| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 1,80 mi |
O Projeto Vulica Brasil - Natureza Urbana cria, por meio de exposições, oficinas e apresentações, um espaço de diálogo intercultural democrático, onde artistas refletem sobre a essência da vida no planeta, a sustentabilidade transversal, a partir do bioma artístico local, em diálogo com o resto do Brasil e convidados internacionais. A mostra coletiva internacional catalisa reflexões sobre cidades sustentáveis por meio da arte urbana, da bioarte, da land art e da arte ancestral indígena.
Não se aplica. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral - Criar um espaço de diálogo intercultural democrático, onde artistas refletem sobre a essência da vida no planeta, a sustentabilidade transversal, a partir do bioma artístico local, em diálogo com o resto do Brasil e convidados internacionais. A mostra coletiva internacional catalisa reflexões sobre cidades sustentáveis por meio da arte urbana, da bioarte, da land art e da arte ancestral indígena. Objetivos Específicos - Realizar o Projeto Vulica Brasil - Natureza Urbana no CCBB Brasília ao longo de 6 meses. O ponto alto da programação ocorre em setembro de 2024, quando o Vulica Brasil completa 10 anos e o projeto celebra o reinício de mais um ciclo da cidade, cosmopolita e aberta ao diálogo intercultural. - Realizar 5 oficinas artísticas com, em média, 4 horas de duração e disponibilidade de 40 vagas. - Realizar 3 intervenções artísticas nas dependências do CCBB Brasília ao longo de 6 meses de realização do projeto. As intervenções ficam abertas ao público todos os dias, das 12h às 20h, exceto às segundas. - Realizar 2 exposições nas galerias do CCBB Brasília ao longo de 2 meses de realização do projeto. As exposições ficam abertas ao público todos os dias, das 12h às 20h, exceto às segundas. - Realizar 2 apresentações cênicas e 2 apresentações musicais abertas ao público ao longo de 6 meses de realização do projeto.
Com este projeto, pretende-se criar um espaço de diálogo intercultural, em que os artistas participantes possam refletir sobre a questão da sustentabilidade - tópico de maior importância da atualidade -, de forma participativa, integrada e harmônica à arte em suas diferentes abrangências, local, regional, nacional, internacional. A proposta é consolidar uma plataforma de arte urbana no coração de Brasília, com sucesso demonstrado na experiência do Vulica em Minsk, Belarus, capaz de contribuir para o desenvolvimento da já ativa cena cultural nacional e estimular o intercâmbio cultural e o pacto entre as nações, principalmente no que tange à arte e à cultura. As áreas abrangidas pelo projeto são artes visuais, música, design, folclore e artesanato. Estimula a reflexão sobre a importância de práticas sustentáveis para conservação de áreas urbanas, relação de respeito mútuo entre a cidade, seus habitantes e a natureza. Os sentidos envolvidos são a visão (contemplação de muros e painéis artísticos grafitados, esculturas e instalações de vídeo), audição (imersão em cantos ancestrais belarussos e dos povos originários brasileiros que acompanham a exposição), tato (contato com materiais artísticos nas oficinas, participação da criação de obras na exposição, texturas de plantas e outros objetos naturais utilizados nas instalações), olfato (aromas de plantas utilizadas na bioarte). Entre os saberes e linguagens presentes estão o grafismo indígena, bioarte, landart, arte urbana, instalações de áudio e vídeo. Os proponentes são os organizadores do Festival Vulica Brasil, realizado cinco vezes em Minsk, Belarus, nos anos de 2014, 2015, 2016, 2017 e 2019. Nesse período, mais de 50 murais de grande proporções foram legados à cidade, além de pinturas em bondes, vagões de metrô, chaminés de fábricas e pontes, esculturas, instalações, exposições e plano urbanístico para a agora também conhecida como "Rua Brasil". Participaram da iniciativa renomados artistas brasileiros como OSGEMEOS, Rimon Guimarães, Ramon Martins, Speto, Bruno Big, Zéh Palito, Hyper e L7MATRIX; além dos belarussos Bazinato, Cowek, Grino, Izum, Kontra, Marat RGB, Mitya Pislyak, MUTUS, Poliakowa, Raman Yanotau, Sergey Kiriuschenko, Vadik Fin e Zahar Kudin. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Passagens internacionais de Belarus: 10 trechos - Artistas convidados. Passagens nacionais de São Paulo-SP: 10 trechos - Artistas convidados. Não há necessidade de alterar a data ou inserir a carta, visto que pedimos o arquivamento do Pronac 230670, solicitação já atendida pelo MINC. Também não há necessidade dos documentos específicos de teatro, visto que o segmento do espetáculo é dança. Por fim, nos documentos em anexo, está o print que o perfil utilizado é o da Diretora Geral, Anastasiya, dirigente vinculada no SALIC. O vínculo do antigo diretor foi retirado.
Detalhamento das atividades em anexo. Produto: Apresentação Musical As apresentações serão exclusivamente instrumentais.
Produto: Exposição de Artes Visuais Acessibilidade física: O espaço do CCBB é adequado para receber pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, dispondo de banheiros PNE, rampas de acesso, corrimões, pisos táteis e todas as medidas necessárias para o pleno uso de pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade para PCDs auditivas: Disponibilização de tradução em Libras dos elementos textuais que compõem a mostra em equipamento próprio no local e por QR Code. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. Acessibilidade para PCDs visuais: Disponibilização de audiodescrição dos elementos visuais compõem a mostra em equipamento próprio no local e por QR Code. Item da planilha orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade para PCDs cognitivas: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, visto que as obras estarão dispostas de maneira espaçada nas galerias e contarão com textos explicativos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Produto: Oficinas Acessibilidade física: O espaço do CCBB é adequado para receber pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, dispondo de banheiros PNE, rampas de acesso, corrimões, pisos táteis e todas as medidas necessárias para o pleno uso de pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para PCDs auditivas: Presença de intérprete de libras para tradução simultânea dos conteúdos propostos no plano pedagógico. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. Acessibilidade para PCDs visuais: Monitoria especializada em leitura e narração de conteúdos de forma descritiva sem dependência de suportes visuais. Item da planilha orçamentária: Monitores. Acessibilidade para PCDs cognitivas: Monitoria especializada inclusiva. Item da planilha orçamentária: Monitores. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: O espaço do CCBB é adequado para receber pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, dispondo de banheiros PNE, rampas de acesso, corrimões, pisos táteis e todas as medidas necessárias para o pleno uso de pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para PCDs auditivas: Disponibilização de informações por escrito sobre a apresentação. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para PCDs visuais: Disponibilização de descrição em áudio das informações sobre a apresentação. Item da planilha orçamentária: Gravação de áudio. Acessibilidade para PCDs cognitivas: Não haverá impactos para deficientes cognitivos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Produto: Apresentação Musical Acessibilidade física: O espaço do CCBB é adequado para receber pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, dispondo de banheiros PNE, rampas de acesso, corrimões, pisos táteis e todas as medidas necessárias para o pleno uso de pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para PCDs auditivas: Disponibilização de informações por escrito sobre a apresentação. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para PCDs visuais: Disponibilização de descrição em áudio das informações sobre a apresentação. Item da planilha orçamentária: Edição de som direto. Acessibilidade para PCDs cognitivas: Não haverá impactos para deficientes cognitivos. Item da planilha orçamentária: Não se aplica.
A programação será inteiramente gratuita, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, como prevê o exposto no Art. 27 da Instrução Normativa MINC nº 1/2023. Além disso, em atendimento à política de ampliação do acesso, adotaremos as medidas previstas nos incisos III e IV do Art. 28 da Instrução Normativa MINC nº 1/2023, a saber: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; Ao longo da realização do projeto, serão disponibilizados ônibus escolares para transporte de 40 alunos da rede pública do DF até o CCBB, para participação na ação educativa proposta e em visitas guiadas às exposições. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Ao longo da realização do projeto, serão disponibilizados registros videográficos das ações educativas e das exposições.
Vulica Brasil - Proponente, Produtora e Direção GeralO Festival Vulica Brasil (pronuncia-se ?Vúlitsa Brasil?, ?rua? em belarusso) ocorreu cinco vezes em Minsk, Belarus, nos anos de 2014, 2015, 2016, 2017 e 2019. Nesse período, mais de 50 murais de grande proporções foram legados à cidade, além de pinturas em bondes, vagões de metrô, chaminés de fábricas e pontes, esculturas, instalações, exposições e plano urbanístico para a Rua KastryÄ?nickaja/Oktyabrskaya, agora também conhecida como ?Rua Brasil?. Participaram da iniciativa renomados artistas brasileiros como OSGEMEOS, Rimon Guimarães, Ramon Martins, Speto, Bruno Big, Zéh Palito, Hyper e L7MATRIX; além dos belarussos Bazinato, Cowek, Grino, Izum, Kontra, Marat RGB, Mitya Pislyak, MUTUS, Poliakowa, Raman Yanotau, Sergey Kiriuschenko, Vadik Fin e Zahar Kudin. A consolidação do Festival no Brasil começou em Brasília, em 21 de abril de 2021, no aniversário da capital, quando se inaugurou o Instituto de Arte e Sustentabilidade Vulica Brasil (iVB), com atuação em arte urbana, graffiti, muralismo, arquitetura, urbanismo e projetos socioeducacionais. Na ocasião, foram promovidas as primeiras ações em solo brasileiro, com os artistas Andrei Busel, Doctor Oy, Zuzu, Iryna Lukashenka, Hyper, Gurulino, MR Soneka, Siren, Torquatto, Mákina de Rabisco, Breu e MÃO - algumas realizadas em exposição na Galeria do Teatro Dulcina de Moraes, no Conic, e outras em murais na Asa Norte e em Ceilândia. Posteriormente, foi lançado o projeto ?Acorda, Conic!?, em parceria com Raruti Design, FGMF e Bloco Arquitetos, com apoio do FAC-DF. A iniciativa engajou cidadãos interessados no futuro da cidade onde vivem e reuniu artistas, designers, urbanistas, arquitetos, ambientalistas, pesquisadores, performers, voluntários de diferentes formações acadêmicas, frequentadores e empreendedores do Conic - no propósito de repensar o Setor de Diversões Sul e contribuir com iniciativas que possam deixá-lo mais aconchegante, vibrante, inclusivo, sustentável e multicultural.A entidade proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, receberá pela rubrica de Direção Geral, Produção e parte dos Custos Administrativos, respeitando os percentuais previstos na IN 11/2024.Mila Kotka - Direção ArtísticaNina Coimbra - CuradoriaNascida em Brasília em 1984, é formada em Artes Plásticas pela State University of New York e fez especialização em Restauração e Conservação de Arte, Pela LDM Firenze. Trabalha com design desde 2012 e em 2014 criou com o designer Thiago Lucas o Estúdio Polpa. Nina trabalha com pintura, escultura, design de produto e mobiliário, cenografia e é arte educadora. Expôs em lugares como MASP, Museu da República em Brasília, FUNARTE Brasília e CCBB Brasília. Curadoria:Casa Brasil Nova Iorque - New York, NY 2022Co-curadoria Design Week México, MX 2022Curadoria Design Week Brasília BXB, BR, 2023-24Atelier Paralelo - Expografia e Consultoria TécnicaO Atelier Paralelo foi fundado em janeiro de 2009 pelo arquiteto Thiago de Andrade a partir de sua experiência em outras sociedades em escritórios de arquitetura. Thiago é arquiteto e Urbanista formado pela UnB em 2004, possui escritório próprio na cidade desde 2005, fundando o Atelier Paralelo em 2009. Pós-graduado em Docência do Ensino Superior pelo IESB em 2009. Foi consultor do IPHAN acerca do Patrimônio Urbanístico de Brasília entre 2013-14. Foi diretor cultural do IAB/DF entre 2010-11, membro do Conselho Superior entre 2012-13 e foi presidente do mesmo instituto no ano de 2014, quando renunciou para assumir a Secretaria de Estado de Gestão do Território e Habitação do Governo do Distrito Federal no cargo de Secretário de Estado. Já foi premiado em diversos concursos e prêmios na área de Arquitetura e Urbanismo, destacando-se o 3º lugar na construção da nova Sede do IPHAN Nacional em Brasília, em 2006, 1º prêmio Nauro Esteves na premiação Nova Arquitetura de Brasília em 2007, e teve sua obra exposta na 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na exposição Brazilian Design Perspectives em Singapura e Brazilian Architects Tribute na Austrália em 2019. Atua também na organização e promoção de concursos de arquitetura, em que se destacam o Concurso para o Masterplan da Orla do Lago Paranoá, da Requalificação do Estádio Nacional de Brasília, Arena BSB. Foi júri do Concurso para o Pavilhão da Expo Dubai 2020, do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade – IPHAN por duas ocasiões na edição de 2014 e na de 2017 e do Prêmio Opera Prima nas edições de 2015-16 e na de 2019-20. Foi membro da Comissão Julgadora das propostas de curadoria para XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo - IAB-SP.Claudia Di Giovanni - Coordenação de Produção
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.