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PRONAC 2316997Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Leci Além de seu Tempo

APNEIA CULTURA E LITERATURA LTDA
Solicitado
R$ 1,75 mi
Aprovado
R$ 1,75 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-03-01
Término
2025-02-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto "Leci Além de seu Tempo" propõe a criação, produção e exibição de exposição inédita que marca os 80 anos de Leci Brandão, com curadoria de Andrea Mendes, e assistência de curadoria de Carla Carneiro do Nascimento, Carina Gomes Franco e Damaze Lima. A exposição será apresentada na cidade do Rio de Janeiro, no Museu de Arte do Rio (MAR), prevendo o mínimo de 90 dias de exibição, com preços populares para o público geral e entrada gratuita para grupos escolares do ensino público. "Leci Além de seu Tempo" conta com a participação de 10 artistas visuais com produções artísticas alinhadas a trajetória de Leci; projeto pedagógico e formação para a equipe educativa fixa do museu; e ainda, debates e rodas de conversas.

Sinopse

“Leci Além De Seu Tempo” pretende traduzir em sons, cores, aromas, toques e sensações as reticências que permanecem entre os discursos da grande Mulher Brasileira e Cidadã da Diversidade (temas de algumas de suas composições). Partimos da ideia de que a pura e simples presença de Leci carrega e traduz sua herança ancestral e as ressignificações feitas por ela sobre este legado ao longo da vida. Portanto, com essa exposição pretendemos apresentar as narrativas que Leci construiu e inspirou, muitas delas desconhecidas do público. O desafio que propomos com esse projeto é o de apresentar os muitos universos percorridos por Leci Brandão na música, no ativismo e para muito além disso. Interessa-nos, sobretudo, o que Leci Brandão inspirou e ainda inspira com sua postura, sua presença e tão somente sua existência. Toda história para ser ouvida precisa ser contada por meio de uma linguagem que desperte o interesse do público. No caso das histórias a serem contadas por esta exposição, a diversidade de linguagens e a transversalidade das narrativas são os principais pilares. A intenção é sustentar a narrativa não apenas por meio da linguagem verbal e imagética, mas apresentar uma narrativa sensorial, cujo diálogo com o público se concretize a partir da convocação de todos os sentidos. Os 5 núcleos/módulos pensados para esta exposição concebem Leci Brandão da Silva como um personagem que transpõe fronteiras e circula por diversos mundos. Leci é a tradução da ideia de transversalidade. As experiências vividas por Leci nas mais diversas dimensões da vida são, invariavelmente, resultados de misturas de referências e resignificações com as quais ela foi construindo seu repertório para a vida. A exposição será apresentada na cidade do Rio de Janeiro, no Museu de Arte do Rio (MAR), prevendo o mínimo de 90 dias de exibição (a negociar com o museu), com preços populares para o público geral e entrada gratuita para grupos escolares do ensino público. “Leci Além de seu Tempo” conta com a participação de 10 artistas visuais com produções artísticas alinhadas a trajetória de Leci; projeto pedagógico e formação da equipe educativa fixa do museu; Abertura da exposição; e ainda, debates e rodas de conversas com a presença da artista e curadoras.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Personalidade fundamental do cenário artístico, cultural e político nacional nos últimos 40 anos, a história de Leci e suas narrativas são repletas de nuances que por si só justificam uma homenagem neste momento tão marcante de sua existência. Porém, nossa proposta, como sugere o título do projeto, pretende ir além. Propomos desvelar Leci Brandão a partir de narrativas não verbalizadas; a partir dos não-ditos e das lacunas que permeiam suas histórias e seus discursos. Pretendemos apresentar Leci a partir do que ela inspira e, não necessariamente, do conjunto de ideias que traduz por meio de suas composições ou de suas falas politizadas. Ancorada na trajetória de vida, artística e política, nossa proposta é contar a história de Leci Brandão a partir daquilo que resvala do discurso ordenado e organizado, seja das letras de músicas ou dos posicionamentos da cidadã consciente de seus direitos e deveres. "Leci Além De Seu Tempo" pretende narrar o indizível que subjaz à história dessa grande artista popular. O objetivo da exposição é apresentar para o público os discursos de Leci que estão muito além das palavras. Mostrar o que transborda do verbo e que só consegue se expressar no corpo e nos jeitos de ser. Nossa pretensão é traduzir a palavra não dita, aquela que não encontrou conceito à altura da complexidade sem peias e sem rótulos das ideias de Leci. OBJETIVO ESPECÍFICO - Realizar o projeto "Leci Além De Seu Tempo" no Rio de Janeiro _ RJ, entre os meses de setembro e novembro de 2024, período em que Leci completa 80 anos de idade, composto por: uma exposição no Museu de Arte do Rio (MAR), apresentando sua trajetória através de cinco (05) módulos: 1. A MIUDAGEM DO COTIDIANO DESVELANDO MUNDOS que se propõe a revelar ao público uma Leci encantada com a vida, por meio da culinária (materialização do afeto, da memória e da identidade) e da família (biológica e a de santo); 2. MEU TEMPO É AGORA, que pretende mostrar a atualidade da obra de Leci e apresentar seu pioneirismo ao abordar temas e levantar debates como o racismo, os direitos da população LGBT e dos povos originários, o racismo religioso e os direitos das mulheres; 3. LECI, LECIS, que visa mostrar a mulher de muitas criações e possibilidades, uma artista e cidadã de ineditismos, pioneirismos e que não pode ser rotulada porque é muitas em uma só; 4. AS MUITAS VOZES DE LECI, onde o espectador da exposição conhecerá o alcance da voz e do pensamento da cidadã Leci Brandão; e o módulo 5. AFROFUTURISMO, onde a intenção é convidar dez (10) artistas identificados com o conceito de afrofuturismo a mostrarem sua visão e criatividade sobre a obra de Leci Brandão. A exposição será materializada através de pesquisa e estudo concretizado pelo coletivo de curadoras, que reunirão obras, registros, discos, passagens, vídeos, dentre outros materiais do acervo pessoal da artista, além de contar com obras, inéditas ou não, dos artistas convidados, como pinturas, projeções mapeadas e artes digitais. - Desenvolver projeto pedagógico que compreenda a formação de mediadores para a exposição no MAR; - Elaborar e diagramar material educativo de apoio, cartilha educativa sobre o conteúdo trabalhado/exposto no projeto; - Imprimir e distribuir 10.000 (dez mil) cartilhas de apoio educativo para professores e alunos possam dar continuidade ao trabalho, no ambiente escolar; - Atender uma meta de 10 mil alunos de ensino fundamental, médio e universitários; dos quais 2.300 alunos e professores da rede pública de ensino terão seu transporte pago e garantido pela projeto, a estes também serão distribuídos lanche; - Produzir cinco (05) debates / rodas de conversa com Leci Brandão, curadoras e mediadora. Terão acesso gratuito a todo e qualquer interessado, dos quais 10% das vagas estarão garantidas para interessados de baixa renda, alunos e professores da rede pública de ensino; - Criar, produzir e distribuir quinhentos (500) catálogos do projeto, dos quais 34% serão distribuídos a bibliotecas públicas do Rio de Janeiro, patrocinador e os demais vendidos a 50 reais unidade; - Produzir site próprio para o projeto, contendo espaço pedagógico com todo o conteúdo produzido; Ainda são considerados OBJETIVOS do projeto: - Atrair visibilidade nacional e internacional para o projeto, obra e trajetória de Leci Brandão; - Formar plateia para a arte contemporânea no Rio de Janeiro e fora dele; - Tornar a linguagem artística acessível ao público escolar - professores e alunos - e ao público espontâneo; - Auxiliar o fomento ao hábito de frequentar exposições; - Oferecer a possibilidade de exercícios práticos relacionados com a mostra, por meio de oficinas espontâneas vinculadas a monitorias, no percurso das visitas guiadas; - Atender uma média de 20 mil pessoas de grupos especiais e espontâneos ao longo do tempo de realização da Exposição e Projeto. O projeto terá continuidade, e interesse em circulação

Justificativa

Leci Brandão nasceu no Rio de Janeiro em 12 de setembro de 1944. É cantora, compositora e umas das mais importantes intérpretes de samba da música popular brasileira com 48 anos de carreira. Começou sua carreira musical no início da década de 1970, tornando-se a primeira mulher a participar da ala de compositores da Estação Primeira de Mangueira, do Rio de Janeiro. Ao longo de sua carreira, gravou 25 álbuns, entre eles três compactos e 2 DVDs. Sua músicas sempre tocaram em temas sociais sensíveis, como discriminação racial, direitos da população LGBTQIAP+, igualdade de gênero, direitos dos trabalhadores, racismo religioso, entre outras questões. Além disso, sua obra foi marcada por muitos pioneirismos. Leci tocou em assuntos sobre os quais nenhum artista com projeção nacional havia falado antes dela. Como parlamentar, Leci Brandão se dedica à promoção da igualdade racial, ao respeito às religiões de matriz africana, à educação e à cultura popular brasileira. Segunda deputada negra da história da Assembleia Legislativa de São Paulo, Leci também levanta a questão das populações indígenas e quilombolas, da juventude, em especial pobre e negra, das mulheres e do segmento LGBT. É madrinha do Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé, bicampeã do carnaval, agremiação que acompanha desde 2012 quando Leci foi tema do enredo da escola. Em 2024 Leci Brandão completa 80 anos de idade, marco de uma trajetória repleta de desafios, de superação e de histórias. Ao longo de sua existência, Leci desafiou preconceitos, quebrou tabus e segue inspirando gerações de mulheres, em especial mulheres negras. Acreditamos que por todos esses motivos a trajetória de Leci é merecedora de um projeto expográfico que transborde os limites do contar. A história e as histórias de Leci merecem ser sentidas e experienciadas. Além de tudo que foi exposto até aqui, o projeto tem sua relevância cultural e social adquirida ao gerar curiosidade e atenção para as Artes Visuais, gerando um grande impacto na formação de público deste setor cultural. Ainda, o projeto aqui apresentado promove a qualificação de profissionais e estudantes por meio de seu projeto pedagógico, que também será oferecido ao público em geral, mas que tem como público-alvo crianças e jovens em idade escolar, que frequentam diariamente as exposições do MAR _ Museu de Arte do Rio. A Lei 10.639/03 propõe novas diretrizes curriculares nos estudos e resgates de histórias envolvendo figuras importantes da nossa constituição enquanto nação Afro-Diaspórica. A aplicação da lei faz-se necessária não só para garantir uma ressignificação e valorização cultural das matrizes africanas, mas também para formar cidadãos brasileiros com uma consciência multicultural e antirracista. Acreditamos que com participação dos alunes e educadores, a exposição conseguirá cumprir não só seu papel de inclusão e acesso, mas também, interferir positivamente na autoestima e saúde mental física de crianças e jovens negros. A produção deste projeto cultural é capaz de adicionar representatividade negra e repertório cultural afro-diásporico ao imaginário das crianças e seus familiares, mas sobretudo, incentiva a formação de mais musicistas e atores políticos negros. Por fim, o projeto aqui proposto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.Cujos objetivos, conforme artigo 3º da Lei 8313/91, são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.

Especificação técnica

EXPOSITIVO - O evento acontecerá entre os meses de setembro e novembro de 2024, período em que Leci completa 80 anos de idade, composto por: uma exposição no Museu de Arte do Rio (MAR), apresentando sua trajetória através de cinco (05) módulos: 1. A MIUDAGEM DO COTIDIANO DESVELANDO MUNDOS que se propõe a revelar ao público uma Leci encantada com a vida, por meio da culinária (materialização do afeto, da memória e da identidade) e da família (biológica e a de santo); 2. MEU TEMPO É AGORA, que pretende mostrar a atualidade da obra de Leci e apresentar seu pioneirismo ao abordar temas e levantar debates como o racismo, os direitos da população LGBT e dos povos originários, o racismo religioso e os direitos das mulheres; 3. LECI, LECIS, que visa mostrar a mulher de muitas criações e possibilidades, uma artista e cidadã de ineditismos, pioneirismos e que não pode ser rotulada porque é muitas em uma só; 4. AS MUITAS VOZES DE LECI, onde o espectador da exposição conhecerá o alcance da voz e do pensamento da cidadã Leci Brandão; e o módulo 5. AFROFUTURISMO, onde a intenção é convidar dez (10) artistas identificados com o conceito de afrofuturismo a mostrarem sua visão e criatividade sobre a obra de Leci Brandão. A exposição será materializada através de pesquisa e estudo concretizado pelo coletivo de curadoras, que reunirão obras, registros, discos, passagens, vídeos, dentre outros materiais do acervo pessoal da artista, além de contar com obras, inéditas ou não, dos artistas convidados, como pinturas, projeções mapeadas e artes digitais. - Desenvolver projeto pedagógico que compreenda a formação de mediadores para a exposição no MAR; - Elaborar e diagramar material educativo de apoio, cartilha educativa sobre o conteúdo trabalhado/exposto no projeto; - Imprimir e distribuir 10.000 (dez mil) cartilhas de apoio educativo para professores e alunos possam dar continuidade ao trabalho, no ambiente escolar; - Atender uma meta de 10 mil alunos de ensino fundamental, médio e universitários; dos quais 2.300 alunos e professores da rede pública de ensino terão seu transporte pago e garantido pela projeto, a estes também serão distribuídos lanche; - Produzir cinco (05) debates / roda de conversas com Leci Brandão, curadoras e mediadora. Terão acesso gratuito a todo e qualquer interessado, dos quais 10% das vagas estarão garantidas para interessados de baixa renda, alunos e professores da rede pública de ensino; - Criar, produzir e distribuir quinhentos (500) catálogos do projeto, dos quais 34% serão distribuídos a bibliotecas públicas do Rio de Janeiro, patrocinador e os demais vendidos a 50 reais unidade; - Produzir site próprio para o projeto, contendo espaço pedagógico com todo o conteúdo produzido. Ainda são considerados OBJETIVOS do projeto: - Atrair visibilidade nacional e internacional para o projeto, obra e trajetória de Leci Brandão; - Formar plateia para a arte contemporânea no Rio de Janeiro e fora dele; - Tornar a linguagem artística acessível ao público escolar - professores e alunos - e ao público espontâneo; - Auxiliar o fomento ao hábito de frequentar exposições; - Oferecer a possibilidade de exercícios práticos relacionados com a mostra, por meio de oficinas espontâneas vinculadas a monitorias, no percurso das visitas guiadas; - Atender uma média de 20 mil pessoas de grupos especiais e espontâneos ao longo do tempo de realização da Exposição e Projeto. O projeto terá continuidade, e interesse em circulação

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTE ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas; corrimões; banheiros adaptados; elevadores. DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos. DEFICIENTES VISUAIS: Mapas táteis; audioguias com audiodescrição das obras; maquetes 3D de algumas obras previamente selecionadas; etiquetas das obras e textos expositivos em braile. PRODUTO: DEBATES / RODAS DE CONVERSAACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras, material didático impresso. PRODUTO: CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. DEFICIENTES VISUAIS: não há. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: ônibus adaptado, rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores. DEFICIENTES AUDITIVOS: Etiquetas e textos expositivos, intérprete de libras, material didático impresso. DEFICIENTES VISUAIS: Mapas táteis; audioguias com audiodescrição das obras; maquetes 3D de algumas obras previamente selecionadas; etiquetas das obras e textos expositivos em braille, material didático em braille.

Democratização do acesso

EXPOSIÇÃO DE ARTE Todas as atividades expositivas propostas por este projeto terão preços populares conforme política do Museu, sendo R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia). As meias entradas são garantidas para pessoas com até 21 anos; pessoas com idade entre 15 e 29 anos, mediante apresentação do ID Jovem; estudantes de escolas particulares (Fundamental e Médio); Estudantes Universitários; Professores da rede particular e pública do Estado e outros municípios e Estados; PCDs e seus acompanhantes; Pessoas nascidas e moradores do Rio de Janeiro; A gratuidade é garantida para alunos da rede pública de ensino Fundamental e Médio; Crianças até 5 anos de idade; Pessoas com idade a partir de 60 anos; Professores da rede pública de ensino da cidade do Rio de Janeiro; Funcionários do Museu; Vizinhos do MAR e Guias de Turismo. Será negociado com o MAR a gratuidade para TODOS os públicos durante o mês de setembro, sem nenhum tipo de limite ou restrição, CATÁLOGO 500 exemplares serão impressos, sendo que 34% do material produzido será distribuído gratuitamente para bibliotecas públicas da cidade do Rio de Janeiro, patrocinador, e os demais exemplares serão vendidos pelo preço de R$50,00. DEBATES / RODA DE CONVERSA Os cinco (05) debates serão de participação gratuita, respeitando o número e capacidade de inscritos, dos quais 10% das vagas estarão garantidas para interessados de baixa renda, alunos e professores da rede pública de ensino. As 10 mil cartilhas educativas serão disponibilizadas gratuitamente aos professores e alunos da rede pública de ensino.

Ficha técnica

CURADORAS: ANDREA MENDES - 44 anos se apresenta com os marcadores sociais de Mulher preta, 43 ANOS, mãe solo, candomblecista, periférica, retirante nordestina do sertão baiano, sediada em Campinas/SP há vinte e cinco anos, mestranda em Relações Etnico Raciais CEFET/RJ, graduada Artes Visuais PUC Campinas e em Tecnologia da Informática SENAC/SP. Atua na arte, educação e patrimônio, assumindo diversas frentes: Artista visual, arte educadora, curadora independente, gestora cultural e inventariante de acervos. Seu trabalho nas artes visuais traz referências da sua origem, o nordeste do brasil, ampliadas sua existência, vivência e experiência como mulher, educadora e ativista do movimento negro. A artista tem como área de atuação visual a performance e instalação, por estabelecer relações de experiência corporal com o espaço que ocupa, gerando tensões poéticas. Suas investigações transitam entre o individual/coletivo/subjetivo, nas quais falar com o corpo estabelece relações entre arte e militância, que são elementos constitutivos da trajetória da artista. No currículo artístico Andrea Coleciona participações em dezenas de exposições coletivas, individuais, residências artísticas nacionais e internacionais, como a Residência Comunitária Argentina (2018), Residência EnCena Preta, intercâmbio artístico Brasil/Inglaterra (2021), Exposição individual Sobre Sub Solo MAC Campinas (2022). Na Curadoria vem desenvolvendo exposições de arte coletivas e individuais com objetivo de valorizar e difundir as produções artísticas de artistas negras e negros. Entre os seus principais projetos curatoriais estão: Ogbom Itan A arte e a História das Áfricas no Brasil (Edital SESI 2018); Pretas Incorporações (Pinacoteca de Jundiaí, Secretaria de Cultura de Campinas e PUCCampinas, 2017), Memórias Históricas do Hip Hop (PROAC, 2016), Exposição Pretitudes (Semana do Audiovisual, MIS-Campinas, 2016) e Balaio das Águas (Ibaô, 2012-2020). É fundadora da Pretação e Coletivo de Artistas Pretas inCorporações, foi presidente do Conselho Política Cultural de Campinas e é membro do conselho da comunidade negra, compõe a Rede de Museologia Social - REMUS SP e a UNEGRO. Em todas suas atuações na curadoria concentra-se em experimentar práticas multidisciplinares decoloniais, que contribuam acessibilidade social, racial e de gênero, auxiliando na formação de repertório cultural e pertencimento dos públicos em especial dos grupos tidos como "minoritários", como população negra, indígena, LGBTQIA+, pessoas com deficiência. Entre os anos de 2015 e 2020 trabalhou no educativo no Espaço Galeria do Sesi Campinas, atuando como educadora, coordenadora de equipe e elaboração de projetos educativos para as exposições, entre elas se destacam: Dalí a Divina Comédia de Salvador Dalí, Verger e Carybé e Cândido Portinari. CARLA CARNEIRO DO NASCIMENTO - Jornalista, escritora, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP, com MBA em Comunicação e Marketing pela Escola de Comunicações e Artes da USP e especialização em Escrita Literária pelo Instituto Vera Cruz (SP). Possui formação em Marketing Digital (ECA/USP) e em Jornalismo Investigativo em Arte e Cultura (Fundación Gabriel García Márquez para el Nuevo Periodismo Iberoamericano). Como jornalista atuou na editoria de cultura da Folha Online / Folha de S.Paulo, editoria de Educação/ Vestibular do portal UOL, redação da Revista Raça Brasil e foi editora da revista Afirmativa Plural. Possui experiência na área de produção editorial e desde 2012 trabalha como assessora de comunicação e imprensa com foco em política institucional. Em 2014, 2018 e 2022 atuou na comunicação de campanhas eleitorais no Estado de São Paulo. CARINA GOMES FRANCO - Formada em Comunicação Social/Jornalismo pela FAPCOM – Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, quando apresentou Monografia para conclusão de curso aprovada com louvor ao abordar a relação entre Economia e Jornalismo. Possui MBA em Comunicação e Marketing, é Pós-Graduanda em Teoria e Análise Econômica e estudante livre de Música. Trabalha com assessoria de comunicação e imprensa há mais de 10 anos, desenvolvendo atividades que pressupõem análises de mídia e tendências relativas à política, sociedade, comportamento e cultura. Tem experiência com Fotografia Digital com foco em eventos. Em 2014, 2018 e 2022, trabalhou na comunicação de campanhas eleitorais para cargos eletivos proporcionais no Estado de São Paulo. Desenvolve trabalhos de produção artística e fonográfica, captação e edição de produtos audiovisuais. É cofundadora da iniciativa e Loja Virtual FC Filhas do Caçador, que tem por objetivo promover a arte e os artistas nas suas diversas formas, enaltecendo a expressividade de povos tradicionais, da arte urbana e periférica. Acesse e conheça: linktr.ee/fclevearte. DAMAZE LIMA - Damaze Lima é Artista Visual, pesquisadora de artes de matriz africana e afro-brasileira e cofundadora da iniciativa Filhas do Caçador, que visa promover a arte urbana, periférica e de povos tradicionais. Trabalhou por 07 anos como Arte Educadora no Instituto Anchieta e desenvolveu projetos pedagógicos a partir da arte e do meio ambiente. Desde 2012 desenvolve trabalho de agrupamento, elaboração e realização de ações de políticas públicas para a cultura e povos tradicionais de terreiro de matriz africana. Em 2021, formou-se em Artes Visuais pelas Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU, sendo aprovada com nota máxima por sua mostra virtual e o artigo “OṢOSI – O AṢE, AS ARMAS E AS PLASTICIDADES DO DEUS CAÇADOR”, um estudo sobre os símbolos, as armas, as cores, as finalidades e representações dessa divindade. Criou a coleção “Asé dos Orixás”, disponível em www.fclevearte.com.br. É também graduada em Tecnologia em Design Gráfico pela Faculdade Anhanguera/SP. Desenvolveu a identidade visual do primeiro projeto musical da iniciativa Filhas do Caçador, o “EP Biel Em Casa”. É vencedora do Prêmio Especial NERA durante o VI Festival Audiovisual FIAM-FAAM, promovido pelo FMU | FIAM FAAM Centro Universitário, com o curta “A Dança nos Terreiros de Matriz Africana”, de roteiro, captação e edição próprias. Com obras compõe a EXPOSIÇÃO VIRTUAL SANKOFA-RTE, que traz a série "ORIxás" de ilustrações digitais. É ilustradora do e-book "Águas de Oxalá - Breve história de um cortejo contra a intolerância religiosa", da editora Ciclo Contínuo. EXPOGRAFIA GISELE DE PAULA - Arquiteta e Urbanista formada pela Universidade Santa Úrsula. Atua Museu de Arte do Rio, como Gerente de Operações e Patrimônio, realizou projetos expográficos: Mulambö – Tudo nosso de Agosto a Dezembro de 2019, “Pardo é Papel” Maxwell Alexandre de Novembro a Março de 2020, “UóHol” Rafael BQueer de Janeiro a Março de 2020, Rua! de Janeiro a Julho de 2021, foi assistente no projeto expográfico em Casa Carioca de Setembro 2020 a Agosto 2021, “Rua! nos pilotis” de Agosto a Outubro 2021, “Banca de Jornais”, de Nelson Leirner de Abril de 2021, “Ver e ser visto na cena carioca” – Semana Nacional de Trânsito parceria Detran RJ e MAR de Setembro a Outubro 2021, e na amostra Corpos (In)visíveis de Março a Abril 2021 de Curadoria Quézia Lopes, CUFA Sua Arte Aproxima de Novembro 2021 a Janeiro de 2022, FLUP 22 – Pixinguinha, um maestro Batuta de Fevereiro 2022 a Abril 2022, FLUP 22 – Essa minha letra: Lima Barreto e os modernismos negros de Fevereiro 2022 a Maio 2022, Stella do Patrocínio – Museu Bispo do Rosário de Setembro 2022, Carolina Maria de Jesus – Ocupação Madureira – MAR de Setembro 2022 , Clara Nunes – Museu de Arte do Rio de Dezembro 2023, Pierre Verger – “Todos Iguais, Todos Diferentes”- Museu de Arte do Rio de Fevereiro 2023, Luz no Caminho – Artista Leoa – Museu de Arte do Rio de Março 2023, “O Bastardo: O retrato do Brasil é preto”- Museu de Arte do Rio de Março 2023, A construção do MAR e a Pequena África – Museu de Arte do Rio de Março 2023, REVENGUÊ: Yhuri Cruz – Museu de Arte do Rio de Abril 2023, César Bahia: Uma poética do Recomeço – Museu de Arte do Rio de Abril 2023. DIREÇÃO ARTÍSTICA JUNIOR NEGÃO - suburbano nato, pai de Thata e Matheus, casado com Gi Nascimento, filho de Maria Railda e Ademir Angelo é um estudioso das práticas suburbanas, especialista em conexão e mapeamento de cidades, diretor fotógrafo, curador, fazedor, criador e criativo, tem um currículo extenso na área de arte visual com mais de 50 ocupações publicas entre festivais e murais no RJ, SP e BH. Sua imersão no universo das artes e seu questionamento sobre o que é arte, mercado e suas faltas óbvias, o levou a participar de cursos como "Percursos Contemporâneos: Arte, Design e Arquitetura (1950 a 1980)" - Instituto Tomie Ohtake, "Problemáticas em curadoria: com Clarissa Diniz"- EAV Parque Lage e no grupo de estudos sobre territórios e curadoria no MAM Rio. Sua principal característica é a rebeldia e subversão através da ocupação dos espaços com corpos pretes, artes consideradas marginais (graffiti e pichação), busca do reconhecimento e da valorização de jovens potenciais suburbanas. Sua pesquisa tem base na visibilização de potências suburbanas, realizando uma construção plural e diversa em múltiplos ambientes da sociedade, com protagonismo preto, indigena, LGBTQIAP+ não só nas áreas artísticas, mas em locais de tomada de decisão. Participou de discussões no MAC, convidado pelo curador Victor Vallery, na exposição Choro do artista Antonio Kuschnir, para além, com sua pesquisa sobre a horizontalização do acesso à arte, produziu a vernissage e dirigiu um conteúdo sobre a exposição com uma leitura contemporânea e não segregada de entrega e experiência à sociedade. Compartilha sua experiência sobre os centros das cidades e os centros de saberes a convite da feira ArtRio e do projetos Outros Centros por Alexandre Silva. Convidado para participar da mesa Narrativas Pretas nas Artes: Reconfigurando códigos convidado por Andréa Mendes, na CEFET Rio. Em parceria com o Observatório de Favelas e Galpão Bela Maré, ministrou uma aula sobre Fluxo, Corre e Correria para os alunos do curso XXX, entre outros. Se junta ao artista Ramo Negro e assume a direção criativa do conteudo audiovisual que conta a jornada da exposição Ramificar no MAR, RJ. Como curador e curandeiro de artes contemporâneas e idealizador, apresentou a exposição fotográfica chamada "Barulho do Silêncio" na galeria de artes do HUB RJ, colaborou na produção e texto da exposição Avalanche de Antonio Kushinir, no galpão 808, colaborou na produção da exposição SubConsciente em MIm, de Brenda Nicole, no MIS de Campinas. Propôs e curou, em conjunto com outros colegas de trabalho, a exposição coletiva Fractais Contra Diásporas da Cidade no MAM Rio, curou e trouxe de forma inédita para a história da arte carioca a Exposição "Da Minha Janela" do artista Nelo com base na pesquisa e estudo da arte da pichação; Criador, diretor e curador/curandeiro da exposição anual PARALELA.22 que aborda os temas Insurgência, Encruzilhadas e Os Novos Rebeldes. Uma exposição coletiva, de caráter internacional, que busca os caminhos da Arte Popular Suburbana, através de seus estudos e em parceria com Keyna Eleison e Jean Carlos Azuos, que tem sido um sucesso de público e crítica e está em sua segunda edição. Como entusiasta do campo arte, desenvolve residências, acolheu diversas exposições de potentes artistas que precisam de espaço, promove rodas de conversas sobre exposição, expografia e curadoria, incentivando às práticas artísticas viscerais e críticas a partir da vivência em detrimento ao mercado e suas performances arcaicas. ENGENHARIA CULTURAL GISELE NASCIMENTO - PRODUÇÃO EXECUTIVA THIAGO MOREIRA - Produtor cultural, graduado em comunicação social pela FACCAMP – Faculdade de Campo Limpo Paulista (2010 – 2013) e com pós graduação em Gestão de Projetos Culturais pelo CELACC/ECA/USP (2016 – 2017). Atua desde o ano de 2017 até hoje, na Tomada Cultural, produtora focada na difusão e fomento de trabalhos artísticos e ativistas comprometidos com questões sociais, ambientais e humanas. A empresa produziu mais de quinze projetos fomentados pelo ProAC, dentre os principais estão: Publicação do livro LACRAÇÃO da fotógrafa Bella Tozini, contemplado no edital de Cultura LGBT 2018; Circulação da FEIRA DE TROCAS, carro chefe da produtora, contemplado no edital de economia criativa 2019; Concretizamos a produção e gravação do álbum GOOD SMELL VOL.2 do rapper Nill do Sound Food Gang, com o apoio do ProAC no edital de Culturas Negras 2020; exposição inédita SOBRE SUB SOLO da artista Andrea Mendes, com curadoria de Sônia Fardin, contemplada no Edital ProAC Direto n. 38/2021. Em 2023, Tomada retorna com força com os espetáculos teatrais, estando na produção artística e executiva de três espetáculos: ZEBRA SEM NOME, com dramaturgia de Maria Shu, direção de Marina Esteves e contemplado no 15ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro; CECÍLIA com direção e dramaturgia de Georgette Fadel; e peça-filme CASA LIMPA MARIDO SUJO, com direção de Amanda Mantovani e dramaturgia de Tatiana de Cassia, projeto contemplado no Edital n. 01/2022 – Produção de Espetáculo Inédito. Segue também nas artes visuais, através do projeto OZIEL, contemplado no Edital n. 09/2022 – Produção de Exposição Inédita. Ocupou as cadeiras de Cultura LGBT e Cultura Popular no Conselho de Políticas Culturais de Jundiaí e foi titular em audiovisual do Conselho de Políticas Culturais de Várzea Paulista.

Providência

Projeto arquivado a pedido do proponente.