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O projeto (Des)pedaços, com duração desete (07) meses e trata-se da publicação de mil (1000) exemplares de livro de contos e crônicas em formato físico, digital (e-book) e audiolivro. Seu principal objetivo é fomentar o mercado editorial com foco em valorizar escritores brasileiros estreantes, promovendo políticas de democratização de acesso à literatura para o público de baixa renda e PcDs, com vista a construir uma futura geração de novos leitores. Além disto, tanto o conteúdo, quanto a estilística literária da obra, visam dialogar com a dinâmica do mundo das redes sociais a guisa de promover no leitor uma reflexão existencial acerca de si no mundo do trabalho e do consumo.
LIVRO (Des)pedaços é um livro de contos que, de maneira fragmentada, mostra o cotidiano do personagem Vitor Vitor, “sujeito que continua a viver depois de sua morte psíquica”, que se mandeira independente pode ser lida de maneira cronológica (início, meio e fim) ou através de uma dinâmica cortaziana. Tem classificação indicativa de 18 anos. E-BOOK (Des)pedaços é um ebook de contos que, de maneira fragmentada, mostra o cotidiano do personagem Vitor Vitor, “sujeito que continua a viver depois de sua morte psíquica”, que se mandeira independente pode ser lida de maneira cronológica (início, meio e fim) ou através de uma dinâmica cortaziana. Tem classificação indicativa de 18 anos. AUDIOBOOK (Des)pedaços é a versão em ebook do livro de contos que, de maneira fragmentada, mostra o cotidiano do personagem Vitor Vitor, “sujeito que continua a viver depois de sua morte psíquica”, que se mandeira independente pode ser lida de maneira cronológica (início, meio e fim) ou através de uma dinâmica cortaziana. Tem classificação indicativa de 18 anos.
OBJETIVO GERAL: Publicar o livro de contos e crônicas intitulado (Des)pedaços num total de 1 mil tiragens e em formato digital ilimitado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Estimular a valorização do escritor como parte da manutenção do mercado editorial brasileiro; 2) Valorizar o ofício do escritor como ente difusor da continuidade e manutenção de novos nomes na literatura brasileira através do lançamento do livro (Des)pedaços; 3) Realizar o lançamento de (Des)pedaços na Livraria Megafauna (São Paulo - SP), um dos principais pontos de encontro dos apreciadores de literatura, a qual posssui, em sua estrutura acessibilidade no aspecto arquitetônico (rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados pa ra cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção); 4) Democratizar o acesso à leitura via disponibilização de duzentos (200) exemplares de (Des)pedaços a preços populares e a doação de cem (100) exemplares para bibliotecas universitárias, instituições públicas de Nível Médio e ONGs; 5) Formar novos leitores que venham a incorporar em seu cotidiano o hábito da leitura, através de um livro que possui o ritmo do mundo da comunicação digital em sua estilística literária; 6) Cativar o público leitor a dialogar e consumir obras de autores da atualidade por meio de um lançamento que contará com a apresentação de uma leitura dramatizada da obra (Des)pedaços, juntamente à participação do público presente; 7) Promover medidas de acessibilidade à obra (Des)pedaços através de sua disponibilização no formato de audiolivro, tendo como foco portadores de deficiência visual; 8) Disponibilizar o acesso ao evento de lançamento para pessoas surdas e ensurdecidas via interprete de libras; 9) contratar equipe especializada para serviço de acessibilidade para deficientes intelectuais.
Segundo os últimos dados divulgados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), o ano de 2023 apresentou uma queda de 17,21% em volume e 11,36% em faturamento nas livrarias. Com base nesta estatística, no que se refere ao mercado editorial, é nítido que o cenário proveniente da fase mais aguda da pandemia ainda mantém-se - preço médio acima da inflação e baixa expressiva de vendas em volume e valor - resultando na queda da bibliodiversidade nas lojas físicas que ainda resistem. Portanto, dentro de um cenário tão impreciso e adverso, dominado por best-sellers estadunidenses a décadas, faz-se necessário que o ofício do escritor seja cada vez mais valorizado e incentivado, dado que o mesmo constitui a matéria prima do mercado editorial. Nesta lógica, (Des)pedaços, do escritor Gustavo Campello, é um pequeno passo dentro da importância estrutural da continuidade e manutenção de novos nomes na literatura brasileira, conforme §2 do Art. 3º da Lei nº 8313/1991, a saber, fomentar a "produção cultural e artística, mediante (...) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes". Num país como o Brasil onde, independente do cenário pandêmico, o índice de leitores sempre foi bastante restrito, tanto pelo baixo poder aquisitivo de grande parte da população, quanto pela força do capital simbólico que o livro como objeto possui - atenuando a divisão de classes via construção de castas que se apresentam como cúpulas intelectuais respaldadas pelo mero poder de compra - faz-se necessário ações que visem, de acordo com o §2 do Art. 1º da Lei nº 8313/1991, "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", com vista a superar a desigualdade de acesso ao livro numa ótica de inclusão e formação cidadã. Desta forma, (Des)pedaços - misto de breves contos e crônicas - para além de uma mera trama linear, surge como um agente difusor do questionamento da realidade existencial e sócio-política da atualidade brasileira, tendo como objetivo despertar no leitor o senso crítico acerca do propósito de sua trajetória de vida - tanto na lógica do mundo do trabalho, quanto na função social que vem a ocupar na realidade econômico-simbólica do capital corporativo que o cerca. Dito isto, para além de preços populares e doações para bibliotecas, instituições públicas e ONGs, (Des)pedaços tem sua estilística literária pensada para estar em consonância com a velocidade tecnológica na qual o mundo contemporâneo se encontra. Tendo como ponto de partida o simples cotidiano do personagem Vitor, "sujeito que continua a viver depois de sua morte psíquica", a obra se constituirá em contos e crônicas independentes que podem ser lidas de maneira cronológica (início, meio e fim) ou através de uma dinâmica cortaziana. Ou seja, o leitor poderá ser impactado de forma multifacetada (ou caleidoscópica). Em síntese, a obra poderá ser apreciada numa perspectiva completa, fragmentada ou repetitiva, a depender do tempo, desejo ou estado de espírito do leitor diante do impacto das palavras provocativas e das ilustrações de apoio narrativo. Sem frustração de abandono, nem felicidade de leitura concluída. Por fim, para surtir o efeito de cumplicidade do grande público junto à obra, o merchandising de lançamento de (Des)pedaços seguirá padrões não convencionais do ramo da literatura. Para além dos já tradicionais banners, spot para rádio e TV, palestras e noite de autógrafos, propomos a criação de um site dedicado exclusivamente ao livro e interligado com as principais redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, TikTok, Kwai, Threads e X, antigo Twitter). Com cerca de dois meses antes do lançamento, diversos vídeos curtos, porém ricos em animações com estética cyberpunk, voltados majoritariamente para smartphones, serão confeccionados com vista a dialogar com a extrema velocidade e demanda de apelo visual do mundo da internet. Tal estratégia de publisher, proporcionará engajamento de pré-venda nos sites de e-commerce e despertará, também, a curiosidade dos diversos seguidores das redes sociais direcionadas à obra, a deslocarem-se de suas casas até o auditório da Livraria Megafauna, a qual está cogitada para a realização do evento de lançamento presencial.
TIPO: Livro DIMENÇÕES LIVRO FECHADO: 21 x 13,8 x 0,8cm MIOLO: Nº DE LAUDAS (ARQUIVO NÃO FORMATADO) - 200PAPEL: Polén natural GRAMATURA: 80g/m²Nº DE CORES A SER IMPRESSO: 1/1FONTE: Register CAPA (COM ORELHA):GRAMATURA:115g PAPEL:Couchê foscoGRAMATURA: 115g/m² ENCADERNAÇÃO/ACABAMENTO:Brochura (colado) TIPO: Audio-livro Execução: gravação e mixagem TIPO: Ebook Edição e diagramação para mídias digitais
A fim de atender o §1 do Art. 1º da Lei nº 8313/1991, a qual determina “contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais”, propomos: 1) Disponibilidade integral e gratuita da obra em formato de audiolivro via site oficial do projeto e da plataforma Spotify, no período de 1 ano (a contar da data do lançamento da obra), com vista a atender ao público portador de deficiência visual; 2) Cobertura do evento de lançamento com acessibilidade em libras a fim de promover a participação de pessoas surdas e ensurdecidas. PRODUTO: LIVRO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados no local do evento de lançamento do livro; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiobook ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras na sessão de lançamento do livro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público no evento de lançamento do livro
1) Disponibilizar lotes de exemplares físicos para bibliotecas universitárias, instituições públicas de Nível Médio e ONGs; 2) Viabilizar, via site oficial do projeto, o acesso integral à obra em formato digital no período de 1 ano.
GUSTAVO CAMPELLO (Proponente e Autor) Brasileiro, nascido no estado de São Paul, começou sua trajetóia literária a mais de quinze anos. Em sua vida artística coleciona importantes publicações de seus contos, a exemplo de Nem Alfa, Nem Ômega na antologia O Livro Negro dos Vampiros pela Editora Andross (2007); E os Deuses se Foram… na antologia Moedas para o Barqueiro pela Editora Andross (2010); Quando um Homem é Homem na antologia 2054 – Contos Futuristas pela Editora Andross (2010). Além de dois de seus livros publicados, sendo o primeiro Esquizophonia (2017) através da editora Me Leve Para Longe e mais recente O Continente Afogado (2023) pelo Instituto Mojo. Gustavo também é criador do website de contos Me Leve Para Longe (http://www.meleveparalonge.com.br) e recebeu 3º Lugar no 2º Prêmio de Literatura da Universidade FUMEC em Belo Horizonte com seu conto Porque Lutamos. Ricardo Giassette (Editor) Começou a escrever para jornais locais em sua cidade natal, quando era adolescente. Mudou-se para São Paulo em busca de uma carreira criativa. Desde então vem editando, escrevendo, redigindo, traduzindo, escrevendo e planejando campanhas publicitárias, livros e quadrinhos. Já trabalhou em editoração e publicidade para as maiores empresas do Brasil e do exterior. Criou a MojoBooks (2006-2012), 1ª editora totalmente digital do Brasil — para jovens escritores e fãs de música, remixando álbuns em literatura. A Mojo tornou-se uma agência sem mídia especializada em Cultura Participativa, DIY Media e social hacking (2010-2018).Agora o Mojo também se tornou um Instituto de Comunicação Intercultural — organização sem fins lucrativos: Mojo.org.br com o objetivo de unir as pessoas. O primeiro projeto é um esforço de tradução para disponibilizar livros de domínio público (em inglês, espanhol, italiano etc) em línguas periféricas (português, árabe, japonês, hindi etc). RAUANI CASTRO (Editora) Rauani Viana Castro é escritora, revisora e preparadora de texto. Fez cursos de Produção Editorial, Gramática para Revisores, Revisão de Literatura Traduzida e Preparação e Revisão de Texto pelas instituições UNIL/UNESP e Casa Guilherme de Almeida. Foi a responsável pela preparação e revisão dos livros "Quantum Vis" (2023), "O Velho... Mistério" (2022), "A essência do amor" (2021) e também é a autora, revisora e diagramadora das coletâneas de contos "Onomatopeias: uma série de contos literariamente sonoros" (2020) e "Quando o amor não acontece" (2023), além dos suspenses psicológicos "Realidade dos sonhos" (segundo lugar na categoria Melhor Conto Digital pelo Prêmio Reflexo Literário de 2021) e "A casa" (2022). Em 2021, ficou em segundo lugar no primeiro concurso nacional para autores do Literatour e recebeu um convite dos organizadores para publicar um romance ainda inédito. No mesmo ano, foi convidada pela Editora Ascensão para ser uma das organizadoras da antologia "Cartas para elas", que reuniu textos de escritoras de todo o Brasil. Rauani também já participou de várias publicações antológicas de crônicas, contos e poesias. JULIO GIACOMELLI (Designer) Julio Giacomelli é designer gráfico e professor. Atua profissionalmente desde 2000. Participou, como designer, de diversos projetos culturais contemplados em editais de leis de incentivo como FICC, Proac e Lei Rouanet. Desde 2013 é professor de ensino superior em cursos de graduação em Design, lecionando Tipografia, Design Editorial e Design da Informação, e desde 2014 leciona na Especialização em Design Gráfico da Unicamp (curso que ajudou a criar).
PROJETO ARQUIVADO.