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Este projeto consiste na realização de uma exposição de arte contemporânea, acompanhada por um livro e pesquisa. A exposição será realizada em São Paulo, abrangendo 20 artistas brasileiras, de diferentes subjetividades, realidades, cidades e experiências que irão abordar a presença (ou ausência) das mulheres nas artes visuais, através de suas obras de arte. O acesso à exposição é gratuito. O projeto prevê ainda a realização de atividades da plataforma colaborativa e gratuita WOW - Women on Walls através da produção de 6 episódios de podcast e produção de um catálogo.
OBJETIVO GERAL Realização de uma exposição de arte contemporânea que aborde a presença, a porcentagem e o protagonismo das mulheres, nas mais diferentes subjetividades e linguagens, nas artes visuais no Brasil e pontos de ausência a serem melhorados para a equidade de gênero do mercado.A narrativa da exposição será embasada por uma pesquisa inédita aplicada no Brasil com duração prevista de 4 (quatro) meses. De cunho investigativo, a pesquisa fará um mapeamento do acervo dos 30 principais museus e galerias do país, pesquisa online com profissionais do mercado e com professores e alunos de instituições de ensino de arte, além da análise, em profundidade, comparando pesquisas internacionais com as nacionais, escuta digital e diagnóstico dos dados encontrados. Como resultado, a pesquisa irá identificar e atualizar a porcentagem das profissionais mulheres presentes em todas as esferas que formam a indústria da arte visual no Brasil e apontar soluções e novas metas para a equidade do mercado da arte, sugerindo futuros possíveis ao Brasil. OBJETIVO ESPECÍFICO- Mapear a presença das mulheres nas artes visuais nos acervos dos principais museus e galerias do Brasil; - Entender o percentual de mulheres como artistas, curadoras, galerias, produtoras dentro da indústria das artes visuais no Brasil; - Apontar soluções e metas para o universo das artes visuais do Brasil visando pluralidade e interseccionalidade nas atuações em exposições, festivais, feiras e demais eventos da área; - Criar um relatório em forma de livro a ser distribuído em território nacional, contendo todas as descobertas e resultados da pesquisa; - Explorar os resultados da pesquisa através de cenografia, informação em textos e gráficos e obras de arte de artistas convidadas para a exposição;- Divulgar os resultados, livro e exposição, por meio de assessoria de imprensa, postagens, podcast e seeding / presskit, a fim de gerar conversas ao redor do assunto, ativando agentes do mercado a fim de que juntos realizem revoluções e mudanças práticas no dia a dia. 1- Mostra de arte contemporânea Realizar uma mostra de arte contemporânea na cidade de São Paulo em local a ser definido. A exposição trará os resultados da pesquisa em forma de gráficos e informação e através de obras de arte na curadoria plural de 20 (vinte) artistas mulheres, de diferentes subjetividades, que representarão através de seus trabalhos, as conclusões sobre o papel, protagonismo e presença da mulher nas artes visuais. As artistas brasileiras, serão selecionadas a partir de critérios como diferentes subjetividades, realidades, cidades e experiências e irão abordar a presença (ou ausência) das mulheres nas artes visuais, através de suas obras de arte, com base na quantidade e pluralidade das mulheres nos acervos dos museus e galerias; em participação de exposições, festivais, feiras e eventos; nos cargos de liderança e poder; na visibilidade, reconhecimento e remuneração nos projetos físicos ou digitais, como em plataformas de marketplace e leilões; nas instituições de arte ou de ensino; e sua evolução ao longo dos anos até os dias de hoje. O projeto expográfico apresentará texto de parede de apresentação, linha do tempo com a evolução das mulheres nas artes, resultados da pesquisa, 20 a 30 obras de arte entre pintura, instalações, esculturas, bordado, colagem, fotografias e videoinstalações, e futuros possíveis para o universo das artes visuais. Público-Alvo, visitante da exposição:Mulheres;População em geral que valoriza as mulheres nas artes ou tem curiosidade sobre o assunto;Estudantes de cursos de arte e alunos em geral. As etapas para a realização da exposição consistem em: realização da pesquisa, realização da exposição, produção do livro, divulgação e lançamento. Nomes sugeridos para as artistas convidadas: Manuela Navas https://www.instagram.com/navas_manuela/ 1996- Jundiaí/SP Vive e trabalha em Caraguatatuba/SP Artista independente, mãe e estudante de artes visuais. Tem como fazer artístico fundamentado entre técnicas de pintura, fotografia e xilogravura, cujas temáticas principais são os corpos negros, o feminino e o maternar, seja em retratos ou cenas cotidianas, sendo os indivíduos afro diaspóricos, a existência como mulher e a reflexão nos entornos da maternidade, a base do seu trabalho, a partir de um olhar decolonial e afetivo. A artista busca a reflexão sobre a realidade que rodeia o povo brasileiro, da qual a mesma faz parte, como um exercício de pensar a própria existência, pensando do material para o metafísico, permeando assim as singularidades dentre o viver coletivo como mãe negra. Silvana Mendes https://www.instagram.com/sil.vana/ São Luís, MA, Brasil, 1991. Vive e trabalha em São Luís, MA, Brasil. Multiartista visual cuja prática se manifesta a partir de pesquisas sobre questões raciais, territórios e políticas de afirmação. Graduanda em Artes pela Universidade Federal do Maranhão, trabalha com colagem, pintura, video e fotografia na busca por novos significados para símbolos e narrativas visuais. Através de suas "afetocolagens", procura desconstruir as visualidades negativas e estereótipos impostos aos corpos negros no curso da história Afro-Atlântica. A artista também recorre ao muralismo e ao lambe como suportes para a disseminação daquilo que considera uma "didática artística descolonizadora", procurando debater os lugares de poder nas obras de arte, a elitização e o recorte social/racial dos movimentos artísticos. Yacunã Tuxa https://www.instagram.com/yacunatuxa/ Sandy Eduarda S. Vieira (Floresta, Pernambuco, 1993), mais conhecida como Yacunã, é uma ativista e artista do povo indígena Tuxá de Rodelas, Bahia. Ilustradora, pintora e colagista, destaca-se por suas ilustrações digitais que retratam a pluralidade das mulheres indígenas. A intersecção entre raça, gênero, sexualidade e política são temáticas recorrentes em seus trabalhos. A tecnologia e as mídias sociais converteram-se na sua principal ferramenta na luta antirracista, permitindo visibilizar a luta, cultura, saberes e a diversidade dos povos indígenas através da arte. Usando softwares livres como suporte, a artista cria artes diretamente influenciadas pela espiritualidade, memória e sabedoria das anciãs do seu povo. As suas obras já foram expostas em importantes instituições nacionais como a Pinacoteca do Estado de São Paulo (Exposição Véxoa: nós sabemos, curadoria de Naine Terena, 2020-2021) e o Museu de Arte do Rio _ MAR (Imagens que não se conformam, curadoria de Marcelo Campos e Paulo Knauss, 2021-2022). Castiel Vitorino https://www.instagram.com/castielvitorino Castiel Vitorino Brasileiro ( 1996 ). Artista plástica, escritora e psicóloga clínica formada na Universidade Federal do Espirito Santo. Mestra em psicologia clínica pela PUC-SP. Em sua prática multidisciplinar, Castiel estuda o mistério entre vida e morte, a chamada Transmutação, e as formas de se locomover entre essas zonas existenciais. Seu pertencimento familiar na diáspora Bantu-brasileira é o fundamento articulado em suas pesquisas sobre medicinas e espiritualidade interespecífica (entre formas de vidas diferentes). Castiel é autora do livro "Quando o sol aqui não mais brilhar: a falência da negritude" ( 2022), e participou de exposições coletivas e individuais no Brasil, nacionais e internacionais. Sua mais recente exposição individual aconteceu na cidade de Nova York, com o título de "Relembre-se de Quando Conversamos sobre o nosso Reencontro" na galeria que te representa, a Mendes Woods. E Castiel é uma das artistas a participar da 35 Bienal de São Paulo. Nasceu em Fonte Grande. Vitória/Espirito Santo - Brasil. Larissa de Souza https://www.instagram.com/azuoslarissa/ Larissa de Souza (São Paulo - 1995), artista autodidata, em sua pintura majoritariamente figurativa, concentra-se na imagem da mulher afro diaspórica em seu universo particular e coletivo. Sua pintura carrega a história das mulheres de sua linhagem e a força de muitas outras. Em 2016, começou a trabalhar em uma loja de materiais artísticos, onde aprendeu mais profundamente sobre aspectos específicos de cada tipo de material e técnicas diversas. Logo depois, passou a trabalhar como assistente no ateliê da mesma loja. Desde a infância interessava-se pelo desenho e encantava-se com os grafites da cidade de São Paulo. Foi durante a pandemia de 2020 que teve a oportunidade de dedicar-se a produzir seus próprios trabalhos. Kika Carvalho https://www.instagram.com/kikacarvalhokika/ Vitória, ES, Brasil, 1992. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Graduada em Artes Visuais (Licenciatura) pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES. Sua prática artística se materializa em diferentes suportes, técnicas e escalas, com uma pesquisa atenta em torno da cor azul, que pode estar relacionada tanto com as paisagens da cidade-ilha onde nasceu, como com aspectos da história da pintura. Sua obra é atravessada por questões ultramarinas de presença e ausência, tão caras à diáspora Atlântica. Sua produção também é entrecruzada por algumas experiências, como a prática de pintura urbana e a arte educação; além da participação em programas de residências artísticas, como: Angola AIR - Espaço Luanda Arte (2022); Outra Margem (2021); Vila Sul - Instituto Goethe de Salvador (2020); e Malungas (2018), com a artista brasileira Rosana Paulino. Élle de Bernardini https://www.instagram.com/elleiote/Itaqui, RS, Brasil, 1991. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Formada em ballet clássico pela Royal Academy of Dance de Londres, Élle é uma mulher transexual com uma produção permeada por sua biografia. Suas obras encontram-se no cruzamento da história da humanidade e da arte com questões de gênero, sexualidade, política e identidade. 2- Pesquisa Pesquisa inédita exploratória e informativa, de atualização da porcentagem, presença e participação das mulheres no mercado das artes visuais no Brasil. Será realizado um mapeamento dos 30 principais museus do país, além de entrevistas em profundidade com pessoas chave do mercado e pesquisa online quantitativa com profissionais e espaços de arte do Brasil. Além de desk research (pesquisa de computador) comparando as pesquisas internacionais com as nacionais, escuta digital e diagnóstico para apontar soluções e sugestões de futuros possíveis para equidade de gênero do mercado no Brasil. Metodologias utilizadas: — Desk research: pesquisa de dados secundários, estudos internacionais, artigos e afins; — Escuta digital: mapeamento de conversas, memes, objetos culturais que sejam relevantes para o nosso estudo; — EPs instituições: 30 conversas com tomadores de decisão dentro das instituições (museus, fundações e galerias); — Painel quantitativo: questionário, de 15 a 20 min de preenchimento, máximo 3 perguntas abertas, base amostral; — Análise e diagnóstico em report; 3- Livro Produção de um livro contendo o resultado da pesquisa, as artistas participantes e catálogo das obras selecionadas, seguido de divulgação e lançamento. A partir dos insumos da pesquisa e das obras participantes da exposição, será criado um conteúdo precioso para a elaboração de uma publicação impressa acompanhada por uma versão digital e em áudio book. A proposta é que o livro seja um grande compilado, resumindo todo o relatório da pesquisa, a catalogação da exposição, além da apresentação do propósito da plataforma WOW - Women on Walls (proponente deste projeto) finalizando, com os apontamentos que também serão trazidos pela exposição com soluções e futuros possíveis para o universo das artes visuais. O livro tem as seguintes características gráficas:Capa 4pg 4x0 Papel couchê brilho 150grs 186x253 360x245 laminação fosca frente, refilados; Papelão 15 180x245 360x245;14 cadernos de 16 páginas, 4x4, em papel couchê fosco 150 grs 180x245 360x245 refilados, dobrados, verniz à base de água fosco, total frente e verso;Guardas em papel color plus escuro 180g 180x245 360x245 refilados e dobrados;1 caderno 16 páginas 4 x 4 em papel couchê fosco 150grs.verniz à base de água fosco, total frente e verso;240 páginasTiragem: 1.000 exemplares 4- Realização de performance Em complemento a exposição, será realizada uma roda de conversa e duas performances durante o período da mostra, para ativação e circulação de visitantes no espaço. 5- Projeto educativo Criação de um material didático que será servido ao educativo da instituição parceira ao projeto que acolherá a mostra, para visita guiada de público em geral ou estudantes da rede pública ou privada. 6- Atividades realizadas pela plataforma WOW _ Women on Walls WOW - Women on Walls é uma plataforma colaborativa e gratuita de aprendizagem, conexão e incentivo para o reconhecimento e crescimento profissional das mulheres nas artes visuais, sejam elas artistas, curadoras, produtoras, ou pertençam a demais cargos dentro do segmento. A plataforma, que cria e distribui conteúdo, 100% gratuito, por meio de múltiplos canais, como Instagram, Facebook, Linkedin, Youtube, site e Whatsapp, tem como intuito mapear as potencialidades femininas nas artes, através de notícias atualizadas e da disposição de um diretório com os perfis das mulheres que trabalham nas artes visuais no Brasil, abrangendo suas diferentes realidades, subjetividades e experiências, e ampliando suas oportunidades de contratação no mercado das artes visuais. Como uma rede social exclusiva para o público feminino nas artes visuais, a plataforma possibilita a interação e a coparticipação de uma comunidade exclusivamente formada por mulheres, cis ou trans, e gera uma experiência unificada, coordenada por um time também composto 100% por mulheres. Criado no período da pandemia e implementado em 2022, o WOW - Women on Walls é uma idealização da curadora de arte e fundadora Marina Bortoluzzi, que tem mais de 12 anos de experiência no mercado da arte contemporânea e urbana. A plataforma WOW - Women on Walls tem como objetivos gerais: - Impulsionar a jornada artística das mulheres, por meio de recursos, ferramentas e educação; - Promover a irmandade entre as mulheres, estabelecendo diálogo e visibilidade entre projetos da mesma finalidade, trocando a competição e violência pela união e o respeito; - Atualizar e incentivar o mercado das artes com informação e um data-base em constante evolução para alargar e ocupar espaços, alcançando mais equidade na cena e mais igualdade como sociedade; - Gerar uma rede de apoio profissional e emocional para o fortalecimento e empoderamento das mulheres nas artes visuais. Para a realização desta proposta, durante o período de 4 meses, a plataforma realizará as seguintes ações: - Postagem do conteúdo nas redes sociais da plataforma WOW - Women on Walls (45.000 seguidores), com adaptação para Instagram, Facebook e Linkedin. - Produção de podcast com 6 episódios que irão desmembrar a temática da exposição e da pesquisa, com convidadas especiais, para expandir os conhecimentos gerados do projeto em outros formatos, com transmissão via Spotify e Deezer. - Produção de um catálogo em formato diferenciado, contendo trabalho de 50 (cinquenta) artistas convidadas representando mensagens positivas e dicas para situações que as mulheres vivenciam no mercado das artes.
As ações previstas nesta proposta se enquadram nos seguintes incisos do Art. 1°, da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. A proposta visa ainda atender os objetivos descritos nos seguintes incisos do Art. 3°, da lei mencionada acima: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Esta proposta consiste na realização de uma exposição e um livro, a partir da realização de uma pesquisa, que tem como relevância e pertinência a incansável luta pela equidade no mercado das artes visuais, através do movimento de reparação e retomada do protagonismo das mulheres, cis e trans, nas exposições, galerias, museus, instituições, aparelhagens e demais possibilidades de atuação na indústria da arte contemporânea e urbana. Apesar da participação das mulheres no campo profissional ser muito discutida em teoria, na prática, segundo o instituto Artnet News (dados de 2021), as mulheres ainda representam apenas 5% do mercado das artes visuais, no mundo. Em 2022, de acordo com a pesquisa realizada pelo Burns Halperin Report (divulgada em 2023), as obras de arte no mundo tiveram um total de vendas de US$ 11 bilhões, sendo apenas US$ 1 bilhão de vendas por artistas mulheres (9,3% do montante total). A pesquisadora Bruna Fetter, em divulgação na Arte Brasileiros (2018), afirma que não há registro de instituição brasileira que tenha em seu acervo mais do que 30% de obras de artistas mulheres em suas coleções. Nesta indústria das artes visuais, infelizmente, as mulheres ainda são minoria. Se formos ainda inserir outros marcadores sociais, como mulheres racializadas, negras ou indígenas, esse número diminui drasticamente. A exposição e livro surge para endereçar esse problema, atualizar os dados do mercado e trazer soluções e explanações de futuros possíveis para a maior participação das mulheres nos espaços de atuação nas artes visuais.
LIVRO O livro tem as seguintes características gráficas: Capa 4pg 4x0 Papel couchê brilho 150grs 186x253 360x245 laminação fosca frente, refilados; Papelão 15 180x245 360x245; 14 cadernos de 16 páginas, 4x4, em papel couchê fosco 150 grs 180x245 360x245 refilados, dobrados, verniz à base de água fosco, total frente e verso; Guardas em papel color plus escuro 180g 180x245 360x245 refilados e dobrados; 1 caderno 16 páginas 4 x 4 em papel couchê fosco 150grs.verniz à base de água fosco, total frente e verso; 240 páginas Tiragem: 1.000 exemplares
EXPOSIÇÃO Acessibilidade para a o espaço expositivo: As ações presenciais serão realizadas em espaços físicos públicos já construídos (museus e/ ou espaços culturais) e em utilização. Portanto, serão respeitadas as políticas de uso do espaço e conservação adotados por essas instituições, e priorizadas as instituições que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços como rampas e banheiros acessíveis. Serão reservados espaços livres e assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em locais diversos, de boa visibilidade, próximos aos corredores (quando for o caso), devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução de saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, e garantido a acomodação de no mínimo 1 (um acompanhante), seguindo o disposto no art. 44 § 1º, § 3º e § 4º, da Lei 13.146, e o Decreto 9.404 de 2018. Na planilha orçamentária os recursos para despesas relacionadas à sinalização estão contemplados na rubrica “divulgação”. Acessibilidade para deficientes visuais As ações presenciais serão realizadas em espaços físicos públicos já construídos (museus e/ ou espaços culturais) e em utilização. Portanto, serão respeitadas as políticas de uso do espaço e conservação adotados por essas instituições, e priorizadas as instituições que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços como rampas e banheiros acessíveis. Na realização das performances contaremos sempre com, no mínimo, 2 educadores por performance de forma a garantir assistência.Para as apresentações serão contratados serviços de audiodescrição para o atendimento desse público sempre que houver necessidade. Os registros videográficos contarão com o recurso de audiodescrição. Serão reservados espaços e assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, e contaremos com educadores treinados aptos a auxiliar. Na planilha orçamentária o serviço de audiodescrição encontra-se na rubrica “audiodescrição”, e o treinamento de equipe na rubrica “treinamento”. Despesas relacionadas à sinalização estão contempladas na rubrica “divulgação” Acessibilidade para deficientes auditivos Será disponibilizado um intérprete de libras para os colaboradores e visitantes. Para os registros videográficos serão inseridas janela de libras para atingir o público com deficiência auditiva que não é oralizado e legendagem descritiva para o público com deficiência auditiva e que é oralizado. Na planilha orçamentária estão inseridas as despesas para a contratação do intérprete de libras na rubrica “intérprete de libras”, as despesas para a janela de libras estão em “intérprete de libras” e para a legendagem descritiva está em “legenda descritiva”.
Todos os produtos apresentados na proposta garantem a democratização de acesso, atendendo ao disposto na IN Nº 1/23, em seu artigo 27, inciso II, uma vez que seu plano de distribuição atende ao estabelecido ofertando: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Em complemento, prevê a adoção de 3 medidas previstas no artigo 28, quais sejam: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Marina Orofino Bortoluzzi - dirigente da instituição - CPF: 039.122.259-74 Função: Responsável pela direção de curatorial e criativa de todo o projeto Marina Bortoluzzi é curadora de arte e pesquisadora contemporânea. Mestranda no Programa de Pós-graduação em Estética e História da Arte pela USP, São Paulo; graduada pela Universidade do Sul de Santa Catarina em Publicidade e Propaganda; com Pós-gradução em Marketing de Moda, pela ESPM, Porto Alegre; e especialização em Cool Hunting, pela Polimoda, Florença - Itália. Tem mais de 20 anos de experiência em planejamento e consultoria. Foi palestrante no South by Southwest, em Austin - Texas em 2014; contribuidora para portais de tendências como WGSN, JWT Intelligence e Protein; e assina curadoria de exposições de arte no Brasil, Rússia, Alemanha e Estados Unidos. É fundadora do WOW - Women on Walls (@womenonwalls.co), plataforma colaborativa e mundial de aprendizado, reconhecimento, financiamento e crescimento profissional para mulheres nas artes visuais. E tem mais de 12 anos de experiência no mercado das artes visuais, realizando projetos inovadores no meio, especialmente na cidade de São Paulo. Recentemente, foi responsável pela direção curatorial da exposição "Mulheres que mudaram 200 anos" realizada simultaneamente em 7 unidades e cidades diferentes da Caixa Cultural no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza), entre janeiro e maio de 2023. Nasceu em Florianópolis / SC, 1983, mas mora e trabalha em São Paulo / SP desde 2010. Bianca Zaltman Sadcovitz - Curadora-Adjunta e Coordenadora do Conteúdo Editorial - CPF: 124.111.427-73 Responsável pelo conteúdo e textos da exposição e na assistência ao convite às artistas. Responsável pelo editorial das postagens no Instagram e nas redes sociais do WOW(@womenonwalls.co) e também pelo roteiro dos episódios do podcast, assim como na curadoria das convidadas para o podcast. Bianca Zaltman Sadcovitz é graduada em Desenho Industrial pela PUC Rio e atua como curadora desde 2014. Com um histórico de trabalho em galerias de arte no Rio de Janeiro, fez a curadoria e produção de uma série de iniciativas que visam ampliar o reconhecimento do trabalho de artistas independentes. Sua pesquisa analisa diferentes ecossistemas da arte pelo mundo. Seu interesse está no transitar entre galerias, feiras de arte, museus e espaços independentes, e em apoiar artistas sem representação. Nesse processo, já trabalhou em Christchurch (NZ), Nova Iorque (EUA), Montreal (CN) e Tel Aviv (IL). É mestranda no programa virtual International Curatorial Program pela Node Center. Atualmente, atua como arte educadora, coordenadora de conteúdo e platform management para o WOW - Women on Walls. Barbara Alves de Sousa - Curadora adjunta - CPF: 436.758.098-97 Responsável pelo conteúdo e textos da exposição e na assistência ao convite às artistas. Bárbara Alves de Sousa é jornalista com interesse em cultura, artes visuais e sociedade. Atuou em agências publicitárias na área de planejamento e conteúdo. Possui experiência na análise de tendências e comportamentos para gerar conteúdo e conversas para marcas. Em 2019, fundou o Descolonizarte, portal focado na divulgação de artistas racializados. Já trabalhou no Núcleo Memória, ONG ligada a preservação da memória política da ditadura militar e como social media do Nós, Mulheres da Periferia, coletivo de jornalismo que cobre as vivências das mulheres periféricas de São Paulo. Atua como criadora de conteúdo e social media jr. para WOW - Women on Walls. Louise Winkler Freshel - Designer - CNPJ: 35.810.406/0001-14 Equipe de design responsável por toda a identidade visual do projeto, para a exposição e livro, assim como materiais de apoio, presskit / brinde e imagens de divulgação. ouieieee é um estúdio criativo, baseado em São Paulo, liderado por mulheres, fundado por Louise Winkler Freshel. Louise é diretora de criação e designer com experiência adquirida em marketing, publicidade e criação de filmes. Ela também co-fundou a Tripé, uma empresa coletiva de audiovisual com uma abordagem jovem e dinâmica para produção de conteúdo. O estúdio trabalha com mais de 50 marcas, pequenas e grandes, criando seus visuais e dando origem a suas personalidades, por meio de soluções criativas em design de marca, conteúdo, produto e experiência. O estúdio ouieieee, através da Louise, é responsável por toda a identidade e comunicação visual do WOW, assim como design da plataforma e do conteúdo nos diversos canais do projeto. Silva Schutz Advocacia - Assessoria jurídica - CNPJ: 34.563.610/0001-15 Responsável por todas as minutas de contratação da equipe e fornecedores. Loraine Derewlany - Produtora administrativa - CNPJ: 19.696.193/0001-95 Responsável por toda a administração e parte financeira do projeto. Marly Porto - Administrativo institucional - CNPJ: 01.976.838/0001-88 Responsável pela elaboração do projeto e relações institucionais e de comunicação junto ao Ministério da Cultura, assim como, pela elaboração da prestação de contas final. Marly Porto atua no campo do estudo e pesquisa sobre fotografia brasileira, seus processos, práticas e teorias, há mais de 20 anos. Mestre em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo é autora do livro "Eduardo Salvatore e seu papel como articulador do fotoclubismo paulista" (2018). Curadora da Coleção de Fotografias Brasileiras Contemporâneas da Bibliotèque nationale de France (BnF) é também a coordenadora do Festival Photothings. Desenvolveu a área de projetos artísticos para o Institut d’ Education et des Pratiques Cittoyennes (IEPC), instituição que reúne 13 creches para crianças de 0 a 3 anos, localizadas em Aubervilliers (França, 2018-2020). Como palestrante participou da conferência organizada pelo Museum of Modern Art (New York, 2017) In black and white: photography, race and the modern impulse in brazil at midcentury entre outras, ministradas em São Paulo (Brasil), Zagreb (Croácia) e Ciudad de Mexico (México). Assina a coordenação de inúmeros livros, exposições e seminários sobre fotografia. Responsável pela elaboração de vários projetos desenvolvidos exclusivamente para clientes como Instituto Embratel, C&A, Instituto Brasil Solidário, Galeria Vermelho, Galeria Jaqueline Martins, Fundação Memorial da América Latina, entre outros. Natalia Moutinho dos Santos Deganello / Moutix Serv. Contábeis - Contador - CNPJ: 11.962.133/0001-65 Responsável pela contabilidade do projeto, garantindo sua regularidade. Float: empresa responsável pelo desenvolvimento da pesquisa A Float nasceu da intersecção de estratégia, produção de conteúdo e experiências de aprendizado. A empresa usa diferentes ferramentas de pesquisa e inovação para criar novos cenários e imagens de futuro. Os sócios Lucas Liedkee André Alves tem mais de 20 anos de experiência no segmento, trabalhando para clientes como Google, Olympikus, Youtube, Ambev, Spotify, Quem Disse Berenice, Nestlé, entre outros. Junto a eles, um time multidisciplinar, de mulheres, espalhado por todo Brasil, coordena as investigações e será fundamental para a condução da pesquisa deste projeto.
PROJETO ARQUIVADO.