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O projeto Pratas da Casa - Samba Riachão é festival de música com apresentações de artistas da música popular brasileira.
Classificação indicativa: Seu público alvo será livre, não havendo impedimentos para que haja o acesso por pessoas de qualquer idade, religião ou classe social. Conforme o Guia Prático da Secretaria Nacional de Justiça: Classificação: Livre Características: Não expõe crianças a conteúdos potencialmente prejudiciais
- Fomentar a indústria musical nacional; - Promover a agenda cultural da região; - Democratizar o acesso à cultura; - Estimular ações que visam a valorização dos artistas; - Valorizar a arte produzida em território nacional; O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 2 °do Decreto 10.755, de 2021 I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto: Festival/Mostra e Apresentação Musical - Realizar o Projeto GM, com 4 apresentações de artistas da da música popular brasileira. Espera-se um público de 4.000 pessoas.
O projeto pretende unificar diferentes vertentes das novas vozes nacionais, que advém das redes sociais, mesclando com grandes nomes da música popular brasileira, propomos uma transversalidade artística, interessando-se por nossas origens como seres humanos, nossos propósitos como atores sociais da cultura, as consequências e significações que a atuação no ciberespaço têm gerado na sociedade, e, ampliando as possibilidades dos espectadores se tornarem cidadãos leitores e ativos a partir do nosso evento. Assim, o projeto busca gerar arte, fomentar valores sociais do amor, promover tendências que definem a cultura brasileira moderna, incentivar o empreendedorismo, apoiar causas sociais que beneficiam a todos e disponibilizar para o público canções autorais que permeiam os bastidores das vontades dos artistas envolvidos. Para a realização do projeto proposto, é fundamental o aporte do Programa Nacional de Apoio à Cultura, dada a sua clara consonânciacom os objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore
Do Garcia á todas as Rodas da Bahia Riachão construiu uma trajetória marcada pela expressividade de sua narrativa, pela quantidade e qualidade de canções produzidas e pela fartura de tempode vida, 99 anos de muito samba e luta pelo fortalecimento da cultura popular da Bahia. Nosso querido Riachão nasceu no dia 14 de Novembro de 1921 e foi batizado como Clementino Rodrigues. Desde a infância que a música fazia parte do repertório da sua vida, sons que ouvia nos atabaques do candomblé de Júlia Bogan, na rua Língua de Vaca, na Fazenda Garcia, quando acompanhava sua mãe, que era filha de santo. Junto com seus seis irmãos, Riachão aprendeu os toques dos atabaques. Aqui se dá o seu primeiro contato com os ritmos, e a percepção da importância para a realização da religião. Os Orixás se manifestam através da música. Por isso Riachão dizia: “Música é Deus, porque Deus é música”. A música estava nas rodas de capoeira ritmando a jinga de seu Pai e seus tios, carroceiros, que faziam ponto no Mercado do Ouro e que nos intervalos, à espera do trabalho, sempre abriam uma rodinha de capoeira e de samba também, pois, segundo Riachão, “onde tem capoeira tem samba de roda”. Dentro da casa de Riachão então, “samba era o que não faltava”, pois sua mãe vivia cantando músicas que havia aprendido com os pais. Seus irmãos todos cantavam, no dia a dia e principalmente por ocasião dos aniversários, batizados, rezas de Santo Antônio. Na memória de Riachão: “Samba era o que não faltava nesta cidade. Todo aniversário as pessoas faziam um samba. As casas, as vezes se morava num quartinho, mas nesse quartinho tinha que tirar tudo de dentro da casa, colocar do lado de fora, que era pra puder se sambar”. Todo conhecimento dessa tradição é passado pela família ou pelos parentes mais próximos. Com sua mãe conheceu que “o católico se misturava com o candomblé”. Com seu pai e tios, Riachão conheceu também as formas de defesa, os signos de coragem e masculinidade, que se manifestava além dos golpes da capoeira, nos toques do pandeiro. E assim, conheceu que isso fazia parte da história de sua família, que se remetia a seus avós que tinham sido africanos escravos. As formas que Riachão elaborou para se defender na vida também foram transmitidas pela família que lhe ensinou que a luta pela sobrevivência começa cedo. Ainda criança, com 10 ou 11 anos, Riachão já trabalhava nas oficinas de alfaiate “do Mestre Cardim”. Foi esse o ofício para o qual de acordo com seus pais ele também “levava jeito”, pois em casa “já observava minha mãe costurando almofadas, às vezes deixava de brincar, para ficar espiando mãe trabalhar”. Atenção e paciência foram observadas por seus pais como um possível potencial para o ofício de alfaiate. Nos serões das alfaiatarias por onde circulou, Riachão costurou os seus primeiros versos. Esses sujeitos sentiam as contradições da vida e o que a música, a festa, as tradições lhes reservava: prazer, reconhecimento no grupo, diversão e possibilidade de enfrentamento da realidade. E eram esses valores que queriam para as suas vidas. Riachão lembra de um episódio em que, ainda criança, sentiu como a música podia ser uma boa forma de encarar as contradições da vida: Mas, às vezes, doía ser pobre. Você já sonhou com um brinquedo que seu pai não pôde comprar? Pois eu já. Namorei um que tinha numa vitrina da Rua Chile. Era um cavalo bonito que só vendo. Tinha crina e o resto: arreios niquelados e manta cor de abóbora. (...) Um fim de tarde, de passagem pela rua Chile, procurei o cavalo na vitrina e já não estava lá, tinha sido vendido, talvez a um menino que sonhava como eu e podia comprar ilusão como eu não podia. Ai eu me izonei a cantar uma modinha que Vicente Celestino cantava, uma que falava do cavalinho que tinha numa vitrina da Rua do Ouvidor e então descobri que, cantando, podia ter o mundo. A música foi a linguagem que Riachão escolheu para compor suas histórias. Escolha que correspondia às expectativas da sociedade de seu tempo. Tempo em que a música alicerçava os encontros de compositores de cordões carnavalescos como “Os Boêmios” e as batucadas como “Primeiro Nós”, “Malandros do Amos”, que deram a Riachão a oportunidade de aprender os segredos da composição e dos ritmos. Composição que ele desenvolveu com muita seriedade e sabedoria. E o conhecimento de que aquele era o seu saber. São nesses momentos que o samba vai se tornando cada vez mais um elemento de afirmação de suas identidades, de conquista de espaços e de poder junto à comunidade. Essa comunidade a qual me refiro podia ser o bairro, a Fazenda Garcia para Riachão, mas também podia ser a comunidade do samba, aquelas centenas de músicos que se encontravam na cidade diariamente ou nos períodos das festas. Riachão nos conta que sempre cantava as músicas do Rio de Janeiro, antes de começar a compor, tinha uma boa memória, e assim que saía um samba novo no rádio logo aprendia para cantar nas festas, na oficina trabalhando. Até que com uns 15 para 16 anos: “Eu trabalhava de alfaiate, e lá na Misericórdia, era onde a gente comprava linha. E um dia eu vou passando e vi um pedaço de revista: “Se o Rio não escrever a Bahia não canta”. Aliás eu não tinha grandes conhecimentos culturais para me chocar com uma coisa dessa, mas eu me choquei com aquelas palavras. Eu cantava tanto, vivia naquela vida de cantoria. A partir desse dia, ficou uma coisa no meu juízo e quando eu cheguei em casa nasceu o meu primeiro samba: “Eu sei que sou malandro sei / conheço o meu proceder / deixa o dia raiar / deixa o dia raiar / a minha turma é boa ela é boa / somente para batucar.” Riachão com este episódio nos diz que mesmo sem ter ido à escola, sabia muito bem o seu proceder de malandro, de sambista que interpretava as contradições de sua sociedade de maneira muito própria, batucando e compondo versos com a turma. Pois o samba neste período segundo ele gosta sempre de afirmar em todas as suas entrevistas, era feito numa primeira parte fixa, “onde o malandro contava a história”, e a segunda parte da música eram os versos feitos com o grupo, no improviso das rodas, nas batucadas por ocasião do carnaval, no Mercado Modelo, ou em qualquer lugar que tivesse uma roda de samba. Pois eram estes os locais de produção, recepção e circulação do samba. E a sua única inscrição era na memória, que ainda guardava sambas do tempo da escravidão. É, pois nesse contexto de produção que podemos entender a frase, ‘Se o Rio não escrever a Bahia não canta”, que nos insere num momento preciso da história do samba. Onde a indústria fonográfica e os programas de rádio impunham como condição a necessidade de autoria, de discriminação das obras, de atribuição a um nome próprio, para torná-la um produto mais facilmente manipulado e principalmente controlado. Ao mesmo tempo que oferecia a possibilidade de profissionalização, mediante pagamento de direitos autorais. Assim Riachão começou a compor os seus primeiros versos de samba como uma reação a um desafio, já se identificando com a filosofia malandra e mostrando que a linguagem não era só a escrita, que a revista destacava, pois o batuque também existia e nele se cantava e comunicava, esse era o samba que aprendera desde menino.
O evento irá acontecer na segunda feira de carnaval desfile com Trio elétrico até o Circuito Campo Grande, SALVADOR/BA, chegando no Campo Grande o público para não se desperçar irá voltar fazendo contra fluxo até a praça do Garcia ( Praça do Coreto ) conterá, FAMFARRAS E MARCHINHAS. Na terça feira de carnaval teremos mais um dia de evento complementar com artistas de samba e minis blocos com mais FAMFARRAS e marchinhas, por direito garantido, pretendem realizar suas atribuições e criar promessas de trabalho (carta de anuência) SOMENTE após a aprovação do projeto, tendo em vista que só ali será possível determinar valores para a contratação dos mesmos e datas exatas para possibilidade de marcar agenda e verificar enquadramento no cronograma aprovado. No entanto, a seleção de tais artistas a serem contratados para o projeto será simplificada e focada em profissionais locais, permitindo a sua exposição a nível nacional.
Produto: Apresentação MusicalAcessibilidade Física: Nas apresentações musicais, haverá espaço reservado para pessoas com deficiência física paraque aproveitem o festival. O espaço físico das apresentações terá acessibilidade física. Item na planilha: Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá material descritivo em braile com informações sobre as apresentações.Item na planilha: Impressão em braile e Narrador de audiodescrição.Acessibilidade para deficientes auditivos: As apresentações contarão com intérprete de libras, para traduçãosimultânea da programação.Item na planilha: Intéprete de libras.
A distribuição do produto cultural será feita gratuitamente para toda população. O acesso aos eventos serão gratuitos para todo o público, desde a população em geral até os patrocinadores. Ademais, será adotado, conforme disposto no Art. 24, da Instrução Normativa SECULT/MTUR n.º 01, de 04 de fevereiro de 2022: - Permissão para captação de imagens e autorização de veiculação por redes públicas de televisão, conforme Inciso III; - Realizar ação cultural paralela, sendo escolhido realização de ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo de apresentações, conforme Inciso IV, item (a).
Claudio Roberto Ferreira Sales: Coordenador do Projeto e Proponente Ficha Técnica de Produção Direção e Produção Artística: Walter Antunes e Luama Socio Produção: Walter Antunes Produção e direção de palco, som e luz: Ernani Napolitano Gonçalves Grupo de dança: Grupo Mineiros do Pé Quente Grupo da dança: Grupo: "CATIRA BRASIL Currículo Grupo Mineiros do Pé Quente Currículo do Grupo de dança Grupo: "CATIRA BRASIL Walter Antunes Currículo em produção musical/artística Nome completo: Walter Antunes Fernandes Avelino Nascimento: 01/05/1970, São José do Rio Preto Formação acadêmica: Faculdade de História – USP/São Paulo Walter Antunes atua por iniciativa independente na concepção de programações musicais com artistas de diversas vertentes, elaborando projetos culturais de relevância estética e sócio-cultural. Produz discos e shows de diversos artistas desenvolvendo produção e direção executiva, musical e artística. Atualmente, várias de suas ações têm o apoio de parcerias com instituições como Sesc São Paulo, Prefeitura Municipal de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Sesi, Caixa Cultural, Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo/Virada Cultural Paulista. Artistas com os quais trabalha ou já trabalhou como produtor: - Luama - Nhocuné Soul/SP - Sinhô Preto Velho/SP, - Via Sat/PE - Sapo Banjo - Projeto Nave - Sudaca/SP - Inocentes/SP - Doutor Black/SP - Dona Margarida Pereira e Os Fulanos/PE - Usina Le Blond/RJ - Projeto Cru - Quarteto Kroma - Os Excluídos/SP - Lacertae/SE - Nitrominds/SP - Monjolo/PE - Mustang/RJ - Revista do Samba/SP - Pedra Branca/SP - Loop B/SP - Michinari Usuda/Japão - Oswadinho Viana/SP Discos com produção de Walter Antunes: - Luama (Luama) - 1999 - Bem-Vindo ao Paraíso (Coletânea com Grupos Paulistas) – 2002 - Berimbau de Cipó de Imbé (Lacertae) - 2001 - Instituto Ecocultural ( Instituto Ecocultural) 2001 - Kambono (Sinhô Preto Velho) 2002 - Antes de Tudo (Os Excluídos) - 2003 - A Hora do Meio-Dia (Luama) – 2003 - Todos os Sambas (Fernado Casale) – 2003 - Ka'Umondá (Sinhô Preto Velho) – 2007 - Amando,Sambando (Nhocuné Soul) – 2008 - Introdução Para Um Samba Novo (Luama) – 2008 Temporadas de shows, lançamentos de discos, turnês, apresentações em teatros, casas noturnas, praças, parques, centros culturais, mostras, festivais, feiras de arte – com produção de Walter Antunes: - Centro Cultural São Paulo, - Sesc Pompéia - Sesc Consolação - Sesc Rio Preto - Sesc São José dos Campos - Sesc Ribeirão Preto - Sesc Bauru, Birigui - Sesc Belénzinho - Sesc Campinas - Sesc Santo André - Sesc São José do Rio Preto - Sesc Vila Mariana - Sesc Presidente Prudente - Sesc Sorocaba, Araraquara - Sesc São José dos Campos - Sesc Ipiranga - Sesc Pinheiros - Sesc Santana - Centro Cultural Sesi-Fiesp Avenida Paulista - Sesc Tijuca - Sesi Piracicaba - Sesi Mauá - Sesi Osasco - Sesi Santo André - Sesi Birigui Produções de Walter Antunes com apresentações em festivais/eventos: - Festival Internacional de Teatro de Rio Preto/SP - 2004 - Tim Festival/RJ - 2003 - Balaio Brasil/2000 - Ares e Pensares/2002 - Latinidades/2003 - Mediterrâneos/2005 - Bienal do Livro de São José do Rio Preto/SP - 2008 - Virada Cultural da cidade de São Paulo – 2004/2005/2006/2007/2008/2009 - Virada Cultural Estadual Paulista – 2008/2009 Concepção e realização de mostras culturais: - Música do Mundo (2003) - com mais de 20 apresentações de artistas de diversas regiões do país, no Centro Cultural São Paulo - Samba da Minha Terra - 2004 no Sesc Consolação com a diversidade do samba paulista - Paulistas de Andrade na Biblioteca Mário de Andrade – 2004 - Misturasons no Sesc Ipiranga – 2007 - Que Samba É Esse??! no Sesc Consolação - 2008 Fábio Takahashi Data de nascimento: 16/12/1972 Natural de Mirassol-SP Formação: Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda Experiências profissionais: - Jornal Diário da Região (1994 a 1997) – função: reporter - Cannon Chemicals Corporation – Tsukuba, Japão (1997 a 1998) – função: articulador de grupo - Secretaria Municipal de Cultura de São José do Rio Preto (2000 a 2003) – função: produção - GADA – ONG – (2006/2009) - função: coordenador de projetos estratégicos de prevenção às DST/aids junto à população LGBT - Centro de Referência em Direitos Humanos LGTB de São José do Rio Preto (desde 2007) – função coordenador - Parada do Orgulho LGBT de São José do Rio Preto – (2006/2009) – função: coordenador cultural - Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual – Extensão Rio Preto (2007/2008) – função: coordenador Currículo do diretor Musical: Agnaldo Moreira Bastos, (MACK MOREIRA) Currículo do Produtor Musical Agnaldo Moreira Bastos, (MACK MOREIRA ) CPF 324374989-15 RG. 36133585-4 SSP SP - Mack atua no meio artístico desde 1985 como produtor de grandes artistas. Tem vasta experiência no ramo, já trabalhou com muitos cantores, duplas, grupos, bandas, como MM e As Filhas da Mãe,Fernando e Fabiana, Joel e Julio,Nilson e Nando,Max Bal e Carlinhos, Mack foi o Produtor responsável pelo sucesso da dupla Bob & Robson que chegou a fazer cerca de 20 shows por mês, além de render um contrato no SBT para apresentar um programa sertanejo na emissora nas manhãs de domingo. “Foi um trabalho brilhante, Mack fui convidado para Mais um desafio fazer parte da equipe de produção do programa de TV da apresentadora e cantora Eliane Camargo de quem sou o principal Produtor e estamos juntos há XX anos.”, declara Mack. Currículo TV RODUÇOES ME LTDA. Fundada em 1998 na cidade de Mogi Golaço e representada ora Otavio Donizete Augusto, a empresa foi registrada no CNJ sob o numero 6.3OO.33O/OOO1 89, tendo como atividade a produção de vídeo, programas , para TV, filmes comercias, vídeos institucionais, DVDs, etc. Transferida para São Paulo em 2OO8 passou a operar para um mercado mais exigente e profissional, sendo responsável por produções de vários produtos do mercado de áudio visual. PRINCIPAIS ROGRAMAS PRODUÇAO, GRAVAÇAO, EDIÇAO E FINALIZAÇAO 1- ELIANE CAMARGO Canal do Boi Rede TV! Rede Mulher 2- ÓXENTE BRASIL TV Diário do Nordeste 3- Programa da GALEGA TV Gazeta 4- AULINHO TERRA BRASIL Rede Mulher 5- MUNDO GOSPEL Rede TV! 6- CARLOS SANTOS” TV Diário do Nordeste 7- NO ALTO DA SERRA TV Bandeirantes Canal Terra Viva 8- MANIA NACIONAL Rede TV! 9 - GERAÇAO COUNTRY TV Gazeta PRODUÇÃO DE DVDS FORRÓ E SERTANEJOS 1 GILBERTO & GILMAR
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.