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PRONAC 2316487Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Eu sou o Brasil: Artistas Populares (título provisório)

AYO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 1,65 mi
Aprovado
R$ 1,65 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término
2026-12-14
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A exposição Eu sou o Brasil: Artistas Populares (título provisório) apresenta obras de artistas populares localizados nas macrorregiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. A mostra reúne nomes da herança da cultura popular _ artistas autodidatas, espontâneos e consistentes em seus trabalhos. O conceito curatorial é resultado do mapeamento de arte popular feito pelo pesquisador Renan Quevedo, a partir de 2017, já percorreu mais de 100 mil quilômetros pelas macrorregiões brasileiras e catalogou centenas de artesãos distantes das formas acadêmicas tradicionais, contando suas histórias e engajando milhares de pessoas pelas redes sociais.

Sinopse

Todos os produtos (exposição, catálogo e contrapartida social) terão classificação indicativa livre para todos os públicos.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo desta proposta é apresentar nos espaços culturais de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília obras elaboradas durante o último século, investigando de maneiras particulares e coletivas as mudanças em torno do pensamento social, histórico, político e artístico que permeia o inconsciente popular. A curadoria proposta articula os artistas já reconhecidos pelo sistema e suas escolas com novos nomes recém trazidos à luz. A exposição traz obras organizadas por artistas situando-as no território nacional a partir de suas criações realistas ou imaginárias. No caso de nomes históricos e/ou falecidos, indispensáveis para a narrativa conceitual do projeto, como Mestre Vitalino (1909-1963), Mestre Guarany (1884-1985), Izabel Mendes da Cunha (1924-2014) e Ulisses Pereira Chaves (1924-2007), traremos suas obras juntamente com as obras de seus seguidores com o intuito de apontar a reestruturação social existente na região de produção a partir do despertar artístico do pioneiro. Ao trazer a arte popular brasileira para um ambiente preciso, central e democrático, questionamos e deslocamos o lugar marginal que esses artistas ocupam, desconstruindo a injusta associação a possíveis patologias ou sinais de loucura que os limitariam enquanto seres humanos. Assim, o objetivo é que esse viés artístico seja descoberto e respeitado por todos,oferecendo a oportunidade de descolonizarmos e reconstruirmos nossas noções identitárias. Objetivo específico - Realizar exposição inédita; - Divulgar a arte popular brasileira na exibição de artistas reconhecidos e não reconhecidos no panorama da arte visual e parte já da história da arte nacional; - Valorizar a arte nacional e artistas de nosso País; - Democratizar a arte a toda a sociedade; - Fomentar a arte brasileira a levando ao contato direto com a população local e/ou de visitantes.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; A importância da exposição Eu sou o Brasil: Artistas Populares (título provisório) se dá pelo fato de a arte popular brasileira ter tido espaço insuficiente na construção da ideia de arte brasileira. Sendo um complexo sistema de símbolos de identidade que o povo cria e preserva, ela é mantida pela tradição, estimulada pelo viver cotidiano, permeada pelo inconsciente e tomada por um sentimento de coletividade. Escultores, pintores, bordadeiros, ceramistas, músicos, gravadores, desenhistas, xilógrafos, carpinteiros, tapeceiros, ilustradores, entre outros, produzem de forma obstinada e praticamente sem incentivos porque há algo que precisa ser externalizado. É significativa a marca que deixam enquanto cronistas do cotidiano em seus locais de fala e de vida. Com o interesse dos modernistas brasileiros na década de 1920, sem discriminar o popular e o culto, a arte do povo começou a ganhar espaço no circuito artístico nacional ao virar alvo de pesquisa para a construção de seus processos criativos. Intelectuais como Mário de Andrade e Gilberto Freyre reconheceram, já na época, a importância dessa produção enquanto memória coletiva para o País. Para isso, foi necessário olhar para o território enquanto nação e começar a pensa-lo a partir de si mesmo, movimento de que precisamos ser relembrados de tempos em tempos. Mário de Andrade, em Movimento Modernista (1942), atribui ao popular "o direito permanente à pesquisa estética, a atualização da inteligência artística brasileira e a estabilização de uma consciência crítica nacional". Imerso nos usos e costumes brasileiros,Freyre, em Casa Grande & Senzala (1933), pensa nossa formação a partir da fusão entre europeus, indígenas e escravizados. Esse pensamento é escancarado em 1969, quando a arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi realiza a mostra temporária inaugural do Masp, A Mão do Povo Brasileiro, exibindo uma vasta quantidade de trabalhos produzidos pelo povo. Foi necessário despir-se da obsessão por modelos estrangeiros, sobretudo europeus, tidos como essenciais para construção e suas referências artísticas. A partir de então, com o trabalho de pensadores como Clarival do Prado Valadares e Darcy Ribeiro, pesquisadores do ramo como Lélia Coelho Frota, Janete Costa, Jacques Van de Beuque e Paulo Pardal, museólogos, marchands e galeristas, a arte popular ganhou força e hoje recebe certa atenção nacional e internacional pela relevância criativa do povo brasileiro, tida como uma das mais ricas, variadas e de denso conteúdo. Essa pesquisa, entretanto, sofreu uma queda visto que o trabalho da maioria desses pesquisadores foi descontinuado e uma lacuna foi então aberta em relação à produção atual. O projeto tem como objetivo investigar essa lacuna, bem como conectá-la à linha narrativa da arte brasileira. Nota-se que as histórias e narrativas de produção são a todo tempo transculturadas com os deslocamentos migratórios, com as desigualdades sociais e com a distribuição de conteúdos midiáticos entre as camadas da população. Por conta dessa fluidez cultural, valores são repensados e acrescidos de novos costumes, vaidades, desejos e sonhos, ressignificando produções. A arte popular brasileira, além de nos trazer melhor compreensão da identidade nacional, aponta onde estamos e para onde vamos numa dicotomia sui generis de ancestralidade e futuro. As descobertas artísticas levantadas pelo projeto revelam um País que insiste e persiste às margens _ e segue existindo. Por razões históricas, sociais e geográficas, a arte popular tende a ser a arte mais praticada no território nacional. Ainda assim, segue como uma das menos divulgadas e valorizadas por brasileiros que ignoram suas produções, referências, contextos e críticas. Ela se materializa por formas rústicas, ousadas, refinadas, irreverentes, originais, polidas e selvagens resultantes de rica experimentação técnica, distantes das regras de educação formal das academias de arte. Produto de criação individual e extremamente espontânea, é reflexo dos estímulos advindos das tradições transmutadas em valores ora particulares, ora coletivos. É memória "escrita". A exposição Eu sou o Brasil: Artistas Populares (título provisório) traça o roteiro artístico, social e histórico da arte popular do último século, assim como destaca a importância desta enquanto agente chave na definição da arte brasileira. A arte não-erudita, até então prestigiada e consumida por um pequeno grupo de apreciadores. A curadoria, sobretudo, se dedica a apresentar ou reapresentar o trabalho da fatura popular ao lado de suas histórias de produção. A expografia será apresentada de forma que o visitante percorra as salas configuradas como regiões brasileiras, instigando que o mesmo passe a redescobri-las também em seu cotidiano e fora do espaço expositivo. Enriquecendo a proposta da mostra, convidaremos pesquisadores, galeristas, colecionadores e artistas para uma série de debates sobre o universo da arte popular. Com contribuições de coleções públicas, privadas e dos próprios artistas, a exposição será montada com uma equipe de expertise atualizada e única no assunto uma vez que o projeto se configura como o projeto independente de maior amplitude de pesquisa de arte popular em atividade no Brasil e retroalimentado espontaneamente por seus seguidores em canais digitais. Levaremos a arte popular para o povo.

Acessibilidade

Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, por se tratar de obra em espaço público, a acessibilidade física é garantida pela implementação de mobiliário urbano específico pela Prefeitura. Item orçamentário: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Disponibilizaremos textos em braile e audiodescrição para os conteúdos de forma que a pessoa com deficiência visual possa acessar a parte de áudio e ouvir o descritivo do espaço físico e dos conteúdos apresentados. Item orçamentário: Braile e Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente auditivo se contemple com a exposição assim como os textos explicativos. Item orçamentário: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português e inglês. Item orçamentário: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. Os textos explicativos estão contemplados na rubrica de sinalização. Produto: CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica uma vez que o catálogo será apresentado apenas em formato digital (PDF). Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais por exemplo. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕESAOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo bilíngue com textos em português e inglês. Item orçamentário: Não se aplica. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, as palestras serão realizadas em escolas e/ou instituições da rede pública de ensino que possuam acessibilidade, como rampas de acesso, para pessoas com deficiência de mobilidade. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: O deficiente visual poderá se contemplar pela fala dos palestrantes assim como com os textos apresentados que serão impressos em braille e distribuídos ao público que necessitar. Item orçamentário: Impressão em braille. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: A palestra terá tradução simultânea em libras. Item orçamentário: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais. Item orçamentário: Não se aplica.

Democratização do acesso

Em concordância com o Art. 23, da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: PRODUTO - EXPOSIÇÃO DE ARTES - mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativoou formação artística; - até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conformeparágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; - até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012. A comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais). E ainda, de acordo com o art. 24 da IN nº 01/2022, será adotada a medida no projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição. PRODUTO - CATÁLOGO (catálogo bilíngue apenas em formato digital com download gratuito) Para a democratização de acesso do produto de catálogo, haverá a disponibilização para download gratuito do catálogo no formato PDF, o que atende ao inciso XIV do art. 24 da IN nº 01/2022. XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente. PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL Em concordância com o Art. 25 da IN 01/2022, as ações de Contrapartida Social seguirão: § 1º As Ações Formativas Culturais deverão corresponder a pelo menos dez por cento do somatório de público previsto em todos os produtos culturais do projeto, contemplando no mínimo vinte e limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários. § 2º No mínimo cinquenta por cento do quantitativo de beneficiários do produto contrapartida social deve se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em casas de repouso. Em concordância com o Art. 24 da IN nº 01/2022, será adotada a seguinte medida complementar de ampliação do acesso: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuaisdos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

AYO CULTURAL (proponente) Gabriel Curti e Julia Brandão uniram-se na AYO Cultural para agregar e disseminar suas experiências em prol de projetos culturais das mais diversas naturezas e formatos. Desde 2012 em parceria e colaborações autônomas com diversas produtoras, produziram mais de 40 exposições de artes visuais dentro e fora do Brasil. Exposições produzidas em destaque: AI WEIWEI RAIZ | coordenação de produção (CCBB BH e RJ | Museu Oscar Niemeyer, Curitiba |Oca, Parque do Ibirapuera, São Paulo) / ANISH KAPOOR SURGE | produção (CorpArtes, Santiago do Chile e Fundacion PROA, Buenos Aires) / ALÉM DO INFINITO (SERGE SALAT + REGINA SILVEIRA) | produção executiva (Farol Santander, São Paulo) / 10ª Bienal do Mercosul | coordenação de produção (Porto Alegre, Rio Grande do Sul) / Resistir é preciso |produção (CCBB SP / BH / RJ / DF) / X Bienal de Arquitetura de São Paulo | produção executiva / ELLES: Mulheres Artistas na Coleção do Centro Pompidou | produção (CCBB RJ /BH). Julia Brandão – Direção de Produção – realiza todo planejamento e controle das atividades ligadas a área de produção durante a etapa de produção e execução. Supervisiona os serviços de fornecedores para a realização do projeto, responsável por planejar, organizar e controlar as atividades de fabricação dos produtos da empresa, formulando e recomendando políticas e programas de produção. Suas responsabilidades são de assegurar o cumprimento das metas de produção, dentro dos padrões de qualidade, quantidade, custos e prazo estabelecidos na proposta, planejar, organizar e supervisionar as atividades de produção da exposição, dentro das especificações e padrões de qualidade estabelecidos, visando a assegurar o cumprimento dos objetivos, otimizar os recursos produtivos disponíveis, supervisionar a elaboração dos cronogramas da produção, visando a garantir a melhor alocação da mão-de-obra, equipamentos e materiais, controlar as despesas gerais da etapa de produção da exposição (energia elétrica, custos de manutenção, insumos etc.). Atuou, entre outros, nos projetos relacionados: Belo, Transitório, Intangível e Finito (Laura Vinci (Brasil) e Tundra (Rússia)) – janeiro /2018; Vazios Povoados (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti (Brasil) e Haroon Mirza (Inglaterra)) – maio / 2018; Luz e Arte (Gisela Motta e Leandro Lima (Brasil) e NONE Collective (Itália)) – outubro / 2018; Além do Infinito (Regina Silveira (Brasil) e Serge Salat (França)) – janeiro / 2019; Hebe Eterna (curadoria Marcello Dantas) – fevereiro / 2019; Produção Executiva e Coordenação de produção da exposição Infinitos (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti, Raquel Kogan), Centro Cultural Vale Maranhão – março / 2019; Coordenadora de Produção da exposição Todo poder ao povo! Emory Douglas e os Panteras Negras, SESC Pinheiros, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da X Bienal Ibero-americana de Arquitetura e Urbanismo, São Paulo; Coordenadora de Produção da exposição Antonio Benetazzo, permanências do sensível, CCSP e CFCCT, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre / RS; Produtora Executiva da exposição Variações do Corpo Selvagem, SESC Araraquara; Produtora da 5ª Bienal Brasileira de Design, Florianópolis / SC;Produtora Executiva da exposição Cores do Brasil, OCA, São Paulo / SP; Produtora Executiva da exposição O Artista e a Bola, OCA, São Paulo / SP; Produtora Executiva da exposição ChinaArteBrasil, OCA, São Paulo / SP. Será remunerada pelo item orçamentário Direção de Produção. Gabriel Curti: – Produção Executiva – responsável pela organização geral de produção, planejamento da programação junto a curadoria e cliente, assessoria na coordenação de implementação dos projetos curatorial, expográfia e iluminação, elaboração de cronograma e coordenação da equipe de produção, interface de informação entre curador, arquitetura, educativo, comunicação visual, designer e fornecedores para o fechamento de projetos e de orçamentos, controle orçamentário, controle e acompanhamento de prestação de contas. Logística da organização geral das exposições e também da programação. Atua em diversos segmentos do mercado cultural incluindo a criação, desenvolvimento e gestão de projetos, com especialização em artes visuais. Pós graduado em gestão cultural pelo Senac São Paulo (2018/2019). Formado arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismos da Universidade Católica de Santos (2012). Em parceria e colaborações autônomas com diversas produtoras (como arte3, Madai Art , Magnetoscópio entre outras) , produziu diversas exposições de artes visuais dentro e fora do Brasil, com destaque para: AI WEIWEI RAIZ | coordenação de produção (CCBB BH e RJ | Museu Oscar Niemeyer, Curitiba | Oca, Parque do Ibirapuera, São Paulo) / ANISH KAPOOR SURGE | produção (CorpArtes, Santiago do Chile e Fundacion PROA, Buenos Aires) / Resistir é preciso | produção (CCBB SP / BH / RJ / DF) / X Bienal de Arquitetura de São Paulo | produção executiva / ELLES: Mulheres Artistas na Coleção do Centro Pompidou | produção (CCBB RJ / BH). Será remunerada pelo item orçamentário Produtor executivo O proponente informa que no momento é possível afirmar que as rubricas que já sabe que irá se remunerar é a de Diretor de Produção. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.