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Produção do FILME curta documentário com duração de 15 minutos, finalizado em HD e DCP, sobre a palhaça Reco, personagem que a atriz Denise Bruno criou há 33 anos. Na época, para se inserir no mercado, Reco precisava se identificar como palhaço. Depois, como não binário. E agora, em meio a lutas e conquistas, Reco se identifica como mulher e prova que palhaças existem. O projeto inclui EXIBIÇÕES presenciais gratuitas do FILME, que, depois de circular pelos FESTIVAIS de cinema, ficará disponível no YOUTUBE para livre acesso.
O fio da narrativa é a saga da identidade de gênero da palhaça Reco, que se explica para a câmera, atravessando a quarta parede, de forma lúdica e simples, contando como foi a sua vivência nesta construção social do que chamamos hoje de mulher. A palhaça mulher refaz a sua história em esquetes, trazendo inclusive a dificuldade e aceitação de si própria diante dos conceitos colonizadores que aprisionam e determinam os lugares possíveis para as mulheres. A Reco é uma personagem em construção, assim como a atriz, que a traz para a realidade. Esta camada ficcional, composta pela magia da palhaçaria, é recheada de cores, sonhos, luzes, cenários, figurinos, maquiagem, sons e demais elementos audiovisuais para construção de uma atmosfera circense lúdica, onírica e envolvente. Apesar da construção estética valorizar a qualidade das imagens e sons, a personagem Reco não se constrói no papel de heroína, mas sim como uma errante, diante das dificuldades, enfrentamentos e aprendizados da vida. A outra camada audiovisual é documental, composta pelas vivências da artista, atriz e produtora Denise, no seu dia a dia, na sua casa, com seus filhos, na preparação para o trabalho, dirigindo a sua kombi e se relacionando com outras profissionais da arte, inclusive atuando como a personagem Reco. E a câmera participa de sua guerrilha, nos laboratórios, trabalho junto ao público, apresentações nas ruas e praças. Denise compartilha histórias, em um exercício audiovisual pleno em suas vivências, em sua intimidade, de forma muitas vezes introspectiva, envolvendo sua história, sua realidade e também o que pensa, seus planos. Mas Denise também é ágil, falante e ativa, enquanto personagem de si mesma. Estas experiências da Denise mulher-artista se interconectam com a saga da identidade de gênero da Reco, produzindo paralelos, atritos, trazendo outros desdobramentos à narrativa, como questões, por exemplo, a respeito do mercado circense no cinema. Afinal, por quê existem poucos filmes sobre palhaças e tantos sobre palhaços? Ou questões sobre a maternidade solo, afinal, como vive uma palhaça mãe solo? E, para reforçar a existência de mulheres palhaças, o evento Retiro das Palhaças é documentado, mostrando a interação e cenas de palhaças de diversas regiões do Brasil. A ficção da jornada da Reco é atravessada pela vida da Denise, que são inter relacionadas no decorrer da narrativa, conectando assuntos, questionamentos e vivências por meio de paralelos, intersecções e sobreposições em constantes diálogos, borrando as margens já tão desgastadas entre o real e o ficcional e, produzindo cortes transversais, com discussões a respeito de machismo, homofobia, racismo, de forma lúdica, seguindo o fio da narrativa. O tom é de alegria e leveza, com momentos delicados, difíceis, mas também outros alegres, de conquistas, superações e sonhos. A classificação indicativa etária é livre.
Como OBJETIVO GERAL, o projeto filme documentário PALHAÇA RECO atende ao inciso II do artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, que é: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira.O filme resgata a personagem palhaça Reco, trazendo para luz uma vivência de 33 anos, com destaque para a sua construção de identidade de gênero, tendo como pano de fundo o machismo estrutural e a luta das mulheres na palhaçaria. Além da valorização da cultura circense, pela ótica da palhaça Reco, é possível traçar paralelos dos históricos das conquistas das mulheres na expressão retratada e também em nosso contexto social. A temática é necessária, face à escassez de filmes a respeito de palhaças mulheres. E a abordagem é, de certa forma, inédita, em se tratando de construção de identidade de gênero e suas implicações sociais, neste contexto de machismo estrutural em que a sociedade patriarcal e falocêntrica está fundada. Como OBJETIVOS ESPECÍFICOS, tem-se:• Produzir FILME curta documentário de 15 minutos, cor, finalizado em DCP, incluindo o TRAILER (até 3 minutos, cor) e CARTAZ;• Realizar 5 EXIBIÇÕES públicas presenciais gratuitas para estudantes da rede pública, em espaços públicos e/ou escolas a serem definidos;• Circular com o FILME por Festivais de cinema nacionais e internacionais;• Disponibiliza-lo no YouTube para acesso livre e universal.
O Projeto aqui apresentado, diante do Art. 1°, da Lei 8.313/91, atende a finalidade de: III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Mas, também IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; A palhaça Reco é uma personagem criada em 1990, aos 20 anos, pela artista Denise Bruno, atriz e arte-educadora e que completa este ano, portanto, 33 anos de existência.Denise, 53 anos, é mãe solo de dois filhos, o Gabriel e a Julia, com 27 e 15 anos, personagens palhaços Tamborim e Esparadrapo, respectivamente, e profissional da cultura. Ela produz seus espetáculos, fomenta coletivos e vai de encontro ao público nas ruas, praças, teatros, eventos e convenções. Como professora, organiza e participa de festivais de palhaçarias, promove a união e encontros de palhaças. Nos momentos de maior dificuldade econômica, vai para os semáforos e se apresenta a cada sinal vermelho, enquanto os carros ficam parados, como Reco Reco, a palhaça que encanta com sua alegria, histórias e narrativas, muitas inventadas no improviso, enquanto cada situação acontece. Em suas intervenções, a Reco não perde a oportunidade de se posicionar criticamente, de forma leve, descontraída e disruptiva em relação aos acontecimentos informados pela cultura hegemônica naturalizada, aproveitando cada situação para produzir reflexões, questionamentos e estranhamentos, envolvendo todos à sua volta. Não apenas pela vasta experiência profissional, mas também pelo talento e pela facilidade com o improviso, Denise sempre é solicitada para dar vida à Reco, que, por sua vez, também tem a sua história enquanto personagem. O machismo estrutural de nossa sociedade não poupa o mundo dos espetáculos e das artes circenses. No universo do circo, por exemplo, são os palhaços que geralmente têm papel de destaque, com pouquíssimas referências às palhaças. No início, imersa na cultura, espontaneamente, como forma de se proteger, se inserir e garantir o seu espaço de trabalho, a Reco se identificava como palhaço, fazendo piadas e brincadeiras que hoje são consideradas politicamente incorretas, machistas, reproduzindo, sem perceber, alguns estereótipos, entre os quais os de gênero. Após alguns anos de atuação, questionada por um artista não binário sobre a sua identidade, a Reco se assumiu também como uma palhaça de identidade não binária. Os anos de experiência, as vivências nas ruas, festivais, o processo formativo, as trocas e reflexões culminaram na assunção pela palhaça Reco de uma identidade de gênero feminina, quando ela passou a se posicionar como uma mulher palhaça. Sua trajetória foi pautada por enfrentamentos, opressões, abusos e apagamentos que as mulheres, pretos e pretas, comunidade LGBTQIA+ e pessoas com deficiência sofrem diariamente. Nesta jornada de descobertas, Denise rompe estigmas e nos mostra que a palhaça Reco ganha existência, visibilidade e voz justamente neste contexto sociocultural, em articulação com seu viver diário e os desafios e enfrentamentos necessários. A mulher pode sim ser palhaça, se ela quiser. Essa experiência dialoga transversalmente com temas como maternidade solo, machismo, racismo, homofobia, lgbtqia+fobia, aporofobia e tantos outros. RETIRO DE PALHAÇAS Como arte educadora, a Denise organiza o Retiro da Palhaçaria Feminina, um evento de quatro dias, para cerca de vinte artistas de origens diversas. Elas ficam reunidas em um sítio, comendo, bebendo, dormindo, se relacionando, vivenciando as personagens palhaças, visando troca de experiências, reflexões, descobertas e aprofundamentos em relação às características de cada palhaça, a partir de suas histórias e experiências. No exercício coletivo da palhaçaria, imersas nos contextos socioculturais específicos e em comum, elas trabalham as situações cotidianas de opressão, exclusão, exercícios de poder, refletindo sobre e reconstruindo realidades de forma crítica e disruptiva, criando situações fictícias para a palhaçarias.Segundo a Denise, "É uma pesquisa profissional, que passa pela sua própria cura em ridicularizar, questionar e achar engraçado. É a superação, para que a gente consiga trabalhar com a gente mesmo de uma forma mais neutra e com mais graça."No último dia do Retiro, o grupo realiza apresentações em praças e ruas. IMPORTÂNCIA DO TEMA Palhaços estão em nosso imaginário. Atualmente existem poucos circos de lona. As referências que existem no audiovisual retratam o mundo do homem branco. Existem muitos filmes sobre palhaços, mas poucos sobre palhaças. Para breve noção quanto à escassez de produções sobre palhaças, basta considerar que em uma pesquisa rápida pelo google sobre "filmes sobre palhaças", o primeiro resultado é uma sugestão "você quis dizer: filmes sobre palhaços". E quando se pesquisa, como o google sugere, "filmes sobre palhaços", entendendo que o termo genérico "palhaços" englobaria também as palhaças, isso não acontece. Para citar um exemplo, o link https://cinema10.com.br/tipos/filmes-sobre-palhaco, contém uma lista com 20 filmes eleitos "os melhores filmes sobre palhaços", valendo apontar que só há referências a produções sobre palhaços, homens, sem qualquer menção às palhaças. Há um apagamento da palhaça mulher pelo machismo estrutural, que reflete nas histórias de vida destas personagens. A saga da identidade de gênero da Reco, as suas experiências e a descoberta da mulher palhaça perpassa por questões de repressão, opressão e violências que as mulheres vivenciam cotidianamente. O filme PALHAÇA RECO é um resgate da palhaça mulher, que é mãe solo e tem que dar conta da casa, dos filhos, do trabalho e da vida, em nossa sociedade.Segundo a Denise, "é como se eu fosse mulher e tivesse que virar homem na rua para lidar com o rolê, mas sem deixar de ser mulher". A jornada de identidade de gênero da palhaça Reco é o fio condutor para se abordar assuntos correlatos e transversais, como machismo, homofobia, racismo, tudo, de forma lúdica. PALHAÇA RECO é um filme alegre e traz uma visão otimista do mundo, com momentos sensíveis e emocionantes, pois mostra a conquista do espaço da mulher, apesar de todas as dificuldades e lutas. É o resgate da palhaça mulher, que sempre foi invisibilizada, mas também um resgate das vivências de mulheres, deixando impresso a mensagem de que existem palhaças mulheres. E, como recado, as mulheres podem ser o que quiserem, inclusive palhaças. É, portanto, um filme necessário.Além do Art. 1°, o Projeto aqui apresentado também atende o seguinte inciso do Art. 3º da Lei de Incentivo: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de obra cinematográfica de curta metragem documental". Afinal, o produto a ser produzido é um filme documentário curta metragem.
SOBRE AS LOCAÇÕES DE FILMAGEMO Sítio e residencia da atriz Denise Bruno, onde é realizado o "encontro de palhaças", está localizado em Santo André, próximo a cidade de São Paulo. Importante pontuar esta localização por conta dos transportes de equipamentos e da equipe técnica, que se locomoverão de São Paulo para Santo André. O transporte será realizado em veículos e estão previstos no orçamento. SOBRE AS EXIBIÇÕES PÚBLICAS (DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO)Com relação às exibições para democratização do acesso, as sessões serão realizadas em São Paulo e também em Santo André. Os locais serão definidos no decorrer da produção do filme, totalizando cinco ações. E as exibições não envolvem custos extras, além do transporte da equipe, já que o filme pode ser enviado por upload/donwload e todas as tratativas podem ser feitas por telefone e contatos pela internet; contando com o suporte da produção que cuidará de visitar cada um dos locais e documentar a realização da exibição pública.
O FILME DOCUMENTÁRIO tem o seguinte detalhamento técnico:• 15 minutos• formato final em 2k/fullhd (SDR)• Janela DCP é 1:1.85• Janela H.264 é 16 x 9 -> 1920 x 1080• Som 2.0• trailer de até 3 minutos para o YouTube• arte de cartaz• Previsto direitos autorais para a Denise Bruno pela personagem Reco (contrato em anexo)
O projeto cumpre com o atendimento às demandas de acessibilidade com versões com audiodescrição, legendas descritivas (closed caption) e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Estes custos estão previstos na planilha de orçamento. Com relação às EXIBIÇÕES PÚBLICAS gratuitas, serão escolhidos locais na periferia que permitam a acessibilidade de pessoas cadeirantes, de muletas ou maca. Não há custo excedente, pois serão realizadas parcerias com instituições públicas culturais e/ou educacionais.
O filme, produto gerado pelo projeto, e suas exibições públicas não serão vendidos ou comercializados. Não haverá NENHUMA forma de comercializacão, todo acesso ao conteúdo será disponibilizado gratuitamente. O patrocinador contará com 10% das entradas para distribuição promocional; e as cotas para distribuição gratuíta com caráter social ou educativo serão realizadas através das EXIBIÇÕES GRATUÍTAS, detalhadas abaixo. Ou seja, está de acordo com os limites detalhados no artigo 27 da IN MINC No 01/2023. Trajetória do Filme Com relação ao filme, por se tratar de um produto audiovisual, ele terá uma agenda a cumprir (participacão nos festivais) antes de ser colocado integralmente na internet para acesso universal. Em um primeiro momento, assim que for finalizado, o filme PALHAÇA RECO será encaminhado aos principais FESTIVAIS DE CINEMA no Brasil e exterior. Prioritariamente, os festivais de maior relevância e tempo de existência. Para fins de estimativa de público, em uma conta por baixo, considerando que o filme PALHAÇA RECO seja exibido em pelo menos 3 festivais, com 2 exibições de no mínimo 50 pessoas em cada, tem-se um público estimado em 300 pessoas.Em paralelo, serão organizadas EXIBIÇÕES GRATUITAS (Exibições Presenciais em espaços públicos culturais e/ou educativos localizados em zonas periféricas) em locais a serem definidos. Público estimado em 200 pessoas. Em um terceiro momento, o filme segue sua jornada pelos FESTIVAIS DE CINEMA DE ALCANCE PULVERIZADO, como aqueles segmentados em documentários, realizados por mulheres, temáticas de gênero ou circenses e temas correlatos.Para fins de estimativa de público, considerando que o filme PALHAÇA RECO seja exibido em pelo menos 10 festivais segmentados, com 2 exibições de no mínimo 50 pessoas em cada, tem-se um público estimado em 1.000 pessoas. Após a jornada nos FESTIVAIS e EXIBIÇÕES GRATUÍTAS, a quarta etapa é disponibilizá-lo no YouTube, com acesso aberto ao público, para democratização plena de seu conteúdo. Para fins de visibilidade, estima-se 20.000 visualizações no primeiro ano de acesso livre no YouTube. Se considerarmos uma visualização por pessoa, tem-se um público estimado em 20.000 pessoas no primeiro ano. Ou seja, o filme será produzido e cumprirá uma agenda de exibição que demanda o tempo necessário - estimado em dois ou três anos - para circular pelos festivais. Depois será disponibilizado 100% para o público, pela internet, em acesso aberto, universal e irrestrito. Não haverá exibição em TV Aberta. Somando cada uma das "janelas", neste primeiro ciclo, o público estimado no circuito é de aproximadamente 21.700 pessoas. Estimativa de visualização e/ou público em cada uma das janelas: Festivais de cinema no Brasil e Exterior - 300 Exibições públicas gratuítas - 200 Festivais segmentados - 1.000 YouTube no 1o ano de acesso - 20.000 Total: 21.500 visualizações Importante ressaltar que este número estará em constante aumento, já que o filme, ao final do circuito, ficará disponível no youtube para acesso universal e democrático. Considerando que o FILME (15 minutos, cor, finalizado em DCP) irá circular nos festivais nacionais e internacionais de cinema, será exibido gratuitamente em regiões periféricas, e, depois desta circulação, será disponibilizado para todos na internet, com acesso livre; COMO INCISO/MEDIDA DO ARTIGO 28 DA IN MINC No 01/2023, o projeto adota: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Ou seja, a medida COMPLEMENTAR de AMPLIAÇÃO DE ACESSO é disponibilizar todo o conteúdo, depois das exibições publicas e da participação nos festivais, na internet.
. Leide Jacob, CPF 135.552.738-41Função no projeto: diretora, roteirista e proponente, ou seja, responsável pela gestão do projeto (que inclui a atividade técnico-financeira, que NÃO será terceirizada, mas sim executada diretamente e pessoalmente pela mesma).Currículo:Graduou-se em marketing na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Seu primeiro trabalho na área cultural foi em 1996, com a produção do espetáculo “Ubu”, do Teatro do Ornitorrinco, dirigido por Cacá Rosset. Nos oito anos seguintes, além das áreas cênicas, também produziu música, literatura e artes plásticas, realizando exposições, livros, cursos, prêmios, shows e eventos; fazendo a ponte entre empresas patrocinadoras e artistas, prestando consultoria em marketing cultural. Durante 14 anos, Leide produziu os livros de poesias que sua mãe "escreveu" somente com o movimento do globo ocular (ela tinha ELA, esclerose lateral amiotrófica) e também documentou a transcrição dos textos naquelas condições. Esta experiência foi o marco inicial para suas produções em cinema, resultando em dois filmes curtas metragens documentários, MINHA POESIA e PAGAR 4 NUNCA MAI$, ambos premiados no Festival Internacional da Cruz Vermelha, realizado em Varna, Bulgária, em 2017 e 2019. Em 2021, recebeu o Prêmio de Incentivo a produção de Curta Metragem da Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo (Proac 30/2020) para dirigir o filme SÃO MARINO, que estreou no 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2022, foi selecionado para a 26º Mostra Tiradentes de Cinema em 2023 e parte para o circuito internacional de festivais. Participou do FIDIS – Festival Internacional Denise Stoklos de Solo Performance, como escritora convidada. Leide cria, escreve, produz, monta e dirige projetos audiovisuais.. Denise Bruno, CPF 107.516.068-55Função no projeto: personagem palhaça Reco Reco. Recebe pelos direitos autorais da personagem e história, além das diárias de atriz principal.Currículo:Denise Bruno, palhaça Reco Reco, desde 1990, atualmente integrante da Cia3Entradas (2014), realizando apresentações e intervenções em espaços diversos e alternativos. Artista educadora da EMIA Aron Feldman (SA/SP - modalidades circenses - crianças de 04 à 12 anos -focado na palhaçaria - 2014/20); Participa do Coletivo Pétalas (2020) voltado a pesquisa da educação antroposófica; Fundadora do projeto Espaço Cultural Cia3Entradas, onde realizam acampamentos, e cedem o espaço para artista de várias linguagens desenvolverem seus projetos exemplos: Retiro de Palhaços, ensaios fotográficos, filmes, curtas, clips, oficinas, shows musicais e fomentos culturais populares. Integrante da Rede Beija Flor, com a Biblioteca Comunitária Casa Das Palhaças, estimulando a leitura, em espaços vulneráveis e periféricos. Mentora do Projeto Koube Gira Sol que abriga diversas possibilidades itinerantes de artes, como: varietes, feira, apresentações teatrais, musicais, entre eles: Kombinados, koubepraia ppp.. Cesar Sandoval Moreira Jr., CPF 150.868.988-11Função no projeto: roteirista.Currículo:Cesar Sandoval Moreira Junior é psicólogo pela USP/RP (1992), foi bolsista pelo CNPQ em sexualidade humana (1993), especialista em Saúde Pública pela UNAERP (1993), mestre em psicologia pela USP/RP (2002) e possui MBA em Gestão de Pessoas pela FGV (2013). Ao longo de sua trajetória profissional atuou em diversificados contextos sócio institucionais, com destaque para processos coletivos, grupais, de inclusão social, gestão da diversidade, ambiência organizacional e construção de cidadania. Foi roteirista dos filmes curta documentários MINHA POESIA e PAGAR 4 NUNCA MAIS, exibidos em diversos festivais e, ambos, premiados no Festival Internacional da Cruz Vermelha realizado em Varna em 2017 e 2019, respectivamente. Como ator, atuou no início da década de 90 nas peças “Prometeu Acorrentado” e “Adios Geralda”, ambas do grupo de teatro universitário mantido pela USP-RP e “O Casamento", do grupo do teatro municipal de Franca-SP. Compositor de músicas em parceria com Leide Jacob, com quem participou de festivais, com algumas premiações e compôs o grupo MultiSom, participou também, como poeta de edições dos “Escritores Brasileiros de Hoje”. Em 2022, fez o roteiro e coordenou o grupo de discussões do curta metragem São Marino. Atualmente trabalha no roteiro do longa “Papai Noel” e em ações de desenvolvimento e inclusão social. . Fabiana Kelly, CPF 264.283.128-08Função no projeto: roteirista e assistente de direção.Currículo:Fabiana Kelly formou-se em jornalismo em 2000. Em 1997 dirigiu e produziu para a FIAM (Faculdades Integradas Alcantara Machado) uma série de documentários sobre o universo feminino intitulado - Mulher o Negro do Mundo. Coordenou por dois anos a Semana Cultural da instituição. Trabalhou como produtora, pauteira e jornalista em vários de veículos de comunicação (TV Record, Manchete, Cultura, Gazeta, Bandeirantes; Rádio Musical FM e revistas impressas). Em 2022, fez o roteiro e a assistência de direção para o curta metragem São Marino. Atualmente trabalha também como colaboradora dos Jornalistas Livres. . Joao Godoy, CPF 032.226.428-78 Função no projeto: captação e edição de som.Currículo:João Baptista Godoy de Souza - João Godoy -, é doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP. É professor da área de som do Curso Superior do Audiovisual do departamento de Cinema, Radio e Televisão da ECA-USP. Iniciou a carreira de Técnico de Som Direto em 1987 participando da captação de som de diversos curtas-metragens do chamado “Novo Cinema Paulista”. Entre os trabalhos realizados destaca-se a captação do som direto dos seguintes longas-metragens de ficção:UM CÉU DE ESTRELAS - 1995 de Tata AmaralATRAVÉS DA JANELA - 1999 de Tata Amaral ONDE ESTÁ A FELICIDADE – 2010 de Carlos Alberto RiccelliHOJE – 2011 de Tata AmaralAMOR EM SAMPA – 2013 de Carlos Alberto RiccelliTRAGO COMIGO – 2016 de Tata AmaralSEQUESTRO RELÂMPAGO – 2017 de Tata Amarale dos documentários para cinema:SILVINO SANTOS - O CINEASTA DAS SELVAS - 1996 de Aurélio Michílis.FÉ - 1998 de Ricardo Dias.SAUDADE DO FUTURO – 2000 Marie-Clémence e César Paes.CARREGO COMIGO – 2001 Chico Teixeira.O MILAGRE DE SANTA LUZIA – 2008 Sergio Roizenblit.O FUTEBOL – 2015 Sérgio Oksman.JAIR RODRIGUES – Deixa que digam – 2020 Rubens Rewald.São Marino - 2022 Leide Jacob. Gilberto Yamashiro, CPF 089.980.108-01 Função no projeto: pós-produção, finalização.Currículo:São dez anos de conquistas e realizações, no quadro societário da Zumbi Post finalizando filmes em formato longa, curtas e séries. Responsável pela supervisão de toda pós produção. É o olho clínico e cuida do nosso padrão de qualidade. Está a 36 anos no mercado e já passou por grandes empresas como finalizador e supervisor. São elas: O2 Filmes, Estúdios Mega, Módulos e DOT.Alguns dos últims filmes realizados:São Marino, Leide Jacob, 2022A Menina que Matou os Pais, Mauricio Eça, 2020Jair Rodrigues - Deixa que Digam, Rubens Rewald, 2020Série Brasil Selvagem 3a Temporada – Natgeo, Cristian Dimitri, 2020Santos de Todos os Gols, Lina Chamie, 2019Itinerários do Olhar, Lauro Escorel, 2019
PROJETO ARQUIVADO.