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PRONAC 2317020Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Achados entre Perdidos

BLAH! COMUNICACAO E PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 180,1 mil
Aprovado
R$ 180,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-01
Término
2024-07-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O objetivo deste projeto é realizar a exposiça~o "Achados Entre Perdidos", com obras do artista carioca Milton Machado, celebrando 55 anos de carreira, composta pela instalaça~o "Parai´so" e a se´rie "Arte na~o. Desenho".

Sinopse

A exposição " Achados Entre Perdidos" apresentará obras do artista carioca Milton Machado (RJ, 1947), celebrando 55 anos de carreira. Serão apresentadas a instalação "Paraíso", inédita no Rio de Janeiro, e a série "Arte não. Desenho.", compostas por desenhos e pinturas inéditas e outras apresentadas em uma exposição durante o período da pandemia (ou seja, pouco vista). A curadoria é do curador, pesquisador e professor Felipe Scovino. Serão realizadas, durante o período da exposição (aproximandamente três meses), uma visita guiada com o artista e uma palestra com o artista e o curador. Classificação indicativa etária: livre.

Objetivos

Objetivo Geral O principal produto do projeto é a exposição "Achados entre perdidos", do artista Milton Machado (RJ, 1947), celebrando 55 anos de carreira. A curadoria e´ de Felipe Scovino. Sera~o apresentadas a instalaça~o "Parai´so", ine´dita no Rio de Janeiro, e a se´rie "Arte na~o. Desenho", compostas por trabalhos ine´ditos e outros apresentados em uma exposiça~o durante o peri´odo da pandemia (ou seja, pouco vista). A instalaça~o "Parai´so" consiste de letras de aço (do tipo usado em portarias de edifi´cios), fixadas sobre uma de duas longas paredes opostas, onde se lê O PARAÍSO PERDIDO DE MILTON. Na longa parede em frente, apenas a letra M, alinhada com a letra M (de MILTON) fixada na parede oposta. Em uma sala conti´gua e perpendicular àquela, em que seria instalada a palavra ACHADO, iluminada com luz rebaixada e exclusiva, que aciona a oposiça~o PERDIDO X ACHADO. Essa oposiça~o e´ reforçada pelos a´udios em 2 caixas de som, localizadas nas extremidades da sala, com a recitaça~o do poema "Parai´so Perdido", que o poeta inglês John Milton ditou para suas filhas depois de perder a visa~o, em suas ordens normal e invertida, que se superpo~em e confundem. "Arte na~o. Desenho" reu´ne uma nova se´rie de aproximadamente 20 desenhos e pinturas em preto e branco e coloridos, a nanquim e tinta acri´lica sobre papel, produzidos entre 2017 e 2023, emoldurados, em 3 tamanhos - pequenos (30 x 40 cm), me´dios (46 x 56 cm) e grandes (70 x 100 cm). Eles têm em comum uma estrutura espacial construtiva, labiri´ntica, de planos entremeados, resultantes de aço~es na~o planejadas, em que o gesto, o traço (e a cor) sa~o experimentais e determinantes. Objetivo Específico A exposição será apresentada no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, durante aproximadamente três meses, de terça a domingo, no primeiro semestre de 2024. A entrada será franca. Será realizada uma visita guiada e uma palestra do artista e do curador sobre o processo de criaça~o, contextualizado na produça~o de arte contemporânea no Brasil e no mundo. A palestra terá traduça~o simultânea para LIBRAS, será gravada em vi´deo e disponibilizada no YouTube e nas redes sociais do artista e da exposição. Será disponibilizada, através de QR code, audiodescrição da exposição, incluindo os textos e todas as obras. Os resultados esperados do projeto sa~o: visitaça~o de um pu´blico amplo e variado - com idade a partir de 10 anos, de todas as classes socias (considerando que a entrada sera´ franca), formaço~es diversas e, em especial pessoas interessadas em exposiça~o de artes visuais, arte contemporânea; com as atividades complementares - visita guiada, palestra - espera-se estimular o interesse do pu´blico em vistar exposiço~es, em apreciar e entender o processo de criaça~o de uma obra arti´stica, incentivar as pessoas a se expressarem atrave´s de trabalhos artísiticos. Os resultados podera~o ser avaliados pelo nu´mero de visitantes que assinarem o livro de visita, por aqueles que comparecerem à abertura da exposiça~o, à visita guiada e à palestra; por registros fotogra´fico e videogra´fico, por acessos e interaço~es nas redes sociais do projeto.

Justificativa

A proposta se enquadra pricipalmente nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. A exposiça~o, que tera´ visita guiada, palestra e ingressos gratuitos ira´ contribuir para facilitar os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais. Ale´m disso, a realizaça~o desta exposiça~o apoia, valoriza e difunde o trabalho de Milton Machado, priorizando a obra de um artista brasileiro. Com a visita guiada e a palestra, o projeto estara´ tambe´m estimulando a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria. _________________________________________________________________________________ O seguinte objetivo do Art. 3° da da Lei 8313/91 sera´ alcançada com o projeto: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante realizaça~o de exposiça~o. A realizaça~o desta exposiça~o fomenta a produça~o cultural e arti´stica de Milton Machado, promove o trabalho tambe´m das pessoas envolvidas na produça~o e dos prestadores de serviços. ________________________________________________________________ A utilizaça~o do Mecanismo Incentivo à Projetos Culturais para financiamento deste projeto e´ essencial para sua viabilizaça~o, para o levantamento de recursos para produça~o e montagem da exposiça~o, incluindo suas atividades complementares (visita guiada, palestra). O navegador português Américo Vespúcio quando chegou à Baía de Guanabara, em 1502, local que se avista do Paço Imperial, diante da maravilha natural brasileira, declarou que "se o paraíso na terra está em algum lugar, certamente não deve estar muito longe de onde me encontro". Apesar dos desgastes, o Rio de Janeiro ainda é a Cidade Maravilhosa. Se alguma maravilha se perdeu, é sempre hora de recuperá-la. Milton Machado está comemorando 55 anos de carreira. Ele voltará a expor no Paço Imperial, 22 anos depois da mostra individual "Sobre a Mobilidade", de fotografias e vídeos produzidos durante os sete anos dedicados a seu doutoramento na Inglaterra, país do poeta John Milton, autor do poema "Paradise Lost" (Paraíso Perdido), inspiração para a obra "Paraíso". Milton Machado pertence a uma geraça~o de artistas brasileiros, atuantes a partir dos anos 1970, cujas produço~es sa~o fortemente marcadas pela investigaça~o conceitual e pela experimentaça~o. Adotando o desenho como meio _ o que o aproxima a artistas como Cildo Meireles, Barrio, Waltercio Caldas, Tunga, entre outros da mesma geraça~o _, sua produça~o gra´fica, iniciada naquela de´cada e continuada ao longo dos anos em paralelo à exploraça~o de outros gêneros e meios, acaba por constituir uma "teoria" do fazer arti´stico, conjugando a universalidade conceitual e a singularidade de um discurso autoral, a dimensa~o poli´tica e a poe´tica. Sua formaça~o multidisciplinar _ de arquiteto, com mestrado em planejamento urbano e doutorado em artes visuais, longos anos de dedicaça~o ao estudo e à pra´tica amadora da mu´sica, sua atividade de escritor, palestrante e pesquisador _, resulta em um trabalho com muitas facetas e de grande complexidade. Sendo o artista Professor Titular de Histo´ria da Arte e do Programa de Po´s-graduaça~o em Artes Visuais da Escola de Belas Artes, com atuaça~o por 11 anos no Parque Laje e de 14 anos no Centro de Arquitetura e Artes da USU, com extensa produça~o teo´rica, com textos publicados no Brasil e no exterior, espera-se que a exposiça~o represente uma oportunidade importante para um debate esclarecido e esclarecedor sobre arte contemporânea. Milton Machado é autor de três livros: "História do Futuro", Cosac Naify, São Paulo, 2011; "Cabeça", editora Philae, Rio de Janeiro 2014; e "Sutura", poesia reunida, editora 7 Letras, Rio de Janeiro, 2023. Nestes mais de cinquenta anos de produça~o, o artista tem explorado diversas operaço~es e linguagens, nas quais o estatuto de questo~es como forma, imagem, unidade do objeto, deriva e deslocamento permanente sa~o pontuados e rediscutidos, colocando em seu centro as operaço~es do olhar, da mente e do sujeito (tanto o artista quanto o espectador) contemporâneo. À sua ana´lise dedicaram-se, ao longo destes anos, cri´ticos e historiadores como Frederico Morais, Roberto Pontual, Achille Bonito Oliva, Agnaldo Farias, Luiz Camillo Osorio, Guilherme Bueno, Ligia Canongia, Paulo Venancio, Michael Asbury, entre outros. Ale´m de ter realizado cerca de 30 exposiço~es individuais, Milton Machado participou de coletivas relevantes, no Brasil e no exterior, tais como o Panorama, no MAM-S. Paulo (em que recebeu o prêmio de desenho em 1991), as 10a, 19o e 29a ediço~es da Bienal de Sa~o Paulo, da 7a Bienal do Mercosul, da mostra Europalia, em Bruxelas, entre dezenas de outras. Suas mais recentes mostras individuais são: Arte não. Desenho, na Nara Roesler (2021), no Rio de Janeiro, Brasil; X, na Nara Roesler (2016), no Rio de Janeiro, Brasil; Cabeça, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (2014), e no Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (2015); Mão Pesada, na Nara Roesler (2013), em São Paulo, Brasil. Exposições coletivas de que participou recentemente incluem: In Memoriam, na Caixa Cultural Rio de Janeiro (2017), no Rio de Janeiro, Brasil; Em polvorosa, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2016); Made in Brasil, na Casa Daros (2015), no Rio de Janeiro, Brasil; Imagine Brazil, no DHC/ART Foundation for Contemporary Art (2015), em Montreal, Canadá; Where the streets have no name, no CSS Bard and Hessel Museum of Art (2014), em Nova York, EUA. Suas obras integram numerosas coleções, tais como: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio); Museo de Arte de Lima, Peru; Museo Civico Gibellina, Gibellina, Itália; Daros Foundation, Zurique, Suíça; Essex Collection of Art from Latin America (ESCALA), University of Essex, Colchester, Reino Unido; e Pinacoteca do Estado de São Paulo. Realizar essa exposição se justifica, enfim, pelo papel relevante do Ministério da Cultura como difusor e promotor da cultura brasileira, divulgando, tanto para o grande pu´blico quanto para o especializado, um recorte importante e significativo da obra de um artista de reconhecida relevância nacional.

Especificação técnica

A instalação "Paraíso" consiste de letras de aço (do tipo usado em portarias de edifícios), fixadas sobre uma de duas longas paredes opostas, onde se lê O PARAÍSO PERDIDO DE MILTON. Na longa parede em frente, apenas a letra M, alinhada com a letra M (de MILTON) fixada na parede oposta. Em uma sala contígua e perpendicular àquela, em que seria instalada a palavra ACHADO, iluminada com luz rebaixada e exclusiva. Áudios em 2 caixas de som, localizadas nas extremidades da sala, com a recitação do poema “Paraíso Perdido”, do poeta inglês John Milton , em suas ordens normal e invertida. A série "Arte não. Desenho" reúne aproximadamente 20 desenhos e pinturas em preto e branco e coloridos, a nanquim e tinta acrílica sobre papel, produzidos entre 2017 e 2023, emoldurados, em 3 tamanhos - pequenos (30 x 40 cm), médios (46 x 56 cm) e grandes (70 x 100 cm). Será realizada uma visita guiada de aproximandamente 30 minutos. E uma palestra do artista e do curador sobre o processo de criação, contextualizado na produção de arte contemporânea no Brasil e no mundo, com aproximandamente 80 minutos. A exposição, a visita guiada e a palestra serão gratuitas.

Acessibilidade

PRODUTO: Exposição de Artes Visuais ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O Paço Imperial, local da exposição, é equipado com rampas, corrimão, elevador e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição dos textos e obras da exposição que será acessada através de QR Code. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de LIBRAS na palestra do artista com o curador ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: as pessoas poderão permanecer na exposição quanto tempo acharem necessário (dentro do horário de funcionamento), por se tratar de uma exposição de artes visuais não é impresindível conhecer linguagem ou idioma dos conteúdos (legendas). Será reservado um horário especial, em dois dias distintos, para a visita de pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo e seus acompantes.

Democratização do acesso

Medidas do art. 28 da IN nº 01/2023 que serão adotadas no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; - visita guiada e palestra. A exposição e suas atividades complementares (visita guiada, palestra) terão entrada franca. A palestra, que será acompanhada por intérprete de LIBRAS, será gravada em vídeo e disponibilizada gratuitamente na página da exposição e do artista no Instagram, além do YouTube. O link da audiodescrição dos textos e obras da exposição ficará disponível em um post do Instagram da exposição.

Ficha técnica

ARTISTA - Milton Machado Nasceu no Rio de Janeiro em 1947. Artista plástico com 55 anos de carreira, pesquisador e escritor. Arquiteto pela FAU-UFRJ (1970). Professor Titular da Escola de Belas Artes da UFRJ, Departamento de História e Teoria da Arte e da Escola de Artes Visuais do Paque Lage. É PhD em Artes Visuais pelo Goldsmiths College University of London (2000). Tem textos publicados em diversos livros, revistas e catálogos de exposições. Expõe, em mostras coletivas e individuais, desde 1969, no Brasil e no exterior, entre elas na Bienal de São Paulo (10ª, 19ª e 29ª edições), 7ª Bienal do Mercosul, da mostra Europalia, em Bruxelas, entre dezenas de outras. Suas mais recentes mostras individuais são: Arte não. Desenho, na Nara Roesler (RJ, 2021), Cabeça, no CCBB-BH/ 2015 e CCBB-RJ/2014; e Mão Pesada, na Nara Roesler (SP, 2013), em São Paulo, Brasil. Exposições coletivas de que participou recentemente incluem: In Memoriam, na CAIXA Cultural RJ (2017); Em polvorosa, no Museu MAM RJ (2016); Made in Brasil, na Casa Daros RJ (2015); Imagine Brazil, no DHC/ART Foundation for Contemporary Art (2015), em Montreal, Canadá; Where the streets have no name, no CSS Bard and Hessel Museum of Art (2014), em Nova York, EUA. Suas obras integram numerosas coleções, tais como: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), Rio de Janeiro, Brasil; Museo de Arte de Lima, Peru; Museo Civico Gibellina, Gibellina, Itália; Daros Foundation, Zurique, Suíça; Essex Collection of Art from Latin America (ESCALA), University of Essex, Colchester, Reino Unido; e Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil. CURADOR - Felipe Scovino Professor associado do Departamento de História e Teoria da Arte e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi curador das exposições Lygia Clark: Pensamento mudo (Dan Galeria, São Paulo, 2004), Arquivo contemporâneo (MAC, Niterói, 2009), Décio Vieira: investigações geométricas (Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo, 2010), O lugar da linha (Paço das Artes, São Paulo; MAC, Niterói, 2010), Entre desejos e utopias (A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, 2010), Luiza Baldan: Sobre umbrais e afins (Plataforma Revólver, Lisboa, 2010), João José Costa: superfícies em expansão (Centro Universitário Maria Antonia, 2011), Pintura ampliada (Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza, 2011), Colapso (A Gentil Carioca, 2012), Estes Nortes (Centro de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, 2012), Maria Laet: La Voix/Voie des Choses (MdM Gallery, Paris, 2013), O guardião de coisas inúteis (MAMAM, Recife, 2014), Diálogos com Palatnik (MAM, São Paulo, 2014), Brasil em preto e branco (Centro Cultural São Paulo, 2015), Marina Saleme: pintura (Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2016), Desmedidas (Galeria do Centro Cultural BNDES, Rio de Janeiro, 2016), Geometria em síntese (Simões de Assis Galeria de Arte, São Paulo, 2018), Natureza inventada (Galeria Referência e CCBB, Brasília, 2019) e Franz Weissmann: a forma do vazio (Itaú Cultural, São Paulo, 2019). É organizador dos livros Arquivo Contemporâneo (7Letras, 2009), Cildo Meireles (Azougue Editorial, 2009) e Carlos Zilio (Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2010). Foi vencedor da categoria Projeto Curatorial do edital Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo em 2015. Em 2012 participou como convidado do programa de intercâmbio Young Curators Invitational (YCI) em Paris. Em 2014 foi curador residente no Residency Unlimited em Nova York. Foi professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage entre 2011 e 2013 e professor adjunto do departamento de Artes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro em 2010. Foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRJ entre 2017 e 2019. Foi professor visitante no Departamento de Artes da Universidad de Chile em 2014. Entre 2014 e 2016 escreveu verbetes para a Enciclopédia de Artes Visuais do Instituto Itaú Cultural. Escreveu regularmente para o caderno Ilustríssima da Folha de S. Paulo entre 2015 e 2016. Desde 2017 é curador do Clube de Gravura do MAM-SP. COORDENAÇÃO GERAL - instituição proponente / Claudia Oliveira Produtora cultural e assessora de comunicação. Sócia da Khora Comunicação e Produção (nome fantasia da Blah! Comunicação e Produção Ltda). Jornalista, formada pela Universidade Federal Fluminense, com pós-graduação em Cinema e Televisão pela Universidade de Bristol, Inglaterra. Tem experiência em todas as fases de um projeto cultural – elaboração, inscrição em editais e leis de incentivo, produção, execução e divulgação. Idealizou e fez a coordenação geral da exposição “Cabeça”, de Milton Machado (CCBB RJ e BH). Produziu as exposições fotográficas “Natureza Concreta” (coletiva, CAIXA Cultural RJ) e “Teoria dos Conjuntos (obras de Bruno Veiga, CAIXA Cultural Brasília). Produziu, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, as mostras de filmes “O Cinema de Murilo Salles - o Brasil em cada plano”, “Cine Uruguai”, “Luis Buñuel-Vida e Obra”e “Cinema Centro América”. Foi cocuradora e produtora da mostra “O Cinema Político de Ken Loach”, também na CAIXA Cultural RJ. É produtora e consultora de projetos da Lia Rodrigues Companhia de Danças. Trabalhou na produção das exposições “Situações - Arte Brasileira Anos 70” (Casa França Brasil, RJ), Clariciência (Martha Niklaus, Espaço Cultural Sergio Porto), na peça “Diálogos com Molly Bloom” (CCBB RJ), nos filmes “Janela da Alma” (de João Jardim e Walter Carvalho) e “Oscar Niemeyer - a vida é sopro” (de Fabiano Maciel). PRODUÇÃO EXECUTIVA - Arthur Moura Formado em comunicação social pela ESPM do Rio de Janeiro, trabalha a mais de 16 anos com arte contemporânea, principalmente exposições. Iniciou sua trajetória em 2004 como assistente do artista Raul Mourão. Em 2006 entra na empresa Automatica onde trabalha por 10 anos produzindo exposições como Amor Luiz Zerbini - MAM Rio de Janeiro, Cabeça Milton Machado - CCBB Rio de Janeiro e Belo Horizonte, Angelo Venosa - MAM Rio de Janeiro, Pinacoteca SP, Mamam Recife, Palácio das Artes Belo Horizonte, Antonio Manuel - MAM Rio, From the Margin to The Edge - Somerset House Londres, Imaterialidade - SESC Belenzinho SP, Despertar/Éveil - SESC Santana SP. Em 2016 abre a Mourart e produz as exposições Como Habitar Abismos Mariana Guimarães - Castelinho do Flamengo RJ, 2017 Un Moment Si Doux Raymond Depardon - CCBB do Rio de Janeiro, 2018 Da Linha, o Fio Espaço Cultural BNDES, 2019 Iran do Espirito Santo -Reflexivos - Oi Futuro, 2020 Luiz Zerbini Campo Expandido - Oi Futuro, 2022 Luiz Zerbini: a mesma história nunca é a mesma – MASP. ILUMINAÇÃO - Samuel Betts Começou sua carreira em Porto Alegre, em 1975, atuando como iluminador e projetista luminotécnico nas artes cênicas, dança e shows. Em 1981, mudou-se para o Rio de Janeiro, e trabalhou nas turnês de artistas da década, como Lulu Santos, Marina Lima, Djavan e Ritchie. Nos anos 90 passou a colaborar com sua experiência em exposições de arte, mas não se afastou das turnês. Nesse período trabalhou com artistas como João Gilberto, Gal Costa, Marisa Monte, Djavan, Simone, Engenheiros do Hawaii e Fagner, entre outros. Em 2000, fundou a BeLight, e a partir daí tem atendido a demanda de uma ampla gama de clientes, como Light Designer de exposições de arte como a 30a e a 32a Bienal Internacional de São Paulo, Chiharu Shiota "Linhas da Vida", Coleção dos Museus d’Orsay e l’Orangerie "O Triunfo da Cor - Pós Impressionismo", Marina Abramovic "Terra Comunal", Irving Penn "Centenário na Coleção do MET - NY”, Cláudia Andujar "Yanomami", Adriana Varejão "Por uma retórica canibal", entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.