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PRONAC 2316768Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Exposição Itaitú - Cultura e Memória

41.205.595 ANDREA DUARTE DO NASCIMENTO
Solicitado
R$ 252,0 mil
Aprovado
R$ 253,2 mil
Captado
R$ 250,0 mil
Outras fontes
R$ 25,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

98.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
BA
Município
Jacobina
Início
2024-04-02
Término
2026-07-02
Locais de realização (1)
Jacobina Bahia

Resumo

Exposição permanente em casarão centenário no distrito Vila de Itaitú, em Jacobina/BA, visando documentar, reunir e preservar a memória da Vila, em sua diversidade cultural, étnica e paisagística, salvaguardando sua memória para as futuras gerações, contribuindo para a difusão da cultura da região, para uma educação patrimonial e ambiental, criando um espaço de cultura.

Sinopse

Trata-se de uma exposição multimidia sobre a Vila de Itaitu, ressaltando a Cultura e a Memória deste pequeno e importante distrito de Jacobina, Bahia. Está albergada em um casarão histórico restaurado na Praça da Matriz, nº02, no centro da cidade. Também teremos um site com todo conteúdo para partilha em ambiente virtual. O espaço foi setorizado para melhor compreensão do conteúdo levantado, a saber:- A história da Vila de Itaitu - sua gênese: a antiga Serra Azul atraiu tropeiros em busca da água devido a grande seca na região. Vamos conhecer os desdobramentos desta história.- Gente de Itaitu – povos originários, negros e brancos;- A Cultura do Piemonte da Chapada Diamantina – as festas, as artes, a gastronomia, a artesania, a diversidade cultural que emanada do encontro das raças;- Meio ambiente / Turismo ecológico e consciente – a bela região com seus mananciais de agua – rios, cachoeiras, rotas ecológicas, montanhas;- Diversidade Religiosidade – a região é formada por quilombolas, povos originários e brancos que ali fincaram raízes.

Objetivos

Objetivo Geral Criar uma exposição em caráter permanente no Distrito de Itaitu, que tem como função desempenhar o papel de guarda e registro da memória cultural, histórica e paisagística, e de atuar como difusor da cultura da região, comunicando histórias, manifestações populares, conhecimentos e saberes locais, modos de fazer e viver. Objetivo específico - Receber para visita guiada, com o apoio da Prefeitura e UNEB, cerca de 1.500 estudantes, ao longo do ano de 2025; - Receber cerca de 4.000 visitantes, locais e turistas, ao longo de 2025, de modo presencial; - Realizar 1 Roda de Conversa, aberta ao público, sobre o conteúdo da exposição e o processo de pesquisa e levantamento de informações, com a participação dos colaboradores locais que deram depoimentos contando historias da cidade, pessoas de referência, de um Professor convidado disponibilizado pela UNEB e do Historiador do projeto; - Ralizar um Sarau literário "Sou de Itaitú, e tú?", aberto ao público; OBS: A Roda de Conversa e o Sarau Literário são ações que serão realizadas em colaboração e com a parceria da UNEB - Unidade Jacobina, a Secretaria Municipal de Educação de Jacobina, a equipe principal do projeto e representantes locais.

Justificativa

A Vila de Itaitu, que já foi chamada de Serra Azul, revela um imensurável patrimônio cultural e ambiental. Distrito do município de Jacobina, localizada a cerca de 350 km de Salvador, no Território do Piemonte da Chapada Diamantina. Registros históricos indicam que a vila surgiu em meados do Século XVIII, com a exploração do ouro no sertão baiano. Mas também contam que uma forte seca na cidade de Jacobina fez com que parte da população migrasse para regiões próximas onde se encontrava água em abundância. Com diversos mananciais, privilegiada pela beleza natural, rodeada de belas paisagens, com uma exuberante morfologia geológica, formada por cadeias de serras, inúmeras elevações rochosas, vales, cânions e mais de 40 cachoeiras, sendo a mais famosa a Cachoeira Véu de Noiva. É a vila de pedras grandes, conforme dialeto indígena tupi-guarany, grupo que habitou a região ao lado dos Payayá, segundo relatos de Verusa de Sá, autora da publicação Do Coração de Jacobina: Relatos e Retratos de Itaitu (2003), principal fonte de informação para a construção desta proposta. Um território que tem muitas histórias a contar e um grande legado cultural e paisagístico que carece de registro e preservação. Com um rico contexto histórico, cultural e paisagístico, o Distrito de Itaitu constitui-se num enorme potencial turístico cultural e ecológico. Seu território é uma preferência turística para muitos admiradores e adeptos do ecoturismo, dos esportes radicais, da cultura e da história. Para aqueles que desejam sossego e contato com a natureza, sentir o friozinho que chega com o cair da tarde e que se prolonga na madrugada. Uma "cidade vila do interior", com Igreja, praça, pequenos restaurantes caseiros, e o encontro dos moradores nas portas de suas casas ao entardecer. Esse ar campestre tem atraído inúmeros turistas, o que por um lado é um fator de desenvolvimento local, por outro requer que a vila e seus moradores atentem para os cuidados necessários no que se refere a preservação natural, assim como das tradições, suas festas e manifestações populares, os modos de fazer e viver da população. O número cada vez maior de turistas acelera um processo de especulação imobiliária, que vem transformando a vila, com a construção de villages, loteamentos e casas. A vila vem enfrentando problemas decorridos da exploração turística, a exemplo do uso irregular e irresponsável da cachoeira Véu de Noiva, local de onde provém água da Vila, que inclusive resultou em uma manifestação do Ministério Público, em 2020, em prol da sua proteção. Neste sentido, a Exposição "Itaitu - Cultura e Memória" assume o importante papel de pesquisa, organização, exibição e guarda da memória, da riqueza cultural, ambiental e histórica, das singularidades e narrativas orais da comunidade de Itaitu. Com uma equipe multidisciplinar, que tem como função pesquisar, juntar, colher, mapear, registrar informações através de registro oral, fotográfico, documental, criando um acervo de memória da cultura do povo da Vila de Itaitu, fazendo relevo das suas contradições, passado e presente em permanente diálogo. Assim o registro e preservação do patrimônio material e imaterial da Vila de Itaitu se fazem urgentes, por conta da expansão turística, que é uma importante fonte de renda à população, mas principalmente pela necessidade de preservação, cuidado e difusão do patrimônio presente na região, e pelo importante trabalho de educação patrimonial e ambiental. Mas sobretudo, pela necessidade e desejo da população nativa de preservar a memória, identidade e a criatividade da sua população, de reconhecer seu potencial histórico, cultural e ambiental como fontes de riqueza e sustentabilidade. Segundo o Artigo 216 da Constituição Brasileira conceitua patrimônio cultural como sendo os bens "de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira". Segundo O IPHAN: "Nessa redefinição promovida pela Constituição, estão as formas de expressão; os modos de criar, fazer e viver; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico". Neste sentido, a Vila de Itaitu constitui-se inquestionavelmente num sítio de valor histórico, paisagístico, artístico e ecológico. Trata-se de um patrimônio natural e cultural, que necessita de registro e sistematização, colocando esse acervo a serviço da comunidade e do público visitante. Deste modo a ambiência da exposição foi concebida para despertar na comunidade o sentimento de pertencimento, identidade e conhecimento. A partir do reconhecimento das vozes da população nativa e dos que ali chegaram e se juntaram, potencializando os saberes e modos de fazer e de viver como patrimônio imaterial da Vila de Itaitu. Por outro lado, a ambiência da exposição se propõe a oferecer aos visitantes um espaço informativo, buscando a aproximação do público com o acervo, criando um espaço de conexão e de diálogo com o conteúdo que está sendo comunicado, e dessa forma poder contribuir para o uso sustentável desse patrimônio, para a preservação e manutenção dos saberes e fazeres das comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas, que tanto contribuíram para a formação dos costumes locais e que foram invisibilizadas no processo histórico. Por tudo que foi exposto e demais informações que ainda virão ao longo desta proposta, que o projeto Exposição Itaitu - Cultura e Memória, que tem como objetivo principal salvaguardar a memória da Vila de Itaitu e de sua comunidade, está sendo submetido ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, através da Lei 8313/91 para financiamento. O mesmo se enquadra no Art. 1º, em vários dos seus incisos, mas sobretudo no Inciso V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. O Inciso VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e o Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. De modo a cumprir a função cultural de registro e difusão da cultura da região de Itaitu, Jacobina/BA, o projeto se adequa aos objetivos previstos na referida Lei, Artigo 3ª, de acordo com os incisos II - fomento à produção cultural e artística, mediante: letra c) realização de exposições, festivas de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e letra d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Assim como ao objetivo do Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Tais objetivos estão inseridos no escopo do projeto, conforme indicado no item anterior desta proposta.

Estratégia de execução

Este projeto destina-se a implantação da Exposição Itaitu - Cultura e Memória em uma casa de arquitetura colonial, localizada no coração da vila, próxima a Jacobina, na Chapada Diamantina/BA, com raízes históricas que remontam o Século XVIII, momento áureo de exploração do ouro nas colônias portuguesas. Tem como propósito desempenhar o papel de guarda e registro do acervo histórico do município, e de difusor cultural na região. A Casa abrigará esta exposição de forma permanente, após o período de realização deste projeto. A AMUVA, - Associação de Mulheres do Vale das Arapongas, parceira e corealizadora deste projeto, pretendem também realizar, posteriormente, nos espaços, exibições de filmes nacionais através do acervo do Instituto Itaú Cultural, apresentações cênicas e musicais de bolso, oficinas, palestras, clubes de leitura e contações de história. Suas instalações contam ainda com um café, que comercializará produtos da gastronomia local e estão em vias de implantar uma cozinha escola voltada à formação de mulheres da vila, muitas delas provenientes da comunidade quilombola existente. A Vila de Itaitu preserva uma arquitetura colonial, que tem na Igreja Católica na Praça da Matriz uma importante representação da Companhia de Jesus, e portanto aponta para a presença dos jesuítas no território. Rodeada por casarões históricos, que também demonstram a presença portuguesa e a exploração dos povos indígenas e africanos no período colonial, o que reforça a diversidade na raiz dos costumes do local. Desde 1978 que o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia - IPAC realiza o movimento de registro das construções históricas, para viabilização do tombamento, a exemplo da Fazenda Medeiros, entre outras edificações, através do Inventário de Proteção do Acervo Cultural da Bahia, também conhecido como IPAC/SIC. Posterior ao período de extração do ouro, a principal atividade econômica das famílias a passa a ser a agricultura, com destaque para o cultivo da mandioca e da cana de açúcar, através da produção de farinha e rapadura. Ainda hoje existem alguns poucos engenhos históricos nas terras da região, com uma pequena produção local, que aquece afetivamente a memória local, sobretudo dos mais velhos. A produção de banana é um destaque atual da Vila, presente em quase todos os quintais, e fonte de renda para muitas famílias, através da comercialização do fruto e de seus derivados. Localizada numa área de transição ecológica, possui desde campos rupestres a plantas exuberantes, como a bambu-taboca, utilizada no artesanato e na construção de casas. Além de uma riqueza floral que ornamenta a região, com uma diversidade de sempre vivas da serra, nas cores branca, laranja, vermelha, rosa e amarela, juremas, são-joão, bromélias e ipês, e em especial a violeta, também chamadas de quaresmeiras, por conta da floração acontecer no período da quaresma, entre a quarta-feira de cinzas e o domingo de Páscoa. Seus córregos e trilhas também dão abrigo a diversas espécies de animais, como a raposa e o macaco-prego. Algumas espécies em extinção, que hoje habitam a memória dos antigos moradores, como o tatu-peba, também conhecido como paca, cutia, preá, veado e teiu. O que demonstra a diversidade presente na flora e fauna de Itaitu, mas também o resultado da interferência humana no meio ambiente. Do mesmo modo as grandes formações rochosas e cadeias montanhosas que remetem a milhões de anos de formação, detém um saber ancestral que favorece as práticas das medicinas populares e preventivas, principal alternativa de tratamento da população local. Como diz uma das Mestras da vila, D. Marinalva, “os remédios de farmácia ou tradicionais, quase não são usados em casa, até porque eles são feitos dos remédios do mato” (SÁ, 2003, p. 27). Um saber que se baseia na transmissão oral, através da presença de Mestres Populares que produzem remédios, essências, legítima fonte de cura e energia. Seus moradores preservam algumas das festas populares e religiosas mais conhecidas na região, as celebrações a São Roque, padroeiro da Vila, e a Festa do Divino Espírito Santo, na Igreja Matriz de Itaitu. A devoção a São Roque tem início nos anos 20, quando da epidemia da febre amarela, por ser considerado o santo dos enfermos. Comemorado no mês de agosto, quando ocorrem novenas, missas, cantorias e leilões de objetos e animais para contribuir na organização da festa. A festa do Divino Espírito Santo acontece entre os meses de maio e junho, ocasião em que os moradores se organizam para as celebrações e preparativos para o cortejo. Abre-se a candidatura para os encarregados dos cargos de Imperador e de Alfares (aquele que carrega a bandeira), as crianças assumem os papeis de anjos. Também mantém vivo o famoso Carrinho-de-Fita, que assim como a Festa do Divino, remete às origens portuguesas, as danças dos pares, semelhante a quadrilha. Acompanhada por cantorias, ao som da sanfona, pandeiro e do triângulo. Sr. Raimundo, Mestre da Dança das Fitas, é o organizador que transmiti os passos, como uma brincadeira, onde a “união é quem faz a força”. E é como esse chamado que ele mobiliza a criançada, como ele costuma chamar (SÁ, 2003). Outros festejos fazem parte da cultura da comunidade, a Festa de Reis, em janeiro, o Balaio Cultural, que acontece desde 2007, e atrai muitos turistas para região, a Feira de Arte, Cultura e Meio Ambiente de Itaitu, entre outros eventos culturais da Vila.

Especificação técnica

O Projeto expografico e a curadoria procuraram explorar os espaços de modo a definir temáticas para cada ambiente com disponibilizar os diversos conteúdos através de recursos tecnológicos diferenciados afim de proporcionar aos visitantes experiências sensoriais distintas e instigantes. Espaço 1 A história da Vila de Itaitu - sua gênese / Gente de Itaitu – povos originários, negros e brancos: •01 TV 42’ - junto com as fotografias emolduradas com conteúdo sobre a Vila de Itaitu •01 Parabólica Sonora com áudios referentes ao conteúdo desta TVs 42’ •01 Vitrine com a exposição de itens dos Povos Originários, dos Quilombolas e dos brancos que juntos deram origem a Vila de Itaitu. •Móvel para apoio administrativo. •01 TV 65’ – material áudio-visual – Documentário Vila de Itaitu - com moradores, estudiosos e personalidades da região da cidade. •20 bancos Espaço 2 Diversidade Religiosidade •01 projetor (com caixa de som) exibe a Cachoeira ‘Veu de Noiva’, uma das mais conhecidas da região, levando o espectador a contemplar a natureza. Neste espaço, o local será ambientado, onde as paredes serão pintadas artisticamente para criar o clima de meditação, respeitando a diversidade religiosa. Espaço 3 A Cultura do Piemonte da Chapada Diamantina / Meio ambiente / Turismo ecológico •01 TV 42’ onde serão transmitidas as imagens da região com seu potente meio ambiente, trilhas, cachoeiras, rotas ecológicas, festas da cultura popular, etc •01 Parabólica Sonora com áudios referentes ao conteúdo desta TV. •02 Vitrines com a exposição de itens dos Povos Originários, dos Quilombolas e dos brancos que juntos deram origem a Vila de Itaitu. •01 mesa 1.60x.80 com 08 bancos •Mapa de grande proporção (2.8 x 1.5) assinalando os pontos mais importantes da região: cachoeiras, rios, rotas turísticas.

Acessibilidade

Segundo dados IBGE da Pesquisa Nacional de Saúde (2015), cerca de 6% da população brasileira possui alguma deficiência (auditiva, visual, física ou intelectual), totalizando mais de 200 milhões de indivíduos. A maioria destas pessoas não têm acesso a produtos e atividades culturais, sendo privada do direito de participar da vida cultural, devido a barreiras físicas, comunicacionais e atitudinais. Neste sentido, é importante assumir a acessibilidade como princípio neste projeto, proporcionando acesso e conteúdo compreensível a qualquer pessoa, independente da condição física, comunicacional ou intelectual, assegurando a inclusão e uma ampla participação de pessoas com algum tipo de deficiência. Nessa direção o projeto terá na função de Coordenador do projeto, a ser contratado, uma pessoa PcD, artista, produtor cultural e morador da cidade. Acessibilidade física: Na reforma do imóvel, implementada por seus proprietários, foi inserido rampa de acesso da calçada para a casa e banheiro adaptado para PcD. Acessibilidade comunicacional: os materiais de divulgação e comunicação possuirão descrições #paratodosverem, em todos os posts de redes sociais e inclusão de legendas nos conteúdos da exposição. Acessibilidade atitudinal: em parceria com a UNEB e a Prefeitura de Jacobina, o projeto pretende realizar treinamento dos monitores no intuito de garantir que a acessibilidade faça parte do atendimento e das ações do projeto.

Democratização do acesso

A Exposição Itaitu, Cultura e Memória assume a premissa da Educação Patrimonial na sua gênese, como um importante recurso para a compreensão sócio-histórica das referências culturais em todas as suas manifestações, a fim de colaborar para o reconhecimento, valorização e preservação das manifestações culturais do Território. Além do entendimento de que os bens culturais estão inseridos nos espaços cotidianos da vida das pessoas, que os territórios são espaços educativos, e que as comunidades devem participar efetivamente das ações educativa. Em complemento às medidas de democratização de acesso, prevemos a adoção da seguinte medida de ampliação do acesso, conforme inciso VI do Art. 47 da IN nº 23/2025: realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores, através de colaboração e parceria com a UNEB – Unidade Jacobina e escolas da rede pública municipal e estadual de Jacobina, Itaitú e região. Nessa direção, o projeto garantirá acesso gratuito para estudantes e moradores nativos da Vila de Itaitu, para estudantes da rede pública da cidade de Jacobina e da UNEB – Universidade do Estado da Bahia, unidade Jacobina. Neste sentido, a equipe principal do projeto já iniciou diálogo com a Prefeitura de Jacobina / Secretaria da Educação e a UNEB Jacobina, para que garantam levarem seus estudantes para sessões de visitas guiadas, que serão previamente programadas. TOTAL ESCOLAS do MUNICÍPIO de JACOBINA - ENSINO MÉDIO: 38 UNIDADES 1. Sede do município de Jacobina: 19 2. Distritos: Zona rural: 11, Junco: 2, Cachoeira Grande: 1, Lages do Batata: 1, Caatinga do Moura: 1, Paraíso: 1, Itapeipu: 1 e Itaitu: 1

Ficha técnica

Coord. geral do projeto - Da Rin Produções /Virgínia Da Rin - (planejamento geral do projeto, organização e supervisão da equipe de trabalho, elaboração de cronograma, controles, plano logístico, visitas técnicas, contratações, prospecção e estabelecimento de parcerias e acordos de cooperação e colaborações institucionais, etc). 36 anos dedicados à criação, gestão e produção de projetos culturais, espetáculos e eventos nas diversas linguagens artísticas. Produziu Concertos Sinfônicos, 8 Óperas clássicas, cerca de 22 peças teatrais, Oficina Nacional de Dança Contemporânea - UFBA, Balé Teatro Castro Alves, Implantou e coordenou a produção do FIAC Bahia de 2008 a 2011. Produziu Eventos Especiais, shows no TCA, Concha Acústica e em grandes espaços públicos. É realizadora do Festival Video Mapping do Castelo, Produziu o festival “Julho em Salvador”- 8 edições, “Sua nota é um Show”, “Musica no Porto” -6 edições, “Segundas Clássicas” com Escola de Música-UFBA, Arquimemória 5 -IAB Ba e Faculdade de Arquitetura - UFBA, 400 anos de Cairu-Ba, 50 anos da UNB-DF, II Encontro Afro Latino de Ministro da Cultura para uma agenda afrodescendente para a américa latina e caribe Shows de Elza Soares e Carlinhos Brown; Produção da participação do Brasil no 3º Festival Mundial das Artes Negras em Dakar-Senegal, Festival Expotudo 5 - UNEB - Campus Cabula - SSA, Show Direitos Humanos e Liberdade com artistas Nacionais no Farol da Barra para 45 mil pessoas, Programa Qualificação em Artes em 32 cidades baianas e reúne certificados de Capacidade Técnica emitidos por Petrobrás, Sec. de Cultura -BA, Fundação Gregório de Mattos, Odebrecht, FIEB/SESI, IAB-Ba, Fundação Palmares, IPAC, Prefeitura de Cairú - BA, Unijorge, Cidade do Saber- Camaçari/BA, UNEB - Ba, etc. Curadora; Rose Lima (não remunerada com recurso incentivado) (definição do tema, conceito curatorial, pesquisa e escolha dos artistas, programação) Diretora artística executiva de espaços culturais, com experiência na organização de eventos de grande porte, festivais, exposições e mostras artísticas atualmente lidero a programação de três espaços distintos do Teatro Castro Alves : Concha Acústica, Sala Principal e Sala do Coro, alcançando um público anual de 420 mil espectadores com cerca de 250 espetáculos. Mestre em Políticas Culturais e especialista em Gestão Cultural Contemporânea, com mais de 15 anos de experiência em gestão de eventos culturais e de entretenimento, minha trajetória inclui a assinatura da curadoria e projeto expográfico de exposições destacadas, como: 'Alô, alô, Teresinha, 100 anos de Chacrinha'; 'Brennand, Mestre dos Sonhos'; 'Aos Olhos de Caymmi - Exposição de Canções Ilustradas'; 'Amados: Zélia e Jorge'; 'Êxodos' de Sebastião Salgado e 'Vozes do Brasil'. que celebrou os 50 anos do TCA. Participou da criação dos projetos permanentes do Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana e do Museu do Castelo de GarciaD'Ávila; Suellen Lopes dos Santos (criação do projeto expográfico): Arquiteta e urbanista, graduada pela Universidade Federal da Bahia, com ênfase em arquiteturas temporária. Experiência em desenvolvimento de projetos de arquitetura, urbanismo e artes visuais. Possui experiência no desenvolvimento de projetos de arquitetura, urbanismo e artes visuais, com foco principal no estudo das relações entre arte e arquitetura como meio de propagar a cultura brasileira. Atua desenvolvendo projetos executivos de arquitetura e casas de cultura em Salvador e região metropolitana. Projetos expográfico, nas áreas de artes visuais, com exposições permanentes, temporárias e em turnê por outros estados Brasileiros; Andrea Duarte (Produção e coordenação) Produtora cultural e Educadora popular: profissional com expertise em produção cultural, educação popular e comunicação social, com ampla experiência em planejamento, captação, execução e gestão de projetos culturais e educacionais. Seu trabalho é voltado para a criação de ações que promovem o acesso à cultura e o fortalecimento de comunidades. Com uma trajetória consolidada na organização de projetos, atuação com grupos comunitários e no desenvolvimento de atividades de arte-educação, busca valorizar saberes locais e promover a inclusão social. Sua atuação, que abrange diversas linguagens, como dança, cinema, literatura e artes visuais, tem como objetivo tornar a cultura e as artes mais acessíveis e transformadoras para o público. Lucas de Sá Barreto (visitas técnicas, planejamento técnico, especificações equipamentos e programas, supervisão montagens e execuções, equipe) Secretário Executivo – Universidade Federal da Bahia. | Experiência em Consultoria, Montagem de museus, Tecnologia para espaços museológicos, gestão e manutenção de espaços culturais, Tecnologia para Museus em patrimônios tombados. Expertise em manutenção de Exposições, englobando a área de T.I., bem como a área expositiva. Sólido conhecimento em aplicativos voltados para conteúdos expográficos. Consultor em T.I. para o Museu do Esporte Clube Bahia 2020, Salvador-Ba; Museu Wanderley de Pinho, Coordenação de Cenografia e Tecnologia da Exposição Imersiva: Frida Kahlo A vida de um Ícone - Salvador 2022, SP e RJ 2023, Coord. de Cenografia e Tecnologia da Exposição Imersiva: Van Gogh Live 8k - SP 2023, Coord. de Cenografia e Tecnologia da Exposição Banksy Sem Limites - São Paulo e Rio de Janeiro 2023, Criação de Aplicativo Interativo para a exposição Trans Laerte - Brasília 2023, Implementação do Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana e do Espaço Carybé de Artes 2016 .Consultoria, aquisição e instalação de equipamentos para implantação do museu da Fundação Garcia D’Ávila Praia do Forte/Mata de São João-Ba, do Memorial do Exército Brasileiro na 6ª Região de Comando – Salvador Ba;

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.