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O projeto "ARTETERAPIA COM BARRO", tem o interesse de capacitar em Modelagem de Argila, 20 pessoas com deficiência e pessoas idosas, pacientes internos da entidade de reabilitação "Centro de Atividades Especiais Helena Holanda", através da Arteterapia, uma disciplina diferenciada, com técnicas apropriadas aos alunos(as), com déficits cognitivos e suas limitações, sendo a Arte, a nossa coluna vertebral desta busca do bem estar, do auto conhecimento, do desenvolvimento individual, e também da solução de conflitos internos, daí o efeito terapêutico em estabelecer um equilíbrio emocional, no encontrocom sua própria linguagem expressiva, trabalhando seu auto conhecimentoe elevando sua auto estima. Nossa proposta está relacionado às dificuldades dos alunos, e nos distúrbios específicos da aprendizagem, pela própria natureza destes serem pessoas idosas e pessoas com deficiência, e reconhecer e demonstrar a importância e a eficácia do uso da argila como expressão artística e criativa, para a concretização das imagens do inconsciente e assim facilitar o processo arte terapêutico. As peças confeccionas elos alunos(as) serão expostas de forma contínua no próprio ateliê e ao final do projeto acontecerá Exposição de encerramento.
O projeto “ARTETERAPIA COM BARRO", tem o interesse de capacitar 20 pessoas com deficiência e pessoas idosas, pacientes internos do Centro de Atividades Especiais Helena Holanda, através da Arteterapia, uma disciplina diferenciada, com técnicas apropriadas aos alunos(as), com déficits cognitivos e suas limitações, sendo a Arte, a nossa coluna vertebral desta busca do bem estar, do auto conhecimento, do desenvolvimento individual, e também da solução de conflitos internos, daí o efeito terapêutico em estabelecer um equilíbrio emocional, no encontro com sua própria linguagem expressiva, trabalhando seu auto conhecimento e elevando sua auto estima.
Objetivo Geral Nos oficinas e workshops de Arteterapia, aplicaremos a cultura ceramista, com técnicas da modelagem da Argila Orgânica, para um grupo formado por 20 pessoas com deficiência, pessoas idosas internas do Centro Reabilitação de Atividades Especiais Helena Holanda, localizado na comunidade do Bairro Pedro Gondim em João Pessoa - PB, e no final do curso, será realizada uma Exposição de Artesanato, dos trabalhos artísticos realizados, exibindo as peças produzidas pelos(as) artesões(ãs), buscando integrar os processos vivenciados por este grupo com características próprias, à história do artesanato na Paraíba, e ainda: Objetivos Específicos: • Contribuir para a disseminação da cultura da cerâmica, e para a democratização do acesso à produção da Arte, envolvendo prioritariamente pessoas com deficiência e pessoas idosas do Centro Helena Holanda; • Vislumbramos novas perspectivas de vida, com novos horizontes; • Melhoria da qualidade de vida e elevação da auto estima; • Democratização da produção artística; • Formação de novos agentes culturais aptos a divulgar a cultura ceramista em espaços de produção de saber (escolas e universidades); • Interação entre atividade artística e atividades educativas visando à formação holística de cidadãos críticos e conscientes dos limites e possibilidades de si, do outro e do mundo no qual estão inscritos, contribuindo para a construção de projetos de vida que extrapolem o nível individual; Estímulo à formação de novos artesãos; • Empoderamento das pessoas com deficiência, pessoas idosas e mulheres artesãs do Município de João Pessoa-Pb; • Realizar exposições para a coleção de peças recém-feitas pelos alunos na oficina de cerâmica, em locais público e de fácil acesso; • Capacitar os alunos acerca das diversas modalidades de modelagem de objetos cerâmicos utilizados nas casas, no atelier e no mercado; • Modelar objetos usando diversos tipos de massas cerâmicas, usando técnicas de modelagem manual, secar e queimar estes objetos seja para posterior esmaltação ou não; • promover a inclusão social;
Por acreditar profundamente que a modelagem de argila e massa cerâmica é uma arte que propiciaria benefícios ao processo arte terapêutico, e abrange diversas formas de arte, mostrarei em seguida, o porquê de usar o barro em arteterapia, realizaremos esta capacitação e ao final uma Exposição dos trabalhos dos alunos(as), com pessoas com e sem deficiência e idosas, oportunizando a sociedade, a consciência da inclusão social e estimular à continuidade da carreira profissional.Se justifica ainda a importância desta proposta, fortalecendo o circuito da produção do Artesanato e da cultura no estado da Paraíba, principalmente nos municípios de JoãoPessoa, onde artesões geralmente encontram dificuldades de colocar em prática seu projetos artisticos e culturais no eixo principal de financiamentos em nosso País.As políticas públicas e incentivo fiscal, se apresentam nesse cenário, como um forte aliado para o desenvolvimento do circuito cultural nordestino, colaborar no processode valorização e de preservação de um conjunto de expressões e elementos culturais brasileiros.Por isso o projeto se justifica por contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, estimular e propor a criatividade, e o acesso à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadoresde conhecimentos, cultura e memória. A proposta atede prontamente ao disposto nos incisos II, III e IV do do Art.1º da Lei 8313/91, "II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artísticabrasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; eIV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional." Também enquadra-se ao disposto nos incisos IV do do Art.3º da mesma lei: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Além disso, atende ao disposto no Art. 22 da IN 02/2019 :"Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentáriaspróprias.", através da realização de palestras a título de Contrapartidas Sociais."
Informamos que, devido ao nosso Planejamento / Gerenciamento de riscos, todas as queimas das peças cerâmicas , serão realizadas em fornos elétricos em nosso Ateliê, fora do horário dos cursos, e sem a participação dos alunos(as), apenas com a presença da nossa equipe técnica, e dos profissionais envolvidos no projeto. Isso se faz necessário, para a segurança dos nossos alunos(as) haja visto existirem, pessoas com deficiência, pessoas idosas e ou com dificuldades cognitivas em nosso público alvo.
METODOLOGIA / CONTEÚDO PROGRAMÁTICO METODOLOGIA Disciplina: Modelagem de Cerâmica Formação de 2 turmas de 10 pessoas cada; Matérias Primas Cerâmicas e Processamento Cerâmico Carga horária: Teórica 46 h, Prática 62 h. Total 108 hs. Semanal 6 horas. O curso inclusivo relacionados às dificuldades da aprendizagem, absolutamente prazeroso, instigante e criativo. O curso teórico e prático, visa a familiarização com a argila como material de modelagem e produção de objetos funcionais, artísticos ou peças para jardinagem e arquitetura, isso porque a estética “handmade” está em alta, e remete às memórias afetivas, na cozinha ou decoração, e traz personalidade ao ambiente e ainda é capaz de deixar tudo mais aconchegante. Com a argila, você pode sempre recomeçar o trabalho, remodelando e transformando-o, com o barro mobiliza nosso inconsciente profundo e traz ao consciente nosso ser interior a sua plasticidade que “nos permite trabalhar os nossos movimentos internos em toda sua complexidade, no transformar a argila, você forma o objeto, você cria em cada gesto, durante todo o processo e, desta forma dá vida ao seu interior, resignificando os conteúdos internos e expandindo a sua consciência. O barro é uma matéria viva, um elemento da natureza, que existe em grande quantidade, por isso de fácil utilização para a maioria das pessoas. Cada técnica de modelagem se adequando a um momento interno, trabalhando a paciência, a relação com o tempo, e a pintura, engobe , as cores que transmitem sensações e que por várias vezes surpreenderam com a transformação da peça. As possibilidades de adorno que vem trazer leveza ou peso, luz ou sombras, texturas diversas, mostrando o seu estado de espírito ou modificando-o. Dar forma às imagens, sentimentos e emoções; possibilitar o encontro consigo mesmo; despertar o potencial criativo; possibilitar a transformação de energias bloqueadas; ajudar o paciente a colocar ênfase no processo e não no produto; ajudá-lo a descobrir quem é e para onde quer ir, e, desenvolver atividades com argila para serem usadas no setting terapêutico. O presente estudo foi desenvolvido de acordo com os pressupostos metodológicos de modelos bibliográficos de pesquisa. Buscou-se elaborar um documento que procurasse mostrar a importância da argila como material expressivo no processo arteterapêutico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO I - PROCESSO CERÂMICO Amassar a argila. o primeiro passo para a confecção de qualquer peça em barro, é amassar ou bater a argila para torná-la mais plástica, homogênea e retirar todo o ar que possa conter. Para ter certeza que o barro está bem amassado, corte-o ao meio com um fio de aço ou de nylon, e confira se não TEM FUROS. II - TÉCNICAS DE MODELAGEM Pinch ou beliscões - É uma técnica instintiva e primária e é excelente para o iniciante conhecer a reação da argila aos seus movimentos.Não se usa nenhum instrumento, somente as mãos. Deve-se pegar mais ou menos 300 g de argila, fazer uma bola, furar o centro e começar a pressionar os dedos (dedão por dentro e os outros por fora), contra a parede da peça, debaixo para cima, girando a argila no côncavo da mão. Procurar manter a mesma espessura em toda a peça. Para evitar o ressecamento da argila, pode-se passar, quando necessário, uma esponja úmida na peça. Cobrinha ou rolo - Esta técnica nos permite as mais variadas formas e tamanhos. A argila deverá estar bem macia e plástica para fazermos uma cobrinha ou rolo com a palma da mão ou com uma extrusora5. Começa-se fazendo a base, em placa, para em seguida, apoiar a cobrinha sobre ela e ir sobrepondo as diversas camadas de massa, em forma de espiral, até que alcance a medida almejada. Alisa-se a parede por dentro, de tempos em tempos, para que a mão alcance o fundo. Unindo as cobrinhas através do alisamento, tiraremos as marcas da sobreposição. O lado de fora pode ser parcialmente ou totalmente na forma da cobrinha sem a necessidade de alisar.Se colocarmos os rolinhos, um de cada vez, um pouco para dentro, estaremos estreitando a parede, caso contrário, para fora, estaremos abrindo a forma da peça. Para construirmos uma peça grande, precisaremos de mais de um dia para terminá-la, pois é preciso deixá-la secar um pouco até o ponto de couro, para dar continuidade e a parede se sustentar. Placas - Abre-se a massa com um rolo de macarrão, colocando uma régua de cada lado, na espessura conveniente para o tipo de trabalho que esteja destinada. Assim teremos um resultado uniforme. Forma - Abre-se a placa e a coloca sobre uma forma. Com uma esponja vai assentando a massa e, dando-lhe o formato desejado. Construção - Corta-se a placa, na medida desejada para a construção de uma caixa. Deixa-se secar até o ponto de couro. Após, deve-se fazer umas ranhuras nas bordas das placas (base e lados) e, passar barbotina6 nelas. Depois, juntar as placas pressionando-as. Por dentro acrescentar cobrinhas nas junções e alisar bem a superfície. Por fora, com uma ferramenta de madeira, alisar a argila da emenda, de baixo para cima. Para melhorar o acabamento usar uma borracha plana. Cilindro - Inicia-se abrindo uma placa e cortando as bordas irregulares.Cobre-se um tubo de PVC com jornal e em seguida enrola-se a massa em torno do tubo. O excesso de argila é cortado fora num ângulo de 45°. Retira-se as duas tiras cortadas e costura-se7 as paredes. Torno - Esta é uma técnica que requer mais tempo de aprendizagem e muito treinamento, mas, aprendida, dá velocidade e qualidade de produção. Consiste em dar a forma à argila com as mãos, com o auxílio de um prato giratório, cuja velocidade é controlada pelo praticante. É preciso uma argila macia e bem amassada, para facilitar a execução da peça. Ao ir para o torno deve-se levar alguns instrumentos que serão necessários ao trabalho: um recipiente com água para ir molhando a argila, para que a mão deslize sobre a peça; uma esponja para ajudar a subir a peça e dar acabamento; uma agulha para medir o fundo e ver se a peça está centralizada; e, um fio de nylon para retirar a peça do torno. Para todas as peças que se faz no torno, o primeiro passo é centralizar a argila, previamente amassada e em forma de cone, no prato giratório. Em seguida, liga-se o torno e coloca-o para girar no sentido anti-horário. Com as duas mãos pressionando a massa para baixo a fim de prendê-la no prato, começa-se a centralizá-la. Só podemos dar seqüência ao trabalho se a argila estiver centralizada. Esta é uma etapa que exige algum tempo de treinamento. Após, ainda com o torno girando, furar com os dois dedões o centro da massa, deixando mais ou menos 1cm de base. Em seguida, abri-se a parede na largura da base e faz-se o acabamento do fundo. Lentamente vai-se subindo a parede, trazendo o barro de baixo para cima.Terminada esta parte, vamos modelar a peça, gradualmente. Acerta-se a borda e depois, retira-se a peça do torno, passando o fio de nylon pelo contato da argila com o prato Deixa-se secar até o ponto de couro para fazer a terminação da base da peça. Colocá-la, outra vez, no centro do prato giratório, de cabeça para baixo e, prender com um pouco de argila em três pontos.Girar o prato e com os instrumentos apropriados para o acabamento vá torneando até a forma desejada. A forma das peças feitas no torno pode ser alterada depois de prontas, desde que a umidade e plasticidade do barro o permita. Escultura - Moldando o barro o Homem deixa que o barro o molde e renove a sua existência. Katsuko Nakano Existem variadas formas de fazer uma escultura e uma delas é partir um bloco de argila do tamanho da peça que se deseja fazer. Com uma espátula ou uma ferramenta adequada, esculpir retirando ou acrescentando argila, enquanto modela a superfície externa. Rothenberg (1981) diz com relação aos instrumentos que: “El más valioso son sus dedos. Son capaces de comunicar directamente la imaginación Del escultor mientras éste está manipulando la arcilla”.8(p.170) É preciso ocar9 a peça depois de terminada para que ela não exploda durante a queima. Podese fazer uso de outras técnicas para modelar uma escultura, por exemplo, a cobrinha ou as placas. A escultura é uma das mais interessantes, antigas e complexa das artes, pois abrange desde máscaras africanas usadas em cerimônias religiosas até as esculturas de Michelangelo. A origem da escultura remonta ao surgimento do homem na terra sendo um elemento constante na cultura de todos os povos ou comunidades do mundo. É o meio de expressão plástica em que o autor procura construir volumes e formas, em uma dada ordem, por meio de diversos materiais. A escultura é a expressão artística que é percebida não só pela visão, mas também pelo toque e audição. Muitas vezes cabe ao expectador dar finalidade a obra de arte, observando-a em toda a sua dimensão, tocando-a e analisando-a sob todos os ângulos. Nakano (1989) afirma que é preciso: “ver com as mãos e ouvir com os olhos”.(p.11) Secagem - Depois de modelar a argila deve-se deixá-la secar. A secagem da argila depende da umidade da atmosfera do ambiente. Quando a umidade é inferior a 100%, a água começa a evaporar. À medida que a superfície vai secando, mais água sai do interior da massa por um processo de atração capilar. Se a massa não for muito espessa a secagem ocorre sem problemas. Ao secar, a argila sofre encolhimento, isto é, uma diminuição progressiva tanto em comprimento quanto em volume, pois as partículas aproximam-se uma das outras, ocupando o lugar onde havia água. Para evitar que os objetos feitos com argila plástica rachem ou empenem durante a secagem, o processo deve ser lento e uniforme. (PENIDO, 1999, pp 42,43). No processo de secagem, a argila passa por dois momentos: primeiro fica em ponto de couro, ainda com um certo brilho e umidade. É o momento apropriado para o uso de variadas técnicas de adorno, como por exemplo, o uso de engobes10 . Existem variadas possibidades de adorno com engobes, como, desenhar em baixo relevo ou esgrafitar e preencher a textura com engobe colorido. Estas texturas podem ser feitas também com carimbo, tecido, saco de laranja de nylon, e outras. A colagem de alças e bicos de chaleira são feitas também em ponto de couro. O segundo momento, o ponto de osso, é o estado da argila em que a umidade aparente já sumiu e a peça está pronta para ser queimada. III- QUEIMA 1ª Queima: Biscoito - O fogo é o grande mestre ou, se preferirmos, o amo e senhor quase absoluto da arte cerâmica. As peças que preparamos, só serão verdadeiramente cerâmica, quando o fogo tiver atuado sobre elas. Para que uma cerâmica esteja completamente acabada, são necessárias duas operações de cozimento. (MASSARA, 1980, p.185). A primeira queima é feita para tirar toda a água da argila e transformá-la em cerâmica. A temperatura varia, normalmente, entre 700°C e 1000°C C. Esta queima se chama biscoitar e é uma preparação para a esmaltação. Além disso, O verdadeiro objetivo desta primeira operação de contato com o fogo é o de provocar no interior da estrutura argilosa certas reações químicas que, por seu turno, produzem gases que são expelidos através de pequenas válvulas de descarga. (MASSARA, 1980, p.186). Ocorre então uma transformação nos caracteres físico-químicos da peça. Agora a argila se transformou em cerâmica. 2ª Queima: Essa queima é feita numa temperatura que deve estar de acordo com a massa e com o esmalte escolhidos.Existem, em cerâmica, três temperaturas de queima: a baixa de 950°C a 1050°C graus, e que é a temperatura de queima do Raku; a média que vai de 1050°C a 1200°C de temperatura, e que é a da faiança ou da maiolica; e a de alta, entre 1200°C a 1300°C. Essa é a temperatura de queima da porcelana e do stoneware. ”O ambiente da queima pode ser oxidante ou redutor. Em fornos onde há oxigênio suficiente para produzir uma completa combustão, como num forno elétrico, a atmosfera é oxidante”.(PENIDO, 1999, p. 69) Se restringir o suprimento de oxigênio, mas não o de combustível, na câmara do forno dar-se-á uma queima em ambiente redutor. O efeito de uma queima de redução é principalmente visual. A argila (stoneware) fica mais escura, afetando o esmalte.Produz também um efeito dramático, sobre os óxidos metálicos, tornando, por exemplo, vermelho, o óxido de cobre, e verde, o óxido de ferro vermelho.(PENIDO, 1999, p.69). As queimas podem ser feitas a lenha, num forno anagama ou noborigama, a gás, elétrica, ou como nas queimas primitivas, com materiais combustíveis diversos como: palha de milho, folhas secas, sementes, excremento de animal, serragem, jornal, e outros materiais. O importante é ter em mente o resultado estético e prático que se procura obter, para fazer a opção do tipo de queima. Esta segunda queima é feita após a esmaltação e decoração da peça. VI - ESMALTAÇÃO Decoração - Para se formular um esmalte são necessários três elementos básicos: a sílica cujo ponto de fusão é de 1700°C, é o elemento formador de vidro; o Fundente, chumbo ou feldspato, ou outros tem a função de fazer a sílica fundir em temperaturas mais baixas; o Estabilizante, óxido de alumina, é o controlador da viscosidade do esmalte, mantendo-o estável. A composição do esmalte leva em consideração a temperatura na qual será queimado. Podese prepará-lo ou comprá-lo já pronto. Fazer o esmalte, procurar o brilho e o tom que se quer chegar, pode ser muito instigante. A esmaltação pode ser feita de maneiras diversas, por Imersão, banho ou mergulho; por pulverização com compressor; por pintura, aplicando com pincel; e derramado, isto é, jogado sobre a peça. Para decorar uma peça com esmalte, podemos usar vários recursos, tais como: o uso de máscara (isolar com papel ou fita adesiva a parte que levará outra cor de esmalte); dois esmaltes, (um parcialmente sobre o outro); pintura sobre esmalte; salpicado (espirrando com a escova de dente); esponjado e muitas outras técnicas de adorno poderão ser usadas na decoração final da obra.
A Exposição das peças recém-feitas pelos alunos(as) no projeto, e nas Oficinas e WorkShops dos cursos, teremos uma atenção especial à questão da acessibilidade. Principalmente, devido ao fato de que o públio alvo do projeto serem portadores de deficiências e idosos, dessa forma, toda a estrutura do local em que será realizado os oficinas e a Exposições de peças será com total acessibilidade às pessoas portadoras de deficiênciafísica, idosos e todos aqueles que possuam limitações fisicas temporárias ou permanentes. Os locais das apresentações da Exposição, serão adaptados para cadeiras de rodas, com rampas de acesso, assentos reservados para cadeiras de rodas e banheiros adaptados, além disso, haverá piso tátil para garantir acesso às pessoas com deficiência visuale recepcionista intérprete de libras para atender a comunidade surda. Ofereceremos transporte gratuito aos alunos(as) e à tod a equipe do projeto envolvidos, promovendo a acessibilidade à pessoa com deficiência, mobilidade reduzida e pessoa idosa. Os locais nos e espaços onde serão apresentados os cursos serão acessíveis, com toda, a estrutura exigida pela lei de acessibilidade, incluindo a presença deinterpretes de libras, para atender a comunidadesurda e narrativas dos atos em estilo de audiodescrição.
A estratégia de democratização de acesso ao presente projeto, foi planejada da seguinte forma: EXPOSIÇÃO REALIZADA DOS TRABALHOS REALIZADOS PELOS ALUNOS(AS): - Distribuição gratuita de 10% do total dos ingressos pelo patrocinador;- Distribuição gratuita de 10% do total dos ingressos para a divulgação do evento;- Distribuição gratuita de 80% do total dos ingressos para a população de baixa renda, pessoas da bolsa família, pessoas com deficiência e pessoas idosas. CONTRAPARTIDA SOCIAL: - GRATUIDADE DE INGRESSOS E CONVITES.
PROPONENTE: Gilberto Rossi Cicotoste Coordenador Geral do Projeto e Instrutor - É o responsável pela gestão dos processos decisórios, e da administração tecno-financeira, tendo a capacidade de tratar adequadamente os recursos recebidos, tendo as funções de identificar especificamente os fatores que são prováveis de impactar nos objetivos do projeto como Qualidade, Tempo e Custo. Ainda terá a função de mitigar impactos por exercer a influência sobre os fatores “controláveis” do projeto, e o esquema de integração deste processo de gerenciamento de riscos. Nascimento: Fevereiro de 1.960 Profissão: Artesão Nos anos de 2000 já estudava Artes Plásticas em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde me tornei um Artista na Pintura Óleo Sobre Tela. Tudo caminhou muito bem até 2003 quando uma série de acontecimentos fez com que o meu caminho seguisse um novo rumo, e me mudei para João Pessoa. Momentos muito difíceis na minha vida particular me fizeram reavaliar tudo. Sentia uma necessidade grande de me aquietar,e foi procurando fazê-lo que encontrei a cerâmica em 2005 Em 2000, na Capital de João Pessoa, conheci o mestre Professor Eduardo Balbino, um dos melhores aqui da Paraíba,e desde a época fui seu aluno em seu atelier no Castelo Branco, onde fiquei por três anos, foi de um envolvimento total, absolutamente prazeroso, instigante e criativo, lembro-me até hoje da sensação que tive ao ver a minha primeirapeça pronta e já queimada. Experiência de Trabalho Gerente do Itaú Unibanco S.A.- Diretoria da Região N/Nordeste.Empresário no ramo de Telefonia móvel e Fixa.Agente Autorizado da Embratel / Claro e Net.Assessor Parlamentar Câmara Municipal - JPAssessor da Coord. da Pessoa c/Deficiência-JPEducação Ciências Econômicas na Faculdade Unimar em Marília-SPDesenvolvimento de Sistemas Corporativos na Faculdade Tecnologia PB.Habilidades e CaracterísticasGerenciamento de OrçamentoElaboração de ProjetosAssessoria ParlamentarConsultoria ao Terceiro SetorCaptação de RecursosProdutor Cultural _____________________________________________________________- Assistente Social: ÉLlYDA SOUSA DADOS PESSOAIS: Nome: Éllyda Patrícia de Oliveira Sousa Nacionalidade: Brasileira - Naturalidade: São José de Piranhas/PB Data de Nascimento: 31/05/1983 Estado civil- Casada Habilitação CNH - B FORMAÇÃO: Serviço Social – Graduação (Anhanguera)Especialização em Serviço Social, políticas públicas de Proteção Social ( SINTENP) 2016COMUNICAÇÃO SOCIAL / RÁDIO E TV – Estágio na web rádio Porto do Capim – Programa Essência de Mulher ( em andamento – 6º período )UFPB.Técnico de enfermagem incompleto, cursando (Escola São Vicente de Paula)Inglês Básico – CNA EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Trabalhou durante o período de 4 anos, como Assistente Administrativo na Secretaria de Desenvolvimento Humano do Estado da PB. (SEDH)Trabalhou na Assembleia Legislativa da PB durante 3 anos. Cargo de Assessoria Legislativa, secretário Parlamentar. Trabalha na Assessoria e execução de projetos Socioculturais em João Pessoa na PB, contratações temporárias.Trabalhou com representações de vendas em passeios turísticos de João Pessoa, 2016-2017.Trabalhou como Professora de sociologia e filosofia no ensino fundamental, no ano de 2020. Trabalhou como gestora de políticas públicas para a diversidade Humana (Aldeias indígenas, quilombos, etc.) do município de Conde – PB, no ano de 2022.Trabalha com Produção artística de shows culturais e eventos desde 2015.Trabalha como atriz e apresentadora de propagandas, fazendo marketing e vendas desde 2016. Produção Executiva e Assistência de Produção: Assistente de Produção Cultural – MARTE (MOSTRA DE ARTES TEATRAIS INTEGRADAS, realização: ASSOCIAÇÃO DE ATORES DUPLA FACE DE TEATRO . (JAN-OUT/2017)Produção Executiva da II MIT PARAÍBA ENCENA – Realização Trupe Antemanhã e Associação de Atores Dupla Face de Teatro ( JUN-NOV/2015)Produção Executiva da IMIT João Pessoa ( Mostra Internacional de Teatro de João Pessoa – Realização Trupe Antemanhã e Associação de Atores Dupla Face de Teatro (MAR-OUT/2014) Produção executiva do Espetáculo Viva a Morte – realização Associação de Atores Dupla Face de Teatro -2014 (FEV-NOV/2014)Assistente de Produção no Espetáculo A Eleição - realização Associação de Atores Dupla Face de Teatro -2013 (MAI-NOV/2013)---------------------------------------------------------------------- Assistente Oficinas : CELINEHOSE SOUSA BRAGA Email: Celinehose@hotmail.com (83) 98367-3526 DADOS PESSOAIS: Nome: Celinehose Sousa Braga Nacionalidade: Brasileira Naturalidade: Lima Campos/MA Data de Nascimento: 24/03/1995 Estado civil- solteira Habilitação CNH – AB FORMAÇÃO: Ensino Superior Completo.Informática Básica e Avançada.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: AUXILIAR DE ESCRITORIO- BULHÃO E BULHÃO LTDA. De 02/02/2015 a 30/12/2019;ASSISTENTE ADMINISTRATIVO- FLEXCERT CERTIFICAÇÃO DIGITAL. De 18/08/2017 a 06/01/2020;AUXILIAR DE ESCRITORIO- FUTURA CERTIFICAÇÃO DIGITAL LTDA. De 02/05/2018 a 26/06/2018.ASSISTENTE ADMINISTRATIVO- DISTRIBUIDORA NOSSA SENHORA DE FATIMA LTDA- CONTRATO ATUAL
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.