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Realização de uma exposição imersiva com projeções em alta definição em formato 360º. A exposição exibirá projeções do acervo do Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS/CE) em uma tenda que circulará cidades do interior cearense com entrada gratuita. O projeto inclui visitas mediadas para escolas públicas e palestras.
EXPOSIÇÃO Serão realizadas 576 sessões gratuitas de uma exposição imersiva em uma tenda que circulará quatro cidades do interior cearense, proporcionando uma experiência artística inovadora, interativa e acessível para diversos públicos. O conteúdo exibido reúne quatro trabalhos cearenses de arte imersiva pertencentes ao acervo do Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS/CE) com classificação livre. A exposição estará alojada dentro de uma tenda espaçosa e adaptável, que será montada em um espaço público de cada cidade. Ela será equipada com mais de cinco projetores de alta definição, um sistema de som surround potente e equipamentos de informática de última geração para garantir uma experiência imersiva e contínua. As projeções oferecerão uma experiência visual 360º, com imagens e vídeos projetados em todas as paredes e no chão da tenda, tudo sincronizado com os áudios das obras. Em alguns momentos, elementos interativos serão incorporados por meio de tecnologia de informática, via softwares e aplicativos, permitindo que os visitantes participem ativamente em algumas partes da exposição. Cada cidade receberá 144 sessões gratuitas durante 24 dias, cada dia terá seis sessões. De terça a sexta-feira, as primeiras seis sessões serão destinadas a escolas públicas. Cada sessão poderá receber até 40 pessoas e terá uma duração de aproximadamente 45 min. Não haverá critério de seleção de público; a entrada será por ordem de chegada, respeitando prioridades. As escolas participantes serão selecionadas em conjunto com as secretarias municipais de educação e a Secretaria de Educação do Ceará. VISITAS MEDIADAS Serão oferecidas 256 visitas mediadas à exposição para escolas públicas, permitindo que estudantes e educadores apreciem projeções inovadoras e reflitam sobre elas. Antes e depois da sessão, os participantes receberão uma breve contextualização sobre as obras, seguida de um debate que estimulará a curiosidade, reflexão e interpretação. As escolas participantes serão selecionadas em conjunto com as secretarias municipais de educação e a Secretaria de Educação do Ceará. Cada cidade receberá 64 visitas mediadas para escolas. PALESTRAS Serão ofertadas 32 palestras, abertas ao público, acerca de arte imersiva. Os palestrantes serão tanto artistas como técnicos que trabalham na área, incluindo os realizadores dos trabalhos que serão exibidos.
Objetivo geral: Realizar uma exposição imersiva gratuita em uma tenda móvel montada em quatro cidades do interior cearense, com o intuito de democratizar o acesso às artes e difundir trabalhos cearenses de arte imersiva, aliado a uma proposta educativa. Objetivos Específicos: Produto "Exposição de Artes" - Realizar 576 sessões gratuitas de uma exposição imersiva em uma tenda, proporcionando uma experiência artística inovadora, interativa e acessível para diversos públicos. - Difundir aproximadamente quatro trabalhos cearenses de arte imersiva pertencentes ao acervo do Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS/CE). - Oferecer 256 visitas mediadas gratuitas à exposição para escolas públicas, permitindo que estudantes e educadores apreciem projeções inovadoras e reflitam sobre elas. Produto "Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra" - Ofertar 32 palestras gratuitas acerca de arte imersiva.
O interior do Ceará é um território historicamente rico em cultura, tradição e diversidade cultural. Porém, a oferta de atividades artísticas é centralizada na capital, onde estão concentrados museus, espaços culturais, exposições e outras opções de arte. É necessário reduzir essa desigualdade no acesso à cultura. O Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS/CE) é um dos equipamentos culturais localizados na capital cearense, precisamente em um dos bairros mais elitizados de Fortaleza. O espaço possui 42 anos de existência. Reinaugurado em 2022, o museu tem oferecido ao público experiências artísticas inovadoras que unem tecnologia, arte, cultura e memória. Com uma infraestrutura de qualidade e acessível, o MIS/CE funciona como um espaço cultural ativo, oferecendo aos mais diversos públicos atividades, como exposições, visitas mediadas, cursos, palestras e muito mais. Tudo é gratuito. Entretanto, pessoas de diferentes bairros e classes sociais têm sido atraídas a esse museu pelas suas exposições de arte imersiva. Com obras produzidas por artistas cearenses que revelam a diversidade cultural do Ceará e do mundo, e fazem um elo entre o passado e o futuro, estimulando reflexões pertinentes sobre o papel social de um museu contemporâneo em preservar a memória conectado com a tecnologia. No entanto, é fundamental que esse importante trabalho do MIS chegue a mais cearenses, para que o museu seja cada vez mais democrático. Nesse sentido, surge o projeto "Tenda Móvel Imersiva", a fim de descentralizar as atividades do museu, chegando a quatro cidades do interior cearense com o seu acervo de arte imersiva que tem feito tanto sucesso em sua sede. Através dessa iniciativa, o projeto não apenas preserva e celebra a cultura cearense, mas também democratiza o acesso a novas formas de expressão artística e tecnológica, oferecendo uma oportunidade rara para as comunidades locais experimentarem inovações culturais e artísticas que muitas vezes ficam restritas à capital cearense, já abundantemente suprida de opções culturais; bem como, oferece oportunidades formativas em arte imersiva no interior cearense. Ao amparar-se na Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91), o projeto se alinha com os objetivos e princípios dessa legislação, conforme consta abaixo. Assim, essa lei oferece uma oportunidade para viabilizar este projeto, possibilitando não apenas a promoção e preservação da cultura cearense, mas também o estímulo à formação cultural, à participação comunitária e à descentralização das atividades culturais, preenchendo uma lacuna crucial no acesso à cultura no interior do Ceará. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Nº 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Ademais, o projeto alcança os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei Nº 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023); II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
O projeto expográfico consta nos anexos.
PROJETO PEDAGÓGICO O projeto oferece 256 visitas mediadas à exposição e 32 palestras, que tem como objetivo proporcionar uma abordagem educativa e reflexiva acerca da arte imersiva. As visitas mediadas atenderão escolas públicas, que terão uma oportunidade única de apreciar projeções inovadoras. E as palestras serão abertas ao público. Objetivo Geral: Ofertar atividades formativas sobre arte imersiva, promovendo a apreciação e a compreensão das obras de arte imersiva do acervo do Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS/CE), e difundindo conhecimentos e experiências acerca da arte imersiva. Objetivos Específicos: - Oferecer 256 visitas mediadas à exposição para escolas públicas, permitindo que estudantes e educadores apreciem projeções inovadoras e reflitam sobre elas; - Ofertar 32 palestras acerca de arte imersiva, abertas ao público. Justificativa: O projeto visa propiciar uma experiência educativa e reflexiva sobre a arte imersiva, por meio de 256 visitas mediadas à exposição e 32 palestras. Tais atividades têm como propósito central a disseminação do conhecimento acerca das obras de arte imersiva presentes no acervo do Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS/CE). As visitas mediadas, destinadas a escolas públicas, desempenham um papel fundamental na consecução dos objetivos propostos. Ao oferecer a oportunidade única de apreciar projeções inovadoras, essas visitas não apenas enriquecem o repertório cultural dos estudantes, mas também fomentam a reflexão crítica sobre as expressões artísticas apresentadas. Ao contextualizar as obras durante e após as visitas, busca-se não apenas proporcionar uma experiência estética, mas também estimular a curiosidade e o pensamento crítico dos participantes. A inclusão das escolas públicas no escopo do projeto reforça seu caráter inclusivo e democrático, contribuindo significativamente para a democratização do acesso à cultura no interior do Ceará. O impacto positivo dessa iniciativa se estende para além do âmbito escolar, alcançando comunidades e estimulando um diálogo mais amplo sobre a arte imersiva. As palestras abertas ao público representam uma extensão dessa missão, proporcionando a oportunidade para um público mais amplo se engajar e aprofundar seu entendimento sobre a arte imersiva. Dessa forma, o projeto oferta atividades de aprendizado e apreciação, estabelecendo-se como uma contribuição relevante para a promoção da cultura e do conhecimento no interior cearense. Carga Horária: - Cada visita mediada terá uma duração de aproximadamente 1 hora, incluindo a contextualização prévia, a visita à exposição e o debate pós-visita. Contabilizando 256 visitas, serão realizada 256 horas dessa atividade. - Cada palestra terá cerca de uma hora, totalizando 32 horas. Público-alvo: - 15.360 estudantes do Ensino Fundamental e/ou Médio, acompanhados por seus educadores, serão beneficiadas pelas visitas mediadas. - 1.920 pessoas serão beneficiadas pelas palestras, incluindo o público em geral interessados em arte imersiva. Metodologia: VISITAS MEDIADAS - Contextualização Prévia: Antes da visita, os estudantes e educadores receberão uma breve contextualização sobre as obras de arte imersiva que serão apresentadas. Isso incluirá informações sobre os artistas, técnicas utilizadas e temas abordados nas projeções. - Visita à Exposição: Os participantes terão a oportunidade de explorar a exposição imersiva, apreciando as projeções de alta definição em um ambiente envolvente. Eles serão incentivados a interagir com as obras quando elementos interativos estiverem disponíveis. - Debate Pós-Visita: Após a visita à exposição, os estudantes e educadores participarão de um debate moderado por um mediador. Esse debate estimulará a curiosidade, reflexão e interpretação das obras de arte, permitindo que os participantes compartilhem suas impressões e percepções. - Seleção de Escolas: As escolas públicas participantes serão selecionadas em conjunto com as secretarias municipais de educação e a Secretaria de Educação do Ceará, garantindo uma representação abrangente das comunidades locais. PALESTRAS As palestras têm como propósito não apenas informar, mas também inspirar e instigar o pensamento crítico sobre a arte imersiva, promovendo uma conexão significativa entre o público e as expressões artísticas contemporâneas. Cada palestra reunirá um realizador ou técnico de arte imersiva que compartilhará seus conhecimentos e suas experiências. Primeiramente, o palestrante explana e, em seguida, o público participa por meio de perguntas e discussões. Essa abordagem visa criar um ambiente dinâmico, onde as diferentes perspectivas e interpretações sobre a arte imersiva possam ser exploradas e compartilhadas. Profissionais Envolvidos: AIRES – Arte-Educadora (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Nascida em Ananindeua no Pará, vive e trabalha em Fortaleza (CE), tendo estudado Licenciatura em Teatro na UFC. É Conselheira Estadual de Cultura - Performance (2022 - 2023) e arte-educadora no Museu da Imagem e do Som do Ceará. Aires é travesti em "traição tardia", e utiliza como motor da sua investigação artística a sua própria traição de gênero. Possui trabalhos publicados em capítulos de livros com temáticas relacionadas à arte contemporânea e arte urbana como “P.O.C Procedimentos Para Ocupar a Cidade” e “Imaginação e Memória na Arte Contemporânea”, além de ser autora do livro dispositivo "Desobediência de Gênero". Integrou a publicação desenvolvida pelo grupo de pesquisa "Pesquisa Corpo Metalinguístico: Performance e subjetividade no meio tecnológico da Universidade Federal de Sergipe. Já participou com seus trabalhos de mostras e festivais como "Sistema Aberto" (2019), "Festival Imaginários Urbanos" (2020) e "Procesos Afectivos en Acción" (2021). Integrou a exposição "Selfie, Logo Existo" (2021) e a exposição "Imaginários Queer" no Museari Quer Art, Museo de Bellas Artes de Xàtiva em Valência - Espanha e da 73°edição do Salão de Abril. Foi responsável pela curadoria de festivais e mostras Ficções Para Corpas Insurgentes (2022), XIV Festival de Teatro de Fortaleza (2022), TU50 Resistências Poéticas (2015) e foi responsável pela curadoria adjunta da Mostra de Videoperformance da 4° Edição do Festival Imaginários Urbanas exibido no MIS - Museu da Imagem e do Som e é uma das idealizadoras e curadoras do projeto Trair o Cistema. programa de ação educativa e difusão do Museu da Imagem e do Som, tendo como objetivo a difusão de trabalhos artísticos e pesquisas de pessoas trans, travestis e não bináries. IANA SOARES – Arte-Educadora (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Iana Soares é jornalista, professora, gestora cultural e fotógrafa. Além de atuar nos campos da Cultura e da Educação, tem interesse nas relações entre a palavra e a imagem, a literatura e a fotografia, o real e a imaginação. Tem mestrado em "Criação Artística Contemporânea" pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Barcelona, na Espanha (2015). Concluiu Especialização em Escrita Literária, no Centro Universitário Farias Brito (2019). É graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (2013) e em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Ceará (2008). Atualmente é assessora de Formação do Instituto Mirante de Cultura e Arte. Foi Gerente de Educação e Formação do Museu da Imagem e do Som do Ceará. Coordenou o Programa de Fotopoéticas e o Programa de Formação Básica em Artes Visuais da Escola de Porto Iracema das Artes. Foi editora do Núcleo de Imagem e articulista do Grupo de Comunicação O POVO. É professora da Especialização em Escrita e Criação da Universidade de Fortaleza. Faz parte da equipe de criação e coordenação geral do Fotofestival SOLAR. Colabora com a curadoria e as ações formativas de festivais como o Efêmero, QXAS - Festival de Fotografia do Sertão Central, Hercule Florence, entre outros. GARU PIRANI – Arte-Educadora (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Garu Pirani , nascida em Mirassol - SP, vive em Fortaleza - CE desde 2017. É artista visual e arte-educadora, cursando Licenciatura em Artes Visuais pelo IFCE. Vem investigando em seus trabalhos os campos da monstruosidade de corpas desobedientes de gênero e sexualidade através da pintura, fotografia, modelagem e animação 3D, além de investigar plataformas online e realidades virtuais como espaços de troca de segredos que potencializam existências marginalizadas. Foi integrante da bloca de rua Carnaval no Inferno de 2017 a 2023, bloca independente de carnaval semeando vida desobediente nas ruas de Fortaleza. Foi educadora do Museu de Microbiologia do Instituto Butantan entre 2014 e 2015 e do Museu da Cultura Cearense entre 2019 e 2021, realizando processos de mediação, criação de atividades e reflexões da prática educativa, nos moldes presenciais e virtuais. Atualmente trabalha como educadora no Museu de Imagem e Som do Ceará (MIS). Participou da produção e construção de espaços virtuais para imersões, jogos e exposições em projetos como Tumba (Paula Trojanny), Exposição Oficina Molina-Palatnik (SESC Av. Paulista), Campo de Passagem (M. Dias Preto) e Arqueologia das Luzes Negras (Jorge Silvestre e David Felício). Com a Coletiva “Para a Terra Volta toda Corpa em Matéria” vem investigando a relação entre arquivo, memória, corpa e macumbaria nas obras "Para a terra Volta toda Corpa em Matéria", "Você é a Encruzilhada de suas Memórias" e "Lembrar é moldar fragmentos" exposta no 73o Salão de Abril e no Salão Sobral de Artes Visuais. Em 2022, a Videoinstalação "Transdermal", composta por pinturas, um filme e um filtro de Realidade Aumentada, entrando para o acervo do MIS-CE por meio do edital OcupaMIS 2022. YAN BELÉM – Arte-Educador (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Yan Belém – Belém-PA, 1995. Educador, Artista Visual, Dj e Pesquisador. Tem formação técnica em Cenografia pela EtdUFPA e formação livre em fotografia através de oficinas e workshops que participou em diversos equipamentos culturais de referência no Pará e no Ceará. Atua em ações educativas desde 2012 com a difusão dos primórdios da fotografia em projetos de arte educação nas capitais e interiores do Brasil. Atualmente, é supervisor pedagógico na Gerência de Educação e Formação do Museu da Imagem e do Som do Ceará. Integrou a equipe de produção de festivais de fotografia como o QXAS (de 2018 a 2021) e Fotofestival SOLAR (2018), ambos no Ceará. Se dedica aos estudos e experimentações com técnicas de impressão do Séc XIX, produzindo conteúdos distribuídos pela marca Azul Nostalgia. Seus trabalhos de fotografia documental estão presentes em diversas exposições e publicações coletivas no Brasil, França e Argentina. Em 2019, publicou o fotolivro Beirada em parceria com Rafael da Luz, selecionado na mostra de fotolivros ZUM do Instituto Moreira Sales em 2020.
EXPOSIÇÃO Acessibilidade Física: - A entrada e saída da tenda serão projetadas para serem amplas e sem barreiras, permitindo fácil acesso para cadeiras de rodas e carrinhos de bebê - itens XX do Orçamento; - O piso da tenda será plano e estável, para facilitar a mobilidade dentro do espaço expositivo, assegurando que os visitantes possam se mover livremente e com segurança itens XX do Orçamento; - Sinalizações claras e visíveis serão instaladas, garantindo que os visitantes possam navegar facilmente pelo espaço – itens de Divulgação do Orçamento. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: - A exposição disponibilizará um vídeo explicativo sobre a exposição com janela de língua de sinais (Libras) e legenda, acessível por meio de um monitor na entrada da exposição - itens XX do Orçamento. Acessibilidade para Deficientes Visuais: - Deve ser fornecido um texto sobre a exposição em libras - itens XX do Orçamento; - A exposição disponibilizará um vídeo explicativo sobre a exposição com audiodescrição, acessível por meio de um monitor na entrada da exposição - itens XX do Orçamento. Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes e Doenças que Gerem Limitações aos Conteúdos: - Deve ser fornecido um texto sobre a exposição em linguagem simples, sem custos adicionais. VISITAS GUIADAS E PALESTRAS Acessibilidade Física: - A entrada e saída da tenda (local da visita e das palestras) serão projetadas para serem amplas e sem barreiras, permitindo fácil acesso para cadeiras de rodas e carrinhos de bebê - itens XX do Orçamento; - O piso da tenda (local da visita e palestras) será plano e estável, para facilitar a mobilidade dentro do espaço expositivo, assegurando que os visitantes possam se mover livremente e com segurança itens XX do Orçamento. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: - Deve-se disponibilizar intérpretes de Libras durante as palestras e visitas mediadas - itens XX e XX do Orçamento. Acessibilidade para Deficientes Visuais: - Durante as palestras e visitas mediadas, deve ser oferecida autodescrição, sem custos adicionais. Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes e Doenças que Gerem Limitações aos Conteúdos: - As palestras e visitas mediadas devem ser realizadas em linguagem simples, sem custos adicionais.
Serão disponibilizadas visitas mediadas à exposição para estudantes e professores de escolas públicas, em sua maioria, composta por um público infantojuvenil, atendendo ao que reza o inciso VII do Art. 28 da IN 01/2023. O acesso à exposição de arte imersiva é inteiramente gratuito e percorrerá cidades do interior cearenses que possuem pouco acesso a atividades artísticas como essa. Essa iniciativa vai ao encontro do inciso II do Art. 27 da IN 01/2023.
O proponente, por meio dos seus funcionários listados abaixo, será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. SILAS JOSÉ DE PAULA – Diretor (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Doutor pela Universidade de Loughborough, Inglaterra, 1996. Pesquisador CNPQ, 1998/99. É Diretor do Museu da Imagem e do Som do Ceará. Professor Aposentado do Instituto de Cultura e Artes da UFC – ICA, 2018. Foi Coordenador do Programa de Pós-graduação em Comunicação – UFC. Foi Diretor do Instituto Dragão do Mar. Foi Coordenador de Difusão Científica e Tecnológica, UFC. AIRES – Arte-Educadora (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Nascida em Ananindeua no Pará, vive e trabalha em Fortaleza (CE), tendo estudado Licenciatura em Teatro na UFC. É Conselheira Estadual de Cultura - Performance (2022 - 2023) e arte-educadora no Museu da Imagem e do Som do Ceará. Aires é travesti em "traição tardia", e utiliza como motor da sua investigação artística a sua própria traição de gênero. Possui trabalhos publicados em capítulos de livros com temáticas relacionadas à arte contemporânea e arte urbana como “P.O.C Procedimentos Para Ocupar a Cidade” e “Imaginação e Memória na Arte Contemporânea”, além de ser autora do livro dispositivo "Desobediência de Gênero". Integrou a publicação desenvolvida pelo grupo de pesquisa "Pesquisa Corpo Metalinguístico: Performance e subjetividade no meio tecnológico da Universidade Federal de Sergipe. Já participou com seus trabalhos de mostras e festivais como "Sistema Aberto" (2019), "Festival Imaginários Urbanos" (2020) e "Procesos Afectivos en Acción" (2021). Integrou a exposição "Selfie, Logo Existo" (2021) e a exposição "Imaginários Queer" no Museari Quer Art, Museo de Bellas Artes de Xàtiva em Valência - Espanha e da 73°edição do Salão de Abril. Foi responsável pela curadoria de festivais e mostras Ficções Para Corpas Insurgentes (2022), XIV Festival de Teatro de Fortaleza (2022), TU50 Resistências Poéticas (2015) e foi responsável pela curadoria adjunta da Mostra de Videoperformance da 4° Edição do Festival Imaginários Urbanas exibido no MIS - Museu da Imagem e do Som e é uma das idealizadoras e curadoras do projeto Trair o Cistema. programa de ação educativa e difusão do Museu da Imagem e do Som, tendo como objetivo a difusão de trabalhos artísticos e pesquisas de pessoas trans, travestis e não bináries. IANA SOARES – Arte-Educadora (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Iana Soares é jornalista, professora, gestora cultural e fotógrafa. Além de atuar nos campos da Cultura e da Educação, tem interesse nas relações entre a palavra e a imagem, a literatura e a fotografia, o real e a imaginação. Tem mestrado em "Criação Artística Contemporânea" pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Barcelona, na Espanha (2015). Concluiu Especialização em Escrita Literária, no Centro Universitário Farias Brito (2019). É graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (2013) e em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Ceará (2008). Atualmente é assessora de Formação do Instituto Mirante de Cultura e Arte. Foi Gerente de Educação e Formação do Museu da Imagem e do Som do Ceará. Coordenou o Programa de Fotopoéticas e o Programa de Formação Básica em Artes Visuais da Escola de Porto Iracema das Artes. Foi editora do Núcleo de Imagem e articulista do Grupo de Comunicação O POVO. É professora da Especialização em Escrita e Criação da Universidade de Fortaleza. Faz parte da equipe de criação e coordenação geral do Fotofestival SOLAR. Colabora com a curadoria e as ações formativas de festivais como o Efêmero, QXAS - Festival de Fotografia do Sertão Central, Hercule Florence, entre outros. GARU PIRANI – Arte-Educadora (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Garu Pirani , nascida em Mirassol - SP, vive em Fortaleza - CE desde 2017. É artista visual e arte-educadora, cursando Licenciatura em Artes Visuais pelo IFCE. Vem investigando em seus trabalhos os campos da monstruosidade de corpas desobedientes de gênero e sexualidade através da pintura, fotografia, modelagem e animação 3D, além de investigar plataformas online e realidades virtuais como espaços de troca de segredos que potencializam existências marginalizadas. Foi integrante da bloca de rua Carnaval no Inferno de 2017 a 2023, bloca independente de carnaval semeando vida desobediente nas ruas de Fortaleza. Foi educadora do Museu de Microbiologia do Instituto Butantan entre 2014 e 2015 e do Museu da Cultura Cearense entre 2019 e 2021, realizando processos de mediação, criação de atividades e reflexões da prática educativa, nos moldes presenciais e virtuais. Atualmente trabalha como educadora no Museu de Imagem e Som do Ceará (MIS). Participou da produção e construção de espaços virtuais para imersões, jogos e exposições em projetos como Tumba (Paula Trojanny), Exposição Oficina Molina-Palatnik (SESC Av. Paulista), Campo de Passagem (M. Dias Preto) e Arqueologia das Luzes Negras (Jorge Silvestre e David Felício). Com a Coletiva “Para a Terra Volta toda Corpa em Matéria” vem investigando a relação entre arquivo, memória, corpa e macumbaria nas obras "Para a terra Volta toda Corpa em Matéria", "Você é a Encruzilhada de suas Memórias" e "Lembrar é moldar fragmentos" exposta no 73o Salão de Abril e no Salão Sobral de Artes Visuais. Em 2022, a Videoinstalação "Transdermal", composta por pinturas, um filme e um filtro de Realidade Aumentada, entrando para o acervo do MIS-CE por meio do edital OcupaMIS 2022. YAN BELÉM – Arte-Educador (compõe o quadro de funcionários do proponente e não será remunerada pelo projeto) Yan Belém – Belém-PA, 1995. Educador, Artista Visual, Dj e Pesquisador. Tem formação técnica em Cenografia pela EtdUFPA e formação livre em fotografia através de oficinas e workshops que participou em diversos equipamentos culturais de referência no Pará e no Ceará. Atua em ações educativas desde 2012 com a difusão dos primórdios da fotografia em projetos de arte educação nas capitais e interiores do Brasil. Atualmente, é supervisor pedagógico na Gerência de Educação e Formação do Museu da Imagem e do Som do Ceará. Integrou a equipe de produção de festivais de fotografia como o QXAS (de 2018 a 2021) e Fotofestival SOLAR (2018), ambos no Ceará. Se dedica aos estudos e experimentações com técnicas de impressão do Séc XIX, produzindo conteúdos distribuídos pela marca Azul Nostalgia. Seus trabalhos de fotografia documental estão presentes em diversas exposições e publicações coletivas no Brasil, França e Argentina. Em 2019, publicou o fotolivro Beirada em parceria com Rafael da Luz, selecionado na mostra de fotolivros ZUM do Instituto Moreira Sales em 2020. Observação: Ressaltamos que essa equipe está sujeita a alterações.
PROJETO ARQUIVADO.