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Produção, estreia e temporada da Comédia Popular Teatral EDIFÍCIO SOLAR, de Leonardo Cortez, dramaturgo brasileiro, contemporâneo e vivo. O espetáculo EDIFÍCIO SOLAR estreia na cidade de São Paulo e cumpre parte de sua temporada circulando nos teatros na Periferia de São Paulo.
Um jantar em família, a visita do ex-patrão, a greve da empregada doméstica e um edifício prestes a desmoronar. Não há tempo para a sobremesa. Henrique e Nolinha formam um casal de cinquenta anos que mora num prédio acometido por instabilidades no lençol freático que resultam em assustadoras rachaduras. Henrique como síndico é obrigado a lidar com os destemperos dos vizinhos, representados por Dona Marta, que exigem providências diante da ameaça de interdição do prédio. Ao mesmo tempo, o casal precisa lidar com a greve da empregada doméstica Nazira justamente na véspera do jantar comemorativo da promoção do filho Otávio, onde receberão o frio e poderoso Almeidinha, patrão de Otávio e ex-patrão de Henrique nos tempos em que ele trabalhava na construtora. Na noite seguinte, o jantar acontece em meio à estrondos e desdobramentos da greve da empregada, mas o evento é interrompido quando Cunha, o funcionário que será demitido para que Otávio receba sua promoção, aparece sem aviso no apartamento para tentar salvar seu emprego. Classificação: 10 anos: história de conteúdo violento e linguagem imprópria de nível leve.
Objetivo Geral Produção, estreia e temporada da Comédia Popular Teatral EDIFÍCIO SOLAR, de Leonardo Cortez, dramaturgo brasileiro contemporâneo vivo. O espetáculo EDIFÍCIO SOLAR estreia na cidade de São Paulo e cumpre parte de sua temporada circulando nos teatros na Periferia de São Paulo. Objetivo Específico A estreia será realizada e teatro particular na cidade de São Paulo onde será cumprida a temporada de dois meses somando um total de 24 apresentações, os ingressos serão fixados no valor máximo permitido por esta lei. Estimamos que a capacidade deste teatro seja de 400 pessoas Após este período realizaremos uma circulação em teatros da periferia de São Paulo sendo um final de semana em cada teatro abaixo sugerido: - Teatro Flávio Império, localizado na Rua Prof. Alves Pedroso, 600 - Cangaíba, São Paulo - SP, 03721-010. Capacidade para 206 pessoas - Teatro Zanoni Ferrite, localizado na Av. Renata, 163 - Vila Formosa, São Paulo - SP, 03377-000. Capacidade para 204 pessoas, e - Teatro Martins Penna, localizado na Centro Cultural da Penha - Largo do Rosário, 20 - Penha de França, São Paulo - SP, 03634-020. Capacidade para 202 lugares Serão realizadas 03 apresentações GRATUITAS em cada teatro totalizando 09 apresentações. Assim realizaremos 33 apresentações no total. Sendo certo que, levando-se em consideração a capacidade dos teatros, estimamos um público de 11.436 pessoas.
A Comédia Popular Teatral Brasileira tem muita tradição e identificação com o público, e no momento atual rir e se divertir tornou-se necessário. Esta legítima manifestação da cultura brasileira precisa de um incentivo inicial para que possa ser apresentada ao público e dali seguir seu caminho de acordo com a aceitação ou não traduzida na bilheteria. Com o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais a Comedia Teatral Popular pode ser apresentada ao público que não tem condições de frequentar o teatro, seja pelo valor cobrado ou pela distância do local de apresentação. Por isso o projeto propõe ir até os teatros da periferia da Cidade de São Paulo e apresentar de foram gratuita para a população interessada no teatro, sendo o custo amparado pelo Estado. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O espetáculo vai ser apresentado dentro das condições impostas pela lei no sentido de democratizar o acesso de todos os cidadãos, na forma de ingresso a preços máximos estabelecidos em lei durante a temporada em teatro particular bem como apresentações gratuitas em 03 teatros localizados na periferia de São Paulo. Ofereceremos também 4 apresentações com audiodescrição e libras e todos os teatros terão livre acesso para pessoas portadoras de com limitações de mobilidade. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O espetáculo vai contar com mão de obra de artistas, técnicos e prestadores de serviço residentes e domiciliados na cidade de São Paulo, bem como tratar de temas e questões profundamente identificadas com a população paulista e urbana, o espetáculo discute a convivência em condomínios, a ética, o preconceito e a hipocrisia da classe média e alta em forma de comédia e entretenimento. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto valoriza o teatro tradicional que visa se comunicar com o público de todas as camadas, idades e condições sociais, estimulando o teatro como um programa para a família e como uma opção de entretenimento, mas como todo bom teatro apresenta também um profundo conteúdo para que as pessoas reflitam sobre seu entorno social e suas ações. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O Comédia Popular Teatral Brasileira tradicional é uma expressão cultural da sociedade brasileira e precisa também de incentivo, pois é também legítima formadora do pluralismo da cultura nacional. A comédia urbana, seja Paulistana, Carioca, Soteropolitana, ou de qualquer outra grande cidade é formadora da sociedade brasileira. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; A Comédia Popular Teatral Brasileira que busca o grande público, que tem por objetivo fazer sucesso e se perpetuar em cartaz, protege a existência e sobrevivência do teatro como espaço físico, que vive em constante pressão econômica quer para ser transformado em igrejas ou simplesmente ou simplesmente demolidos para saciar a violenta especulação imobiliária. VIII - estimular a produção e difusão O maior objetivo deste projeto e conquistar o grande público, caso isso aconteça e possamos em um segundo momento a produção pretende sobreviver da bilheteria. O sucesso deste projeto vai estimular a produção de outros mais, além de difundir a ideia do Teatro como lazer e consumo cultural habitual da população brasileira.
Espetáculo teatral. Gênero comédia. Duração estimada: 90 minutos. Classificação: 10 anos: história de conteúdo violento e linguagem imprópria de nível leve. Realização de 24 apresentações em teatro particular com capacidade de 400 pessoas na cidade de São Paulo, e com ingressos a valores máximos estabelecidos em lei. Realização de uma circulação em teatros da periferia de São Paulo sendo um final de semana em cada teatro abaixo sugerido: - Teatro Flávio Império, localizado na Rua Prof. Alves Pedroso, 600 - Cangaiba, São Paulo - SP, 03721-010. Capacidade para 206 pessoas - Teatro Zanoni Ferrite, localizado na Av. Renata, 163 - Vila Formosa, São Paulo - SP, 03377-000. Capacidade para 204 pessoas, e - Teatro Martins Penna, localizado na Centro Cultural da Penha - Largo do Rosário, 20 - Penha de França, São Paulo - SP, 03634-020. Capacidade para 202 lugares. Serão realizadas 03 apresentações GRATUITAS em cada teatro totalizando 09 apresentações. Assim realizaremos 33 apresentações no total. Sendo certo que, levando-se em consideração a capacidade dos teatros, estimamos um público de 11.436 pessoas.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo Edifício Solar cumprirá todas suas apresentações em teatros que tenham acessibilidade física como banheiros, rampas e guias táteis.Todas estas instalações serão obviamente comprovadas na prestação de contas. ACESSIBILIDADE VISUAL: Realizaremos 04 (quatro) apresentações com Audiodescrição, que serão previamente agendadas e divulgadas. Inclusive convidando instituições que tenham esta demanda e que se interessem em assistir o espetáculo gratuitamente. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Realizaremos 04 (quatro) apresentações com Libras, que serão previamente agendadas e divulgadas. Inclusive convidando instituições que tenham esta demanda e que se interessem em assistir o espetáculo gratuitamente. CONTRAPARTIDA SOCIAL: O Projeto também prevê a contratação de 03 estagiários remunerados como processo de formação de novos profissionais nas funções de assistência de cenografia, figurino e iluminação durante o processo de criação.
Parte da temporada será gratuita e realizada em teatros da periferia de São Paulo sendo um final de semana em cada teatro abaixo sugerido: - Teatro Flávio Império, localizado na Rua Prof. Alves Pedroso, 600 - Cangaíba, São Paulo - SP, 03721-010. Capacidade para 206 pessoas - Teatro Zanoni Ferrite, localizado na Av. Renata, 163 - Vila Formosa, São Paulo - SP, 03377-000. Capacidade para 204 pessoas, e - Teatro Martins Penna, localizado na Centro Cultural da Penha - Largo do Rosário, 20 - Penha de França, São Paulo - SP, 03634-020. Capacidade para 202 lugares Serão realizadas 03 apresentações GRATUITAS em cada teatro totalizando 09 apresentações. Temos uma perspectiva de atingir 1.836 pessoas. Realizaremos no mínimo 02 ensaios abertos para alunos de escolas, oficinas e cursos de teatro em situação de vulnerabilidade econômica.
Texto e Direção: Leonardo Cortez Cenário e Adereços: Diego Dac Figurinos: Marichilene Artiseviskis Iluminação: Wagner Freire Sonoplastia e Trilha Original: Jonatan Harold Coordenação de Produção: Beijo Produções Artísticas Coordenação Geral e Financeira: Beijo Produções Artísticas Elenco: Fábio Espósito- Henrique Ana Andreatta- Nolinha Norival Rizzo- Almeidinha Conrado Sardinha- Otávio Henrique Stroeter- Cunha Fernanda Cunha- Dona Marta CURRÍCULOS DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES Leonardo Cortez - AUTOR E DIRETOR Considerado um dos maiores e mais profícuos dramaturgos da atualidade. Atualmente em cartaz com o espetáculo Veraneio, Cortez foi indicado quatro vezes consecutivas ao Prêmio Shell de Melhor Autor pelos textos de Rua do Medo, Maldito Benefício, Sala dos Professores e Pousada Refúgio. Possui também três indicações como Melhor Autor ao Prêmio APCA e foi o vencedor do Prêmio Aplauso Brasil em 2016. Possui seis livros editados: “Trilogia Canalha”, pela Editora Candombá, “Comédias Urbanas” pela Editora Sesi SP; “Sala dos Professores”, “Pousada Refúgio”, e “As Aventuras e Desventuras de Jaime Lennon, Dramaturgo Marginal”, pela Editora Giostri e Veraneio, pela Editora Reformatório. Ana Andreatta - ATRIZ Atriz formada pela Escola de Arte Dramática da USP (EAD), iniciou sua carreira aos 17 anos como integrante do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), dirigido por Antunes Filho. Em sua trajetória artística, ganham relevo também trabalhos com o diretor Naum Alves de Souza, ao longo de 15 anos, destacando-se os espetáculos "A Hora da Estrela", "Strippers", ”Longa Jornada De Um Dia Noite Adentro” e "Operação Trem-Bala". Além dele, atuou também com outros diretores nas peças: ”Viagem Definitiva”, direção de Mariana Muniz, “Simpatia”, direção de Renata Melo, “A Festa de Abigaiu”, “ Os Penetras”, de Mike Leigh, direção de Mauro Baptista Vedia, “A Escola do Escândalo”, direção de Miguel Falabella, “A Hora Errada”, de Lourenço Mutarelli, direção de Tomás Resende. Em 2022, atuou em " Comédia.com " com Nilton Bicudo, direção de Elias Andreato. Conrado Sardinha- ATOR Ao longo dos seus mais de 15 anos de carreira estudou na Escola de Atores Wolf Maya, e logo em seguida foi membro do Grupo Tapa por mais de 5 anos. Onde estreou profissionalmente. No teatro trabalhou com grandes artistas como: Eduardo Tolentino de Araújo, Hugo Possolo, Oswaldo Mendes, Sérgio Mastropasqua, Fernanda Maia, Clara Carvalho, Raul Barreto, Leonardo Cortez, Flávio Tolezani e Roberto Arduin. Esteve no elenco da montagem de O Rei da Vela, do grupo Parlapatões. Participou de algumas séries como O Negócio, Psi e integrou o elenco da 1° temporada de Irmandade, série do Netflix. HENRIQUE STROETER - (Napão) - ATOR Ator. diretor e produtor. Atua desde 1984 tendo participado de inúmeros espetáculos teatrais. Seus últimos trabalhos como ator foram nas peças: "À Meia Noite Um Solo De Sax Na Minha Cabeça" Direção de Mário Bortolotto, "Morte Acidental De Um Anarquista" Direção de Hugo Coelho, "O Terraço" e "39 Degraus", ambas com direção de Alexandre Reinecke; "E o Vento Não Levou", direção de Roberto Lage. Com o Grupo Parlapatões: " O Papa e A Bruxa", "Vaca de Nariz Sutil" (indicação melhor ator Prêmio Quem), "As Nuvens", "Pantagruel". Atualmente atua no espetáculo AS CONCHAMBRANÇAS DE QUADERNA – DE ARIANO SUASSUNA – DIR. FERNANDO NEVES. Principais trabalhos na televisão foram: TV Cultura: "Rá Tim Bum", "Castelo Rá Tim Bum", "Ilha Rá Tim Bum", "X- Tudo", "Glub-Glub", "Telecurso 2000", e Quintal da Cultura (vencedor do Prêmio APCA 2014). Na TV Globo: "Fazendo História", "Copas de Mel", "Retrato Falado", "Sandy e Júnior" e "Os Normais". No SBT, as novelas: "Carrossel" e "Carinha de Anjo". Fernanda Cunha – ATRIZ Atriz formada em Artes Cênicas com Habilitação em Interpretação pelo Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP. Últimos trabalhos como atriz: "Decameron" com Grupo Parlapatões ( em processo com estréia prevista para 2023); "Rei da Vela" com Grupo Parlapatões (2023); " Relações Indóceis- Três textos curtos" ( Prêmio Aldir Blanc por Histórico de Cia com Cia de Teatro As Moças), espetáculo online realizado durante a Pandemia com direção de Henrique Stroeter (2021); "Festival de Peças de Um Minuto" do Grupo Parlapatões com o tema da Pandemia, realizado ao vivo online no Teatro Porto Seguro ( 2020). Norival Rizzo – ATOR Formou-se pela Escola de Comunicações e Artes da USP (ECA) em 1977. Com mais de 30 anos de trabalho artístico profissional, já atuou em diversos espetáculos teatrais, filmes, novelas etc.. Dentre as várias peças em que atuou, destacam-se "Besame Mucho", "A História do Homem"; "As Bruxas Estão Soltas" (diretor e ator);"Marido Bandeira 2" (ator, diretor e produtor) "O Santo e a Porca"; "Acorda, Brasil"; "Sua Excelência - O Candidato". Na televisão, em 1990, fez parte do programa "Rá Tim Bum", interpretando Esfinge e as pirâmides do Egito. Apresentou, em 1992, o programa "X-Tudo", da TV Cultura. No cinema, Norival Rizzo atuou em "Fogo e Paixão" (1988); "Opressão" (1993); "Um Céu de Estrelas" (1996). Na TV, também em 2008, participou da minissérie "9mm: São Paulo" (2008) e do telefilme "A Noiva", produzido pela TV Cultura. Em 2017, interpretou Fernando Henrique Cardoso no filme O Real - O Plano Por Trás da História.[3] FÁBIO ESPÓSITO - (Xepa) - ATOR Formou-se na escola de Arte Dramática ( EAD-ECA/USP) TEATRO (mais recentes) - ESPERANDO GODOT (2016) de Samuel Beckett. Direção: Léo Stefanini - AS CONCHAMBRANÇAS DE QUADERNA (2021-2023), de Ariano Suassuna, dir: Fernando Neves - BAIXA TERAPIA (2017-2023) dir.: Marco Antonio Pâmio. Com Antonio Fagundes. CIRQUE DU SOLEIL: -“THE BEATLES LOVE” Direção: Dominic Champagne – (2005-2006); personagem Dr. Roberts. -“QUIDAM” Direção: Franco Dragone – (2010) - Palhaço. PRÊMIOS: - PRÊMIO CPT (2008) - Melhor Elenco. A NOITE DOS PALHAÇOS MUDOS. - PRÊMIO FEMSA COCA-COLA (2009) – “melhor ator coadjuvante” – O MÉDICO E OS MONSTROS. - APCA (2012) - MELHOR ATOR Teatro Infantil. O MENINO QUE MORDEU PICASSO. - PRÊMIO FEMSA COCA-COLA E APCA (2014) – “melhor ator” O MENINO QUE MORDEU PICASSO. Wagner Freire – Iluminador - Light designer Inicia em 1989, operando a luz de O Senhor de Porqueiral, de Molière (1622-1673), Grupo TAPA. Integrado à equipe, desenha a luz das realizações seguintes: Nossa Cidade, de Thornton Wilder, em 1989, As Raposas do Café, de Antônio Bivar (1939) e Celso Luiz Paulini , em 1990, e Querô - Uma Reportagem Maldita, de Plínio Marcos , em 1992, todos direção de Eduardo Tolentino de Araújo (1954). Os seus trabalhos seguintes são: Almanaque Brasil, de Noemi Marinho, para o grupo Circo Grafitti, Van Gogh, texto e encenação de Marcia Abujamra (1959), protagonizado por Elias Andreato (1955); Áulis, de Eurípides, direção de Elias Andreato e Celso Frateschi (1952), e A Guerra Santa, de Luís Alberto de Abreu (1952), direção de Gabriel Villela (1958), este último rendendo-lhe seu primeiro Prêmio Shell de iluminação. Ilumina as óperas Madame Butterfly, de Giacomo Puccini, direção de Jorge Takla, e Os Pescadores de Pérolas, de Georges Bizet, direção de Naum Alves de Souza. DIEGO DAC. - CENÓGRAFO. Diego Dac é diretor de arte, cenógrafo e ator, formado pelo Centro de Pesquisa Teatral (CPT- SESC) sob direção de Antunes Filho. É diretor artístico do Palíndromo Coletivo Artístico, onde realizou os trabalhos de vídeo-dança. É idealizador do espetáculo de dança Severina, inspirado na obra de João Cabral de Melo Neto, contemplado pelo ProAC em 2021. Desde 2015 se dedica à cenografia e direção de arte de espetáculos teatrais, colaborando com diversos diretores e coletivos artísticos. MARICHILENE ARTISEVISKIS. - FIGURINISTA Fez figurinos dos seguintes espetáculos: Avenida Dropsie; A Dança do Universo; 17 x Nelson: O Inferno de Todos Nós; Espectros. Recentemente: Mary Stuart, direção Nelson Barkerville e Veraneio de Leonardo Cortez
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.