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PRONAC 2316677InadimplenteMecenato

Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina - 2ª Edição

ARACA CULTURA E MEIO AMBIENTE LTDA
Solicitado
R$ 90,0 mil
Aprovado
R$ 90,0 mil
Captado
R$ 82,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

91.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-03-11
Término
2025-06-30
Locais de realização (12)
Andaraí BahiaIbicoara BahiaIraquara BahiaItaeté BahiaLençóis BahiaMorro do Chapéu BahiaMucugê BahiaPalmeiras BahiaPiatã BahiaRio de Contas

Resumo

O Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina - 2ª edição vai promover exibições online e presenciais, estas seguidas de debates, de filmes socioambientais divididos em 3 Mostras: Mostra Nacional, Mostra Nordeste e Mostra Chapada Diamantina. As exibições presenciais serão realizadas em pontos de exibição localizados em cidades do Território de Identidade da Chapada Diamantina, Bahia. Serão realizadas também 3 oficinas: Cinema Comunitário; Cinema Ambiental e Cinema de Animação para Crianças.

Sinopse

O Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina - 2ª edição é um festival de cinema totalmente voltado às questões socioambientais que estão em evidência na atualidade. O festival terá formato híbrido, com exibições online e presenciais, estas seguidas de debates, de 28 filmes socioambientais com classificação indicativa livre, longas e curtas documentários, de ficção e animação, divididos em 3 Mostras: Mostra Nacional, com 14 filmes, Mostra Nordeste e Mostra Chapada Diamantina, com 7 filmes cada. As exibições presenciais dos filmes selecionados serão realizadas em pontos de exibição espalhados pelo Território de Identidade da Chapada Diamantina, Bahia. Serão realizadas também 3 oficinas: Cinema Comunitário, com Lara Beck, no município de Palmeiras; Animação para Crianças, no município de Seabra; e Cinema Ambiental, no município de Andaraí. Sinopses das oficinas: Oficina de Cinema Comunitário: visa aproximar a juventude do fazer audiovisual coletivo, estimulando o trabalho em equipe e iniciando os jovens nas técnicas cinematográficas. Esta oficina tem classificação indicativa de 14 anos. Oficina de Cinema de Animação para crianças: esta atividade visa oferecer uma atividade lúdica e pedagógica com foco em meio ambiente, estimulando a educação ambiental de crianças da rede pública de ensino. Esta oficina tem classificação indicativa livre. Oficina de Cinema Ambiental: visa apresentar as possibilidades de utilizar a linguagem audiovisual para realizar filmes de impacto para a conscientização e a educação ambiental. Esta oficina tem classificação indicativa de 18 anos.

Objetivos

Objetivo Geral: - A finalidade do projeto é promover um circuito exibidor de filmes socioambientais no território da Chapada Diamantina, Bahia, constituído pelos pontos de exibição. Objetivos Específicos: - Exibir 28 filmes socioambientais baianos, nordestinos e brasileiros em pelo menos 36 sessões presenciais e virtuais. - Realizar debates em todas as sessões presenciais com convidados. - Realizar 3 oficinas: Cinema Comunitário, Cinema Ambiental e Cinema de Animação para crianças.

Justificativa

O projeto busca a Lei de Incentivo à Cultura para captar recursos para a realização da proposta, de modo a aplicar o Artigo 1º da Lei 8313/91, principalmente nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto busca alcançar os seguintes objetivos do Artigo 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. Os festivais de cinema são espaços importantes e necessários de difusão da produção audiovisual brasileira, que enfrenta os conhecidos problemas de distribuição e exibição comercial. A existência e persistência dos festivais de cinema animam e incentivam o crescimento desta produção, ao oferecer um espaço de exibição, debate e formação de público para o audiovisual brasileiro. São verdadeiros espaços de resistência e luta pela valorização da indústria audiovisual brasileira. Ao fazer o recorte para os festivais de cinema ambiental, essa importância cresce exponencialmente. Os festivais de cinema ambiental que existem hoje no Brasil se consolidaram como espaços não só de exibição e debate de filmes socioambientais, como também de promoção da pauta das questões socioambientais que estão presentes cada vez mais nos meios de comunicação, nas redes sociais e no cotidiano da sociedade. Estes festivais se tornaram espaços nos quais a conscientização socioambiental e a formação cidadã do público são os principais objetivos. Na Bahia, o Facine é o único festival de cinema ambiental em atividade, após a realização de sua 1ª edição em abril de 2021, através do Programa Aldir Blanc Bahia. Para a sua 2ª edição, o Facine vai continuar sua missão de articular e mobilizar os sujeitos e obras produtores de narrativas audiovisuais de caráter socioambiental, com o objetivo de promover a educação ambiental através do cinema. Neste sentido, a realização do Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina - 2ª edição é uma iniciativa que continuará agregando valor ao ecossistema do audiovisual baiano. No momento atual que vivemos, quando as pautas ambientais estão presentes nos meios de comunicação, nas redes sociais e no cotidiano da sociedade, é de suma importância mobilizar as pessoas em torno destas questões. Por isso a realização deste projeto é tão significativa e urgente, a fim de situar a Bahia entre os Estados que produzem e difundem discursos narrativos que colaboram com a construção de uma sociedade pautada pelo respeito ao meio ambiente e, por consequência, ao ser humano. O cinema combina forma e conteúdo para deixar um legado potente que possa reverberar para além das fronteiras conhecidas pelo público de cinema, e assim aproximá-lo dessa produção tão rica, necessária e urgente que o cinema ambiental propõe.Após a 1ª edição do Facine ter sido realizada de forma inteiramente virtual devido à pandemia da Covid-19, a 2ª edição poderá promover sessões e oficinas presencias em várias cidades da Chapada Diamantina, realizando plenamente o potencial da região como local propício para a produção de um festival de cinema ambiental. O Território de Identidade da Chapada Diamantina, composto por 24 municípios, é um dos principais destinos turísticos da Bahia e do Brasil, notadamente por causa de suas belezas naturais, concentradas no Parque Nacional da Chapada Diamantina, criado em 1985. Apesar de configurar área de proteção ambiental, muitos interesses econômicos particulares ameaçam o meio ambiente da região, como o turismo predatório, a mineração, o agronegócio e a especulação fundiária, que privatizam os lucros e socializam os prejuízos. Diante deste cenário, a realização de programas audiovisuais de educação ambiental são fundamentais para conscientizar a população acerca dos riscos de uma exploração econômica feita por e para poucos e que já não contemplam um modelo de desenvolvimento sustentável. Dentre possíveis iniciativas que envolvem a educação ambiental, o Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina tem a capacidade de promover uma ampla articulação entre arte e educação, transformando-se em referência para o Território e para o Estado. É importante ressaltar que a linguagem audiovisual tem se tornado um instrumento de educação e formação, notadamente para o público jovem, já acostumado a consumir imagens através da internet e da televisão. No entanto, este consumo não é mediado para a produção de conhecimento, sendo feito de forma aleatória e descartável. Por outro lado, existe uma produção audiovisual brasileira, baiana e nordestina engajada nos assuntos socioambientais mais urgentes, tratando-os com profundidade, responsabilidade e ludicidade, gerando e difundindo conteúdos importantes para a formação cidadã do público que tem acesso a estas obras. O Facine será responsável por agregar estas obras e apresentá-las de maneira a despertar a consciência ambiental e social do público. Além da importância para a educação ambiental, este projeto também tem o potencial de se transformar em referência para o conjunto das ações ambientais que as mais diversas organizações e iniciativas promovem na Bahia e no Brasil com o objetivo de defender o meio ambiente. Na atualidade, os festivais de cinema ambiental são espaços de difusão de conhecimento e informação, através do cinema, sobre os problemas que vivenciamos e as soluções que estão ao nosso alcance. Outro contexto importante para a continuidade do projeto é a promoção de um circuito exibidor de filmes socioambientais formado pelos pontos de exibição. A partir da realização das sessões presenciais, o Facine estimula a inserção orgânica e participativa das comunidades envolvidas, exercendo o papel fundamental de difusor da produção audiovisual baiana, nordestina e brasileira e formador de público para esta produção. Além disso, o trabalho envolve também a educação infantil, através da realização de exibições e oficinas em escolas das redes estadual e municipal de cada cidade, que serão mobilizadas para se inscreverem na chamada pública dos pontos de exibição. Esta aproximação com a educação busca realizar parcerias com as escolas para promover ações conjuntas de arte-educação através do cinema. A realização do 2º Facine de forma presencial tem o potencial de causar um impacto positivo junto a movimentos sociais e sujeitos do Território que atuam no fortalecimento de suas comunidades. Por tudo isso, o Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina - 2ª edição é um projeto de fundamental importância para o desenvolvimento do ecossistema do audiovisual baiano, nordestino e brasileiro ao continuar oferecendo um espaço de difusão de obras cinematográficas com temática socioambiental, um lugar de compartilhamento e produção de saberes e de promoção da educação ambiental através do cinema.

Especificação técnica

A proposta do Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina - 2ª edição não prevê a elaboração de produtos, mas a difusão e exibição de obras cinematográficas.

Acessibilidade

Medidas de Acessibilidade física do produto Festival: - Será considerado critério para inscrição dos pontos de exibição no festival a adesão às medidas de acessibilidade conforme a Lei 10.098. O Festival vai selecionar apenas aqueles pontos de exibição que apresentarem medidas de acessibilidade física e arquitetônica que permitam o acesso às pessoas com deficiência, idosas, obesas e com mobilidade reduzida. Medidas de Acessibilidade física do produto Oficinas: - Os locais onde serão realizadas as oficinas possuem requisitos de acessibilidade física, tais como rampa de acesso, rotas acessíveis, iluminação adequada e demais recursos que permitam a participação de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida, idosas e obesas. Medidas de Acessibilidade física do produto Obra exibida: - Os pontos de exibição selecionados para apresentação das obras cinematográficas do Festival devem apresentar medidas de acessibilidade física, tais como rampas de acesso, rotas acessíveis, iluminação adequada e demais recursos que permitam a participação de pessoas com deficiência, idosas, obesas e com mobilidade reduzida. Medidas de Acessibilidade de conteúdo do produto Festival: - No regulamento de inscrição de filmes, será considerado critério de seleção a disponibilidade de recursos de acessibilidade de conteúdo. Desta forma, os filmes do festival terão recursos de acessibilidade de conteúdo, como libras, legenda descritiva e audiodescrição. Nas exibições virtuais, o Festival vai disponibilizar as obras com acessibilidade. Nas exibições presenciais, o Festival vai realizar uma sessão especial com acessibilidade em cada ponto de exibição selecionado, configurando uma medida alternativa à obrigatoriedade de adotar todas as medidas de acessibilidade de conteúdo em todas as sessões do produto Festival, discriminada no próximo tópico. Medidas Alternativas de Acessibilidade de conteúdo do produto Festival de acordo com o artigo 26 da IN Minc 01/2023: - Com o objetivo de disponibilizar as obras cinematográficas do Festival para os públicos com deficiência intelectual, auditiva e visual, propomos como medida alternativa a realização de uma sessão especial com acessibilidade de conteúdo em cada ponto de exibição participante do Festival, sob a justificativa de que apresentar os recursos de acessibilidade de conteúdo em todas as sessões é inviável, uma vez que deve-se escolher um dos recursos disponíveis, tais como Libras, audiodescrição e legendas descritivas, o que pressupõe a escolha de um público com deficiência específico em detrimento de outro. Além disso, a exibição de uma obra com recurso de acessibilidade de conteúdo prejudica a fruição da obra pelo público sem deficiências. Neste sentido, propomos realizar sessões específicas para cada tipo de público, estimulando que associações de deficientes visuais, APAEs e outros grupos de apoio a pessoas com deficiência se mobilizem para participar do Festival como pontos de exibição, além de propor a realização de uma sessão especial com recursos de acessibilidade de conteúdo em cada ponto de exibição selecionado para participar do Festival. Para a identificação dos públicos com deficiência e de sua demanda por atividades culturais será contratado um Diretor de Acessibilidade para realizar esse trabalho e mobilizar o público com deficiência identificado para participar da sessão especial, conforme item orçamentário Diretor de Acessibilidade, presente na Pré-produção em cada uma das cidades do produto Festival/Mostra. De forma complementar, o Festival vai realizar um debate entre diretoras de filmes convidadas e o público com deficiência em três destas sessões especias, sendo necessário incluir no orçamento o item Intérprete de Libras no campo Produção das cidades de Iraquara, Palmeiras e Seabra. Medidas de Acessibilidade de conteúdo do produto Oficinas: - As oficinas terão recursos de acessibilidade de conteúdo, com a contratação do serviço de tradução em Libras caso haja demanda a partir das inscrições recebidas, sendo que a divulgação das inscrições será disponibilizada também com recursos de acessibilidade, de acordo com o item orçamentário Intérprete de libras, incluído no campo Produção das cidades onde vão acontecer as oficinas, Palmeiras, Andaraí e Seabra. Medidas de Acessibilidade de conteúdo do produto Obra exibida: - As obras cinematográficas exibidas no Festival deverão conter recursos de acessibilidade de conteúdo para as exibições online e presenciais, sendo considerado como critério de avaliação para a seleção dos filmes inscritos.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto são gratuitas, garantindo a democratização do acesso. O projeto propõe um formato híbrido de exibições, criando dois tipos de público para o festival: o virtual e o presencial. O público virtual é amplo e irrestrito, pelo próprio fato de que a programação de filmes vai ficar disponível em ambiente virtual, no site oficial do Facine, podendo alcançar públicos diversos em todo o território baiano, nordestino e brasileiro. Em contraponto a este público amplificado, porém desterritorializado, o Facine 2ª edição busca se aproximar do público do Território da Chapada Diamantina através das exibições presenciais realizadas nos pontos de exibição, nas cidades de Palmeiras, Andaraí, Seabra, Ibicoara, Iraquara, Morro do Chapéu, Utinga, Rio de Contas, Mucugê, Piatã, Lençóis e Itaetê. Este público será mais específico, e vai alcançar estudantes do ensino fundamental e médio; crianças, jovens, adultos e idosos; populações de comunidades tradicionais, como quilombolas e indígenas; e estudantes de escolas agrícolas, universidades e institutos federais.O Facine 2ª edição vai realizar uma ampla articulação para envolver estes públicos na programação do festival. Cada ponto de exibição vai colaborar com a divulgação, potencializando o alcance de público do festival e possibilitando sua participação ativa nos debates. Entre as medidas de democratização de acesso elencadas no artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023, o projeto vai adotar as que seguem: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - O projeto vai disponibilizar seu produto principal na Internet, que são alguns dos filmes selecionados para o festival. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil - O projeto vai realizar sessões de cinema voltadas aos públicos infantil e infantojuvenil.

Ficha técnica

A Araçá Cultura e Meio Ambiente, empresa proponente, ficará responsável, através do dirigente Alan Santana Lobo, pela Direção geral e Coordenação de Curadoria, e pela dirigente Melissa Zonzon Silva, pela Direção de Produção, ambos remunerados pelas rubricas especificadas. A Araçá será responsável pela gestão e execução financeira do projeto, e pela gestão do seu processo decisório. Os principais participantes do projeto são: Alan Santana Lobo - Direção Geral e Coordenação de Curadoria Alan Lobo é produtor cultural desde 2003. É idealizador, diretor e curador do Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina, cuja 1ª edição aconteceu entre 1 e 10 de abril de 2021. Foi produtor e curador do Cine Caeté de 2018 a 2022, cineclube realizado no Vale do Capão, Chapada Diamantina, tendo realizado a Mostra de Filmes Socioambientais de 14 de janeiro a 7 de fevereiro de 2021 e a Mostra Chapada Diamantina de 12 a 21 de março de 2021, além de 22 sessões em espaços públicos do Capão. Participou da curadoria do 3º, 4º e 5º Ficasc - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense (2021, 2022 e 2023); da Mostra Audiovisual do projeto Cinema e Sal (Bahia, 2022); e do Festival EcoBrasil de Arte e Cinema Ambiental (São Paulo, 2021). Fez parte do Júri Oficial do 22º FICA - Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás (2021) e do Cine.Ema - Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo (2020). Foi produtor de programação do Festival Cine Futuro - IX Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual (Salvador, 2015). Foi assistente de produção nas filmagens do curta de ficção Tempo, realizadas em Salvador em julho de 2017.Em 2022 foi produtor nos projetos Vale dos Sabores - Festival Gastronômico do Capão, realizado em julho; Samba na Feira, turnê da banda Yayá Massemba em 4 cidades da Chapada Diamantina, entre abril e maio; e Ocupa Biblioteca - Incentivo à Leitura no Vale do Capão, em outubro. Foi idealizador, curador e coordenador geral da Flica - Festa Literária Internacional de Cachoeira em suas duas primeiras edições, em 2011 e 2012. Foi produtor e mediador nas mesas de lançamentos de livros da Flian - Feira Literária de Andaraí, 2ª edição, em formato virtual, que aconteceu entre 25 e 28 de março de 2021. Foi produtor da banda IFÁ, com a qual realizou a gravação do 1º disco em CD e LP através do Edital Bahia do Natura Musical em 2015/2016. Produziu o CD do grupo de samba de roda Esmola Cantada, de Cachoeira (BA), lançado em 2018 com apoio financeiro da Secretaria de Cultura da Bahia. Foi produtor executivo em diversos projetos entre 2003 e 2019, com destaque para o Vivadança Festival Internacional (2009 a 2019), Fiac Bahia (2010 a 2015) e BTC - Festival de Graffiti Bahia de Todas as Cores (2015 a 2019). Melissa Zonzon Silva - Direção de Produção Melissa Zonzon é formada em antropologia com pós graduação em Gestão Social. Atua na gestão de projetos culturais e socioambientais na Chapada Diamantina desde 2012, tendo coordenado projetos de geração de renda, economia criativa e inclusão produtiva de jovens, mulheres, agricultores familiares e quilombolas em diversos municípios da região. Entre 2015 e 1019, atuou como consultora em Gestão Social para instituições do território como IFBA e Central de Associações, o que permitiu desenvolver um grande conhecimento do Território de identidade da Chapada Diamantina. Desde 2018 é sócia diretora da Araçá Cultura e Meio Ambiente, empresa com a qual trabalhou em diversos projetos culturais a exemplo do Facine - Festival de Cinema Ambiental da Chapada Diamantina (2021), Vale dos Sabores - Festival Gastronômico do Capão (2022), Ocupa Biblioteca (2022) e Samba na Feira (2022). Todos financiados por editais da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Kátia Regina Conceição Borges - Curadoria Educadora com longa experiência em educação infantil e alfabetização, vem atuando, desde 2016, na coordenação da Escola Municipal Eurico Antunes Costa - na Vila de Igatu - distrito de Andaraí. Dentre as ações realizadas, concebeu o Projeto da Biblioteca Andarilha Pipoca Moderna de incentivo à leitura e ao livro literário, com o objetivo de colaborar com a formação (e qualificação) leitora das alunas e alunos da escola, buscando, também, ampliar a participação e valorização de tais ações junto à comunidade local. No decorrer desse período, vem participando, também, de feiras e festas literárias - tanto no município sede (Flian), quanto de outras localidades - a exemplo da Fligê (Feira Literária de Mucugê) e da Flica (Festa Literária de Cachoeira). Participou, em 2019, como curadora do Facine, com a Mostra Igatu de curtas infantis. Em finais de 2019, tornou-se editora de livros artesanais, na técnica cartonera (feitos com capas pintadas de papelão - cartón, em espanhol), tendo seu primeiro selo editorial lançado na edição de 2022 da Fligê e Flige&Tu. Gerlane Bernadino dos Santos – Curadoria Gerlane Bernadino é professora, graduada em Licenciatura em Educação do Campo e pósgraduanda em Agroecologia. Foi professora na Escola Família Agrícola de Itaetê, Chapada Diamantina, de 2010 a 2017. Neste período coordenou o projeto Tecendo Memórias e Fortalecendo Saberes, uma articulação de mulheres e jovens do campo para rede de economia solidária e valorização das heranças culturais. Foi bolsista no projeto Rede Agroecológica para implantação do Núcleo de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica da Chapada Diamantina, em 2018. Foi técnica de campo para o projeto Bahia Produtiva no Centro de Formação e Organização Comunitária, de Itaetê, entre 2021 e 2022. Lara Beck Belov - Oficina de Cinema Comunitário Lara Beck é diretora, roteirista, montadora e educadora audiovisual. Dirigiu e roteirizou o longa documentário “O Amor dentro da Câmera”, vencedor do Prêmio de Melhor Filme no 25º FAM Mercosul e Menção Honrosa de Melhor Longa no 22º BAFICI. É idealizadora do “Cinema e Sal”, projeto de educação popular e cinema comunitário para as juventudes das ilhas da Bahia, que desde 2015 realizou 16 curtas e 10 mostras audiovisuais em territórios pesqueiros. Lara faz parte da Rede Cine Comunitário da América Latina e do Caribe, e trabalhou como educadora e coordenadora convidada em diversos projetos como “Cine en Movimiento “ (Argentina), Ojo Semilla (Equador), “Qué ves cuándo me ves?” (Uruguai), e recentemente no projeto “Colômbia Científica – reconstrução do tecido social em zona pós-conflito”. Atualmente está em fase de produção do seu novo longa, “Onde a Onda Quebra”, no qual atua na direção, roteiro e montagem. André Vilela D´Elia - Oficina de Cinema Ambiental André D’Elia é diretor de cinema e produtor do filme A Lei da Água, Novo Código Florestal (2015). Também dirigiu e produziu Belo Monte: Anúncio de uma Guerra (2012), filme que se tornou o maior caso de financiamento coletivo em plataforma aberta da internet do Brasil. Com sua produtora independente, a Cinedelia, focada em causas socioambientais, André dá início a uma carreira conhecida pela realização de filmes socioambientais e ativistas. Realizou três curtas-metragens lançados na internet sob a forma de uma campanha de conscientização, são eles: Direitos Indígenas, Mobilização Nacional Indígena e PEC 215 – Nó na Garganta, dentre muitas outras campanhas em defesa do meio ambiente e dos povos indígenas. Em 2017, André dirigiu o filme Demarcação Já!, reunindo 25 grandes artistas brasileiros, em parceria com o Greenpeace, APIB e ISA, entre outros. Em 2018, André dirigiu o documentário Ser Tão Velho Cerrado, filme que se tornou um importante instrumento de articulação política para a expansão do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no Estado de Goiás. Em outubro de 2019, André lança o filme O Amigo do Rei, um filme híbrido de documentário e ficção sobre mineração, política e o crime ambiental que destruiu o rio Doce. Em 2023 lança, com o grafiteiro Mundano, seu mais recente filme, Cinzas da Floresta, sobre fogo criminoso.

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.

Bahia
Seabra Bahia
Utinga Bahia