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PRONAC 2317023Expirado o prazo de captação parcialMecenato

Contos e Cantos que Encantam

JAMIM CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 198,7 mil
Aprovado
R$ 298,0 mil
Captado
R$ 288,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01157555000104Tenda Atacado Ltda.1900-01-01R$ 160,0 mil
50423383000189AGRARIA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA1900-01-01R$ 62,4 mil
58309998000190ANDRITZ FABRICS AND ROLLS INDUSTRIA E COMERCIO S.A.1900-01-01R$ 40,0 mil
05401842000179ECOGEN BRASIL SOLUCOES ENERGETICAS S.A.1900-01-01R$ 25,6 mil

Eficiência de captação

96.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-05-01
Término

Resumo

O projeto Contos e Cantos que Encantam visa fomentar e dissiminar a cultura realizando jogos cênicos com o uso da narração de histórias e a música, privilegiando a cultura brasileira. As atuações serão realizadas por duplas de artostas para crianças, jovens e adultos internados, seus acompanhantes, bem como para os profissionais de saúde presentes. É uma proposta de cunho social, uma vez que as atuações serão totalmente gratuitas em um hospital público da cidade de São Paulo.

Sinopse

PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Não se aplica porque são intervenções artísticas utilizando a dramatização de histórias da tradição oral com suporte de música, não sendo texto teatral.

Objetivos

Realizar intervenções artísticas com contação de histórias e música em hospitais da rede pública para disseminar cultura para crianças, jovens e adultos.Objetivo Específicoi. Atuar em 02 (dois) hospitais da rede pública da cidade de São Paulo _ Instituto Central do Hospital das Clínicas e Graac.ii. Realizar intervenções artísticas com duplas formadas por um contador de histórias e um músico, a partir das linguagens da narração de histórias e da música, de forma gratuita, para pacientes crianças, jovens e adultos e seus acompanhantes de hospital público, bem como para os profissionais e acompanhantes das áreas atendidas, presentes no momento das atuações;iii. Atuações em, pelo menos, 2 áreas distintas em cada ida ao hospital, com duplas formadas por um contador de histórias e um músico.iv. Cada dupla de contador de histórias e músico atuará em dois dias da semana por 4 horas em cada dia;v. Realizar 120 intervenções artísticas, alcançando 1.100 pessoas presentes nas áreas dos hospitais.

Justificativa

O projeto Contos e Cantos que Encantam está alinhado ao princípio básico proposto pela Lei de Incentivo à Cultura que visa fomentar a Cultura e propõe realizar jogos cênicos (ou esquetes), com o uso da narração de histórias e a música, privilegiando a cultura brasileira. Por outro lado, é em si mesma uma proposta de cunho social por ter como objetivo atender um público amplo, diverso e de forma gratuita em três hospitais públicos da cidade de São Paulo. O projeto enquadra-se ao inciso 1 do Artigo 1o. da Lei 8313/91, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e também ao inciso II e) do artigo 3o. da mesma lei - realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Para compreender a presente proposta, é preciso ressaltar que a equipe de arte-educadores deste projeto vem atuando há muitos anos com arte e cultura em hospitais. Essa experiência foi construída pela Associação Arte Despertar que encerrou suas atividades recentemente. Dada a experiência exitosa de mais de 25 anos, a equipe apresenta este projeto visando dar continuidade às ações. Nessa longa experiência dos chamados arte-educadores e coordenadores (pedagoga e psicólogo), pode-se afirmar que foi construído um repertório bastante robusto, não apenas de estratégias de atuação, corpo, voz e presença cênica, mas nas estratégias de interação com o público e profissionais da saúde, como também na construção de repertório de histórias e músicas, que facilitam as interações (entre artistas e público), o improviso e a escuta para o repertório próprio do público. A relevância de se trabalhar com arte e cultura nesses ambientes, para além de disseminar, fomentar o interesse, a curiosidade pela Cultura, e resgatar repertórios individuais e coletivos, essas atuações acabam contribuindo para a humanização dos espaços de saúde. Os jogos cênicos e as diferentes linguagens da narração de histórias e da música constituem estímulos externos que despertam imagens, sensações e emoções ligadas às experiências já vividas pelos pacientes. Podem sensibilizar e descontrair, abrindo espaço para um contato rico, sensível e verdadeiro com aqueles que interagem. Esse campo relaxado/amoroso favorece o resgate das memórias, o relato de histórias de vida e o estabelecimento de uma relação sincera entre seres humanos. Há várias experiências e políticas públicas adotadas em vários países e instituições de saúde que mostram que a arte tem efeito extremamente positivo, prevenindo sentimentos de exclusão (presentes nas pessoas que precisam de internação hospitalar) e contribui significativamente para a redução e tratamento de problemas de saúde mental. Nessas experiências, pacientes que participam de atividades culturais e artísticas têm indicadores de saúde fortalecidos, além do bem-estar social e do resgate da dignidade. (Na Finlândia, por exemplo, incentivar o uso de arte e cultura, disseminá-las, deverá fazer parte permanente das políticas sociais e de saúde, especialmente para prevenir processos de adoecimento. O impacto que a Cultura tem em promover a saúde e bem-estar é reconhecida no nível da política como elemento estrutural.). Quando a arte aciona elementos das histórias vividas por impactarem nas subjetividades das pessoas, ela abre a possibilidade de resgate de experiências do universo cultura de cada um. Ao mesmo tempo, o trabalho vivencial e lúdico cria situações propícias ao escape de esquemas previamente estabelecidos, que desencadeia reflexões, elaborações, reelaborações, conclusões e, quem sabe, a possibilidade de modificar o que provoca desconforto, ou seja, permite que os pacientes ressignifique seus momentos de adoecimento e experimentem um momento de saúde, de bem-estar e dignidade. A cultura, por sua vez, nos liga, nos leva a conhecer e valorizar nossas raízes, proporciona o intercâmbio de saberes e experiências. Ela nos fortalece pela interação e pelo sentimento de pertencer, inerentes à nossa natureza gregária. Escopo geográfico O hospital parceiro _ HCUSP - se encontra em região de grau de desenvolvimento social e econômico com vulnerabilidade média. Apesar disto, por ser hospital referência, atende segmentos populacionais vulneráveis à pobreza, com baixa escolaridade, renda e condições de vida, que se deslocam até eles para serem atendidos, provenientes de várias regiões do país e da América Latina. A maioria não tem acesso a bens e serviços culturais: museus, teatros, cinema, vídeos, galerias de arte, bibliotecas, material didático e/ou gráfico especializado. Abriga um contingente de pessoas vindas de várias regiões do país, o que traz uma riqueza de conteúdos para um trabalho de valorização e resgate das culturas regionais, construção de identidade, multiculturalismo e diversidade cultural. Nas áreas que poderão ser atendidas no hospital os públicos podem variar bastante: enfermarias, UTI’s, hemodiálise, geriatria, ortopedia, quartos com um, dois ou três leitos, cuidados paliativos, entre outros. O público do hospital é rotativo, o que permitirá ao projeto atender um número significativo de pessoas, ampliando o acesso gratuito dos cidadãos à Cultura.

Estratégia de execução

Os conteúdos utilizados para a construção das intervenções artísticas serão: - Literatura: histórias, causos e lendas; poemas, curtos e simples; cordel; quadrinhos, lendas brasileiras e mitos de criação; - Música: sonorização das histórias utilizando cantigas populares, música instrumental e música popular brasileira. As intervenções artísticas acontecerão em diversas áreas clínicas definidas pelo hospital, tais como UTI´s, salas de quimioterapia, enfermarias, brinquedotecas, quartos, pronto atendimento, ortopedia, entre outras. Tendo como público alvo os pacientes, acompanhantes, equipe de sáude e funcionários dos hospitais.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS As intervenções artísticas acontecem através da dramatização por meio da narração de histórias da tradição oral com apoio da música. Local de Execução: - Instituto Central do Hospital das Clínicas da FMUSP Metas: a) Firmar parceria com o hospital ´público b) Realizar 90 intervenções c) Atender 720 pessoas d) Promover a cultura em espaços de cultura, saúde, educação e assistência social Indicadores: a) Número de intervenções artísticas realizadas b) Número de pessoas atendidas c) Número de pessoas alcançadas nas mídias sociais d) Ampliação do repertório cultural Métodos de Verificação: a) Declaração de realização do espaço parceiro b) Ficha de registro das intervenções artísticas c) Relatórios de alcance das mídias d) Coleta de depoimentos

Acessibilidade

Acessibilidade O projeto prevê que, ao chegar à área clínica do hospital, os arte-educadores contatem os profissionais da saúde responsáveis pelos pacientes, que indicam seus estados, especificidades e quais pacientes mais necessitam das intervenções artísticas. Neste momento, são informados se há pacientes com deficiência. Todas as intervenções passam por análise do profissional pedagogo, especialista em inclusão de pessoas com deficiências, que acompanha sistematicamente o projeto. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços onde o projeto será executado são hospitais públicos, portanto obrigatoriamente há acessibilidade - banheiros, rampas, elevadores, pisos e guias táteis) para pessoas com mobilidade reduzida e deficiência visual. Não há item orçamentário a ser previsto no projeto. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Utilizaremos o aplicativo “handtalk”, de fácil interatividade e gratuito. Esse aplicativo permitirá a tradução das histórias em libras imediatamente.(https://www.handtalk.me/app). ACESSIBILIDADE VISUAL: A atuação com narração de histórias e música não encontra obstáculos significativos para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Do ponto de vista das apresentações, elas são acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida, para deficientes visuais e deficientes intelectuais não há restrições, pois conseguirão ouvir as histórias e as músicas que dão suporte às intervenções artísticas Em relação à acessibilidade ao deficiente auditivo, apenas para a contação de histórias, poderá ser resolvido com uso do aplicativo "handtalk", que deverá ser baixado nos celulares da equipe que fará a apresentação individual ao deficiente que encontrar-se no local. Não há item orçamentário a ser previsto no projeto. Os conteúdos utilizados para a construção das intervenções artísticas serão: - Literatura: histórias, causos e lendas; poemas, curtos e simples; cordel; quadrinhas; lendas brasileiras e mitos de criação; - Música: sonorização das histórias utilizando cantigas populares, música instrumental e música popular brasileira As intervenções artísticas acontecerão em diversas áreas clínicas definidas pelos hospitais, tais como UTI’s, salas de quimioterapia, enfermarias, brinquedotecas, quartos, pronto atendimento, ortopedia, entre outras. Tendo como público-alvo os pacientes, acompanhantes, equipe de saúde e funcionários dos hospitais.

Democratização do acesso

A atividade do projeto é 100% gratuíta e de livre acesso às pessoas que se encontram no hospital público e/ou filantrópico parceiro, seja pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde do local, sem distinção de condição social, física, emocional, idade, etnia, gênero e ocupação. Em complemento à ampliação de acesso, prevemos adoção da medida IV do Artigo 28 da IN nº 1 de 2023: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da atividade através de post em mídias sociais.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Edna Maria Muniz Ferreira, formada em Letras pela Universidade Bandeirantes, com pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade Estácio e em Formação de Professores pelo IFSP (Instituto Federal de São Paulo). Na área social há 8 anos, atuou como captadora de recursos e responsável por projetos na Associação Arte Despertar. Fundou a consultoria Jamim Cultural, especializada na implantação e gestão de projetos culturais. Coordenadora de Produção: Maria Aparecida dos Reis Gonçalves, formada em pedagogia (2008), formada em Pedagogia pela Universidade Paulista (UNIP). Atua há mais de seis anos no Terceiro Setor, e colaborou na condução de diferentes projetos e programas culturais voltados à arte e cultura nas áreas de saúde e educação na Laranjeira Cultural. Coordenadora de Comunicação: Karina Cristina M. Nogueira, formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Anhembi-Morumbi e Pós-Graduação em Marketing Promocional na Universidade Anhembi-Morumbi. Experiência de 4 anos no terceiro setor com comunicação para projetos culturais voltados para educação. Coordenadora Adm/Financeiro: Diana Matsumoto, formada em Administração de Empresas pela Universidade Nove de Julho. Na área adm./financeira, atuou como atuou como assistente nas empresas Linces Vistorias S/A e TVV Advogados. Desde 2009 na Arte Despertar, ocupando o cargo de gestora administrativo financeiro, sendo responsável pela gestão dos recursos financeiros, pagamentos, controle de budget, compras, contratos, prestação de contas. Equipe Técnica: Psicologia –Jean-Jacques Armand Vidal – Psicólogo pela Universidade Paulista, artista plástico e mestre em artes visuais - UNESP- Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”. Pedagogia – Nausica Riatto – Pedagoga pela PUC/SP, professora de alfabetização e Orientadora Pedagógica e Educacional. É coautora do livro “Parâmetros para o trabalho com a Diversidade e com Inclusão da Escola Nossa Senhora das Graças”, 2011, São Paulo. Arte Educadores Adriana Freires Aragão – Música, Percussionista, vocalista, compositora, arranjadora e musico terapeuta formada pela Faculdade Paulista de Artes. Foi integrante de várias bandas e grupos, com destaque o bloco Afro Ilú Obá De Min, onde atua como diretora mestra, compositora e arranjadora. Danielle Pereira Barros – Graduada em Teatro e em Produções Artísticas e Culturais, ambos, pela Universidade Anhembi Morumbi. Ganhadora do premio APCA de melhor atriz com o espetáculo “Bruxas, bruxas e mais Bruxas”, indicada ao prêmio Femsa Coca-cola de melhor atriz com o espetáculo “Até as princesas soltam pum”. É contadora de histórias há 13 anos. Débora Kikuti – Formada em Educação Artística pela UNG – Universidade Guarulhos – Habilitação em Educação Artística. Pesquisadora da Arte de Contar Histórias, com o tema: “Contar Histórias – A Arte da Palavra Falada”. Contadora de Histórias, desde a infância. Elaine Rodrigues Dauzcuk Ayad - Formada pelo Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubstchek de Oliveira, da cidade de Pouso Alegre/MG, como clarinetista, e no curso de Pedagogia da PUC- SP (2004). Foi professora - bolsista na capacitação de professores da Rede Pública de São Paulo pelo PET da Puc- SP em parceria com o MEC, de 2012 a 2014. Narra historias desde 2013. Edson Pereira de Luna – Arte Educador, com formação diversas em percussão, tendo atuado na Casa de Cultura Alfredo Volpi, projeto Apromix, grupo de samba nega duda, com maracatu, samba enredo, percussão de lata e culturas populares. Elisabeth Belisário (Beth Beli) – Arte-educadora, percussionista, cantora, regente e mestra de bateria. Integrou várias bandas, com destaque para Grande Companhia de Mystérios e Novidades onde desenvolve arte circense e teatro de rua e a Banda Mulheres de Ilú, onde e a fundadora. Atuou como percussionista no teatro, participando nos espetáculos Hamlet e Bacantes. Fabio Rosa – Ator, formado pelo Escola de Arte Dramática da USP, manipulador de bonecos e músico; experiência em projetos de arte educação, contação de histórias, direção de espetáculos e trabalho com teatro para empresa. Atua em hospitais desde 2007. Geraldo Orlando – Músico, bacharel em musicoterapia pela Faculdade Paulista de Artes, cursou a Faculdade Santa Marcelina bacharelado em instrumento popular (guitarra). Kelly Aparecida da Silva e Jardim – Atriz, formada na Escola de Arte Dramática da USP, trabalha como atriz e arte-educadora e performance por mais de 18 anos. Mauricio Anacleto - Músico com pós-graduação em musicoterapia pela Faculdade Paulista de Arte, arte educador com experiência em formação de multiplicadores na área de humanização em hospitais e projetos sociais

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.

2026-03-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo