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A Restauração do Conjunto Arquitetônico da Santa Casa de Misericórdia de Goyanna é um projeto que visa a restauração completa do conjunto arquitetônico, artístico, turístico, paisagístico e documental da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Goyanna. Este projeto tem como objetivo não apenas realizar eventos religiosos, mas também criar um complexo sociocultural, educativo e de lazer, promovendo a sustentabilidade, impulsionando o turismo e incrementando a economia e a cultura local.
1) Restauração dos Móveis e Integrados Na capela-mór, seus retábulos são em madeira, com motivos fitomórficos do estilo rococó e apresentam resquícios de ouro, datam do século XIX, e seu forro, de forma ovalada, é composto por tábuas lisas e frisos que convergem para uma moldura oval, do centro com relevo de folhas de acanto sai um lampadário de prata. Nos ângulos, o forro apóia-se em mísulas estilizadas. Duas cimalhas de grandes dimensões estão posicionadas abaixo dos dois óculos, saindo do altar prolongando-se até o arco cruzeiro em pedra e com resquícios de ouro. Na capela-mor encontramos, ainda, um painel pintado sobre a madeira representando a Virgem Maria com moldura dourada, como a imagem de Nossa Senhora dos Milagres de um lado e Santa Isabel do outro. O arco cruzeiro é ladeado por nichos com cercaduras em pedra calcária em arcadas com vestígios de policromia e imagens. Tratamento para os elementos artísticos, com prioridade para o bloqueio dos processos de degradação, garantindo a pemanência da estabilidade no futuro; e o resgate dos aspectos históricos e estéticos das obras, visando reintegrá-las aos valores que serão alcançados na recuperação do monumento, restituindo toda a unidade expressiva e o retorno pleno ao culto religioso. 2) Restauração do Marmorino A fachada central é toda revestida de Marmorino em suas paredes; e pedra calcária emoldurando seus elementos. Apresenta, além da porta, as três janelas do coro de vergas retas e caixilhos e vidro. O frontão, em volutas, tem por base uma cimalha real reta. Aberto com tímpano vazado por um óculo circular, com moldura em arcos, que lhe dão o aspecto de um botão de flor, tem no alto uma cruz de pedra. Nota-se a influencia barroca no seu rompimento em curvas Restauração do marmorino da fachada frontal da Igreja será feita com a remoção da cal com hidrojateamento e espátula e restauração do marmorino, feito com massa preparada com óxido de cálcio extraído de calcário com baixíssimo índice de magnésio (menos de 2%), hidratado e envelhecido com óleo de linhaça. 3) Restauração das Cantarias As intervenções previstas neste item têm por objetivo restabelecer a unidade das cantarias da edificação, relativa à concepção original ou de intervenções significativas, consoante as diretrizes do IPHAN (2006). A restauração aqui proposta possui como diretrizes o respeito aos valores estéticos e culturais do objeto de preservação, a fim de preservar respeitar a sua autenticidade estética e histórica (IPHAN, 2006). Será realizado um levantamento junto com uma série de testes prévios e prospecções para caracterizar a pedra, suas propriedades físico-químicas e identificar todas as patologias que estavam afetando as cantarias. 4) Restauração dos Pisos em Tijoleira Este serviço será realizado com a reemoção dos tijolos cerâmicos das galerias laterais que possuem as mesmas dimensões, cores e idade dos tijolos da nave para recomposição deste espaço mais nobre da Igreja. Na parte mais central da nave que possui menor altura e nas galerias laterais serão assentados tijolos cerâmicos novos, mas do mesmo modelo dos assentados na nave. 5) Tratamento Acústico no Auditório Serão instalados mantas de lão de vidro como subcobertura do telhado, sob painéis instalados em paredes e sob o soalho do edifício do edifício anexo. Essas medidas permitirão melhor propagação do som, conforme a nova utilização que será dada a este ambiente e promoverá menos barulho no térreo do edifícil anexo, que funcionará como salão de exposições. 6) Reforma dos Jardins O Jardim funcionará como um ambiente de espera ao momento de entrada no Monumento, convivência do público em geral, descanso e de concentração aos profissionais que utilizarão o Conjunto nos seus diversos usos. A sua planta de reforma também foi desenhada para que funcione como um pequeno anfiteatro. 7) Aquisição de Equipamentos de Pojeção de Som, Luz e Imagens Além das atividades religiosas, a nave da Igreja também foi pensada como um ambiente de apresentações de dança, teatro, música e cinema. Por isso, o projeto prever a instalação de projetores, varas, coxias e iluminação que permitam, em rápido espaço de tempo e de forma econômica, o uso dessas novas funções. Os equipamentos de projeção de iluminação cênica e imagens serão todos removíveis, para que o aspecto da Igreja não perca sua feição original. O objetivo é equipar à igreja com a insfraestrutura e sistemas necessários para oferecer condições técnicas e receber eventos cênicos de pequeno e medio porte. Assim, a igreja passará a ter uma operação mista, mantendo o perfil de eventos religiosos complementada com a nova operação cênica. É importante ressaltar que o projeto foi desenvolvido pensando em incluir a cenotecnia de maneira discreta para não descaracterizar e interferir com o perfil original da igreja. 8) Aquisição de Mesas e Armários para acondicionamento de documentos históricos A Santa Casa possui um vasto acervo de papeis provenientes das suas funções ao longo dos séculos. O projeto pretende possibilitar um futuro acesso público. Para isso, esta proposta já prever a aquisição de armários, mesas e cadeiras para um melhor acondicionamento, acesso e catalogação a esse documentos históricos.
O projeto agora apresentado prevê a restauração do retábulo e demais integrados, das cantarias, do marmorino da fachada principal, das escadas, dos pisos cerâmicos, das campas de sepultura, bem como a reforma dos pisos do primitivo hospital e do jardim do claustro. Além disso, serão instalados tratamentos acústicos no auditório, sistema antifurto, instalações hidrosanitárias, uma subestação elétrica, luminárias, equipamentos de som e imagem, móveis e um elevador na Igreja, que data de 1723, e no primitivo Hospital da Santa Casa, que entre 1759 e 1931 foi o único nosocômio a fazer o atendimento geral na microrregião da Mata Norte de Pernambuco. Goiana e mata setentrional de Pernambuco carecem de um cinema e de um teatro com capacidade para grandes espetáculos. O projeto inclui a implantação de um moderno sistema de iluminação e som na Igreja para apresentações musicais e teatrais. E de equipamentos de projeção de imagens para exibição de filmes e vídeos mappings. A Igreja da Misericórdia de Goiana está situada em um terreno elevado, com calçada larga e profunda antecedida por um adro, o que sugere o uso do seu espaço externo como palco e sua fachada como cenário adequado a receber projeção mapeada. O projeto também prepara o jardim do conjunto como um local para apresentações de música, dança e teatro em forma de arena. Será criado um espaço para exposições, que abrigará mais de cem peças do acervo de pratarias, alfaias, imaginárias e pinturas da Irmandade, além de exposições temporárias de peças de outras instituições ou artistas na parte térrea do edifício do primitivo hospital. A Irmandade possui documentos centenários que retratam com fidelidade o desenvolvimento urbanístico de Goiana. Portanto, está prevista a preparação da galeria lateral superior direita da Igreja para a criar de um ambiente de exposição e consulta do acervo documental dos séculos XVIII, XIX e XX. Apesar de ser um dos primeiros núcleos de povoamento do país, Goiana e Mata Norte de Pernambuco não possuem um espaço em que turistas, estudantes e a população em geral possam visitar e ter acesso à história da região. Essa carência será sanada com a instalação de um auditório multimídia para 140 pessoas no piso superior do edifício do primitivo hospital. Esse espaço será utilizado para projeções permanentes de vídeo sobre a evolução histórica da região, ou para o desenvolvimento de oficinas relacionadas a projetos realizados no complexo. Com objetivo de tornar mais dinâmica a atuação da Irmandade nos setores culturais e sociais, o projeto prevê a utilização do primitivo Consistório da Irmandade e da galeria lateral superior esquerda da Igreja como escritório para administração e elaboração de projetos. Em resumo, além da restauração do Monumento, a Irmandade pretende adaptar seus espaços para uma variedade de atividades socioculturais inexistentes na Mata Norte do Estado de Pernambuco. Essa iniciativa estimulará a economia e a cultura local, ao mesmo tempo em que garantirá a manutenção do Monumento tornando todos os seus ambientes úteis e gerando receita para a Irmandade, que poderá ser reinvestida em outras atividades e melhoramento das existentes. Em última análise, este Projeto de Restauração, que se subdivide em projeto arquitetônico, projeto de restauração dos móveis e integrados e projeto de instalação de equipamentos, tem como metas criar um ambiente propício para apresentações musicais, teatrais e de cinema, além de um auditório multimídia para 140 pessoas, espaço para exposições artísticas, departamento documental e escritório para elaboração e administração de projetos culturais e sociais. Objetivos Específicos: Restauração do retábulo e demais integrados, das cantarias, do marmorino da fachada principal, das escadas, dos pisos cerâmicos, das campas de sepultura e aquisição de móveis e equipamentos para adaptação de todos os seus ambientes a novos usos. Reforma dos pisos do primitivo hospital e do jardim do claustro para uso público. Instalação de tratamento acústico no auditório, sistema antifurto, instalações hidrosanitárias e uma subestação elétrica. Ampliação da iluminação do monumento, atualização de seu sistema elétrico e anti-incêndio. Implantação de elevador panorâmico e outras iniciativas de acessibilidade.
A Santa Casa de Misericórdia estabeleceu-se no Brasil em 1540, na florescente Vila de Olinda. Seus membros incluíram figuras proeminentes e pioneiras na colonização de Pernambuco, como Duarte Coelho, Jerônimo de Albuquerque, João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros. A partir de Olinda, a Irmandade expandiu-se para Igarassu, Itamaracá, Goiana e Recife. Durante quatro séculos, a Irmandade desempenhou um papel crucial como mantenedora exclusiva dos únicos hospitais de atendimento geral em Pernambuco. Além disso, ela assumiu responsabilidades que incluíam a defesa dos presos pobres, a manutenção de asilos e orfanatos, o acompanhamento dos condenados à morte e o enterro de indigentes. Assim, não se poderá fazer um estudo sobre os vários aspectos da história do Estado sem incluir uma análise da Santa Casa, dado seu profundo entrelaçamento com a história de Pernambuco. Isso, por si só, já justifica o projeto. Goiana é a quarta cidade mais antiga de Pernambuco, rica em história e tradições. Ostenta uma arquitetura de época com sete igrejas, várias capelas, engenhos de cana de açúcar e diversos sobrados e casarões construídos ao longo dos séculos de colonização, conferindo-lhe o status de sítio histórico. Além da arquitetura notável, Goiana está em uma localização privilegiada, situada entre as capitais de Pernambuco e da Paraíba e banhada por diversas praias, tornando-se um destino de visitação e temporada turística. A cidade destaca-se também por abrigar várias indústrias de médio e grande porte e por um comércio local com bom desenvolvimento, consolidando-se como centro regional na Mata Norte do Estado de Pernambuco. Além disso, é reconhecido como um importante polo de desenvolvimento do Estado, abrigando o pólo farmacoquímico liderado pela Hemobrás e o pólo automobilístico liderado pela Stellantis, além de contar com uma sólida infraestrutura hoteleira. A Igreja da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Goyanna, um edifício do início do século XVIII, foi um dos primeiros exemplares da arquitetura religiosa a ter seu valor artístico reconhecido oficialmente, tendo sido declarada Monumento Nacional em 1938, pelo então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN), apenas um ano após a criação dessa instituição. No entanto, atualmente, o Monumento da Igreja da Santa Casa de Misericórdia de Goyanna e seu edifício adjacente, que servia como sede do primitivo hospital, encontram-se parcialmente subutilizados, o que confere a alguns dos seus ambientes a aparência de abandono. A Irmandade possui um valioso acervo composto por pratarias, alfaias, imagens seculares e documentos que datam dos séculos XVIII, XIX e XX. No entanto, esse acervo encontra-se trancado em cofres, inacessível ao público. O projeto visa a preparação dos ambientes para permitir o acesso e uso desse acervo, incluindo a criação de um espaço para exposição do acervo sacro religioso e documental da Irmandade, bem como para exposições temporárias de peças de outras instituições. No que diz respeito ao acervo documental, planeja-se concluir a catalogação, efetuar a higienização e realizar a microfilmagem de todo o acervo, permitindo, assim, o acesso público e a consulta por estudantes, professores e pesquisadores. A Mata Norte do Estado de Pernambuco carece de locais apropriados para apresentações de concertos, corais, sinfônicas. Além disso, Goiana e região não possuem um cinema, um teatro capaz de acomodar um grande número de figurantes e espaços adequados para exposições temporárias. Como resultado, a Igreja da Misericórdia tem sido frequentemente procurada por expositores e artistas que desejam realizar exposições e produções. Para suprir essa demanda, o projeto inclui a implantação de um moderno sistema de iluminação e som na Igreja para apresentações musicais e teatrais, de equipamentos de projeção de imagens para exibição de filmes e vídeos mappings. Além de reformar o edifício adjacente a fim de abrigar um salão de exposições e um auditório multimídia com capacidade de 140 pessoas, destinado à exibição de vídeos em apoio às atividades culturais. Por fim, no primitivo Consistório da Irmandade e na galeria lateral superior esquerda será instalado um escritório de elaboração de projetos culturais e sociais. Isso permitirá que as atividades da Irmandade se tornem mais dinâmicas, incentivando o surgimento de novas ideias e facilitando a elaboração e administração de outros projetos. A funcionalidade de todos os ambientes do Monumento é fundamental para sua preservação e o seu uso racional contribuirá significativamente para o desenvolvimento. cultural, científico, educacional, social e econômico da comunidade. Obs.: Esta proposta enquadra-se na hipótese do inciso IV, do art. 1º e nas alíneas "a", "b" e "c" do inciso III do art. 3º, da Lei 8.313/91.
Descrição do monumento/sitio/instituição cultural objeto do projeto e de suas condições atuais. O edifício sede da Santa Casa de Misericórdia de Goyanna, tombado sob a inscrição n. 147 T 38, em 25 de outubro de 1938, pelo então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN) é um imóvel da terceira década do século XVIII. A igreja de estilo barroco apresenta solta no lote e com duas torres, sendo sineira a do lado do evangelho. A coberta, em duas águas, apresenta três planos diferentes gerando um volumetria movimentada e marcante. Possui nave única e corredores laterais. Sua fachada é rica em trabalhos de cantaria com motivos fitomórficos. A porta principal é de ombreiras e verga reta encimada por escudo do império português onde se lê inscrita a data de 1723 e cercaduras, tudo em cantaria. Logo ao cruzar a porta, vê-se à esquerda, um monumento funerário dedicado ao capitão J.F. de Melo. Na capela-mór, seus retábulos são em madeira, com motivos fitomórficos do estilo rococó e apresentam resquícios de ouro, data do século XIX, e seu forro, de forma ovalada, é composto por tábuas lisas e frisos que convergem para uma moldura oval, do centro com relevo de folhas de acanto sai um lampadário de prata. Nos ângulos, o forro apóia-se em mísulas estilizadas. Duas cimalhas de grandes dimensões estão posicionadas abaixo dos dois óculos, saindo do altar prolongando-se até o arco cruzeiro em pedra e com resquícios de ouro. Na capela-mor encontramos, ainda, um painel pintado sobre a madeira representando a Virgem Maria com moldura dourada e a imagem de Nossa Senhora dos Milagres de um lado e Santa Isabel do outro. O arco cruzeiro é ladeado por nichos com cercaduras em pedra calcária em arcadas com vestígios de policromia e imagens. No consistório, encontram-se o jazigo de José Corrêa de Oliveira Andrade, de lióis em forma de taça. Na sacristia, chama a atenção do visitante um magnífico lavabo em pedra de cantaria portuguesa, jorrando a água através de mascarões. No seu projeto original, a igreja deveria possuir duas torres laterais, no entanto, apenas a do lado do Evangelho foi construída. Essa torre apresenta porta com verga curva, óculo e janela. No alto da torre estão instalados três sinos, sendo dois com data de 1851, fabricados por Mesquita & Dutra, e o terceiro produzido pela fundição de Manuel dos Santos, em 1887. A outra torre não ultrapassou a altura da cimalha e apresenta porta e janela sendo encimada por pináculos. A fachada central apresenta, além da porta, as três janelas do coro de vergas retas e caixilhos e vidro. O frontão, em volutas, tem por base uma cimalha real reta. Aberto com tímpano vazado por um óculo circular, com moldura em arcos, que lhe dão o aspecto de um botão de flor, tem no alto uma cruz de pedra. Nota-se a influencia barroca no seu rompimento em curvas. O prédio anexo, sede do primitivo hospital, se liga à Igreja por uma porta localizada no térreo e tem o mesmo plano de coberta da Igreja, com beiral de trípla ordem. Além de manter as sua atividades religiosas e sociais, a Irmandade mantém o seu imóvel sede aberto ao público, para visitação e para pesquisa em seu acervo documental, e pretende, após a conclusão da restauração, criar um ambiente para apresentações musicais e teatrais, um auditório para 140 pessoas, um espaço para exposições, um departamento documental e um escritório para elaboração e administração de projetos culturais e sociais. O imóvel é visitado anualmente por 1.800 pessoas. A estimativa de público quando restaurado é de 30.000 pessoas por ano, de todas as classes econômicas e sociais, inclusive o turismo cultural. Breve histórico inicial da cidade. Na época do descobrimento do Brasil, as terras onde se localiza o município de Goiana eram habitadas por indígenas – caetés e potiguares – que viviam em constante luta. Quando em 1534 D. João III dividiu o Brasil em capitanias hereditárias, cobe a Pero Lopes de Sousa a de Itamaracá, ficando encravado nessas terras o território de Goiana. Já em 1569 foram doadas em sesmarias, pela filha de Pero Lopes de Sousa, terras no território de Goiana a André Fernandes Vasques, onde foi fundado o engenho Itapirema. O primeiro povoamento de Goiana que se tem notícias foi a Aldeia do Capibarimirim, em 1570, onde viviam os nativos, situada nas margens do rio que, posteriormente, viria a se chamar rio Goiana. Outros monumentos/sítios/instituições culturais de relevância cultural ou histórica existentes no município ou região. 1. A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos2. A igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos3. A Igreja de Nossa Senhora do Amparo dos Homens Pardos Ricos4. A Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo5. A Igreja da Ordem Terceira do Carmo6. A Igreja de Nossa Senhora da Conceição7. O Engenho Uruaé Resumo Histórico da Igreja da Santa Casa de Misericórdia de Goyanna Em 13 de setembro de 1720, durante o reinado de D. João V, extinta a Santa Casa de Misericórdia da vila de Itamaracá, e posteriormente transferida a sede da mesma vila para a povoação de Goiana, tratou-se da sua restauração nesta localidade, o que sendo solicitado ao governo da metrópole, foi concedido por uma carta régia expedida nesta data, sendo cometida ao senado da câmara a incumbência dessa restauração; em virtude do que, reuniu a câmara o povo e pessoas da governança da vila em 1 de julho de 1722 para tratar do assunto, sendo logo instalada a nova irmandade da misericórdia, com geral satisfação. Do respectivo termo de instalação da nova irmandade, consta que foi proposto e resolvido reunirem-se todas as pessoas presentes no dia seguinte, na igreja matriz de N. S. do Rosário, para se eleger a mesa administrativa da irmandade, a fim de regular e começar logo a sua incorporação, aceitando-se por irmãos as pessoas capazes, assim na limpeza de sangue como nos mais requisitos. A irmandade ficou funcionando na igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos, enquanto não se construía o seu templo, e hospital, por oferecimento do respectivo vigário, o Pe. Manuel de Araújo Dandim. Em 2 de setembro do mesmo ano de 1722 concedeu o cônego visitador do bispado, então de visita em Goiana, a competente licença para a fundação da igreja da Misericórdia, ato este que foi ratificado pelo cabido de Olinda no dia 22 do mesmo mês, concedendo igualmente a necessária licença para benzer e assentar a pedra fundamental da igreja ao vigário Pe. Cristóvão Pais de Mendonça Bandeira. Dispondo já a irmandade de alguns recursos, não só obtidos pelos seus esforços, como também pela concessão que lhe fizera o rei pela carta régia de 13 de setembro de 1720, de arrecadar as dívidas e fazendas da extinta Santa Casa de Itamaracá, deu logo começo às obras de construção da igreja; e com tais elementos, aumentados ainda, não só com vários donativos particulares, como também com o auxílio pecuniário do rei, mandando dar por carta régia de 22 de setembro de 1722, concluíram-se as obras de construção da igreja, concedendo então o bispo diocesano, por provisão de 18 de julho de 1726 a necessária licença para a sua benção e celebração dos ofícios divinos. Faltando ainda várias obras para o completo acabamento da igreja, - principiada com admirável fundamento e perfeição, - recorreu à municipalidade ao rei, em 1725, pedindo-lhe um donativo para a sua conclusão; mas não sendo atendida dirigiu nova súplica em 1733, a qual veio a informar ao governador por provisão de 17 de novembro do mesmo ano, cujo resultado foi negativo, uma vez que em 1735 endereçou nova súplica ao soberano, que afinal foi deferida por provisão de 21 de janeiro de 1744, dando-se assim andamento às obras. Sobre o Plano de distribuição Para este calculo, consideramos uma média de visitação para 1 ano de funcionamento do equipamento. Consideramos a população total impactada, além das capacidades de auditório e salas de acervo para calcular público alcançado.
Bem Imóvel - Restauração e adaptação a novos usos Consiste na restauração do marmorino na fachada principal, cantarias, pisos em tijoleira, escadas, jardim; ampliação das instalações elétricas, luminotécnicas, antiincêncio; e instalação de tratamento acústico em auditório e sistema antifurto. Para a restauração do Marmorino serão aplicados massa mineral lisa kröten, para acabamento externo ou correção de fissuras. Elaborada com insumos naturais, é uma massa isenta de compostos orgânicos voláteis, sem cheiro e sem danos à saúde. Fácil aplicação e lixamento. A alcalinidade elevada evita a formação de organismos vivos, conhecidos como mofo ou bolor. A massa mineral lisa é amplamente indicada em obras de restauração, de acordo com os critérios estabelecidos pelo IPHAN. Fundo preparador mineral líquido de alto poder de penetração na superfície. Indicado para aplicação como primer da tinta mineral. Penetra até 4mm, o que garante grande performance da tinta aplicada, aumentando a durabilidade e vida útil da tinta. Alcalinidade elevada evita a formação de organismos vivos, conhecidos como mofo ou bolor. Na sequência serão aplicados selador primer acrílico elegance branco, em seguida o Stucco Venesiano (marmorino), e após a secagem, encerado com cera ingleza incolor em pasta e sobreposto um corante líquido xadrez. Na Acústica arquitetônica temos dois problemas fundamentais que serão solucionados na execução do projeto: o controle e o isolamento. O controle diz respeito a oferecer condições que favoreçam a boa audição nos recintos fechados (teatros, auditórios, etc.) e tem com objetivo prever: A boa distribuição da potência irradiada pela fonte, possibilitando uma boa audição em todos os lugares do recinto. Evitar os efeitos dos ecos, a reverberação excessiva, as ressonâncias e as ondas estacionárias, que impedem a perfeita clareza na audição, além de provocarem efeitos indesejáveis. O isolamento contra os sons indesejáveis, especialmente os sons externos, como por exemplo, a necessidade de redução das vibrações ou trepidações das estruturas (piso e paredes) e entre piso, ou a de ruídos aéreos, provenientes do mau isolamento entre ambientes. O tratamento e isolamento acústico visa adequar o espaço para as funções que se propõem, e terá como um dos objetivos a obtenção dos níveis de ruído determinados pelas normas (NBR 10152, NB 101, NBR 1217, NB15) que garantem à proteção do indivíduo e da vizinhança frente aos ruídos prejudiciais a saúde como também a boa audição interna nas áreas a serem tratadas. Bens Móveis e Integrados - Restauração Consistirá em um conjunto de operações e atividades destinadas a restabelecer a unidade potencial dos bens protegidos, com a restauração do Retábulo da capela-mor, arcocruzeiro, púlpitos, sacadas e imagens. Para o tratamento dos elementos artísticos se considerará como prioridade o bloqueio dos processos de degradação da parte física, garantindo a permanência da estabilidade no futuro. O resgate dos aspectos histórico e estético das obras também foi contemplado, visando reintegrá-las aos valores que serão alcançados na recuperação do monumento, restituindo toda a unidade expressiva e retorno pleno ao culto religioso e contemplação da população em geral. Para tanto, serão necessários os seguintes procedimentos aos diversos móveis e integrados, e nessa ordem de trabalho: documentação, higienização, refixação de policromia, faceamento localizado, desmonte, desobstrução das galerias de cupins, desinfestação e imunização, consolidação e reforço do suporte, remoção de repintura, nivelamento da camada pictórica, reintegração cromática da policromia, reintegração do douramento e remontagem. Equipamentos para Espaços de Artes Cênicas Consiste na adaptação da nave do monumento para apresentações teatrais, musicais e de dança, com instalação de varas móveis cênicas e de iluminação, rotundas, cortinas, sonorização e demais equipamentos necessários ao funcionamento de um teatro. Assim, trata-se do fornecimento e Instalação de Cenotecnia para a Igreja da Santa Casa da Misericórdia De Goyanna, que inclui infraestrutura metálica, mecânica, iluminação cênica e vestimenta. Para a adaptação do imóvel a essas funções se fará necessária a instalação de infraestrutura metálica auxiliar para receber as polias e motores das varas motorizadas a serem instaladas na região do coro e da nave da igreja. A estrutura principal em perfis tubulares metálicos de seção retangular, apoiados sobre os banzos das tesouras da cobertura. A partir dos perfis descritos, serão instalados tirantes em perfis tubulares metálicos de seção quadrada para fixar as polias. Para receber os motores, serão fixas às paredes da nave e do coro chapas de aço ancoradas mecanicamente com chumbadores, as chapas providenciam pontos de fixação para as vigas de suporte. É sobre esses conjuntos que os motores deverão ser instalados. A instalação elétrica do sistema de Iluminação Cênica deverá incluir rede de distribuição de eletro calhas, eletro dutos, cabos, fiação, ligações elétricas entre o nível do coro (quadro elétrico QDFIC, racks, mesa de controle), galerias no nível superior (caixas de tomadas) e piso do nível térreo da nave (caixas de tomadas). Devido à natureza histórica da edificação, toda a infra elétrica será aparente e na medida do possível instalada de forma discreta. As caixas de tomadas e a infra no nível térreo serão instaladas sob o piso. Sugerimos sejam providenciadas tampas de proteção para as caixas. Se as tampas seguem a mesma especificação do piso acabado, serviriam para camuflar as caixas. Equipamento Audiovisual Aquisição de equipamento de projeção de cinema, projetor de alta luminosidade e sonorização. A Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Goyanna se configura como um espaço que vai possibilitar um uso múltiplo no que se refere às apresentações de espetáculos. Seu espaço interno possibilita encenação de peças, apresentações musicais e exibição de filmes. Neste sentido os equipamentos de projeção precisam ter essa versatilidade para atender aos múltiplos usos. Por outro lado, a frente da edificação apresenta uma configuração que possibilita o uso do espaço como palco, permitindo que a fachada da igreja se transforme num cenário que possa receber projeção mapeada. Para isso, O projetor indicado oferece as seguintes características:- Luminância (12.000 lumens)- Resolução (WUXGA 1920x1200)- Lentes ELPLM15 (standard) (Throw Ratio 1.57 - 2.56)- Fonte de luz (laser) A luminância sugerida do projetor atende às necessidades para o uso do espaço interno como sala de exibição com uma calibração de baixo brilho. E também se configura como equipamento a compor uma projeção de vídeo mapping na fachada exterior da igreja. Defendemos a aquisição de projetores com tecnologia de fonte de luz laser pela qualidade de imagem e maior durabilidade. Instrumento Musical Aquisição do Órgão Litúrgico Viscount Chorum 90 da Visconti e de cinco sinos de bronze automatizados. O Chorum 90 é um órgão manual de 3 com pedalboard de 32 notas, 47 stops para falar e 4 vozes orquestrais. A Chorum Line da Visconde utiliza a recém-desenvolvida tecnologia ARTEM (Advanced Real TEchnology Music), um poderoso gerador de som sampleado que é capaz de reproduzir fielmente o som autêntico e o desempenho de um órgão de tubos tradicional. Acerto Documental Aquisição de armário, mesas e cadeiras para acondicionamento e acesso ao acervo documental histórico da Santa Casa de Goiana. Portanto, além da restauração do Monumento, este projeto terá como produtos um salão de apresentações de dança, teatro e música, salão de exposições, cinema e espaço de pesquisa de seu acervo documental histórico entre outros. A funcionalidade e uso contemporâneo de todos os ambientes funcionarão como impulsionadores da sua preservação, incentivadores de novas produções culturais e artísticas, formadores de público e profissionais da cultura e cumpridores integral de sua função social.
A acessibilidade física será atendida com a instalação de elevador, rampas junto aos degrais e, por tratar-se de patrimônio tombado, pisos táteis nos jardins, inclusive conduzindo os visitantes aos banheiros, que neste local serão localizados. Será contratada empresa de acessibilidade comunicacional para audiodescrição e interpretação de libras. O plano de acessibilidade de conteúdo será atendido com a realização das seguintes ações: a) realização de roteiro de audiodescrição. Como resultado de visitas ao conjunto, pesquisa, escrita do roteiro e consultoria com uma pessoa com deficiência visual; b) gravação da narração, edição e finalização; c) criação do QR code e impressão em plaqueta; d) vídeo de apresentação em Libras, com tradução, consultoria com uma pessoa surda, gravação e edição; e) legendas para surdos e ensurdecidos. Todas essas ações estão previstas no orçamento.
O projeto propõe, além da abertura do conjunto à visitação turística; a transformação dos seus ambientes em equipamentos culturais, como cinema, teatro, salões de exposições, auditório, centro de pesquisas; promovendo a cultura, a difusão do conhecimento e possibilitando o livre acesso, utilização e democratização dos seus ambientes. Durante as obras pretende-se possibilitar uma visita semanal guiada a população para o acompanhamento do desenvolvimento do projeto. Inaugurado o monumento, será mantida a visita guiada a população. A administração abordará os professores de história das diversas escolas do município para a formação de turmas de estudantes da rede pública de ensino para participarem das visitas guiadas. Em todos os eventos que ocorrerem nos equipamentos do conjunto, serão reservados, prioritariamente, ingressos para estudantes de escolas públicas, população idosa, portadores de deficiência e LGBTQIA+, sendo de 10% para as duas primeiras categorias e de 1% para as duas últimas. Pretende-se franquear às associações culturais da mata norte do Estado de Pernambuco, o uso agendado de todos os equipamentos culturais propostos, sem cobrança de qualquer contibuição financeira pelo seu uso eventual. Planeja-se convidar a Associação dos Artesãos de Goiana para o uso do salão de exposições todas as vezes em que ocorrer no conjunto evento cultural que atraia população de outros municípios. Pretende-se usar os espaços e equipamentos tecnológicos disponíveis para formação gratuita de profissionais na àrea da cultura, como iluminador, operador de som, técnico em preservação do patrimônio móvel e integrado, com reserva de 10% das vagas de formação, cumulativamente, para membros das populações lgbtqia+, dos portadores de deficiência, de negros e de mulheres, com ao menos um representante de cada segmentos. Planeja-se empregar no corpo de funcionários do conjunto membros das populações lgbtqia+, de portadores de deficiência, de negros e de mulheres, com ao menos um representante de cada segmento. A Irmandade compromete-se a apoiar, com a concessão gratuita de seus espaços, qualquer evento ou manifestação de caráter cultural ou educativo das populações lgbtqia+, de portadores de deficiência, de negros, de mulheres e de religiões de matriz africana ou indígena. A visão que anima a Santa Casa de Misericórdia de Goyanna é a crença num modelo alternativo de Sociedade construído sob o auspício da participação coletiva e ativa dos diversos sujeitos sociais, em que a pluralidade cultural, étnica, geracional, de gênero e de orientação sexual seja valorizada e aceita como determinante na construção da democracia.
O provedor, João Bôsco Rabello Lins, eleito com prazo de mandato indeterminado, conforme o art. 37 e §2º do art. 38 do Compromisso, representa a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Goyanna ativa e passivamente e contratará as diversas empresas que participarão das divesas fases do projeto, desde a captação de recursos, passando pelas diversas empresas especializadas nas diversas obras que serão realizadas, também contratará empresas com experiência em fiscalização de cada um dos serviços a serem realizados, observará os custos dos produtos que serão adquiridos, contratará advogado para contribuir com a resolução de eventuais conflitos e prestar orientações jurídicas que se façam necessárias, assim como prestará contas com o auxílio de contador contratado. Além de povidenciar todas as medidas para a visibilidade do projeto durante sua execução e após sua realização, com entrevistas de rádio, jornal, revista e televisão, e outdoor em caso de captação de recursos para esse tipo de despesa. Péside Omena, restauradora de móveis e integrados, Doutoranda da Universidade de Lisboa Licenciada em Educação Artística, com Licenciatura Plena em Desenho, pela Universidade Federal de Pernambuco, iniciou na área de conservação no Museu do Estado de Pernambuco - MEPE, como estagiária, em 1978, quando começou o seu interesse pela conservação/restauração de bens culturais móveis e integrados a monumentos e, desde então, trabalha na área. Tem formação, em nível de pós-graduação, pelo Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis Cecor/EBA/Universidade Federal de Minas Gerais MG/Brasil e Análise Físico-química Aplicada à Conservação de Obras de Arte, no Instituto de Física da Universidade Politécnica de Milão, Itália; Doutoranda da Universidade de Lisboa/Portugal, área de concentração:Conservação e Reabilitação. Desde 1982, coordena trabalhos na área de conservação/restauração de bens culturais móveis e integrados a monumentos através de instituições do Brasil, tais como: Fundação Centro de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda, Fundação Nacional Pró-Memória - PRÒ-MEMÓRIA, Fundação Joaquim Nabuco FUNDAJ e, atualmente, como sócia-diretora da Grifo Diagnóstico e Preservação de Bens Culturais Ltda., empresa privada, que desenvolve trabalhos nessa área há 20 anos, prestando serviços a instituições a níveis federal, estadual e municipal. Marina Russell Brandão Cavalcanti, arquiteta, Mestra em Preservação do Patrimônio Cultural. Arquiteta e Urbanista pela Universidade Federal de Pernambuco (2004), pós-graduada em Turismo e Patrimônio (2008) e Mestra em Preservação do Patrimônio Cultural (2019). Atualmente é servidora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan/PE. Atua em projetos na área de restauro e preservação de bens culturais, retrofit de imóveis e arquitetura contemporânea; elabora maquetes digitais, com ênfase na reconstrução virtual em 3D de bens culturais perdidos e ministrou diversos cursos nas áreas de educação patrimonial, preservação/conservação e arquitetura. / Associada do Comitê Brasileiro do ICOMOS (International Council of Monuments and Sites) / Membro do CIPA Heritage Documentation (International Committee of Architectural Photogrammetry). Foi a responsável pelo levantamento arquitetônico. Maria Berenice Fraga de Gusmão Lins, arquitera, Mestre em Arquitetura Acústica, USP de São Carlos. EXPERIÊNCIA DOCENTE Prof da UFPB- Departamento de Arquitetura e Urbanismo de 1975 a 1076Prof da UFPE- Departamento de Arquitetura e Urbanismo de 1976 a 2003Prof de Controle do Ambiente (Acústica Conforto Térmico, Iluminação Natural e Planejamento Arquitetônico) Cursos Ministrados: Cursos de Acústica, em J. Pessoa, Maceió, Recife, (Prof.ª Berenice Lins e Prof Wilson Barreto).Palestra sobre Conforto Ambiental – I Congresso Regional N/NE. De Eng e Arq Hospitalar março de 1999 Recife PE.Palestra sobre tratamento Acústico- FAUPE Faculdade Unidas de Pernambuco nov 2006. Apresentação do trabalho sobre iluminação Natural nos Edifícios em relação aos afastamentos propostos pela nova Lei de Uso e Ocupação do Solo para a cidade do Recife no Encontro Nacional Sobre o Ensino deControle Ambiental da ABEA, UFRJ, novembro de 1996. Márcia Chamixaes, Arquiteta/Lighting Designer Graduada em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco, com especializações em gestão da qualidade em serviços, gestão eficaz de obras e projetos, projetos luminotécnicos, construção sustentável e mais recentemente em Museus, Identidades e Comunidades na Fundação Joaquim Nabuco. Ao longo da trajetória profissional, participou de equipes multidisciplinares, constituindo um portifólio amplo de trabalhos visando o bem estar do usuário , a valorização dos espaços públicos, das áreas de patrimônio, dos museus , edifícios icônicos além de elaborar projetos residenciais, comerciais e de lazer criando , desenvolvendo, coordenando, supervisionando projetos e gerindo equipes para alcançar as metas e os prazos. Paralelamente à atividade projetual, atuou na área comercial construindo o desenho do negócio, captando clientes e formando equipe de vendas, além de articular parceiros no segmento de iluminação. A partir de uma experiência voluntária e visando um propósito na atuação profissional foi motivada pelo desafio da gestão pública , passando a fazer parte de equipe na área de Preservação do Patrimônio Cultural, a fim de dar vazão a experiência acumulada na longa trajetória e no intuito de agregar novas competências gerenciais num processo de construção coletiva e em busca de resultados para impactar um grande número de pessoas. Concluída a missão pública, atualmente atua na direção criativa de escritório próprio onde, além de projetos de arquitetura , realiza consultoria independente para projetos de iluminação arquitetural e urbana , área que tem se dedicado desde 1994. Frederico Cardoso Aires Passos, restaurador do marmorino EXPERIÊNCIA2005 OstravittaSócio/Diretor2013 Prêmio PRIME/Finep de Inovação Tecnológica2018 Projetos de Interiores Desenho de móveis e Marcenaria. FORMAÇÃO1985 - Graduação em Engenharia de Pesca pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.1995 - Graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco (1995).2003 - Técnico no Ofício de Estucador, organizado pela FUNDUNESP, Programa Monumenta BID, do Ministério da Cultura.2004 - Curso de Restauração de Bens Imóveis em Alvenaria e Estuque. Em convênio com Ministério de Trabalho e Emprego e Promovido pelo Centro de Trabalho e Cultura, através do Plano Nacional de Qualificação.2005 - Programa de Desenvolvimento de Dirigentes PDD/PAEX. Promovido pela Fundação Don Cabral. José Cristiano Gregório dos Santos, restaurador de cantarias FORMAÇÃO • Licenciado em História do Brasil.• Pós graduado em História do Brasil.• Curso em gestão em prática de obras de conservação e restauro do patrimônio cultural, pelo Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada-CECI e o departamento de arquitetura da Universidade Federal de Pernambuco-UFPE.• Confecção e restauro de azulejaria portuguesa CENTRO TÉCNICO TEMPLO DA ARTE-SP.• AL RESGATE DE LAS TÉCNICAS DE ESTUCOS SECULAR EUROPÉIA, ESTUCTO MÁRMORE, MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO.• Policromia sobre folha de ouro, Casa do restaurador-SP.• Aplicação de folhas de ouro e reintegração cromática, Casa do restaurador-SP.• Oficina de ar fresco, marmorino e escaiola.• CECI-Centro de Estudo da Conservação Integrada, Olinda-PE.• Curso de Restauração em Pedra- Cantaria, Escola Citalia Restauro.• Curso de Restauração de Azulejaria Portuguesa- Citalia Restauro.• Curso de Inclusão de Alunos com Deficiência Visual.• Curso de Coordenação Pedagógica.• Curso gestão da educação infantil.• Curso Educação de Jovens e Adultos.• Curso a Inclusão da Criança com Síndrome de Down.• Curso de Argamassas Tradicionais do Brasil, com Isabel Kanam, MG.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.