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O projeto visa levar ao publico de 3 estados a exposição do artista Gabriel Wickbold com o tema "Antes nua do que Sua".As fotos falam muito sobre a independência da mulher em relação a seu próprio corpo. As situações abordam a ideia de que homem nenhum pode ter direito sobre o corpo da mulher".Para realçar a beleza e a poesia dos corpostodas as fotos estão em preto e branco. Seria uma maneira de voltar às origens e homenagear vários fotógrafos, como Helmut Newton e Patrick Demarchelier. Honrar os clássicos da fotografia preto e branco.
Exposição: Eu me descobri como fotógrafo na rua, batendo de porta em porta na viagem que deu origem à série Brasileiros. Mas desde que havia transformar a fotografia em profissão, passei os dias restrito ao meu estúdio. Tanto minhas séries autorais, começando por Sexual Colors em 2008, quanto os trabalhos publicitários, haviam sido produzidos entre quatro paredes. Quase sempre as mesmas quatro paredes, aquelas do meu estúdio, o lugar onde eu ficava todo santo dia. Oito anos mais tarde, percebi que estava cansado de fotografar nessa caixa. Era preciso deixar o ar entrar. Assim, para usar uma expressão da moda, resolvi transformar meu 2016 em um ano sabático. Desejei voltar para a rua, fazer algo diferente do que eu estava acostumado, sacudir a poeira e renovar as energias. Eu vinha embalado pelo sucesso de Sans Tache, por todas as reflexões que fiz e provoquei sobre a banalização e a pureza do corpo. Ao mesmo tempo, a discussão sobre o machismo e sobre o empoderamento feminino só crescia, em todos os círculos sociais que eu frequentava. Veio-me a ideia de fazer uma série só com fotos de mulheres nuas. Comecei a pensar em um nome que remetesse à noção de que o corpo da mulher não é de ninguém a não ser dela mesma, com suas próprias regras e a liberdade de fazer o que quiser com ele. Foi assim que nasceu o projeto Antes Nua do que Sua. A série teve início de forma despretensiosa, pois eu estava em um momento de espairecer. Ao mesmo tempo, não deixava de desafiar a minha criatividade para o próximo trabalho. Para realçar a beleza e a poesia dos corpos escolhi fazer as fotos em preto e branco. Seria uma maneira de voltar às origens e homenagear vários fotógrafos que eu adoro, como Helmut Newton e Patrick Demarchelier. Honrar os clássicos da fotografia preto e branco, uma técnica que eu nunca tinha usado para um trabalho autoral. Ao mesmo tempo, eu queria me reconectar com as pessoas. Olhar no olho dos meus fotografados e ouvir suas histórias, assim como eu havia feito quase dez anos antes seguindo o curso do Rio São Francisco. De novo, queria modelos com energia, com vida, com conexão. Eu havia passado tempo demais fotografando gente de olhos fechados. Esses personagens eram o suporte para minha arte, mas pela dinâmica do trabalho não tinham oportunidade de falar sobre si mesmos e colocar um pouco de si nas fotografias. Propus para mim mesmo produzir um novo tipo de fotografia. Queria traduzir a beleza através da luz natural, o corpo através do volume das formas e a sensualidade a partir da pureza. Apesar de as mulheres terem inspirado tantos momentos da minha vida e terem sido parte fundamental da construção da minha carreira, seria a primeira vez que eu daria minha visão sobre o feminino, essa obra divina. Já tendo realizado três séries autorais e centenas de trabalhos publicitários, eu já estava com uma considerável rede de contatos de modelos e artistas. Montei uma narrativa para o novo projeto e comecei a convidar mulheres para posarem diante das minhas lentes . Fiz algumas fotos na minha casa e comecei a viajar o Brasil para mostrar os corpos de todos os cantos do país . Como era apenas eu e minha câmera, uma estrutura enxuta, sem necessidade de estúdio ou assistentes, eu tinha, pela primeira vez, a liberdade de sair por aí sem precisar planejar exaustivamente cada clique. Eu colocava a mochila nas costas e, chegando ao meu destino, ligava para alguma pessoa que conhecia na região. Pedia que me ajudasse. O convite era simples: me apresente mulheres que queiram ser fotografadas nuas. Em poucas horas, os contatos vinham. De pessoas interessadas em posar para minha câmera. Eu ligava para agendar a foto e marcava sempre na casa delas. As sessões desde o início foram pensadas e construídas para deixar as modelos confortáveis e seguras. Isso incluía não ter uma equipe de dezenas de pessoas ao redor durante o ensaio. Todo esse meu cuidado fez com que muitas mulheres, que nunca haviam pensado em ficar nuas na frente de um estranho, participassem do projeto. Foi assim que a série ganhou força. A série exigiu um preparo muito mais espiritual do que técnico. Minha cabeça estava oxigenada, leve, rápida e dinâmica. Eu comecei a desenvolver várias técnicas para colocar o olhar delas no lugar onde eu queria que estivesse. Queria que elas se lembrassem de um momento bom, de uma pessoa amada, de um dia bonito, de uma vida inteira que havia dentro delas. Eu ia desbravando essa profundidade e essa tentativa de entrar na cabeça delas a cada dia, sentindo meus limites e os da pessoa. Não é fácil pedir para uma modelo fazer uma expressão sensual. É sutil. Carregue um pouco mais no semblante e o rosto rapidamente fica vulgar ou caricato. Para captar a beleza autêntica, eu precisava criar um ambiente em que elas se conectassem consigo mesmas. Precisavam se achar bonitas e sensuais para transmitir isso na fotografia sem apelar para o erotismo. A fórmula que eu desenvolvi criava um espelho invisível diante delas. Sem pensar em família, marido, filho, ela era naquele instante do ensaio um ser humano independente, dentro de sua própria cabeça, ocupando o seu corpo de forma leve e pura. Reconectando-se com seu corpo, com suas formas, com sua beleza. Descobrindo suas partes, suas peles e se aceitando como eram. Lindas, fortes e verdadeiras como as mulheres dos poemas de meu pai, aqueles que eu havia lido muito antes de me descobrir fotógrafo. Foi uma lição absurda de vida. Eu, que havia por tanto tempo usado os modelos como tela, agora me reconectava profundamente com as pessoas. Aquelas mulheres abriam sua casa e era minha missão tirar delas o melhor clique, o melhor ângulo, a mais verdadeira expressão. Ter esse material humano para poder trabalhar foi transformador, profissionalmente falando. Algumas quiseram posar com calcinha e sutiã. Outras exibiram os seios e outras ainda ficaram completamente nuas. Cada modelo tinha um temperamento. Uma era atirada, outra muito tímida. Uma relutava em tirar a camiseta, outra já estava de cabeça para baixo de perna aberta. Uma estava acostumada com câmeras, outra nunca tinha sido fotografada por um profissional. Lembro-me bem de uma mulher que havia feito mastectomia nas duas mamas. Retirou os seios por conta de um câncer. Eu havia fotografado a sua filha, que me pediu para fotografá-la também. Estávamos em uma linda casa em Florianópolis, com vista para o pôr do sol. Durante o ensaio, eu perguntei: “Você tem noção de onde está?”. Ela respondeu, meio sem saber se era isso mesmo que eu queria dizer: “Eu estou fazendo um ensaio nu, estou aqui, não é?". Nesse momento, percebi que poderia ir mais fundo. E que a profundidade daquele diálogo poderia mudar aquele ensaio. “Você está aqui, você está viva. Só você tem noção do que já passou, do que sua filha passou, do que você superou, aprendeu, viveu com tudo isso. E você está aqui linda. Tem noção de quão precioso é isso?", questionei. Ela entendeu e nós dois ficamos um instante emocionados, contemplando a beleza daquela oportunidade que a vida nos dava. Assim como naquele dia, me peguei em vários momentos dessa série trazendo a essência humana das modelos. Nessas de entrar na casa e na vida das mulheres, ouvi muitas histórias de alegria e frustração. Descobri que muitas se sentiam apagadas, que seus maridos não mais as olhavam, que haviam perdido a libido. Descobri as questões do feminino, os dilemas dos relacionamentos do ponto de vista das mulheres, o que as fazia se sentirem desejadas, o que não gostavam, como se envolviam, como se apaixonavam. A câmera era um portal, que me dava acesso a essa intimidade e que me levava para um universo novo repleto de possibilidades. Fotografei Carmen D'alessio, fundadora do Studio 54 - uma lendária boate de Manhattan dos anos 1970. Carmen tem mais de 70 anos e é peruana. Morou a vida inteira em Nova York. Ela foi até a minha casa para ser fotografada nua. Fotografei famosas como Giovanna Lancellotti, Sophia Abrahão, Didi Wagner, Fernanda Paes Leme, Carol Bittencourt, Gabriela Pugliesi, Claudia Raia, Gabi Lopes e Adriane Galisteu. Coloquei 12 mulheres juntas correndo na praia ao mesmo tempo, coloquei outras para atravessar a rua, coloquei uma mulher nua em cima da clássica placa de Hollywood sem ser pego pela polícia. O projeto foi uma grande aventura. Passei por dez capitais do Brasil. Mais do que isso, mergulhei no universo particular de um total de 500 mulheres. Em apenas um ano. Meu cérebro estava a todo o vapor. Mas eu me deliciava com aquela intensidade, com a repetição, com a rotina. Sabia (e sentia na pele) que aquela experiência só me tornaria um profissional melhor. A prática era diária e o aprendizado, exponencial. Todos os dias eu tinha uma sacada nova e ficava cada vez melhor. A busca por referências inundava minha cabeça de imagens e ideias. Havia também uma cobrança pessoal de surpreender a modelo, de mostrar o meu potencial, independente da forma que seu corpo tivesse. Precisava buscar saídas num tipo de fotografia que já não estava mais acostumado a fazer. A sequência era difícil, pois eu emendava um ensaio ao outro. Foi um trabalho incessante. Ao final de cada sequência de fotos, eu estava com as costas quebradas. Cheguei a fotografar uma dezena de mulheres em um único dia. E como se não fosse desafio suficiente, eu me comprometia a entregar o ensaio editado para elas em até 24 horas. Quando eu desligava a câmera, ligava o computador. As fotos não recebiam tratamento estético, a mágica era feita pela luz natural. Quando elas recebiam o material final, ficavam muito felizes. Sentiam-se maravilhosas. As fotos não só foram entregues para as modelos como divulgadas no perfil “Antes Nua do que Sua” do Instagram. Em um ano, a conta chegou a 100 mil seguidores. Eu não esperava tamanha dimensão. Na descrição, escrevi a seguinte frase: “A ignorância é muito mais escandalosa do que a pele à mostra. Diga não à violência contra a mulher”. Cada foto recebeu uma legenda com frases sobre empoderamento feminino. A série acabou me dando certo destaque na mídia, pois as modelos também publicaram as fotos nos seus perfis. Mas mais importante do que dar assunto para falar de mim, a Antes Nua do que Sua criou uma rede na qual, juntas, as mulheres puderam compreender a força que tinham. A série acabou ganhando uma narrativa mais poderosa do que eu havia imaginado inicialmente. As imagens falavam sobre o poder da mulher em seduzir, independentemente de seu corpo, estética ou padrão de beleza. Mostravam que a ignorância é muito mais escandalosa do que uma pele para mostrar. Que a beleza da nudez pode ser desmistificada sem ser objetificada. Eu quis e consegui trazer de volta essa beleza do nu. O corpo e a pele, existe algo mais puro e belo do que isso? A arte é capaz de traduzir de forma genuína e emocionante as maiores angústias do mundo, e somos responsáveis por essa mensagem da arte. Muitas pessoas conseguiram se identificar com isso e entender a mensagem. Foi uma produção forte porque não era só sobre se despir e posar para a foto, era sobre o processo e a trajetória de desbravar as profundezas do ser humano, de quebrar tabus, de ir contra as convenções sociais. A nudez estava num lugar muito ruim, a mulher que posava nua era vista como puta. Em pleno século 21 continuamos nos deparando com comportamentos machistas, tão enraizados em nossa cultura, e situações em que a liberdade da mulher é violentamente afrontada. Enquanto o comprimento de uma saia ou um sorriso forem confundidos com um consentimento para o homem abusar ou invadir o seu espaço, ainda haverá muito o que dizer e conquistar. Para mim, a fotografia é leitura e transcrição. Nunca me vi somente como fotógrafo. O meu trabalho sempre foi mais como o de um diretor de arte. Naturalmente, a fotografia se encaixou no meu trabalho de ler e transcrever as pessoas. Todas elas carregam um universo de medos, qualidades e defeitos. A foto entrega sinais muito claros desses dois mundos. Antes, o meu trabalho estava baseado em construir personagens - mais do que desvendar personalidades. Eu fotografava artistas, cantores, modelos, DJs, e eu percebi que muitos deles não queriam realmente mostrar quem realmente eram. E a verdade é muito mais bonita do que qualquer coisa que você queira mascarar. Conhecer alguém através das lentes é ver sua personalidade em um microscópico. Essa foi uma das principais descobertas que tive no Antes Nua do que Sua. A série me ensinou, na prática, como hipnotizar com uma câmera. O clique, a respiração o silêncio entre eles, a confiança, o olho no olho, saber que cada pessoa tem segredos sobre a própria sexualidade e como o universo feminino é muito mais complexo do que imaginamos. A série também me deu a oportunidade de me aprofundar nos conhecimentos sobre tantra e meditação. Entendi na prática formas mais subjetivas de se comunicar. Através da energia, dois seres podem se identificar. Eu treinava isso todos os dias com as modelos. A energia, o lugar, a tranquilidade, estava desde o ritmo e o espaço de tempo entre um clique e outro da foto até a provocação de entrar no psicológico dela e saber o momento de sair. Aprendi a fazê-la se sentir segura e presente naquele instante. Classificação Livre. Palestra: Palestra voltada a explicação de todo o processo de criação das obras e seus significados. Classificação Livre.
Objetivo Geral: O projeto visa apoiar as atividades culturais, mas precisamente as belas artes,trazendo uma exposição totalmente gratuita e acessivel ao publico das cidades de São Paulo,Curitiba e Rio de Janeiro,As fotos falam muito sobre a independência da mulher em relação a seu próprio corpo. As situações abordam a ideia de que homem nenhum pode ter direito sobre o corpo da mulher".Para realçar a beleza e a poesia dos corpostodas as fotos estão em preto e branco. Seria uma maneira de voltar às origens e homenagear vários fotógrafos, como Helmut Newton e Patrick Demarchelier. Honrar os clássicos da fotografia preto e branco. Objetivo Especifico: Expor em espaço aberto 25 obras do artista plastico Gabriel Wickbold intituladas "Antes nua do que Sua",quadros totalmente em preto e branco relembrando os classicos da fotografia.
A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País.Atendendo às finalidades culturais previstas no art. 1º da Lei 8.313 de 91, a proposta:I - Contribuirá para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VI - Preservará os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimulará a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91):I - incentivar a formação artística e cultural, mediante:c) a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomentar a produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres, de música e de folclore;IV - estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;O projeto se justifica, ainda, por propiciar o acesso à cultura e à arte a um público que está afastado dos grandes polos difusores de cultura localizados nas grandes cidades.
Não se aplica.
Será disponibilizada no projeto expografico.
Produto Exposição(São Paulo,Rio de Janeiro e Curitiba): Acessibilidade Física:Declaramos para os devidos fins que os locais de realização serão adequados em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência física, conforme o disposto no art. 46, inciso I do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item Orçamentário: Não se aplica pois os locais já são acessíveis e não será necessária nenhuma nova implementação para essa acessibilidade. Acessibilidade de pessoas com deficiência visual:Caso haja pessoas com deficiência visual,serão disponibilizados materiais de audio descrição e braile e teremos um monitor para acompanhamento Item Orçamentário:Monitor Acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva:Haverá uma pessoa com conhecimento em Libras que atenderá ao publico caso haja nescessidadeAlém disso, em pelo menos 10% dos vídeos gravados de divulgação e programação do projeto disponibilizados na internet (youtube e/ou redes sociais) terão legendas em português.Item Orçamentário: Libras Produto Palestra(São Paulo,Rio de Janeiro e Curitiba): Acessibilidade Física:Declaramos para os devidos fins que os locais de realização serão adequados em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência física, conforme o disposto no art. 46, inciso I do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item Orçamentário: Não se aplica pois os locais já são acessíveis e não será necessária nenhuma nova implementação para essa acessibilidade. Acessibilidade de pessoas com deficiência visual:Caso haja pessoas com deficiência visual,serão disponibilizados materiais de audio e braile e teremos um monitor para acompanhamento Item Orçamentário:Monitor Acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva:Haverá uma pessoa com conhecimento em Libras que atenderá ao publico caso haja nescessidade.Além disso, em pelo menos 10% dos vídeos gravados de divulgação e programação do projeto disponibilizados na internet (youtube e/ou redes sociais) terão legendas em português.Item Orçamentário: Libras
Todas as atividades serão oferecidas de forma totalmente gratuita e assim, como estabelecido nos 27 e 28 da Instrução Normativa n° 01/2023, apresenta-se democrático. Art. 27 – 100% das atividades serão oferecidas de forma gratuita com caráter social ou educativo.Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);
Gabriel Wickbold: Artista de Criação Artista cujas obras estarão em exibição. Fará palestras.Desfrutando do reconhecimento critico e comercial alcançado nos ultimos anos, o artista foi mais uma vez presença de sucesso na SP-Arte e na SP-Foto de 2022. Teve seu trabalho exibido internacionalmente no ano de 2018, em exposicões individuais, que aconteceram em Lisboa e Londres e na Xposure, um dos maiores festivais de fotografia do mundo, realizado nos Emirados Arabes Unidos, onde foi um dos homenageados e conquistou definitivamente o respeito da critica mundial. Luiza Testa: Curadora Bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) e Mestre em Teoria Crítica (Critical Theory and the Arts) pela School of Visual Arts – New York, com a tese “De-socialização da esfera privada em ‘Um teto todo seu'” [The De-socialization of the Private Sphere in ‘A Room of One’s Own]esteve à frente da galeria onzedezesseis de 2010 a 2016. Após concluir seu mestrado, em 2017, foi estagiária no departamento de Curadoria do museu Solomon R. Guggenheim, em Nova York. Em seu retorno ao Brasil, trabalhou na área de produção cultural, em exposições como Ai Weiwei – Raiz e Anish Kapoor – Surge,Desde 2020, vem se dedicando ativamente à curadoria, sobretudo em projetos envolvendo debates sociais nos âmbitos de gênero, sexualidade, feminismo e arte digital. Além de atuar no segmento das artes visuais, Luiza é tradutora. GW IMAGE: produção executiva, coordenação de produção. Fundada em 2015 pelo empresário e fotógrafo Gabriel Wickbold, a Galeria Gabriel Wickbold representa artistas nacionais e internacionais de renome no âmbito da fotografia contemporânea. A gestãoartística da galeria homônima resulta em um trabalho de curadoria privada para colecionadores, tanto em coleções focadas no investimento, quanto nas de quem coleciona por amor a arte. Com quase 20 artistas representados, a galeria está sediada na Vila Nova Conceição e já participou das principais feiras de arte no Brasil e do mundo. Em sua estreia na SP-Arte e SP-Foto, em 2018, posicionou-se como uma das galerias com maior sucesso de venda nas respectivas edições. Também participou por dois anos consecutivos da Context Miami. A galeria acredita na formação do público que consome arte e, por isso, promove art talks, art workshops, além de art exhibitions no intuito de qualificar e formar colecionadores.
PROJETO ARQUIVADO.