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PRONAC 2317133Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição - Estados sutis da matéria

CRISTIANA COELHO BORGES DA ROCHA IOSCHPE
Solicitado
R$ 555,7 mil
Aprovado
R$ 555,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/03/2024
    Início previsto
  3. 31/12/2025
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

Trata-se da produção da exposição "Estados sutis da matéria", da artista plástica Cris Rocha, do desenvolvimento do projeto educativo e da produção do catálogo das obras expostas.

Sinopse

EXPOSIÇÃO A artista Cris Rocha se inspirou na natureza e na nossa relação com ela para estruturar as séries Água, Moléculas e Planeta Vermelho que compõem exposição e catálogo neste projeto. As séries dialogam simbolicamente entre si, que, no conjunto, constroem uma narrativa a respeito do que é essencial para a vida e a sustentabilidade, uma das tônicas de sua visão poética. Elas são compostas por obras realizadas no passado, acrescidas de obras inéditas realizadas especialmente para compor a mostra. O intuito da exposição é apresentar as obras de Cris Rocha em sua integralidade, ampliando a visão de seu trabalho para além da gravura. A mostra revelará a singularidade de sua poética, por meio da apresentação de obras realizadas em diferentes técnicas e suportes que vão da tradicional gravura em metal à manipulação digital de imagens, da impressão em papel aos vídeos e instalações. Ela apresentará a variada produção artística da artista ao longo de sua trajetória, por meio de obras já expostas e também inéditas, que completarão séries e trabalhos anteriores, compondo uma unidade. Juntas, suas obras congregam neste projeto um olhar artístico singular, nos convidando e nos impulsionando a enxergar o mundo e a nossa necessidade de sobrevivência a partir do que é essencial para a vida, de forma delicada e forte. A poética de Cris Rocha conduzirá o observador à contemplação da beleza da natureza, mas também o instigará a pensar nos seus desequilíbrios e de como eles impactam a sobrevivência da vida em nosso planeta. Essa dinâmica expositiva busca sensibilizar o público e enriquecer as reflexões e o debate sobre a natureza da matéria, seus estados e como suas transformações afetam o ecossistema. O ineditismo do projeto está na integralidade e na diversidade das obras da artista, bem como na narrativa que vive em “Estados sutis da matéria", que integram exposição e catálogo. Os núcleos expositivos dialogam entre si e, no conjunto, constroem uma narrativa a respeito dos estados sutis da matéria, uma das tônicas da visão da artista sobre os fenômenos naturais. A exposição, organizada em núcleos, apresentará as obras em ambientes distintos, de forma enigmática, imaginativa e mágica e ira propor um debate crítico e reflexivo, em seu educativo, sobre o que é essencial para a vida e a sustentabilidade por meio das obras expostas. CATÁLOGO O catálogo da exposição trará texto curatorial de Maria Alice Milliet e documentará as obras que compõem os núcleos Água, Moléculas e Planeta Vermelho presentes na mostra e também registro do espaço expositivo. PROJETO EDUCATIVO A ação educativa vem colaborar na fruição do público com as obras de “Estados sutis da matéria” da artista Cris Rocha e propõe a reflexão e a crítica acerca da realidade, onde a Arte se apresenta como um caminho para se pensar no desenvolvimento sustentável. Um debate necessário para expandir nossos pensamentos e nos colocar em discussão diante dos desafios contemporâneos para a sustentabilidade, em que novas significações possam emergir. A proposta pedagógica visa a intervenção junto ao público em geral e em especial junto aos alunos de escolas públicas a partir dos estudos das disciplinas de ciências exatas e humanas de forma transversal, onde estas novas significações surgem no ponto de partida do conhecimento, possibilitando assim a formação de sujeitos mais conscientes a partícipes do processo de desenvolvimento sustentável.

Objetivos

Objetivo Principal: produzir a exposição "Estados sutis da matéria" acompanhada de projeto educativo e do catálogo das obras expostas. Objetivos Específicos: - Difundir a obra da artista Cris Rocha em sua integralidade; - Aumentar as formas de circulação de bens culturais;- Promover a reflexão, a crítica e o debate acerca do que é essencial para a vida e a sustentabilidade diante dos desafios contemporâneos de sobrevivência e dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável;- Promover, por meio do educativo, o diálogo entre Arte, Sustentabilidade e o estudo das disciplinas de ciências e sociologia de forma transversal junto aos alunos de escolas públicas.

Justificativa

Revelar uma visão inédita acerca da produção de Cris Rocha em toda a sua integralidade estética e poética é uma forma de circulação de bens culturais, necessária em tempos atuais. Mas, sobretudo, importante, pois o conjunto dos diversos meios de sua expressão artística vem contribuir ao tema da sustentabilidade. Isso porque, o modo de produção da artista, e consequentemente, suas obras, dialogam com a nossa necessidade de interação com os fenômenos naturais. Cris Rocha faz isso de forma quase intuitiva, despropositadamente. Esse processo de produção da artista tem lugar significativo como gravurista, em que o uso de produtos químicos, presentes no processo de gravação, assim como a física, sempre foram objetos de pesquisa e desenvolvimento do seu trabalho.A curadora Maria Alice Millet registrou: "Em algumas séries, linhas ondulantes e manchas difusas, sugerem paisagens aquáticas. Trata-se de um mundo de formas sinuosas, de reflexos e transparências, de um mundo regido pela luz. Algumas dessas imagens evocam o alvorecer à beira de um rio, quando a luz invernal deixa entrever os delicados capins que afloram na superfície d’água. Nada perturba a quietude da manhã... A impressão que se tem é de que a artista partiu da observação da natureza. Mas não. Essa plasticidade luminosa decorre da combinação de fundos de cor obtidos por gravações em água-tinta e lavis aos quais se sobrepõem traços enérgicos gravados à ponta-seca e água-forte sobre chapas de metal." As séries que a curadora menciona fazem parte do núcleo de obras Água da exposição e do catálogo. Traduzidos em suas obras, tais processos de produção, aliados à sua poética, são uma das marcas da expressão artística de Cris Rocha. Em "Estados sutis da matéria" a artista nos convida a enxergar novas paisagens dos fenômenos naturais. As objetivas, possíveis de serem imaginadas. E ao mesmo tempo, às paisagens subjetivas, internas. E assim esta exposição e catálogo contribuem com a nossa construção simbólica de um novo olhar sobre o meio ambiente, nossas relações sociais e com a natureza ao destacar o que é essencial para a vida e a sustentabilidade. Por isso a sua relevância e pertinência, pois "Estados sutis da matéria" vêm dialogar conosco sobre sustentabilidade, propondo uma nova relação estética, e também ética, com os fenômenos naturais, se quisermos sobreviver.Neste contexto, Cris Rocha exerce o seu papel inato, como artista, de ser antena do mundo, num momento de muitos desafios à nossa condição de existência, onde pestes e guerras nos rodeiam, ameaçando o nosso cotidiano.Este projeto, na perspectiva artística, busca a transcendência de significados, colabora com a fruição e propõe a reflexão e a crítica acerca da realidade, onde a Arte se apresenta como um caminho para se pensar no desenvolvimento sustentável. Pois é preciso expandir nossos pensamentos e nos colocar em debate diante dos desafios contemporâneos para a sustentabilidade, em que novas significações possam emergir. Por isso, também, a proposta da ação educativa de "Estados sutis da matéria", para uma intervenção junto aos alunos de escolas públicas e público em geral. Na comunidade escolar, para promover o diálogo entre Arte, Sustentabilidade e o estudo das disciplinas de ciências e sociologia de forma transversal, onde estas novas significações surgem no ponto de partida do conhecimento, possibilitando assim a formação de sujeitos mais conscientes a partícipes do processo de desenvolvimento sustentável. Conforme preconiza a UNESCO, a promoção da cultura contribui de forma direta para muitos dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável _ ODS. Em sua transversalidade, patrimônio cultural (tangível e intangível) e criatividade são condutores e facilitadores para a sua realização, capazes de assegurar o sucesso de intervenções para alcançar os objetivos econômicos, sociais e ambientais, pilares do desenvolvimento sustentável. Estes três pilares e cultura de retroalimentam no círculo virtuoso do desenvolvimento sustentável no qual "Estados sutis da matéria" vem contribuir com a parcela que lhe cabe.

Especificação técnica

EXPOSIÇÃO Núcleos expositivos As séries Água, Moléculas e Planeta Vermelho que integram a exposição organizam as obras da artista em núcleos ou ambientes distintos, de modo a dinamizar o conjunto, assim estimulando o interesse do visitante. Núcleo I - Água. Neste ambiente, o conjunto de obras – inicialmente realizadas com a intenção de discutir a escassez da água durante a seca na cidade de São Paulo, em 2015 – sugere paisagens aquáticas e joga com os efeitos visuais da água estática ou em movimento. Nesse núcleo predominam, nuances de azuis, esverdeados e turquesas. - Espelho d’água, painel composto por 12 gravuras produzidas a partir de três gravuras em metal - sete impressões digitais - duas gravuras em metal da série Matos - vídeo Matos projetado sobre cortina de tecido, 2020, duração 3’03” Núcleo II - Moléculas Neste ambiente, serão apresentados exemplares da série Moléculas inspirada em reações químicas observáveis em laboratório, quando os elementos químicos se aglutinam, se misturam, se repelem. Nesse núcleo, as cores remetem aos elementos químicos e suas reações. O núcleo Ar contextualiza um espaço inodoro e invisível, sensível às manifestações químicas e biológicas. E igualmente sensível aos nossos experimentos com a vida e com as relações sociais, que imitam as reações dos elementos químicos: explodem, se aglutinam, se misturam, se repelem... O núcleo Ar vem mostrar que somos um conjunto de elementos que respira, se manifesta e altera a realidade, a nossa e a da natureza ao redor. - Átomos painel composto por 9 imagens digitais produzidas a partir de gravuras em metal - 21 gravuras e impressões digitais da série Moléculas - Laboratório, projeção de slides que funcionam como lâminas de experimento científico. Núcleo III - Planeta Vermelho Este núcleo, apresentará o vídeo Planeta Vermelho que será criado a partir de gravuras da artista que sugerem paisagens inóspitas, um mundo sem vida. Há uma evidente relação com o planeta Marte, mas também com a Terra que devastada pela poluição das águas e do ar, por incêndios e pelas altas temperaturas – fatores determinantes de mudanças climáticas – corre o risco de se tornar árida, inabitável. Planeta Vermelho nos remete a uma reflexão mais profunda sobre a nossa sobrevivência, individual e coletiva, e o nosso compromisso com a sustentabilidade, se quisermos continuar existindo. É interessante destacar uma das peculiaridades das obras da artista Cris Rocha. As decisões da artista - guiadas por sua sensibilidade poética no uso das cores de forma quase natural e intuitiva em suas experimentações - vem culminar em conjuntos de obras onde é possível reunir um espectro de cores singulares em sua proposta visual. No Núcleo I - Água, nuances turquesas e tons esverdeados; no Núcleo II - Moléculas, cores que remetem aos elementos químicos e suas reações, como o bronze e o cobre, para colorir formas biológicas... E, por fim, no Núcleo III - Planeta Vermelho, os tons terrosos. CATÁLOGO O catálogo terá 96 páginas, contendo imagens das obras da artista. O catálogo terá também um encarte voltado à ação educativa da exposição. Capa + 96 pg Capa formato aberto 29x42cm, 4x1 cores, Tinta Escala em Supremo Duo Design 300g, Laminação Prolam 1 Lado. Miolo 96 págs, 21x29.7cm, 4 cores, Tinta Escala e Verniz Base D'agua proteçao F/V em Couche Opaco 150g. Intercalação(Plano:1), Lombada Quadrada(Plano:2), Vinco(Plano:1). Quantidade: 500 unidades + PDF Acessível Encarte: Mini Poster Fto Fechado A4; Fto Aberto: 59.4x42cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Off-set 120g; Dobra= 2 em Cruz, Encartados. Quantidade: 500 unidades PROJETO EDUCATIVO Objetivo Geral: Formação de público por meio da promoção do diálogo entre Arte e Sustentabilidade Objetivos Específicos: . Promover a interação e mediação do público junto às obras de Cris Rocha Ioschpe trazidas pela Exposição “Estados sutis da matéria” e o espaço expositivo; . Promover a Arte, a Educação e a Cultura com o propósito de diálogo e relação no debate crítico e reflexivo sobre o que é essencial para a vida e a sustentabilidade e em especial, junto aos alunos de escolas públicas, a partir do estudo das disciplinas de ciências e sociologia, de forma transversal . Auxiliar os jovens na aprendizagem das ciências exatas e ciências humanas por meio da Arte. 2. Justificativa: A ação educativa vem colaborar na fruição do público com as obras de “Estados sutis da matéria” da artista Cris Rocha e propõe a reflexão e a crítica acerca da realidade, onde a Arte se apresenta como um caminho para se pensar no desenvolvimento sustentável. Um debate necessário para expandir nossos pensamentos e nos colocar em discussão diante dos desafios contemporâneos para a sustentabilidade, em que novas significações possam emergir. A proposta pedagógica visa a intervenção junto ao público em geral e em especial junto aos alunos de escolas públicas a partir dos estudos das disciplinas de ciências exatas e humanas de forma transversal, onde estas novas significações surgem no ponto de partida do conhecimento, possibilitando assim a formação de sujeitos mais conscientes a partícipes do processo de desenvolvimento sustentável. Conforme preconiza a UNESCO, a promoção da cultura contribui de forma direta para muitos dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS. Em sua transversalidade, patrimônio cultural (tangível e intangível) e criatividade são condutores e facilitadores para a sua realização, capazes de assegurar o sucesso de intervenções para alcançar os objetivos econômicos, sociais e ambientais, pilares do desenvolvimento sustentável. Estes três pilares e cultura se retroalimentam no círculo virtuoso do desenvolvimento sustentável no qual "Estados sutis da matéria" vem contribuir com a parcela que lhe cabe. 3. Carga horária completa Durante o período da exposição (um mês), nos dias e horários de funcionamento da instituição cultural, com grupos de instituições educacionais (dois dias durante a semana) e outros públicos (01 dia no fim de semana), previamente agendados, de até 25 pessoas, com duração de uma hora. A previsão é de 02 (dois) grupos por dia, um pela manhã e outro à tarde, totalizando cerce de 24 grupos, carga horária 24 horas. 4. Público-alvo: alunos de escolas públicas e público em geral. 5. Material didático: desenvolvimento de um cartaz, que acompanhará o catálogo, voltado ao Ensino Médio. O cartaz apresentará as obras da artista e a relação destas com conteúdos das disciplinas das áreas de Linguagens, Ciências da Natureza e Ciências Humanas e Sociais. Este material será disponibilizado durante as visitas à exposição e também em PDF no site. 6. Conteúdos a serem ministrados e profissionais envolvidos O material educativo relaciona as obras de arte apresentadas na exposição pela artista Cris Rocha e seus temas aos componentes curriculares das áreas de Linguagens (Artes), Ciências da Natureza (biologia e química) e Ciências Humanas e Sociais (sociologia). Voltado para Ensino Médio, traz proposições pedagógicas que articulam a obra da artista aos objetos de conhecimento, habilidades e competências previstas na Base Nacional Comum Curricular. Será realizada formação dos educadores (mediadores) e os seguintes itens serão abordados: conteúdo e estudo da exposição, sobre a arte e a interação do público junto às obras trazidas pela Exposição Estados sutis da matéria. Assim como estudo coletivo de interação e arte, mediação de obras e espaços, planejamento, construção e execução de materiais propositores para atender ao público, como também apresentar uma atenção e cuidado com a acessibilidade. Após a imersão na formação dos mediadores teremos formação continuada no decorrer da exposição, com duração de um mês. Dois mediadores por período, um estagiário no período intermediário, visita do coordenador nos finais de semana, e segundo a demanda. Escala de folgas nos finais de semana

Acessibilidade

Acessibilidade para pessoas com Deficiência Visual: vídeo com autodescrição narrada pela artista Cris Rocha, como numa visita guiada apresentando as obras expostas; catálogo em PDF acessível. Acessibilidade para pessoas com Deficiência Auditiva: apresentação do vídeo com legenda descritiva e tradução em Libras. Acessibilidade para pessoas com Deficiência física ou mobilidade refuzida: seleção de locais para sediar a Exposição em conformidade com a Lei 13.146/2015 – Lei Brasileira da Inclusão, com infraestrutura adequada para acolher pessoas com qualquer tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

Para democratização do acesso o projeto prevê o desenvolvimento de um site exclusivo que integrará os diferentes conteúdos, como por exemplo, o catálogo em PDF acessível para ser baixado, o encarte educativo, o vídeo acessível para acesso via celular e outras atividades do projeto e de comunicação, ampliando o acesso livre à pessoas de outras localidades.

Ficha técnica

Cristiana Coelho Borges Rocha Ioschpe – Direção Geral e Artista Nasceu em Porto Alegre em 1967. Formada em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1992, vive e trabalha em São Paulo desde 2000. Expôs em sua cidade natal na Galeria Gravura (2000) e na Galeria Bolsa de Arte (2004). Na última década participou de várias coletivas de gravuras. Em 2017, expôs com o grupo Em branco no Centro Britânico de São Paulo e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul e participou da feira SPArte com a Arteedições Galeria. Tem obras em coleções públicas, como Bibliotheca Alexandrina, em Alexandria, Egito, Museo Del Grabado, em Buenos Aires, Museu Casa das Onze Janelas, em Belém; Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e Museu de Arte do Rio Grande do Sul, ambos em Porto Alegre, Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro entre outras. Maria Alice Milliet de Oliveira – Curadora Historiadora da arte, crítica e curadora, doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Foi diretora da Pinacoteca do Estado de São Paulo, curadora do Museu de Arte Moderna de São Paulo e diretora da Fundação José e Paulina Nemirovsky. Como curadora independente realizou exposições em inúmeras instituições, tais como o Museu de Arte de São Paulo (Masp); Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP); Fundação Bienal de São Paulo; Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro. É autora dos livros Lygia Clark: obra-trajeto (1992), Tiradentes, o corpo do herói (2001), Mestres do Modernismo (2003), Lothar Charoux, a poética da linha (2006), Tarsila, os melhores anos (2011), Concretos Paralelos: construtivismo britânico e arte concreta e neoconcreta brasileira (2013), Yolanda Mohalyi, a grande viagem (2015), entre outros. Publicou inúmeros ensaios sobre arte moderna e contemporânea. Está associada ao ICOM International Council Of Museums. Luanda A Bonadio – Produção Executiva É grande entusiasta da Economia Criativa como geradora de trabalho e renda e propulsora do desenvolvimento socioeconômico local. Foi idealizadora e correalizadora do Mapeamento da Economia Criativa – Cuesta Paulista e realizadora do Festival InterArte – Economia Criativa, Interatividade e Arte, ambos executados em 2021, com o intuito de fomentar a cadeia cultural, artística e criativa no Estado de São Paulo. Em 2014, foi uma das finalistas do “Concurso Cultura 2014”, realizado pelo Ministério da Cultura, de apoio a projetos de Turismo Cultural nas cidades sede da Copa do Mundo do Brasil. Possui vasta experiência em Comunicação e Marketing, Cultura e Terceiros Setor desenvolvida em empresas globais, equipamentos de cultura e organizações culturais. Atua também como produtora cultural em projetos nacionais e internacionais. Especialista em Economia da Cultura pelo Ministério de Cultura da Espanha e Universidade Carlos III de Madrid, Mestre em Investimento Sociocultural Privado pela PUC-SP e Administradora pela FEA-USP.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo