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PRONAC 2316491Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Cura da Terra

elodie bouny
Solicitado
R$ 997,2 mil
Aprovado
R$ 997,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Óperas
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-06-24
Término
2025-12-31
Locais de realização (6)
Crato CearáFortaleza CearáBrasília Distrito FederalBrumadinho Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto é referente a criação e montagem da ópera infantil A Cura da Terra, baseada na obra de literatura infantil homônima produzida pela escritora indígena Eliane Potiguara, publicada originalmente pela Editora do Brasil em 2015. A ópera A Cura da Terra traz trará ao público infantial a perspectiva de derrubar os mitos em volta do genêro da ópera segundo os quais seria um gênero reservado a uma elite social.Após a montagem e lançamento, a ópera fará circulação a fim de ampliar o debate e dar visibilidade a obra de forma democrática.

Sinopse

A Cura da Terra é uma obra de literatura infantil produzida pela escritora indígena Eliane Potiguara, publicada originalmente pela Editora do Brasil em 2015. A história do livro é construída a partir das experiências de Moína, uma menina, de origem indígena, que busca entender os sentidos e as transformações que marcam a sua realidade. Moína adora ouvir as histórias contadas por sua avó, e durante essas conversas, uma história em especial revelará a menina o sofrimento pelo qual seu povo passou, a sabedoria de seus ancestrais e como eles conseguiram a cura para um de seus bens mais preciosos: a Terra. Em meio aos diálogos, estão reflexões sobre o passado, presente e futuro que expõe as dores sofridas pelos ancestrais da menina durante o processo de colonização. Mais do que nunca, este tipo de reflexão é muito necessário visto as injustiças tremendas que os povos indígenas têm passado no Brasil e na América Latina. Por outro lado, o dever de memória coletiva para com os jovens brasileiros e brasileiras se faz também indispensável, tendo como objetivo trazer a tona uma cultura riquíssima, vivíssima e frágil por vez, que necessita um cuidado constante e o envolvimento dos cidadãos e cidadãs do Brasil, para manter saudável e digno o legado indígena brasileiro que se expressa com tanta força através dos povos nativos. A historia lembra que os direitos adquiridos são sempre frágeis e que podem ser derrubados a qualquer momento, por isso as culturas indígenas precisam de um povo educado, instruído e envolvido para essa causa. A ópera A cura da Terra traz este objetivo além da transmissão de uma arte de excelência que envolve diversas linguagens : musica, poesia, teatro. A vontade é de derrubar os mitos em volta do genêro da ópera segundo os quais seria um gênero reservado a uma elite social. A compositora e a libretista, junto com o resto da equipe se esforçam para trazer um espetáculo acessível, compreensível por todos e todas, poético e tocante, portador de uma mensagem forte e essencial. A ópera evolui com seu tempo, e deve contar o seu tempo presente, assim como sempre fez nos séculos passados.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar a montagem e apresentação da ópera "A Cura da Terra", baseada na obra homônima da escritora indígena Eliane Potiguara, com o propósito de sensibilizar e conscientizar o público sobre a importância da preservação da cultura indígena brasileira, destacando suas experiências, sabedorias ancestrais e a relação intrínseca com a Terra. Além disso, busca-se democratizar o acesso à ópera, rompendo com estereótipos elitistas associados ao gênero, e fomentar o diálogo sobre as questões indígenas contemporâneas. Objetivos Específicos: 1. Produzir uma Montagem Impactante:Desenvolver uma encenação que integre música, poesia e teatro, proporcionando uma experiência artística envolvente e impactante.Criar cenários, figurinos e elementos visuais que expressem a riqueza cultural e a conexão com a natureza presentes na obra.2. Promover a Conscientização sobre a Cultura Indígena:Utilizar a narrativa da ópera para transmitir reflexões sobre a história, desafios e conquistas dos povos indígenas no Brasil.Estimular o público a compreender a importância da preservação da cultura indígena como parte integrante da identidade nacional. 3. Realizar Turnê por Diversas Cidades Brasileiras:Levar a ópera para São Paulo, Rio de Janeiro, Brumadinho, Fortaleza, Crato, Belém, Manaus e Brasília, ampliando o alcance geográfico e cultural da produção.Estabelecer parcerias locais para promover a participação ativa das comunidades e incentivar o diálogo sobre as realidades indígenas em diferentes regiões. 4. Incentivar a Participação do Público Jovem:Desenvolver atividades educativas e materiais pedagógicos que possam ser utilizados em escolas, visando envolver estudantes no processo de aprendizado sobre a cultura indígena.Facilitar a presença de escolas e grupos de jovens nas apresentações, promovendo a inclusão e a formação de plateias diversificadas. 5. Desconstruir Estereótipos da Ópera como Arte Elitista:Implementar ações de marketing e comunicação que destaquem a acessibilidade da ópera, promovendo a ideia de que é uma arte para todos os públicos.Oferecer ingressos com preços acessíveis e realizar apresentações em espaços variados, incluindo teatros convencionais, espaços ao ar livre e locais comunitários. 6. Estabelecer Parcerias e Apoios Institucionais:Buscar parcerias com instituições culturais, governamentais e organizações não governamentais para fortalecer a produção e a promoção da ópera.Captar recursos e patrocínios que viabilizem a realização da turnê e contribuam para a sustentabilidade do projeto a longo prazo.Ao alcançar esses objetivos, a ópera "A Cura da Terra" aspira a ser não apenas uma expressão artística, mas também um meio eficaz de promover diálogos relevantes e transformadores sobre a preservação da cultura indígena e sua interconexão com a sociedade brasileira.PRODUTOS:Montagem e apresentação da ópera em turnê nas cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Brumadinho, Fortaleza, Crato, Belém, Manaus e BrasíliaTotal de 8 apresentações para um público estimado 2500 pessoas.A obra terá duração entre 50 e 60 minutos.

Justificativa

A montagem e a posterior turnê da ópera "A Cura da Terra" representam um compromisso profundo com a promoção da cultura brasileira e o enriquecimento do cenário artístico nacional. A justificativa para este projeto está ancorada em diversos aspectos, sendo moldada pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a legislação cultural vigente, especialmente a Lei Rouanet (Lei 8.313/91), e a necessidade de utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais. 1. Contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): A ópera "A Cura da Terra" se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pela ONU, proporcionando impactos significativos em diversas áreas: ODS 4: Educação de Qualidade: A ópera, além de sua expressão artística, incluirá iniciativas educativas, como workshops e atividades relacionadas, oferecendo uma oportunidade única para a comunidade ampliar seus conhecimentos culturais. ODS 5: Igualdade de Gênero: O projeto busca promover a igualdade de gênero na esfera artística, incentivando a participação e reconhecimento de artistas mulheres no cenário da ópera. ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico: Ao gerar oportunidades de trabalho para artistas, produtores e profissionais da indústria cultural, a ópera contribui diretamente para o crescimento econômico sustentável. ODS 10: Redução das Desigualdades: Busca-se a inclusão e diversidade, permitindo o acesso igualitário à cultura, com a ópera servindo como plataforma para a integração de diferentes grupos sociais. 2. Atendimento aos Incisos da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet): A ópera "A Cura da Terra" se enquadra nos incisos da Lei Rouanet, possibilitando a captação de recursos financeiros por meio de renúncia fiscal. Destacam-se os seguintes pontos: Promoção da Regionalização (Lei Rouanet, Art. 1°, II): Ao levar a ópera para diferentes cidades brasileiras, o projeto contribui para a regionalização da produção cultural, valorizando recursos humanos e conteúdos locais. Apoio, Valorização e Difusão Cultural (Lei Rouanet, Art. 1°, III): A ópera fundamenta-se no apoio, valorização e difusão dos compositores da música brasileira, destacando especialmente a repertório operístico. Estímulo à Produção e Difusão Cultural (Lei Rouanet, Art. 1°, VIII): As atividades educativas, como oficinas musicais, estimulam a produção e difusão dos bens culturais, formando e informando conhecimento, cultura e memória. Priorização do Produto Cultural Originário do País (Lei Rouanet, Art. 1°, IX): O foco na ópera está alinhado com a priorização do produto cultural originário do Brasil, destacada pela obra literária que a origina da autora indígena Eliane Potiguara. E ainda sobre o Art. 3° da Lei 8.313/91: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Pois o projeto será totalmente gratuito. 3. Necessidade do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet: O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet é vital para viabilizar a montagem e turnê da ópera "A Cura da Terra". Esse mecanismo permite que empresas e indivíduos destinem parte de seus impostos para o financiamento de projetos culturais, garantindo recursos essenciais para a produção, logística, contratação de artistas, divulgação e outras despesas relacionadas. A ópera depende do apoio deste mecanismo para assegurar sua sustentabilidade financeira, possibilitando a realização do projeto e proporcionando o acesso gratuito às apresentações, promovendo assim a democratização da cultura e o enriquecimento do panorama artístico nacional. Em resumo, a montagem e turnê da ópera "A Cura da Terra" não apenas contribuem para a valorização da cultura brasileira, mas também se alinham a princípios de desenvolvimento sustentável, legislação cultural vigente e a necessidade de recursos proporcionados pelo Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, reforçando a importância deste projeto na diversificação e enriquecimento do cenário artístico brasileiro.

Estratégia de execução

Sobre a autora da obra: A Cura da TerraEliane Potiguara, considerada a primeira escritora indígena do Brasil, recebeu em dezembro de 2021 o título de doutora “honoris causa”, do Conselho Universitário (Consuni), órgão máximo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). EMBAIXADORA UNIVERSAL DA PAZ: Eliane Potiguara também é Embaixadora Universal da Paz em Genebra (Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix – Genebra – Suíça).Eliane teve seu nome indicado após a reunião do Círculo Universal dos Embaixador da Paz, entidade ligada a ONU (Organização das Nações Unidas) para trabalhar a favor da paz no mundo. Leia mais clicando aqui. ESCRITORA QUE CORRE MUNDO E ESCREVE OS CAMINHOS E DESCAMINHOS DA VIDA:Profª Eliane Potiguara é escritora, poeta, ativista, professora, empreendedora social de origem étnica potiguara de seus avós, migrantes nordestinos. É formada em Letras e Educação pela UFRJ e extensão em Educação e Meio ambiente pela UFOP. É contadora de histórias. Nasceu em 29/09/1950 na cidade do Rio de Janeiro. Recebeu o título de Cavaleiro da Ordem do Mérito Cultural do Brasil pelo Ministério da Cultura entregue em mãos pela Presidência da República. Fellow da organização internacional Ashoka (empreendedores sociais), fundadora do GRUMIN (Grupo Mulher - Educação Indígena) e Enlace Continental de Mujeres indígenas e Embaixadora da Paz pelo Círculo de Escritores da França. Participou da elaboração da Declaração Universal dos Povos Indígenas/ONU por 6 anos nas sessões em Genebra. Possui 7 livros publicados. Teve seus textos publicados em diversos sites, antologias e e-books nacional e internacional. Premiada pelo Pen Club da Inglaterra e Fundo Livre de Expressão (USA).

Especificação técnica

A ópera infantil terá entre 50 e 60 min.

Acessibilidade

Produto: APRESENTAÇÕES ÓPERA ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais onde ocorrerão as atividades serão adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, a exemplo de rampas de acesso, espaço reservado para cadeirantes, e ainda apoio da equipe de produção, caso necessário. • Item da planilha orçamentária: locação de equipamentos (podem contemplar eventuais equipamentos necessários para atendimento deste item) e assistente de produção. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: audiodescrição para PcD visuais. • Item da planilha orçamentária: audiodescrição. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. • Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: apoio pedagógico e psicológico, caso haja inscrição e pedido para atendimento a esse público específico. • Item da planilha orçamentária: assistente.

Democratização do acesso

Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 adotado/a no projeto: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Em função de evento totalmente gratuito, atendemos plenamente este inciso. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; O projeto será disponibilizado total ou parcialmente de forma online no seu canal no YouTube e o material ficará disponível gratuitamente. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; O projeto garante espaço para atender esse inciso.

Ficha técnica

ELODIE BOUNY - CPF 060.730.927-09 (compositora, diretora musical, propponente e gestora)Elodie Bouny é violonista, compositora, produtora, orquestradora, professora. De mãe boliviana e de pai francês, ela cresce em Paris, onde efetua um percurso de estudos clássicos completo, focado no estudo do violão erudito no Conservatório de Boulogne-Billancourt (Paris). Obtém seu diploma final, em 2000, com menção mais alta por unanimidade. Foi laureada em vários concursos internacionais: 3 ̊ prêmio do concurso ADMIRA (GBR), em 2001; 1 ̊ prêmio do concurso UFAM (França), em 2003; 2 ̊ prêmio do concurso de Eschende (Holanda), em 2006; 2 ̊ prêmio do concurso AV-Rio (Rio de Janeiro), em 2009; 1 ̊ prêmio do concurso BRAVIO (Brasília), em 2009 e 3 ̊ prêmio do concurso do Conservatório Villa-Lobos (São Paulo) em 2009. É mestre em Educação Musical pela Escola de Musica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012), e Doutora em Processos Criativos pela mesma instituição (2019). Faz parte de bancas de concursos importantes, tais como o Concurso Violão Sem Fronteiras, do Festival Assad; Concurso BDMG Instrumental; Concurso de Canto da Alliance Française, além do Concurso Novas, que ela organiza. Recebe regularmente encomendas para diferentes formações, entre elas, do violonista brasileiro Gilson Antunes (Et si le temps passe, Editions Les Productions d’Oz), do violonista mexicano Alan Juarez Bardenas (Que lo diga la luna; Editions Soldano), do quarteto de violões francês Paris Guitar Quartet (Déjà-Vu, Editions Soldano), do Conservatório de música de Saint-Michel-sur-Orge para os alunos de violão (Sketches hachés, para ensemble de violões). Karen Acioly (libretista e diretora cênica) Dramaturga, professora, curadora e roteirista. Possui especialização na área das artes multidisciplinares e gestão criativa de espaço cultural, com ênfase nas artes cênicas e visuais voltadas aos novos públicos. É Mestranda em Études Théâtrales no Institute dÉtudes Théâtrales (IET) na Université Sorbonne Paris 3 e em Educação na Universidade Federal Fluminense (UFF); Especialista em Literatura Infantil e Juvenil pela Universidade Cândido Mendes (UCAM); Especialista em Metodologia do Ensino Superior pelo Centro Universitário da Cidade da cidade do Rio de Janeiro e Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Publicou 14 livros para a infância e a juventude e ganhou diversos prêmios, dos quais destaca-se o Hors-Concours de Melhor Livro de Teatro Infantil pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), quando da premiação da obra A excêntrica família Silva, em 2014, como Melhor Obra de Teatro para a Infância à Juventude. Antecederam a premiação as obras Viva o Zé Pereira (2013), Os meus balões: o incrível encontro de Júlio Verne Com Santos Dumont (2010) e Tuhu, o menino Villa-Lobos (2008). As obras Os meus balões... e Fedegunda compõem o acervo do PNLD Literário edição 2018 e edição 2020, respectivamente. Dos seus trabalhos mais conhecidos no Teatro para a Infância e à juventude destacam-se Fedegunda; Bagunça, a ópera baby; Experiência Yellow e Tuhu, o menino Villa-Lobos. Recebeu a Bolsa Courants du monde, na área de gestão cultural (2016), concedida pelo governo francês. É criadora, curadora e diretora geral do Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (FIL-RJ), com edições anuais desde 2003, bem como da atual edição do evento, o FIL ? A Experiência da Literatura (2021-2022), premiado no edital da Petrobras Cultural para Crianças como um dos vencedores da Seleção Festival e Feiras Literárias. Aline de Moraes (coordenação geral) É formada em gestão empresarial com especialização em comunicação institucional, marketing sociocultural e mobilização de recursos para o terceiro setor. Pós-graduada em Direitos Humanos, Responsabilidade Social e Cidadania Global; e em Saúde e Práticas Integrativas, ambas pela PUC. Atua há mais de 25 anos na realização de projetos que valorizam a arte, a educação e todas as formas de expressões, sempre buscando o fomento e a valorização da cultura e da vida social, como contribuição na construção de uma sociedade mais justa e humana. Leticia Pantoja (artista visual e VJ) VJ desde 2007, a artista visual Leticia Pantoja é uma das mulheres pioneiras no ofício de Video Jockey no Brasil. Nesses 15 anos de carreira, já circulou por diversos festivais de arte a tecnologia pelo Brasil e mundo afora como o Amazônia Mapping, o Mostra Museu na avenida Paulista e até o Cristo Redentor ela já cobriu com suas imagens. Tem no currículo apresentações com artistas como Anitta, Elza Soares, Alceu Valença, Fernanda Abreu, Otto, Marina Sena entre outros. VJ Lê Pantoja, uma talentosa videoartista e VJ do Brasil. Ela é conhecida por suas performances visuais criativas e exposições imersivas, tais como Michelangelo (MIS-SP, Frida Kahlo e Banksy) que geralmente apresentam uma combinação de cinema ao vivo, mapeamento de vídeo e instalações interativas.Leticia Pantoja já trabalhou com uma variedade de artistas e eventos, incluindo grandes festivais como Rock in Rio e Lollapalooza. Ela também é idealizadora do festival Ventre mapping , que se concentra em promover e desenvolver a cena de videoarte feminina no Brasil. Ela combina diferentes técnicas, como cinema ao vivo, mapeamento de vídeo e instalações interativas, para criar experiências visuais impressionantes que se fundem com música, colagem digital, poesia e dança. Com narrativas recortadas entre colagens visuais e computação gráfica que tangenciam performance, literatura e vídeo Mappings seus trabalhos participaram de exposições em importantes museus do país, tais como o Museu do Amanhã 2018 e a Cidade das Artes 2019 (RJ). Dos diversos festivais de media art para os quais foi convidada, destacam-se o Rock the Mountain 2022 (RJ), o Mostra Museu 2021 (SP), SSA Mapping 2021 (BA), SP_Urban Arte Conecta 2020 (SP), MOV. Festival 2020 (RJ), Festival de Luzes de São Paulo 2019 (SP), Festival Visual Brasil 2019 (Espanha) e o Rio Mapping Festival 2014 (RJ).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.