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PRONAC 2316605Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Antonio Dias: Território e Liberdade

IMAGO ESCRITORIO DE ARTE LTDA - ME
Solicitado
R$ 1,23 mi
Aprovado
R$ 1,23 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (2)
Campina Grande ParaíbaRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar exposição retrospectiva do artista plástico Antonio Dias, por ocasião dos 80 anos de seu nascimento. Acompanha publicação de catálogo da mostra.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Geral Difundir a trajetória de Antonio Dias, artista plástico de reconhecimento nacional e internacional, proporcionando uma visão de suas opções estéticas no contexto da cena artística brasileira. Específico (1) Realizar exposição de arte no Museu de Arte Popular da Paraíba (Três Pandeiros) na cidade de Campina Grande/PB, área expositiva de 515 m² com duração de 03 meses; (2) Produzir catálogo da mostra, reunindo textos e imagens, com tiragem de 1.000 exemplares para distribuição gratuita.

Justificativa

A presente proposta de exposição pretende trazer um conjunto de obras de Antonio Dias, artista natural de Campina Grande, Paraíba, à sua terra natal. Dias passou a atuar a partir da década de 1960, quando se viu obrigado a migrar para a Europa em virtude da ascensão da ditadura militar de 64. Autoexilado, ele esteve sempre numa posição movediça, seja em relação a sua condição política, a de um eterno estrangeiro em qualquer lugar, seja em relação ao seu posicionamento artístico e estético. Dias oscilava entre a adesão às experimentações da noção de objeto e de arte ambiental advindas do movimento neoconcreto (sobretudo, de Hélio Oiticica, Lygia Clark e Lygia Pape) e as neovanguardas conceituais europeias, como Fluxus, Art & Language, Supports/Surface e outras. A partir dos anos 1970, influenciado sobretudo pelo pensamento sobre arte e colonialismo de Luis Camnitzer, Dias passou a tratar de questões sobre a superação da pintura e do quadro, bem como a sua própria vida enquanto autoexilado. Com ironia, discutiu sempre o lugar daquele que existe sem território próprio, assim como o estatuto de contextos ditos marginais.. O foco no fazer artístico de Antonio Dias encontrou ressonâncias em sua última produção, no contato com materiais diversos como terra, pigmentos minerais, papéis artesanais, cinema e vídeo etc. Dias incorporou signos da cultura tradicional e espiritual em sua obra, como os ferros sagrados do candomblé. Nisso, os Exus cumprem a função de mensageiros entre os seres humanos e os Orixás. Antonio Dias foi mais um mensageiro do que um estrangeiro, sempre se deslocando de um lugar para outro, sem origem bem definida, sem destino previamente demarcado. Seu território por excelência sempre foi a liberdade. Pela primeira vez uma mostra abrangente da trajetória de Antonio Dias ocorrerá em sua terra natal, discutindo a relação que o artista manteve com o sentimento ou condição de estrangeiro em tensão com a ideia de território, fricção fundamental para a construção de sua obra artística. A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

ExposiçãoA mostra ocupará as três áreas expositivas do MAP ( 515 m²) e contará com cerca de 60 obras do artista, provenientes da coleção da família e do arquivo Antonio Dias no Instituto de Arte Contemporânea de São Paulo - IAC. A exposição contará também pela primeira vez com cerca de 60 imagens e objetos da coleção etnográfica do artista ( cultura indígena e candomblé) para demonstrar referências simbólicas em seu trabalho. Ademais, será montada uma “ocupação Antonio Dias” (painéis com reprodução de obras e textos bem como a instalação “ Território Liberdade”) num espaço público a definir. CatálogoEspecificações técnicas: tiragem de 1.000 exemplares, impressão 4x4 miolo Eurobulk 150/m², 172 páginas, capa dura, 23x30cm fechado 23x60cm aberto.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEAcessibilidade física: O MAPP atende às obrigações de acessibilidade arquitetônica, com elevadores, banheiros acessíveis, e rampa de acesso à cadeirantes. Rubrica na planilha: Sem custo, não se aplica Acessibilidade para PcD visual: audiodescrição, áudio-guiaRubrica na planilha: Desenvolvimento multissensorial Acessibilidade para PcD auditivo: vídeo-libras, intérprete de librasRubrica na planilha: Desenvolvimento multissensorial Acessibilidade para PcD intelectual: o MAP conta com equipe treinada para atendimento especializado.Rubrica na planilha: sem custo PRODUTO CATÁLOGOAcessibilidade física: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: audiolivroRubrica na planilha: Audiodescrição Acessibilidade para PcD auditivo: Não se aplica.Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.

Democratização do acesso

Para atendimento ao Artigo 27 da IN 01/2023: O acesso à exposição será gratuito a todos os públicos em todos os dias e horários. Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - optamos pelo Inciso IV, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. PRODUTO CATÁLOGO – optamos pelo Inciso I, doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação geral: Imago Escritório de Arte/Maria Clara Rodrigues (proponente) Curadores:LUIZ ARMANDO BAGOLIN Livre docente em História da Arte Brasileira, Doutor em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH/USP. Professor associado e pesquisador do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, IEB/USP. Pesquisador sobre Arte, Teorias da Arte e Arte Brasileira dos séculos XIX e XX. É orientador no Programa de Pós-Graduação em Estudos Brasileiros do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP). Foi Diretor da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, entre 2013 e 2016. Foi Assessor Parlamentar do Senado Federal Brasileiro para a área de Cultura e Educação, de julho de 2017 a julho de 2018. Reside em São Paulo, Brasil. PAULO HERKENHOFF Herkenhoff Curador-Chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o MAMRJ (1985-1999), Curador Adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), Diretor-Geral do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006) e o foi o primeiro Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR. Além disso, foi , Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo (1997 e 1999) e Consultor da IX Documenta de Kassel, na Alemanha (1991), o Pavilhão brasileiro na 47ª Bienal de Veneza (1997), foi curador geral da 24ª edição da Bienal de São Paulo (1998), “Um e/entre Outros”, conhecida como a Bienal Antropofágica. Durante os anos 2019 e 2020 foi professor catedrático da USP, no Instituto de Estudos Avançados. Herkenhoff vive e trabalha no Rio de Janeiro. Assistente de Curadoria: FABRÍCIO REINER Mestre em Filosofia com especialização em Culturas e Identidades Brasileiras (2016) e Bacharel em História (2005), ambos pela Universidade de São Paulo. Aperfeiçoamento em museologia e história das artes na Universidade de Siena (2008); atua como curador independente desde 2017.Desenvolveu diversos projetos técnicos e curatoriais tanto em entidades públicas, como o Senado Federal e a Biblioteca Mário de Andrade, quanto em entidades privadas, como o Itaú Cultural, o Atelier Maria Bonomi e a Galeria Millan. Junto ao Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, participou de projetos institucionais e acadêmicos, onde atuou em pesquisas com ênfase na história das artes brasileiras. Sem título (2000) Sem título (1988

Providência

PROJETO ARQUIVADO.