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PRONAC 2316790Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Exposição Pedra, Papel, Tesouro

FRIDA PRODUCOES E SERVICOS CULTURAIS E ARTISTICOS LTDA.
Solicitado
R$ 475,3 mil
Aprovado
R$ 475,3 mil
Captado
R$ 12,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

2.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término

Resumo

O projeto propõe a realização de uma exposição do fotógrafo Flavio Lima e a publicação de um catálogo.

Objetivos

Objetivo Geral A presente proposta prevê a realização de exposição das obras do fotógrafo Flavio Lima, que nos últimos 4 anos tem pesquisado no campo das artes-visuais, os tênues limites entre arte e documento, ao mesmo tempo que sua obra mergulha numa ressignificação afetiva do cerrado brasileiro. Objetivo Específico • Realizar uma exposição do artista Flavio Lima pelo período de 30 dias em instituição cultural na cidade de Goiânia; • Publicar 1.000 exemplares do catálogo da exposição para distribuição gratuita.

Justificativa

Para realizar uma exposição de fotografia contemporânea com acesso integralmente gratuito, o principal mecanismo de incentivo à cultura se faz primordial para viabilização do projeto, atuando diretamente na difusão e democratização de acesso à experiência cultural. No que se refere ao enquadramento do projeto nos artigos 1° e 3°, indicamos abaixo os incisos relacionados: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com a realização deste projeto atingiremos os objetivos da alínea c do Inciso II, do artigo 3º da Lei 8.313/91, a saber: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Projeto Expográfico anexado Pedra, Papel, Tesouro território da Ressignificação afetiva do Cerrado Exposição fotográfica de Flavio Lima JOKEMPO, brincadeira de origem japonesa, relativiza a força dentro do mundo infantil: pedra quebra tesoura, papel embrulha pedra e tesoura corta papel. É destas coisas mágicas que vem carregadas pelas tradições. Flavio Lima, fotógrafo na juventude, no processo de construção do adulto rumou ao comércio de jóias. Anos depois, impulsionado pela memória de quem experimentou o processo de criação, Flávio remontou seu estúdio - o ateliê do artista fotógrafo - e para lá, carregou compulsivamente ideias, luzes, cores, emoções, histórias de família, espiritualidade, e aqui é importante perceber que esta epifania criativa, encontrou apoio na capacidade de produção do empresário que ele é. E não menos importante neste processo foi o Brasil olhar o Brasil. O cerrado virou inevitável. PAPEL, PEDRA E TESOURO perderia sentido na vida do adulto, mas memória não é linear, o pai de Flavio nasceu em Tesouro, no Mato Grosso, uma das muitas cidades fundadas na conquista do oeste. O que nos leva a compreensão de que a memória-brinquedo / memoria-arte, permite que o simbólico deixe o campo da imaginação e se torne documento. Como negar que ao fazer, no estúdio, a analogia da pedra preciosa com o papel amassado, o artista não está acessando aquele território das histórias passadas. Lista de Obras Série ÁGUA: 60 imagens 60X40 cm Série IPÊ: 03 imagens 150x210 cm Série PEDRAS: 14 imagens 60X90 cm Série SÁFARA: 14 imagens 40X60 cm Série RAÍZES: 01 imagem 80X120 cm Série RAÍZES: 03 imagem 80X54 cm CATÁLOGO 20X23 cm formato fechado 60 páginas papel couche fosco 150gr ou papel youlong 150gr (a definir) capa com verniz aplicado

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: a exposição será realizada em local adaptado para o acesso de pessoas com deficiência, rampas, banheiros adaptados etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Impressão em Braille dos textos da exposição e audiodescrição de algumas obras - rubrica Impressão em Braille e Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: monitoria intérprete de libras para realização de visitas guiadas. rubrica Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitoria especializada para o atendimento de pessoas com deficiência intelectual - rubrica Monitores PRODUTO CATÁLOGO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: disponibilização do catálogo em plataforma online com plugins de acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: disponibilização do catálogo em plataforma online com plugins de acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: disponibilização do catálogo em plataforma online com plugins de acessibilidade

Democratização do acesso

Democratização de acesso O acesso à exposição será integralmente gratuito Ampliação de acesso Em relação ao artigo 28 da IN 1/2023, indicamos abaixo as ações que serão realizadas: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Coordenação Geral e Produção Executiva - proponente responsável pela gestão e ações decisórias do projeto Frida Projetos Culturais Somos uma plataforma de articulação coletiva fundada a há 12 anos com o intuito de promover transformações sociais e culturais através da gestão e produção de projetos criativos e atentos às demandas mais urgentes da sociedade. Nossa atuação social fomenta experiências inovadoras e enriquecedoras, que conectam todos os seus atores, contribuindo de forma coletiva para a construção de um futuro mais justo e sustentável. Nossos principais parceiros são empresas comprometidas com pautas atuais, que têm como prioridade o investimento em ações focadas no desenvolvimento de potencialidades individuais e comunitárias, produzindo impactos positivos para a sociedade como um todo. Mapeamos oportunidades no universo da cultura através de frentes como a criação, a produção, a gestão e o acompanhamento de projetos que promovam transformações sociais impactantes e duradouras. Já trabalhamos com instituições culturais relevantes como SESC, Poiesis Gestão Cultural, Centro Cultural São Paulo (CCSP), Centro Cultural Fiesp, Itaú Cultural, Caixa Cultural e com programas de fomento prioritários como Lei de Incentivo Federal à Cultura, Proac/ICMS, Proac Editais, Funarte, PROMAC/SP, entre outros. Fotógrafo Flavio Lima Iniciou sua carreira como fotografo ainda na juventude onde se dedicou a fotografia comercial. Após hiato, retorna a fotografia em 2019 e desde então se dedica a pesquisa criativa em seu estúdio localizado em Goiânia, GO. Com seu trabalho sendo reconhecido pelo mercado de galerias de arte, teve obras expostas em diversos eventos. Entre eles se destacam o Casa Cor, Fargo – Feira de arte de Goiás, Brasilidades e mostras coletivas em galerias como a Wickbold Gallery, Divino Galeria e Época Galeria. Entre as suas principais mostras individuais se destacam as exposições “Joia de Papel” (2022) e “LightWalker” (2019), realizada na Época Galeria – Goiânia, GO. Curadoria Iatã Cannabrava Fotógrafo, editor, curador, produtor e gestor cultural. Dedica-se ao fomento do circuito fotográfico nacional e latino-americano. Além da atividade como fotógrafo, Iatã cria e coordena uma série de projetos fotográficos importantes, incorporando a experiência da militância política. Enquanto presidente da União dos Fotógrafos de São Paulo (1989-1994), dirige a quarta e quinta edição da Semana Paulista de Fotografia (1990-1991), em que promove eventos e exposições em torno da imagem e o movimento cultural na cidade. Em 2002, cria o Estúdio Madalena, em São Paulo, produtora cultural que tem como tema central a criação e a difusão fotográfica. A frente da instituição, realiza a curadoria de diversas exposições e workshops, e desenvolve um selo editorial voltado para fotolivros, a Editora Madalena, com a publicação de mais de 40 títulos, como Amazônia Ocupada (2015), de João Farkas (1955). Entre os projetos desenvolvidos no Estúdio, destacam-se aqueles que envolvem fotografia, documentação, trabalho coletivo, questões sociais e ativismo político: Revele o Tietê que Você Vê (1991), uma expedição documental, política e ecológica pelas cidades ribeirinhas do Tietê, projeto precursor em utilizar a fotografia como ferramenta de denúncia social e ambiental; Foto São Paulo (2001), uma jornada fotográfica pela recuperação do centro da cidade; Povos de São Paulo – Uma Centena de Olhares sobre a Cidade Antropofágica (2004), um mapa histórico-sentimental-étnico da capital paulista; e Expedição Cívica, Ecológica e Fotográfica De Olho nos Mananciais (2008), que realiza, através de expedições, uma documentação das represas Billings e Guarapiranga. Como curador realiza diversas exposições sobre fotografia, como a Mostra Fotoclubismo Brasileiro (2006), no Museu da Imagem e do Som (MIS), São Paulo, em que traça uma retrospectiva histórica sobre o fotoclubismo no Brasil; e Moderna Para Sempre - Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú, apresentada em diversas instituições, como na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, em 2018. A mostra reúne obras de importantes fotógrafos brasileiros da Coleção Itaú de Fotografia, como Thomaz Farkas (1924-2011) e Geraldo de Barros (1923-1998). É cofundador e dirige iniciativas fundamentais para a fotografia contemporânea, como o Festival Internacional de Fotografia de Paraty - Paraty em Foco, que dirige por dez anos (2006-2015); o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo (2009); a Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil (2010); e o Valongo - Festival Internacional da Imagem, em Santos (2016), voltado não só para a fotografia e o vídeo, mas para a expansão da imagem contemporânea. Direção de Produção Gui Christ Gui Christ é fotografo documentarista, artista visual e um dos novos expoentes da fotografia Brasileira. Seu trabalho ja recebeu alguns dos principais prêmios de fotografia Brasileira, e foi exposto em mais de 14 países. Em 2023, Gui foi nominado para o Prêmio Foam - Paul Huff Awards, que seleciona os principais fotógrafos emergentes mundiais. Com narrativas documentais inovadoras sobre as diversas periferias culturais, econômicas e sociais Brasileiras, seus trabalhos ganharam projeção internacional. Além de ser colaborador regular de alguns dos maiores jornais e revistas do mundo como Time Magazine, National Geographic, The Washington Post, El Pais e outros. Em 2017, publica seu primeiro fotolivro “Marrocos”, sobre a maior ocupação sem-teto do país localizada em um antigo cinema abandonado localizado no centro de São Paulo. O livro foi aclamado pela mídia especializada como um dos melhores fotolivros latinos-americanos publicano no ano. O projeto foi um dos vencedores do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger - FUNCEB e Prêmio Diário Contemporâneo do Pará. Em 2020, publica “Fissura” sobre a Cracolândia Paulista. O livro foi destacado pela mídia especializada internacional como as revistas Colectors Daily (EUA), L'oeil de la photographie (França) e o jornal The Washington Post (EUA). Por este trabalho, Gui foi apontado pela prestigiada revista European Photography (Alemanha) como um dos melhores fotógrafos documentaristas de sua geração. Em 2022, por sua pesquisa com as religiões de matrizes africanas e a intolerância religiosa, Christ foi laureado com o prêmio Natgeo Explorer Grant, concedido pela National Geographic Society, dos EUA. Prêmio dado a poucos fotógrafos no mundo por sua excelência profissional e defesa de causas sociais. O trabalho intitulado “M’kumba”, ainda em produção, já foi premiado internacionalmente e exposto nos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Índia. Em 2023, o fotografo foi um dos vencedores na categoria retrato do maior prêmio de fotografia documental na América Latina, o POY-Latam, Picture of the Year - Latin America. No mesmo ano, realiza no Instituto Pretos Novos, no Rio de Janeiro, a exposição M’kumba. A mostra teve relevante destaque nacional, sendo divulgada nas principais mídias impressas, online e televisivas do país devido sua ação afirmativa de combate a intolerância religiosa. Os trabalhos de Gui Christ fazem parte de coleções do Museu Nacional de Belas Artes (Brasil), Biblioteca Nacional da França, Maison Europene de la Photographie (França), Harvard University (EUA) e Princeton University (EUA), entre outros.

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.

2025-12-31
Locais de realização (2)
Goiânia GoiásSão Paulo São Paulo