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PRONAC 2316809Indeferido - não atendimento à diligênciaMecenato

Circuito Orixas na Praça 2024

INSTITUTO ROSA DOS VENTOS DE ARTE, CULTURA E CIDADANIA
Solicitado
R$ 843,6 mil
Aprovado
R$ 843,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O Circuito Orixás na Praça é um circuito de ações culturais, educacionais e revitalização da Praça dos Orixás. O projeto dedica-se ao fortalecimento dos territórios culturais afrocandangos, à promoção de políticas públicas de combate ao racismo e à visibilização de Brasília como capital turística afro-brasileira por meio de festivais, feira gastronomica e de artesanato, visitações escolares, oficinas, jardinagem e revitalização do espaço

Objetivos

Objetivo Geral Promover o circuito orixás na praça composto de manutenção, festejos e festivais e ações educativas, fotalecendo e promovendo o Patrimonio Imaterial tombado como espaço estratégico das matrizes africada do Distrito Federal. Realização da Festa das Águas Com 5 edições, acontece no Dia de Iemanjá, 02 de fevereiro. Realização do Festival São Batuque Com 16 edições, acontece no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro. Realização da Festa das Yabás Com 3 edições, acontece no Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, 25 de julho. Visitação escolar Visita guiada ao Panteão dos Orixás com fins de conscientização. Oficinas nos Ilês Descentralização da aprendizagem e fortalecimento da rede do Axé. Objetivos Específicos Manutenção e revitalização da Praça dos Orixás;Conscientização ambiental sem perder a tradicionalidade;Ampliação dos espaços de apresentação dos patrimônios imateriais afrobrasileiros;Encontro de artistas e grupos locais de tradições afro-brasileiras;Ampliação do público e quebra do racismo religioso;Encontro de guardiães da praça: Yalorixás, Babalorixás, Ogans, Ekedis, Egbomi, Abians e Yawôs;Reafirmação da praça como ponto de encontro das culturas de terreiro;Seminário de coletivos guardiães da Praça dos Orixás (Babalorixás e Yalorixás) junto à Subsecretaria de Patrimônio da SECEC/DF, à Subsecretaria de Igualdade Racial e ao Iphan DF;Construção do Plano de Salva Guarda para a Praça dos Orixás.

Justificativa

O projeto Orixás na Praça dedica-se — por meio da realização de diversas atividades vinculadas à Praça dos Orixás — ao fortalecimento de territórios afrocandangos, à promoção de políticas públicas de combate ao racismo e à visibilização de Brasília como capital turística afro-brasileira. Para tanto, o Instituto Rosa do Ventos de Arte, Cultura e Cidadania, promove a visitação de escolas públicas ao panteão da praça, como componente educacional de sua ação; a manutenção de ilês, a fim de fortalecer a rede de culturas tradicionais de terreiro do Distrito Federal; e a realização de encontros de territórios afrocandangos na Praça dos Orixás, por meio de seus tradicionais festejos — a Festa das Águas (5 anos), no dia de Iemanjá, 02 de fevereiro; o Festival São Batuque (16 anos), no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro; e a Festa das Yabás (3 anos), no Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, 25 de julho. A Praça dos Orixás é um dos mais importantes espaços de história, cultura e turismo do Distrito Federal. Sua existência está permeada por vivências constantes da comunidade do Axé e das culturas tradicionais de matrizes africanas do Distrito Federal. Além de tratar-se de um evidente espaço de celebração do sagrado, também recebe diversas atividades e festejos em que a comunidade afrocandanga promove a manutenção de tradições populares artísticas e culturais. Também representa um ponto de encontro comunitário que carece de cuidados infraestruturais e proteção contra depredações e desgaste por efeitos do tempo. É, pois, essencial mantê-la viva, convidando a população a usufruir e preservá-la, a partir de encontros, atividades, festejos, celebrações sagradas, enfim, reuniões sociais que engrandeçam o apreço comunitário por esse espaço tão caro à história do Distrito Federal. Vale recordar que a Praça dos Orixás é, frequentemente, alvo de discriminação religiosa, padecendo com atos de vandalismo. Sua ocupação sistemática é, portanto, uma importante estratégia de proteção e conscientização sobre sua relevância política e social.

Especificação técnica

Aplicativo: Será desenvolvido um aplicativo para informações turisticas sobre a praça, audio descrição com QR code dos orixas, informações sobre as matrizes africanas do DF. Restauração e conservação: sera restaurado as 16 imagens dos orixas, algumas vandalizadas pela intolerancia religiosa, tavem será colocada pracas informativas com QR code para acesso a audio descrição. Manutenção da praça - no projeto de manutenção será feito o trabalho de jardinagem, limpeza, eletrico, hidraulico e iluminação. projeto educativo: será elab olaboraqdo o projeto educativo com vistas a subsidiar as visitas de alunos da rede publica na praça dos orixas, trazendo todo um conteudo sobre as matrizes africanas. festejos e festivais: o projeto será apoio para realizaçação de 3 festejos e festivais realizados pela Rosa dos Ventos, Festa das Águas, Festa das Yabas e São Batuque, para a realizaçao esses projetos vão contar com rtecursos complementares.

Acessibilidade

Com vistas a ampliar e democratizar o acesso a bens e serviços culturais para pessoas com deficiência e pessoas idosas, os festivais do Circuito Orixás na Praça vai dispor da seguinte estrutura: 1. Implantação de uma central de atendimento à pessoa com deficiência (PCD), que tem como objetivo ser um espaço de acolhimento, para ouvir e tratar as considerações, sugestões, críticas e reclamações do público com deficiência participante do festival, além de um ponto de encontro, de descanso e espaço de referência do evento. Haverá, também, guias disponíveis para acompanhar cegos e pessoas com deficiência física e de mobilidade para os locais desejados, um centro de informações, com programação escrita em braile e adequação em LIBRAS; 2. Veiculação de um teaser de divulgação do evento em LIBRAS para as redes sociais, tendo como público-alvo grupos e pessoas com deficiência auditiva; 3. Contratação de intérpretes de LIBRAS com a interpretação das letras das músicas para pessoas com deficiência auditiva.

Democratização do acesso

Em 15 anos de experiência com projetos na Praça dos Orixás, percebemos que nosso público é muito diversificado. Em relação ao tipo de público que buscamos, podemos incluir: a)Artistas – diversos artistas da área da cultura afrobrasileira, populares e detentores dos patrimonios imateriais serão convidadxs para as apresentações musicais e oficinas; b)Produtores – o evento é destinado a profissionais da cultura tradicional de terreiro e populares. c) Expectadores – pessoas de várias classes sociais do DF e outras cidades Brasileiras e até do exterior, consumidores da cultura afrobrasileira, conhecimentos tradicinais, cultura percussive, gastronomia tradicional de terreiro, turistas e praticante das religiões de matrizes africanas. d) Sacertodes e sacerdotizas da cultura afrobrasileira – praticantes e detentores dos saberes e sabores tradicionais de terreiro; e) Imprensa e Influenciadores - pessoas do mercado da cultura afribrasileira. Em relação a fáxia etária do nosso público, podemos comparar os números das edição anteriores da Festa das Águas : Em 2022 foram 30% entre 18-24 anos e 50% entre 25-34 anos e 20% entre 35-44 anos. Em 2025 foram 32% entre 18-24 anos, 53% entre 25-34 anos e 15% entre 35-44 anos. Esses números mostram a crescente um equilibrio do publico, sendo nossos mais velhos de detentores dos saberes patrimoniais sempre presente e a juventude em peso trazendo a certeza da procura pela nossa identidade brasileira patrimonial.

Ficha técnica

Cargo: Cordenação Geral Nome: Instituto Rosa Ventos Currículo resumido: O Instituto Rosa dos Ventos surgiu em 2011 com intuito de pesquisar, difundir, produzir, comunicar e fomentar a arte que carrega em sua essência a identidade brasileira, abrindo caminhos em todas as direções e desbravando os segmentos da música, do teatro, da dança, do cinema e da literatura. Essa corrente converge para o fomento às culturas populares e de matrizes africanas, além dos efervescentes movimentos culturais das periferias do Brasil. A associação tem como capitã a produtora cultural e brincante Stéffanie Oliveira, e traz em seu barco, festivais de música e teatro, agenciamento de artistas, montagem de espetáculos, livros, filmes, oficinas artísticas, entre outras criações, que têm em seus conteúdos a pluralidade de um povo diverso e rico em cultura. A Rosa aponta a navegação para o fortalecimento da economia criativa em Brasília, ressaltando a beleza e os valores da cultura praticada em seu país. A proposta de empreendimento da Rosa está ancorada, principalmente, no respeito às tradições ancestrais e, portanto, na necessidade de promover vida fértil aos agentes e territórios que as produzem. Assim, entende-se que, para honrar uma tradição, é necessário enaltecer seu território, difundir seus saberes, promover suas criações e fortalecer suas redes. Ao fomentar esses quatro eixos, estrutura e dinamiza a oferta de entretenimento e de cultura à comunidade, além de ampliar as possibilidades de inclusão no mercado e na sociedade. Desse modo, para implementar sua linha de trabalho com amplitude e eficácia, o Instituto Rosa dos Ventos lançou, no biênio 2019/20, o Circuito de Culturas Populares do Distrito Federal Cargo: Produção Executiva Nome: Stéffanie Oliveira Currículo resumido: Nascida em Brasília, filha de brasilienses, é artista das culturas populares e produtora cultural há 15 anos. Atual presidente do Instituto Rosa dos Ventos. Coordenadora Geral do Circuito Candango de Culturas Populares. Curadora e Coordenadora do Festival São Batuque. Co-fundadora, brincante e produtora do grupo Seu Estrelo. Batuqueira da Orquestra Alada Trovão da Mata. Tem como escola popular Centro Tradicional de Invenção Cultural, Centro de Tradições Populares de Sobradinho, Ilê Axé Oyá Bagan do Paranoá e escola acadêmica Universidade de Brasília, Letras Português. Produção cultural EAD pelo IFB. Cargo: Coordenação de Comunicação Nome: Odoyá Produções Currículo resumido: Odoyá Produção Cultural e Audiovisual é uma empresa voltada ao fomento das culturas tradicionais de terreiro para a ocupação do amplo lugar que lhe é merecido e consagrado: cultura, turismo, cinema, teatro, festivais e o que mais surgir em vista. É hoje responsável pela produção de parte do calendário da Praça dos Orixás DF, sendo criadora da Festa das Águas e Festa das Yabás. Parceira na realização do Festival São Batuque. Realizou a produção audiovisual Terras Diversas. Cargo: Coordenação Artítica Nome: Alexandre Rangel Currículo resumido: CURRÍCULO RESUMIDO: Educador popular, artista, gestor administrativo e cultural, teólogo, especialista em planejamento estratégico e conhecimento notório em gestão de recursos públicos, tendo como destaque algumas experiências: DANÇA CIGANA – membro do grupo de dança cigana Namastê desde dezembro de 2011 e um dos criadores do grupo de dança Cigana da Candangolândia – Camino Gitano em setembro de 2014. Participou da organização do encontro Brasil Cigano em 2013. Apresentação em 2016 no teatro do SESC, participação no festival de dança Mercado Persa nos dias 21 e 22 de abril de 2017, sendo premiado em terceiro lugar na dança de casais. Ministério do Planejamento – 2009 e 2010 – atuação como consultor do Ministério do Planejamento e Cooperação Espanhola, na qualificação das ONGs em: orçamento público, elaboração de projetos, gestão de recursos públicos e Portal de Convênios – SICONV. Confederação de Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil – 2005 a 2009 - Atuação com diversas cooperativas de técnicos e produtivas nas áreas de planejamento estratégico, desenvolvimento de projetos agroindustriais, programa de pesquisa em gado e produção de sementes, capacitação de agricultores, colaboração na elaboração do manual de assistência técnica do INCRA 2008. Governo do Distrito Federal - Secretaria de Cultura – 2011 a 2014 – atuação como Subsecretário de Administração Geral, principal colaborador para criação da política de contratação de artistas, com a criação do sistema de artistas – SISCULT e o manual do artista e manual do gestor. Organizou o setor de licitações na Secult, responsável pela realização de mais de 100 licitações durante a gestão e criou o setor de convênios. Governo do Distrito Federal – Vice Governadoria– 2007 e 2008 – atual na assessoria comunitária da vice governadoria, participou do projeto de realização do I Festival Nacional da Juventude e da criação do jornal Juventude.br Principais atividades e projetos realizados I Festiva Nacional da Juventude (1998) – atuou na coordenação Via Sacra ao Vivo da Candangolândia – Diretor Geral de 1992 a 1997 Campanha de combate ao uso de Drogas (candangolandia-1995) – coordenação da campanha. Programa nacional de apoio a comunidades terapêuticas 2012 – consultor, trabalho para implementação do programa do Ministério da Saúde com as comunidades de recuperação de usuários de drogas Carnaval de Brasília 2011 e 2012 – atuação na elaboração e implementação de nova lei, concepção da política do carnaval de Brasília e atuação direta na produção dos eventos. Revista Traços (2015/2016) – Coordenador Social e de Distribuição – coordena a distribuição da revista com os porta-vozes da cultural, bem como as ações sociais. Festival São Batuque (2015) – Atuou na função administrativa e documental, para contratação dos artistas do festival. Porão do Rock 2015 – elaboração do projeto e relatórios de prestação de contas. Festival de Cultura Popular 2015 – atuação administrativa e financeira no projeto apoiado pela lei de incentivo a cultura do DF. Cargo: Coordenação de Infra e Operações Nome: Tupac Produções a principal experiencia da Tupac é em tecnologias social para gestão de projetos culturais, desde a elaboração a prestação de contas, nesta área comprovamos experiencia nas seguintes áreas: Coordenação Administrativa e Financeira, Assistente Financeiro, Elaboração de projetos, captação de recursos, capacitação em gestão de projetos, capacitação na Plataforma +Brasil do Governo Federal, Capacitação de gestão de projetos públicos e MIROSC. Cargo: Coordenador administrativo Nome: Éverton Oliveira Currículo resumido: ATUA NA GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DE PROJETOS CULTURAIS, TENDO AINDA ATUADO NA PRODUÇÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALGUNS PROJETOS CULTURAIS. - CIRCUITO DE CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS (2018-2019)- MANUTENÇÃO SEU ESTRELO (2018-2019)- TOP CUFA 2018- DEBATEDOR: BANCA DE PITCHING - AMBIENTE DEMERCADO- 51º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO (2018)- 52º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO (2020)- CARNAVALESCA(2020)- CIRCUITO CANDANGO DE CULTURAS POPULARES (2020-2021)- VIRADA CRIATIVA (2020-2021)- EXPOSIÇÃO DO SEU ESTRELO NO SCS (2020-2021) Cargo: Assessora de Acessibilidade Nome: Emily Currículo resumido: Emilly AmorCosta (PCD) - 36 anos, atua como modelo, apresentadora, coordenadora de equipe e produtora cultural especializada em acessibilidade. "Acessibilidade sem sensibilidade são apenas rampas". Administração Pública com foco em projetos - Centro Universitário IESB. Produção (Acessibilidade e Sustentabilidade) - Eichoro - 2ª Edição - Assistente de Acessibilidade(2022); Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro -Coordenadora de Acessibilidade e Sustentabilidade; Favela Sounds - Assistente de Acessibilidade; Festival Latinidades - Coordenadora de Acessibilidade; Arraial Coração São João - CCBB - Coordenadora de Acessibilidade Festival Coma - Consciência, Música e Arte

Providência

PROJETO ARQUIVADO.