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PRONAC 231715Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Preta no Branco

MOLLICA ROSA FILMES LTDA
Solicitado
R$ 600,5 mil
Aprovado
R$ 600,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-10-02
Término
2024-06-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Preta no Branco se faz pela arte urbana na exposição em Graffiti em grande dimensão, em locais públicos e/ou privados (internos e/ou externos), de importantes personalidades pretas que contribuíram para o desenvolvimento das mais variadas manifestações culturais, contando um pouco de suas trajetórias de vida em seu contexto histórico e o contemporâneo.

Sinopse

Arte urbana de Graffiti entre 20 a 30 painéis de obras de Graffiti de grande dimensão (de acordo com os espaços), com materiais diversificados (alvenaria; lonas; tapumes; e também de acordo com os locais em que serão veiculados) em locais públicos e privados, de importantes mulheres pretas que contribuíram para o desenvolvimento das mais variadas manifestações culturais brasileiras, contando um pouco de suas histórias e trajetórias de vida em seu contexto histórico e o contemporâneo e que tiveram efetivamente impacto e contribuição junto ao contexto regional, e/ou local, e/ou nacional.

Objetivos

OBJETIVOS: OBJETIVOS GERAIS: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Os itens assinalados, se estreitam e se estruturam nos itens abaixo, em sua própria fundamentação: - Expor ao ar livre ou em espaços fechados obras de arte de rua que visam à divulgação da cultura de painéis em arte de grafite em paredes de locais públicos (mediante autorização na etapa de pré-produção do projeto) e em espaços privados (mediante autorização na etapa de pré-produção do projeto), entre 20 à 30 painéis; - Valorizar personalidades pretas, especialmente as mulheres pretas, por suas trajetórias no Brasil, normalmente invisibilizadas nas narrativas oficiais; - Possibilitar a representatividade da mulher preta, viabilizando o empoderamento das pessoas normalmente postas à margem do pertencimento social; - Contribuir para a construção de uma sociedade antirracista; - Contribuir para a inovação da arte e da cultura, por meio da interação do participante com aparelho celular para ampliação das informações compiladas no QRcode que acompanha os painéis; - Transpor, quando a exposição dos painéis se realizar em locais fechados, o ambiente de arte de rua, para que a interação com a arte urbana se dê na mais plena possibilidade de sua realidade. - Gerar renda para as localidades onde o projeto de desenvolverá. - Propiciar o diálogo fundamental entre arte, tecnologia e cidadania fundamental à construção de uma sociedade mais justa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Curso / Oficina / Estágio O projeto indica a oficina de grafite gratuita, no percorrer da etapa de produção do projeto, assim expresso: Público Alvo: Estudantes de rede pública de ensino na região de execução do projeto (ensino fundamental I e II) Vagas: Até 40 participantes Carga Horária: 20 horas no total (levando-se em conta as idades dos alunos do Fundamental I e II) Tempo de duração: 01 mês Conteúdo temático: História do Grafite Técnicas preliminares de desenho de letras Uso do Spray Desenho de elementos Professor: Tiago Cícero (@tiagocicero-arts) Curriculum Tiago: Pintura no Teatro Municipal do Rio de Janeiro na cerimônia de homenagem aos atletas olímpicos. (Ano 2006); Pintura no evento Batendo de frente 2007 - Edição um guerreiro chamado Jagal. (Ano 2007); Minitor de Graffiti nas Oficinas de Graffiti do Redes de Desenvolvimento da Maré pelo Programa Criança Petrobrás na Maré (Ano 2010 e 2011); Arte Educador na Oficina de Graffiti da Redes da Maré pelo Programa Criança Petrobrás na Maré (ano 2014); Graffiti no evento Meeting Of Favela (Ano 2011 e 2017); Oficinas de Graffiti e pinturas de revitalização do Pontilhão da linha amarela pelo Coletivo Skate Maré (2014 a 2022); Graffiti no evento Copa Estadão (Ano 2018); Exposição de desenhos no galpão de artes da redes da maré (ano 2019); Pintura na inauguração da Maré Favela Skatepark (Ano 2019); Arte Educador do Comitê de moradores unidos venceremos (Ano 2020); Estagiário de Desenho artístico na Esboço Artes Escola de Desenho (Ano 2020); Professor de Desenho na Esboço Artes Escola de Desenho (desde Outubro de 2021 até a presente data); Muralista do Projeto Preto no Branco, pelo edital rua cultura (Ano 2022); Artista paletrante e responsável pela coordenação do Graffiti no evento Circuito de Favelas Hip Hop na maré (Ano 2022); Graffiti realizado do evento Leopoldina Hip Hop na Lona Cultura Herbert Vianna (Ano 2022); Escalado para ser Arte Educador na Oficina de Graffiti do projeto Maré de Hip Hop - Cultura e Educação pelo edital FOCA ( as atividades ainda serão iniciadas); Integrante do Atari Funkerz (de 2009 até a presente data), grupo da cultura hip hop de extrema importância para a cena da cultura urbana no Rio de Janeiro; Integrante do grupo Maré Skills, grupo da cultura hip hop atuante na na maré (de 2015 até a presente data). Desdobramentos sociais: - Auxiliar no conhecimento sobre o Graffiti - Possibilitar, através do conhecimento adquirido, oportunidade de atuação no Graffiti - Ampliar a rede de novos adeptos ao segmento do graffiti - Propiciar a diversidade social pela participação de todas, todos e todes Vídeo A obra audiovisual digital é e será composta pelo registro de produção das obras artísticas da exposição (making of); breve histórico das personalidades que serão objeto da exposição; breve entrevistas com especialistas sobre o tema das identidades pretas; vinhetas; audiodescrição; legendas; ficha técnica. Desdobramentos sociais: - Tornar visível, audível, e legendado, conteúdos das cidadãs selecionadas para a composição audiovisual do projeto - Dar acesso a todas, todos e todes sobre o conteúdo do audiovisual nas redes sociais do projeto - Expor informações históricas em linguagem e narrativa em movimento - Distribuição (download) gratuita do audiovisual pela plataforma da rede social YouTube do projeto Exposição de Artes Tempo de exposição (duas situações): - Nos muros (tempo indeterminado) - Local fechado, e nesse caso, até 90 dias (03 meses) Desdobramentos sociais: - Oferecer uma interação artística e dialógica entre a arte e a história - Possibilitar o encontro de multilinguagens ao grande público - Transpor graffiti para o campo contributivo da significação cidadã - Impactar o público com a arte e história num mesmo momento - Propiciar memórias aos participantes em sua interação com a exposição

Justificativa

Sobre o Art. 1º : Incisos: I, III, IV, V, e IX. Objetivos do Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Por que a Lei de Incentivo a Cultura? Trata-se do mecanismo mais adequado ao atual cenário brasileiro, como primeira análise; segundo por ser ferramenta historicamente focada e voltada ao desenvolvimento do mercado cultural no Brasil; terceiro se encontra com aderência com o mercado privado (empresas com enquadramento contábil em Lucro Real) que buscam as conexões sociais e culturais com a sociedade; quarto e não por último, é instrumento oficial de meios operandus ao incremento do mercado nacional de cultura. JUSTIFICATIVA: As narrativas históricas, em nossa trajetória como sociedade, ainda nos tempos atuais, passam por vieses que suscitam um sem número de visões acerca da sociedade - que geram interpretações ocasionais e difusas, mas dentro de uma ótica que se adéquam oportunamente aos momentos políticos no Brasil e de suas políticas educacionais, enquanto nação em desenvolvimento e dentro de sua própria cultura. Isso estimula colisões entre fatos e atos e, por tabela, a multiplicação do (des)saber voluntário tanto quanto involuntário (quando se deseja o desconhecimento) dentro e fora da historicidade temporal. Tal condição encontra arranjos e manejos para o dirigismo acerca da não divulgação em boa escala, junto a autores e personalidades de diferentes etnias que colaboraram efetivamente para sermos o que somos e para com o que nos circunda em nossa sociedade. Essa situação somada ao racismo e ao machismo, constitutivos de nossa formação como sociedade, ofuscaram e ofuscam grandes nomes de mulheres pretas que contribuem e contribuíram decididamente para o crescimento e desenvolvimento da sociedade brasileira, ontem e hoje, e colaborativamente com outros grupos étnicos - especialmente a branca, representada pela hegemonia do poder de homens brancos. Os saberes constituídos em nossa sociedade têm, na sua construção, em grande escala, a participação de inúmeros representantes da etnia preta, contudo, e por conta dos preceitos e preconceitos estabelecidos no estamento social, são oportuna e massivamente dissociados e omitidos, sobretudo, quanto à transformação positiva e da evolução da cultura nacional. E, quando citados, no caso pontualmente, o são dentro de um prisma que tangencia a exceção, quase que como que algo inusitado, pois, há, no imaginário social, um impulsionamento formacional que ratifica a supremacia do homem branco, que também se revela nas narrativas de superioridade intelectual, sempre em oposição a outras etnias e normalmente do sexo masculino, sobretudo, às mulheres pretas. Assim, o projeto Preta no Branco traz para o campo visível e com resgate histórico, social, cultural e educativo, a participação expressiva de mulheres pretas em seus campos de contribuição, nas diversas áreas do desenvolvimento sociocultural nacional, tudo isso em expressivas artes visuais de ambientações urbanas ou em painéis que compõem espaços de divulgação de cultura. Promove o diálogo entre cultural, arte, tecnologia, conhecimento por lançar mão de tecnologias, hoje à disposição de quase todos os cidadãos, como o Qrcode que pode ser lido por aparelho celular e também, nas exposições em espaços fechados, disponibilizando em monitores obra audiovisual com making of, conteúdos, reflexões, informações, multiplicando os saberes de quem com a exposição interage. Dentro dessa perspectiva de multiplicação de saberes, Preta no Branco proporciona a jovens e demais participantes do projeto oficina de grafite, divulgando essa arte e, quem sabe, participando da formação de novas e novos artistas que trarão para a nossa cidade beleza, crítica social, marca identitária. Preta no Branco contribui, assim, para a difusão, a tempo, de importantes mulheres pretas, que contribuíram e contribuem para a identidade nacional. Tal contribuição amplia e fomenta horizontalmente o setor das artes de grafite na região em que será desenvolvido, dialogando com a educação, cidadania e a informação, possibilitando a multiplicação de novos talentos localmente e virtualmente. Propiciará, também, em espaços de divulgação de arte, uma viagem impactante pelas imagens grafitadas em painéis de grande dimensão, pretas no branco, viagem essa imersa em urbanidade, sensibilidade, reflexão, conhecimento, arte, cultura, transformação, cidadania. Viagem essa que se dará de igual modo, mesmo em espaços fechados, com os elementos cenográficos que estabelecerão a conexão entre a rua e o local onde as obras estiverem abrigadas. A escolha por tornar visíveis mulheres pretas nos muros de diversas localidades e em painéis para exposição em espaços de divulgação de cultura cumpre, além da função de representatividade (a representatividade nas artes, no caso no painel de grafite, tem papel central na formação e projeção de identidades e subjetividades), o importante objetivo de perpetuar esse conhecimento por várias gerações. É importante frisar que é fundamental reconstruir a imagem das mulheres pretas na sociedade. Estatisticamente somos mais da metade da população que se declara preta ou parda ao IBGE. E, ainda assim, a cor da pele, é um meio de distinguir as pessoas na nossa sociedade e ainda corporifica diferenças marcantes em como as pessoas são definidas na mídia, no trabalho, no cotidiano e, sobretudo, no imaginário popular. Se associarmos à cor da pele, o gênero, no caso, mulher, o desprestígio ainda é mais cruel. Pesquisas apontam que os piores salários de uma mesma profissão são pagos a mulheres pretas. Há quem, ao pedido de se fecharem os olhos e imaginar um advogada de sucesso e um indivíduo que viva à margem da lei, pense a primeira como uma mulher branca e a segunda como preta. Por isso, é preciso inundar os espaços públicos e privados em diversas localidades com imagens de mulheres pretas, criando um elo de representatividade, gerando uma forte visão positiva do gênero e da etnia e, em consequência, o necessário empoderamento para que não mais permitamos que a cultura que valoriza os feitos dos homens brancos se sobreponha às demais, sobretudo a das pessoas pretas, sobretudo às mulheres. Isso, como se pode ver, indubitavelmente, contribui para a construção de uma sociedade antirracista, antimachista e, portanto, inclusiva. Além disso, nos projetos desenvolvidos em muros de periferia, em centros urbanos, áreas rurais serão escolhidos preferencialmente artistas das comunidades (com coordenação artística do projeto) que, imbuídos da concepção deste projeto, serão protagonistas dessa arte, que se transformará numa realidade concreta, tornando o ambiente cultural rico tanto pela expressão artística como pela representatividade das pessoas pretas, como pelo investimento e valorização dos artistas da comunidade. Em cada uma das localidades, quando do desenvolvimento nos locais apontados que adiram ao projeto, serão contatados e contratados para participação do projeto, além da equipe de produção, profissionais locais, preferencialmente mulheres pretas ou não brancas, seguido de homens pretos ou não brancos, de modo que o protagonismo étnico e de gênero cumpra todo o ciclo, da produção à finalização e à arte. Isso é, de fato, é PRETA NO BRANCO.

Estratégia de execução

Declarações: Declaro que o projeto de produção cultural PRETA NO BRANCO, é fruto de uma produção independente, em especial, projetos de: Exposição de Artes Visuais Declaro que o projeto PRETA NO BRANCO é uma produção independente, pois o proponente não acumula a função de expositor e comercializador, principalmente por que o projeto é gratuito e sem vendas. Declaro que o projeto cultural é uma produção independente, pois o proponente, não detêm a posse ou propriedade dos espaços dos locais de intervenções artísticas nos locais de execução do projeto de grafite. .................................................. Preta no Branco é a versão nascida do projeto desenvolvido para o Edital Rua Cultural/SECEC/RJ, edição de 2021, intitulado Preto no Branco (www.pretonobranco-arte.com). Ambos resgatam e desinvisibilizam (torna visível), através da arte urbana do graffiti, entre 20 a 30 painéis de obras de Graffiti de grande dimensão (sempre conforme os espaços) em locais públicos e privados, importantes personalidades pretas que contribuíram para o desenvolvimento da sociedade brasileira como um todo, das mais variadas manifestações culturais, contando um pouco de suas histórias e trajetórias de vida em seu contexto histórico, dialogando com o contemporâneo, que tiveram efetivamente impacto e contribuição junto ao contexto regional, e/ou local, e/ou nacional. No caso, Preta no Branco, aprofundando a discussão da exclusão e dos preconceitos, evidenciará a ainda mais relegada contribuição das mulheres ao longo da história, pois a sociedade na qual estamos inseridos, além de ser estruturada no racismo, ofuscando a importância que pessoas pretas tiveram e têm para a construção da nossa sociedade, também se constrói no machismo, tornando mais invisíveis ainda o papel das mulheres pretas nesse contexto. Preta no Branco se compõe de obras de artes que exibem histórias contadas em variados locais, desde centros culturais, galerias, escolas e, principalmente, ao ar livre, nesse caso, visando ao acesso de transeuntes, aqueles que não necessariamente se deslocam para ver as obras, mas que são atingidos pela visibilidade da estética da arte de rua e que podem acessar o conteúdo histórico pelo celular por intermédio dos QRcodes que acompanham cada uma delas. Em suas diversas possibilidades de realização, Preta no Branco viabiliza a representatividade étnica, a inclusão social, a construção de um saber coletivo, partindo da diversidade e da pluralidade, materializada em vários lugares de nosso país. As cores, a beleza, a estética, o conhecimento, o paisagismo, todos esses se constituem num mosaico entre a arte, a cidadania, a informação e a tecnologia digital; tudo isso ao alcance de todos nas ruas, em galerias, em centros culturais e, em todos esses lugares, com acesso pelo celular. Para que as exposições em galerias, centros culturais, entre outros espaços fechados, adquira a necessária atmosfera de arte de rua, comporemos o ambiente em que estarão dispostos os painéis com elementos cenográficos capazes de nos transportar para essa viagem urbana e, sempre que possível (se o ambiente for adequado para tal), serão realizadas interferências também cenográficas na parte superior das estruturas de fixação de imagens com o tecido de lycra flexível. Isto é, ao longo da exposição, os painéis dialogarão com, por exemplo, orelhão, pneus, banco de praça, pedaço de muro, entre outros elementos que nos transportem para o ideário urbano. Contaremos também, nas exposições em espaços fechados, com a tecnologia de seis monitores de 42’ (ou aparelho similar) que abrirá um mundo de possibilidades vinculadas à informação acerca das personalidades do Projeto, do making of, do Projeto que o originou (Preto no Branco), da arte do Graffiti, da importância da discussão que se apresenta com a representatividade das personalidades pretas, abrindo um universo de arte, cultura e informação. Durante a exposição em espaços fechados, uma cartunista, também preta, presenteará os visitantes que desejarem com uma caricatura sua preta no branco, ou seja, em cartoon preto em folha branca A3. Importante também, no caso de haver essa possibilidade, é o fato de Preta no Branco proporcionar também a jovens estudantes de escola pública e também ao público que aderir ao projeto, por intermédio de oficina com artista de grafite, a vivência estética dessa arte que traz em sua “certidão de nascimento” a crítica social, a reflexão e que, por si só, por ser uma intervenção direta na cidade, democratiza espaços públicos. Multiplicam-se, assim, semioticamente o fazer e os sentidos de modo que contribuamos para uma sociedade mais consciente de sua diversidade, de sua diferença, da busca pela igualdade de oportunidades àqueles que ainda são postos à margem dela. Nosso jeito de discutir isso é assim: preto no branco, ou melhor dizendo, PRETA no branco.

Especificação técnica

PRODUTO ARTES DE GRAFITE: Arte urbana de Graffiti entre 20 a 30 painéis de obras de Graffiti de grande dimensão (conforme os espaços), com materiais diversificados (alvenaria; lonas; tapumes; e também conforme os locais em que serão veiculados) em locais públicos e/ou privados. PRODUTO MAKING OF DO PROJETO: - Obra audiovisual em plataforma digital em MP4/H.264 (Making Of); A obra audiovisual digital é e será composta pelo registro de produção das obras artísticas da exposição (making of); breve histórico das personalidades que serão objeto da exposição; breve entrevistas com especialistas sobre o tema das identidades pretas; vinhetas; audiodescrição; legendas; ficha técnica.

Acessibilidade

Art. 25. - medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto: PRODUTO: EXPOSIÇÃO Acessibilidade no aspecto arquitetônico (galerias; e/ou centros culturais), medidas adotadas: O projeto, em todas as condições dos locais (nos locais fechados), envidará medidas como recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades da exposição, como rampas de acesso e áreas de circulação específica, bem como local indicado para pessoas com mobilidade reduzida (área demarcada). Acessibilidades para deficientes intelectuais, medidas adotadas: O projeto, para barreiras intelectuais, tomará como medidas de recursos de acessibilidade, a presença de profissional mediador como acompanhante no local da exposição da realização do projeto (nos locais fechados). PRODUTO: VÍDEO Acessibilidade para deficientes visuais, medidas adotadas: O projeto, para barreiras visuais, tomará como medidas de recursos de acessibilidade, a audiodescrição nos produtos audiovisuais do projeto que compõem a exposição do projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos, medidas adotadas: O projeto, para barreiras auditivas, tomará como medidas de recursos de acessibilidade, a legendagem no produto audiovisual que compõem a exposição do projeto, bem como identificação textual na comunicação visual do projeto. PRODUTO: OFICINA Acessibilidade para deficientes auditivos, medidas adotadas: O projeto, para barreiras auditivas, tomará como medidas de recursos de acessibilidade, profissionais de libras localmente durante o período das atividades das oficinas. Acessibilidade no aspecto arquitetônico (local das oficinas) medidas adotadas: O projeto, e em todas as condições dos locais (nos locais fechados), envidará medidas como recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades das oficinas como rampas de acesso, e áreas de circulação específica, bem como local indicado para pessoas com mobilidade reduzida (área demarcada).

Democratização do acesso

Art. 28. Em complemento, as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Com relação à democratização de acesso ao projeto: - Acesso gratuito e público ao making of do projeto nas redes sociais do projeto dos conteúdos dos painéis de grafite. - Participação gratuita aos interessados nas atividades lúdicas de grafite (acompanhamento e orientação do fazer grafite) com integrantes (alunos) de escolas públicas, notadamente adjacentes a painéis de grafite no bairro e/ou na comunidade atendida pelo projeto. - Acesso gratuito ao público, para todas as idades, a todos os painéis de grafite produzidos pelo projeto em todos os locais que serão objeto dessas intervenções artísticas. - Acesso gratuito e para download livre, para o público (censura livre) de todas as fotos que comporão o projeto e dos making of disponível no site do projeto.

Ficha técnica

Atividade do PROPONENTE (Mollica Rosa Filmes), Laura Mollica: Funções: Coordenação; Agente captador; e Produção audiovisual (making of) Formada em Jornalismo pela PUC – do Rio de Janeiro, dirigiu institucionais para empresas como Natura, Nasajon, além de editar para empresas como Google, Jockey Club, Red Bull, Nike, SRCOM, Casa Leve, Quiça entre outras. Editou conteúdo transmitido ao vivo em diversos eventos como Fashion Rio (2011), Brasil Surf Pro (2011) BSP CUPE-PE e Búzios-RJ e Festival do Rio de Cinema (2014), editando conteúdo pro site e vídeo da cerimônia de premiação. Trabalhou roteirizando, editando e finalizando programas de viagem, música e arte pra TV como ‘Rock Estrada’ 3a temporada (MSW), ‘Palco e Plateia’’ (Canal Brasil), ‘Experimente’ 4a,5a, 6a, 7a e 8a Temporadas (Canal Bis), ‘Extremos’’ 5a Temporada (MSW), ‘Boas Vindas’ 10 temporada (GNT) e ‘Bons Sonhos’ 1a Temporada (GNT). ‘Apartamento 302’ (Canal Brasil). ‘MPB 73’, série musical (Canal Brasil). ‘O Tempo e a Música 3a e 5a Temporada (Arte1). ‘Desafio Brasil Fashion’ (Lifetime). Trabalhou como editora chefe do material de Making Of do longa ‘Capitães da Areia’ (2011) divulgado no Telecine e em sites pela Imagem Filmes e como assistente de edição do longa ‘High School Musical - O Desafio’. Cursou Artes Cênicas na Université Stendhal na cidade de Grenoble, França, 2008/2009, onde filmou e dirigiu o documentário “Já tá rodando?”, sobre estudantes imigrantes. É formada no curso profissionalizante de ator pela Casa das Artes de Laranjeiras – CAL (RJ) e Pós Graduação em Preparação Corporal do Ator na Angel Vianna. ADRIANE FARAH: Pesquisadora Curriculum resumindo: Possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994), especialização em Língua Portuguesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2000) e mestrado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2004). Atualmente, é professora da educação básica do Colégio Pedro II. Atuou, de 2018, como Diretora Pedagógica do Campus São Cristovão II (Anos Finais do Ensino Fundamental) . Atuou como coordenadora do Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE) (2014-2018) e retornou a essa função outubro de 2022.É especialista pela Universidade Federal do Ceará em Educação Especial e Atendimento Educacional Especializado (AEE) - 2014. Possui experiência na área da educação, como professora, desde a Educação Infantil (1987-1989) até a Pós-graduação, esta, especialmente, na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa. Exerceu também as funções de Diretora Geral do Campus São Cristóvão I (Anos Iniciais do Ensino Fundamental) (2010-2014). PERY DE CANTI: Produtor Executivo & Editor Audiovisual Pery de Canti, Produtor Executivo; profissional com passagens ao longo de sua carreira em diversos setores de um amplo leque de empresas e projetos, tornou-se em um profissional multidisciplinar e com ampla versatilidade no setor. Selecionado no Edital Lei Aldir Blanc (CULTURAPRESENTERJ) com o projeto CULTURA NA TELA - ensaio de entrevistas acerca das correlações do mercado de cultura junto ao universo digital -, autor e produtor executivo do projeto NENHUM ALUNO A MENOS, selecionado Edital Light 2022, aprovado Lei ICMS/RJ; autor e produtor executivo projeto SELECIONADO edital RUACULTURAL/RJ; Selecionado no Edital Cultura Presente nas Redes da SECEC/RJ - 2020, com o projeto MONTAGEM DE PROJETOS (tutoriais com 17 vídeo-aulas sobre todas as etapas de produção e elaboração de projetos para cultura, esporte, e terceiro setor). Selecionado no Edital Lei Aldir Blanc (#CULTURAPRESENTERJ) com o projeto CULTURA NA TELA: www.culturanatela.art.br - (ensaio de entrevistas acerca das correlações do mercado de cultura junto ao universo digital cultural). Autor e executor do projeto NENHUM ALUNO A MENOS link do Vídeo release do projeto: https://www.youtube.com/watch?v=LYKs3zkPbUw. Atuante no setor de cultura como especialista - tanto elaborando, montando, captando e executando, realiza projetos como Produtor Executivo e Coordenador, além de ser professor de Ciências Sociais. TIAGO CÍCERO: Grafiteiro - https://www.instagram.com/tiagomala.arts/ Teatro Municipal do Rio de Janeiro na cerimônia de homenagem aos atletas olímpicos. (Ano 2006) Batendo de frente 2007 - Edição um guerreiro chamado Jagal. (Ano 2007) Monitor de Graffiti nas Oficinas de Graffiti do Redes de Desenvolvimento da Maré (Ano 2010 e 2011) Arte Educador na Oficina de Graffiti da Redes da Maré (ano 2014 Meeting Of Favela (Ano 2011 e 2017) Muti Copa Estadão (Ano 2018) Exposição de desenhos no galpão de artes da redes da maré (ano 2019) Pintura na inauguração da Maré Favela Skatepark (Ano 2019) Arte Educador do Comitê de moradores unidos venceremos (Ano 2020) Estagiário de Desenho artístico na Esboço Artes Escola de Desenho (Ano 2020) Professor de Desenho na Esboço Artes Escola de Desenho (desde Outubro de 2021) Oficinas de Graffiti no Espaço Cultural do Pontilhão - Pontilhão de linha amarela (entre 2015 e 2021) - Grafiteiro master no projeto Preto no Branco - SECEC/RJ (entre 2022 e 2023). BENOIT FOURNIER - Curador - https://www.instagram.com/_benoit_fournier_/ É artista plástico, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Chegou no Brasil em 2006, estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ), com João Goldberg, Marcos Bonisson e Susana Spadaccini, entre outros professores. Iniciou sua pesquisa artística com a fotografia e ampliou seu repertório com gravuras, instalações, esculturas, pinturas e vídeos. O constante contato com a natureza faz parte da trajetória do artista, que cresceu nos Alpes franceses. Suas referências vêm de artistas como Frans Krajcberg e do movimento da Arte Povera. A pesquisa de Benoit reflete suas preocupações com as urgências da vida e seus fluxos, é um convite para pensar sobre a nossa relação com o mundo: desde interação / comunhão; conflito / ruptura, entre o homem e a natureza (o mundo). Ao mesmo tempo suporte, sujeito e inspiração, o elemento natural é central e primordial em seu trabalho. FABIANA FERRINHA: Assistente Social Curriculum resumindo: -Artesã Professora de artes -Orientadora Social -Gestão de Projetos Sociais -Elaboração de Projetos Sociais -Mediação de Conflito -Gestão de projetos culturais associados -Especialização em Direitos de Família -Ações de Assistência á Desastres Naturais -Programa de Segurança Pública Mulher da Paz -Prevenção Combinada para Mulheres Lideranças de Favelas -Formação Cidadã em Direitos Humanos Agente de Cultura de Direitos . -Responsabilidade Social -Crowdfunding (Financiamento Coletivo ) -Saúde Comunitária -Primeiros Socorros -Capacitação do Programa Justiça Cidadã -Enfrentamento a Violência Contra Mulher -Indicadores de Prospeção de Trabalho e Renda na Comunidade . -Gestão Ambiental Comunitária . -Instrutora de habilidades manuais para mulheres chefes de família . -Fundadora do Projeto F.A.R.O (Arte na Saúde e Educação) Maio/2007 -Fundadora do Projeto Mariah -Palestras para Mães em vulnerabilidade Social nas maternidades .Maio2020 -Instrutora de Planejamento para empreendedoras Periféricas Julho 2019 LUISA ALVES: Diretora de Produção Curriculum resumindo: Formada no curso profissionalizante do ator pela Casa das Artes de Laranjeiras – CAL (RJ), possui bacharelado em Artes Cênicas pelo Instituto CAL de Arte de Cultura. Atualmente cursa faculdade de Psicologia pela Universidade Santa Úrsula. Foi coordenadora pedagógica no curso Um Novo Amanhã, capacitando jovens em vulnerabilidade social na área do áudio visual, o projeto ocorreu dentro do DEGASE (Departamento Geral de Ações Sócio educativas). Voluntária na ONG Ambulatório da Providência, atendendo pessoas em situação de rua com enfoque terapêutico na temática de toxicomanias. Atualmente trabalha na ONG Favela Radical dando aulas de teatro para crianças e adolescentes.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.