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Yara é um projeto de intercâmbio cultural que promove a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior através de dois produtos: (1) Exposição de artes - instalação sob a forma de um carro alegórico de produção artística originária de Parintins - AM no Burning Man, em Nevada (EUA), que é, atualmente, o maior evento de movimento cultural da humanidade; (2)Intercâmbio - Performances de DJs que farão, no palco montado no carro alegórico, remixes de músicas eletrônicas com ritmos da região Norte do Brasil.
Além da instalação do Carro Alegórico levando a cultura brasileira para a Playa, a grande galeria a céu aberto do Burning Man, o Projeto Yara será uma plataforma para ritmos mais étnicos, misturando música eletrônica com diferentes ritmos da região amazônica, como o Boi-bumbá, típico do festival folclórico de Parintins. Uma forma dos artistas brasileiros se conectarem com a comunidade do Burning Man, interagindo e compartilhando com artistas de diferentes linguagens e nacionalidades. Ao longo de 7 dias, 4 Djs se revezarão no palco montado no Carro Alegórico com performances de duas horas de duração cada. Farão parte dos remixes com música eletrônica, as músicas típicas da região amazônica, com os integrantes se apresentando sobre a instalação, com adereços indígenas, tal qual estão nas performances dos bois Caprichoso e Garantido. Os Djs são integrantes do projeto que vão para o Burning Man têm a intenção de experimentar novos nuances dos seus trabalhos e não cobrarão cachês, respeitando o princípio de “Gifting” do evento e assim pretendemos fornecer uma plataforma para esses artistas se conectarem com a comunidade do Burning Man. Classificação etária livre
Objetivo geral: Realizar o intercâmbio cultural entre o Festival Folclórico de Parintins e o evento cultural Burning Man. - Divulgar o trabalho dos artistas Parintinenses e suas técnicas de produção de carros alegóricos, que há poucos anos passaram a ter créditos pelas principais evoluções artísticas feitas no Carnaval da Marquês de Sapucaí (RJ) e Anhembi (SP), para o mundo; - Difundir o rico folclore brasileiro internacionalmente e através deste conscientizar sobre a proteção da Amazônia, nossa flora, fauna e nossa água com a lenda da Mãe das águas, a guerreira Yara;- Propalar a música do Boi-Bumbá e suas performances típicas do Festival Folclórico de Parintins; - Fomentar a valorização da produção artística e cultural brasileira; - Estimular a troca de conhecimentos entre os artistas brasileiros com artistas de todo o mundo; - Trazer os princípios do evento Burning Man para os artistas brasileiros, como o de sustentabilidade, trabalho em conjunto artista - espectador, a cooperação criativa, a expressão sem preconceitos dos seus dons, o bem-estar em comunidade, a participação voluntária entre humanos, deixar o seu entorno melhor do que encontramos e valorizar intensamente as experiências e momento presente. O projeto está de acordo com os incisos abaixo, do art. 3° do Decreto 11.453/2023, conforme transcrição a seguir: Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Objetivo Específico: Produto Exposição de Artes: Produção de uma instalação de arte - um carro alegórico com projeto e desenvolvimento feito por artistas da comunidade de Parintins (AM) que será exposto por 7 dias no evento Burning Man nos Estados Unidos para um público de 80 mil pessoas de diversas nacionalidades. Produto Intercâmbio: Apresentação de performances de 4 (quatro) DJs, com 2 horas de apresentação diária cada, ao longo dos 7 dias, remixando música eletrônica contemporânea com ritmos brasileiros e regionais como, por exemplo, o Boi Bumbá.
O Burning Man é um evento cultural anual que acontece no deserto de Black Rock, no estado de Nevada, nos Estados Unidos. É conhecido por ser uma experiência única, onde milhares de pessoas se reúnem para celebrar a arte, a expressão individual, a comunidade e a autossuficiência. Durante uma semana, participantes de todo o mundo constroem uma cidade temporária chamada Black Rock City, onde não há dinheiro envolvido na troca de bens e serviços, mas sim uma economia baseada na oferta e na partilha, todos seus integrantes trabalham em prol da comunidade e não recebem dinheiro por isso, sendo um dos princípios o de "Gifting" o ato de presentear sem esperar nada em troca. Nos seus "bairros" os integrantes constroem acampamentos que oferecem para os cidadãos aulas, workshopse muitas outras diversas interações; o centro da cidade, é conhecido como Playa, onde mais de 300 instalações de arte são expostas, e essas são uma parte essencial da experiência do Burning Man, promovendo a criatividade, a interação social, a expressão artística e a conexão com o ambiente árido e singular do deserto de Black Rock. As instalações de arte são criadas por artistas de todo o mundo. Essas obras variam muito em escala, forma e propósito, desde esculturas enormes até instalações interativas, encorajando os participantes a se envolverem de diversas maneiras, seja tocando, escalando, interagindo ou simplesmente contemplando. Essas muitas vezes exploram os sentidos humanos de maneiras criativas, utilizando luzes, som, movimento e materiais inusitados para criar experiências sensoriais únicas. Como por exemplo, muitas delas são veículos modificados e transformados em obras de arte móveis; a diversidade dos ‘Art Cars" (carro alegóricos) é imensa, desde veículos pequenos e elaborados até enormes estruturas que se movem pela Playa. Alguns são plataformas para música ao vivo, DJ sets ou performances, e esses veículos são essenciais para a atmosfera única do Burning Man. Eles circulam pela Playa, criando um ambiente dinâmico e agregando à paisagem artística e interativa do evento. Após o término, toda a cidade é desmontada e o local é deixado exatamente como era antes, sem deixar vestígios, em respeito ao meio ambiente e a um dos princípios e pilares do evento que é o "Leave No Trace" (Não Deixe Rastros). O Burning Man é mais do que um festival; muitos o consideram um experimento social. E a pluralidade das grandes instalações de artes apresentadas no evento, é uma oportunidade única de transcender barreiras geográficas levando o misticismo da cultura amazonense para o Burning Man, princípios que se comunicam apesar da distância. Por meio de uma instalação de arte carro alegórico apresentaremos a "Yara" uma entidade mítica amazônica que personifica a beleza e a força da guerreira em busca proteger as águas do rio amazonas contra inimigos - dentro do espaço artístico da Playa, onde primordialmente as representações são masculinas. Uma lenda indígena contada pelo povo tupi guarani nos limites do rio Amazonas "Yara" a "Mãe d’água", a melhor guerreira de sua tribo, sempre buscava manter seu povo em segurança independente dos desafios. Seu esplendor acabou despertando inveja em seus irmãos que planejaram a morte de Iara. Em um belo dia tomaram coragem para ceifar a vida de Yara, mas a guerreira com suas habilidades extraordinárias mudou o percurso da morte e matou seus irmãos. Seu pai, desolado com a perda dos dois filhos como forma de punição, lançou Yara no encontro das águas. Mas Yara foi resgatada pelos peixes que a levaram até Jaci, a deusa da lua que a transformou em sereia. Yara como guerreira das águas, protege os rios amazônicos usando seu canto para seduzir os pescadores e levá-los para as profundezas do rio. Yara é uma metáfora para destacar a conexão entre os seres humanos e a natureza, enfatizando a necessidade de preservar não apenas a floresta, mas também os rios e as criaturas que nela habitam ressaltando como a destruição ambiental afeta não apenas o meio ambiente, mas também as histórias, mitos e a cultura das comunidades que dependem da Amazônia. Por meio dessa representação icônica, busca-se destacar a importância vital da floresta amazônica, seus rios e sua biodiversidade, enfatizando a necessidade urgente de proteger esse ecossistema rico e fundamental para o equilíbrio ambiental global. A importância desta iniciativa reside na oportunidade de compartilhar tradições, mitos e expressões artísticas amazônicas com uma audiência internacional. Para tal feito, trabalharemos com a produção artística da Comunidade de Parintins, esses que são responsáveis anualmente pelo Festival Folclórico de Parintins, apresentando com performances elaboradas, grandes carros alegóricos, cores vibrantes, danças, músicas e encenações que retratam as lendas e tradições locais. Os artesãos dessa pequena comunidade do Amazonas, se tornaram tão talentosos em construir essas estruturas que sua arte se tornou a principal atividade econômica da cidade. Embora desconhecidos pela maioria dos brasileiros, são os responsáveis por elaborar técnicas que fizeram avançar a produção de carros alegóricos maiores e com mais movimentos nas apresentações das escolas de samba nos carnavais do Rio de Janeiro e São Paulo. Mas esses artesãos, assim como a região amazônica, raramente recebem reconhecimento. A fusão entre a arte do Amazonas e a criatividade eclética dos artistas que anualmente se reúnem no Burning Man cria uma sinergia única. O Projeto Yara pretende trazer um aspecto fundamental da cultura amazônica-brasileira e fundi-lo com a cultura do Burning Man. Carros de arte são uma parte tradicional tanto das festividades folclóricas indígenas na Amazônia quanto do Burning Man. Esperamos que a "Yara" seja uma ponte entre essas tradições, conectando pessoas de todas as culturas por meio da arte. O carro é um lembrete de que conexões improváveis são possíveis e que, não importa quão diferentes sejamos, as comunidades compartilham alguns impulsos humanos básicos por conexão e expressão. A solicitação de apoio a este projeto, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
O Burning Man aspira alimentar a infraestrutura e a arte de Black Rock City por meio de energia renovável até 2030. Organizações, acampamentos e artistas estão atendendo a esse chamado e as mudanças mais impactantes para reduzir o carbono advêm da produção da energia utilizando energia renovável, do fim da utilização de combustíveis fósseis e da participação num programa de compensação que sequestra o carbono atmosférico. Juntas, essas mudanças permitirão passar de carbono positivos para carbono neutros, com o objetivo final de tornar carbono negativos. Para compensar as emissões de carbono que geraremos na produção da instalação, no transporte (que gerará uma grande quantidade devido aos vôos internacionais dos artistas e o transporte da estrutura de barco) e no gerador durante o seu funcionamento, iremos comprar créditos de carbono gerados em projetos socioambientais no Brasil pela empresa certificada Smartie Carbon, a qual calculou que iremos gerar em torno de 20,56 toneladas de CO2e que serão compensados. Fonte: https://www.smartiecarbon.com.br/ https://burningman.medium.com/burning-man-project-2030-environmental-sustainability-roadmap-c79657e18146#bfd2 Os 10 Princípios do Burning Man 1 – Auto Expressão Radical: Liberdade para ser você mesmo.A auto expressão surge dos dons únicos de cada indivíduo. Ninguém mais além do indivíduo, ou de um grupo colaborando, pode determinar o seu conteúdo. E isso é oferecido como um presente para os outros. Neste espírito, quem oferece deve respeitar os direitos e liberdades de quem recebe. 2 – Auto-suficiência | Auto Responsabilidade – você é responsável por você mesmo, mentalmente e fisicamente.O Burning Man encoraja o indivíduo a descobrir, exercitar e confiar nos próprios recursos internos. 3 – De-comoditização– esqueça do dinheiro – não tem nada para comprarPara preservar o espírito de presentear, nossa comunidade procura criar ambientes sociais que não são mediados por patrocínios, transações ou publicidade. Buscamos substituir o consumo por experiências participativas. 4 – Não Deixe Rastros: De pó ao pó, deixe apenas pegadasNossa comunidade respeita o meio ambiente. Temos o compromisso de não deixar nenhum vestígio físico das nossas atividades. Onde quer que nos reunamos, nós limpamos depois de nós mesmos e procuramos, sempre que possível, deixar tais lugares em melhor estado do que quando os encontramos 5 – Participação: Se envolva. Burning Man é o que fazemos.Nossa comunidade está empenhada em uma ética radicalmente participativa. Acreditamos que as transformações quer no indivíduo ou na sociedade, podem ocorrer apenas por intermédio de uma profunda participação pessoal. Alcançamos o ser através do fazer. Todos estão convidados a trabalhar. Todo o mundo é convidado para participar. Nós fazemos o mundo real por meio de ações que abrem o coração. 6 – Inclusão Radical: Todos são bem vindos.Qualquer pessoa pode ser uma parte do Burning Man. Saudamos e respeitamos o desconhecido. Não existem pré-requisitos para a participação em nossa comunidade. 7 – Presentear: Oferecemos o nosso tempo e esforço livremente.Burning Man estimula atos de presentear. O valor de um presente é incondicional. Oferecer um presente não contempla um retorno ou uma troca por algo de igual valor. 8 – Cooperação: Juntos somos mais fortesNossa comunidade valoriza cooperação criativa e colaboração. Nós nos esforçamos para produzir, promover e proteger as redes sociais, espaços públicos, obras de arte, e métodos de comunicação que apoiam tais interações. 9 – Comunidade: Uma família de indivíduos, nós cuidamos uns dos outros.Valorizamos a sociedade civil. Os membros da comunidade que organizam eventos devem assumir a responsabilidade de bem-estar público e se esforçar para comunicar responsabilidades cívicas para os participantes. Devem também assumir a responsabilidade para a realização de eventos de acordo com leis locais, estaduais e federais. 10 – Imediatismo: Faça o agora valer / esteja aqui agora.Experiência imediata é, em muitos aspectos, a característica mais importante em nossa cultura. Procuramos superar as barreiras que se interpõem entre nós e o reconhecimento do nosso eu interior, a realidade dos que nos rodeiam, a nossa participação na sociedade, e o contato com um mundo natural superior aos poderes humanos. Nenhuma ideia pode substituir esta experiência. Fonte: https://gustavosanti.com/2016/11/26/os-10-principios-do-burning-man/ https://burningman.org/about/10-principles/
Produto: Exposição de arte A base da instalação é um ônibus para poder se produzir um carro alegórico, sua estrutura artística é feita de ferro e "metalon" (tubo oco de metal com seções retangulares) e cabos de ferro para sustentar a estrutura. Materiais mais leves de decoração são feitos de tecido e madeira, os quais são suportados por ilhoses ou tubos de PVC. Iluminação com lâmpadas, mangueiras e canhões de led. Sonorização com caixas de som. Iremos construir toda a estrutura sobre um ônibus no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. Essa estrutura será seccionada para enviarmos em um container para cidade de Reno, nos EUA, cidade mais próxima ao local onde acontecerá o festival. Lá será montado sobre outro ônibus, pois veículos usados não podem entrar como importação nos EUA. O veículo possui 3 seções principais. Seção A (lado esquerdo): deste lado estamos desenhando uma representação de “Yara” em aço. Seção B (seção central): plataforma elevada para os canhões de luzes leves que deverá ser decorada de forma a representar uma flor de "vitória régia" (característica flor flutuante do rio Amazônico) e será a plataforma de apoio aos artistas. A estrutura central também dá suporte ao símbolo de um cocar indígena em formato de arco, formado por estruturas tubulares iluminadas de LED. Por fim, a seção C (lado direito): é um espaço para equipamentos necessários à operação do veículo, com uma estrutura de ferro formando o rabo da “Yara” (que é uma sereia das águas amazônicas). A estrutura pode sofrer modificações, principalmente dependendo das restrições de transporte. Na parte interior do ônibus será construído um camarim para os artistas da Performance. O diretor de arte Alex Salvador estará à frente da equipe que fará a montagem inicial da estrutura do carro alegórico no Rio de Janeiro e viajará para os EUA, junto com um assistente, para a montagem final do carro alegórico na cidade de Reno. Após o final do festival, o Carro Alegórico voltará para a cidade de Reno onde ficará guardado até a próxima edição do festival, pois é normal no Burning Man os Art cars voltarem ao evento todos os anos. Sendo assim, os equipamentos duráveis comprados com esse projeto serão parte integrante do carro/obra de arte. Expectativa de público: 80 mil pessoas Produto: Música O Carro Alegórico será equipado com um mixer de áudio, alto-falantes: como subwoofers, drivers de médio porte e tweeters dispostos para proporcionar uma experiência sonora ideal. O carro também terá um console de mixagem para combinar múltiplas fontes de áudio, como microfones, instrumentos e dispositivos de reprodução, e ajustar seus níveis e equilíbrio tonal. Além dos alto-falantes montados na frente do carro, em cada lateral do veículo, teremos suportes para apoiar os alto-falantes de forma a projetar sua cobertura sonora na direção desejada, ampliando a vivência do público, imersos nesse rico colorido sonoro. Expectativa de público: 2 mil pessoas por dia, totalizando 14 mil pessoas. Duas pessoas da produção acompanharão o processo de confecção do carro alegórico nos EUA, estarão presentes no BM durante o evento e organizarão a desprodução e a guarda do carro alegórico.
Produto: Exposição de Artes Acessibilidade Física: a arte estará em local de fácil acesso para cadeirantes e pessoas com necessidades especiais, sem obstáculos que impeçam a circulação. Item orçamentário: não se aplica Acessibilidade para Deficientes Auditivos: não se aplica . Item orçamentário: não se aplica Acessibilidade Deficientes Visuais: audiodescrição. Item orçamentário: audiodescrição. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: não se aplica. Item orçamentário: não se aplica Produto: Intercâmbio Acessibilidade Física: As performances dos DJs acontecerão no carro alegórico que estará estacionado em local de fácil acesso para cadeirantes e pessoas com necessidades especiais, sem obstáculos que impeçam a circulação. Item orçamentário: não se aplica Acessibilidade para Deficientes Auditivos: não se aplica . Item orçamentário: não se aplica Acessibilidade Deficientes Visuais: audiodescrição. Item orçamentário: audiodescrição. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual:não se aplica. Item orçamentário: não se aplica
Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;
Ca De Mezz Amig/ Galpão Busca VIda - Proponente do projeto. O Galpão será responsável pela realização e administração deste projeto por meio da Coordenação geral e Administrativa. O Galpão é um espaço cultural consolidado na região de Bragança Paulista-SP, o qual há 26 anos conserva um acervo de quadros, esculturas, relíquias e outras obras de artes que foram chegando e se renovando durante toda sua história. Conta com doações de artistas, catação, criação e acervo pessoal. Além de obras visuais, conta também com performances e exposições artísticas, que podem ocorrer durante um evento ou não. O Galpão é parceiro, desde a sua constituição em 2002, do Festival de Arte Serrinha, um festival de arte no qual ocorrem cursos, vivências, palestras, mesas redondas, performances e apresentações cinematográficas e musicais. Coordenadora geral: Zezé Daidone - Pedagoga de formação, atuou como arte educadora nos principais acampamentos de férias do Brasil, permanecendo por dez anos no Acampamento dos Pumas. Moradora do bairro da Serrinha há 20 anos, participou do processo de criação do Festival Arte Serrinha e fundou o Galpão Busca Vida, onde atua até hoje e acumula em 20 anos de trajetória, a realização de mais de 800 shows. Atua semanalmente na Rota das Artes desde 2016, conduzindo os processos de formação para adultos e idosos e realizando a coordenação geral do projeto. Fundou o Saci camp no regional do Burning na Argentina e o festival Burn Serrinha. Produtora Executiva: Ana Beatriz Batista Pereira, tem 31 anos, nascida e criada no Amazonas, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Amazonas, pós graduada em Gestão e Marketing pela ESPM e oficial Grand Chef do Le Cordon Bleu. Desenvolveu projetos de casas e condomínios, trabalhou em ações sociais com pequenos produtores de produtos orgânicos pela Raizs e na reforma de casas para moradores de comunidade em situação de risco pelo projeto Re.juntar. É bailarina pela Cia de Dança Arnaldo Peduto, se apresentou diversas vezes no Teatro Amazonas e cresceu indo todos os anos para o Festival Folclórico de Parintins, no qual toda sua família contribui ativamente para sua realização. A junção de todos esses conhecimentos se dá todos os anos desde 2019 quando fundou um Restaurante/Acampamento no Burning Man. Todas suas habilidades em projeto, cozinha e gestão de pessoas são colocados à prova ao ter que construir uma operação de 7 meses estando no Brasil para o evento nos Estados Unidos. E desde 2020, promove o Festival Brasa Farm, um encontro imersivo de 3 dias onde acontecem diversos workshops culturais baseados nos princípios do Burning Man. Produtor: Rodrigo Cardoso Teixeira, 41 anos, natural de Niterói-RJ e criado em Minas Gerais. Graduado em Tecnologia em Informática pela Unicentro Newton Paiva. Aficionado em tecnologia e membro ativo da comunidade de burnes brasileiros. Desempenhou papel fundamental no Projeto Mangueira, a primeira instalação de arte brasileira na Black Rock City, em 2015 e integrou a equipe que levou a impactante obra de arte Altar das Intenções à Playa em 2017. Em 2019, desempenhou um papel crucial na organização do Tropical Burn, o primeiro evento regional oficial do Burning Man no Brasil. Atualmente, contribui como residente no Camp Brasa e se diz entusiasta dos 10 princípios. Sua dedicação incansável reflete a verdadeira essência da cultura burner, onde desconhecidos se tornam amigos e projetos extraordinários se tornam realidade. Coordenação de Logística: Juliana Rocha de Andrade, tem 40 anos, mineira, graduada em Direito pela Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais e pós-graduada em Marketing e Vendas pela Business School de São Paulo. Atualmente, atua na área comercial de uma empresa de tecnologia. Com uma carreira marcada por diversidade, ela dedicou quatro anos à produção de eventos corporativos, onde adquiriu sua habilidade em gerenciar projetos de grande escala. Sua conexão com o Burning Man começou em 2015, quando participou pela primeira vez do evento. Desde então, ela tem desempenhado um papel ativo na cocriação de experiências de aculturação do Burning Man no Brasil. Contribuiu diretamente com o time da organização do Burning Man Estados Unidos em 2023, auxiliando na seleção de novos contatos regionais oficiais e promovendo a cultura Burner no Brasil. Seu compromisso e contribuição para a comunidade são testemunhos de sua paixão pela construção de experiências transformadoras e na expansão da cultura Burning Man no Brasil. Coordenadora Jurídica: Ana Beatrice Lasmar Braga, advogada amazonense de 26 anos, é formada pela Faculdade Martha Falcão (Manaus-AM). Destaca-se não apenas na advocacia, mas também na música, com uma sólida formação no piano desde os 9 anos e participação em eventos culturais em Manaus. Entusiasta do cenário cultural amazonense, acompanha anualmente o Festival Amazonas de Ópera e é torcedora fervorosa do Boi Caprichoso desde 2013. Fundadora da startup Two B Soluções em 2021, Ana Beatrice atua em LGPD e proteção de dados em São Paulo. Atualmente, exerce a advocacia no escritório Sydow & Torres Advogados, é voluntária no projeto social Amadorismo em São Paulo e participa ativamente de movimentos de doação no Amazonas. Em 2023, realizou o sonho adolescente de participar do Burning Man, colaborando com o desenvolvimento artístico do Camp Brasa. Seu currículo reflete não apenas realizações acadêmicas e profissionais, mas também uma notável paixão pela cultura, empreendedorismo e compromisso social. Direção de Arte: Alex Fonseca Salvador - Artista plástico nascido e criado no município de Parintins-AM. Aos 13 anos entra para Escolinha de Arte da Associação Boi-Bumbá Caprichoso onde estudou desenho e pintura. Em 2009 é convidado para ser auxiliar de pintura de um renomado artista do Boi Caprichoso, curioso, logo domina outros segmentos artísticos como escultura, ferragem, pastelagem, revestimento e a decoração das alegorias. Em 2019 assume a composição poética da alegoria que disputou o Festival Folclórico, Figura Típica Regional - O Mateiro – o que lhe rendeu o “Prêmio Simão Assayag” de melhor pintura do festival. Alex Salvador também compõe a equipe de criação da Escola de Samba do Carnaval do Rio de Janeiro da Unidos de Vila Isabel. Em 2019 e 2020, nesta mesma escola, recebe o “Prêmio Plumas e Paetês” dado ao melhor artesão e escultor do carnaval. No município de Juruti-PA no Festival de Tribos, assina como escultor e pintor e em Manaus trabalhou na composição de várias esculturas natalinas expostas pela cidade. DJs: os Djs serão selecionados ao longo da pré-produção a partir de suas aderências às propostas do projeto e do festival.
PROJETO ARQUIVADO.