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O projeto consiste na reconstrução da Escola São Carlos, de Dona Francisca, RS, para transformar o prédio histórico em Centro Cultural. A escola construida pela comunidade e administrada pelas Irmãs Palotinas do Brasil, em 1990 foi alvo de um incêndio, tendo parte de sua estrutura comprometida. Salvaguardar a história e valorizar o patrimônio, que é de fundamental relevância para a formação identitária da cultura da região, fazendo com que seus elementos físicos e imateriais não se percam com o tempo, é a premissa.
CRONOGRAMA DO PROJETO DO CENTRO CULTURAL DA ESCOLA SÃO CARLOS - DONA FRANCISCA, RS A antiga Escola São Carlos de Dona Francisca, RS, será reconstruída a partir das ruinas de uma parte do prédio que foi sinistrada na década de 90. A parte sinistrada "Bloco 1", vai dar vida ao CENTRO CULTURAL ESCOLA SÃO CARLOS (projeto sendo apresentado a Lei Rounet para captação de recursos) e, os blocos 2 e 3 receberão salas administrativas e gabinetes da Prefeitura Municipal de Dona Francisca (projeto dos espaços administrativos serão realizados com recursos próprios da prefeitura). O projeto de reconstrução da antiga Escola São Carlos para ser transformada no Centro Cultural Escola São Carlos, será desenvolvido 4 etapas. São elas: ETAPA 1 – PRÉ-PRODUÇÃO (2 meses) – Nesta etapa serão desenvolvidas as seguintes atividades: - Seleção dos fornecedores; - Elaboração dos contratos; - Contratação das empresas que irão executar as obras; - Aquisição de materiais e equipamentos; - Criação da marca do projeto e arte final. ETAPA 2 – EXECUÇÃO DA OBRA (12 meses) – A execução da obra será subdivida em outras etapas. São elas: - Serviços técnicos (3 meses); - Serviços iniciais (2 meses); - Reforço estrutural e estruturas complementares (4 meses); - Pisos e pavimentações (6 meses); - Alvenaria externas e internas/divisórias/revestimentos (6 meses); - Coberturas/telhados (3 meses). ETAPA 3 – COMUNICAÇÃO E MARKETING (12 meses) – A comunicação será realizada durante todo o período de execução da obra, buscando dar conhecimento a comunidade das distintas fases da construção. As estratégias de comunicação serão por meio de: - Mídias digitais (facebook, instagram, youtube) - Será criada uma fanpage em nome do projeto; - Distribuição de releases nas mídias tradicionais (jornais, rádios e TVs) - Banner para empacotamento do prédio durante as obras. - Elaboração de folders institucionais. ETAPA 4 – AVALIAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS (2 meses) – Nesta etapa serão organizados os relatórios físicos e financeiros para a prestação de contas.
OBJETIVO GERAL: Reconstruir a antiga edificação da Escola São Carlos de Dona Francisca, RS para transformá-la em um Centro Cultural, referência na preservação da memória e espaço de fruição cultural na região da Quarta Colônia do Rio Grande do Sul. OBEJTIVOS ESPECÍFICOS: - Reconstruir a estrutura incinerada da antiga Escola São Carlos, de Dona Franciscca, RS; - Criar um Centro Cultural para preservar a memória e história do município e região; - A partir da reconstrução da Escola São Carlos, criar espaços para eventos educativos, artísticos e culturais; - Contribuir para o desenvolvimento cultural e turístico do município de Dona Francisca, para que seja um polo de desenvolvimento humano e referência de cultura da região da Quarta Colônia do RS.
O território da Quarta Colônia abrange nove municípios gaúchos da região central do Rio Grande do Sul (Faxinal do Soturno, Restinga Seca, Silveira Martins, Dona Francisca, Nova Palma, Agudo, São João do Polêsine, Ivorá e Pinhal Grande) e, embora a imigração italiana seja predominante, há diversas outras etnias que habitam a região, convivendo em harmonia e com respeito as diversidades. E, para além dos imigrantes europeus há na região comunidades Quilombolas e Indígenas. Atualmente o que une tanta diversidade e que dialoga com todas as comunidades é o conceito de GEOPARQUE pois, em 2023, a região passa a ser reconhecida pela UNESCO como Geoparque Mundial. Geoparque "é um território com limites definidos geograficamente, com uma estratégia de desenvolvimento sustentável baseada na conservação do patrimônio geológico, em associação com os restantes elementos do patrimônio natural e cultural, com vista à melhoria das condições de vida das populações que habitam no seu interior". De modo primordial, é um local com relevância geológica internacional, incluindo também bens naturais e culturais. Ampliando a conscientização sobre a importância destes locais, os geoparques fortalecem a identificação das pessoas com o território e estimulam novas oportunidades de desenvolvimento econômico sustentável. A Educação Patrimonial no geoparque pode impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável da região, pois, ao aumentar a conscientização sobre a importância dos recursos naturais e culturais presentes no território, a educação incentiva a valorização desses recursos, promovendo práticas sustentáveis de uso e conservação. Isso pode resultar na criação de novas oportunidades de emprego e negócios relacionados ao turismo geológico, à educação ambiental e à valorização do patrimônio local. Portanto, investir em ações educativas, artísticas e culturais é essencial para o sucesso e a relevância de um Geoparque. E é nesse cenário que a reconstrução da Escola São Carlos, de Dona Francisca, se apresenta como bem material e imaterial para salvaguarda de histórias e memórias, além de garantir formação, produção e difusão da identidade cultural da Quarta Colônia do RS. Assim, o Centro Cultural Escola São Carlos, se apresenta como um bem cultural de fundamental importância num processo de desenvolvimento regional de padrão internacional, que irá agregar valores simbólicos e econômicos para o desenvolvimento sustentável da Quarta Colônia, em consonância com outros oito municípios que integram o Geoparque. A importância de preservar um patrimônio histórico está diretamente relacionado a expressão da cultura e da identidade de um povo. Manter a memória viva, traz para o presente um passado que se considera digno de preservação, tendo relação direta com a história de cada um, ainda que de modos distintos. Reconstruir a antiga Escola São Carlos para transformá-la num espaço de fruição cultural para preservação da memória e salvaguarda cultural é de fundamental relevância para a formação identitária do município de Dona Francisca e, consequentemente, para a Quarta Colônia do Rio Grande do Sul. Por outro lado, reconstruir a edificação e resgatar a história para preservar a memória, gerando novas demandas e novos sentidos para uma transformação social por meio da arte e de processos formativos contemporâneos, amplia a dimensão simbólica da ação. Revisitar a história, preservar a memória e promover espaços para o pleno exercício da cidadania por meio das diferentes expressões artísticas, garantindo a democratização do acesso à arte e a cultura, contemplando a diversidade cultural da região, independente de etnia, religião ou cor, é a premissa. A antiga escola iniciou suas atividades em 1933, pelas Irmãs Palotinas e durante décadas foi destaque de educação e cultura para a comunidade local e regional, importante referência ao seu passado de fé e trabalho. A edificação que sofreu um sinistro em 1990, está entrelaçada à história dos municípios e seu desenvolvimento, adentrando-se à trajetória da cultura material e imaterial da região e, assim, carrega uma imaterialidade muito forte, de religiosidade, pertencimento, recordações e memórias, justificando sua reconstrução pela importância de manter viva a trajetória da escola perante a sociedade. A renomada instituição educou diversas gerações, tendo relações ao contexto da época, não só regional, como internacional, pois foi berço das Irmãs Palotinas vindas da Itália em 1933, tornando Dona Francisca o primeiro local de sua fixação na América do Sul. Segundo relatos de pessoas que viveram e participaram do processo de construção da escola, passando pelos áureos tempos da instituição e testemunhando sua decadência que culminou com um sinistro em 1990, registrados em artigo de mestrado em patrimônio cultural da UFSM _ Universidade Federal de Santa Maria (RECK, Daffine Natalina - "Escola São Carlos de Dona Francisca: o berço das irmãs Palotinas no Brasil" - 2021,) é indiscutível a importância e significado da instituição no desenvolvimento educacional, cultural e econômico do município. Reconstruir para resgatar essa memória, com certeza, contribuirá para o aumento da autoestima da população do município, visto que a entidade foi referência em educação e orgulho para os cidadãos de Dona Francisca durante seu auge. Desta forma, a expectativa de ver a edificação reconstruída, como resgate histórico e, por outro lado, gerando novos olhares para o futuro, com vistas na promoção da cultura e da educação, dentro do conceito inovador de GEOPARQUE MUNDIAL, coloca Dona Francisca no centro do desenvolvimento regional da Quarta Colônia e uma forte candidata a ser um dos principais destinos do turismo cultural e geológico da região. Assim, desde que prefeitura adquiriu o prédio, iniciou-se uma grande mobilização na comunidade na busca de alternativas para viabilizar o ambicioso projeto criado pelo arquiteto urbanista Marcos Seeber Müller a partir de muitos encontros, reuniões e consultas com representantes de diversos setores da sociedade de Dona Francisca. O resultado foi pela busca de uma intervenção modernista no prédio, sem perder as características originas e sua história. O Centro Cultural Escola São Carlos, se transformará em uma pinacoteca, com espaço multicultural de formação e eventos de música, artes cênicas, literatura e artes visuais. E é esse movimento que gerou demanda para busca dos recursos junto as Leis Federais de Incentivo (Rouanet), para garantir a execução, conclusão e entrega do Centro Cultural a comunidade, em médio prazo. Considerando a complexidade e as dimensões do projeto, somente com incentivos será possível a construção do edifício, que futuramente receberá novos projetos para otimização do espaço e, consequente, democratização do acesso a arte e a cultura pela comunidade. Desta forma o projeto se enquadra, conforme Art 3º como PATRIMÔNIO CULTURAL MATERIAL E IMATERIAL. e) preservação, restauração, manutenção, readequação ou revitalização de equipamentos culturais ou edificações destinadas a preservação de patrimônio cultural; (art. 18, § 3º, alínea g)
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O projeto arquitetônico e estrutural da reconstrução da antiga Escola São Carlos de Dona Francisca, prevê, conforme a Lei 13.146 de 06 de junho de 2015: - Sanitários PNE - Barras de apoio - Louças/metais sanitários especiais - Rampas de acesso - Elevadores
O projeto propõe, conforme Art 28 da IN nº 01/2023 a seguinte medida de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Assim, o projeto prevê realização de treinamentos para agentes culturais do município e região, com vistas na capacitação de pessoas para, após a reconstrução da Escola São Carlos, tais profissionais serem aproveitados na organização e gerenciamento dos projetos culturais previstos para serem desenvolvidos no espaço.
FICHA TÉCNICA DO PROJETO L.C.VILANOVA PROJETOS CULTURAIS - PROPONENTE - Coordenação geral, gerenciamento do projeto e administração financeira. CLARICE FICAGNA (SURYA PROJETOS) - Consultoria técnica. SÉRGIO ANDRÉ ALVES DA SILVA - Coordenador de projeto ALICE SILVA - Assessoria administrativa. ADRIANA COSTA - Assessoria de comunicação. ANALICE MALHEIROS (DANA COMUNICAÇÃO) - Assessoria de comunicação digital. ELIAS RAMIRES MONTEIRO - Designer gráfico, programação visual e arte finalista. EDUARDO OLIVEIRA (SB CONTABILIDADE) - Serviços contábeis. ADRIANO FALLEIRO (ADVOCACIA HUMANIZADA) - Assessoria jurídica. MARCOS SEEBER MÜLLER (CAUSP: 59701-5) - Arquiteto responsável. FERNANDO FERNANDES COSTA (FLEXCOM) - CREA 093161- Engenheiro responsável - laudo técnico, projeto estrutural, projetos complementares, construção e gestão da obra. CURRÍCULOS SIMPLIFICADOS DOS PRINCIPAIS MEMBROS DA EQUIPE: L.C.VILANOVA & CIA LTDA - (proponente do projeto) A produtora cultural, existe há 10 anos, tem como diretora Luciane Vilanova. A L.C.VILANOVA PROJETOS CULTURAIS atua principalmente na criação, produção, gestão e consultoria de projetos culturais incentivados por leis por meio de renùncia fiscal (federal, estadual e municipais), bem como para editais culturais públicos e privados. Principais projetos realizados: A Banda do Serafim (Lei Rouanet), Expressando Arte 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023 (Pró-Cultura LIC RS), Arte e Identidade na Quarta Colônia (Pró-Cultura FAC RS), Natal Iluminado da Quarta Colônia, Edições, 2017, 2018 e 2019 (Pró-Cultura LIC RS), A Paixão de Cristo (Pró-Cultura LIC RS), Sulamericano de Danças 2019 (Pró-Cultura RS), entre outros. Luciane Vilanova - Diretora da L.C.Vilanova Projetos Culturais é graduada em Educação Artística e Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Em 1984 fundou o grupo Pregando Peça,, onde atualmente atua como diretora artística. Atri e diretora teatral foi premiada em diversos festivais pelo Brasil. Há 11 anos é diretora da produtora L.C.Vilanova Projetos Culturais que atua nas áreas de consultoria, elaboração e gestão de projetos culturais e sociais. No período de 2004 a 2011, atuou no Sistema "S" - SESI/FIERGS, como analista técnica quando contribui para elaboração da política nacional e estadual da entidade, fazendo gestão da área cultural da entidade coordenando dezenas de projetos estaduais de música, teatro e artes visuais. Em seu currículo acadêmico constam especializações nas áreas de Teatro Contemporâneo (UFRGS), Estudos Avançados em Lazer (UFMG), Gestão Cultural (SENAC) e MBA em Gestão de Organizações Inovadoras (UNISINOS). CLARICE FICAGNA (SURYA PROJETOS) - Com experiência de 20 anos atuado em projetos estratégicos, trabalha com os mais diversos temas para empresas e instituições públicas, em vários estados brasileiros, agindo de forma responsiva, solucionando problemas reais e, também de forma proativa e preventiva, identificando oportunidades e ameaças na área de responsabilidade socioambiental e cultural das emrpesas. Atuando, principalmente no Rio Grande do Sul foi responsável pela realização de projetos como: Restauração da Antiga Itendência de São José do Norte, do Parque Arqueológico de Pinhal da Serra, da Restauração da Catedral de São Francisco de Paula, Restauração do Museu do Carvão em Arroio dos Ratos, do Museu Arqueológico do RS - MARSUL, do Acervo do Museu da Brigada Militar e do Castelo Simões Lopes, entre outros. SÉRGIO ANDRÉ ALVES DA SILVA - Tecnólogo em Gestão Cultural pela UNISINOS, é ator, diretor e autor de teatro, é um dos fundadores do Grupo de Teatro Pregando Peça, que em 2024 estará completando 40 anos em atividade, com premiações em festivais municipais, estaduais e nacionais de teatro. Há mais de 20 anos atua como produtor cultural dos projetos culturais e sociais por meio das Leis de Incentivo Estadual - PRÓ-CULTURA LIC RS e LEI ROUANET, com participações em eventos como Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela, onde atuou como Mestre de Cerimônias com o personagem “O Macaco Simão”, entre outros eventos culturais. Uma das principais atividades desenvolvidas em eventos e projetos é como artista e também produtor executivo. ALICE SILVA - Acadêmica de Psicologia na UNISINOS, Porto Alegre, RS, tem experiência com projetos sociais, culturais e educacionais, atuando como assessora administrativa e na criação de conteúdo e gestão das redes sociais de projetos incentivados, com experiência na elaboração, captação de imagens e edição de vídeos institucionais para projetos. FLEXCOM - Empresa gaúcha com atuação no mercado nacional e internacional, executora de obras no setor público e privado. Tem como seu maior ativo a qualidade e experiência de seus profissionais, responsáveis por importantes empreendimentos no Brasil e no exterior. O engenheiro responsável pela FLEXCOM é Fernando Fernandes Costa - CREA 093161. Suas principais áreas de atuação são: - Estudos de implantação; - Incorporação; - Construção; - Gestão de obras; - Projetos; - Regularização; Desenvolvimento ambiental; - Sustentabilidade; Energias renováveis; Solução financeira; - Assessoria internacional. MARCOS SEEBER MÜLLER - CAUSP: 59701-5 - Formado em arquitetura e urbanismo e 1998, cursou também a Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Ha 25 anos atuando na área com larga experiência em arquitetura de interiores etendo participado por 5 vezes da "CASA COR" de São Paulo. A experiência profissional passa por dezenas de projeto para centros comerciais, condomínios de luxo (Alphaville de São Paulo), hotéis em Ilhabela e praças e parques em cidades como: Indaiatuba, SP, Taubaté, SP, entre outras. Nos últimos 5 anos tem desenvolvido projetos na região da Quarta Colônia do Rio Grande do Sul, como o Espaço Vitélio Bozzetto, da Fundação Ângelo Bozzetto, Projeto arquitetônico de retrofit da Sede da Usina Nova pLama Energia, em Faxinal do Soturno, RS e projeto arquitetônico de praça temática paleontológica de dinossauros oriundos da Região Central do Estado, no município de Agudo, RS. Marcos é o responsável pelo projeto arquitetônico de restauro de incêndio , para um Memorial e Museu Artístico do Colégio São Carlos, em Dona Francisca, RS (objeto desse projeto).
PROJETO ARQUIVADO.