que representem as descrições feitas pelas crianças. Elas narrarão como imaginam ser as cores que não veem ou que enxergam com dificuldade. Será um livro poético e sensível, com as impressões das crianças. As entrevistas serão gravadas e seu conteúdo editado em mini documentário com até 20 minutos de duração de forma a tornar a experiência acessível e disponível a todos que se interessarem pelo tema. A proponente vive em São Carlos, onde fica a Ufcar, uma referência em educação especial no país. A ideia é levar o documentário aos especialistas da universidade de forma a criar um aproveitamente imediato do material que pode ser útil a futuros especialistas. Todo o material, tanto livro quanto minidoc ficarão disponíveis em um site dedicado ao projeto, de forma a criar capilaridade no acesso aos produtos finais.
Objetivo Geral O projeto Cores na Escuridão visa prover material artístico e educativo para crianças com deficiência visual. Segundo a Organização Mundial da Saúde, as principais causas de cegueira no Brasil são: catarata, glaucoma, retinopatia diabética, cegueira infantil e degeneração macular.Segundo dados do IBGE de 2010, no Brasil, das mais de 6,5 milhões de pessoas com alguma deficiência visual, dos quais 528.624 pessoas são incapazes de enxergar (cegos) e 6.056.654 pessoas possuem baixa visão ou visão subnormal (grande e permanente dificuldade de enxergar). O Brasil não possui material abundante para este público e o projeto pretende oferecer livro e documentário para ajudar a suprir essa deficiência. Segundo dados mais recentes do IBGE, 2021, na população do país com 2 anos ou mais de idade, 3,4% (ou 6,978 milhões) tinham deficiência visual. O projeto pretende ainda ser um objeto que una crianças com visão plena e deficiência visual na medida que oferecerá o mesmo material com texto para leitura e versão em braile com itens de sensorialidade, como cheiros e texturas em sua iconografia. Dessa forma haverá uma obra compartilhada entre os dois universos. Objetivos específicos:1. Realizar rodas de conversas com 10 crianças deficientes visuais sobre a questão da não percepção de cores e como elas usam a imaginação para suprir essa deficiência; 2. Contratar arte-educador que conduza as rodas de conversa e apoie a edição da obra, desde o alinhamento de termos mais amistosos ao público-alvo, as crianças deficientes visuais, até a orientação na seleção dos recursos gráficos a serem contratados para a impressão do livro; 3. Seleionar dez cores, uma para cada criança entrevistada, sobre suas sensações em relação às cores; 4. Imprimir 550 exemplares da obra na versão visão plena e para deficientes visuais em braile; 5. Contratar 1 equipe de filmagem e edição para a realização do curta, que acompanha a obra e será disponibilizado em site próprio do projeto para criação de média-metragem com até (40'); 6. Distribuir os 550 exemplares gratuitamente para associações que trabalham com pessoas deficientes visuais, como Lara Mara e Dorina Norwill, entre outras, bibliotecas e secretarias de cultura no Estado de São Paulo; 7. Criar 1 hotsite do projeto, onde ficarão ancorados os seguintes itens: a obra para leitura das histórias, o documentário com audescrição e legendagem, pequenos vídeos de até 30 segundos com momentos relevantes das conversas com as crianças, além de pílulas com arte-educarod, responsável pelo projeto; 8. Criar campanha nas redes sociais para a divulgação do projeto em âmbito nacional;
Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
O custo gráfico do projeto será alto, porque vai incluir as placas de braile, a edição para crianças com visão plena e a aplicação de itens de sensoriadade. Mas os itens são necessários para que o projeto seja executado em sua plenitude, pedimos especial atenção a esse item, crucial para o projeto. Média: Roteiro de entrevistas será revisado pela especialista em educação especial contratada pelo projeto. Primeiro tratmento de roteiro para entrevistas: - Gravar para posterior identificação nome do entrevistado e, no caso de menor de idade, confirmar autorização com pai ou responsável. Abordagem: Fale um pouco sobre sua vida. Você vai à escola? Como é lá? E seus amigos? COmo eles são? Quais as atividades que vc gosta de fazer por lá? E na sua casa? COmo é o seu dia? Quais são as coisas que vc acha difíceis de fazer? Como você resolve? Vc frequenta alguma escola especial? Fale para a gente, como vc acha que sua vida melhorou por lá? Tópico das cores: Você conhece a cor amarela/azul/verde/vermelha/violeta/branca/preta/laranja/cinza/marrom? Se sim - Sabe me contar uma coisa dessa cor? (cada criança descreverá uma cor). Onde você a encontra? Vc gosta dessa cor? Diga uma coisa que você gostaria que fosse encontrado na natureza nessa cor. (Exemplo laranja para cor de laranja). Qual é sua cor favorita? Vc saberia contar uma história com essa cor? Uma que vc inventou ou gostaria que existisse? Qual sua coisa preferida com esta cor (exemplo de resposta: amarelo, cor do sol)Para crianças 100% deficientes, se for o caso: Você já imaginou enxergar cores? QUe cor acha que pode ser sua favorita pelo que vc conhece? Se essa cor fosse um bichinho, qual seria? E se fosse uma comida? Se você pudesse segurar esta cor, o que sentiria nas suas mãos? Frio, calor, fofinho? Áspero? E se você desse outro nome para essa cor? Qual seria?
LIVRO: ‐ tiragem: 600 exemplares; formato fechado: 24 cm x 24 cm; formato aberto: 48 cm x 24 cm; número de páginas: 48 mais 4 páginas de capa; capa flexível em cartão 300g/m3, guarda colorida, uso de cores especiais, texturas variadas (quando aplicável, odorização (quando aplicável), clichê (quando aplicável), papel de miolo ‐ couchê 170 g/m2 ou outro que garanta opacidade e alvura, para boa reprodução das ilustrações; acabamento: miolo costurado e colado na capa formando lombada quadrada, reserva de verniz especial (quando aplicável) MÉDIA Até 40 minutos de duração, colorido, com imagens dos depoimentos e outras que complementem e deem a completa percepção do universo que o filme pretende retratar. Serão criadas artes como abertura, vinhetas e cartazes. Argumento para o Média-MetragemAtenção: o argumento está sujeito a alterações, de acordo com o material que for captado nas entrevistas e que pode trazer informações novas e que mudem a direção da obra. Mas a premissa de não ser um vídeo institucional ou educativo, permanecerá. A estrutura do curta “Cores na Escuridão” parte das entrevistas realizadas com dez crianças com diferentes graus de deficiência. O curta abre com imagens aleatórias, mas reais, de itens coloridos que existem na natureza. Por exemplo, flores de diferentes cores, árvores, animais, legumes e plantas em geral. A ideia é mostrar como a visão e sua ausência impactam desde o modo como apreendemos informações até como processamos o mundo ao nosso redor.Neste momento, buscaremos o depoimento de uma das crianças que fale sobre a sensação de viver sem enxergar em um mundo imagético e dependente da visão, de como entender e interagir com este mundo e com as pessoas de visão plena, que por sua vez também têm dificuldades em se comunicar sem usar atributos ligados à capacidade de enxergar.Aqui, o filme apresenta a sua proposta, na voz de um dos ilustradores (o que conversar melhor a câmera) que é vivenciar a imaginação infantil de crianças que nos ensinam a viver com audição aguda, olfato apurado e tato detalhista. São esses os sentidos que usam para criar as imagens mentais do mundo ao seu redor e são essas as imagens que queremos mostrar. O curta será todo criado com as conversas e ilustrações de cada cor. Em trechos de pura abstração, porque para quem tem visão plena, entender sem enxergar é difícil. Crianças de visão plena farão o mesmo exercício das deficientes: terão de usar seus outros sentidos para descrevê-la. Com isso, o curta pretende mostrar a sofisticação de um cérebro que não enxerga em sua capacidade de entender o mundo. Sem fazer apologia à falta de visão que é um processo duro, em especial para os mais novos, as imagens e depoimentos pretendem mostrar que existe um universo especial e único, criado sem a visão. Como na obra de Oliver Saks, “A Ilha dos Daltônicos”, as sequências de depoimentos e imagens, não pretende ser um vídeo de “conscientização sobre a vida de quem não enxerga”, mas um instantâneo no cotidiano de crianças deficientes e de visão plena, porque elas coexistem no mundo. E se entendem e se comunicam. Abordar essa possibilidade é o combustível do curta. SITEO site Cores na Escuridão reunirá como conteúdo principal, as ilustrações, assinadas e em baixa resolução, mais registro fotográfico do projeto.Projetado com “design responsivo”, ou seja, uma linguagem que permite ótima experiência de visualização, fácil leitura e redimensionamento rápido para várias resoluções de tela, o site poderá ser consultado igualmente e com as mesmas funcionalidades em computadores tipo desktop e laptop, em tablets de todas as marcas e modelos e em celulares tipo “smartphone”. O site, em todas as plataformas, terá acesso livre e gratuito pelo endereço cujo domínio será devidamente registrado pelo proponente do projeto junto ao Registro.br.Contará com audiodescrição para permitir a fruição da obra por crianças deficientes visuais. CONTEÚDOO site “Cores na Escuridão” deverá disponibilizar o seguinte conteúdo:- todos os textos e legendas que façam parte do projeto;- expediente indicando todos os envolvidos no projeto, assim como a régua de logos conforme manual do PROAC;- release produzido pela assessoria de imprensa contratada pelo projeto, com fotografias disponíveis para download, para que jornais, revistas e sites possam fazer uso do material para suas publicações;- descrição dos objetivos do projeto. ARQUITETURA DA INFORMAÇÃOO site será organizado de acordo com a árvore de navegação abaixo: HOMEPAGE1. Slider principal A página principal do site estará estruturada com uma foto principal em forma de “slider” ou carrossel de imagens, em que várias fotografias podem ser vistas uma depois da outra, em sequência. O número de fotografias constante do “slider” será definido pelo responsável pela publicação do site, devendo levar em consideração a velocidade de carregamento da página. As fotos deverão ter legendas e créditos, indicando autoria, seguindo legislação vigente de direitos autorais. 2. Caixinha de chamadas: Abaixo da foto principal, deve haver três caixinha de chamadas com fotos, cada uma remetendo a uma página importante do site, como, por exemplo, Conheça o Projeto. Esse conteúdo está indicado apenas a título de exemplo, podendo ser modificado a qualquer momento, conforme o site vai sendo atualizado, visto que o conteúdo é dinâmico. 3. Navegação: A navegação principal do site será horizontal, na parte superior da página e trará hiperlinks para todas as páginas importantes do site, tais como Galerias, Participe, Agenda, Expediente, Contato, Projeto, Mídia. Os títulos citados são apenas a título de exemplo, podendo haver outros, podendo alguns ser excluídos ou modificados pelo redator responsável pelos textos, seguindo critérios jornalísticos e as necessidades do projeto. 4. Agenda: No pé da página principal, haverá uma agenda onde serão publicados todos os eventos relativos ao projeto, durante sua duração. PÁGINAS INTERNAS 1. Galeria: A galeria de imagens deverá reunir todas as fotografias constantes do projeto, até o número de 25, conforme previsto na proposta, além de imagens adicionais que não chegarão à mostra física, mas que podem complementar o projeto.A galeria pode ser públicada de forma unificada, com todas as fotos em um único portfólio, ou em galerias separadas, conforme necessidade do projeto e definição do redator responsável. Os títulos mencionados são a título de exemplo, podendo ser modificados, acrescidos ou excluídos, conforme critério do executor do site. As fotografias poderão receber uma marca d’água, para garantir que não sejam reproduzidas indevidamente, garantindo assim os direitos autorais dos artistas.Os textos serão convertidos para uma fonte “websafe”, ou seja para uma fonte que possa ser lida em todos os sistemas operacionais comuns nos computadores, tablets e celulares, sem risco de que apareçam danificadas nas telas. As fotografias serão reduzidas para uma resolução mínima para que possam ser vistas adequadamente na tela, sem prejudicar a velocidade de carregamento das páginas. 2. Projeto: Uma página fará uma descrição, em texto, dos objetivos do projeto, com todas as etapas, as cidades e o perfil das escolas e das comunidades que serão atendidas. 3. ImprensaNesta, serão disponibilizados releases produzidos pela assessoria de imprensa contratada pelo projeto, assim como “thumbnails”e fotografias escolhidas para divulgação, com download. O objetivo é que jornais, revistas e sites possam buscar ali informação para suas publicações de forma simples e rápida. 4. Expediente do projetoTodos os créditos do projeto, incluindo os créditos de artistas, produção, direção, entre outros.Também deve estar publicada nesta página a régua de logotipos, conforme manual disponibilizado pelo MINc, após aprovação. 5. Outras páginasOutras páginas podem ser desenvolvidas conforme definição da direção de projeto, sendo acrescidas às acima.
1. Impressão de livro em braile - o projeto todo é voltado à acessibilidade, já que é todo criado para atender às necessidades de crianças com deficiência visual. 2. Impressão em gráfica que ofereça recursos sensoriais como cheiro e texturas; 3. Audiodescrição e legendagem para o media-metragem documental que trará as entrevistas com as crianças; 4. Distribuição gratuita dos exemplares para entidades que atendam às necessidades de crianças deficientes visuais.
1. Criação de hotsite onde ficarão ancorados o livro e o curta (com audiodescrição e legendagem), com livre acesso; 2. Impulsionamento para visitação do site em meios digitais; 3. Criação de campanha em redes sociais para divulgação do projeto de forma a obter capilaridade em região nacional, com impulsionamento para que ganhe adesão e visibilidade; 4. Contratação de assessoria de imprensa para que o projeto seja apresentado para vídeo estarão disponíveis em meio digital gratuitamente para quem todos os que desejarem acessá-lo; 5. Distribuição gratuita de 100% dos exemplares, assim como acesso irrestrito ao minidocumentário
Direção Geral: Noelly Russo Ferreira (PROPONENTE): Escritora, roteirista e tradutora, jornalista com mais de 30 anos de experiência na área comunicação em mídia, impressa e audiovisual. LIVROS PUBLICADOS: Kalungas, O Povo Dourado do Brasil, 2013, Quilombolas do Ribeira, 2013, Vida de Criança, 2013, Águas, 2013, Elvis, o Cão com Asas, 2020, Bichionário, 2020, Sementes, 2021, Contos da Savana, 2021, Costuras, 2021, Na Minha Cidade, 2021, Lendas Urbanas, 2020. Realizadora de projetos culturais em Rouanete ProAc.Direção editorial: PAULA DUME: Jornalista, copy editor, tradutora e editora de livros (Fev/19 – presente)FSB Comunicação: Analista de comunicação (Maio/15 – Nov/15), Editoras Fabbrica de Ideias, Sopa Editora e Estúdio Água, como editora-assistente e tradutora de livros (Set/13 – Maio/14) Folha de S.Paulo: Editora-assistente de livros na Publifolha (Jan/11 – Julho/13)Repórter e redatora da Livraria da Folha (Março/09 – Dez/10), Cooperativa Paulista de Teatro: Repórter e assistente de edição (Jan/09 – Maio/09) Planeta Sustentável: Repórter e analista de mídias sociais (Março/08 – Out/08).Bacharel em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Produção:Amanda Leones - Produtora , gestora e empreendedora cultural. Atriz pela Escola de Artes Recriarte (2009), Graduada em Eventos (Anhembi Morumbi/2012), possui especialização em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado (Senac/2016) e MBA em Gestão de Negócios (USP/2020). Atua no gerenciamento de projetos em Leis de Incentivo, Editais, Convênios Públicos e Produção Cultural há mais de quinze anos, em áreas diversas como Teatro, Música, Artes Plásticas, Audiovisual e Literatura. Diretora da Versa Cultural, empresa produtora de espetáculos e projetos culturais.Diretor de Fotografia: PAULO EDUARDO PALMÉRIO - 1. Direção / Roteirista: FICÇÃO: “Quarenta dias e Quarenta noites”, 2014, “Alberta #3”, 2013. Longa-metragem "O Idiota", 2016, DOCUMENTÁRIOS:“ 10 mistérios do mundo: Romênia", 2014, Record, “10 mistérios do mundo: El Dorado - Peru”, 2014, Record, “10 mistérios do mundo: Ilha de Pascoa”, 2014, Record, “Paquistão”, 2012, Record, “ Rajastão, Índia”, 2012, Record, “China: kung fu e expedição pelo sudoeste" 2011, Record, “ Quênia: caçada aos búfalos”, 2010, Reord.“ No Escape: SA Prisoners in Brazil”, 2012, Programa “Nova África” – TV Brasil. Especialista em deficiência visual: ALEXANDRA CAMPOS dos REIS Licenciatura Plena em Pedagogia – UNVERSIDADE MOGI DAS CRUZES, Escola Inclusiva para todos -Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-60 horas, BRAILLE - CADEVI- 240 horas, Pós-Graduação em Educação Especial - Deficiência Visual- Faculdade São Luis-360 Horas, Escola do Saber- Secretaria de Educação do Estado de São Paulo- TGD (TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO), ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL – UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos), PEDAGOGIA HOSPITALAR – 700 horas. Experiência Profissional: Secretaria de educação do Estado de São Paulo – 1994 A 1999- Professora Ciclo I, Secretaria de Educação do Estado de São Paulo-2000 a 2002 – Professora Ciclo II, Prefeitura Municipal de Rio Grande da Serra – 2002 a 2005 Dirigente Escolar, MOVA ABC (Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos) 2005 a 2017 Coordenadora, Secretaria de Educação do Estado de São Paulo 2007 a 2021 Especialista em Deficiência Visual, Prefeitura Municipal de Itapecerica da Serra em exercício – Especialista em Deficiência Visual.Produtor gráfico: MARCIO UVA - Técnico em artes gráficas pelo SENAI em 1992.Profissional no segmento de produção gráfica, prepress, impressão digital, plana ou rotativa. Possui grande experiência em produção gráfica, acompanhamento e aprovação de materiais em máquina, prepress, tratamento e fusão de imagens, scanner, aplicação e desenvolvimento de novas tecnologias gráficas. Ganhou 4 prêmios Fernando Pini de qualidade gráfica, com livros de arte e fotografia, 2 vezes finalista do Prêmio Jabuti. Realiza inúmeros trabalhos como freelancer para agencias, fotógrafos e editoras como: Leo Burnett, Loducca, Duda Propaganda, MPM, Fernando Zuffo, Araquém Alcântara, Luciano Candinasi, Fabio Colombini, Marcelo Ribeiro, Miro, Rodrigo Ribeiro, Prata da Casa, Comdesenho, DBA. Callis Editora, TerraBrasil e SENAI. IlustradoresAlexa Castleblanco: Ilustradora, designer, animadora e estampadora, Trabalhou em grandes editoras, como a Abril e Globo. Há mais de 15 anos desenvolve projetos próprios de ilustração, com estilo marcante para adultos e crianças. www.alexa.art.brhttps://alexaquerida.wordpress.comBruna Mancuso: Brunna Mancuso é artista multidisciplinar de São Paulo, Brasil. Vive seus dias entre cuidar de seus pets café e desenhos. Atualmente se dedica em estudar a arte da cerâmica, pintura e tatuagem. https://www.brunnamancuso.com.brCarlo Giovani: designer gráfico, ilustrador e autor, busca experiênias com diferentes técnicas e estilos. Foi premiado no Malofiej Infographics Award, Prêmio Esso, the W3 Award Show, the PROMAX BDA Latin America and the Cannes Lion.Coruja: Paulo Henrique de Souza Oliveira, o Coruja, é designer gráfico e ilustrador. Formou-se em desenho industrial com ênfase em comunicação visual, na Belas Artes de São Paulo. O ilustrador ainda atuou em um estúdio de desenhos animados. Seu estúdio, Velho Coruja usa inspiração de renascentistas a quadrinistas. https://velhocoruja.com/Daniel Ganjabilly: é artista gráfico, formado pelas escolas Senai Theobaldo de Nígris e Felício Lanzara. Atua como produtor gráfico, editor e diagramador. Começou sua jornada como ilustrador aos 6 anos de idade, pintando panos de prato com sua avó e, de lá para cá, vem colorindo a vida de tudo o que encontra pela frente.Gabriela Padilha: "Meu estilo de desenho é minimalista, simples e contém características de cartoon". https://gabispalette.carrd.co/Guto Lacaz: paulistano, formado em arquitetura, começou a vida profissional fazendo ilustrações para o Jornal da Tarde e editoras de livros. Tem dois prêmios Abril de Jornalismo em Ilustração. Entre outros trabalhos, ele fez o livro Personagens, de Vânia Toledo, e refez o projeto gráfico da revista Junguiana, da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica.http://www.gutolacaz.com.brLuiza Lopes: Pediatra e artista plástica, Luiza Lopes sua paixão por crianças por meio de sua profissão e de seu extremo talento para artes. Quando não clinica se dedica a criar ilustrações de técnicas diversas, entre elas aquarelas e pastels. Já tem seu primeiro livro ilustrado comprado pelo Programa Nacional do Livro Didático, "Elvis, o Cão com Asas". Maria Eugênia: ilustrou mais de 60 livros para adultos e crianças. Premiada no Brasil e no exterior, entre eles, Bologna Ragazzi, em 2001. Noelly Russo Ferreira: Autora e criadorailustradora, Noelly gosta de realizar projetos de arte em diversas modalidades, que incluem marcenaria, pintura a óleo, decoraçnao e reaproveitamento de sucata e restos de madeira, metais e o que mais estiver a ponto de ser descartado. Patrícia Girotto: Ilustradora e editora. Projeto gráfico e diagramação de mais de 1.000 livros infantis (incluindo um projeto de livro em scrapbook com personagens Looney Tunes); adaptação de formatos de coleção de livros da Turma da Mônica entre outros.Trilha inéditaMarcio Nigro compositor, jornalista, multi-instrumentista, engenheiro de mixagem e produtor musical. Em 2017, lançou o projeto Rock Pauleirinha, hard rock para crianças. É sócio da produtora de áudio MONDO, onde cria músicas para diversas peças publicitárias e também para seriados de TV como O Show da Luna, Charlie o Entrevistador de Coisa (Discovery Kids) e Valentins (Gloob).
PROJETO ARQUIVADO.