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Essa proposta tem como objetivo promover a circulação do espetáculo de dança contemporânea "À Margem" , idealizado por Tiago Oliveira e protagonizado por Alex Pitt e Bruno Duarte, com produção musical e performances sonoras da DJ Podeserdesligado. O planejamento estratégico se baseia em realizar um total de 10 apresentações, percorrendo as 05 regiões do Brasil, contemplando 09 cidades e 09 estados diferentes. Este projeto de circulação contará com cerca de 06 pessoas na equipe, sendo 03 integrantes artísticos e 03 na equipe técnica (direção, produção, téc. de luz).Pretendemos também realizar atividades educacionais a fim de ampliar o impacto sociocultural do projeto.
A partir de um processo colaborativo realizado entre 3 profissionais performáticos independentes, o espetáculo À Margem traz o resultado de uma investigação que se deu através de depoimentos corporais, musicais e experiências, a priori, individuais desses artistas. Fala sobre discussões que apresentam as tensões raciais das quais enfrentaram em suas vidas, entendendo quais as possíveis interseções em suas trajetórias – que ecoaram e se tornaram presentes em seus fazeres. O relato artístico de cada artista serve como um convite para que o espectador vivencie uma nova perspectiva poética através do atravessamento provocado pela junção dessas artes. O trabalho é composto por 3 artistas negros em cena, cada um advindo de uma estética artística diferente: Alex Pitt – do break; Bruno Duarte – do Krump e Jhonatta Vicente (podeserdeslesligado) – uma mulher trans que atua como DJ em performances sonoras e life-set's. O enredo está munido de memórias que foram trazidas por cada um dos artistas e analisadas em grupo para discussões sobre o tema. O questionamento que circunda esta obra é: Como esses corpos negros, independente do caminho que cada um passou, é recebido aonde chega? Trajetórias encharcadas de lembranças que vão se atravessando e provocando novas experiências e novas descobertas no desencadeamento da trama.
PRODUTO PRINCIPAL Objetivo Geral: Ampliar o alcance da discussão anti racista abordada em À Margem, a partir da circulação do espetáculo por diferentes estados do Brasil. Objetivo específico: Realizar 10 (dez) apresentações do espetáculo À Margem, sendo: 01 na Semana Maranhense de Dança, São Luís (MA); 01 no Festival América do Sul Pantanal, Corumbá (MS); 01 no Prêmio Desterro, Florianópolis (SC) ; 01 no Circuito Cultural de São Paulo (SP), 01 no Festival de Inverno de Campina Grande (PB); 01 no FENDAFOR, Fortaleza (CE), 01 na Bienal de Artes de Belém (PA), Festival de Dança de Recife (PE), e 02 no Rio de Janeiro (RJ). Promover a circulação com cerca de 06 pessoas na equipe, sendo 03 integrantes artísticos e 03 na equipe técnica (direção, produção, téc. de luz). Percorrer as 05 regiões do Brasil, contemplando 09 cidades e 09 estados diferentes. Viabilizar a difusão do projeto, somando a esta premiação a parceria com os festivais supracitados, a fim de diminuir os custos com translado, hospedagem e alimentação da equipe. PRODUTO SECUNDÁRIO Objetivo Geral: Realizar ativiades educacionais a fim de ampliar o impacto sociocultural do projeto. Objetivo específico: Promover uma oficina de dança contemporânea em cada cidade contemplada. A duração será de até 3h; e será voltada para artistas da dança entre 15 e 40 anos, sem distinção de gênero, cor ou classe social. Oficinas / workshops (qualificação profissional e capacitação): Dança Contemporânea, Prof.º Tiago Oliveira. Danças Urbanas: Krump, Prof.º Bruno Duarte; Breakdance Alex Pitt. Performance Sonora - Life Set (mixagem/produção musical): Profª: Podeserdesligado. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Promover ações formativas culturais Debates/ Bate-Papos / Mesa Redonda a respeito de temas relacionados ao espetáculo.
O protagonismo negro e a defesa por uma cultura antirracista são o mote do espetáculo de dança contemporânea à Margem _ apresentado pela proponente Piquet Cultural. A itinerância por renomados festivais em diferentes estados do país proporciona uma oportunidade única de ampliar o alcance do espetáculo, que lança luz sobre um debate de extrema relevância para o Brasil atual. Um país que carrega consigo um histórico de 350 anos de escravidão, cujas marcas ainda se fazem presentes na nossa realidade. Mais do que simplesmente abordar o tema do racismo, "A Margem" direciona seu olhar para a riqueza cultural da comunidade preta, desviando o foco dos algozes de um povo que transcende as limitações da escravidão. Ao percorrer as cidades de São Luís (MA), Corumbá (MS), Florianópolis (SC) São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Belém (PA), Recife (PE) e Campina Grande (PB), o espetáculo tem o poder de gerar uma reflexão sobre o passado, como também se torna uma ferramenta para promover a ocupação de espaços e o reconhecimento da cultura preta no presente. O intuito deste projeto é difundir nosso trabalho pelas 05 regiões do Brasil; e, neste projeto, estamos contemplando 09 cidades e 09 estados diferentes. Como breve introdução para demonstrar a viabilidade desta proposta, a proponente Piquet Cultural resgata seu próprio portfólio de 10 anos de ativa atuação no setor cultural, somado ao currículo do projeto À Margem que foi montado em 2019, estreando no projeto Sesc EntreDanças _ O corpo Negro, ficando em cartaz no Sesc Copacabana (RJ), quando recebeu duas indicações ao II Prêmio CESGRANRIO de Dança nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor bailarino, Bruno Duarte. Além disso, já foi apresentado no Festival Dança em Trânsito, organizado pelo Grupo Tápias, no Teatro Riachuelo (RJ) e no Teatro Amazonas, abrindo o Festival MOVA-Se, em Manaus (AM). Com a pandemia da Covid-19, a circulação precisou ser interrompida; voltando em 2022, quando foi contemplado no Fomento à Cultura Carioca _ FOCA, da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, para promover a circulação pela cidade nos seguintes Teatros: Sérgio Porto (Humaitá); Angel Vianna (Centro Coreográfico _ Tijuca); Arena Jovelina Pérola Negra (Pavuna) e Areninha Renato Russo (Ilha do Governador). E também no edital de circulação estadual (Retomada Cultural 2) da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro se apresentando nos seguintes teatros: Céu das Artes (Maricá); Teatro Armazém (São Gonçalo) e Teatro da UFF (Niterói). Também em 2022, o espetáculo fez uma pequena temporada no Sesc Pinheiros (SP). E ainda integrou a programação da Virada Cultural de São Paulo, apresentando-se na sala Paissandu, no Centro Cultural Olido (SP). Este ano (2023), o projeto foi novamente contemplado por um edital da rede Sesc Rio, onde fará a circulação, em 2024, por 10 (dez) diferentes unidades da instituição, passando pelas cidades de Niterói; São Gonçalo; Nova Iguaçu; Nova Friburgo; Rio de Janeiro (nos bairros de Madureira e Ramos); Teresópolis; São João de Meriti; Barra Mansa e Campos dos Goytacazes. Ou seja, uma circulação que vai de norte a sul do Estado do Rio de Janeiro. O projeto "À Margem" se alinha de maneira notável com a Lei 8.313/91 primeiramente por cumprir o objetivo citado no Artigo 3, inciso II ao fomentar a produção artística através da realização de um espetáculo de artes cênicas. Ademais, no Artigo 1, inciso IV a Lei 8.313/91 destaca a importância de "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional". Nesse contexto, o projeto "À Margem" surge como uma manifestação artística idealizada e protagonizada por indivíduos pretos que ampliam suas vozes através da arte. Essa iniciativa desempenha um papel significativo na promoção das expressões culturais pretas, conferindo visibilidade às manifestações artísticas de um povo que sofre com o apagamento e a desvalorização de sua história, apesar de ser um dos grupos fundamentais na formação da sociedade brasileira. Além disso, o Artigo 1, inciso VIII da lei Lei 8.313/91 enfatiza o estímulo à "produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." Nesse sentido, o projeto "À Margem" busca ativamente compartilhar saberes por meio da difusão da dança. A realização de oficinas de dança contemporânea em cada cidade onde houver apresentação desempenha um papel fundamental na disseminação desse conhecimento, tornando a manifestação artística acessível à população local. Com o intuito de ampliar a democratização do acesso ao espetáculo escolhemos participar de alguns festivais de dança pelo Brasil que já praticam a gratuidade dos ingressos para seu público. E mesmo que haja cobrança, destinaremos nossa cota de ingressos para serem distribuídos de forma gratuita, cumprindo com o objetivo citado no Artigo 3, inciso IV que estabelece a "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". O espetáculo apresentado tem, em sua concepção, valores pertinentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS’s), o que fortalece sua relevância artística. No propósito alinhado à redução das diversas desigualdades (ODS10), combate a todas as formas de preconceito e promove um discurso antirracista e traz pra cena o protagonismo de pessoas pretas. Além do destaque para temáticas raciais, o projeto À Margem acolhe e empodera mulheres e representantes a comunidade LGBTQIA+ em sua ficha técnica e artística, promovendo a inclusão social, econômica e política de todos, com pluralismo de idade, gênero, raça, origem, religião e outras. O projeto proposto foi, assim, concebido colaborativamente com igualdade de oportunidades para a liderança em diferentes níveis de tomada de decisão. O proponente e sua equipe acreditam na arte como forma de reflexão e protesto pela promoção de legislação, políticas públicas socioculturais e ações adequadas sobre diversidade, cidadania, democracia e demais direitos humanos. Cultura, Arte e Dança como caminho para uma Educação de Qualidade (ODS 4). O próprio fomento à cultura, a profissionalização do setor e a modalidade artística já remete a construção de saberes de diferentes áreas do conhecimento. Em suas múltiplas vertentes, a Dança motiva e promove Boa Saúde e Bem-Estar (ODS 3) físico e mental para todos, em todas as idades, corpos e estilos de vida. O destaque para a Arte e a Produção Cultural como atividade profissional fomentam a economia criativa e abraçam o propósito de garantir um Trabalho decente e crescimento econômico (ODS 8) e fomentar a indústria [criativa], inovação e infraestrutura [de espaços públicos culturais] (ODS 9) _ cada vez mais inclusivo e sustentável, com emprego pleno e produtivo. O projeto de espetáculo emprega, direta e indiretamente, artistas, ficha técnica, fornecedores etc. _ gerando um impacto positivo na cadeia produtiva. Assim, brada por políticas públicas culturais, fomenta as indústrias e economias da inovação e criatividade e incentiva a formalização e o crescimento das micro, pequenas e médias empresas culturais.
Plano de execussão das contrapartidas sociais com possíveis temas e público alvo. Contrapartida educativa e cultural: Pretendemos promover ações formativas culturais para aprofundar a experiência cultural do público - principalmente para comunidades e/ou grupos em vulnerabilidade social, assim como para universitários da rede pública e comunidades socioculturais (pessoas negras em especial). Em diálogo com os festivais que participaremos, iremos propor como possibilidades a realização de: Debates/ Bate-Papos / Mesa Redonda com o tema: O corpo negro nas artes da cena – relatos e experiências, com o elenco e idealizador do projeto.
Tempo de duração do espetáculo: 45 Min Rider de Luz: 1 Mesa de luz - 48 canais – DMX 5 PC 1000w (c/ bandoor) 16 Par 64 Foco 2 (ou Fresnel) 14 Par 64 Foco 5 05 Elipsoidais ETC 36° 12 Par Led RGBW dimmer 01 Buffer 10 Suportes de chão (pé de galinha) 01 máquina de fumaça DMX *rider adaptável aos diferentes espaços de apresentação Rider de Som: 01 microfone com fio 2 direct box mono (ou 1 estéreo) para ser ligado no palco Caixas de som - PA’s e subgraves para a plateia Caixas de som – monitor-retorno para o palco Palco: Vestimentas pretas (rotunda, coxias laterais e bambolinas) Dimensões mínimas: 6m largura, 7m de profundidade, 3m de altura Linóleo na cor preta Cenário: Duas cadeiras e uma mesa (1,20m x 0,30m x 0,90m) Tempo de Montagem: 6h Tempo de Desmontagem: 3h
PRODUTO PRINCIPAL Medidas de Acessibilidade Arquitetônica: Acesso preferencial aos respectivos locais e assento preferencial, tanto dos idosos em geral (Lei 10.741/2003), quanto de qualquer pessoa portadora de deficiência (intelectual, visual e/ou aditiva) ou com limitação incapacitante momentânea ou permanente (Decreto nº. 3298/1999). Local preparado com rampas de acesso e banheiros adaptados. Medidas e Acessibilidade para PCDs Visuais: Audiodescrição dos artistas e cenários antes do início do espetáculo, legendas de descrição das artes digitais das redes sociais. Medida de Acessibilidade para PCDs auditivos: Intérpretes libras presentes durante as partes faladas do espetáculo Medida de Acessibilidade para PCDs Intelectuais: Monitores treinados e sala sensorial para pessoas do espectro autista PRODUTO SECUNDÁRIO Medidas de Acessibilidade Arquitetônica: Local preparado com rampas de acesso e banheiros adaptados. Medida de Acessibilidade para PCDs auditivos: Intérpretes libras presentes durante as partes faladas do espetáculo Medida de Acessibilidade para PCDs Intelectuais: Monitores treinados e sala sensorial para pessoas do espectro autista
Distribuição dos ingressos: •20% será destinado exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou de formação artística, priorizando cidadãos com comprovado envolvimento em atividades voluntárias; • 10% dos ingressos serão distribuído entre os patrocinadores; • 10% dos ingressos serão utilizados para promoção ou ações de divulgação; • 20% deve ter o preço de venda de até R$50,00 (valor do Vale-Cultura); •50% dos ingressos serão comercializados dentro da faixa estipulada pelo Vale Cultura com valores entre R$15,00 e R$30,00 reais com possibilidade de ingressos por R$10,00 em lista amiga ou sorteios. As medidas de ampliação de acesso a serem realizadas estão de acordo com o Art. 21 da Instrução Normativa N° 02/2019,sendo elas: “1-doar, além do previsto na alínea "a", inciso | do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;” “Ill - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de carâter presencial, sem prejuízo do disposto no §2° do Art. 22;” “IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras midias;” “V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do Art. 22;”
Tiago Oliveira – Idealização Direção Artística, e Interpretação do espetáculo e Professor das oficinas. Bailarino e coreógrafo, iniciou-se no universo da dança através do projeto Dança e Vida Júnior (2004) e foi aluno de ballet clássico no Estúdio Corpo e Arte e no Ballet Cláudia Araújo (2006). Aprofundou sua técnica no Centro de Movimento Deborah Colker em cursos de formação de Ballet, Técnica masculina, Contemporâneo e Sapateado. Como Bailarino, integrou a Dimensões Cia de Dança (2007); a Cia Jovem Deborah Colker (2009/2010); a Laso Cia de Dança (2011); a Renato Vieira Cia de Dança (2013-2016); a Companhia de Ballet da Cidade de Niterói (2014-2020). Como intérprete/coreógrafo, além de Vira-Lata, participou do espetáculo O Fauno, dirigido por Gustavo Gelmini, que rendeu a Tiago o troféu de melhor bailarino no I Prêmio CESGRANRIO de Dança. Passou por um período de imersão na Cullberg Ballet (Suécia) como bailarino convidado. Seu último trabalho, À MARGEM, está concorrendo ao II Prêmio CESGRANRIO de Dança, nas categorias melhor espetáculo e melhor bailarino (Bruno Duarte). Atualmente, está como bailarino colaborativo na Lia Rodrigues Cia de Dança. Thiago Piquet – Produção Executiva; Coord. Técnica e Admin. Financeiro de todo o projeto. Produtor Cultural formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF/2016), fez o mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes pela UFF (2019) e Pós Graduação em Arte, Cultura e Educação (EAD/AMPLI-ANHANGUERA 2021). Aluno do doutorado em Educação (UFRJ). Concluiu o Curso Massivo (MOOC) de Cultura e Gestão Cultural oferecido pela Fundação CECIERJ/Extensão, em parceria com a SECEC-RJ (2017). Foi membro da diretoria do Colegiado Estadual de Dança do Rio de Janeiro (2019). Em 2020, fez os cursos online de "Melhorias de Processos" e "Gerenciamento de Projetos" oferecidos pela Escola de Governo e Gestão de Niterói (EGG Niterói), em parceria com a Prefeitura de Niterói (SEPLAG) e a UFF. Em 2021, concluiu o curso de extensão universitária em Capacitação de Agentes Culturais: estratégias de cultura e arte para o futuro, realizado pela Universidade Aberta do Nordeste da Fundação Demócrito Rocha, em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC). Trabalha na área de produção e logística da Cia de Ballet da Cidade de Niterói, desde 2014. Presta serviços de consultoria, enquadramento e execução de projetos na área da dança, através da sua empresa Piquet – Cultural. Bruno Duarte – Coreografia e interpretação do epsetáculo e Professor das oficinas. Com especialidade em danças urbanas e dança contemporânea, começou sua carreira internacional em 2008 ao integrar o elenco do GRUPO DE RUA DE NITEROI, onde permaneceu até 2020 e com o grupo já viajou por 26 países. Atualmente, é especialista em krump, onde se tornou o primeiro e único brasileiro a se tornar aluno do criador da dança TIGHT EYEX. Hoje conhecido como Tha Maddhulk aka Jr Str8 Danger aka Tha Maddripp X, primeiro Krumper brasileiro a chegar a uma final internacional em um campeonato de Krump, diretor e coreógrafo da cia 904 KRUMP MOVEMENT é organizador da EBS- SOUTH AMERICA, projeto responsável por levar brasileiros para a Alemanha para disputar o campeonato mundial de Krump a EBS - EUROPEAN BUCK SESSION. Em 2019 participou como interprete coreógrafo do espetáculo À MARGEM que lhe rendeu a indicação ao II Prêmio CESGRANRIO de Dança na categoria de melhor bailarino. E, em 2021, apresentou o espetáculo EK - espelho do meu eu no projeto Sesc Arte em Cena. Alex Pitt – Coreografia e interpretação do epsetáculo e Professor das oficinas. Bailarino, coreógrafo, modelo, intérprete, pesquisador e formado em Danças Urbanas. Sua jornada começou em 2002, quando participava de batalhas, espetáculos de dança, festivais e workshops na cidade do Rio de Janeiro. Trabalha há mais de 12 anos para uma companhia francesa chamada CIE KAFIG, viajando por diversos países do mundo e paralelamente trabalhando no Brasil com grandes artistas como: Iza (2017 a 2020), Anitta (2019), Diogo Nogueira (2018), Ivete Sangalo (2018), Xuxa (2017), entre outros. Ao longo da carreira se aprimorou em outros estilos de dança como: contemporâneo, jazz e acrobacias em geral até os dias atuais. Em 2022 sobe aos palcos com o espetáculo À Margem, de Tiago Oliveira, com produção da Piquet Cultural. No mesmo ano monta o espetáculo ResPIRA, apresentado no I Festival de Artes Cênicas de Maricá e no Espaço Tápias, no Rio de Janeiro, que também foi aprovado no edital FOCA 2022 e no edital FIRJAN SESI Cultura (2023). Jhonatta Vicente (Podeserdelisgado) – Produção Musical do espetáculo e Professora das oficnas. PODESERDESLIGADO (1988, Rio de Janeiro) vive e trabalha na zona norte de São Paulo, Brasil. Surgida como provocação, partida da percepção do acesso rarefeito de pessoas pretas à equipamentos para se produzir música no Brasil, este é um projeto de Live PA que reflete, através de ritmos afro diaspóricos, ficções pretas utilizando-se de elementos do Funk, Break e do House. Podeserdesligado se formou na Escola de Belas Artes da UFRJ, onde começa a investigar sonoridades no campo majoritariamente visual da performance. Lançada por selos nacionais e estrangeiros como Mamba rec, Circa A.D., Tormenta e Cereal melodia, Pode tem um vasto trabalho que se desdobra em vários formatos: produção de beats, música eletrônica experimental, trilha sonora e oficinas. Recentemente colaborou com o album "Pajubá remix" de Linn da Quebrada e assinou a direção musical dos “Traquejos Pentecostais para Matar o Senhor” junto à cantora Ventura Profana. Vilmar Olos – Iluminador Natural de Jaraguá do Sul - SC, iniciou seus trabalhos na área de iluminação cênica em Jaragua do Sul – SC no ano de1999. Formado pelo curso técnico em Iluminação do Centro Cultural SCAR. No Rio de Janeiro desde 2004, realiza diversos projetos deIluminação como o CURSO COMPLETO CAPTURE VISUALISATION 2020/2021 (4 edições na condição de Ministrante). Entre os espetáculos que já iluminou, destaque para: O Escândalo Philippe Dussaert; com Marcos Caruso, Dir: Fernando Philbert; Show "Não Recomendados e Ney Matogrosso"; A Mulher de Bath -Com Maitê Proença, Dir.Amir Haddad; Grandes Encontros da MPB - Dir: Sérgio Módena; entre outros. Foi Indicado ao prêmio CBTIJ 2015 , na categoria melhor iluminação com o espetáculo QUERO SER ZIRALDO. E Indicado ao Prêmio de melhor Iluminação no Festival Nacional de Duque de Caxias - 2016, com o espetáculo MARIANA E A BENZEDEIRA DA ILHA. Poliana Ribeiro – Assistente de Produção Graduanda em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense, também atua como pesquisadora no Laboratório de Políticas Públicas Governação e Desenvolvimento Regional da UFF. Além disso, possui formação pela oficina social de teatro de Niterói. Atriz e bailarina desde de 2017, atualmente faz parte da Cia Day Fersa como bailarina de jazz e do Projeto Indicativo como bailarina de danças urbanas. Iniciou no mercado de produção em 2020, como estagiária do Centro cultural Paschoal Caros Magno, la atuava como monitora de exposições e produtora de eventos.Assistente de produção na peça “A Mandrágora” produzida pela Oficina Social de Teatro de Niterói. Produtora da sétima edição do Fesrival Maricá Compasso de Dança. Co-Produtora executiva do “É Proibido Cochilar” o primeiro festival de forró pé de serra de Maricá. Atualmente, atua como assistente de produção na empresa Piquet Cultural com desenvolvimento de projetos culturais e inscrição em editais. T. Piquet Cultura e Arte (Proponente) - Gerenciamento Fiinanceiro Escritório de produção cultural que desde 2013 atua na elaboração e planejamento de projetos; produção executiva; mediação cultural; coordenação de produção e logística; consultoria e mentoria de projetos; curadoria; acompanhamento e elaboração da prestação de contas; entre outras funções relacionadas ao setor cultural, seja no campo artístico ou social.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.