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Realizar uma exposição com temática relacionada a aspectos culturais e históricos do bairro da Gávea, Rio de Janeiro, por ocasião das comemorações dos 90 anos do Museu Histórico da Cidade. Acompanha a publicação de livro sobre a mostra.
Não se aplica.
Geral Trazer à luz a memória social e cultural de uma área importante da cidade, através de narrativas pouco difundidas até hoje, onde está localizado o Museu Histórico da Cidade, espaço privilegiado para a promoção de reflexões sobre a história e a memória do Rio de Janeiro, contribuindo para a construção de narrativas sobre a cidade por prismas e vozes cada vez mais plurais. Específico (1) Exposição a partir de pesquisa histórica, que contará com iconografia da Gávea e documentação sobre acontecimentos e personagens do bairro: fotografias, objetos, gravuras, pinturas; música, áudios e vídeos em módulos interativos, incluindo maquete do bairro. Área expositiva 300 m² com duração de três meses. (2) Livro comemorativo dos 90 anos do MHC com rico material fotográfico e iconográfico; textos de historiadores, escritores e personagens da Gávea; registro da exposição e das comemorações pelo aniversário do Museu; o livro permitirá aprofundar os assuntos abordados na mostra, e outras obras do acervo institucional, ausentes da exposição. Tiragem: 1.000 exemplares.
As comemorações de 90 anos do Museu Histórico da Cidade do serão uma ótima ocasião para ressignificar a história da Gávea, o bairro sede do Museu, e incluir nela a história da própria instituição. O projeto propõe a realização de uma exposição sobre o MHC e a história do bairro da Gávea, no pavilhão de exposições temporárias - Casarão - do museu, com ênfase nos últimos 90 anos. O projeto busca apresentar aspectos da trajetória do MHC e de seu bairro, abordando a região como um território complexo e representativo das pulsões e tensões que acontecem na cidade do Rio de Janeiro. A narrativa expositiva destacará aspectos sociais, culturais e econômicos pouco conhecidos do grande público. As ricas histórias das transformações urbanas, sociais, culturais e do imaginário ocorridas na Gávea, tornam o bairro um dos territórios mais representativos da história e dos movimentos da cidade. Em termos de arquitetura, por exemplo, o bairro guarda aspectos significativos da história carioca: o Solar de Santa Marinha sede do MHC, que foi propriedade do Marquês de São Vicente; o Solar Grandjean de Montigny, um dos poucos edifícios remanescentes da arquitetura neoclássica; o minhocão, edifício icônico de autoria de Affonso Eduardo Reidy e a casa do Instituto Moreira Salles, de Olavo Redig, os dois últimos, exemplos da arquitetura moderna brasileira. O bairro possui ainda exemplares da arquitetura eclética, como o próprio Jockey Clube e da arquitetura popular. Outra característica da Gávea é sua vocação cultural e educativa. A instalação do MHC no bairro deu início à construção de outros equipamentos culturais, como o Instituto Moreira Salles, o Planetário da Cidade, o Museu do Meio Ambiente e o Museu Sankofa na Rocinha, se pensarmos em termos de uma Gávea expandida. A esse conjunto significativo de instituições, que fazem do bairro um território de museus soma-se a PUC-Rio, colégios privados e escolas públicas, instituições vinculadas à produção de conhecimento. A solicitação de apoio junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura. Sobre o enquadramento no Artigo 1o da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
Proposta museográfica anexada no campo de documentos da proposta. (1) Exposição Comemoração dos 90 anos do Museu Histórico da Cidade por meio da realização de uma ampla exposição pavilhão de exposições temporárias - Casarão (antiga Casa de Banhos), que busca resgatar a história do bairro da Gávea, região onde se insere a própria história do museu. A mostra tem por objetivo dar visibilidade a aspectos pouco conhecidos das transformações sociais, de infraestrutura e da natureza da ocupação urbana do bairro, buscando mostrar como a Gávea, em suas dinâmicas, pluralidade e transformações constantes, pode ser vista como um microcosmo representativo da própria cidade. A exposição será realizada a partir de ampla pesquisa histórica, que contará com iconografia da Gávea, suas paisagens, formas de ocupação urbana e projetos de infraestrutura que transformaram a região. A mostra terá ainda documentação e informações sobre acontecimentos e personagens sediados no bairro, buscando encontrar narrativas de seus habitantes, trazendo à luz tensões e memórias que não estão na história “oficial”, mas que fazem parte do tecido que caracteriza o bairro. Serão mostradas peças ícones do acervo do Museu da Cidade. Além dessas obras será feita uma ampla pesquisa de imagens e documentação no Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, no Arquivo Nacional, Biblioteca Nacional, Museu Histórico Nacional, Instituto Moreira Salles, entre outros. Outras fontes orais e de jornais e revistas também constituirão a documentação que ajudará a contar a história do Museu e da Gávea com pluralidade de vozes. A mostra contará com fotografias, objetos, gravuras, pinturas, música, áudios e vídeos. Para atrair de forma lúdica públicos diversos, alguns desses materiais serão apresentados em módulos que ofereçam interatividade. A apresentação de uma maquete do bairro, física ou digital, a ser integrada ao acervo do MHC, também está contemplada no projeto. Local: Casarão (Casa de Banhos) – 3 andaresDuração: 03 meses Principais núcleos da exposição (1.1) Gávea expandida (Das fazendas de café às fábricas de tecido. Solar Grandjean, Palacete do MHC) (1.2) Gávea vermelha (bairro operário, vilas, sua cultura e marcas atuais. Parque Proletário, MHC)Tensões de um bairro em mutação (Elitização, Remoções, Parque da Cidade, Rocinha, Minhocão, Museu da Cidade). (1.3) Gávea cultural e contemporaneidade (Arquitetura, Museus, PUC, Escolas, Planetário, Galerias de arte) (2) Livro Será produzido um livro comemorativo dos 90 anos do MHC com rico material fotográfico e iconográfico. O livro conterá ainda textos de historiadores, escritores e personagens da Gávea que ainda serão levantados durante a pesquisa. Além de registro da exposição e das comemorações pelo aniversário do Museu, o livro permitirá aprofundar os assuntos abordados na mostra, pois apresentará textos mais extensos e iconografia especial, como pinturas de acervos institucionais, que não estarão presentes na exposição. Essas informações aprofundadas também poderão ser oferecidas por meio de QRCode na exposição. Livro com tiragem de 1.000 exemplares para distribuição gratuita, Formato fechado: 29 x 23 cm, 176 páginas 4 x 4 cores; Capa dura e Guarda
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEAcessibilidade física: O local a ser selecionado para a realização das mostras deverá atender às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevadores, banheiros acessíveis, e rampa de acesso à cadeirantes. As experiências expográficas serão providas com sinalização no piso e paredes, mobiliários e equipamentos adequados aos públicos específicos com deficiência. Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição, áudio-guiaRubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD auditiva: vídeo-libras, intérprete de librasRubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD intelectual: Monitores qualificados para atendimento de público especial.Rubrica na planilha: Monitor PRODUTO LIVROAcessibilidade física: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: AudiolivroRubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para PcD auditivo: Não se aplica.Acessibilidade para PcD intelectual: não se aplica.
Para atendimento ao Artigo 27 da IN 01/2023: O acesso às exposições será gratuito a todos os públicos em todos os dias e horários. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. PRODUTO LIVROPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação: Imago Escritório de Arte / Maria Clara Rodrigues Curadoria: Ileana Pradilla CeronNasceu em Bogotá, Colômbia. É Mestre em História Social da Cultura, pela PUC-Rio. Em 2016 ingressou como pesquisadora sênior no Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro, sendo atualmente responsável pelo Núcleo de Pesquisa em Fotografia na instituição. De 2006 a 2015 dirigiu a Plural Comunicação, Memória & Cultura, empresa dedicada à pesquisa iconográfica, documental, curadoria e produção de conteúdo para projetos de memória institucional e cultural. Dentre os projetos coordenados na Plural estão a implantação do Centro de Memória do Jornalismo (2008-2010); a pesquisa de conteúdo e imagens para o desenvolvimento do novo Museu da Imagem e do Som (novo MIS/RJ) (2010-2015). Lecionou Patrimônio Cultural e Política Cultural no Instituto de Humanidades da Universidade Cândido Mendes (2005-2006) e Historiografia da Arte, no Instituto de Artes da Uerj, no mesmo período. De 2001 a 2003 foi Diretora da Divisão de Artes Visuais do Instituto Municipal de Arte e Cultura / Rioarte. É coautora da Coleção Palavra do Artista (Lacerda Editores/CAHO, 1998), livros de entrevistas com artistas plásticos brasileiros e Kant: crítica e estética na Modernidade (Ed. Senac, 1999). Escreveu Marc Ferrez. Uma Cronologia da vida e da obra (IMS, 2019) e Galeria de Artistas: Centro Empresarial Rio (1983-1990) (FGV, 2021). Consultoria: Margarida de Souza Neves;É graduada em História, com o título de Bacharel (1967), e de Licenciada (1966), ambos pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1966). Tem Doutorado em História pela Universidad Complutense de Madrid (1975). Atualmente é professora emérita do Departamento de História da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Social da Cultura, e trabalha principalmente nos seguintes temas: memória e história, literatura e história, história cultural, cidade e história e pensamento social brasileiro. Foi Coordenadora Acadêmica do Núcleo de Memória da PUC-Rio até fevereiro de 2021. Desenvolve um projeto de pesquisa sobre o tema "Ciência e preconceito: a epilepsia no pensamento médico brasileiro".
PROJETO ARQUIVADO.