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O FLIMA, Festival Literário de Manguinhos, cujo tema central será INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: FIM DA LITERATURA? visa a promover a cultura, incentivar a leitura, propiciar debates e reflexões, possibilitar o protagonismo dos moradores da comunidade de Manguinhos e promover o diálogo entre academia e periferia. Com duração de 4 dias, o festival oferece mesas redondas, palestras, cine-debates, contação de histórias, árvore de livros, palestras e apresentações culturais. O público-alvo inclui estudantes de escolas públicas, universitários (parcerias com as universidades do entorno), moradores da comunidade, produtores de cultura e interessados. A homenageada será Dona Celeste Estrela, mulher preta da comunidade, escritora, poeta, atriz, cantora e integrante da Velha Guarda da escola de samba Unidos de Manguinhos. Trata-se de um projeto que valoriza significativamente a cultura da periferia, no caso, de Manguinhos, pouco visibilizada, gerando a sua representatividade a inclusão social.
O projeto será composto por mesas redondas, palestras, cine-debates, oficinas, contação de histórias, árvore de livros, rodas de conversa e apresentações culturais: - apresentações culturais: serão convidados para o evento, grupos/artistas da comunidade ou de periferias para realizarem apresentações culturais diversas durante os quatro dias do evento; - palestra de abertura: convidados discutirão o tema central Inteligência artificial: fim da literatura? - mesas redondas: em cada um dos dias do evento haverá duas mesas-redondas (uma para cada turno) com cerca de 3 convidados especialistas, interessados ou estudiosos do tema específico. Desse modo, serão oito mesas redondas com oito temas. Entre os quais: Inteligência Artificial e literatura; literatura contemporânea; literatura de Manguinhos; Produção literária da periferia; livros e celulares: como formar leitores?; entre outros a serem designados pela equipe de produção. - cine-debate: em cada um dos dias, haverá, pelo menos, duas sessões de cine-debate com temas da atualidade. A plateia será convidada a conversar e debater os temas apresentados nos filmes que priorizarão a produção de/sobre periferia, literatura, minorias, representatividade étnica, social, regional, corpórea, entre outras. - oficinas: serão oferecidas duas oficinas por dia do evento, uma para cada turno, ministradas por especialistas nos temas elencados. Entre os temas, haverá: oficina de escrita criativa, oficina de audiovisual, oficina de leitura crítica, entre outras. - contação de histórias: o evento será permeado por várias sessões de contação de história (ao menos duas por dia) destinadas tanto ao público infantil e infanto-juvenil como ao público adulto; - rodas de conversa: haverá também sessões de rodas de conversa em que temas da atualidade serão debatidos com os visitantes, como inteligência artificial, - árvore de livros: criaremos também uma árvore onde os frutos serão livros pendurados ao alcance da leitura de todos que assim desejar. Será um ambiente em que, sob a sua copa de livros, estarão almofadas e pufs para os visitantes degustarem da leitura aprazivelmente.
Objetivos Gerais: - Incentivar o hábito da leitura, ao oferecer atividades que estimulem o interesse por livros e autores; - Celebrar a arte da escrita e a diversidade literária, reunindo autores, leitores e amantes da literatura em um espaço de convivência e diálogo na comunidade de Manguinhos; - Possibilitar a crianças, jovens e moradores em geral da comunidade de Manguinhos a vivência cultural de um festival literário bem ao alcance, sem barreiras de acesso; - Fomentar a produção literária, criando oportunidade para novos escritores, sobretudo os da periferia, mas também os dos centros urbanos, por criar espaço democrático e acessível de apresentação de suas obras ao público presente ao evento; - Homenagear uma escritora da comunidade, mulher preta, Dona Celeste Estrela, desconhecida da academia literária, de modo possibilitar a representatividade, gerando o sentimento de pertencimento e possibilitando a inclusão social e cultural; - Proporcionar entretenimento cultural, pois, além das atividades específicas voltadas para a literatura, fazem parte do festival apresentações culturais, exposições de arte, além de outras atrações culturais; - Aumentar a visibilidade da literatura, sobretudo na periferia, pelo fato de o festival se tornar uma vitrine para a mesma, divulgando obras e autores para um público mais amplo e aumentando a capilaridade da produção literária. Objetivos Específicos: - Propiciar durante os 4 dias debates acerca de temas relevantes da sociedade e do tema central Inteligência artificial: fim da literatura? Sob vários formatos como palestras, mesas-redondas, rodas de conversa; - Propiciar cine-debates nos 4 dias com nomes do cinema de periferia e do cinema alternativo - Propor rodas de contação de histórias nos 4 dias; - Organizar rodas de autores, de modo a aproximar escritores e leitores, pois o FLIMA pretende ser também um espaço de encontro entre autores e leitores, possibilitando o diálogo e a troca de experiências entre eles; - Oferecer oficinas de escrita textual e leitura crítica, ampliando conhecimentos e contribuindo para o despertar de novos escritores e para a capacitação de leitores críticos; - Organizar mesas-redondas com autores de diferentes gêneros literários, regiões geopolíticas e culturais, contribuindo para a representação da diversidade cultural; - Construir a árvore de livros e deixá-la acessível aos visitantes, representação simbólica da importância de frutificar livros na sociedade; - Criar um ambiente agradável em torno do prazer da leitura e do conhecimento que advém dos livros;
Por que a Lei de Incentivo a Cultura? Trata-se do mecanismo mais adequado ao atual cenário brasileiro, como primeira análise; segundo por ser ferramenta historicamente focada e voltada ao desenvolvimento do mercado cultural no Brasil; terceiro se encontra com aderência com o mercado privado (empresas com enquadramento contábil em Lucro Real) que buscam as conexões sociais e culturais com a sociedade; quarto e não por último, é instrumento oficial de modos operandi ao incremento do mercado nacional de cultura. Lei 8313/91: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
É importante dizer que nossa programação abarcará atividades visando à diversidade do público, portanto algumas sessões serão destinadas a crianças ou ao público infanto-juvenil. Como dito, também será prevista a presença de público com necessidades específicas, como cegos, surdos, autistas, deficientes intelectuais de modo que a literatura e a cultura de fato seja acessível a todos e todas. O Festival Literário de Manguinhos (FLIMA), com o tema central "INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: FIM DA LITERATURA?" tem o potencial de ser uma iniciativa impactante para a comunidade de Manguinhos e a sociedade em geral. Inicialmente, o FLIMA tem como objetivo incentivar o hábito da leitura, uma atividade fundamental para o desenvolvimento intelectual e cultural das pessoas. Ao oferecer atividades que estimulem o interesse por livros e autores, o projeto contribui para o enriquecimento do repertório literário da comunidade e, por extensão, para o fortalecimento da educação e da cultura na região. Além disso, o festival visa a celebrar a arte da escrita e a diversidade literária, criando um espaço de convivência e diálogo na comunidade de Manguinhos. Ao reunir autores, leitores e amantes da literatura, o FLIMA fomenta a troca de experiências e a apreciação de diferentes formas de expressão literária, promovendo o enriquecimento cultural da comunidade. A acessibilidade é outra preocupação central do projeto. Ao possibilitar que crianças, jovens e moradores em geral da comunidade de Manguinhos participem do festival sem barreiras de acesso, o FLIMA democratiza o acesso à cultura literária. Isso é particularmente importante em regiões periféricas, onde muitas vezes o acesso à literatura e à cultura é limitado. A promoção da produção literária é um dos pilares do FLIMA, oferecendo oportunidades para novos escritores, especialmente aqueles da periferia, apresentarem suas obras ao público. Isso cria um espaço democrático e acessível para que novos talentos literários sejam descobertos e valorizados, fortalecendo a diversidade e a representatividade na literatura. Homenagear uma escritora da comunidade, Dona Celeste Estrela, uma mulher preta, é uma ação que contribui significativamente para a representatividade e a inclusão social e cultural. Reconhecer e valorizar figuras locais muitas vezes negligenciadas pela academia literária é um passo importante na promoção da diversidade e no fortalecimento da autoestima da comunidade. O FLIMA também proporciona entretenimento cultural, indo além da literatura, com apresentações culturais e exposições de arte. Isso torna o festival ainda mais atraente para um público diversificado e contribui para o enriquecimento cultural da região. Por fim, o projeto busca aumentar a visibilidade da literatura, principalmente na periferia, transformando-se em uma vitrine para a produção literária local. Isso não só divulga obras e autores para um público mais amplo, mas também incentiva o desenvolvimento de uma cena literária importante na região. Por fim, o Festival Literário de Manguinhos é uma iniciativa cultural que atende a uma série de objetivos gerais e específicos que contribuem para a promoção da leitura, a celebração da literatura, a inclusão social e a diversidade cultural. O projeto tem o potencial de enriquecer a vida da comunidade de Manguinhos e ampliar a visibilidade da literatura, fortalecendo o tecido cultural da região e promovendo o diálogo entre academia e periferia.
-Material de divulgação: serão anexados textos alternativos descritivos em imagens, permitindo que leitores de tela leiam uma descrição do conteúdo para pessoas com deficiência visual ou cegas. Além disso, os textos serão compostos em linguagem acessível a pessoas com barreiras cognitivas e terão contrastes mais evidentes para pessoas com baixa visão. -Site do projeto: serão adotadas várias medidas de acessibilidade como: compatibilidade com leitores de tela, contraste e esquema de cores, legendas e audiodescrição, navegação simplificada, opções de fonte e formulários acessíveis. Os textos também serão compostos em linguagem acessível a pessoas com barreiras cognitivas. -Durante os quatro dias, em todos os diferentes formatos (oficinas, mesas-redondas, debates, rodas de conversa, sessão de contação de história, palestras etc), haverá intérpretes de Libras, profissionais de audiodescriação com rádios, mediador para pessoas com barreiras de acesso comunicacional, além de profissional sensibilizado capacitado para lidar com pessoas com deficiências, inclusive ocultas e/ou atitudinais, tornando o evento acessível a todo e qualquer indivíduo. Convém frisar que, sobre as ações inclusivas, nosso projeto dispõe de uma coordenação especialista, responsável por orientar e capacitar toda a equipe a lidar com pessoas com deficiência, inclusive ocultas e/ou atitudinais. -Redes Sociais: legendas para surdos ou deficientes auditivos. -Rampas e rotas acessíveis com espaço para cadeiras de rodas em espaços que porventura não haja acessibilidade arquitetônica. -Contratação de profissionais com deficiência e de profissionais especializados em acessibilidade cultural. -Por meio das ações do projeto e da coordenação de ações inclusivas, atuação na formação e sensibilização de todos os envolvidos na eliminação de atitudes capacitistas;
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: - Na esfera estrutural: Aquecer a economia local, gerando renda para a comunidade de Manguinhos e seu entorno, priorizando a contratação de fornecedores da área. Promover um ambiente que valorize a diversidade e a equidade de tratamento para mulheres e homens no recrutamento; Remunerar de forma equitativa a equipe e prestadores de serviço; Ampliar o alcance, permitindo que moradores da periferia, ou seja grupos vulneráveis, tenham acesso à leitura e à cultura gratuitamente, contribuindo para o fortalecimento da comunidade e a redução das condições que podem levar à violência; Incentivar o necessário diálogo entre a periferia e a universidade, a partir das parcerias que serão estabelecidas; - Na esfera de sensibilização: Acessibilizar o saber apostando na diversidade de formatos de encontros gratuitos e variados com ampla temática e com variados interesses versando sobre a leitura, literatura e a cultura. Promover a representatividade da comunidade, ao destacar e dar visibilidade a autores/artistias da localidade Sensibilizar novas gerações nas ODS. -Na esfera prática: O evento todo é de amplo acesso, uma vez que será gratuito e para todas as pessoas que se interessarem; Disponibilizaremos ônibus para transportar interessados de vários locais para o evento. Perfis em redes sociais como Instagram, Facebook e Youtube em que divulgaremos o evento e que traremos temas que serão abordados no evento, inclusive com imagens e vídeos da preparação do evento; Uso de várias hashtags para possibilitar engajamentos e ampliação de alcance; Realizaremos parcerias com influenciadores locais para que eles divulguem e apoiem o projeto; Contrataremos carro de som para divulgação; Adquiriremos banners e cartazetes com QRcodes para maior acessibilidade; Confeccionaremos crachás e camisas para a equipe de trabalho; Serão fornecidos certificados a todos os participantes;
PROPONENTE: Funções (previstas): Coordenação Geral + Agente Captador Bacharel em Serviço Social - Centro Universitário Augusto Motta; Falcons University; Capacitações no 3 setor: Impulsionar; Prodes - Instituto da Criança; Instituto Ekloos; Assistente social na Associação Origem Amorim e Urbaniza Engenharia. Fabiana Ferrinha: Assistente Social Artesã Professora de artes; Orientadora Social; Gestão de Projetos Sociais; Elaboração de Projetos Sociais; Mediação de Conflito; Gestão de projetos culturais associados; Especialização em Direitos de Família; Ações de Assistência á Desastres Naturais; Programa de Segurança Pública Mulher da Paz; Prevenção Combinada para Mulheres Lideranças de Favelas; Formação Cidadã em Direitos Humanos Agente de Cultura de Direitos; Responsabilidade Social - Crowdfunding (Financiamento Coletivo); Capacitação do Programa Justiça Cidadã; Indicadores de Prospeção de Trabalho e Renda na Comunidade; e Gestão Ambiental Comunitária. Pery de Canti: Produtor Executivo/Agente Captador Gestor Cultural; Consultoria de Projetos; Professor de Sociologia; Cineasta (STIC); Produtor Executivo; agente captador; especialista em projetos, leis de incentivos, editais. Autor dos projetos “Cultura na Tela”, “Montagem de Projetos”, - ambos Lei Aldir Blanc I, “Nenhum Aluno a Menos”, alguns pela SECEC/RJ, Lei ICMS/RJ, e Lei Rouanet; Selecionado nos editais da Eletrobrás/Lei Rouanet, Light Lei ICMS/RJ, Municipal em Cena Edital/FTM/SECEC/RJ, todos esses em 2022 e Edital Rua Cultural em 2021 pela SECEC/RJ. Adriane Farah: Pesquisadora / Coordenação de Ações Inclusivas (acessibilidade) Possui graduação em Letras pela UFRJ, especialização e mestrado em Língua Portuguesa/Letras pela UERJ. É professora da educação básica do Colégio Pedro II (CPII). Atualmente, desempenha a função de chefe do Napne do Campus São Cristóvão II (CSCII), do CPII pela segunda vez. Atuou como Diretora Pedagógica do CSCII (Anos Finais do Ensino Fundamental). É especialista pela UFC em Educação Especial e Atendimento Educacional Especializado (AEE). Possui experiência como professora, desde a Educação Infantil até a Pós-graduação. Também atuou como Diretora Geral do Campus São Cristóvão I. Lá também atuou como coordenadora de Língua Portuguesa e Orientadora pedagógica de 3.ª série. Como professora convidada, lecionou na Graduação em Letras da UERJ e na especialização em Língua Portuguesa. Coordenou projetos de alfabetização e assessorou escolas da 3.ª CRE, da SME. Iniciou a carreira como professora de Anos Iniciais da Rede Municipal de Educação. Aline Galdino: Diretora de Produção Bacharel e Licenciatura em História - UERJ; Pós-graduação em Gerenciamento de Projetos - Faculdade Candido Mendes; MBA Fundação Getúlio Vargas - Gestão de Projetos; Inglês intermediário; Coordenadora de Projetos em projetos do Terceiro setor em empresas privadas e na Associação Origem Amorim. Gestão de eventos, seminários jurídicos, projetos de educação e comunicação (identidade visual, site e redes sociais); produtora em eventos culturais no Jornal O globo (Projeto Aquarius, Fashion Rio, Gastronomia, Quem Lê Jornal Sabe Mais).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.