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PRONAC 2316901Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

9º FESTIVAL IÊ VIVA A AMAZÔNIA

ASSOCIACAO CULTURAL DESPORTIVA EDUCACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO DA ARTE AFRO BRASILEIRA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Maculelê
Ano
23

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2024-05-01
Término

Resumo

Produzir e realizar a 9ª edição do Festival Iê Viva a Amazônia na cidade de Porto Velho/RO. O festival é um evento de capoeira, maculelê e samba de roda realizado anualmente há 7 anos e objetiva resgatar e ensinar as origens históricas da capoeira, maculelê e samba de roda, seus elementos, a música e o canto utilizados, sua espiritualidade e tradição, além do foco na preservação da cultura afro-brasileira e do meio ambiente amazônico. A Capoeira é uma manifestação cultural afro-brasileira rica e multifacetadaque incorpora elementos de dança, música, luta e espiritualidade. Ela é um testemunho da resiliência e da força da cultura afro-brasileira e continua a desempenhar um papelimportante na identidade e na herança cultural do Brasil e além. O Festival "Iê Viva a Amazônia" ocorre em dois dias, na cidade de Porto Velho/RO, onde se celebra a diversidade, a inclusão e a equidade,com apresentações de rodas de capoeira, maculelê e samba de roda para alunos e amantes da capoeira, da cultura e tradições afro-brasileiras de todas as idades. O evento também realiza cerimônias degraduação e formação de novos professores e mestres de capoeira.

Sinopse

O Fesrtival IÊ VIVA A AMAZÔNIA tem classificação indicativa etária LIVRE

Objetivos

Objetivo Geral:Produzir e realizar a 9ª edição do Festival IÊ VIVA A AMAZÔNIA de Capoeira como um evento democrático de ampla participação popular que incentiva a prática da Capoeira como expressão artística e contribuindo para a difusão cultural e desenvolvimento regional, a preservação e a disseminação da cultura afro-brasileira, principalmente o maculelê e o samba de roda, celebrando a diversidade e fortalecendo o senso de pertencimento à Amazônia, incentivando a consciência ambiental, cultural e esportiva. Objetivos Específicos: 1. Apresentações especiais: Realizar duas apresentações de capoeira, uma a cada dia, ministrado por mestres de capoeira de renome nacional, permitindo a interação direta com os capoeiristas participantes. 2. Intercâmbio cultural: Proporcionar a interação entre os capoeiristas participantes, oriundos de diversos estados, promovendo a troca de experiências, estilos e técnicas da capoeira, consolidando a diversidade e o enriquecimento mútuo. A expectativa é de 150 participantes e público de 1.000 pessoas. 3. Atividades complementares: Realizar 02(duas) rodas de capoeira, 02 (duas) apresentações de danças tradicionais sendo 01 (uma) de samba de roda e 01 (uma) de maculelê), além de 02 (duas) rodas de discussão sobre questões contemporâneas da capoeira. 4. Implementar medidas de acessibilidade: Adaptar e prover o local do evento com rampas de acesso, banheiros adaptados, intérpretes de Libras, e áudio descrição para garantir a participação plena de pessoas com deficiência audiovisual. 5. Estimular a empregabilidade local: Firmar parcerias com empresas locais para serviços como produção audiovisual, marketing digital, sonorização, iluminação, catering, transporte e segurança, além das contratações diretas, proporcionando oportunidades de emprego temporário para membros da comunidade, garantindo ainda a representatividade de gênero, raça e origem étnica. 6. Promover equidade e inclusão: Garantir a representatividade de gênero, raça e origem étnica em todas as atividades do festival democratizando o acesso ao evento, oferecendo e registrando a distribuição de 10 bolsas para aulas de capoeira no Centro Cultural Vida Capoeira, para grupos em situação de vulnerabilidade e alunos de escolas públicas. 7. Consciência ambiental: Promoção da conscientização e engajamento dos participantes e comunidade em prol da preservação ambiental, da natureza e da vida na região amazônica, fortalecendo o compromisso com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente, sua flora e sua fauna, durante o Festival "Iê Viva a Amazônia".

Justificativa

O Festival "Iê Viva a Amazônia" desempenha um papel significativo na preservação e difusão da cultura da capoeira, maculelê e samba de roda, que são manifestações artísticas e esportiva intrinsecamente ligadas à história e identidade do povo afro-brasileiro. Ao longo dos anos, este evento se tornou um marco cultural na região de Porto Velho, Rondônia, proporcionando um ambiente de celebração, aprendizado e intercâmbio entre capoeiristas de diferentes estados, enriquecendo a compreensão e valorização da cultura afro-brasileira, além de preservar a roda de capoeira como patrimônio cultural imaterial da humanidade. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se torna fundamental para viabilizar a realização deste festival anual, uma vez que as despesas para a execução do evento envolvem custos com infraestrutura, logística, honorários de mestres renomados, transporte de capoeiristas, despesas com acomodação e alimentação, custos de produção cultural, entre outros. Este financiamento se torna essencial para a manutenção e qualidade do evento, permitindo a sua continuidade e o atingimento de seus objetivos culturais e sociais. O projeto em questão se enquadra em todos os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, que trata do mecanismo de incentivo à cultura, nos seguintes aspectos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: O Festival "Iê Viva a Amazônia" promove a capoeira como expressão cultural de livre acesso, oferecendo um evento aberto à comunidade, permitindo a imersão na riqueza da capoeira e proporcionando a vivência de uma manifestação cultural brasileira de forma inclusiva. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: O evento reúne capoeiristas de diversos estados do Brasil, permitindo a interação e intercâmbio cultural entre diferentes regiões, valorizando a diversidade de estilos e técnicas da capoeira, além de dar destaque a mestres e contra-mestres, dançarinos e capoeiristas locais. III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: O Festival valoriza não apenas a prática da capoeira, mas também seus mestres e criadores, oferecendo espaço e visibilidade para demonstrações, workshops e palestras realizadas por renomados mestres e contra-mestres da capoeira. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: Ao destacar a capoeira, uma expressão cultural de raízes afro-brasileiras, o festival contribui para a preservação e valorização da cultura brasileira e de seus valioos bens imateriais, honrando as tradições e a história dos grupos formadores da sociedade. V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: Ao incentivar a prática e a transmissão dos conhecimentos da capoeira, do samba de roda e do maculelê, o festival contribui para a continuidade e desenvolvimento dessas expressões culturais, mantendo viva a tradição e os modos de vida presentes na comunidade capoeirista. VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: A roda de capoeira, o samba de roda e o maculelê como expressão cultural afro-brasileira, representam um patrimônio cultural e histórico do Brasil. O festival atua na preservação e divulgação desses bens imateriais, destacando a importância e o significado cultural da capoeira. VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações: Ao receber capoeiristas de diferentes estados, o festival promove a interculturalidade e a troca de conhecimentos, contribuindo para o respeito e valorização das manifestações culturais de diversas origens, além de difundir a cultura brasileira internacionalmente. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: A capoeira, por sua história, valores e expressão artística, é um bem cultural de valor universal, sendo a roda de capoeira tombada como patrimônio histórico cultural da humanidade. O festival incentiva a produção e disseminação desses valores, enriquecendo o conhecimento, a cultura e a memória coletiva. IX - Priorizar o produto cultural originário do País: O Festival "Iê Viva a Amazônia" prioriza e celebra a roda de capoeira, o samba de roda e o maculelê como manifestação cultural genuinamente brasileira, destacando-as como um produto cultural original e representativo do Brasil. Serão alcançados os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, que trata do mecanismo de incentivo à cultura: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

O maculelê e o samba de roda são manifestações culturais afro-brasileiras que estão relacionadas com a capoeira de diferentes formas. O maculelê é uma dança ritualística que simula uma luta com bastões, chamados de grimas, ao ritmo dos atabaques e dos cantos em dialetos africanos ou em linguagem popular. O maculelê surgiu na região do Recôncavo Baiano, berço da capoeira, e era praticado pelos escravos que trabalhavam nos canaviais. O maculelê tem influências da capoeira na sua musicalidade, na sua ginga e na sua expressão corporal. Os grupos de capoeira incluem o maculelê como parte do seu treinamento e das suas apresentações. O samba de roda é uma expressão musical, coreográfica, poética e festiva que teve início por volta de 1860, como manifestação da cultura dos africanos que vieram para o Brasil. O samba de roda está ligado ao culto aos orixás e caboclos, à capoeira e à comida de azeite. A cultura portuguesa também está presente na manifestação cultural por meio da viola, do pandeiro e da língua utilizada nas canções. O samba de roda é uma forma de celebração e de integração entre os capoeiristas, que se reúnem após as rodas de capoeira para sambar, cantar e se divertir. O samba de roda também é uma forma de preservar e valorizar a cultura afro-brasileira, que foi reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como patrimônio imaterial. Portanto, o maculelê e o samba de roda são expressões culturais que estão conectadas com a capoeira pela sua origem, pela sua história, pela sua música e pela sua dança. Eles são exemplos da riqueza, da diversidade e da criatividade do povo brasileiro.

Especificação técnica

PRODUTO 1 - FESTIVAL O Festival será realizado em 2 (dois) dias das 18 às 22 horas no 1º dia (Sexta-feira) e das 9 às 18 horas no 2º dia (Sábado)

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local do evento irá dispor de facilitadores para a locomoção no espaço físico, como banheiros adaptados, rampas e guias tateis. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O Festival irá dispor de medidas para compreensão do projeto, como contratação de intérpretes de libras nos dois dias do evento e legendagem descritiva closed caption nos vídeos do evento a serem disponibilizados em canais de streaming. ACESSIBILIDADE A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Para garantir o acesso ao conteúdo do Festival "Iê Viva a Amazônia" às pessoas com deficiência intelectual, serão adotadas medidas em conformidade com as normativas legais, em especial os arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) e o art. 46 do Decreto nº 3.298/1999. Abaixo estão as principais medidas que serão implementadas: 1. Acessibilidade na Comunicação: - Comunicação Clara e Acessível: Será garantido que toda a comunicação do evento seja clara, acessível e compreensível, utilizando linguagem simples e recursos visuais para facilitar a compreensão. - Material em Formato Acessível:Serão disponibilizados materiais informativos em formatos acessíveis, como áudio descrição, e versões eletrônicas acessíveis. 2. Infraestrutura Acessível: - Espaço Acessível: Será garantido que o local do evento seja acessível, com rampas de acesso, banheiros adaptados e demais estruturas que permitam a circulação livre e segura das pessoas com deficiência intelectual. - Sinalização Acessível: Serão utilizadas sinalizações visuais e táteis para orientar as pessoas com deficiência intelectual no ambiente do evento. 3. Assistência Especializada: - Profissionais Treinados: Será capacitada uma equipe de atendimento do evento para lidar com pessoas com deficiência intelectual, promovendo o acolhimento e a assistência adequada. 4. Atividades Adaptadas e Inclusivas: - Oficinas Adaptadas: Serão oferecidas oficinas adaptadas para permitir a participação ativa das pessoas com deficiência intelectual, promovendo inclusão e aprendizado. - Roda de Capoeira Adaptada: Será realizada uma roda de capoeira adaptada, com movimentos e ritmos que possam ser apreciados e participados por pessoas com deficiência intelectual.

Democratização do acesso

1. Distribuição de Ingressos e Produtos Culturais: - Ingressos Gratuitos: Os ingressos serão distribuídos gratuitamente para todos os interessados, garantindo a ampla participação da comunidade. As inscrições dos participantes também serão gratuitas e realizadas pela internet. 2. Transmissão Online: - Transmissão em tempo real: Oferecer a transmissão em tempo real de partes do evento, como rodas de capoeira e apresentações de maculelê e samba de roda, por meio de plataformas digitais. Isso permitirá que pessoas de outras localidades, e até mesmo de outros países, tenham acesso ao conteúdo do festival, ampliando a democratização da informação e da cultura. - O evento completo será filmado e editado com legendagem closed caption e transmitido, após o evento, em canal do YouTube com interação popular. Essas medidas de democratização de acesso são coerentes com a proposta do evento, promovendo a inclusão e a disseminação da cultura da capoeira, ao mesmo tempo em que buscam garantir que a diversidade de públicos tenha acesso às atividades e produtos culturais oferecidos durante o Festival "Iê Viva a Amazônia".

Ficha técnica

Railander Brito - Homem, cisgênero, pardo, casado. Será remunerado como Coordenação Técnica José Railander Brito de Castro, é Diretor Presidente da ASSOCIACAO CULTURAL DESPORTIVA EDUCACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO DA ARTE AFRO BRASILEIRA (VIDA CAPOEIRA) Filho de dona Cleide e seu José Antônio, nascido em 1986 na cidade de Porto Velho, em casa, desde pequeno já lutava por sua vida. O primogênito de três filhos, viveu a violência doméstica desde cedo. No ano de 1994 conheceu um vizinho de nome Anderson, esse vizinho fazia aulas de capoeira no projeto CICA, com o mestre "Capu" ou CAPOEIRA, entre as brincadeiras na rua o "Railander" se encantou pelos movimentos da capoeira. Em um momento de muitas perdas e divergências em casa, foi expulso por sua mãe e foi morar na rua aos 13 anos. Amigos o ajudaram a sair dessa situação e seguir em frente sempre trabalhando e muitas das vezes por ter um porte físico grande se passou por maior de idade para trabalhar na noite, em bares e boates, como segurança. No ano de 1998 conheceu a capoeira do grupo Ginga Brasil na escola Major Guapindaia através de seu amigo de sala Jaferson. Posteriormente deu início ao aprendizado na academia do mestre Vagalume. Em 2000 passou a treinar na academia Win com o professor “Pirata” e posteriormente na equipe do Sesc com o professor ”Madeira”. Em 2005 conheceu o estagiário Geó que acabara de chegar na cidade vindo de Minas Gerais com o grupo internacional oficina da capoeira. No mesmo ano de 2005 Railander Brito passou em um processo seletivo e foi ministrar aulas de capoeira na cidade de Humaitá -AM. EXPERIÊNCIA Em 2008 voltou para Porto Velho e começou a ministrar aulas em escolas particulares junto com o professor Geó. Em 2010 foi morar em Belo Horizonte a convite do mestre Ray. Em 2011, voltou para Porto Velho e seguiu dando suas aulas. Em 2015 Já instrutor de capoeira e dando aulas em vários lugares da cidade seguiu sozinho seus caminhos e filiou-se ao grupo Aruanda capoeira de Brasília, fez durante 5 anos diversos eventos e criou o Festival de capoeira "Iê Viva a Amazônia". Em 2020 decidiu mais uma vez seguir sozinho e com seus alunos criou o grupo Vida Capoeira. A Associação Cultural, Desportiva, Educacional E De Desenvolvimento da Arte E Cultura Afro-Brasileira foi fundada em 2019, mas só em 2022 ganhou roupagem, logomarca e reconhecimento popular. Hoje o Contramestre Pesado (Railander Brito) soma inúmeras participações em festivais, palestras, vivências, workshops, batizados e outros. O grupo já soma filiais em Vilhena, Cacoal, Presidente Médici e Guajará Mirim em Rondônia e uma filial em Rio Branco - Acre. Atualmente realizamos aulas de capoeira em 5 escolas particulares e duas escolas públicas, além do trabalho sócio educativo em 3 unidades prisionais de Porto Velho. Aulas para comunidade no Centro Cultural Vida Capoeira, com aulas pela manhã, tarde e noite. Em Porto Velho, o Contramestre Pesado foi reconhecido pela Câmara de Vereadores no ano de 2021 e pela Assembleia Legislativa em 2022 por seu trabalho em prol da capoeira. Adalsocorro Nunes de Souza - Mulher, LGBTQUIAP+, branca, casada. Será remunerada como "Produtor Executivo" Nível Superior: Faculdade São Lucas Curso: Administração - Ano: 2012 Nível Superior: Faculdade Unicesumar Curso: Educação Física – Bacharel - Cursando "Socorro" é Diretora Financeira da ASSOCIACAO CULTURAL DESPORTIVA EDUCACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO DA ARTE AFRO BRASILEIRA (VIDA CAPOEIRA) onde ja produziu 8 (oito) edições do Festival Iê Viva a Amazônia, dentre muitos outros eventos culturais e sociais. Antonio Péricles de Souza Sobrinho - Homem, cisgênero, preto, casado. Será remunerado como Coordenação Geral Com ampla expertise em Políticas Públicas, Gestão de Projetos Culturais, Esportivos e de Tecnologia, exerceu a um papel estratégico como Chefe do Núcleo de Trabalho e Renda da Secretaria da Justiça do Estado de Rondônia, onde é o ponto focal do estado junto ao Ministério da Justiça. Nessa posição, foi o responsável pela construção, desenvolvimento e execução das políticas públicas do estado voltadas para o trabalho no sistema prisional. Graduado em Gestão Pública pela Universidade Salvador (BA) vem complementando a formação com uma pós-graduação em Políticas Públicas pela Faculdade Serra Geral (DF) e um MBA em Gestão de Processos, Pessoas e Coaching. Ao longo da carreira, conquistou resultados significativos, como a elaboração e aprovação sem reservas do Plano Estadual da Política Nacional de Trabalho no âmbito do Sistema Prisional de Rondônia, validado pelo Departamento Penitenciário Nacional - Depen/MJ (ciclo 2021/2023). Além disso, obteve sucesso na captação de recursos para projetos culturais através da Lei Aldir Blanc no estado de Rondônia, com diversos projetos aprovados nos anos de 2021 e 2022. Ainda no ano de 2022 elaborou e conquistou a aprovação de projetos de tecnologia para startups do estado de Rondônia no Programa Centelha do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Velho Rondônia