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O projeto visa acompanhar e acelerar as carreiras de 09 artistas emergentes da nova música produzida no Extremo Norte do Brasil. Estes, passarão por um percurso formativo de 210 horas e finalizarão a incubação com um álbum lançado nas plataformas digitais e um videoclipe
GERALcontribuir com a renovação da cena musical do Estado do Amapá, fomentando a nova cena cultural amapaense, ao potencializar a música produzida no Estado do Amapá, Extremo Norte do Brasil, apresentando aos demais estados brasileiros, em álbuns e videoclipes, a cena emergente local, demostrando sua diversidade, sua pluralidade e sua versatilidade. ESPECÍFICOSSelecionar, acompanhar e impulsionar a carreira de 10 (dez) artistas da nova cena cultural do Amapá; Oferecer 7 oficinas formativas para os artistas selecionados Produzi e inserir no mercado 10 (dez) novos álbuns musicais, disponibilizando _os para download gratuitos; Produzir e inserir no mercado 10 (dez) novos videoclipes; Evidenciar a cultura e artes do Estado do Amapá; Gerar emprego e renda para agentes da cadeia produtiva da música; Divulgar nossos artistas e música por eles produzidas; Contribui para a profissionalização da cadeia produtiva da música.
Empreender carreira arfsta consiste em tarefa árdua, cheia de nuances e fases que somente com auxílio dos profissionais corretos podem ser superadas. Para uma artista independente, oriunda do lado de cá do Rio Amazonas, onde as políicas públicas de fomento e incenivo à cultura sequer saíram do papel, encontrar e poder pagar por tais serviços torna-se inviável. Neste cenário, o que vemos são carreiras encerrando-se precocemente, pois da forma mais dikcil percebeu-se que para adentrar no mercado fonográfico, e nele permanecer, somente o talento não basta. Diante destas dificuldades, resolvemos experimentar no campo da música, algumas metodologias/ tecnologias exitosas em nossa produção teatral. Como resultado, arfstas deste segmento passaram fazer parte de nosso booking em 2016. Primeiro vieram as ações em âmbito local, porém, nossa afirmação neste cenário se dá, diante da execução do projeto Preces, Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú, com o qual circulamos por Recife-PE, Rio de JaneiroRJ e Fortaleza-CE, através do Edital de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural 2019- 2020, com o Grupo Raízes do Bolão, a Banda AfroBrasil, a cantora Brenda Melo e o cantor Paulo Bastos. Em seguida vieram o Fesival da Canção Macapaense _ FESCAM e a versão piloto da Pororoca Sound _ Incubadora de Empreendimentos Musicais, viabilizada através do Programa Matura Musical _ 2020. O projeto aqui apresentado trata-se de sua reedição, reforçando nossa crença na força coleiva, através da qual pretendemos desbravar caminhos e romper barreiras impostas pelo sistema convencional de produção cultural vigente no Brasil. A ideia é que com planejamento e gestão, possamos transformar sonhos em projetos de carreiras. Sendo a Lei Rouanet uma importante ferramenta para o fomento à cultura nacional, este projeto pleiteia recursos de incentivo fiscal para a produção do projeto, que está de acordo, especialmente, com os incisos I, II, III e IV do Art. 1º da lei 8313/91 (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;) e é contemplado pelo Art. 3° da Lei 8313/91 inciso II e IV que fomenta à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante, à distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: o espaço das atividades contará com acessibilidade estrutural (banheiros especiais, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida); DEFICIENTES AUDITIVOS: todas as atividades formativas contarão com interpretação em libras (para pessoas surdas, não usuárias da língua portuguesa); (planilha orçamentária: intérprete de libras) DEFICIENTES VISUAIS: as atividades contarão com recurso de audiodescrição (planilha: audiodescrição) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: apoio de orientador de conteúdos
Este projeto prevê a democratização do acesso à produçao artística financiada, atendendo aos seguintes incisos do art 28 da IN 01/2023 do Ministério da Cultura:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas
ADRIANA RODRIGUESCOORDENAÇÃO GERALAtriz e arte educadora. Registro Profissional no 0022/ 2017 Ministério doTrabalho e Emprego - MTE. Licenciada em Teatro pela Universidade Federaldo Amapá- UNIFAP. Foi coordenadora do Projeto ÓI NÓIZ AKÍ – Descoberta eFormação de Novos Valores, executado em parceria com a UNESCO e REDEGLOBO, através do Projeto CRIANÇA ESPERANÇA em 2013. Atualmentepreside a Cia. Ói Nóiz Akí. Professora do Curso Técnico em Teatro oferecidopelo Centro de Educação Profissionalizante em Artes Visuais CândidoPortinari, através do PRONATEC/MEDIOTEC. CLAUDIO SILVAPRODUTOR EXECUTIVOClaudio Silva é Ator, Diretor Teatral, Curador, Produtor e Gestor Cultural. Foipresidente do Conselho Estadual de Cultura do Amapá – CONSEC/AP,Presidente da Fundação de Cultura de Macapá – FUMCULT e Diretor doTeatro das Bacabeiras. Como parecerista/ avaliador/ curador já prestouserviços à SECULT/AP, FUMCULT-Macapá/AP, FAC-GO, FAC-DF, SIMDECJoinville, FUMCULTURA-PE, Lei Rubem Braga-Cachoeiro do Itapemirim/ ES,FUNCULTURA-PE, SECULT/ CE, PROFICE-PR, SECULT-Chapecó/ SC, FUNARTE,dentre outros. Atualmente presta serviço de parecerista à SecretariaEspecial da Cultura, antigo Ministério da Cultura – MinC. SANDRO CONCEIÇÃODIRETOR DE PRODUÇÃONatural de Macapá, o dançarino, coreógrafo e produtor cultural transitaentre sua terra de origem e Parintins, sendo o representante oficial do BoiGarantido no Estado do Amapá, juntamente com o Grupo Amigos da Toada,que em 2020 completa 22 (vinte e dois) anos de atividade continuada.Gestor e produtor cultural com serviços prestados à Secretaria de Estado daCultura do Amapá–SECULT e Secretaria Extraordinária de Políticas paraAfrodescendentes do Amapá– SEAFRO. É idealizador do Portal AmapáCultural, que divulga a produção artística e cultural do Estado do Amapá. PAULO BASTOSCONDICIONAMENTO VOCALCursou arranjo e regência na Escola de Música da Universidade Federal doPará e canto coral no Centro de Educação Profissional de Música WalkíriaLima. Cursa Teatro na Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. Participoucomo arranjador dos CDs Pólvora e Fogo e Eu Sou Caboca de PatríciaBastos. Como compositor possui músicas registradas nos CDs Zuluza eBatom Bacaba de Patrícia Bastos. Batuqueiros, seu primeiro CD solo, foilançado em 2019 e aparece em 5º Lugar na listagem dos 100 MelhoresDiscos Nacionais de 2019. A música Pêndulo, de sua autoria, aparece entreas 35 Melhores Músicas de 2019. MAURÍCIO MACIELCONSCIÊNCIA CORPORALAtor, bailarino e arte educador. Licenciado em Teatro pela UniversidadeFederal do Amapá- UNIFAP. Iniciou carreira teatral com a montagem de OsMeninos da Cidade com direção de Celso Dias. Atuou nas montagens deCerejas Amargas, Ensaio ou Saio e encanto da Ciranda pela Cia. Supernova.Já no Ói Nóiz Akí participou das montagens de Cânticos de Antares eGaudêncio Seguro – O que Morreu de Velho! PAULO ROCHADIREÇÃO DE ARTEAtor, contador de histórias, artístas visual e cenógrafo. Assinou os projetoscenográficos dos espetáculos: Novo Amapá, O Pintinho Piu, Um véu paraDarismar e A língua Solta do Palhaço Joca, todos produzidos pela Cia.Supernova Teatro Experimental. É técnico da Fundação Municipal deCultura de Macapá. Como artista visual, dedica-se a registra em fotografiasos rituais que compõem os festejos do Batuque e do Marabaixo. É artístaintegrante do Tatamirô Grupo de Poesia e do Pium Filmes. JOSAPHATARTÍSTA VISUALCenógrafo, aderecista, performer e artísta visual. Com produções artísticasexecutadas na Itália, Alemanha e Guiana Francesa, JOSAPHAT adquiriuprestígio com exposições, performances e intervenções urbanas queimpulsionaram as discussões acerca da ARTE CONTEMPORÂNEA por estasbandas, junto ao Grupo Urucum, com que foi homenageado no IV SALÃODO SESC-AMAPÁ. Suas obras marcaram presença no SALÃO ARTE PARÁ de2009, MOSTRA AMAZÔNIA, A ARTE em 2010, MUSEU VALE no EspíritoSanto e PALÁCIO DAS ARTES em Belo Horizonte. J.MARCIOARTÍSTA VISUALLicenciado em Artes Visuais pela UNIFAP. Especialista em Ensino de Artespela APOENA. Bolsista do Curso Técnico em Artes Visuais – MEDIOTECPRONATEC. Professor efetivo do Centro de Ensino Profissionalizante deArtes Visuais Cândido Portinarí. Assinou a ilustração dos livros de literaturade cordel As Proezas de Baduri/ 2003 e A Ovelha Malhada/ 2010, ambos deRomualdo Palhano. Ficou em 3º Lugar no Concurso de Grafitagem realizadopela Polícia Militar do Estado do Amapá no ano de 2014. Participou da 1ªMostra Pan Amazônica de Arte, realizada em Manaus – AM.DEKKO MATOSARTÍSTA VISUALIniciou nas artes plásticas aos 16 (dezesseis) anos de idade, comodesenhista serigráfico. De 1996 à 2011 integrou o quadro docente da Escolade Artes Cândido Portinari, lecionando as disciplinas: pintura, desenho eescultura. criou e coordenou a I Bienal de Arte Natural do Amapá. Foipresidente da Associação Amapaense de Artístas Plásticos – AMAPLAST.Como gestor cultural, desempenhou suas funções como diretor no CentroCultural Amilar Brenha, Conselheiro de Cultura do Estado do Amapá, diretordo Teatro das Bacabeiras e diretor do Museu de Etnologia do Amapá. RODRIGO AQUILESDESIGNER PLENOPublicitário, designer, filmmaker e produtor cultural. Licenciado emPublicidade e Propaganda pela Estácio SEAMA e Especialista emAdministração e Marketing pela UNINTER. Foi responsável pelo design,filmmaking, planejamento e execução do Festival Imagem e Movimento –FIM de 2010 à 2016. No Espaço CAOS, desenvolve as atividades de design,filmmaking, social media, planejamento e administração. Em suafilmografia constam: documentários, curtas, videoarte, videos promo evideoclipes, como diretor, assistente de direção, editor e roteirista.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.