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O projeto se refere à circulação do espetáculo "Peter Pan".
Uma grande aventura se inicia quando um menino chamado Peter Pan de idade e origem desconhecidas entra pela janela de uma casa em busca de sua própria sombra, que havia se desgrudado do seu corpo. Nesta casa, ele conhece Wendy e seu irmãozinho Joãozinho. Juntos, com muitas brincadeiras e estórias, vivem aventuras extraordinárias com meninos perdidos, fadas, piratas e o terrível Capitão Gancho.
Objetivo Geral: Viabilizar a itinerância do espetáculo "Peter Pan" em múltiplas regiões do Estado de São Paulo, fomentando o alcance a releituras teatrais de literaturas clássicas destinadas ao público infantil. Objetivos Específicos: A) Produto CIRCULAÇÃO DE ESPETÁCULO: executar 07 apresentações teatrais da peça "Peter Pan", com entrada gratuita, realizando 01 (uma) apresentação nas cidades de Bebedouro, São Carlos, Guarujá e Campinas e 02 (duas) em São Paulo. B) CONTRAPARTIDA SOCIAL: A realização da oficina "TeatrAção Literária: um mundo de histórias" em cada uma das cidades selecionadas, por meio de parcerias com escolas e instituições culturais, realizadas pelo produtor local na etapa de pré-produção do projeto. A oficina com 3h de duração, será ministrada pela proponente Ana Luz e tem como foco desenvolver a criatividade de crianças e jovens, juntando jogos teatrais com grandes nomes da literatura infantojuvenil (Maria Clara Machado, Tatiana Belinky, Ruth Rocha). As oficinas serão realizadas durante o período de circulação do espetáculo.
O espetáculo infanto-juvenil "Peter Pan", do Grupo Teatral Gorki, traz um novo conto para os personagens clássicos, criados por J.M. Barrie, mas que aqui recebem a visão e perspectiva da adaptação do roteiro feito pela autora brasileira Tatiana Belinky. A essência do espetáculo é seu vínculo, a conexão com o público, trazendo o mundo imagético e lúdico para dentro do teatro, criando uma experiência imersiva, uma memória a ser carregada por toda a vida. Toda criança aprende a ser contadora de histórias, a criar mundos imaginários dentro de seu próprio quarto, onde um travesseiro bem preso ao braço pode se tornar um forte escudo para enfrentar um dragão. É justamente nesse aspecto que o espetáculo se constrói. Na narrativa, o Grupo traz a contação de histórias como fio condutor da ação e trama dos personagens, como veículo de instigar ao público esse poder de brincar e criar histórias, motivo ainda mais explorado pela escolha da adaptação de não fazer os personagens Wendy e Joãozinho deixarem suas casas para ir à Terra do Nunca e sim de viverem suas aventuras sob o tapete azul entre suas camas. A sua montagem foi constituída buscando enaltecer movimentos teatrais que marcaram toda a história, tendo personagens criados a partir de elementos farsescos e com jogo cênico baseado em jograis clownescos, que tornam a cena mais potente em seu aspecto estético e cômico. Sempre estabelecendo a valorização da cultura brasileira, meio da musicalidade, narrativas e cenografia. No âmbito musical, deve-se levar em consideração que a música serve para anunciar com mais tonicidade e, em maior proporção, o dito ou pensado pela personagem, logo, uma vez que a narrativa dessa montagem foi refeita, a composição musical completamente inédita e autoral se fez necessária. O processo de composição das 7 músicas do espetáculo partiu principalmente da construção cênica para, assim, estruturar a melodia e harmonia. Ou seja, a música, bem como a dança, se apresentam como uma aliada à interpretação para traçar o rumo da história, utilizando o coloquialismo e referências ao ditado popular brasileiro, como o próprio hino nacional, por exemplo. Portanto, a ritmicidade e letras ressaltam as personalidades que ganham vida no palco e toda sua autenticidade. Isso faz com que o público se conecte com os personagens, através do processo de identificação, e se mantenha imerso na narrativa do começo ao fim. A circulação do espetáculo se torna relevante a partir do momento em que encontra-se nele uma forma de arte capaz de transmitir valores, ensinamentos e histórias de maneira lúdica e envolvente. Os personagens vivem em um mundo de fantasia, onde tudo é possível e a imaginação não tem limites. Essa mensagem é extremamente importante para crianças, principalmente as que vivem em cidades carentes de incentivo à cultura, que muitas vezes têm poucas oportunidades de estimular sua imaginação e criatividade. O teatro pode ser uma forma de proporcionar um momento de sonho e fantasia para essas crianças, mostrando que elas também podem criar e sonhar. Ao assistir a uma peça como essa, e se identificando com os personagens, elas aprendem lições valiosas que podem ajudá-las a superar obstáculos e alcançar seus objetivos. Vale ressaltar que o projeto de circulação foi pensado para difundir culturalmente uma produção originalmente interiorana para outras regiões do estado de São Paulo, oportunizando que o Grupo Teatral Gorki, advindo do interior paulista, possa levar sua produção para demais regiões. Portanto, sua relevância tem início com mobilização direta de aproximadamente 47 profissionais da área da cultura - envolvendo produtor local, intérprete de libras, fotógrafo, entre outros - sua maior parte advinda do interior paulista, dessa forma, valorizando e divulgando a cultura regional. Além disso, as cidades selecionadas para receber o espetáculo foram escolhidas com base na difusão cultural, visando atingir lugares como Campinas, São Carlos e São Paulo, e também cidades menos favorecidas culturalmente, como Bebedouro e Guarujá, buscando um maior impacto social. Para além, o projeto busca contemplar o máximo de regiões administrativas do estado de São Paulo, descentralizando ainda mais as apresentações. Ao circular com o espetáculo, a iniciativa pode gerar empregos diretos e indiretos, como técnicos, produtores, artistas locais, além de movimentar a cadeia produtiva local, como hotéis, restaurantes e comércio em geral. Isso pode trazer benefícios econômicos para a região, estimulando o crescimento do setor de turismo e da economia criativa. Além disso, o projeto pode incentivar a formação de novos artistas e empreendedores locais, que poderão se inspirar na peça e desenvolver novas iniciativas na área cultural. O fomento à economia criativa pode gerar novas oportunidades de negócios e de desenvolvimento local, além de valorizar a identidade cultural da região, gerando uma autoestima positiva nos habitantes. No que diz respeito à acessibilidade, o espetáculo será realizado em teatros que oferecem um espaço adequado e acessível, como rampas, corrimãos, cadeiras de rodas e banheiros adaptados. A oficina TeatrAção Literária, contrapartida do projeto, abrange pessoas com deficiência, podendo ser realizado de forma plena, sem qualquer distinção. No mais, a oferta dos ingressos de forma gratuita contribuirá para garantir o livre acesso aos interessados, incentivando a participação do público. Portanto, o projeto de circulação do espetáculo Peter Pan pode trazer não só benefícios para a formação das crianças e jovens, mas também para a economia das cidades em que passar. A realização do projeto torna-se uma ferramenta poderosa de transformação social.
Link do teaser do espetáculo: https://www.youtube.com/watch?v=PI8WJFCotxI Link do espetáculo na integra:https://www.youtube.com/watch?v=Hzuy-YWzCuo Link do portifólio e demais autorizações: https://drive.google.com/file/d/13YfeoKmzZ719KGn0md2jNezurUt1LO9d/view?usp=share_link
Release: A história do garoto que não quer crescer está na memória de muitos de nós. Ainda assim, o musical “Peter Pan”, do Grupo Teatral Gorki, recria o clássico de uma maneira única, com músicas e coreografias autorais e inéditas, cujo objetivo é incentivar o imagético do público, principalmenteo infanto-juvenil. O espetáculo farsesco repleto de bom humor e “pirataria” ganha vida no quarto de Wendy e Joãozinho, onde acompanhamos não apenas a história do menino da Terra do Nunca cuja infância não tem fim, como também os sonhos, fantasias e receios de uma menina que não consegue evitar a chegada da vida adulta. Duração: 60 minutos Classificação: Livre Direção: Antonio Resende Assistente de Direção: Rafa Corrêa Texto adaptado de Tatiana Belinky Compositor Musical: Vinicius Rodrigues Direção de Produção: Ashley Ozsvath Assistente de produção: Maria Laura Alves Braz Preparador Vocal: Caio Felipe Vilela Musicos: Vinicius Rodrigues e Caio Felipe Vilela Operador de Luz: Michel Iran Operador de Som: Clara Zanon Elenco:Ana Luz; Anna Ise Andrade; Antonio Resende; Bethânia Coelho; Henrique Bertolini; Isis Sthefani; Marlon Ferreira; Rafa Corrêa e Rafa Resende.
PRODUTO: CIRCULAÇÃO DE ESPETÁCULO TEATRAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais possuem em sua estrutura livre acesso a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Em sua estrutura já possuem rampas, corrimão e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as apresentações contam com a acessibilidade para pessoas com deficiências visuais, por meio da audiodescrição do espetáculo. Além disso, todo o material de divulgação digital da circulação conta com o uso de textos alternativos e audiodescrição em vídeos de divulgação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as apresentações contam com uma intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) para a acessibilidade a pessoas com deficiências auditivas. Além disso, contamos em todo nosso material de divulgação o uso de legendas para vídeos utilizados na divulgação digital, bem como a sinalização da Tradução em LIBRAS do espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Contamos com uma equipe de produção treinada para auxiliar e atender as necessidades específicas de cada público em todas as sessões. Além disso, utilizaremos o uso da Linguagem Simples em todo material de divulgação do espetáculo. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina “TeatrAção Literária: um mundo de histórias” ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais possuem em sua estrutura livre acesso a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Em sua estrutura já possuem rampas, corrimão e banheiros adaptados. Expandimos, ainda, a acessibilidade dessa ação para além da sua especificidade arquitetônica, contando com a sensibilização e capacitação da oficineira para promover a mesma qualidade de experiência da oficina para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Todas as oficinas contam com uma equipe preparada para atender no seu melhor o público com deficiência visual em suas necessidades específicas, com sensibilidade e atenção. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as oficinas contam com uma intérprete de LIBRAS (Lingua Brasileira de Sinais) para a acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas. Além disso, contamos em todo nosso material de divulgação para oficinas: legendas para vídeos utilizados na divulgação digital, e a sinalização da Tradução em LIBRAS da oficina em todo material de divulgação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Contamos com uma oficineira e uma equipe de produção treinadas para auxiliar e atender as necessidades específicas de cada público em todas as oficinas. Além disso, utilizaremos o uso da Linguagem Simples em todo material de divulgação desta ação.
Buscando garantir que o projeto alcance um público de aproximadamente 2.500 pessoas, adotaremos as medidas de acesso transcritas do art. 28 da IN nº 01/2023: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Para além disso, como outras medidas sugeridas pelo proponente para que a mensagem da peça “Peter Pan” seja transmitida com sucesso, apostaremos na criação de estratégias de comunicação nas midias digitais e distribuição gratuita dos ingressos em todas as sessões. Para tanto, é importante estabelecer metas específicas, que serão monitoradas ao longo do projeto como por exemplo: cronograma de postagens com investimento para aumento de alcance, gerar aproximadamente 500 interações nas redes sociais e ter uma média de 80% de ocupação em todas as apresentações aproximadamente. Com essas metas bem definidas, o planejamento de mídias poderá ser construído de forma mais precisa e eficiente, maximizando os resultados e aumentando da democratização de acesso para todos. Além de estratégias de divulgação iniciadas já na pré-produção do projeto, a equipe responsável pelo planejamento de mídias também trabalhará em conjunto com os produtores locais contratados durante a etapa de produção da peça Peter Pan. Juntos, será analisado formas de divulgação específicas para cada cidade, levando em consideração as particularidades do público-alvo em cada região. Dessa forma, teremos a oportunidade de criar campanhas ainda mais eficientes, direcionadas e capazes de atrair ainda mais espectadores para a peça e garantir o impacto da circulação. Será desenvolvida uma identidade visual universal e inclusiva para a peça Peter Pan, que irá conversar diretamente com o público esperado, bem como haverão estudos e planejamentos a fim de garantir que a identidade visual da peça seja atrativa e coerente tanto com a história, quanto com as expectativas do público. A definição do público-alvo é um passo crucial para o sucesso de qualquer estratégia de divulgação. No caso da peça Peter Pan, o objetivo é atingir famílias e crianças, que são o público principal dessa produção teatral. Essa definição foi feita com base na análise do perfil dos espectadores que costumam frequentar esse tipo de espetáculo, além do tema da peça, que é voltado para o universo infantil. A partir disso, é possível desenvolver uma linguagem adequada para a comunicação, escolher os canais de divulgação mais eficientes e direcionar a mensagem de forma mais assertiva, com o intuito de atrair e conquistar esse público específico. Por isso, optamos por utilizar os seguintes veículos: Para as redes sociais Facebook e Instagram, que possuem um grande alcance entre esse público e permitem uma segmentação precisa de anúncios, será feito posts de divulgação do espetáculo, criando um storytelling da peça, ou seja, contando a história de maneira cativante e envolvente para transmitir a mensagem e despertar curiosidade e interesse do público. Também será feito posts patrocinados, focando a região de cada espetáculo, usando como filtro e parâmetro, o público-alvo e interesses culturais, para segmentar corretamente o alcance e atingir ainda mais audiência esperada. Para a divulgação por meio do WhatsApp, uma mídia muito utilizada para comunicação pessoal e que tem se tornado cada vez mais relevante para a divulgação de eventos, iremos criar comunicações com o storytelling da peça, disparando para listas de contatos entre escolas e grupos de pais, com foco em convidar para conhecer e se encantar com o espetáculo. Serão feitas parcerias com sites de imprensa voltados a eventos culturais, que indicarão o espetáculo Peter Pan como uma ótima opção de escolha para famílias. Também em sistema de parceria, os jornais locais darão visibilidade à peça, em matérias com o mesmo intuito dos sites, convidando para conhecer o espetáculo como opção de entretenimento e cultura. A frequência de postagens de cada mídia, seguirá um calendário quinzenal, respeitando o período de divulgação de cada sessão. Como serão seis cidades, iremos separar este calendário, e trabalhar os conteúdos em uma frequência de 15 dias para cada apresentação. Para tanto haverá um cronograma de planejamento de mídias. - postagens no facebook e instagram durante os quinze dias de divulgação- investimento em duas postagens como post patrocinado no instagram e facebook- disparos periódicos de comunicação no whatsapp para atrair o público- inserção em matéria no jornal digital local, convidando para atividades culturais que irão ocorrer Para aumentar o engajamento nas redes sociais, como Facebook e Instagram, é importante produzir conteúdo diversificado e criativo que possa atrair a atenção do público-alvo. No caso da peça Peter Pan, a estratégia de mídia envolverá a criação de diferentes tipos de mídia para Instagram, com foco em Stories e Reels, que são os formatos de maior engajamento dessas plataformas. Para avaliar a efetividade do plano de mídia proposto para a peça Peter Pan, é possível utilizar alguns indicadores de desempenho. O primeiro deles é o número de visualizações e engajamento nas redes sociais, como Instagram e Facebook, que serão monitorados por meio de métricas disponibilizadas pelas próprias plataformas. A expectativa é de que a divulgação nas redes sociais atinja uma grande quantidade de pessoas interessadas em cultura e entretenimento, o que pode ser traduzido em um aumento no número de seguidores, curtidas e comentários. A expectativa será um alcance e engajamento de cinco vezes o número de assentos de cada sessão. Outro indicador importante é o número de ingressos distribuídos. Com uma boa estratégia de comunicação, espera-se que haja um aumento significativo na distribuição dos ingressos, que serão gratuitos, para as apresentações da peça, com todas as apresentações com 90% de público total. Vale ressaltar que o processo de distribuição de ingressos será feito primeiramente por meio digital (80% dos ingressos), em plataformas de venda online (sympla) e, posteriormente, de forma presencial, individualmente, 1 hora antes do espetáculo (20% dos ingressos), na bilheteria do teatro, garantindo o amplo acesso ao espetáculo.Além disso, levando em consideração que a divulgação do espetáculo será feita principalmente em mídias digitais, contribuímos para a preservação do meio ambiente, evitando o uso de mídias que tradicionalmente usam papel e outros poluentes. Por fim, a definição de um público-alvo bem definido e a criação de uma identidade visual que converse diretamente com esse público pode aumentar a taxa de conversão de interessados na distribuição de ingressos. Com isso, espera-se que a plateia esteja sempre cheia em todas as seis cidades onde a peça será apresentada, o que pode ser considerado um indicador de sucesso do plano de mídia proposto. A utilização de indicadores de desempenho permite mensurar a efetividade do plano de mídia e ajustar as estratégias de acordo com os resultados obtidos.
O Coordenador do projeto estará a cargo da proponente Ana Luz Mira Messias, que será responsável em coordenar o andamento do projeto, bem como o acompanhamento em todas as etapas garantindo lisura e eficiência em sua execução e prestação de contas. Por fim, será responsável pela gestão do projeto. Abaixo breve currículo dos principais membros do projeto: Ana Luz Mira Messias| Proponente/Coordenadora Geral do Projeto e Atriz Inscrita no DRT 58.876/SP, é formada em Licenciatura Plena em Letras Português/Inglês pelo Centro Universitário Barão de Mauá, e em Arte Dramática pelo Senac. Como docente, ministrou aulas de interpretação, produção de texto, teatro e artes visuais. Em sua graduação, se especializou na análise de personagens femininas das peças do dramaturgo Nelson Rodrigues. Participou do roteiro e direção de três espetáculos teatrais: pela Fundação Educandário, realizou a peça “O Livro das Lendas” (2017) e “Pega na Mentira” (2018), adaptação do romance “Alice no País da Mentira”, de Pedro Bandeira, produzida para o projeto Combinando Palavras, na 18ª Feira Nacional do Livro; em 2019, pelo Colégio Ideal, foi co-diretora da peça “A Bela e a Fera”. Iniciou sua trajetória como atriz em 2015 no Grupo Teatral Ditirambo, e desde então já atuou em mais de 20 projetos artísticos (peças teatrais, espetáculos musicais, curtas-metragens, clipes musical, etc). Trabalhou durante dois anos na Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto como produtora cultural - voltada para a área de projetos e editais, comunicadora B2B e apresentadora do web programa mensal Conexões Literárias. Atualmente, é integrante do Grupo Teatral Gorki, onde atua como atriz e gestora de projetos, e do Território Cultural Divino Ato, atuando como atriz e assistente de direção, ambos de Ribeirão Preto/SP; além de trabalhar como roteirista no Centro de Inovações ED+ da universidade Facens, em Sorocaba/SP. Antonio Resende | Diretor e Ator Antonio Resende, inscrito no DRT 50.024/SP, possui mais de 12 anos de carreira na área artística. Iniciou sua formação no Curso de Teatro TPC (2008-2015) e posteriormente integrou ao Grupo de Teatro TPC por onde participou de 12 produções, sendo estas selecionadas pelo Proac ICMS, as quais algumas delas são “Marca de uma lágrima” (2018), “Vida de drogas” (2019). Além disso,integrou a equipe de diretores de espetáculo da Escola de Teatro TPC por 5 anos. É graduando em Direito pela Faculdade de Direito de Franca, com com tema de pesquisa em captação pública para projetos culturais e artísticos. Ademais, deu continuidade a sua formação com oficinas e cursos promovidos pelo SP Escola de Teatro em São Paulo “A Plástica Cênica”, Sesc Santos com o “Curso de formalização em desenvolvimento de projetos culturais”, Poiesis na Oficina de elaboração de projeto: ROUANET, com Dnize Castro, Curso de especialização “O ator e a Máscara” com Tiche Vianna e entre outros. Trabalhou como ator em 60 espetáculos ao longo de sua trajetória no teatro. Além disso, participou de 5 obras de animação produzidas pela produtora USINANIMADA, sendo duas delas contempladas pelo PROAC ICMS: LALÁ - 2014 e Nacachola - 2016, pelo diretor Jon Russo. Como diretor e co-diretor já foram mais de 15 espetáculos, como “Cão”, uma obra original e autoral, “Peter Pan”, entre outros. Como segundo assistente de direção em “É Isso Aí”, outra obra seriada de 9 episódios com direção de Junior Vieira. Atualmente, exerce a função de Diretor Cultural da Associação da Boa Viagem em Salvador/BA, onde é responsável pela desenvolvimento e análise de projetos culturais e artísticos, Diretor Artístico e Pedagógico no Instituto Monteiro Torres, no qual é responsável na criação de material didático e na seleção de projetos audiovisuais para a produtora, integra a Companhia Divino Ato como diretor de espetáculo e é Diretor e Fundador do Grupo Teatral GORKI, em Ribeirão Preto/SP. Rafa Corrêa | Assistente de direção e Ator Rafa Corrêa, inscrito no DRT 0055018/SP, é ator, diretor, produtor, fotógrafo, designer gráfico e também um dos fundadores da Cia. Divino Ato. Começou a trajetória nos palcos com 8 anos, seguindo os passos da irmã mais velha que o levou até o magnífico “Grupo de Iniciação ao Teatro” sob a direção de Américo de Souza, em Sertãozinho. Aos 17 anos ingressou no “Curso de Teatro TPC”, em Ribeirão Preto, onde permaneceu por quase 13 anos, tendo atuado em mais de 40 espetáculos e dirigido vários outros experimentos cênicos com alunos de todas as idades. Em 2013 passa a lecionar neste mesmo curso, onde também produziu, fotografou, criou, desenhou e iluminou muitos outros projetos. Em 2010 matriculou-se no curso superior de Teatro no Centro Universitário Barão de Mauá, onde desenvolveu experimentações cênicas como ator e diretor, ao longo dos 8 semestres de curso. Como produtor, trabalhou em longas metragens, festivais de teatro, simpósios e feiras internacionais. Sendo fluente em inglês, participou de um programa internacional chamado KidSpeak, onde falava sobre cultura brasileira para crianças e jovens na Polônia. Sua primeira direção profissional “A Casa de Bernarda Alba”, escrito por Federico Garcia Lorca e que permanece em cartaz, recebeu 5 prêmios pelos 3 festivais que já passou, incluindo “Melhor espetáculo” e “Melhor Figurino”, além de 9 indicações sendo duas delas de “Melhor direção”. Atualmente dirige a montagem de “Bodas de sangue” da Cia. Divino Ato e dos musicais “Digam seus nomes” e “Os últimos 5 anos” do Grupo Nise de Teatro. Em “Peter Pan” – um espetáculo do Grupo Teatral Gorki – está no palco vivendo o terrível “Capitão Gancho” além de assinar a co-direção da montagem. Como ator, participa ainda dos espetáculos “Os sete gatinhos” e “Viúva, porém honesta” da Cia. Divino Ato. Ashley Ozsvath | Diretora de Produção Ashley Ozsvath, DRT sob o número: 051111/SP. Atriz, Produtora e Arte-educadora, formada pelo Técnico em Teatro da Instituição SENAC – Ribeirão Preto. Cursou Teoria Musical e Encenação para Musicais Pela Cia. Minaz participando de espetáculos famosos da Cia como "Jesus Cristo Superstar", "Carmina Burana" e "Carmen de Bizet". Aprofundou seus estudos em Teatro Musical também pela Company Movement e Espaço Nise em diversas companhias apresentando “Meu Caro Evan Hansen” e “Chicago”. Integrante da Porão – Produções Culturais desde 2019 como contrarregra nas peças “Animais Anômalos”, “3x4” e “O Mágico de Oz”, como atriz nos espetáculos “Alice no País das Maravilhas”, “O Despertar” e “A Tribo” e como parte da equipe de produtores, elaborando e produzindo espetáculos infantis da Produtora, tais como: “Um Conto D’Água” e “A Lebre e a Tartaruga”. No ano de 2022 passa a trabalhar como Professora de Teatro para o projeto de iniciação teatral TEAR, projeto que ocorreu em parceria com a Porão – Produções Culturais e a Secretária da Cultura de Ribeirão Preto, dando aula de Jogos Teatrais, Sociologia do Ator, Interpretação, História Social do Teatro e Construção de Dramaturgia. Deu aula de teatro também no Estúdio de Ballet Adriana Solazzo para turmas de diferente idades, focando o trabalho em Jogos Teatrais e Interpretação para Bailarinas. Hoje atua como Arte-Educadora no projeto de Fortalecimento a Cultura da cidade de Ribeirão Preto. Em 2022, também se torna integrante do Grupo Teatral Gorki como atriz, arte-educadora e produtora; e, em 2023, assume a Direção de Produção do espetáculo infanto-juvenil do Grupo, “Peter Pan”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.