Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2317039Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Manual da Arquitetura do Povo Yudjá

DESENHANDO A CONVIVENCIA LTDA
Solicitado
R$ 604,4 mil
Aprovado
R$ 604,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Acervos do patrimônio material e imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término
2026-12-17
Locais de realização (1)
Marcelândia Mato Grosso

Resumo

O Projeto Manual da Arquitetura do Povo Yudjá consiste na criação de um documento de referência que sistematiza informações relacionadas aos fazeres e saberes da casa tradicional Yudja, por meio do registro de desenhos técnico e livre, fotografias e textos que explicam, ensinam e atualizam as tradições do Povo Yudjá. O referido Manual tem o propósito de transmitir tecnologias da construção tradicional dos mestres para os jovens Yudjá, assim como para estudantes e profissionais de arquitetura, resgatando e preservandoas construçõesindígenas tradicionais, que vem se perdendo ao longo do tempo. Através da vivência com o Povo Yudjá, na aldeia TubaTuba, Território Indígena do Xingu/MT, será feito: o levantamento das histórias, técnicas e materiais da casa tradicional com os/as mestres-anciãos/ãs; troca de técnicas e tecnologias entre arquitetas e designers, estudantes e jovens Yudjá; e a construção da casa tradicional Yudja, proporcionando o intercâmbio cultural e preservação da memória;

Sinopse

NÃO SE APLICA

Objetivos

OBJETIVO GERAL O Manual da Arquitetura do Povo Yudjá tem por objetivo preservar o modelo de construção milenar da casa indígena do Povo Yudjá e transmitir as tecnologias dessas construções aos jovens Yudjá e a população em geral. Será realizado o registro da prática e da circulação dos conhecimentos do território ancestral onde estão localizadas na floresta as madeiras, palhas e cipós especificos para a construção da casa Yudjá. Tendo um caráter pedagógico, o Manual oferece meios de transmissão e circulação de técnicas e saberes, fortalecendo os legados culturais, a construção e a memória de suas casas tradicionais. O Manual da Arquitetura do Povo Yudjá proporciona e fortalece o registo de sua cultura material, intelectual e espiritual. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Resgatar o modelo da casa indígena Yudjá com os saberes dos mestres anciãos. 2. Realizar levantamento técnico da modalidades de construção e suas técnicas milenares. 3. Fomentar intercâmbio entre os jovens Yudja, estudantes de arquitetura e profissionais em arquiteta e design da Plataforma Cidade Floresta. 4. Montar um manual com orientações técnicas, contendo práticas e direções para futuras construções. 5. Levar o conhecimento do território ancestral onde estão localizadas na floresta os materiais específicos para a construção. 6. Disseminar as tradições indígenas por meio da construção da casa indígena e a concepção espacial da aldeia. 7. Preservar o patrimônio imaterial da cultura indígena para as gerações futuras. 8. Fortalecer legados culturais e saberes enfraquecidos.

Justificativa

O registro e o entendimento do fazer-a-casa indigena são importantes ações culturais que preservam e incentivam a prática tradicional da construção em cada etnia, mas que também nos abrem portas para o entendimento e compartilhamento de outras visões de mundo que serão muito importantes no reconhecimento de como deveremos caminhar como sociedade ambientalmente responsável e construtiva. A "casa-mundo" indígena não se encerra em si mesma. Ela revela sofisticado conhecimento técnico no uso de materiais orgânicos, assim como o domínio de estruturas espaciais leves e resistentes, mas também simboliza uma cosmovisão específica, criando diálogos e possibilidades de conhecimento ético, espiritual e comunitário. A Casa Indígena, assim como quase tudo que a circunda está ligada ao mundo espiritual das ideias e sentidos, assim como ao mundo prático da rotina diária. Conectora concreta entre "céu e terra", seu fazer está ligado a importantes práticas culturais que as gerações vão passando ao construí-la. Começa com o entendimento das madeiras e das plantas a serem usadas, onde povoam a floresta, e como se comportam como "elementos construtivos". Esse conhecimento se liga à prática da produção alimentar e como ela interage com a floresta, indicando como devemos administrar essas "duas naturezas" para que sejam co-producentes e não excludentes. Com a construção de cada casa tradicional também se incentiva a vida na mata, que é onde os mais velhos têm o tempo e a atenção dos mais jovens para passar suas sabedorias, suas histórias e suas práticas. Patrimônios fundamentais dessas culturas, a "Casa-Oka-Opy" nos guia aos saberes do sofisticado pensamento que as vem construindo, sedimentado por séculos de interação com a floresta, os rios, campos cerrados, lagoas, e mares, lugares sagrados e reverenciados. Imbuídos no esforço de um grande resgate cultural e a re-apropriação do discurso sobre sua própria identidade, o Manual da Arquitetura Indígena vem registrar as práticas construtivas da Oka-Eté, a "Oca-Verdadeira", que, como outras práticas tradicionais, vêm aos poucos se perdendo com as transformações culturais advindas do contato com a "sociedade envolvente", e com, principalmente, o papel da tecnologia no mundo dos grupos mais jovens. Além do registro e compartilhamento de saberes com/entre povos indígenas, estaremos também discutindo e adentrando o conhecimento de uma "cultura circular", onde "a casa", assim como quase tudo que circunda seu mundo, se relaciona simultaneamente a um devir ideal, ligado ao mundo espiritual, assim como ao terreno totalmente humano da rotina diária. A Oka, a casa, é ao mesmo tempo um ideal, um modelo a ser respeitado e seguido, assim como a representação física, concreta, daqueles que as habitam. E ao fazê-la, registra-se e resgata-se saberes perdidos, e/ou enfraquecidos. A importância da construção e registro da casa tradicional e da floresta foi descrita por Yabaiwa Juruna, liderança espiritual e politica da aldeia de Tuba Tuba : "o Manual da Arquitetura do Povo Yudjá é um conhecimento milenar, que vem desde muito tempo. Ao longo do tempo está sendo esquecido, na medida que os mais velhos estão nos deixando. Eu, particularmente, fico preocupado com esse esquecimento. Por isso nós precisamos circular esse conhecimento, transmiti-lo, aproveitando anciãos que ainda estão presentes entre nós, para que circule entre os mais jovens, para eles poderem aprender a construir a saka tïha, a casa tradicional. Para isso precisamos de apoio para facilitar as ações, em busca de valorizar esse conhecimento e incentivar jovens. Para construirmos a saka tïha, precisamos de anciãos para nos orientar: como faz a arquitetura? Como faz a medida dessa casa? Quais são os materiais necessários para a construção das casas? É importante que os jovens conheçam nosso território ancestral, nossa floresta, entendam onde estão localizadas as madeiras específicas para construção da casa, saber a história da casa, saber o nome de cada madeira, são muitas coisas que precisamos aprender. Eu, como jovem, estou muito animado para conhecer e aprender a construir a saka tïha. Hoje, o modelo da casa que construímos é diferente, precisamos retomar esse saber. Precisamos levar esse conhecimento adiante". O projeto se enquadra nos incisos, do Artigo 1º , da Lei 8313/91, quais sejam: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E está em conformidade com o previsto no Artigo 3º: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais E com os objetivos descritos no Artigo 1º do Decreto 11453/2023 I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras;

Especificação técnica

Um manual com 100 páginas que será impresso, mas também vai possuir versão em audio livro e multilingue e versão digital. Serão 50 páginas escritas e 50 páginas ilustradas com o passo a passo do processo de construção da Casa Yudjá.

Acessibilidade

ACERVO BIBLIOGRÁFICO E DOCUMENTAL - Versão em mais uma língua indígena: Guarani Mbya - Tronco Tupi. Com intuito de maior difusão do conteúdo entre outros povos indígenas conforme item 20 da planilha orçamentária. Versão de audiolivro com legendagem, será produzida e disponibilizada na internet gratuitamente, de forma que contemple pessoas com deficiência visual e auditiva, conforme item 13 da planilha orçamentária. Acessibilidade física - o projeto será todo realizado em meio à Aldeia Tuba Tuba, que não possui escadas ou outros obstáculos que dificultem a acessibilidade dos participantes, não há ruas com desníveis ou buracos que necessitem de rampas de acesso . O povo Yudja utiliza a mata para realizar suas necessidades fisiológicas, não havendo possibilidade de adaptação entendemos que as medidas de acessibilidade física não se aplicam neste projeto. CURSO/OFICINA - Serão contratados tradutores para prestar suporte audiodescritivo multilíngue em dois idiomas indígenas, língua Juruna e Guarani Mbya, ambas do tronco Tupi, conforme item ... serão contratados tradutores de Libras para as edições audiovisuais, de forma que os deficientes auditivos possam ser contemplados com os conteúdos conforme item 2 da planilha orçamentária. Nosso projeto entende que acessibilidade se dá na comunicação com as diferenças e pessoas. Entretanto, é um exercício que se faz caminhando, ao andar. E os mecanismos de fomento para a arte e cultura no país, via fomento direto ou indireto deve diminuir o impacto da exclusão. Essa premissa deve ser prioridade para que alcancemos esse público que fica a margem. Esse é nosso objetivo primordial e, felizmente acreditamos que isso seja possível através de ações como as desse projeto. Acessibilidade física - o projeto será todo realizado em meio à Aldeia Tuba Tuba, que não possui escadas ou outros obstáculos que dificultem a acessibilidade dos participantes, não há ruas com desníveis ou buracos que necessitem de rampas de acesso . O povo Yudja utiliza a mata para realizar suas necessidades fisiológicas, não havendo possibilidade de adaptação entendemos que as medidas de acessibilidade física não se aplicam neste projeto.

Democratização do acesso

Produto - ACERVO BIBLIOGRÁFICO E DOCUMENTAL O projeto é pensado para ser completamente gratuito tanto para a comunidade indígena quanto para qualquer pessoa interessada que pretenda acessar o manual através da internet. O custo benefício gerado para a sociedade acontece através de ações educativas como oficinas; conversa com os indígenas sobre seus processos de criação, rodas de conversas e reflexões entre os indígenas e as arquitetas do projeto sendo exibidas gratuitamente à toda e qualquer pessoa interessada, essa disponibilização será amplamente divulgada através de ações de marketing digital e assessoria de imprensa, quanto na ATIX - Associação Terra Indígena do Xingu, que representa 16 povos indígenas que vivem no território do Xingu e, ainda, na Escola da Cidade, localizada no estado de São Paulo. Produto - curso / oficina Será garantida a democratização de acesso a todo público em geral, especialmente aos desprovidos de produtos culturais, uma vez que todas as atividades serão filmadas e disponibilizadas gratuitamente nos canais de transmissão do projeto. As atividades de ação educativa deste projeto são destinadas ao povo Yudja de todas as aldeias do Território Indígena do Xingu, assim como pessoas interessadas de outros povos, de forma totalmente gratuita com fornecimento de alimentação aos participantes. Não há emissão de ingresso, inscrição ou qualquer restrição quanto ao acesso que é livre e controlado levando em consideração o limite de público do espaço a cada período. Pretende-se atender 25 jovens e 25 adultos indígenas de forma presencial. pretende-se atender um número indefinido de pessoas através da disponibilização do material, tanto das ações formativas quando do produto final na internet. II) Atendendo ao art 24 da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes ações de ampliação de acesso ao projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários.

Ficha técnica

Anna Julia M. Dietzsch - coordenadora do projeto Anna é arquiteta e urbanista pela USP, com mestrado em Desenho Urbano por Harvard. É sócia do escritório Arquitetura da Convivência (ArC), integra a Plataforma Arquitetura e Biosfera na Escola da Cidade (SP) e a plataforma de desenho urbano Hudson Valley Collaborative em Nova York. É responsável pelo design de projetos como a Praça Victor Civita em SP, o Brooklyn Pop-up Pool em NY e o Memorial 9/11 tb em NY. Anna é professora na Universidade de Cornell (NY) e já lecionou na Universidade de Columbia (NYC) City College (NYC) e Escola da Cidade (SP). Sua pesquisa acadêmica está centrada na urbanização da Amazônia Brasileira. Clarissa Jaxuka Morgenroth - Produtora executiva Ativista e Guardiã da Floresta, com formação em arquitetura e urbanismo (AEAUSP : Escola da Cidade: 2011/Escola Tècnica Superior d’Arquitectura de Barcelona e Escuela Técnica Superior d' Arquitectura del Vallés) e design na Central Saint Martins : 2014, voltada para a rios, nas cidades e na floresta. Atua na agroecologia, arquitetura, teatro,dança, diagramação, artes gráficas e visuais, e como documentarista. Desde 2018 mantém relações de troca com os povos Guarani Mbya, Araweté, Juruna, Yudjá, Kayapó, Awaeté, Kamayurá, Tupinambá, ribeirinhos/as e Povos de Terreiro. Associada e fundadora da Plataforma Cidade Floresta [https://www.cidadefloresta. com/] e da Rede Buiúnas [https://www.projetomargens. com/abertura] Paulla Matos - Arquiteta professora Arquiteta recifense formada pela UFPE/ Parsons The New School For Design NYC, pós-graduada pela Escola da Cidade com especialização em Habitação Social, reside desde 2018 em São Paulo. Trabalha como pesquisadora e projetista junto a Plataforma Arquitetura e Biosfera, tanto no Grupo de Trabalho e Pesquisa - Arquiteturas Tradicionais, voltado para estudos e apoio aos povos indígenas, como no GTP - Lupa (Laboratório Urbano de Práticas Arquitetônicas Populares), o qual tem foco nas ocupações do Centro de São Paulo. Arquiteta sênior do Triptyque Architecture em São Paulo Valentina Tong - Arquiteta professora Curadora, arquiteta e fotógrafa. Foi curadora-assistente do departamento de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles (2014-20), trabalhando na pesquisa e concepção de projetos curatoriais para exposições nas 3 sedes da instituição (Rio de Janeiro, São Paulo e Poços de Caldas), organização de programas públicos, festivais de fotografia, edição de catálogos de exposição e acompanhamento curatorial de projetos comissionados. Destacam-se os projetos com os artistas Claudia Andujar, Rosângela Rennó, Mauro Restiffe, Michael Wesely, Mídia Ninja, Bárbara Wagner, Letícia Ramos, Jonathas de Andrade, Sofia Borges, William Eggleston e Luigi Ghirri. Foi curadora da exposição "Vitrines e Fachadas, dois ensaios paulistanos de Dulce Soares”(IMS-SP, 2016). Atualmente coordena a itinerância na América Latina da exposição Claudia Andujar: a luta Yanomami, em parceria com a Hutukara Associação Yanomami e o Instituto Socioambiental, desenvolvendo o projeto expográfico e programas públicos. Ganhadora do Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte em 2022 com o projeto Viagem Geológica, desenvolve uma pesquisa sobre a paisagem geológica brasileira, através da documentação de sítios geológicos e sua relação com a arqueologia, a arquitetura e o extrativismo de rochas e minerais. Luis Octavio de Faria e Silva - Conselho Editorial Arquiteto formado pela FAUUSP em 1989, com mestrado (2001) e doutorado (2008) pela mesma instituição. Leciona em Faculdades de Arquitetura desde 1995 – atualmente é coordenador do curso de pós-graduação lato sensu Habitação e Cidade, na Escola da Cidade, e professor na graduação e no Programa de Pós-graduação stricto sensu do curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade São Judas Tadeu. Coordenador/ mediador na Plataforma Arquitetura e Biosfera, instância de pesquisa ativista acolhida pela Associação Escola da Cidade, com projetos de manejo ecológico da paisagem, na perspectiva de ações antrópicas de baixo impacto e de regeneração do planeta. Cibele Forjaz - Conselho Editorial Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Direção Teatral (1985/89), Mestre (2008) em Artes e Doutora (2013) em Artes Cênicas. Docente e pesquisadora do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas/ECA/USP, na linha de pesquisa de Teatralidades e Performatividades: Criação, Pensamento e Percursos, com ênfase nas relações entre teatro e antropologia. É pós doutora (2019) em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (FFLCH/USP). Yabaiwa Yudjá - Conselho Editorial e Coordenação Arquitetura Formado em magistério, leciona há mais de 15 anos em sua comunidade a história e língua tradicional Yudjá. Foi diretor da Escola Central Yudjá por cinco anos e presidente da Associação por 8 anos. Trabalhou no projeto de revitalização da música tradicional Yudjá em parceria com o Instituto Socioambiental. Fez o curso de gestão territorial, fiscalização e monitoramento no Território Indígena do Xingu. Ana Paula - Assistente de produção Ana Paula Martins é produtora com experiência de 25 anos na área de Comunicação. Foi responsável pela gestão de eventos do Internet Group ( IG ), Metrô de São Paulo, FIESP/SESI/SENAI. É ativista dos direitos indígenas e do meio ambiente. É integrante da Plataforma Cidade Floresta Artistas indígenas com ampla experiência em fotografia e filmagem, serão os responsáveis pelos registros fotográficos, videográficos e transmissões via internet.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.