Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização de exposição fotográfica focada em mulheres da aldeia de pescadores do distrito de Atafona, na Região Norte Fluminense, realizada pelo fotógrafo carioca Flávio Veloso. O artista retratamulheresque resistem com suas famílias diante do severo processo erosivo que invade e destrói a cidade, gerando incertezas e inseguranças sociais, econômicas e ambientais. A partir da pergunta "Que motivação faz essas mulheres resistirem com sua cultura no local?", o artista e a jornalistaAna Luiza Cassalta aprofundaramsuas pesquisas. Com curadoria do renomado fotógrafo Custódio Coimbra, a exposição visa dar luz ao tema e contribuir com a preservação damemória, que vem se apagando a cada nova onda que avança sobre a cidade. Impactando prioritariamente as comunidades mais tradicionais, que assistem a uma gradual e contínua perda de sua história.
1) EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA:A exposição fotográfica Mulheres de Areia, Memórias de Atafona destaca a força, a fé e a resistência das mulheres da aldeia de pescadores do distrito de Atafona, na Região Norte Fluminense. Que resistem com suas famílias diante do severo processo erosivo que invade e destrói a cidade, gerando incertezas e inseguranças sociais, econômicas e ambientais. Em conjunto com um trabalho de pesquisa jornalística realizado na comunidade, as imagens captadas sensibilizam o público de outras localidades a se transportarem e sentirem a dor dos que veem suas casas desaparecerem a cada dia. O público é convidado a uma experiência multilinguagem, acessível e reflexiva: como deixamos essa destruição chegar até aqui? Por que continuamos sem agir para salvar nosso meio ambiente e nossa sociedade? Classificação indicativa etária: Livre 2) OFICINAS DE CONTRAPARTIDA: a) Oficina de FotografiaResponsável: Flávio Veloso - artista fotográfico, expositor do projetoTema: A importância da luz e da composição nas fotografias Classificação indicativa etária: 16 anos b) Oficina de TextoResponsável: Ana Luiza Cassalta - diretora geral do projeto}Tema: A importância do texto na preservação da memória de povos minorizadosClassificação indicativa etária: 16 anos
OBJETIVO GERAL: 1) Realizar a exposição fotográfica "Mulheres de Areia, Memórias de Atafona", oferecendo uma experiência multilinguagem, que desperte emoções no público e favoreça a reflexão sobre a importância desse grupo minorizado e da situação de grave crise socioambiental que vivem. > Meio de validação: registro fotográfico e/ou publicação de notícia sobre a exposição em veículo de imprensa digital, radiofônico ou impresso. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Ser um projeto cultural relevante no calendário do 2o semestres de 2024 referente a questões socioambientais, ajudando a ampliar a reflexão e o alcance do assunto. > Meio de Validação: veiculação de 5 notícias acerca da exposição, seja em meio radiofônico, impresso ou digital, no estado em que a exposição está sendo realizada. 2) Garantir 100% de realização das ações de acessibilidade propostas no projeto: > Meio de Validação: registro fotográfico/vídeo do resultado prático das 11 ações. Espaço físico adequado à mobilidade reduzida. Expografismo de interface simples e padrão previsível . Som em volume adequado sensorialmente. Placas em braile. Vídeos com recursos de audiodescrição. Vídeos com legenda LSE. Vídeos com tradução em libras. Textos com contraste para leitor de tela. Conteúdo com Linguagem Simples. Site com vídeos acessíveis. Tradução em Libras simultânea na Roda de Conversa 3) Alcançar um público de 25 pessoas no Curso livre de Fotografia oferecido em contrapartida, com duração de 12 horas em 3 dias úteis. > Meio de Validação: registro fotográfico e/ou lista de presença 4) Alcançar um público de 25 pessoas no Curso livre de Jornalismo oferecido em contrapartida, com duração de 12 horas em 3 dias úteis. > Meio de Validação: registro fotográfico e/ou lista de presença 5) Expandir a exposição física para uma exposição virtual, com site de domínio próprio. Garantindo permanência online por, no mínimo, 3 anos. > Meio de Validação: print do site publicado
A memória cultural de uma comunidade é formada por muitas camadas, que incluem suas tradições, linguagens, expressões artísticas, costumes, patrimônios arquitetônicos, objetos, artefatos. O que acontece, então, quando uma guerra destrói o que fisicamente ali residia? O que resulta de um processo de degradação ambiental que faz o mar invadir e engolir uma cidade? Há mais de 50 anos, a erosão costeira vem, em um processo lento e contínuo, derrubando casas, dissolvendo bairros e provocando processo migratório no distrito de Atafona, no Norte Fluminense. Todo ano, são cerca de 3 metros a menos de faixa de areia. Mas a população ali resiste. E as mulheres, dessa aldeia de pescadores, são parte importante desse processo de decisão de vínculo afetivo com a localidade. Vulnerabilizadas como grupo minorizado pelos impactos sociais, econômicos e ambientais causados pelo fenômeno natural, as mulheres de Atafona vêm transformando sua relação com o tempo-espaço. Se adaptando a novas moradias, a meios de ganho de renda e à perspectiva de futuro incerta, tanto delas, como das novas gerações que ajudam a criar, com seus filhos. A exposição fotográfica conta com curadoria do premiado fotógrafo Custódio Coimbra. E se une a um trabalho de pesquisa jornalística com 8 personagens femininos para dar luz ao comportamento e ao sentimento dessas mulheres, e à motivação que as fazem seguir com esse ato de resistência. O projeto é idealizado pela fotógrafo e biólogo carioca Flávio Veloso e pela jornalista niteroiense Ana Luiza Cassalta. A pesquisa original das personagens em Atafona foi projeto aprovado na Lei Paulo Gustavo, no edital Diversidades em Diálogo 2023, no Rio de Janeiro, com foco em Preservação e Memória. Flávio tem ampla experiência em fotografias de paisagens e de grupos vulnerabilizados, como em 3 exposições fotográficas sobre mulheres Mestras Quilombolas, com imagens captadas em Sapê do Norte, no Espírito Santo. Sua relação com natureza e com impactos socioambientais nas cidades remonta sua carreira de 25 anos na fotografia. Ana é coautora de dois livros, consultora de empreendedorismo feminino e possui forte relação com trabalhos envolvendo mulheres. Foi responsável pela Coordenação de Comunicação das exposições de Mestras Quilombolas citadas acima. Custódio Coimbra trabalha no Globo há mais de 40 anos, possui centenas de premiações do segmento e é experiente em cutradoria de exposições e também na realização de suas próprias exposições nacional e internacionalmente. Cristóvam Muniz é produrtor cultural experiente e já teve projetos de exposições fotográficas aprovados em Leis de Incentivo junto a Flávio Veloso, conforme detalhamento de equipe. O grupo vai se unir a profissionais diversos fluminenses para realizar exposição fotográfica que envolva o público e o transporte para compreender a situação que vive o povo de Atafona, no Norte Fluminense. Com imagens comoventes, histórias relevantes, depoimentos reais, cenas que merecem ser preservadas historicamente e divulgadas amplamente. Sendo parte do distrito de São João da Barra, Atafona é a casa onde acontece o encontro do Rio Paraíba do Sul com o Oceano Atlântico. O local está longe de ser uma cidade-fantasma. É uma aldeia de pescadores, pacata boa parte do tempo e que se torna destino turístico de balneário por alguns meses no ano. Muitos, como visitantes curiosos pelas ruínas que agora são parte destacada do cenário. As causas possíveis da invasão do mar são muitas, mas a solução definitiva ainda é inexistente por parte de governos, autoridades e instituições ao redor. Estudos do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) apontam para três principais hipóteses de causa: 1) acúmulo de sefimentos na foz, que teria enfraquecido a correnteza do rio e possibilitado que o mar o sobrepusesse. 2) erosão a partir das mudanças das correntes marinhas. 3) Aumento do nível do mar promovido pelos contínuos desmoronamentos na superfície da praia. Assistir à história ruir ao redor vem sendo parte do dia a dia das famílias quem persistem em permanecer na localidade. Fenômenos de grandes cidades sendo engolidas pela água também ocorrem em outras partes do mundo e costumam ganhar visibilidade, como é o caso de Veneza, na Itália. Favorecendo, inclusive, que aumente o volume de investimentos públicos, apoio de iniciativas privadas, visitação turística e maior volume de circulação econômica com o despertar de interesse externo sobre o local. Potencializando a chance de haver mais recurso para investimento e ação em prol da preservação da memória, de melhoria para a comunidade e para o território em si. A exposição, aliada à Pesquisa já realizada, portanto, é relevante como meio de divulgação, reflexão, difusão e presevação de memória documental e cultural desse grupo feminino, de sua comunidade e de um distrito que já parcialmente sumiu.
Na equipe principal temos uma composição mista, que corrobora nosso compromisso com o tema, a abordagem, o público e a busca por inclusão em todas as etapas. A escolha da equipe de prestação de serviço, nas diversas atividades necessárias ao projeto, também observará critérios de diversidade e inclusão, garantindo uma representatividade que faça juz ao tema representativo da exposição, às reflexões e aos debates sociais que queremos ajudar a promover. Assim como garantindo que as corretas condições de acessibilidade sejam respeitadas e cumpridas durante todo o projeto para o público em geral.
1) EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA:Duração: até 60 diasQuantidade de obras: 22 imagensDatas: de 01/09/2024 a 31/10/2024Entrada gratuita Conceito Curatorial a . Imagens horizontais 90 x 135cm Imagens impressas em tela canvas de alta resolução, emolduradas com moldura filete de 4,5cm de altura na cor madeira clara. A Tela Canvas é um material leve e resistente, dispensando em sua montagem o uso de vidro. Por ser um material antirreflexivo, resolve de forma muito eficiente qualquer inconveniente gerados por reflexos da iluminação cenográfica, simplificando em muito projeto expositivo. b . Imagens verticais 60 x 90cm Imagens impressas em tela canvas de alta resolução, emolduradas com moldura filete de 4,5cm de altura na cor madeira clara. c . Textos de conexão jornalística e literária A exposição dialoga com textos a respeito da temática, criados a partir de pesquisa realizada no distrito com 8 mulheres de Atafona. Cada bloco de imagens é acompanhado por um suporte para texto, de tamanho 60x90cm, em fundo branco, impresso em papel fotográfico adesivo fosco, sobre placa de PVC ou material similar, com suporte flutuante. d . Acessibilidade Na parte inferior esquerda do suporte literário haverá uma placa QR Code de dimensões 8x8cm, com sinalização em braile adicionada. O link embutido direcionará para as ferramentas online de acessibilidade. A constar: vídeos descritivos das imagens com janela de libras, legendas LSE e audiodescrição. e . Nichos O projeto curatorial trabalhará com conjunto de imagens, sob a forma de nichos. Cada nicho será composto por duas imagens, (uma vertical e uma horizontal) e um texto de conexão literária. As imagens horizontais (90x135cm), verticais (60x90cm) e os textos (60x90cm) possuirão a mesma altura, dando ênfase ao conceito de unidade. f . Texto de Abertura Texto de recepção à exposição, feito pela jornalista pesquisadora. Impresso em vinil adesivo, recortado a laser, aplicado sobre marcenaria a ser construída, com 3m de largura por 2,20 de altura e 30cm de profundidade. g. Criação de ambiente em tamanho real Criação de um ambiente em gigantografia, criando uma área "instagramável". A ser produzido em vinil adesivo, com envelopamento de possíveis estruturas da galeria ou aplicado sobre marcenaria a ser construída. Possibilidade de inserção de mobília similar à da imagem, para estimular as pessoas a "entrarem" no ambiente, fotografarem e compartilhar em suas redes, aumentando a divulgação orgânica do projeto. 2) OFICINAS a) Oficina "A importância da luz e da composição nas fotografias"- Por Flávio Veloso - artista fotográfico, expositor do projetoClassificação: 16 anos3 dias na 1a quinzena da ExposiçãoCarga Horária: 12 horasHorário: das 9h às 13hEntrada gratuita, mediante inscrição prévia onlineEstimativa de público: 25 vagas . Ementa: Propiciar experiência teórica-demonstrativa sobre fotografia, para ampliação do desenvolvimento de competências no público. . Conteúdo: Tipos de câmeras e equipamentos / Composição Fotográfica / Luz e suas consequências estéticas / Planejamento na fotografia / Foco e Profundidade / Dicas gerais de captura em campo O evento será gravado e parte de seu conteúdo será publicado no site da exposição b) Oficina "A importância do texto na preservação de memória de grupos minorizados"- Por Ana Luiza Cassalta - jornalista-pesquisadora, diretora geral do projetoClassificação: 16 anos3 dias na 1a quinzena da ExposiçãoCarga Horária: 4 horasHorário: das 9h às 13h Entrada gratuita, mediante inscrição prévia onlineEstimativa de público: 25 vagas . Ementa: Compartilhar metodologia utilizada na realização da pesquisa em Atafona, projeto aprovado na Lei Paulo Gustavo 2023, no edital de Preservação de Memória, Diversidades em Diálogo - RJ. . Conteúdo: Definição de Tema / Planejamento / Estudo Prévio / Mapeamento de Personagens / Construção de Redes de Contatos / Levantamento e Validação de Histórias / Entrevistas / Construção de Textos / Estratégias de Divulgação O evento será gravado e parte de seu conteúdo será publicado no site da exposição
A equipe do projeto está consciente e atenta para realizar o planejamento, a concepção, produção e execução do projeto de maneira inclusiva. Propomos 11 ações, com objetivo de proporcionar uma boa experiência individual e coletiva, possibilitando que pessoas com deficiência se sintam parte natural do projeto, incluídas, bem atendidas e acolhidas. Se sentindo assim estimuladas a sentir outras emoções com a exposição, desenvolvendo reflexões acerca do tema. ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1) Espaço físico adequado à mobilidade reduzida:O projeto vai buscar espaço físico que possua ambiente de acessibilidade arquitetônica, com facilitadores como rampa, espaço para movimentação de cadeira de rodas, corrimão, banheiro acessível e/ou elevador. A intenção é possibilitar a experiência da exposição também para pessoas cadeirantes ou com mobilidade reduzida. 2) Expografismo de interface simples e padrão previsível:Vamos realizar o projeto expográfico com espaços de interfaces simples e com uma previsibilidade de padrão em relação aos tamanhos das fotografias dispostas na exposição. Para favorecer a interação de pessoas com maior sensibilidade. 3) Som em volume adequado sensorialmente:A altura do som, assim como qualquer outro elemento que desperte reações sensoriais, será pensada de maneira a incluir e não a causar ruído ou impacto, mesmo que indiretamente, no público em questão. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: 1) Placas em braileAo lado das peças, teremos placa em braile indicando conteúdo completo em site acessível, via QR Code. > Para isso, haverá produção com empresa especializada em peças de inclusão. 2) Vídeos com tradução em libras:As peças terão QR Code, que vai levar para vídeo online feito pelo artista-expositor sobre a peça. Cada video contará com janela com tradução em Libras.> Para isso, haverá contratação de profissional especializado em Libras. 3) Vídeos com recursos de audiodescriçãoAcessível via QR Code, acompanhando todas as obras.> Para isso, haverá contratação de profissional do setor 4) Vídeos com legenda LSELegendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE): os vídeos vão conter legenda feita por especialista. 5) Textos com contraste para leitor de telaNo site, os textos serão adaptados para software de leitor de tela: os textos de apoio às fotografias e à literatura terão letras contrastadas e simples, possibilitando a utilização de leitor de tela. 6) Conteúdo com Linguagem SimplesTodo conteúdo da exposição e também utilizado nas Oficinas e Rodas de Conversa utilizará esta técnica de comunicação, que possibilita fácil compreensão, independente de perfil, formação ou experiência prévia no tema. 7) Site com vídeos acessíveisSite com todos esses recursos audiovisuais citados, ampliando acesso e alcance. O site ficará ativo por, no mínimo, 3 anos. 8) Tradução simultânea em libras na Roda de conversaProfissional especializado vai acompanhar os convidados e realizar a tradução ao vivo durante o evento.
O acesso à exposição será gratuito, em todos os horários, durante o período proposto de até 2 meses. O espaço cultural em que vamos realizar o projeto será de fácil acesso da população, com proximidade a transportes públicos. Além da exposição física, o projeto contará com extensão virtual, através de site próprio, ampliando horizontes e ultrapassando fronteiras geográficas. De maneira a ampliar o alcance da mensagem e de sua reflexão proposta. O site vai se manter ativo por, pelo menos, 3 anos. Além da exposição fotográfica, teremos como contrapartida 2 Oficinas de contrapartida: - a importância da luz e da composição nas fotografias como registro histórico e artístico (Flávio Veloso - artista expositor do projeto);- o texto como meio de preservação da memória de gupos minorizados (Ana Luiza Cassalta - diretora geral do projeto) Em cada uma das Oficinas, dependendo do espaço de realização deste evento, a expectativa de público é de 25 pessoas. Cada oficina terá 12 horas de duração, em 3 dias úteis cada, totalizando um volume de 24 horas de conteudo oferecida ao público, por especialistas. O Plano de comunicação estabelece estratégias que visam promover a Exposição e suas ações complementares, como Roda de Conversa e Oficinas. Ativaremos veículos impressos, radiofônicos e digitais. Também ativaremos contato com influenciadores digitais e associações ligadas à temática da Diversidade de Raça e Gênero. Nossa equipe contará com uma jornalista como Coordenadora de Comunicação. E também com web designer, designer gráfico e social media, dando agilidade e assertividade na execução e acompanhamento do plano de comunicação. Em todas as ações de prestação de serviço, vamos mapear e estimular a contratação de profissionais qualificados ou com deficiência ou que representam classes minorizadas socialmente. No digital, realizaremos aproximadamente 20 postagens no Instagram e no Facebook, entre agosto e novemvro de 2024, dentro do perfil do artista-expositor, da diretora geral e dos demais profissionais envolvidos no projeto. Totalizando uma base de mais de 20.000 seguidores. Dentre as postagens, utilizaremos patrocínio em 10 visando aumentar seu alcance. Em materiais gráficos, vamos produzir 30 cartazes A3, a serem distribuídos em locais estratégicos. Produziremos também 15 camisetas para a equipe e convidados.
1) A empresa proponente é gerida por Ana Luiza Cassalta, que ocupa duas funções no projeto: Diretora Geral e Captadora de Recursos. PROPONENTE:- responsável pela proposta do projeto, submissão ao Edital e acompanhamento de aprovação- viabilização financeira, realização das atividade e prestação de contas do projeto realizado a) DIRETORA GERAL:- conceituação e desenho do projeto junto ao Artista-expositor- estruturação da proposta do projeto, com objetivos, etapas, justificativa, cronograma e orçamento- liderança de planejamento e realização, garantindo alinhamentos e prazos- responsável pela estratégia de comunicação- negociação com escritores, convidados, oficineiros e principais prestadores de serviço b) CAPTADORA DE RECURSOS:- mapeamento de empresas alinhadas à proposta e aptas a patrocínio- negociação com potenciais apoiadores- apresentação de possibilidades de financiamento, adequando propostas- fechamento de parcerias, contratos e recebimento das verbas- relacionamento contínuo, com prestação de contas e divulgação devida Jornalista (PUC-Rio) e Publicitária (PUC-Rio), com pós-graduação em Comunicação Empresarial (Estácio) e MBA em Gestão, Empreendedorismo e Desenvolvimento de Negócios (Puc-RS). Trabalhou 16 anos na Globo, sendo 9 anos (2014 a 2023) como Gerente de Planejamento Artístico. Responsável pelo planejamento e pagamento de apresentadores, atores, autores, diretores e assistentes de direção no curto, médio e longo dos projetos do Entretenimento da emissora (novelas, séries, programas de variedades). Gestão total de orçamento acima de 1bi/ano, cerca de 75 produções/ano e mais de 1.500 profissionais/ano. Já cursou Roteiro, História da Arte, Som e Imagem. É coautora em 2 livros publicados e 2023, um sobre liderança empresarial e outro sobre liderança feminina. Participou como poetisa em livros independentes. É proponente de projeto aprovado na Lei Paulo Gustavo 2023, edital Diversidade em Diálogo - RJ, em parceria com o fotógrafo Flávio Veloso. Já trabalhou como Coordenadora de Comunicação em dois projetos do artista: "Retratos Quilombolas" e "Em Cantos da Ilha". É proprietária da consultoria Dona da Minha Vida, especializada em gestão de negócios, empreendedorismo feminino e projetos culturais. Atua como Mentora de Negócios para startups de Economia Criativa e Palestrante (Rio2C, Senac Rio Summit, Rio Innovation Week e Sebrae). 2) A equipe principal do projeto é composta por: > ARTISTA-EXPOSITOR:>> FLÁVIO VELOSO Carreira de mais de 20 anos de experiência profissional em fotografia. Graduado em Ciências Biológicas (UniRio). Cursou Geografia (UFRJ). Desde 2020, realizou seis exposições, tendo sido selecionado em 3 editais.- Alemanha - cidade de Colônia: exposição "Mulheres quilombolas"- Brasil - Vitória, Conceição da Barra e São Mateus: "Retratos Quilombolas: Múltiplos Olhares", contemplado no Edital Artes Visuais 2020 - Secult - ES- Brasil - Florianópolis: "EnCantos da Ilha", contemplado no Edital Aldir Blanc 2021 - SC. E Exposição da Oficina de Fotografia "Cultura Aberta", aprovada pela FCC e realizada através do Programa de Incentivo à Cultura (PIC). Suas fotografias ilustram publicações nacionais e internacionais, como Guia 4 Rodas, Viagem & Turismo, Bravo, Veja, Jungledrums, TAM nas Nuvens, The Age, Traveller, Sydney Morning Herald, The Washington Post, National Geographic, Jornal O globo, dentre outros. Cofundador da Indizível Expedições Fotográficas, realiza Cursos e Oficinas de fotografia em diversas cidades do país. É idealizador do workshop "Paisagens Cariocas", já tendo instruído dezenas de fotógrafos atuantes no mercado. Atua como Curador em festivais de cinema, como FICA Garopaba - SC e Calango - DF. Têm imagens em peças de clientes de agências de publicidade, como SBT, Gafisa, Bradesco, Citibank, Itaú, BG Group, Bogner, Viação Útil, Boing, Emirates Airlines, TIM, Skyscanner, Uber e Comitê Olímpico Internacional (COI). É autor de uma das fotos de paisagens mais caras já vendidas internacionalmente, para uso comercial. É representado por duas empresas, que expõem e comercializam suas obras no Brasil e online. Uma de suas fotografias mais famosas do Rio de Janeiro inspirou uma fragrância francesa chamada "Still Life in Rio". > PRODUTOR EXECUTIVO:>> CRISTÓVAM MUNIZ Produtor Cultural há mais de 10 anos. É graduado em Biologia (UniRio) e tem Mestrado em Zoologia (UFRJ). Produtor Executivo do Projeto "Retratos Quilombolas: Múltiplos Olhares", contemplado pelo edital de Artes Visuais 2020 - Secult - ES. Produtor Executivo da Exposição Fotográfica “Em Cantos da Ilha", contemplado pelo Edital Aldir Blanc 2021. Ambos do artista Flávio Veloso. Coordenador de Curadoria dos festivais FICA Garopaba - SC e Calango - DF. Diretor Assistente e Coordenador de Curadoria do 4º FICA Serra Catarinense - ganhador do prêmio Catarinense de Cinema. Ganhador do edital FAC Brasília Multicultural. Curador em Festivais de Cinema como 20º Cine Mato (MT), 7º Cine Caramelo (RS) e 1º Eco Brasil Fest (SP). Trabalhou por 5 anos com produção de grupos musicais e realização de shows, com convidados como Nelson Sargento, Moacyr Luz, dentre outros. Autor de diversos artigos científicos, livros e publicações sobre Zoologia e Biologia Marinha.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.