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O projeto visa realizar a primeira edição do Festival de Cultura dos Povos Originários e Tradicionais, uma programação multicultural que tem como propósito celebrar, valorizar e fortalecer as manifestações artísticas de povos originários, sua visibilidade e perpetuação de suas culturas e costumes. O projeto será realizado em 3 etapas: uma preparatória; o intercâmbio artístico e cultural e oficinas de capacitação musical com os grupos Baquemirim (Acre) e Afríca Viva (Brasil-Guiné); e a realização do Festival, uma programação que acontece em 3 dias.
1.0 Etapa Preparatória (semana 1) O projeto prevê 4 dias de visitas pedagógicas na Fazenda Painal, promovendo vivências artísticas conduzidas pelos grupos África Viva e Baquemirim, direcionadas para grupos escolares da rede pública, previamente agendados. 1.1 Intercâmbio artístico e cultural (semana 1, 2 e 3) O Intercâmbio consiste no período de 3 semanas em que os 2 grupos se encontram para transferência de conhecimentos, troca de saberes e criação e ensaio do espetáculo musical inédito. 1.2 Oficinas de capacitação musical (Semana 2) Durante o período do intercâmbio, cada um dos grupos envolvidos realizará oficinas de capacitação profissional para músicos e estudantes de música, com dois encontros semanais de 3 horas cada, totalizando 12 horas/aula por oficina. Pretende-se criar um espaço amplo para compartilhamento dessas técnicas e ritmos ancestrais para público dirigido. Tambores Africanos (África Viva)Baques do Acre (Baquemirim)Dança e Ritmos Africanos (África Viva)Cada núcleo formativo terá capacidade para 20 participantes. No total serão 60 alunos inscritos nas atividades. Mutirão de tambores (centro da cidade): Encerramento da etapa preparatória: Cortejo de tambores com os participantes das oficinas, mestres e aprendizes, uma intervenção em espaço público para marcar o início da programação do festival. 2. Festival de Cultura dos Povos Originários e Tradicionais (semana 3) O Festival encerra as 3 semanas de intercâmbio e oficinas, com 3 dias de atividades, sexta, sábado e domingo no Teatro Municipal de Arena de Ribeirão Preto e arredores, uma celebração às culturas tradicionais, ancestrais, com atividades gratuitas e direcionadas para todos os públicos, que terá dentre suas atrações, o Show Musical inédito com África Viva, Baquemirirm, Banquete da terra com Rodas de conversa, intervenções, a Exposição “Baile de São Gonçalo” e encerramento no domingo com a feira multicultural.
O presente projeto objetiva salvaguardar as culturas de povos tradicionais, promovendo ações de fomento e difusão de seus trabalhos artísticos e de seus conhecimentos, bem como promover encontros artísticos entre representantes de culturas tradicionais e ancestrais e criar um produto artístico inédito com potencial para futuras circulações e desdobramentos nas localidades de origem dos convidados, gerando trabalho e renda aos artistas envolvidos. O projeto promoverá acontecimentos culturais que irão fomentar e difundir manifestações artísticas ligadas às culturas tradicionais e ancestrais, assim será proporcionado um espaço para compartilhar conhecimentos e técnicas das iniciativas culturais com jovens artistas, e favorecer a capacitação profissional e a preservação das manifestações artísticas de povos tradicionais. A partir da oferta do projeto também serão fornecidas atividades culturais inéditas ao público de Ribeirão Preto e região. O projeto deverá cumprir os seguintes objetivos específicos: 04 visitas de alunos da rede pública na Fazenda Painal para realização da etapa preparatória 03 semanas de de intercâmbio artístico e cultural 12 horas/aula de oficina de Tambores Africanos (África Viva)12 horas/aula de oficina de Baques do Acre (Baquemirim)12 horas/aula de oficina de Danças e Ritmos Africanos (África Viva)01 mutirão de tambores no centro da cidade de Ribeirão Preto01 Festival de Cultura dos Povos Originários e Tradicionais que será dividido da seguinte forma:03 dias de atividades (sexta, sábado e domingo)15 atividades 01 feira multicultural com expositores autônomos Registro audiovisual e fotográfico das atividades
O Instituto Nova Era de Desenvolvimento Socioambiental é uma Organização da Sociedade Civil que incentiva e fomenta projetos ambientais, comunidades e culturas tradicionais e iniciativas sociais focadas na inclusão, na educação e na regeneração, com o intuito de promover relações equilibradas e um modelo de filantropia baseado na justiça social, no empoderamento das organizações fomentadas e na criação de legado duradouro para as novas gerações. O Instituto Nova Era é uma organização de Direito Privado, sem fins econômicos, sediada em Ribeirão Preto (SP) e composta por mais 3 núcleos filiados: Cravinhos (SP), Osasco (SP), Rio Branco (AC). Preservar e regenerar o meio ambiente, proporcionar mais oportunidades de educação e fortalecimento de culturas, promover a sustentabilidade e zelar pela memória e os valores de comunidades tradicionais e indígenas são as diretrizes do Instituto Nova Era, atualmente sediado na Fazenda Painal. A execução deste projeto contribuirá com a Economia Criativa da cidade de Ribeirão Preto e sua região, bem como promoverá a difusão cultural, proporcionando à comunidade local atividades culturais gratuitas, democratizando o acesso para todos. Os objetivos do proponente estão alinhados com o Art. 1º da Lei 8313/91 que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, PRONAC, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Por meio deste projeto será possível ofertar para alunos de escolas públicas, bem como para a população em geral, atividades culturais gratuitas em espaços públicos de fácil acesso. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O Festival de Cultura dos Povos Originários e Tradicionais disponibilizará um espaço para aproximadamente 30 expositores de Ribeirão Preto e região, de forma a abrir um espaço para que esses trabalhadores autônomos exponham seus trabalhos, valorizando a produção artística local. Além disso, está prevista a contratação de recursos humanos locais e participação dos artistas da cidade durante o evento, de forma a movimentar a economia criativa do interior do estado de São Paulo. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; As atividades desenvolvidas irão explorar uma programação multicultural, com ênfase na celebração, valorização e fortalecimento de manifestações artísticas de povos originários, sua visibilidade e perpetuação de suas culturas e costumes IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O projeto irá condecorar a cultura de povos tradicionais e ancestrais, celebrando a diversidade cultural presente nesses grupos. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; As atividades realizadas no projeto tem como objetivo estimular a perpetuação da cultura dos povos originários, preservando os bens materiais e imateriais dos grupos mais tradicionais do Brasil. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A partir das atividades de formação previstas no projeto, haverá o estímulo ao conhecimento, cultura e memória, enquanto o Festival promoverá a difusão cultural. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto promoverá a história e cultura de povos originários. O projeto seguirá a Lei 8.313/91 Art. 3°, por meio dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O festival nasce como uma ferramenta de combate ao aniquilamento das culturas tradicionais, ancestrais e originárias. A primeira edição do Encontro de Culturas Tradicionais e Ancestrais pretende desinvisibilizar as nossas ancestralidades, por meio de uma programação pensada para revelar aspectos da cultura brasileira, em especial da música popular brasileira, que ainda são desconhecidos ou pouco difundidos, trazendo o protagonismo para manifestações artísticas do Brasil profundo. A partir de encontros musicais inéditos e do compartilhamento de saberes, a programação proposta neste projeto vem para legitimar a elasticidade da nossa música, que tem na fusão de diferentes ritmos e estilos a maior expressão de brasilidade. O público alvo do projeto é o mais amplo possível. Pretende atingir os moradores e moradoras da cidade de Ribeirão Preto, das classes sociais B, C e D, moradores do centro e da periferia, dentre crianças, jovens, adultos e idosos. É objetivo deste projeto por meio de cada eixo de programação atingir públicos específicos: Feira Multicultural, shows e palestras: Público familiar, comunidade ligada à economia criativa, comunidade escolar, público jovem e adulto, classe artística da cidade etc; Visitas Pedagógicas na Fazenda Painal: Ação para público dirigido, previamente agendando. Alunos da rede Pública de Educação de Ribeirão Preto e do Municipio de Cravinhos. O projeto prevê transporte e kit lanche para facilitar o deslocamento e garantir o engajamento das escolas. Oficinas de Capacitação: Os alunos serão mobilizados por meio de parcerias institucionais com Ongs e Universidades que tenham a música como elemento central nas ações de desenvolvimento, assim como coletivos de artistas da cidade de Ribeirão preto.
As visitas pedagógicas atenderão grupos de alunos de escolas municipais dos municípios de Cravinhos e Ribeirão Preto. Alunos de Ensino Fundamental 2, na rede municipal de ensino. As oficinas de capacitação, serão destinadas a alunos universitários de música, participantes de projetos sociais com formação em música e ou para coletivos de artistas da cidade de Ribeirão preto, dedicados a pesquisa da música. A temática abordada será a transferência de conhecimentos dos artistas protagonistas do projeto para músicos em formação. Tambores do Acre, tambores e rítmos africanos serão o cerne deste aprendizado.
Como ação de acessibilidade serão inseridos intérpretes de libras e audiodescrição nas mesas de debate e oficinas previstas na programação.
Visando a democratização de acesso, serão atendidas instituições públicas de ensino, para essas visitas pedagógicas serão fornecidos ônibus para o transporte dos alunos, o que ampliará a possibilidade de participação dessas instituições. As demais atividades acontecerão em espaços públicos do município de Ribeirão Preto, como o centro da cidade e o Teatro de Arena. Todas as ações que ocorrerão nesses espaços serão gratuitas e divulgadas amplamente a partir das redes sociais do Instituto Nova Era e dos participantes do projeto, além de uma assessoria de imprensa que trabalhará com estratégia de divulgação, visando atingir o maior número de público possível.
O Instituto Nova Era se declara responsável pela a elaboração e execução deste projeto, bem como sua gestão administrativo financeira, incluindo a seleção, contratação e pagamento de toda equipe de profissionais que atuarão como colaboradores no projeto e respectiva prestação de contas, sendo responsável pela gestão do processo decisório e pelas atividades técnico-financeiras, não caracterizando a intermediação de que trata o art. 28 da Lei nº 8.313, de 1991. A proponente poderá ainda realizar o trabalho de captação de recursos para o projeto conforme previsto na legislação. Ficha técnica dos participantes do projeto: Gabriel Mhereb - Coordenador Geral do Projeto Como Coordenador Geral Gabriel Mhereb desempenha um papel fundamental na gestão e liderança deste projeto com ênfase na promoção e difusão das culturas tradicionais brasileiras e suas matrizes. Com uma sólida experiência como Gestor de Projetos Socioambientais, Gabriel é responsável por liderar e supervisionar todas as atividades do projeto, colaborando estreitamente com a difusão e valorização da cultura brasileira e suas matrizes de origem. Tendo como principal objetivo fortalecer as trocas que promovem o respeito à diversidade cultural e étnica, desempenhando um papel crucial nos esforços interdisciplinares, no planejamento estratégico, na captação de recursos e na construção de parcerias, além de garantir que o projeto alcance seus objetivos de forma eficaz e impactante Lécio Honorato - Direção de Produção Lécio Honorato Pereira tem formação acadêmica em Ciências Farmacêuticas, um entusiasta na transformação sociocultural e alquimista nato, após experiências no mercado de trabalho teve a oportunidade de conhecer o Terceiro Setor, onde se encontrou e buscou conhecimento e formação na área do desenvolvimento humano e das organizações. Desde então, atua com gestão, monitoramento, e prestação de contas em OSC’s, bem como realiza controle financeiro de projetos contemplados em editais/leis de incentivo. e detém qualificação técnica para realizar consultoria especializada com projetos culturais. Prestou serviços de orientação, avaliação de edital, elaboração de plano de trabalho, monitoramento e análise de prestações de contas dos projetos culturais. Leticia Felicia - Coordenação Artística Formada em Contrabaixo Acústico Erudito pelo Conservatório de Tatuí é entusiasta por misturas diversas, formas de expressões que nascem a partir da mescla de linguagens. Realizou participações na Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, Ensemble de Performance Histórica, assim como integrou festivais nacionais e internacionais como Música nas Montanhas (Poços de Caldas-MG), Festival de Ourinhos(SP), Encontro Internacional de Contrabaixos em Montevidéu (Uruguai), entre outros. Em paralelo aos estudos acadêmicos eruditos, realiza uma participações em grupos de música regional brasileira, em ritmos como coco, maracatu, ciranda, boi e muitos outros. Viviane Caixeta de Mendonça - Produtora Executiva Viviane é advogada e produtora executiva de grandes eventos, cinema e televisão. Participou como produtora executiva no desenvolvimento do filme “Los Silencios”, de Beatriz Seigner, exibido em 2018 na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Viviane assina a produção executiva do longa-metragem “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, filme ganhador da Mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2019. Entre outros, compôs a equipe de produção executiva dos longas-metragens “O Vendedor de Sonhos” de Jayme Monjardim, “Divórcio” de Pedro Amorim e “Pixinguinha, um homem carinhoso” de Denise Saraceni e da série "Em busca de Anselmo", de Carlos Alberto Jr para a HBO. Em 2019, coordenou o departamento de cinema da Prodigo Films. Márcia Nunes da Silva - Direção Técnica Graduada em Artes Cênicas pela UDESC-CEART e em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Medes, Atua há 20 anos no setor cultural, como diretora técnica, produção, elaboração e gestão de projetos de leis de incentivo, de editais de patrocínio e fomento. Realiza a curadoria de projetos e programações artísticas, agenciamento de artistas internacionais e presta serviços como coordenadora técnica de shows, espetáculos e festivais. Fanta Konatê - Artista e Oficineira África Viva Fanta Konatê é Bailarina, Compositora e Cantora da República da Guiné, integrante de família com expressiva tradição artística. Possui um trabalho artístico internacional que une a ancestralidade Africana e a contemporaneidade da Diáspora através dos Tambores, Dança e Multimídia. Excursionou por Suécia, Japão, Polônia, EUA e África Oeste. No Brasil criou o Instituto África Viva. Luis Eduardo Ferreira Kinagawa - Artista e Oficineiro África Viva Luis Kinugawa é musicoterapeuta, percussionista, diretor do Instituto África Viva e criador do trabalho humanitário “Biomúsica” . Morou 2 anos na África e trabalhou com ONGs humanitárias internacionais como “Warchild”, “Enfants Refugiees du Monde” e “Médicos Sem Fronteiras”. Ministra oficinas sobre a cultura Africana e Biomúsica no Brasil e EUA, e está construindo a Rede África Viva de Desenvolvimento Sustentável. Alexandre Anselmo - Artista e Oficineiro Baquemirim Arte educador, músico, artista visual, produtor fonográfico, pesquisador, e diretor musical responsável pelo estúdio Tutak. Graduado pela Escola de Comunicação e Artes de São Paulo, reside em Rio Branco, Acre, desde 2007 onde fundou o Baquemirim, Organização da Sociedade Civil que trabalha pela salvaguarda dos saberes e musicalidades da floresta amazônica. Em sua trajetória, estudou em diferentes escolas de tradição oral como Batuques sudestinos, Música clássica indiana, entre outras. Lucas Kastrup Fonseca Rehen - Curador Exposição É Doutor e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPCIS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atualmente desenvolve pesquisa de pós-doutorado intitulada "Mestre Irineu e as raízes maranhenses do Santo Daime" no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) do Museu Nacional da UFRJ, com o apoio do Instituto Nova Era. Tem experiência na área de Antropologia e de Sociologia, atuando principalmente nos seguintes temas: ritual, música, relações inter-religiosas e dádiva. Possui publicações sobre o ritual do Santo Daime, em revistas acadêmicas, jornais e livros. Emilia Lemos Vasconcelos - Coordenação Administrativa Financeira Emília Lemos de Vasconcelos é a CEO e fundadora da Eleva Consultoria, uma empresa de renome especializada em gestão do terceiro setor. Com uma sólida formação em pedagogia, Emília se destaca como líder visionária e comprometida com a transformação social. Ao longo de sua carreira, desenvolveu expertise na elaboração de projetos e na prestação de contas para esferas governamentais, contribuindo para o sucesso de organizações sem fins lucrativos que buscam parcerias com o setor público. Sua experiência abrange a implementação de estratégias inovadoras, visando à maximização do impacto social e à otimização dos recursos disponíveis. Silvana Gonçalves de Almeida Utiyama - Auxiliar Administrativa Silvana Gonçalves de Almeida Utiyama é uma profissional altamente qualificada com formação em Administração de Empresas e Ciências Contábeis. Atualmente, desempenha um papel crucial como coordenadora no terceiro setor, ocupando posições de liderança na Associação Civil Ponte para Luz e no Instituto Nova Era. Sua vasta experiência em administração e contabilidade a torna uma figura-chave na gestão estratégica e financeira de organizações sem fins lucrativos. Silvana é reconhecida por sua habilidade excepcional na elaboração de relatórios financeiros precisos e na implementação de práticas de gestão eficazes, garantindo a transparência e a responsabilidade na utilização de recursos.
PROJETO ARQUIVADO.