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Criação do "Memorial da Luta pela Justiça", a ser instalado no edifício que sediou as Auditorias Militares da cidade de São Paulo, visando à preservação da memória dos embates ocorridos durante a ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985) e a identificação e problematização dos correspondentes impactos na sociedade contemporânea.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL Requalificar o uso do edifício sede das Auditorias Militares, importante lugar de memória na cidade de São Paulo, e implantar instituição museológica comprometida com o estudo, valorização, preservação e divulgação dos indicadores da memória referentes ao período da ditadura civil-militar e questões sociopolíticas contemporâneas, com a perspectiva de transformá-lo em espaço público de pesquisa e educação política, em sede para fórum de debates sobre questões referentes à Justiça de Transição, em cenário para o ensino-aprendizagem de temas que envolvem a historicidade do Brasil Republicano, de forma a contribuir para o exercício da cidadania e educação em direitos humanos. Este projeto compreende ações que se enquadram, fundamentalmente, nos seguintes incisos do Artigo 3º do Decreto nº 11.453/2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO PRINCIPAL - BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃOÁrea: PATRIMÔNIO CULTURALSegmento: Preser Restau Manu Read Revit d equip cult Patrimô Requalificar o uso do edifício sede das Auditorias Militares, na cidade de São Paulo, a partir de obras civis de acabamento e restauro, com espaços adequados à acessibilidade universal aos PCDs (Pessoas Com Deficiências) para implantação de instituição museológica com o propósito de contribuir com a educação em direitos humanos. Produto no plano de distribuição: BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO PRODUTO SECUNDÁRIO - MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAISÁrea: MUSEU E MEMÓRIASegmento: CRIAÇÃO IMPLANTAÇ (PROJ CONSTRUÇ RESTAUR REFORMA) Prevemos a implementação de instituição museológica comprometida com o estudo, valorização, preservação e divulgação dos indicadores da memória referentes ao período da ditadura civil-militar, com o propósito de contribuir com a educação em direitos humanos, colaborando para desvelar as reciprocidades entre advogados e ex-presos e perseguidos políticos construídas em função da luta por direitos humanos e identificadas à luz da trajetória do uso do edifício das Auditorias, colaborando assim com a organização e sistematização de ações educativas e culturais, que se valem de lugares da memória, para a colocação de abordagens sobre as lutas e resistência dos advogados, da classe trabalhadora e de outros atores e segmentos sociais atingidos pela ditadura civil-militar (estudantes, jornalistas, artistas, camponeses e militares, dentre outros de igual importância) e a repressão inerentes aos períodos de exceção e da contemporaneidade, com o propósito de fortalecer a dinâmica de um sistema museológico. Para tanto, estão previstas obras empreendidas no espaço, respeitando a política de preservação de bem histórico tombado como patrimônio histórico, concebendo ainda necessárias adequações para acessibilidade. Estão também contemplados projetos de iluminação, expografia e cenografia para a instalação do espaço expositivo e organização de arquivo para composição do acervo para pesquisa e reconstituição da narrativa histórica. Produto no plano de distribuição: MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDAS SOCIAISÁrea: PATRIMÔNIO CULTURALSegmento: AÇÕES EDUC-CULT SEM/OFIC/PAL. PRESER. PAT MAT IMAT AÇÃO FORMATIVA A Ação Formativa (a ser realizada no Memorial da Luta pela Justiça) será realizada em 05 dias, no período da manhã e tarde, a ser previamente agendado, será destinada a um público de 500 pessoas, formado exclusivamente por educadores do ensino formal e não formal (professores de diferentes disciplinas e níveis de ensino, educadores sociais, educadores de museus, estudantes e profissionais de turismo cultural). A ação formativa terá 03 horas de duração cada, tendo como base os materiais de apoio pedagógico, que serão distribuídos aos participantes, com o objetivo de subsidiar atividades e projetos educativos em sala de aula e outros espaços. A programação contará também com uma visita educativa à exposição de longa duração. Produto no plano de distribuição: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS
Durante os últimos anos, a América Latina tem enfrentado criticamente as violações dos Direitos Humanos de passados ditatoriais, investigando e resgatando memórias. Nesse contexto, lugares que foram cenários dessas violências têm sido preservados por sua importância para a História e para a promoção da Justiça de Transição. No Brasil, a ditadura civil-militar durou vinte e um anos (1964 a 1985), durante a qual políticas de Estado foram estabelecidas e instauradas para a supressão da livre expressão, da justiça e dos direitos fundamentais. Nesse período, foi determinante para a sociedade brasileira a luta de familiares e de advogados, que muitas vezes arriscavam sua segurança na busca por justiça em nome dos que resistiam e lutavam pelo retorno à democracia. As revelações da Comissão Nacional da Verdade e das diversas Comissões da Verdade instaladas no país a partir do ano de 2012 têm procurado romper com o silêncio institucionalizado e contribuído para as percepções dos elementos do presente que são heranças desse período ditatorial. Em São Paulo, um lugar símbolo da repressão e da resistência durante a ditadura é o prédio que abrigou as três Auditorias Militares na avenida Brigadeiro Luís Antônio. Por um lado, testemunho da repressão e institucionalização de um Estado de Exceção que violou todas as leis e não reconhecia os direitos dos cidadãos e, por outro, marco da resistência de civis que ousaram enfrentar a violência do regime que tomou o poder em 1964, e que encontravam naquele lugar, além de uma garantia de sobrevivência, um espaço para protestar, por seus próprios meios ou através de seus advogados, contra as arbitrariedades do Estado. Esta interlocução entre advogados e cidadãos subjugados encontrou entre os trabalhadores e demais categorias de atingidos, o cenário com forte expressão para a necessidade de defesa. Ao pleitear sua ressignificação e uso cultural, o Núcleo Memória, em conjunto com a seção de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil, almejou transformar aquele espaço em um lugar especialmente destinado para a construção da memória dos advogados e dos ex-presos políticos de vários segmentos sociais como trabalhadores, estudantes, artistas, jornalistas, camponeses, militares etc., uma vez que essas duas categorias, advogados e ex-presos, frequentaram o prédio na condição de vítimas de um sistema autoritário e desprovido dos mais elementares valores de Justiça. Pretende-se que esta ressignificação e uso cultural do edifício possa projetar a defesa dos atingidos neste contexto, dentre eles os trabalhadores e demais segmentos da sociedade, como perseguidos e, ao mesmo tempo, defendidos neste período de exceção. A proposta, portanto, é que o projeto museológico a ser implantado viabilize a conversão do prédio das Auditorias Militares em um sítio de consciência e um centro de memória e pesquisa comprometido com a preservação e comunicação das referências patrimoniais correspondentes a essa temática que, além da relevância para a preservação da história do país no período, transforme-se num espaço voltado para a educação em direitos humanos. O trabalho de ação educativa e pedagógica a ser nele implementado terá como escopo fundamental o que se denomina, segundo os conceitos da Justiça de Transição, como Dever da não Repetição ou do Nunca Mais. Visa, portanto, transformá-lo em um lugar onde as novas gerações que não viveram o período ditatorial no Brasil possam, com os olhos voltados para o futuro, perceber de maneira direta e criativa o quanto um regime de desrespeito aos mais elementares valores humanos pode ser temerário para a sociedade. A qualidade do conteúdo, as informações apresentadas nesta proposta bem como o atendimento a todas as exigências exigidas pela legislação que regulamenta o uso do incentivo fiscal, demonstram que o projeto preenche todos os requisitos (formais e materiais) para pleitear a aprovação junto à Lei Federal de Incentivo à Cultura. ▼ SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCAL Sobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91:A proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Sobre o Enquadramento no Artigo 7 - § 6º da IN 01/2023:Considerando a expectativa de público a ser alcançada pelo projeto explicitado no plano de distribuição (90 mil pessoas), o valor per capita será menor do que R$ 300,00.
SOBRE A PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Os custos apresentados na planilha orçamentária são compatíveis com as dimensões do projeto e com os valores praticados no mercado. Usamos como referência de precificação tabelas de sindicatos e a Tabela de Indicadores Nacionais de Preços da Cultura publicada pela Fundação Getúlio Vargas. SOBRE ANEXOS: Juntamos os currículos completos que constituem a FICHA TÉCNICA em documento anexo. O Plano Museológico foi anexado no campo “MEMORIAL DESCRITIVO DETALHADO, ASSINADO PELO AUTOR DA PROPOSTA” por falta de campo específico. A pesquisa histórica foi anexada no campo “INVENTÁRIO DO ACERVO E PARECER OU LAUDO TÉCNICO SOBRE O ACERVO.” por falta de campo específico.
1- Obras civis e de restauro (finalização/acabamento) - PRODUTO PRINCIPAL Prédio principal restaurado, preparado para a instalação da museografia (áreas técnicas e administrativas) e exposições (longa duração e temporária) e com obras civis concluídas (auditório e café/restaurante). Todos os espaços contarão com acessibilidade para PCDs (arquitetônico, de conteúdo, visuais, auditivos, deficiência intelectual, autismo, estrangeiros - inglês e espanhol). 2- Implantação da instituição/expografia - PRODUTO SECUNDÁRIO A exposição contará com os seguintes módulos expositivos, conforme projeto de requalificação arquitetônica e museológica: Térreo:- Guarita- Corredor de imersão temática - Área de acolhimento - Sala da guarda Primeiro Pavimento:- Área de Acolhimento- Linha do Tempo- Sala do Juiz- Sala de Julgamentos- Sala de Testemunhos- Segundo Pavimento:- Sala da OAB/SP- Sala do Núcleo Memória- Sala de Contexto Sociopolítico e Cultural- Sala de Exposição Temporária- Sala para Atividades Educativas O Memorial da Luta pela Justiça, a partir de sua abertura ao público, contará com Plano de Trabalho extenso abrangendo distintos perfis de públicos. No que diz respeito às atividades educativas e culturais: pelo menos duas exposições temporárias por ano, atendimento em visitas educativas (público diversificado, espontâneo ou agendado, estudantes, PCDs); oficinas de formação para educadores do ensino formal e não formal, dentre outros agentes multiplicadores; cursos e seminários temáticos relacionados à exposição de longa duração; mostras de cinema; temporadas de teatro. Em relação ao Programa de Pesquisa, contará com coleta de testemunhos; pesquisa documental do STM e em outros arquivos públicos e privados; centro de referência.
Atendendo ao disposto no art. 57, inciso II, do Decreto 11.453/2023, que diz “proporcionar, quando tecnicamente possível, condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do disposto no Art. 23 da Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, nos termos do disposto no Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos que: PRODUTO PRINCIPAL - BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃOÁrea: PATRIMÔNIO CULTURALSegmento: Preser Restau Manu Read Revit d equip cult Patrimô ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços de circulação estarão adequados à acessibilidade universal aos PCDs (Pessoas Com Deficiências) em todas as dependências do Memorial da Luta pela Justiça mediante elevadores, áreas de descanso, disponibilização de cadeiras de rodas e demais dispositivos previstos na legislação específica em nível federal, estadual e municipal, em especial a Lei no 10.098/2000. Item Orçamentário: Elevadores / Sinalização / Corrimão. PRODUTO SECUNDÁRIO - MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAISÁrea: MUSEU E MEMÓRIASegmento: CRIAÇÃO IMPLANTAÇ (PROJ CONSTRUÇ RESTAUR REFORMA) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços de circulação estarão adequados à acessibilidade universal aos PCDs (Pessoas Com Deficiências) em todas as dependências do Memorial da Luta pela Justiça mediante elevadores, áreas de descanso, disponibilização de cadeiras de rodas e demais dispositivos previstos na legislação específica em nível federal, estadual e municipal, em especial a Lei no 10.098/2000. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:Os espaços expositivos contarão com recursos expográficos com textos com escrita facilitada e mapa de localização para pessoas neuro-divergentes, deficiência intelectual e baixo letramento. Além disso, contarão com um conjunto de materiais em escrita facilitada e pictogramas para pessoas com autismo, deficiência intelectual, com baixo letramento e crianças. ACESSIBILIDADE PARA PCDs VISUAIS: piso tátil, mapa tátil de localização, adaptação tátil de imagens bidimensionais, maquete tátil do edifício, audiodescrição e audioguia, legendas em dupla leitura (tinta e Braille). ACESSIBILIDADE PARA PCDs AUDITIVOS: vídeo libras com legendas LSE em todos os recursos expográficos audiovisuais. ACESSIBILIDADE PARA PCDs INTELECTUAIS: Escrita facilitada, legendagem e atendimento especializado. Mapa do local para facilitar o acesso para neuro-divergentes. Item Orçamentário: Serviço de Audiodescrição / Intérprete de Libras / Maquetes / Pisos / Placas simples/adesivas / Legendagem / Consultor de acessibilidades/ Desenvolvimento/Material de multissensorialidade. PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDAS SOCIAISÁrea: PATRIMÔNIO CULTURALSegmento: AÇÕES EDUC-CULT SEM/OFIC/PAL. PRESER. PAT MAT IMAT AÇÃO FORMATIVA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços de circulação estarão adequados à acessibilidade universal aos PCDs (Pessoas Com Deficiências) em todas as dependências do Memorial da Luta pela Justiça mediante rampas, elevadores, banheiros adaptados, áreas de descanso, disponibilização de cadeiras de rodas e demais dispositivos previstos na legislação específica em nível federal, estadual e municipal, em especial a Lei no 10.098/2000. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:ACESSIBILIDADE PARA PCDs VISUAIS: Audiodescrição, se detectada a necessidade no ato da inscrição.ACESSIBILIDADE PARA PCDs AUDITIVOS: Intérprete de Libras, se detectada a necessidade no ato da inscrição.ACESSIBILIDADE PARA PCDs INTELECTUAIS: Monitor/Educador especializado, se detectada a necessidade no ato da inscrição. Disponibilização do mapa do local para facilitar o acesso para neuro-divergentes. Item Orçamentário: Serviço de audiodescrição / Intérprete de Libras / Monitor.
Todas as exposições e ações educativas-culturais apresentadas no Plano Museológico correspondem a estratégias museológicas de divulgação e acessibilidade a diferentes perfis de públicos, mas com ênfase para agentes multiplicadores (educadores do ensino formal e não formal) e público infanto-juvenil escolar. Em virtude da importância do tema central do Memorial da Luta pela Justiça para a formação de cidadãos conscientes da importância da democracia e do respeito aos direitos humanos, a instituição envidará inúmeros esforços para a democratização do acesso às diferentes comunidades. Inclusive, o Plano de Distribuição da proposta do Memorial foi elaborado de modo a garantir a todas as pessoas o exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional, nos termos do artigo 215 da Constituição Federal. Para o pleno alcance do dispositivo, estabeleceu-se que aos sábados o Memorial terá entrada gratuita e que os estudantes de escolas públicas em visitas educativas, agendadas ou não, também serão beneficiados pela gratuidade. Adiciona-se que a entrada será gratuita também para crianças com menos de 10 anos e para idosos (pessoa com idade igual ou superior a 60 anos), pelo que restará cumprido o artigo 23 da Lei no 10.741/2003. Ademais, estudantes com carteirinha pagarão meia-entrada. Os ingressos do Memorial terão preços populares e custarão apenas R$ 10,00 (dez reais). A DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO - ARTIGO 27 DA IN 01/2023: Cumpre informar que o objeto central do projeto é a readequação de edifício histórico tombado como patrimônio histórico para instalação do Memorial da Luta Pela Justiça. Está previsto um público de no mínimo 90 mil pessoas para o produto principal. Como medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. § 3º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Também DECLARAMOS CIÊNCIA À: § 7º Os projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - ARTIGO 28 DA IN 01/2023:Conforme previsto no Artigo 28 da IN 01/2023, o projeto contempla as seguintes medidas de ampliação de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27.
ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SECÇÃO SÃO PAULOProponente, Coordenadora Administrativo-FinanceiroA Ordem dos Advogados do Brasil Secção São Paulo é a maior Secional do Brasil, com mais de 450 mil profissionais inscritos, quase 5 mil estagiários e 33 mil sociedades inscritas. Mantém 120 comissões atuantes, entre permanentes e especiais, que desenvolvem trabalhos de estudo e aperfeiçoamento da legislação, além de zelar pela Advocacia paulista e pelos cidadãos. CÉSAR NOVELLI RODRIGUESFunção no projeto: PesquisadorArquiteto, urbanista, designer gráfico e ilustrador, formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP (1985), com escritório próprio desde 1989. Arquiteto responsável pelo Plano de Requalificação Arquitetônica do Plano Museológico para o Memorial da Luta pela Justiça (2014), onde desde então atua como assessor. MARCOS CARTUMFunção no projeto: DesignerArquiteto, urbanista, designer gráfico e ilustrador, formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP (1985), com escritório próprio desde 1989. Arquiteto responsável pelo Plano de Requalificação Arquitetônica do Plano Museológico para o Memorial da Luta pela Justiça (2014), onde desde então atua como assessor. MARIA CRISTINA OLIVEIRA BRUNOFunção no projeto: Assessora em MuseologiaLicenciada em História pela UNISANTOS (1975), Especialista em Museologia pela FESP/SP (1980), Mestre em História Social pela FFLCH/USP (1984), Doutora em Arqueologia pela FFLCH-MAE/USP (1995), Livre-Docente (2001) e Professora Titular (2010) em Museologia pela Universidade de São Paulo. MAURICE POLITIFunção no projeto: Coordenador GeralEx-preso político, administrador de empresas e Diretor Administrativo do Núcleo de Preservação da Memória Política. Trabalhou para uma empresa multinacional no campo da exportação e controle de qualidade por 27 anos, em cinco diferentes países: Brasil, Peru, México, Quênia e Argentina. Desde 2007, milita no campo dos direitos humanos e da memória política na qualidade de pesquisador e assessor de conteúdo e palestrante. Foi fundador do Núcleo de Preservação da Memória Política, onde é diretor administrativo, impulsionando políticas públicas na preservação da memória e realizando ações de assessoria e de ações educativas-culturais em lugares de memória da capital paulistana como o antigo DOI-Codi, Memorial da Resistência e Memorial da Luta Pela Justiça. KÁTIA REGINA FELIPINI NEVESFunção no projeto: Coordenadora de MuseologiaKátia Felipini Neves tem formação em Museologia – bacharelado pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia (1993); especialização pelo Curso de Especialização em Museologia do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (2002); e mestrado pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (2009-2012), Lisboa, Portugal, onde atualmente é doutoranda. Na área de museus, tem experiência na elaboração e implementação de planos museológicos e planejamentos estratégicos; elaboração de planos quinquenais e respectivas revisões anuais; diagnóstico para revitalização e implantação de instituições museológicas; exposições, documentação e conservação preventiva de acervos museológicos, bem como planejamento e desenvolvimento de atividades educativas e culturais. OSWALDO OLIVEIRA SANTOS JÚNIORFunção no projeto: Coordenador de PesquisaMestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (2007). Bacharel em Teologia (2003) pela UMESP, Graduado em História pela UNIMES. Coordenador do Núcleo de Formação Cidadã da Universidade Metodista de São Paulo. Tem experiência como professor de pós-graduação na área de Direitos Humanos e Sociedade. VLADIMIR SACCHETTAFunção no projeto: Curador de sala expositivaBacharel em Direito pela Universidade de São Paulo (1975) e jornalista formado pela Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero (1982), desde 1985 vem atuando como pesquisador, consultor na área editorial e produtor cultural. Foi chefe de pesquisa (1978-1982) de Nosso Século, da Abril Cultural, coleção que resgatou a história contemporânea do Brasil através de documentos visuais e textos jornalísticos. ESTÚDIO PRETO E BRANCOFunção no projeto: Projeto audiovisual O Estúdio Preto e Branco iniciou suas atividades em 1978, com o objetivo de atuar no mercado de fotografia, cinema e linguagens audiovisuais. Associado ao ICOM (International Council of Museuns) e membro do AVICOM (Committee for Audiovisual and New Technologies of Image e Sound) desde 1999, participa de vários festivais internacionais, congressos e workshops sobre a evolução da imagem. INCLUA-ME – ARTE & CULTURA PARA TODOSFunção no projeto: Projeto de acessibilidadeAmpliando o acesso à experiência do universo artístico e cultural. Promove conhecimento e um convívio social inclusivo, em que todos tenham acesso à cultura, às artes, à educação e lazer de modo divertido e funcional. Tem por objetivo proporcionar uma experiência estética rica a todas as pessoas que visitarem a exposição do Memorial da Luta pela Justiça, pois entende que a acessibilidade cultural não se restringe apenas a questões de estruturas físicas e nem ao acesso às informações do acervo expositivo. MEMÓRIA WEBFunção no projeto: Produção acessibilidade A Memória Web nasceu da união das empresas Perfil Cultural e NHW, que já atuavam como parceiras em diversos projetos corporativos e institucionais. A união aproveita e amplia a sinergia existente entre as equipes das empresas formadoras. O know-how da NHW incorpora à Memória Web mais de 16 anos de experiência no desenvolvimento de projetos de tecnologias Web e inteligência de negócios. A Perfil Cultural traz uma expertise de mais de 40 anos na execução de projetos na área cultural e editorial brasileira. OS CURRÍCULOS COMPLETOS QUE COMPROVAM A VASTA EXPERIÊNCIA DA EQUIPE ESTÃO ANEXADOS AO PROJETO. * O proponente não é voluntário e será o responsável pela coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural e garantirá a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros, para tanto ele receberá pela rubrica de custos administrativos.
Recurso encaminhado à reunião da CNIC para avaliação do componente da comissão.