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PRONAC 2316863Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição Geoprópolis

O ANEXO ARTE CONTEMPORANEA LTDA
Solicitado
R$ 215,8 mil
Aprovado
R$ 215,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-04-01
Término
2025-12-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a realização da Exposição de Artes "Geoprópolis" acompanhada de Curso/Oficina/Estágio, composto por programação educativo-cultural totalmente gratuita durante a exposição.

Sinopse

EXPOSIÇÃO DE ARTES“Geoprópolis” é uma exposição de arte de relevância estética, ambiental e sócio-cultural dedicada à defesa, à preservação e à construção estética a partir de uma pesquisa com as abelhas nativas brasileiras. A exposição é composta por obras do artista João Machado, que há mais de 10 anos estuda as abelhas-sem-ferrão nativas do Brasil, com curadoria de Arasy Benitez e Khadyg Fares, a ser realizada na Oficina Cultural Alfredo Volpi, em Itaquera, zona leste da cidade de São Paulo. A mostra apresenta esculturas, videoinstalações, tem sua classificação indicativa livre, e atende a todas as idades. Serão realizadas visitas direcionadas a crianças com oficinas para o público infantil, adolescentes e adultos, principalmente de escolas públicas. O projeto expográfico pretende ocupar os espaços internos e externos da Oficina Cultural Alfredo Volpi com obras inéditas e não inéditas. Para ser exposta no jardim do centro cultural, a obra “Escultura para enxame” consiste em um site specific relacionado às abelhas nativas. Trata-se de uma escultura para enxame de abelha feita em cerâmica, pedras e enxame da espécie Boca de Sapo. Cabe ressaltar que as abelhas nativas não possuem ferrão e são inofensivas, e que a criação destas abelhas promove a preservação da flora nativa. Para o espaço expositivo interno, prevemos três instalações de vídeo; a primeira, de título “Terra em Defesa da Cidade”(2019), é uma escultura feita de caixas de abelhas, geoprópolis, cera de abelha e instrumentos em latão, contendo 7 telas de vídeo com imagens de enxames de abelhas, de derivas já realizadas para mapear os enxames na cidade e imagens de abelhas retratadas ao longo da história da arte, além de sementes e bandeiras criadas pelo artista. A segunda, “ZUM, ZUM” (2022), é uma instalação contendo objetos em cerâmica, mel, vidro e uma tela com o vídeo cujo som é a gravação de pessoas emulando o som das abelhas. A terceira, “Abelha Rainha”, será composta por uma escultura e várias telas de pequenas dimensões, nas quais serão exibidos vídeos com imagens de abelhas nativas visitando flores. Tanto a escultura quanto o espaço serão iluminados pelas luzes dos vídeos. No chão da sala expositiva, a obra interativa “Livro de Voo” é um livro de pano que será produzido em dimensões humanas contendo em suas páginas traços gestuais que simulam o voo das abelhas.Os visitantes poderão interagir com a instalação: sentar, deitar, pisar em cima do livro e virar as suas páginas. Haverá uma apresentação de dança contemporânea inspirada na dança das abelhas. CURSO / OFICINA / ESTÁGIOComprometida com a formação de público e a democratização do acesso, será oferecida durante a exposição uma programação educativo-cultural, com encontros e saídas para mapeamentos de abelhas nativas, oficinas de bombas de sementes, bate-papo e visitas mediadas para crianças com deficiência visual. A programação educativo-cultural, contempla 2 encontros para mapeamento de abelhas nativas no entorno do local de exposição, 3 oficinas de “bombas de sementes”, 1 bate-papo entre o artista, as curadoras e o público.

Objetivos

Objetivos Gerais:O objetivo desse projeto é realizar a exposição Geoprópolis na Oficina Cultural Alfredo Volpi, em São Paulo, acompanhada de uma programação educativo-cultural de Curso / Oficina / Estágio composto por oficinas, bate-papo, apresentação performática e palestra, para público geral, educadores e educandos durante a exposição. Objetivos Específicos:1) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES:— Realizar uma exposição com obras do artista João Machado. A exposição ficará disponível para visitação durante 30 dias, aberta de segunda a sábado, com entrada gratuita e classificação livre, alcançando um público aproximado de 500 pessoas;— Produzir um vídeo documental da produção do artista como material de divulgação para o público, mediadores, escolas e agentes do circuito de arte;— Produzir um vídeo-visita com as curadoras possibilitando visita à distância;— Atender 270 educandos e professores da rede pública de ensino por meio de 06 visitas mediadas com atividades a partir da pesquisa do artista, conceito e obras apresentadas na exposição (45 participantes em cada visita);— Realizar obra de dança contemporânea/apresentação performática para 50 pessoas por meio de 01 apresentação 02 horas de duração. 2) Produto CURSO / OFICINA / ESTÁGIO: realizar durante a exposição 07 atividades a partir da pesquisa do artista, conceito e obras apresentadas na exposição, totalizando 16 horas/aula divididas nas atividades abaixo:— Atender 30 pessoas/público geral via 02 encontros para mapeamento de abelhas nativas no entorno do local de exposição, totalizando 04h/aula;— Atender 45 pessoas/público geral via 03 oficinas de "bombas de sementes", totalizando 06h/aula;— Atender 25 pessoas por meio de 01 palestra entre o artista, as curadoras, um convidado e o público sobre a importância ambiental e cultural das abelhas nativas, totalizando 02h/aula.

Justificativa

O Brasil conta com aproximadamente 300 espécies de abelhas-sem-ferrão, também conhecidas como abelhas nativas ou abelhas-indígenas. O desequilíbrio do ecossistema dessas abelhas se inicia com a chegada dos colonizadores europeus e a exploração que atingiu os povos originários, oprimindo seus corpos, a cultura e a natureza. A partir da alienação instituída no projeto colonial, a nossa sociedade desaprendeu sobre as abelhas, tendo com elas uma relação predatória. O desmatamento e uso de agrotóxicos, somados à falta de conhecimento, contribuem para seu desaparecimento. Apesar de tudo, elas ainda resistem no campo, principalmente em áreas de preservação, e, curiosamente, nos espaços ocos de muros e árvores das cidades. Assim, o presente projeto propõe o resgate do conhecimento sobre as abelhas nativas para a conscientização sobre a importância delas no equilíbrio da fauna e flora, utilizando as artes como meio de sensibilização sobre o tema. Assim, conforme o Art. 3 da Lei 8313/91, o projeto visa o fomento à produção cultural e artística mediante a realização de uma exposição, uma apresentação de artes cênicas, oficinas, e bate-papo. Por se tratar de uma exposição de acesso livre e gratuito, planejado para acontecer na Oficina Cultural Alfredo Volpi, situado em um bairro da periferia paulistana, conforme o Art. 1 da Lei 8313/91, o projeto contribui para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Art. 1 da Lei 8313/91, inciso I). Ao mesmo tempo, o projeto prevê ações artísticas que estimulam a participação do público para se tornarem co-criadores da obra, estimulando a regionalização da produção cultural e artística que valorizam o conteúdo local (Art. 1 da Lei 8313/91, inciso II), uma vez que as experiências dos participantes serão registradas para compor a videoinstalação. O convidado para o bate-papo, Karai Tataendy, liderança espiritual da Aldeia Guarani Rio Silveira, irá falar sobre a importância ritualística das abelhas nativas na cultura guarani, desta forma o projeto apoia, valoriza e contribui para a difusão das manifestações culturais do povo guarani do litoral norte de São Paulo (Art. 1 da Lei 8313/91, inciso III e IV). Por outro lado, ao colocar Karai Tataendy no lugar de convidado especial durante a exposição, para conversar sobre a importância das abelhas nativas, o projeto visa a proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional (Art. 1 da Lei 8313/91, inciso III e IV).Ao mesmo tempo, o projeto Geoprópolis tem potencial para contribuir com os princípios, objetivos, diretrizes e estratégias do Plano Nacional Cultura (PNC). No campo da economia, Meta 11 do PNC, o projeto se compromete com o emprego formal dos monitores que trabalharão durante a exposição, com vaga reservada para pessoas LGBTQIA+, indígena, negra e pessoa com deficiência física ou intelectual.No âmbito do desenvolvimento permanente de atividades de arte e cultura em escolas públicas de Educação Básica, relacionado à Meta 14 do PNC, o projeto Geoprópolis contribui, por meio do seu Plano Pedagógico, a cargo de profissional em arte educação, através de visitas mediadas. Para contribuir com o aumento do número de pessoas que frequentam museus, centro culturais e espaços artísticos, se alinhando à Meta 28 do PNC, o projeto conta com um programa educativo-cultural. Por último, de forma a contribuir com a Meta 29 do PNC e garantir que as pessoas com deficiência possam ter acesso aos espaços e atividades culturais, fizemos a escolha do local da exposição, nos atentando para a adequação arquitetônica do espaço, que atende às pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, nosso plano de acessibilidade se atenta para os aspectos comunicacionais e atitudinais de acessibilidade, através de ações previstas em orçamento, e apresentadas com mais detalhes no campo sobre Acessibilidade.Geoprópolis se justifica como um projeto de arte que combina sensibilização estética e ativismo, produção manual e investigação do espaço urbano, além de outras estratégias dispositivas que convergem na missão de estreitar a relação do público com as abelhas nativas, colocando-as em primeiro plano, questão urgente e ainda pouco estimulada na cidade de São Paulo. Indicamos abaixo os incisos do Art. 1° da Lei 8313/91 em que o projeto se enquadra: I — contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II — promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III — apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV — proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; No mesmo sentido, os objetivos do Art. 3° alcançados pelo projeto são:II — fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV — estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V — apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICOO objetivo principal deste projeto é a execução de um Programa de Ação Educativa para as atividades da Exposição Geoprópolis com visitas mediadas e atividades e vivências artísticas no ateliê, para o público agendado e espontâneo, alunos de escolas públicas do ensino fundamental e médio (a partir dos cinco anos), organizações sociais, crianças, jovens, adultos, idosos e público especial, com a intenção de atender a públicos com diferentes perfis. As ações pretendem estabelecer um diálogo sobre defesa, à preservação e à construção estética na Arte Contemporânea, a partir de uma pesquisa com as abelhas nativas brasileiras, desmistificando este tema e tornando-o acessível. A descrição completa das atividades segue no projeto pedagógico em anexo.

Acessibilidade

Produto EXPOSIÇÃO DE ARTESMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local para a exposição foi escolhido considerando a sua adequação arquitetônica e disposição de recursos de acessibilidade, que permitem o livre acesso de pessoas idosas ou com mobilidade reduzida. A Oficina Cultural Alfredo Volpi possui rampas de acessibilidade, banheiros adaptados e elevadores para garantir a circulação de todos os visitantes. Item na planilha orçamentária: Não se aplica. A acessibilidade física já está instalada no espaço. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição das obras; narração do texto curatorial; impressão em braile do texto curatorial, ficha técnica das obras e programação educativo-cultural; pranchas táteis das videoinstalações; Item da planilha orçamentária — audiodescrição; impressão em braile; consultor de acessibilidades; desenvolvimento/material de multissensorialidade; MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras para as atividades da programação educativo-cultural e visitas educativas, por meio de agendamento prévio; vídeos da exposição com legendagem aliada à janela de Libras para pessoas surdas e ensurdecidas. Item da planilha orçamentária — intérprete de libras; MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados, com experiência e capacitação para um atendimento que acolhe e atende às necessidades de pessoas com deficiências intelectuais. Item da planilha orçamentária — consultor de acessibilidades; monitores. Produto: CURSO / OFICINA / ESTÁGIOMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A Oficina Cultural Alfredo Volpi possui rampas de acessibilidade, banheiros adaptados e elevadores para garantir a circulação de todos os visitantes. Item na planilha orçamentária: Não se aplica. A acessibilidade física já está instalada no espaço. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: desenvolvimento de conteúdo acessível nas atividades previstas, quando da inscrição de pessoa com deficiência. Item da planilha orçamentária: consultoria técnica. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Tradução simultânea por intérprete de Libras nas atividades previstas, mediante solicitação nas inscrições. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: desenvolvimento de conteúdo acessível quando da inscrição de pessoa com deficiência. Item da planilha orçamentária: consultoria técnica.

Democratização do acesso

Conforme o artigo 28 da IN núm. 01/2023, indicamos abaixo as medidas adotadas na proposta para ampliação do acesso a todos os produtos culturais cadastrados no plano de distribuição: — Para garantir a democratização do acesso às atividades culturais propostas, o projeto garante gratuidade em todas as ações; IV — disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;O Projeto Geoprópolis garante o acesso livre e gratuito para todas as atividades previstas durante o período expositivo na Oficina Cultural Alfredo Volpi, em Itaquera, São Paulo/SP. Como medida de ampliação do acesso à exposição, serão produzidos um vídeo documental sobre a produção do artista João Machado e um vídeo-visita sobre a exposição na Oficina Cultural Alfredo Volpi. O vídeo documental sobre a produção do artista será utilizado como material de divulgação para o público na internet, mediadores, escolas e agentes do circuito de arte e contará com imagens do ateliê e do processo de produção das obras. Já o vídeo-visita com as curadoras possibilitará a visita à exposição de maneira remota pela internet.

Ficha técnica

O Anexo Arte Contemporânea Ltda (CNPJ 28.881.419/0003-80) será responsável pela gestão geral e financeira do projeto, além do controle e acompanhamento conceitual e técnico de todas as atividades e irá atuar por meio de sua equipe e profissionais parceiros, composta por especialistas em crítica e curadoria, história da arte e arte-educação, entre outros. PalestraKaraí Tatande é Pajé e liderança espiritual da Aldeia Guarani Rio Silveira de Boraceia — Litoral Norte de São Paulo. Performance ArtísticaMAVI Marina e Vitor se conheceram no ano de 2021 e desde então experimentam importantes trocas na cena, aprofundando suas pesquisas pessoais, dedicando tempo e estudo para o encontro desses dois corpos com vivências diferentes e procura similares. Essa parceria vem se desdobrando em performances, trabalhos audiovisuais, direção de movimento, apresentações em festivais e convites para imersão e/ou workshops. A linha de pesquisa segue dentro do estudo de improvisação, investigando o corpo presente. O presente é o único lugar que podemos habitar. Produtora executivaBruna Sizilio é graduada em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu. Atua na área cultural desde 2005, tendo trabalhado como produtora de exposições e projetos socioculturais na Galeria Marta Traba da Fundação Memorial da América Latina, Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Jornada da Longevidade e Projeto Transformações: arte urbana e cidadania. Atualmente é coordenadora dos núcleos de residência e produção do Adelina Instituto. Coordenação de programaçãoGabriela Conceição é graduada em Artes Plásticas na Universidade São Judas Tadeu e pós-graduada em "Arte e Educação: teoria e prática" na Universidade de São Paulo. Com Licenciatura em Artes Visuais no Instituto Nacional de Educação e Qualificação Profissional. Pós-graduanda de Comunicação nas Organizações pela Universidade Anhembi Morumbi. Atuou em Ação Educativa na Pinacoteca por mais de 7 anos e como educadora no Museu da Imagem do Som e na Oca, localizada no Parque do Ibirapuera. Atualmente é responsável pelo Educativo do Instituto Adelina, instituição na qual colabora desde 2017. Curador/Curadoria Arasy Benítez, nascida em Assunção, é bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2018), dedicou sua pesquisa monográfica ao estudo do setor cultural no desenvolvimento econômico do Brasil. Durante a pós-graduação em Arte: Crítica e Curadoria na PUC-SP (2022) realizou uma revisão crítica do conceito de Estética Relacional abordando o conceito a partir do trabalho e pensamento de Hélio Oiticica. Co-fundadora, gestora e curadora institucional do espaço independente Villa Mandaçaia Projetos desde 2022. Se dedica também a curadorias independentes. Entre os anos 2005 e 2013 foi profissional da dança em companhias de Paraguai, Brasil e Estados Unidos. Khadyg Fares é pesquisadora, educadora e curadora com foco nos estudos anticoloniais, nas teorias da imagem. Integra o programa de pós-graduação em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, mesmo curso de sua graduação. Foi curadora de “Geoprópolis”, no Bananal Arte e Cultura Contemporânea e Villa Mandaçaia (2023), “A barganha”, Coleção Moraes Barbosa (2022); “Vivemos pra isso - Chamada VoA 2022-2023 para Artistas Mulheres e Pessoas Não Binárias”, realizada no Ateliê 397 e Galpão da Galeria Vermelho (2022), “VIDEOLATINAS”, Villa Mandaçaia - SP (2022) e Lux Espaço de Arte-SP (2021-2022), “Plantão” (2021) e da “Amarração” - Mostra de Performance e Vídeo do Prêmio Vozes Agudas (2021), ambas no Ateliê 397-SP. Co-organizou “Tramas do Comum”(2021), programa público da 10a Mostra 3M de Arte – “Lugar Comum: travessias e coletividades na cidade", realizada em 2020 no Parque Ibirapuera, atuou como assistente de curatorial e editorial. Entre 2018 e 2020 integrou o núcleo de pesquisa e curadoria da Pinacoteca de São Paulo e foi assistente curatorial das exposições “Vêxoa, nós sabemos” (2020-2021), “Fernanda Gomes” (2020), “Gravura e crítica social: 1925-1956” (2020); “Somos muit+s: experimentos sobre coletividade” (2019); “Rosana Paulino: a costura da memóriaʼ (2018-2019) e “Trabalho de artista: imagem e autoimagem”(1826-1929)(2018-2019). Entre 2016 e 2017, integrou o Núcleo de Pesquisa do Arquivo Histórico Wanda Svevo da Fundação Bienal de São Paulo. Coordenou o Colóquio de Cinema e Arte na América Latina – COCAAL (2021-2022) "Perplexidades Contemporâneas: O que podem a arte e o audiovisual da América Latina em tempos de pandemia?”. Integra o Grupo de Estudos MAAR-UNIFESP (Mídias, Afetos, Artes e Resistências). ArtistaJoão Machado — Artista visual, cineasta e ambientalista, nascido no Rio de Janeiro em 1977. Bacharel em Cinema pela Art Center College em Los Angeles, California. Co-fundador da Villa Mandaçaia Projetos, espaço de arte independente com foco na Videoarte, situado em São Paulo. Vinte anos atuando como diretor de cinema de filmes autorais, documentários e obras de videoarte. Trabalhos de artes visuais fizeram parte de exposições individuais e coletivas em galerias e espaços culturais pelo mundo. Em 2014, a exposição “Atlas” foi selecionada pelo edital da Caixa Cultural e apresentada nas unidades de Salvador, Curitiba e Rio de Janeiro. De 2015, em diante a pesquisa artística se direciona para o ativismo na preservação das abelhas-sem-ferrão nativas do Brasil com o projeto denominado "Geoprópolis", o qual propõe o mapeamento das abelhas nativas no ambiente urbano como prática estética e ao mesmo tempo desenvolve trabalhos em vídeos, colagens, esculturas em cerâmica e instalações partindo do mesmo assunto. O Filme Encontro das Águas", produzido em 2022 no âmbito da Residência de arte Kaaysa sob orientação de Bené Fonteles, participou de vários festivais internacionais. Trabalhos recentes e atuais feitos em colaboração com artistas como o Coletivo Ateliê Vivo e Ernesto Bonato. Assessoria de ImprensaMarmiroli Comunicação — Erico Marmiroli, fundador e CEO, trabalha há 18 anos como assessor de imprensa no mercado cultural de São Paulo. Mestrando em Estética e História da Arte pela USP - Universidade de São Paulo, graduado em comunicação social pela Universidade Católica de Santos (UniSantos). Tem em sua cartela de clientes, empresas/instituições como: Núcleo de Estudos Marcello Grassmann, Fundação Japão em São Paulo, Casa Contemporânea, Adelina Instituto, Galeria Deco, Galeria Mezanino, Galeria Berenice Arvani, Casa Triângulo, Condomínio Cultural, Galeria FitaTape, Galeria nuvem, Programa Novos Curadores, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Associação de Correspondentes Estrangeiros (ACE), Jornal de Borda, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.