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PRONAC 2317026Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Caminhos Ancestrais - Conexão Cultural e Educação Ambiental

Michele Coimbra Montenegro
Solicitado
R$ 560,8 mil
Aprovado
R$ 560,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Indígenas
Ano
23

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2024-03-04
Término
2026-12-17
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

O projeto propõe a valorização da arte ancestral indígena para promover a harmonia artística, a conexão com o planeta e sensibilizar crianças e adolescentes através da Eco Arte. Com foco na etnia Guarani em Florianópolis, serão realizadas vivências de contadores de histórias, danças circulares, cantos ancestrais, oficinas práticas e atividades educativas no Parque Estadual do Rio Vermelho. O objetivo é mergulhar na filosofia ancestral da arte de viver, destacando a importância do cuidado ambiental.

Sinopse

O Projeto Caminhos Ancestrais, conduzido por integrantes das aldeias guarani Yynn Moroti Wherá e Mymbá Roka, destaca os guardiãs Sr. Alcindo Wherá Tupã Moreira e sua falecida companheira Rosa Poty Djá Mariano Cavalheiro. Respeitados karaikuery, rezadores e líderes espirituais, migraram devido à ocupação não-indígena, fixando-se em Santa Catarina nos anos 1980. O projeto Caminhos Ancenstrais : Conexão e Educação Ambiental" busca valorizar a cultura guarani, promover a conexão com a natureza e sensibilizar jovens para o cuidado ambiental, com atividades ao longo de 12 meses no Parque Estadual do Rio Vermelho, Florianópolis. As metas incluem oficinas de eco arte, cantos, artesanato, trilha guiada e um registro de curta-metragem, contribuindo para a preservação cultural, consciência ambiental e educação. O compromisso dos guardiãs em repassar conhecimentos destaca-se como um elo vital na preservação da identidade guarani.

Objetivos

Projeto Cultural "Arte Ancestral: Conexão e Educação Ambiental"* *Resumo:*O projeto propõe a valorização da arte ancestral indígena, enfatizando a harmonia artística e a conexão com o meio ambiente. Focado na etnia Guarani em Florianópolis, as atividades incluem vivências, oficinas, apresentações artísticas, registro e produção de curta-metragem, e a criação de um mapa ecológico. Com duração de 12 meses, busca sensibilizar crianças e adolescentes para o cuidado ambiental. *Objetivos:*1. Valorizar a arte ancestral indígena.2. Promover a conexão com a natureza.3. Sensibilizar crianças e adolescentes para o cuidado ambiental. Justificativa:O projeto visa preservar a cultura indígena e incentivar o respeito ao meio ambiente, contribuindo para uma sociedade mais consciente e sustentável. Metodologia:1. Seleção de facilitadores especializados.2. Detalhado planejamento das vivências e oficinas.3. Avaliação contínua com feedbacks e ajustes. Recursos Humanos:1. Facilitadores de arte ancestral.2. Coordenadores de atividades.3. Equipe de produção e edição de vídeo. Divulgação:1. Mídias sociais.2. Parcerias locais.3. Participação em eventos comunitários. Produção:1. Preparação do local (Parque Estadual do Rio Vermelho).2. Aquisição de materiais para oficinas.3. Produção do registro curta-metragem. *Plano Anual:*1. MARÇO: Seleção de facilitadores e planejamento.2. ABRIL A JUNHO: Realização de vivências e oficinas.3. JULHO A SETEMBRO: Registro e Produção do curta-metragem.4. OUTUBRO A DEZEMBRO: Criação do mapa ecológico.5. JANEIRO A FEVEREIRO: Integração ao circuito cultural local.6. MARÇO: Avaliação do projeto e registro de impactos. *Objetivos Específicos:*- Oficinas de Eco Arte e Instrumentos.- Oficinas de Cantos e Telar Simples.- Oficina de Artesanato.- Oficinas de Construção de Tendas e Arquitetura Natural.- Dança Circular e Tenda do Círculo da Palavra.- Círculo Feminino de Cantos e Tambores.- Vivência Prática de Conexão com a Terra - Temazkal.- Conhecimento da Arte Rupestre e Oficinas Líticas.- Trilha Guiada e Apresentação Teatral. *Local e Período:*O projeto será realizado no Parque Estadual do Rio Vermelho, Florianópolis, mensalmente ao longo de 12 meses, proporcionando uma imersão nas vivências culturais dos ancestrais indigenas e meio ambiente. Atividades para Crianças:- Brincadeiras de expressão participativa.- Teatro Educativo "Conectando Ciclos e Pessoas" pela personagem Recicleide, promovendo práticas sustentáveis de forma lúdica. Este projeto busca contribuir para a preservação cultural, consciência ambiental e educação, alinhando-se aos objetivos da Lei Rouanet.

Justificativa

A utilização do mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura, especificamente da Lei 8.313/91, é crucial para viabilizar financeiramente o projeto EcoArte. O enquadramento do projeto nos incisos do artigo 1º da referida lei, que abrange atividades culturais, artísticas e ambientais, é essencial para acessar os benefícios fiscais disponíveis. Dentre os incisos do artigo 1º, destacam-se o inciso III, relacionado a projetos que preservam a memória e promovem a cultura, e o inciso IV, que abrange a proteção do meio ambiente. Além disso, ao alinhar o projeto aos objetivos do artigo 3º da Lei 8.313/91, que inclui a democratização do acesso à cultura e o estímulo à produção cultural regional, o EcoArte se torna um agente de inclusão e promoção da diversidade cultural local. A lei oferece incentivos fiscais a empresas e pessoas físicas que investem em projetos culturais aprovados, permitindo que destinem parte do imposto devido para apoiar iniciativas como essa. A escolha da Lei de Incentivo à Cultura para o projeto EcoArte é justificada pela sua capacidade de alavancar recursos financeiros de maneira eficaz, envolvendo a comunidade e o setor privado na preservação da cultura indígena Guarani e na promoção de práticas sustentáveis, alinhadas aos propósitos da legislação cultural.

Estratégia de execução

Roda nativa para criançasBrincadeira de expressão participativa, roda do conhecimento espontâneo, onde os alunos formam uma roda de mãos dadas e cantam, às brincadeiras de roda carregam uma melodia com ritmo limpo e rápido, favorecendo a imediata assimilação e participação, cantos das vogais da tradição Tupi Guarani que consiste em cantar a vogal do nome como, por exemplo: João O-A-O, Maria A-I-A. Este exercício será realizado para dar as boas vindas as crianças e começar a oficina do dia.Teatro Recicleide propõem interagir com os alunos (reunindo turmas de faixa etária semelhante) bem como com pais e professores, através da apresentação da palestra teatralizada “Conectando Ciclos e Pessoas”, com tempo aproximado de 30 minutos , motivando a participação cidadã e a cooperação na construção de um mundo sustentável, justo e solidário possível. Recicleide: desde 1999, ecoa a cultura ecológica por onde passa! Recicleide é a personagem de Karina Signori, bacharel em Artes Cênicas. De forma divertida, incentiva simples práticas individuais que podem melhorar a realidade. Com alegria, amor, arte e uma linguagem ampla e didática para alunos de todas as idades compartilha responsabilidade quanto ao uso da água, o destino adequado dos próprios resíduos e o respeito ao ambiente e demais seres vivos. Uma forma de atuação baseada, sobretudo, no poder de jogo e na relação direta com o espectador. Os conteúdos abordados envolvem temáticas como aproveitamento da água da chuva, energias renováveis, produção de alimentos em quintais agroflorestais, saneamento, Política Nacional de Resíduos Sólidos e cidadania. Nestes anos de atiVIDAdes atuou para públicos de diferentes faixas etárias em mais de 40 municípios de 8 estados brasileiros bem como no Distrito Federal, intervindo em escolas, empresas, órgãos públicos, praças, praias e eventos em geral, sendo premiada no I Concurso Nacional Educando com Arte, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz, no RJ, e finalista no Concurso Revista Fórum e Fundação Banco do Brasil Aprender e Ensinar Tecnologias Sociais.

Especificação técnica

Metodologia das oficinas e vivências Uma média de 8 oficinas mensais, distribuídos em uma sexta e sábado de cada mês. Total no ano de oficinas e vivencias 8×12 = 96 oficinas e vivências. Vamos receber uma média de 2 turmas por turno - 50 alunos na manhã + 50 alunos a tarde Então sexta e sábado uma média de 200 alunos atendidos mensalmente 200 X 12 = 2.400 alunos de rede pública e municipal de Florianópolis (para as oficinas) Estadual e municipal de Florianópolis. O público para as apresentações da Recicleide no máximo 200 crianças em cada apresentação. totalizando 30 apresentações . Show do Daniel Namkhay aprox. 200 pessoas por ser em área de ambiente natural. Já o público estimado para a exposição de fotos que será Itinerante em Florianópolis em locais a definir podendo atingir a mais de 1 mil pessoas. Planejamento estratégicos e plano de Mídias Virtuais:*1. *Instagram:* Central para compartilhar vídeos curtos, posts informativos, stories interativos e lives.2. *Facebook:* Publicação de conteúdo mais extenso, compartilhamento de eventos e criação de uma comunidade online.3. *YouTube:* Hospedar vídeos curtos e longos, como documentários sobre cultura indígena, e centralizar o conteúdo educativo.4. *LinkedIn:* Compartilhar conquistas, parcerias e impacto do projeto, visando engajamento profissional e apoio institucional. *Mídias Impressas:*1. *Flyers e Cartazes:* Distribuir em locais estratégico como escolas, centros comunitários e estabelecimentos locais, para promover inscrições e a divulgação dos eventos.2. *Jornais Locais:* Colaborar com jornais comunitários para artigos e anúncios, alcançando públicos que podem não estar presentes nas redes sociais.3. *Panfletos Educativos:* Criar material informativo sobre cultura africana, racismo e diversidade para distribuição em eventos locais e escolas.4. *Banner em Eventos Comunitários:* Participar de eventos locais com um estande informativo e banners para aumentar a visibilidade.

Acessibilidade

Acessibilidade na Estrutura do Parque Nacional do Rio Vermelho, Florianópolis:*- Implementação de trilhas acessíveis para cadeirantes, com sinalização tátil e sonora.- Construção de rampas e passarelas que facilitem o deslocamento de pessoas com mobilidade reduzida ao espaço das atividades.- Instalação de placas informativas em formatos acessíveis proporcionando informações sobre a fauna, flora e história local. Acessibilidade Atitudinal para Povos Indígenas e estudantes, comunidades, turistas:- Realização de capacitações e sensibilizações para os colaboradores do parque, visando um atendimento respeitoso e culturalmente sensível aos povos indígenas.- Promoção de eventos e atividades que destaquem a cultura indígena, fomentando o entendimento e respeito entre visitantes e comunidades locais.- Disponibilização de monitores capacitados para abordar a história e valores dos povos indígenas presentes na região. Acessibilidade de Conteúdo:- Elaboração de materiais informativos em formatos diversos, como áudio, vídeo e material impresso, para atender a diferentes perfis de visitantes.- Tradução e disponibilização de informações em múltiplos idiomas, considerando a diversidade de turistas que frequentam o parque.- Desenvolvimento de exposições interativas, proporcionando uma experiência inclusiva e educativa para todos os públicos. Ampla Acessibilidade Digital através das Ações Divulgadas na Internet:- Construção de um site acessível, com design responsivo e conteúdo adaptado para leitores de tela.- Utilização de redes sociais para disseminar informações sobre as ações do parque, promovendo a participação virtual e engajamento da comunidade.- Transmissão online de eventos e atividades, garantindo que pessoas de diversas localidades possam participar virtualmente e se envolver nas iniciativas de preservação e educação ambiental. Essas medidas visam assegurar que o Parque Nacional do Rio Vermelho seja acessível a todos, promovendo a inclusão, o respeito à diversidade e a conscientização ambiental.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso às Oficinas e Vivências:*- Oferecimento de ofinas e vivencias gratuitas para participantes de baixa renda, promovendo a inclusão de diversos estratos sociais.- Realização de oficinas em locais de fácil acesso, considerando a localização geográfica e meios de transporte disponíveis.- Parcerias com instituições educacionais e comunitárias para facilitar o acesso de estudantes e membros da comunidade. Distribuição e Comercialização de Produtos das Oficinas:- Estabelecimento de parcerias com pontos de venda locais para comercialização dos produtos das oficinas, apoiando empreendedores da região.- Espaço expositivo de criações artesanais e obras resultantes das oficinas, promovendo a sustentabilidade do projeto. Divulgação Acessível e Ampla:- Utilização de diferentes canais de comunicação, incluindo redes sociais, rádio local, panfletagem e parcerias com veículos de imprensa, para alcançar diversos públicos.- Criação de materiais de divulgação acessíveis, como vídeos com legendas, descrições detalhadas e versões em áudio, garantindo que a informação seja acessível a todos.- Envolvimento de influenciadores locais e digitais para amplificar a mensagem e atingir diferentes comunidades. Essas estratégias visam não apenas democratizar o acesso às oficinas e vivências, mas também promover a distribuição equitativa de produtos resultantes das atividades, garantindo que a cultura indígena e ambiental seja acessível a um público diversificado e em diferentes contextos.

Ficha técnica

Ficha Técnica BIOGRAFIA Sobre o Artista Músico Daniel Namkhay nasceu na Argentina, mas vive no Brasil. Há quinze anos trabalha como terapeuta (shiatsu, meditação zen e taoísta, aromaterapia) usando sempre o som como seu aliado na cura e na paz. É um músico intuitivo e coletou mais de cem flautas de madeiro, barro e bambu. Viajou pelo sudeste asiático (Ilha de Java, Ilha de Bali, Tailândia, Malásia, Japão, etc.), Bolívia e Estados Unidos onde, com os nativos norte-americanos, estudou suas musicas, danças, cantos e cultura. Seu primeiro trabalho, a fita Bem-Vindo à Terra, foi criado e utilizado durante o nascimento de seu filho Luan e por muitos outros pais em nascimentos ao redor do mundo. Graças a este primeiro trabalho, muitas outras musicas foram criadas para Luan e para uso terapêutico, aulas de yoga e meditação. Daniel viaja pelas Américas e Ásia realizando o "Tribal" concerto interativo onde o público participa com instrumentos, cantos e criando ritmos. Ministra também, o workshop "O Poder curativo do Som" e Grupos de Tambores Nativos. INDÍGENAS GUARANI As Oficinas do Projeto Caminhos Ancestrais será conduzido também por integrantes de duas aldeias da Grande Florianópolis, Yynn Moroti Wherá em Biguaçu, e em Mymbá Roka (também conhecida como aldeia do Amaral). Os guardiãs e avós das Aldeias; Sr.Alcindo Wherá Tupã Moreira e sua falecida companheira Rosa Poty Djá Mariano Cavalheiro são amplamente conhecidos e respeitados na rede das aldeias guarani do sul e sudeste do Brasil como karaikuery, isto é, rezadores, curadores e líderes espirituais dotados de grandes poderes e conhecimento. Nascidos nos anos 1920, eles passaram grande parte de sua vida adulta migrando pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Suas migrações foram muitas vezes motivadas por fatores que incluem o aumento da ocupação não-indígena no território guarani e a violência que frequentemente resultou desse processo, e durante alguns períodos de sua trajetória eles chegaram a viver e a trabalhar entre não-indígenas. Fazendo parte de um amplo movimento de reocupação dos territórios tradicionais guarani protagonizado pelas famílias extensas indígenas no sul e sudeste do Brasil a partir dos anos 1970, este casal chegou em Santa Catarina no final dos anos 1980 com seus filhos e familiares, vindo do sul numa migração inspirada por sonhos xamânicos. Eles se fixaram na aldeia Yynn Morothi Wherá, ou Mbiguaçu, (Biguaçu, SC), onde se estabeleceram durante um longo período motivados pelo projeto de voltar a viver de acordo com o “modo de vida guarani”, ou nhandereko. Em 2015 se mudaram para a Reserva Indígena Amaral, ou Tekoa Mbyá Roká, também localizada no município de Biguaçu (SC). Atualmente Alcindo e familiares provavelmente estão entre as lideranças espirituais guarani mais velhas da região, e possivelmente de todo o Brasil. Suas trajetórias de vida é marcada pela busca de manter e fortalecer o modo de ser guarani, e eles se encontram comprometidos com o projeto de repassar seus conhecimentos para as gerações mais jovens e de formar novos karaikuery. Leonel Sánchez Briones Índio mestiço de origem Chileno, Poeta, realizará Oficinas e a Roda Nativa para crianças* brincadeira de expressão participativa, que estão incluídas nas tradições orais em inúmeras culturas, incentivando a criatividade. Formação Profissional Curso técnico em Gestão em Meio Ambiente pelo Instituto de Ecología Política Chile Sustentable Curso técnico em Turismo Sustentable e Ecológico pelo Instituto de Ecología Política Chile Sustentable Curso de Línguas Originarias de America especialização em Mapuchedungun Instituto da Frontera Region da Araucania, Chile Atuações Profissionais 1-Gestion em Politicas Ambientales “Centro Indigena Mapuche Pehuenche Region Del Bio Bio Chile” (1997-1999) 2-Diretor na campanha “Águas para Chile” organizada pela “Asamblea para La Defensa Del Rio ADR”(1998) 3- Coordenador do projeto “Maderas Nativas Del Sur de Chile y El Desafio de La Sustentabilidad” “Centro Comunitario Newen Tuin Peñi” (1998- 2000) 4- Participa no Segundo “Encontro Mundial pela Humanidade contra o neoliberalismo” na Universidade Federal do Pará – UFPA Brasil (1999) 5- Diretor do Programa “Turismo Sustentable em la Alta Cordillera” “Centro Indigena Mapuche Pehuenche Region Del Bio Bio Chile” (2000-2001) 6-Presidente da “Coordinadora Regional de Fuerzas Por El Bio Bio” Chile (2001-2004) 7-Investigação “El Viaje Del Cacique Kalfukura” Ciudad de Pihue Provincia de Buenos Aires, Argentina (2002) 8- Viajem de autoconhecimento pela America Latina Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Perú, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Guatemala e México (2002-2009) Resgatando diversas pinturas indígenas em formato de Corpos Pintados. 9- Instituto Multidisciplinar de Meio Ambiente e Arqueoastronomia IMMA Florianópolis SC. Brasil (2009-2011). 10- Instituto Save Planet ( ISP) Florianópolis SC. Brasil, atual Vice-presidente. 11- Coordenador geral do Projeto Salve Floripa.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.