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PRONAC 2316687Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Mostra Mulheres Mágicas: reinvenções da Bruxa no Cinema - 2ª edição

AMARILO PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS
Solicitado
R$ 500,0 mil
Aprovado
R$ 500,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-03-01
Término
2026-12-18
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A 2ª Mostra "Mulheres Mágicas: Reinvenções da Bruxa no Cinema" propõe uma nova curadoria de filmes que apresentam diferentes modos de aparição da bruxa no cinema mundial a fim de promover a reflexão sobre a complexidade das representação feminas em imagem. Além da curadoria e exibição dos filmes, a mostra contará com debates, atividades formativaspresenciais e catálogo exclusivo.

Sinopse

A mostra "Mulheres mágicas: reinvenções da bruxa no cinema" propõe investigar os diversos modos de aparição da bruxa no cinema mundial. Longe de definições pré concebidas dessa figura tão popular, a proposta busca compreendê-la em sua complexidade: nem positiva ou negativa, mas como uma potente via de indagação acerca das representações femininas em imagem e, sobretudo, do próprio cinema, operando uma instigante revisão das suas políticas e formas no decorrer de mais de um século de imagem. O escopo representacional desta figura é particularmente amplo: está no imaginário moral dos contos de fada infantis; nos cruéis processos de caça às bruxas ocorridos em diversos países; ou ainda nos diferentes tipos de bruxas contemporâneas, que reivindicam a alcunha como um símbolo de emancipação e autonomia femininas. Tais mudanças fazem da bruxa uma das imagens mais complexas da história cinematográfica, ainda que pouco explorada enquanto tal. Sua representação pode tanto estar submetidas a certo olhar patriarcal dominador, quanto afirmar modos transgressores de se enquadrar os corpos, desejos e saberes das mulheres em cena. E é nessa poderosa ambivalência que reside o trunfo da programação, composta por 19 filmes. A mostra será realizada em 04 cidades brasileiras, ao longo de 24 dias por cidade e terá classifcação indicativa de 14 anos, com exceção de duas sessões voltadas ao público infanto juvenil, cuja classificação etária será livre. O público da mostra será de estudantes, pesquisadores, críticos e apreciadores do cinema, no entanto, um dos trunfos é a preocupação em contemplar um público frequentemente deixado em segundo plano: o infantil. O evento contará ainda com uma masterclass virtual voltada a estudantes e apreciadores da sétima arte, além de um debate presencial por cidade. Será produzido um catálogo com informações, ensaios e textos críticos criados especificamente para esta finalidade. As sessões terão ingressos a preços populares, com atividades formativas com entrada gratuita. Em anexo encontra-se a lista completa dos filmes que integram a curadoria, incluindo indicações sobre cópias e direitos de exibição.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto visa oferecer, em 4 cidades brasileiras, programação de cinema a preços populares com curadoria, debate e ações formativas sobre a representação da bruxa e da figura feminina no cinema mundial. Objetivos específicos: - Realizar a mostra em 4 cidades brasileiras, em diferentes regiões do país, com exibição de 19 filmes de diferentes épocas, países e autorias; - Realizar, em cada cidade, 16 programas com ingressos a preços populares. - Realizar 1 atividades formativa - Oficina presencial e gratuitas em cada cidade sobre as principais formas de representação das mulheres mágicas no cinema com foco nos filmes exibidos na mostra. - Realizar 4 sessões de lançamento, sendo uma em cada cidade de exibição da mostra; - Realizar 4 debates, com duração de 2h, acerca dos filmes fundamentais para o desenho temático da mostra, sendo um em cada cidade de exibição; - Apresentar curadoria diversificada, atendendo a uma necessária demanda social por representatividade com uma maioria de obras de autoria feminina; - Alcançar público de cerca 3.000 pessoas, entre espectadores e participantes dos filmes, oficinas e deabtes da mostra amplo; - Produzir um catálogo com informações, ensaios e textos críticos criados especificamente para a mostra, a ser disponibilizado online; - Criar um site da mostra, onde será disponibilizado resumo sobre os filmes, programação, catálago e outras informações pertinentes; - Realizar, como contrapartida social, 2 sessões de filme infantil em cada cidade da mostra, voltada a 500 alunos e professores de escolas públicas

Justificativa

A força principal da mostra reside em sua aposta primeira: sua amplitude, com o investimento em um motivo largamente reconhecível e popular. Ao transitar por uma diversidade de estilos, tem o raro potencial de envolver espectadores/as de interesses e gerações variadas. O mote da bruxa extrapola critérios estritamente temáticos, liberta-se de uma categorização puramente discursiva: permite vislumbrar uma reinvenção das formas que atravessaram o fazer fílmico. Assim, a mostra toma como ponto de partida tal figura por entendê-la como uma via de investigação a respeito do próprio cinema, as linguagens que o conformam e as políticas que o sustentam. O segundo argumento é a urgência do momento histórico brasileiro. São cada vez mais acirrados os questionamentos acerca do lugar e dos papéis femininos na historiografia do cinema (em geral deliberadamente apagados), o que se concretiza em demandas incontornáveis por maior representação e representatividade em tela. Indo muito além de um simples arquétipo moralista infantil, os constructos da bruxa basicamente apresentam diferentes ideais de mulher. Das senhoras malvadas de nariz pontudo às jovens que transbordam sensualidade; daquelas injustamente queimadas na fogueira às anciãs detentoras do saber de cura; da submissão ao jugo patriarcal à autonomia sobre os próprios corpos e afetos: as representações são tão numerosas quanto as diferenças reais entre mulheres. Nesse sentido, por ser uma figura à margem a bruxa simbólica funciona como uma espécie de espelho que se volta tanto para si quanto para as limitações impostas pelas normas sociais - sobretudo, para os rígidos papéis de gênero aos quais as pessoas são submetidas. Em meio a perspectivas feministas, o livro Calibã e a bruxa serviu como inspiração por apresentar uma leitura instigante da caça às bruxas medieval como um processo franco de domesticação dos corpos na passagem para a Era Moderna. Seguindo este pensamento, a curadoria não se contentou com as representações clássicas europeias e estadunidenses. Buscou acolher obras realizadas por grupos considerados socialmente minoritários, como das comunidades latina, negra e indígena, alinhadas com certa subversão do imaginário colonial em termos de reinvenção do que seria uma alteridade feminina. Nessa perspectiva, também se preocupou em estudar e visibilizar filmes brasileiros. Assim, a mostra vem justamente responder às inquietações do momento atual, lançando a seguinte indagação: quais imagem, e principalmente, quais corpos são esses que vemos em tela? Já em termos de público, a mostra aproximará espectadores/as e campos de estudos prolíficos, como o cinema, a literatura, as artes visuaias e os estudos de gênero, entre vários outros, tendo, portanto, como público alvo estudantes, críticos, pesquisadores e apreciadores da sétima arte e da temática da mostra. As atividades formativas que compõem a programação serão igualmente responsáveis por criar um diálogo inédito entre pesquisadoras/es, artistas e estudantes da sétima arte. Além disso, um de seus trunfos é a preocupação em contemplar um público frequentemente deixado em segundo plano: o infantil. Dois longas da programação serão exibidos em horários acessíveis e com versões dubladas, em sessões especificamente voltadas para crianças. Destacamos, ainda, um ponto especialmente relevante. Levando em conta o contexto social do Brasil hoje, ao se entender melhor a bruxa como uma figura histórica e como uma espécie de inspiração metafórica de empoderamento feminino, a mostra busca instigar uma necessária consciência coletiva a respeito das mulheres e das comunidades tradicionais na sociedade brasileira. Desse modo, almejamos incentivar um pensamento inclusivo, desmistificando preconceitos históricos e difundindo visões de mundo de viés anti-racista e anti-misógino. Por fim, mas não menos importante, destacamos abaixo com quais incisos do artigo 1º e 3º da Lei Federal de Incentivo à Cultura o projeto contribui diretamente: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Ao realizar ações gratuitas ou a preços populares, com amplo acesso a todos, o projeto promove o acesso à cidadania. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; A curadoria da mostra busca produções de todo o mundo que não estão no mainstream, apresentando filmes de diferentes continentes. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Além da mostra plural, o projeto também oferece atividades de formação e debates sobre a produção cinematográfica, contribuindo diretamente com o estímulo à produção e difusão de bens culturais. IX - priorizar o produto cultural originário do País. A curadoria do projeto inclui produções nacionais, dando visibilidade e espaço para exibição de obras brasileiras com pouca circulação. Quanto ao artigo 3º do Lei 8.313/1991, o projeto atende diretamente ao objetivo previsto no seu inciso II, pois se trata de um projeto de incentivo ao fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Ao realizar atividades gratuitas e acessíveis, o projeto também contribui com o inciso IV do referido artigo, isto é, para o "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais", mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos e levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

O projeto foi aprovado em edital do Centro Cultural Banco do Brasil. Em anexo, segue o print do resultado da chamada pública. Destaca-se que a mostra ocorrerá em salas de cinema com capacidade inferior a 150 lugares e, portanto, se enquadra nas exceções de valor per capita por beneficiário listados no § 7o, do art. 7º da IN MINC Nº 1, de 10/04/2023.

Especificação técnica

Apresentações (01 por cidade) - Sessão de lançamento Carga Horária: 50 mintuos Formato PresencialNa primeira sessão da mostra, será realizada uma apresentação do tema geral da programação e uma introdução ao filme a ser exibido. Debates (01 por cidade) - exibição seguida de debate Carga Horária: 120 minutos. Mediação da curadora. Formato Presencial - Ementa: exibição seguida de debate acerca de filmes fundamentais para o desenho temático da mostra, conduzido por um/a pesquisador/a de notório conhecimento do assunto. Atividades Formativas (01 oficina por cidade) com acessibilidade em libras Título: O horror que nos pertenceCarga Horária: 180 minutos Formato: presencialEmenta: O curso se dedicará às principais formas de representação das mulheres no cinema de horror, entre o grotesco, a hiper-sensualidade e a domesticação dos corpos femininos, com foco nos filmes exibidos na mostra.Entrada gratuita. Com legenda. Exibição de Filmes 18 filmes (lista completa da curadoria em anexo). Os filmes são agrupados em dois eixos temáticos: de um lado, os principais tropos que conformam o arquétipo da bruxa no cinema contendo obras clássicas de mestres do cinema; do outro, os contrapontos de reinvenção dessa figura por imaginários não-ocidentais. Em cada cidade serão 16 programas, sendo 02 dedicadas ao público infantil, com filmes voltados a essa faixa etária. Contrapartida Social Compondo a mostra, serão realizadas, como contrapartida social, 2 sessões de filme infantil, voltada a 500 alunos e professores do ensino fundamental de escolas públicas, sendo 1 em cada município de realização da mostra. Essas sessões serão acompanhadas de bate-papo sobre a experiência do cinema e percepções sobre o filme exibido. A equipe de produção do projeto ficará responsável por fazer a articulação e parceria com as escolas públicas. Será dada prioridade às escolas próximas às salas de cinema onde a mostra será realizada.

Acessibilidade

PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Como pré-requisito, as mostras e debates serão realizadas em salas de cinema com acessibilidade arquitetônica (rampas, corrimão e espaço dedicado a cadeirantes), com recursos que permitam a locomoção de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Item de custo na planilha:não se aplica - mostra acontecerá nas salas de cinema dos CCBBs, que já estão adequados às regras de acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As oficinas em cada cidade terão acessibilidade LIBRAS. O site da mostra contará com o plugin VLibras, permitindo amplo acesso aos conteúdos divulgados. Além disso, os filmes contarão com legenda descritiva, assim como as imagens divulgadas nas redes sociais e site do projeto. Item de custo na planilha: Custo com Intérprete de Libras; Legenda descritiva; o software VLibras é gratuito. A legendagem automática estará na despesa relacionada à manutenção do site; as legendas descritivas estão na despesa de legendagem. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os debatedores da sessão de inauguração da mostra farão audiodescrição e as sessões de abertura também contarão com recurso de audiodescrição. Item de custo na planilha: Roteirista audiodescrição; debatedores. PRODUTO: ATIVIDADES FORMATIVAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividades formativas compõe a programação da mostra e serão realizadas de forma remota/online. Item de custo na planilha: licença software ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:As atividades formativas serão online, as pessoas com deficiência visual poderão contar com as ferramentas de acessibilidade dos sistemas operacionais (iOS e Windows), dos navegadores e das próprias redes sociais (instagram, facebook, twitter e youtube contam com diversas funcionalidades nesse sentido). Além disso, todas as postagens em redes sociais contarão com “descrição de imagem”. Item de custo na planilha: Será pago com taxa de divulgação do projeto; o software VLibras é gratuito. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As atividades formativas online, que compõe a programação da mostra, contarão com legendas instantâneas de ferramentas que já oferecem o recurso e os formadores farão audiodescrição no início das ativiades. Item de custo na planilha: A legendagem automática estará na despesa relacionada à manutenção do site/ licença software.

Democratização do acesso

O projeto contará com sessões gratuitas ou a preços populares. As atividades formativas serão 100% gratuitas, remotas e abertas, sendo amplamente divulgadas pela internet, por redes sociais (Instagram e facebook) e website institucional da mostra. Será criado um plano de comunicação para dar visibilidade a todas as ações do projeto. Destaca-se, ainda que, dentro da mostra, serão realizadas, em cada cidade de circulação, 02 sessões com filmes voltados ao público infantil. Além dessas, como contrapartida social, será realizada em cada cidade de execução da mostra 01 sessão com filmes infantis voltadas a alunos e professores de escolas públicas. As atiividades formativas, que compõe a programação da mostra, serão realizadas via plataforma Google Class, com recursos que permitem a interação com alunos, formação de grupos e organização do espaço de aula online. As divulgações serão realizadas via redes sociais da Mostra: Instagram e Facebook. Ampliação de Acesso: Enquanto medida de ampliação de acesso, fundamentada no artigo 28, da Instrução Normativa 01/2023, o projeto irá: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Nome Completo: Tatiana Meneses Mitre Função no Projeto: Produtora Executiva Currículo Resumido: Produtora executiva e diretora de produção. Formada em Cinema e Vídeo pelo Centro Universitário UNA (2008) e pela Escola Internacional de Cinema e TV (EICTV) - Cuba, na especialização de produção (2013). Pós graduada em História da Cultura e da Arte pela UFMG e pesquisadora convidada pelo Departamento de cinema da Faculty of Fine Arts Concordia University Montreal, Canadá em 2015. Produziu diversos filmes, entre curtas, médiase longas-metragens. Realizou a produção executiva de curtas premiados e exibidos em festivais nacionais e internacionais. Também foi produtora executiva das mostras de filmes Argentina Rebelde, O Cinema de Trinh T. Minh-ha, Reinventando Shakespeare, Corpo e cinema e "Escola, Cidade Aberta" pela CAIXA Cultural. Atualmente está produzindo o longa documentário "Ó Primavera, devolve-me ao meu Povo", uma co-produção Brasil-Chile e a série de ficção "Muito Além do Play". Nome Completo: Glaura Cardoso Vale Função no Projeto: Coordenadora Editorial Currículo Resumido: Produtora editorial, pesquisadora, ensaísta e docente nas áreas de linguagem audiovisual, literatura e outras artes. Graduação (2000) e mestrado (2006) em Letras (PUC MG), doutora em Estudos Literários (FALE-UFMG, 2013), com estágio doutoral na Universidade Católica Portuguesa/Lisboa (2012), e pós-doutorado em Comunicação Social (PPGCOM-UFMG, 2013 a 2016). Assina produção editorial e organização dos catálogos do FestCurtasBH (2017 a 2019) eforumdoc.bh (2010 a 2019). Atuou no editorial da Revista Devires (2013 a 2016), na produção do livro Limiar e partilha: uma experiência com filmes brasileiros (PPGCOM-UFMG, 2015), como parecerista da Revista Rebeca (SOCINE, 2015 e 2016), dentre outras publicações. Publicou artigos em diversos periódicos, tais como Revista Galáxia/PUC-SP, Suplemento Literário Minas Gerais, Blog Questões Cinematográficas da Revista Piauí. Seu primeiro livro de ensaios, A mise-en-film da fotografia no documentário brasileiro (Relicário, 2016), encontra-se na 2ª edição. Nome Completo: Carla Italiana Função no Projeto: Curadora Currículo Resumido: Pesquisadora em cinema e programadora de mostras e festivais. Doutoranda emComunicação Social pela UFMG, com mestrado pelo mesmo programa (2015) e graduação emCinema pela UFSC (2010). É uma das organizadoras do forumdoc.bh - Festival do Filme Documentário e Etnográfico e integra a comissão de longas-metragens do Olhar de Cinema Curitiba desde 2018. Foi curadora e produtora das mostras: "Retrospectiva Helena Solberg" (CCBB SP, RJ, DF), "Olhar Retrospectivo: Djibril Diop Mambéty e Jean Rouch" (Olhar de Cinema 2018), Retrospectiva Jonas Mekas (forumdoc 2013), "Os fins neste mundo: imagens do Antropoceno" (forumdoc 2017), "Política e Palavra no documentário contemporâneo" (Sesc Palladium 2016) entre outras. Ministrou a oficina "Por uma história feminina do cinema", na UNA-BH e Casa Viva em 2015. Foi júri da Competição Brasileira do 21o FestCurtas BH.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.